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Análise do efeito da depressão pós-parto na interação mãe-bebê via categorias comportamentais e estilos interativos maternos; Analysis of postpartum depression effect on mother-infant interaction via behavioral categories and maternal interaction styles

Felipe, Renata Pereira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/11/2009 PT
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Introdução: Este estudo faz parte de uma pesquisa longitudinal sobre depressão pós-parto (DPP), suas possíveis causas e conseqüências para a interação mãe-bebê e para o desenvolvimento infantil (Projeto Temático da FAPESP). As participantes foram entrevistadas no terceiro trimestre de gestação e as díades mãe-bebê foram avaliadas dois dias após o parto, no terceiro e no quarto mês de idade da criança. No quarto mês da criança, certas categorias comportamentais (olhar, sorriso, toque, verbalização/vocalização e choro), vigentes na interação mãe-bebê, foram analisadas em função da presença de indicadores de DPP. Foram analisados também os estilos interativos maternos (intrusivo, retraído e boa interação) a partir do protocolo de Field (FIELD et al., 2003). Métodos: Aplicando a EPDE (Escala Pós-parto de Edimburgo) no terceiro mês, as participantes foram separadas em dois grupos: potencialmente deprimidas (N = 25) e não-deprimidas (N = 50). As 75 díades foram filmadas aos quatro meses durante, aproximadamente, três minutos. Resultados: (1) Mães com menor escolaridade, maior número de filhos e histórico de depressão anterior à gravidez tinham maiores probabilidades de apresentar DPP. (2) Foram encontradas as seguintes relações significativas: a. Independentemente da DPP: Bebês de mães que haviam planejado a gravidez...

O bebê pré-termo : intervenção precoce visando à melhoria da interação mãe-bebê

Feijo, Larissa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Entre os fatores que afetam a interação precoce destaca-se a prematuridade do bebê, que traz dificuldades específicas para a interação mãe-bebê pelas particularidades inerentes a condição do recém-nascido pré-termo. A mãe tende a se sentir desemparada frente a um bebê frágil que precisa permanecer dentro de uma incubadora, necessitando de cuidados especiais. O presente estudo teve por objetivo investigar os efeitos de dois tipos de intervenção, tanto na qualidade de interação mãe-bebê, como para evolução fisiológica do bebê. Participaram do estudo 12 díades mãe-bebê pré-termo de baixo peso, todos clinicamente estáveis. As díades foram disignadas a um de dois grupos: Grupo 1, submetido a intervenção envolvendo estimulação tátil realizada pela mãe; ou Grupo 2, que foi submetido a intervenção que enfatizou a fala afetiva da mãe com o bebê. Um grupo controle de 12 díades emparelhadas por sexo e peso do pré-termo foram também recrutados, mas não foram submetidos a intervenções. As intervenções foram realizadas durante 15 minutos por dia, estendendo-se por 2 semanas, num total de quinze sessões. A segunda, oitava e última sessões foram filmadas. As mães foram entrevistadas antes, durante e após o período de intervenção...

A experiência da maternidade e a interação mãe-bebê em mães adolescentes e adultas

Kreutz, Carla Meira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Ao longo das últimas décadas, tem crescido o número de jovens mães, freqüentemente com dificuldades quanto ao novo papel materno. Este estudo objetivou examinar os aspectos similares e particulares nos relatos sobre a experiência da maternidade entre mães adolescentes e adultas, bem como investigar eventuais diferenças na interação mãe-bebê em ambos os grupos. Participaram da pesquisa dezenove mães, sendo nove adolescentes e dez adultas. As mães foram entrevistadas e as díades mãe-bebê foram filmadas no terceiro mês do bebê. Os resultados apontam que as adolescentes tendem a sofrer mais intensamente ao adaptar-se ao processo de tornar-se mãe. Porém, as particularidades encontradas nos relatos das mães dos dois grupos não permitem dizer que as mães adolescentes mostraram-se menos competentes na função materna. Além disso, a análise da interação mãe-bebê não revelou diferenças significativas nas categorias examinadas. O estudo aponta para a necessidade de identificação de casos individuais com maior risco, uma vez que a idade, por si só, não parece ser um preditor de dificuldades com a maternidade e a interação mãe-bebê.

A interação mãe-bebê e a experiência da maternidade de mães com e sem indicadores de depressão no final do primeiro ano de vida do bebê

Schwengber, Daniela Delias de Sousa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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O presente estudo examinou as eventuais diferenças na interação mãe-bebê entre mães com e sem indicadores de depressão, bem como as impressões das mães sobre a experiência da maternidade no final do primeiro ano de vida do bebê. Participaram do estudo 26 díades mãe-bebê, sendo 15 com mães sem indicadores de depressão e 11 com mães com indicadores de depressão. As mães foram designadas aos dois grupos com base nos escores obtidos no Inventário Beck de Depressão. Foi realizada uma observação da interação das díades durante uma sessão de brinquedo livre. As mães também responderam a uma entrevista sobre a experiência da maternidade. Análise multivariada dos totais de comportamentos maternos e infantis revelou que mães com indicadores de depressão apresentaram menos comportamentos facilitadores da exploração de brinquedos pelos bebês, assim como seus filhos mostraram mais afeto negativo durante a interação. Análise de variância realizada separadamente para cada categoria de comportamentos maternos mostrou que mães com indicadores de depressão evidenciaram mais apatia, mantiveram menos a atenção de seus filhos nos brinquedos e demonstraram menos ternura e afeição. Análise de variância realizada separadamente para cada categoria de comportamentos infantis mostrou que bebês de mães com indicadores de depressão apresentaram mais vocalizações negativas. Análise de conteúdo das entrevistas mostrou que...

Depressão materna e interação mãe-bebê no final do primeiro ano de vida; Maternal depression and mother-infant interaction by the end of the first year of life

Schwengber, Daniela Delias de Sousa; Piccinini, Cesar Augusto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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76.71%
O objetivo deste estudo foi o de examinar eventuais diferenças na interação mãe-bebê entre mães com e sem depressão no fi nal do primeiro ano de vida do bebê. Participaram 26 díades mãe-bebê, 11 com mães com indicadores de depressão e 15 com mães sem indicadores. A designação aos dois grupos ocorreu com base nos escores do Inventário Beck de Depressão. Análise dos totais de comportamentos maternos e infantis durante sessão de observação do brinquedo livre revelou que mães com indicadores de depressão apresentaram menos comportamentos facilitadores da exploração de brinquedos pelos bebês enquanto seus fi lhos mostraram mais afeto negativo. Além disso, mães com indicadores de depressão evidenciaram mais apatia, mantiveram menos a atenção de seus fi lhos nos brinquedos e demonstraram menos ternura e afeição e seus bebês apresentaram mais vocalizações negativas. Esses resultados apóiam as expectativas de que a depressão materna pode ocasionar um impacto negativo na interação mãe-bebê.; The aim of this study was to examine eventual differences in mother-infant interaction between mothers with and without indicators of depression by the end of the fi rst year of the baby’s life. Twenty-six mother-infant dyads...

O impacto da depressão pós parto para a interação mãe-bebê; The impact of postpartum depression to mother-child interaction

Schwengber, Daniela Delias de Sousa; Piccinini, Cesar Augusto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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O presente artigo examina algumas questões teóricas e estudos empíricos a respeito do impacto da depressão pós-parto para a interação mãe-bebê. Analisam-se as características da depressão pós-parto e fatores de risco associados à sua ocorrência. Discutem-se, em particular, as repercussões do estado depressivo da mãe para a qualidade da interação com o bebê e, conseqüentemente, para o desenvolvimento posterior da criança. Os estudos revisados sugerem que a depressão pós-parto afeta a qualidade da interação mãe-bebê, especialmente no que se refere ao prejuízo na responsividade materna. Por outro lado, apontam que os efeitos da depressão da mãe na interação com o bebê dependem de uma série de fatores, o que não permite a realização de um prognóstico baseado em fatores isolados.; The present article examines some theoretical aspects and empirical studies related to the impact of postpartum depression to mother-child interaction. The characteristics of postpartum depression and the risk factors related to its occurrence are also examined. Furthermore, it discusses the consequences of maternal depressed state to mother-child interaction and to child development. The revised studies suggest that postpartum depression negatively affects the motherchild interaction quality...

Interação mãe-bebê em contexto de depressão materna : aspectos teóricos e empíricos

Frizzo, Giana Bitencourt; Piccinini, Cesar Augusto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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O presente estudo teve por objetivo revisar a literatura sobre a interação mãe-bebê em situação de depressão materna. Em particular, buscou-se analisar os diversos fatores que podem mediar o impacto da depressão materna no desenvolvimento do bebê, dentre eles a idade da criança, o seu temperamento, a cronicidade do episódio depressivo materno e o estilo interativo da mãe deprimida. A literatura revisada revela que a depressão afeta não só a mãe, mas também o bebê e até mesmo o próprio pai, em vista da influência deste quadro no contexto familiar. Alguns estudos sugerem ainda que a presença do pai e a ausência de conflitos conjugais são fatores que podem amenizar os efeitos da depressão materna para o bebê

Depressão materna e interação mãe-bebê no final do primeiro ano de vida

Schwengber,Daniela Delias de Sousa; Piccinini,Cesar Augusto
Fonte: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília Publicador: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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96.74%
O objetivo deste estudo foi o de examinar eventuais diferenças na interação mãe-bebê entre mães com e sem depressão no final do primeiro ano de vida do bebê. Participaram 26 díades mãe-bebê, 11 com mães com indicadores de depressão e 15 com mães sem indicadores. A designação aos dois grupos ocorreu com base nos escores do Inventário Beck de Depressão. Análise dos totais de comportamentos maternos e infantis durante sessão de observação do brinquedo livre revelou que mães com indicadores de depressão apresentaram menos comportamentos facilitadores da exploração de brinquedos pelos bebês enquanto seus filhos mostraram mais afeto negativo. Além disso, mães com indicadores de depressão evidenciaram mais apatia, mantiveram menos a atenção de seus filhos nos brinquedos e demonstraram menos ternura e afeição e seus bebês apresentaram mais vocalizações negativas. Esses resultados apóiam as expectativas de que a depressão materna pode ocasionar um impacto negativo na interação mãe-bebê.

Interação mãe-bebê com deficiência visual: estilos comunicativos e episódios interativos

Medeiros,Carolina Silva de; Salomão,Nádia Maria Ribeiro
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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Este estudo objetivou analisar a interação mãe-bebê com deficiência visual, por meio dos estilos de fala materna, dos comportamentos não verbais maternos e infantis e dos episódios interativos. Participaram da pesquisa três díades, sendo os bebês deficientes visuais, na faixa etária dos seis aos trezes meses de vida. Foi utilizada uma câmera de vídeo para apreender as interações entre as díades, em uma situação de brinquedo livre. Para cada díade foram realizadas três filmagens, cada uma com duração de vinte minutos. Os resultados sugerem que as interações entre as mães e os bebês deficientes visuais acontecem, principalmente, através da coordenação da fala com a ação gestual, na qual o toque e os movimentos corporais são utilizados com a função de facilitar a comunicação. Estudos que investigam a interação mãe-bebê com desenvolvimento atípico são relevantes, pois respondem a questões teóricas sobre o desenvolvimento e possibilitam estruturar intervenções.

Manifestações iniciais de trocas interativas mãe-bebê e suas transformações

Ribas,Adriana F. Paes; Moura,Maria Lucia Seidl de
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1999 PT
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Neste trabalho, adota-se a perspectiva sócio-cultural e pressupõe-se que as interações adulto-bebê são matrizes nas quais se constrói o desenvolvimento. Esta pesquisa teve como objetivo descrever e analisar as transformações nas atividades da mãe e do bebê, nas trocas interativas e nos contextos específicos em que tais atividades e interações ocorrem, em etapas iniciais de desenvolvimento do bebê. Foi realizado o registro em vídeo, em ambiente natural, da observação de uma díade mãe-bebê em quatro momentos de desenvolvimento do bebê: 2, 10, 15 e 21 semanas. Foram analisadas as modificações na natureza das interações, mudanças nas atividades dos parceiros (e.g., vocalização, fala, sorriso), nos tipos de estimulação por parte das mães (e.g., estimulação voltada para a mãe ou voltada para os objeto) e os diferentes contextos de interação. Os resultados obtidos mostraram-se convergentes com achados de pesquisas na área, ampliando-os. Foram identificadas, desde fases iniciais, interações como processos recíprocos de engajamento que tornaram-se mais freqüentes e complexos. Foi possível identificar interações mãe-bebê, caracterizá-las e ilustrar a natureza diferenciada das atividades e interações dos parceiros em momentos distintos do desenvolvimento do bebê. Os resultados apresentados puderam ser interpretados segundo a abordagem sócio-cultural...

O impacto da depressão pós-parto para a interação mãe-bebê

Schwengber,Daniela Delias de Sousa; Piccinini,Cesar Augusto
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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96.8%
O presente artigo examina algumas questões teóricas e estudos empíricos a respeito do impacto da depressão pós-parto para a interação mãe-bebê. Analisam-se as características da depressão pós-parto e fatores de risco associados à sua ocorrência. Discutem-se, em particular, as repercussões do estado depressivo da mãe para a qualidade da interação com o bebê e, conseqüentemente, para o desenvolvimento posterior da criança. Os estudos revisados sugerem que a depressão pós-parto afeta a qualidade da interação mãe-bebê, especialmente no que se refere ao prejuízo na responsividade materna. Por outro lado, apontam que os efeitos da depressão da mãe na interação com o bebê dependem de uma série de fatores, o que não permite a realização de um prognóstico baseado em fatores isolados.

Interação mãe-bebê em contexto de depressão materna: aspectos teóricos e empíricos

Frizzo,Giana Bitencourt; Piccinini,Cesar Augusto
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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96.76%
O presente estudo teve por objetivo revisar a literatura sobre a interação mãe-bebê em situação de depressão materna. Em particular, buscou-se analisar os diversos fatores que podem mediar o impacto da depressão materna no desenvolvimento do bebê, dentre eles a idade da criança, o seu temperamento, a cronicidade do episódio depressivo materno e o estilo interativo da mãe deprimida. A literatura revisada revela que a depressão afeta não só a mãe, mas também o bebê e até mesmo o próprio pai, em vista da influência deste quadro no contexto familiar. Alguns estudos sugerem ainda que a presença do pai e a ausência de conflitos conjugais são fatores que podem amenizar os efeitos da depressão materna para o bebê.

O bebê imaginado na gestação: aspectos teóricos e empíricos

Ferrari,Andrea Gabriela; Piccinini,Cesar A.; Lopes,Rita Sobreira
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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Com base na literatura, discute-se neste artigo a construção do bebê imaginado feita pela mãe durante a gestação. São apresentados relatos de quatro gestantes que no início do estudo se encontravam no terceiro trimestre gestacional. Elas foram entrevistadas, no final da gestação e no terceiro e oitavo mês de vida do bebê. Nestas entrevistas abordavam-se os sentimentos e expectativas sobre a maternidade e sobre o bebê. A partir da teorização psicanalítica analisaram-se os relatos das gestantes sobre o bebê imaginado no qual a mãe investe a sua libido no intuito de constituir espaço subjetivo para receber o bebê da realidade. A partir deste estudo sugere-se que o bebê imaginado tem um importante impacto para a futura interação mãe-bebê.

Estudo de fidedignidade inter-avaliadores de uma escala para a avaliação da interação mãe-bebê

Scappaticci,Anne Lise Sandoval Silveira; Iacoponi,Eduardo; Blay,Sérgio L.
Fonte: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul Publicador: Sociedade de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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OBJETIVO: Realizar um estudo de concordância entre examinadores da versão adaptada de uma escala para a avaliação de interação mãe-bebê (Brown e colaboradores - 1975) MÉTODO: Quatorze puérperas e seus recém-nascidos participaram deste estudo. As observações, que duravam quinze minutos, foram filmadas na maternidade no segundo dia após o nascimento do bebê, durante a amamentação. Num momento sucessivo e isoladamente, dois avaliadores atribuíram escores para cada item de interação estabelecida entre a mãe e o recém nascido. Para tal fim, foi utilizada e submetida ao estudo de fidedignidade uma versão adaptada da escala de Brown e colaboradores.³ (1975). RESULTADOS: Nove entre os dez itens pertencentes à escala adaptada do estudo de Brown e colaboradores³ (1975) revelaram uma concordância excelente, o coeficiente Kappa acima de 0,85. O único item que apresentou uma concordância moderada (K= 0,59) foi 'mãe segura o bebê'.Os resultados obtidos indicam a estabilidade da escala adaptada e aplicada em ambiente hospitalar destinado às mães de baixa renda. CONCLUSÕES: Os dados trazidos por este estudo indicam que a utilização das categorias é um parâmetro fidedigno na avaliação da interação mãe-bebê.

Metas de socialização maternas e estilos de interação mãe-bebê no primeiro e segundo ano de vida da criança

Martins, Gabriela Dal Forno
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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76.96%
O presente estudo investigou a relação entre as metas de socialização maternas e os estilos de interação mãe-bebê, no primeiro e segundo ano de vida da criança, bem como eventuais mudanças longitudinais neste período. Além disto, investigou-se a relação entre características maternas (ex. idade e escolaridade) e do bebê (ex. sexo e desenvolvimento infantil) e as metas de socialização e os estilos de interação mãe-bebê, durante o mesmo período. Participaram 25 mães (M=33,2 anos; DP=5,73) e seus filhos, que no início do estudo estavam no primeiro ano de vida (M=6,7 meses; DP=1,74). As mães responderam a uma entrevista sobre suas metas de socialização e as díades foram observadas durante interação livre visando examinar seus estilos de interação. O desenvolvimento dos bebês foi avaliado através das Escalas Bayley III. No segundo ano de vida dos bebês, esses procedimentos de coleta de dados foram repetidos. Os resultados apoiaram parcialmente a hipótese inicial de que, independente da idade do bebê, metas de socialização que enfatizam a autonomia estariam relacionadas a um estilo de interação focalizado na autonomia do bebê; e metas de socialização que enfatizam a “relação” estariam relacionadas a um estilo de interação focalizado no direcionamento materno. Somente no primeiro ano do bebê...

Intervenção para promover a qualidade do vínculo mãe-bebê em situação de nascimento pré-termo; Intervention to improve the quality of the mother-infant bond in situation of pre-term birth

Brum, Evanisa Helena Maio de; Schermann, Lígia
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2007 POR
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76.63%
O objetivo deste estudo foi avaliar a efetividade de uma intervenção precoce para promover a qualidade do vínculo mãe-bebê em situação de nascimento pré-termo. A amostra constou de 28 pares mãe-criança. 14 mães participaram da intervenção para promoção da qualidade do vínculo mãe-bebê através de videofilme (grupo experimental) e 14 mães assistiram a um videofilme sobre cuidados de rotina do bebê (grupo controle). Os videofilmes foram assistidos pelas mães no 2º ou 3º dia após o nascimento do bebê e, um mês após a alta hospitalar do bebê, foi realizada observação da interação mãe-bebê e aplicação do Mother and Baby Scales (MABS). Os resultados não diferenciaram o grupo experimental do grupo controle na quase totalidade das avaliações realizadas. O que leva a crer que somente uma intervenção em forma de videofilme, realizada no hospital, não seja suficiente para alterar positivamente a qualidade do vínculo mãe-bebê na população de pré-termos estudada. Sugere-se que sejam necessárias maior freqüência de intervenções hospitalares e a inclusão de intervenções domiciliares, bem como follow-ups longitudinais de médio prazo com pares de mães e bebês nascidos pré-termo.; The present study aimed to evaluate an early preventive intervention to improve the quality of the mother-infant bond in situation of preterm birth. The sample comprised 28 mother-infant pairs. Fourteen pairs participated in the intervention for promotion of quality in the mother-infant bond through a video film (experimental group)...

INTERAÇAO PRECOCE MAE-BEBÊ E A CONCEPÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL INICIAL; EARLY MOTHER-CHILD INTERACTION AND THE CONCEPTION OF CHILD DEVELOPMENT

Moura, Maria Lucia Seidl de; Ribas, Adriana F. P.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/1998 POR
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86.76%
Este trabalho integra uma linha de investigações que tem tentado articular a perspectiva sócio-cultural com outras vertentes de investigação: a do desenvolvimento infantil inicial e a das interações adulto-bebe Foram identificados elementos que constituem os contextos de interação mãe-bebê (e. g. cenários , atividades , episódios de interação e tentativa de interação e representações) e investigadas relações entre as concepções de mães acerca das competências dos bebes e a natureza de suas atividades e interações com eles. Q uir^Lze díades mãe-bebe recém-nascido foram filmadas durante 20 minutos em suas residências. Foram utilizados uma metodologia de observação e um questionário (QCBR) desenvolvidos pelo próprio grupo de pesquisa. Foi identificada correlação significativa entre o índice de atividade da mãe e o escore total no QCBR. Não foi identificada correlação entre o escore total no QCBR e a variável interação. Tais resultados coníribuem para uma melhor compreensão do desenvolvimento cognitivo como processo inseparável do contexto social.; This work is part of a line of investigations that has been trying to articulate the sociocultura] perspective with results of two other research arcas: infant development and adultbabyinteractions. In this sense...

Repercussões do comportamento interativo de mães com depressão no desenvolvimento do comportamento exploratório do bebê; Repercussions of depressive mothers'interactive behaviours on the development of the infant´s exploratory behaviour

Alfaya, Cristiane; Lopes, Rita de Cássia S.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2005 POR
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O impacto da depressão materna para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente estudado e vem sendo compreendido a partir de um referencial teórico interacionista, em que a qualidade da interação mãe-bebê é o foco de atenção nestes estudos. Os comportamentos interativos das mães com depressão costumam ser caracterizados como intrusivo ou retraído. Para os autores, ambos os estilos podem repercutir de maneira negativa no desenvolvimento do bebê, pois a estimulação e a modulação do estado de alerta que a mãe oferece são inadequadas para a regulação emocional do bebê. Pouco ainda se sabe sobre as repercussões dos estilos de comportamento interativo materno para o desenvolvimento do comportamento exploratório do bebê durante o primeiro ano de vida. Nesse sentido, o presente artigo procura refletir teoricamente acerca do desenvolvimento emocional do bebê e, em particular, sobre o comportamento exploratório do bebê no contexto da depressão materna. Inicialmente, busca-se descrever alguns estudos sobre a interação mãe-bebê e o desenvolvimento sócio-emocional no primeiro ano de vida, em seguida, estudos empíricos sobre o desenvolvimento do bebê no contexto da depressão materna, e finalmente, os estudos empíricos sobre os comportamentos interativos mãe-bebê no contexto da depressão materna. Para tanto...

SUBJETIVIDADE E DIALOGICIDADE NA INTERAÇÃO MÃE-BEBÊ COM SÍNDROME DE MÖEBIUS

de Melo, Ana Paula Nobrega
Fonte: DLCV - Língua, Linguística & Literatura Publicador: DLCV - Língua, Linguística & Literatura
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa Empírica de Campo Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2013 POR
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Neste estudo nos concentramos sobre o desenvolvimento das condutas comunicativo-linguísticas e nas condutas dialógicas entre a mãe e um bebê portador da seqüência de Möebius. Investigamos as modalidades de inscrição do bebê no diálogo e todo o processo de orquestração, permitindo a demonstração da integração dialógica da díade, integração esta, que os conduz à afinação linguageira. O corpus é constituído de 23 sequências videográficas entre mãe e o bebê nas idades entre 11 semanas a 17 meses. Analisamos a produção dialógica da díade mãe-bebê quanto a : co-construção do sentido e do gesto; a intersubjetividade e intencionalidade presente nesta interação. Os resultados apontam que os contextos dessas práticas não são prévios aos afazeres nem autônomos à sua implantação: configuram-se na interação, nos momentos de co-construção/orquestração enquanto a moldam reflexivamente num processo dinâmico e sequencial de afinação linguageira. Palavras-chave: Orquestração – Integração Dialógica Mãe-Bebê – Síndrome de Möebius

Escalas de avaliação da interação mãe-bebé: Versão portuguesa das interaction rating scales

Figueiredo,Bárbara; Dias,Cláudia
Fonte: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Publicador: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2013 PT
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As Escalas de Avaliação da Interação Mãe-Bebé constituem a versão portuguesa das Interaction Rating Scales, propostas por Field (1980), e têm por objetivo avaliar a interação mãe-bebé, aos 3 meses de idade do bebé. As Escalas de Avaliação da Interação Mãe-Bebé foram administradas a 51 díades mãe-bebé aos 3, 6 e 12 meses pós-parto. A versão portuguesa das escalas mostrou elevados índices de consistência interna - Alfa de Cronbach 0,85 (IRSff bebé), 0,91 (IRSff mãe), 0,87 (IRSal bebé), 0,82 (IRSal mãe), assim como elevada fidelidade e validade concorrente e preditiva. As Escalas de Avaliação da Interação Mãe-Bebé assume-se, assim, como um instrumento robusto na avaliação da interação mãe-bebé, na situação de interação face-a-face e na situação de interação alimentar, podendo ser utilizadas em diferentes amostras e contextos, clínicos e de investigação.