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FGF-23: estado da arte; FGF-23: state of the art

OLIVEIRA, Rodrigo Bueno de; MOYSÉS, Rosa Maria Affonso
Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia Publicador: Sociedade Brasileira de Nefrologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Há aproximadamente 10 anos descobriuse um hormônio denominado FGF-23 (fator de crescimento de fibroblastos 23), um membro da família dos fatores de crescimento de fibroblastos, cujas funções atualmente conhecidas envolvem o metabolismo do fósforo (P) e a inibição da 1α hidroxilase, enzima responsável pela síntese de calcitriol. Tal descoberta possibilitou um novo entendimento sobre os mecanismos de controle do P, um elemento associado com mortalidade, especialmente na doença renal crônica (DRC). Nesta revisão descreveremos diversos aspectos deste hormônio, desde a sua descoberta, função, produção, mecanismo de ação, até os últimos estudos clínicos envolvendo o mesmo. Posteriormente, abordaremos as possíveis repercussões destes estudos na prática clínica.; Approximately 10 years ago, a member of the family of the fibroblast growth factors, the hormone FGF-23 (fibroblast growth factor 23) was discovered. Its currently known functions involve phosphorus (P) metabolism and inhibition of 1αhydroxylase, the enzyme responsible for the synthesis of calcitriol. That discovery led to a better understanding of the mechanisms of P control, an element associated with mortality, especially in chronic kidney disease. This study reviews several aspects of that hormone...

Síndrome de Noonan: do fenótipo à terapêutica com hormônio de crescimento; Noonan syndrome: from phenotype to growth hormone therapy

MALAQUIAS, Alexsandra C.; FERREIRA, Lize V.; SOUZA, Silvia C.; ARNHOLD, Ivo J. P.; MENDONÇA, Berenice B.; JORGE, Alexander A. L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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95.82%
A síndrome de Noonan (SN) é uma síndrome genética comum que constitui importante diagnóstico diferencial em pacientes com baixa estatura, atraso puberal ou criptorquidia. A SN apresenta grande variabilidade fenotípica e é caracterizada principalmente por dismorfismo facial, cardiopatia congênita e baixa estatura. A herança é autossômica dominante com penetrância completa. O diagnóstico é clínico, com base em critérios propostos por van der Burgt, em 1994. Recentemente, diversos genes envolvidos na via de sinalização RAS-MAPK foram identificados como causadores da SN: PTPN11, KRAS, SOS1, RAF1 e MEK1. O tratamento com hormônio de crescimento (hrGH) é proposto para corrigir a baixa estatura observada nestes pacientes. Estudos recentes apontam que pacientes com SN por mutações no gene PTPN11 apresentam pior resposta ao tratamento com hrGH quando comparado com pacientes sem mutações no PTPN11. Este artigo revisará os aspectos clínicos, moleculares e do tratamento da baixa estatura de crianças com SN com hrGH.; Noonan Syndrome (NS) is one of the most common genetic syndromes and it is an important differential diagnosis in children with short stature, delayed puberty and cryptorchidism. NS is characterized by dysmorphic facial features...

Baixa estatura por haploinsuficiência do gene SHOX: do diagnóstico ao tratamento; Short stature caused by SHOX gene haploinsufficiency: from diagnosis to treatment

JORGE, Alexander A. L.; NISHI, Mirian Y.; FUNARI, Mariana F. A.; SOUZA, Silvia C.; ARNHOLD, Ivo J. P.; MENDONÇA, Berenice B.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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75.79%
Estudos realizados em pacientes portadores de deleções parciais dos cromossomos sexuais permitiram a caracterização do SHOX, gene localizado na região pseudoautossômica no braço curto dos cromossomos sexuais, fundamental na determinação da altura normal. A perda de uma cópia deste gene na síndrome de Turner (ST) explica dois terços da baixa estatura observada nesta síndrome. A haploinsuficiência do SHOX é detectada em 77% dos pacientes com discondrosteose de Leri-Weill, uma forma comum de displasia esquelética de herança autossômica dominante e em 3% das crianças com baixa estatura idiopática (BEI), tornando os defeitos neste gene a principal causa monogênica de baixa estatura. A medida da altura sentada em relação à altura total (Z da AS/AT para idade e sexo) é uma forma simples de identificar a desproporção corpórea e, associada ao exame cuidadoso do paciente e de outros membros da família, auxilia na seleção de pacientes para o estudo molecular do SHOX. O uso de hormônio de crescimento (GH) está bem estabelecido na ST e em razão da causa comum da baixa estatura com o de crianças com defeitos isolados do SHOX o tratamento destes pacientes com GH é também proposto. Neste artigo será revisado os aspectos clínicos...

Estudo do gene do fator de crescimento insulina-símile 1 (IGF1) e de receptor (IGF1R) em crianças nascidas pequenas para a idade gestacional; Study of insuline-like growth factor gene (IGF1) and its receptor in children born small for gestational age

Coutinho, Debora Cabral
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/04/2009 PT
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95.89%
Crianças nascidas pequenas para a idade gestacional (PIG) apresentam maior risco de permanecerem com baixa estatura na vida adulta. Os fatores de crescimento insulina-símile 1 e 2 (IGF-1 e IGF-2) são os principais fatores endócrinos determinantes do crescimento fetal. Na vida pós-natal o GH, principal hormônio promotor de crescimento, exerce a maior parte de seus efeitos por meio do IGF-1. A grande maioria das ações conhecidas do IGF-1 e IGF-2 são mediadas via receptor tirosina quinase conhecido como receptor tipo 1 de IGFs (IGF-1R). Os objetivos deste trabalho foram estudar os genes IGF1 e IGF1R em crianças nascidas pequenas para a idade gestacional que não recuperaram o crescimento na vida pós-natal. Foram selecionados 145 pacientes nascidos PIG, 72 sem catch up e 73 com catch up. Em 54 PIG sem catch up foi estudado toda a seqüência codificadora do gene IGF1 por meio de PCR e seqüenciamento direto, nos demais PIG sem catch up e nos 73 PIG com catch up foi estudado apenas o exon 6 do IGF-1 por PCR e seqüenciamento direto para avaliação de um polimorfismo encontrado nesta região. Nos pacientes que apresentavam concentração sérica de IGF-1 e IGFBP-3 acima da média para idade e sexo e seqüência do IGF1 normal (n=23) foi realizada coleta de sangue periférico com posterior separação de leucócitos mononucleares pelo gradiente de ficoll seguido por extração de RNA pelo método de Trizol® Posteriormente...

Estudo in vitro da sensibilidade ao IGF-1 de fibroblastos de crianças nascidas pequenas para a idade gestacional sem recuperação estatural pós-natal; In vitro study of sensitivity to IGF-1 of fibroblasts of children born small for gestational age without postnatal statural recovery

Montenegro, Luciana Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/05/2009 PT
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85.9%
Introdução: Crianças nascidas pequenas para a idade gestacional (PIG) apresentam maior risco de permanecerem com baixa estatura na vida adulta. Os fatores de crescimento insulino-símile tipo 1 e 2 (IGF-1 e IGF-2) são os principais fatores endócrinos determinantes do crescimento fetal. A maioria das ações conhecidas do IGF-1 e 2 é mediada via um receptor tirosina quinase, conhecido como IGF-1R. Recentemente, a insensibilidade ao IGF-1 foi identificada como uma das causas de retardo de crescimento em crianças nascidas PIG que não apresentaram recuperação espontânea do crescimento na vida pós-natal. Crianças afetadas apresentavam níveis elevados de IGF-1, IGFBP-3 além de microcefalia. O papel de defeitos pósreceptor na sinalização do IGF-1 como causa de retardo de crescimento pré e pós-natal ainda não foi investigado. Objetivo: Analisar in vitro a ação do IGF-1 em fibroblastos de crianças nascidas PIG. Material e métodos: Desenvolvemos cultura de fibroblastos de 2 controles (C1 e C2) e de 4 pacientes nascidos PIG (SGA1, SGA2, SGA3 e SGA4) com suspeita de insensibilidade ao IGF-1 por ausência de recuperação do crescimento na vida pós natal, resposta insatisfatória ao tratamento com hGH apesar de níveis normais/elevados de IGF-1. Foi confirmado do ponto de vista molecular que um dos pacientes (SGA1) apresenta Síndrome de Sílver- Russell com perda da metilação do alelo paterno da região ICR1 (imprinting center region 1) importante para a expressão do IGF-2. Defeitos no gene do IGF1 e IGF1R foram afastados por sequenciamento direto. As ações do IGF- 1 foram determinadas por ensaios de proliferação...

Pesquisa de mutações no gene do receptor do secretagogo de hormônio de crescimento (GHSR) em crianças com baixa estatura idiopática e deficiência isolada de hormônio de crescimento; Growth hormone secretatogue receptor gene (GHSR) analysis in patients with idiopathic short stature (ISS) and patients with isolated growth hormone deficiency

Pires, Patrícia Nascimbem Pugliese
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/10/2011 PT
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95.87%
A ghrelina, hormônio secretado principalmente por células gástricas, liga-se ao seu receptor, o receptor de secretagogo de GH (GHSR - Growth hormone secretagogue receptor), localizado no hipotálamo e na hipófise, estimulando a síntese e secreção do GH. Recentemente foram identificadas mutações no gene GHSR em crianças com baixa estatura idiopática (BEI) e com deficiência isolada de GH (DGH). No presente estudo investigamos a presença de mutações no gene GHSR em crianças com DGH isolada de causa não identificada e crianças com BEI, incluindo um subgrupo de crianças com atraso constitucional de crescimento e desenvolvimento (ACCD). Foram selecionados 14 pacientes com deficiência isolada de GH sem alterações anatômicas da região hipotálamo-hipofisária e 96 pacientes com BEI, destes 31 (32%) apresentavam ACCD. Também foram estudados 150 controles adultos e 197 crianças controle com crescimento e puberdade normais. A região codificadora do GHSR foi amplificada utilizando-se oligonucleotídeos iniciadores específicos, seguida de purificação enzimática e seqüenciamento automático. Encontramos 6 variantes alélicas em heterozigose no GHSR: nenhuma delas presente nos controles estudados, e quatro destas variantes estão localizadas em regiões conservadas do gene. Uma variante foi encontrada em uma paciente do grupo DGH (p.Val249Leu) e as outras cinco (c.-6 G>C...

Caracterização da insensibilidade ao fator de crescimento insulina-símile tipo 1 em pacientes com defeitos no receptor tipo 1 de IGFs (IGF-1R); Characterization of an insensitivity to type 1 insulin-like growth factor in patients with defects in the type 1 IGF receptor (IGF-1R)

Leal, Andréa de Castro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/09/2012 PT
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105.89%
Introdução: Crianças nascidas pequenas para a idade gestacional (PIG) apresentam maior risco de permanecerem com baixa estatura na vida adulta. Os fatores de crescimento insulino-símile tipo 1 e 2 (IGF-1 e IGF-2) são os principais fatores endócrinos determinantes do crescimento fetal. A maioria das ações conhecidas destes hormônios é mediada via um receptor tirosina quinase, conhecido como IGF-1R. As mutações inativadoras e deleções do gene do IGF1R em heterozigose vêm sendo relatadas de forma crescente nos últimos 9 anos em pacientes com história de déficit de crescimento pré e pós-natal. Postula-se que pelo menos 2 a 3% das crianças nascidas PIG poderiam apresentar defeitos no IGF1R. O quadro clínico destes pacientes apresenta grande variabilidade quanto à gravidade do retardo de crescimento pré- e pós-natal e aos parâmetros hormonais. Objetivo: Caracterizar in vitro a resistência ao IGF-1 de pacientes com defeitos no IGF1R, identificados em nosso ambulatório. Material e métodos: Desenvolvemos cultura de fibroblastos de 2 controles (C1 e C2) e de 4 pacientes nascidos PIG (SGA1, SGA2, SGA3 e SGA4) com suspeita de insensibilidade ao IGF-1 por ausência de recuperação do crescimento na vida pós natal. Destes pacientes...

Análise crítica da utilidade do teste de clonidina - hormônio de crescimento (GH) no diagnóstico do homem infértil

Bonaccorsi,Antônio Carlos; Leite,Denise Boechat; Faria Júnior,Raul
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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75.93%
O presente trabalho visa analisar a confiabilidade do teste de clonidina - GH (TC-GH) no diagnóstico de uma insuficiência relativa de GH em uma população de homens inférteis. Vinte e sete pacientes foram classificados em 3 grupos de acordo com a dose de clonidina. Os grupos I (clonidina 0,150mg) e II (clonidina 0,200mg) tinham 9 e 6 pacientes oligozoospérmicos, respectivamente. O grupo III (clonidina 0,400mg) tinha 5 pacientes oligozoospérmicos (subgrupo IIIa) e 7 normozoospérmicos (subgrupo IIIb). Trinta e um TC-GH foram realizados e vinte e nove deles foram analisados; cinco (17,2%) resultaram normais (1 no grupo l, 1 no grupo III e 3 no grupo IIIb). As respostas do GH após 60, 90 e 120 minutos do estímulo não mostraram diferença significativa nos grupos l, II e III nem entre os subgrupos lIIa e IIIb. Conclui-se que o TC-GH não é de utilidade no diagnóstico de uma relativa insuficiência de GH no homem infértil, independente da dose de clonidina. A razão é a incapacidade da clonidina produzir um estímulo de GH confiável no homem adulto.

Uso de hormônio de crescimento em crianças com insuficiência renal crônica: avaliação da composição corporal nos primeiros 18 Meses de tratamento

Oliveira,Josenilson C.; Machado Neto,Francisco A.; Morcillo,André M.; Belangero,Vera Maria S.; Lemos-Marini,Sofia H.V.; Guerra Júnior,Gil
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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76.05%
Atualmente, é grande o impacto psicossocial da baixa estatura nas crianças e adolescentes com insuficiência renal crônica (IRC), sendo o hormônio de crescimento recombinante humano (rhGH) uma alternativa terapêutica. Avaliamos o crescimento e a composição corporal (CC) em 11 crianças pré-púberes (9M/2F; 3,5-12,8a) com IRC e baixa estatura e/ou baixa velocidade de crescimento, tratadas com rhGH (0,7-1,0UI/Kg/semana) por 18 meses. Avaliamos antropometria e CC por impedância bioelétrica tetrapolar antes e 6, 12 e 18 meses após o início do rhGH; maturação esquelética e função renal foram avaliadas antes e após 6 e 12 meses. Houve aumento significativo do peso, da altura, da VC e da massa magra (MM), com diminuição significativa da massa gorda (MG) no período de 0 a 6 meses de tratamento. Entre 0 e 12 meses houve apenas aumento significativo da altura. Entre 6 e 12 meses houve inversão da CC, com diminuição significativa da MM e aumento da MG. Entre 12 e 18 meses houve restabelecimento da CC inicial, com diminuição significativa da MG e aumento da MM. Não se observaram alterações na função renal, nem avanço exagerado da maturação esquelética. Em conclusão, o rhGH em doses de reposição por 18 meses promoveu melhora do crescimento com mudança da CC neste grupo de crianças com IRC...

Insuficiência renal crônica e hormônio de crescimento: efeitos no eixo GH-IGF e na leptina

Oliveira,Josenilson C. de; Machado Neto,Francisco de A.; Morcillo,André Moreno; Oliveira,Laurione C. de; Belangero,Vera Maria S.; Geloneze Neto,Bruno; Tambascia,Marcos Antonio; Guerra-Júnior,Gil
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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85.97%
OBJETIVO: Avaliar as alterações de IGF-1, IGFBP-3, leptina e insulina após o uso de doses de reposição de hormônio de crescimento recombinante humano (rhGH) em crianças baixas pré-púberes com insuficiência renal crônica (IRC). CASUÍSTICA E MÉTODOS: Em 11 crianças (3F:8M), com idade média de 9,6 anos, em uso de rhGH (0,23mg/Kg/semana) por 12 meses, foram dosados (antes, 6 e 12 meses após o início do tratamento com rhGH) leptina, insulina, glicemia, IGF-1 e IGFBP-3. RESULTADOS: As concentrações séricas de leptina, insulina e glicemia não variaram significativamente no decorrer do uso do rhGH, sendo observado o padrão de leptina e glicemia normais, com hiperinsulinemia. Houve aumento significativo da IGF-1 e IGFBP-3 durante o uso do rhGH. CONCLUSÕES: O uso de doses de reposição de rhGH durante 12 meses em um grupo selecionado de crianças com IRC propiciou aumento significativo da concentração sérica de IGF-1 e IGFBP-3, com leptinemia normal e resistência insulínica.

Síndrome de Noonan: do fenótipo à terapêutica com hormônio de crescimento

Malaquias,Alexsandra C.; Ferreira,Lize V.; Souza,Silvia C.; Arnhold,Ivo J. P.; Mendonça,Berenice B.; Jorge,Alexander A. L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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85.81%
A síndrome de Noonan (SN) é uma síndrome genética comum que constitui importante diagnóstico diferencial em pacientes com baixa estatura, atraso puberal ou criptorquidia. A SN apresenta grande variabilidade fenotípica e é caracterizada principalmente por dismorfismo facial, cardiopatia congênita e baixa estatura. A herança é autossômica dominante com penetrância completa. O diagnóstico é clínico, com base em critérios propostos por van der Burgt, em 1994. Recentemente, diversos genes envolvidos na via de sinalização RAS-MAPK foram identificados como causadores da SN: PTPN11, KRAS, SOS1, RAF1 e MEK1. O tratamento com hormônio de crescimento (hrGH) é proposto para corrigir a baixa estatura observada nestes pacientes. Estudos recentes apontam que pacientes com SN por mutações no gene PTPN11 apresentam pior resposta ao tratamento com hrGH quando comparado com pacientes sem mutações no PTPN11. Este artigo revisará os aspectos clínicos, moleculares e do tratamento da baixa estatura de crianças com SN com hrGH.

Modelos matemáticos para previsão de resposta ao tratamento com hormônio de crescimento

Costalonga,Everlayny F.; Jorge,Alexander A. L.; Mendonça,Berenice B.; Arnhold,Ivo J. P.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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85.87%
Modelos preditivos de crescimento são algoritmos derivados de análises de regressão linear múltipla contendo variáveis que influenciam o crescimento em resposta ao tratamento com GH em determinado grupo de indivíduos durante determinado período. A partir do conhecimento da importância relativa de cada variável, são geradas fórmulas matemáticas que permitem obter uma medida objetiva do potencial de crescimento de cada indivíduo em resposta ao tratamento com GH em diferentes situações. Tais algoritmos podem, portanto, ser utilizados como ferramentas para a decisão fundamentada em evidência das estratégias de tratamento com GH a serem utilizadas em diferentes crianças com baixa estatura, a fim de se obter o máximo de custo-efetividade com a menor dose cumulativa possível. Já foram desenvolvidos diversos modelos de previsão de resposta ao tratamento com GH em diferentes causas de baixa estatura, porém estes ainda apresentam baixa aplicabilidade clínica por causa do baixo poder preditivo e da baixa precisão da previsão, o que tem gerado crescente interesse pela incorporação de variáveis adicionais, como marcadores bioquímicos e genéticos que possam melhorar a acurácia da previsão e, assim, permitir que...

Fatores de crescimento presentes no miocárdio de pacientes com cardiopatia chagásica crônica

Reis,Marcia Martins; Higuchi,Maria de Lourdes; Aiello,Vera Demarchi; Benvenuti,Luiz Alberto
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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85.85%
Neste trabalho, quantificamos fatores de crescimento em fragmentos de miocárdio de 19 cardiopatas chagásicos crônicos com insuficiência cardíaca congestiva, através da técnica da imunoperoxidase. Pesquisamos: antígenos de T. cruzi , fatores de crescimento (GM-CSF, TGF-beta1, PDGF-A e PDGF-B) e células inflamatórias (CD4+, CD8+, CD20+ e CD68+). A razão média CD4+/CD8+ foi 0,6 ± 0,3. O número médio de macrófagos (CD68+) foi 5,9±3,1; de células intersticiais PDGF-A+ foi 7,5 ± 4,3; PDGF-B+ 2,9 ± 2,7, TGF-beta1+ 2,2 ± 1,9 e GM-CSF+ 2,3 ± 1,9. A marcação para PDGF-A foi geralmente intensa, ocorrendo também em endotélio, células musculares lisas e sarcolema; não houve correlação dessa positividade com a quantidade de células intersticiais positivas para os mesmos fatores. TGF-beta1 ocorreu em baixa expressão em 100% dos casos. Em conclusão, PDGF-A e B são, provavelmente, os fatores de crescimento mais relacionados às lesões proliferativas na cardiopatia chagásica crônica e, conseqüentemente, à fibrose. GM-CSF e TGF-beta1 estão pouco expressos. Não houve correlação estatisticamente significante entre os fatores de crescimento e a quantidade de parasita.

Fator de diferenciação de crescimento 15: um novo biomarcador em pacientes com disfunção diastólica?

Dinh,Wilfried; Füth,Reiner; Lankisch,Mark; Hess,Georg; Zdunek,Dietmar; Scheffold,Thomas; Kramer,Frank; Klein,Rolf Michael; Barroso,Michael Coll; Nickl,Werner
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2011 PT
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76%
FUNDAMENTO: O fator de diferenciação de crescimento-15 ou GDF-15, uma citocina de resposta ao estresse relacionada ao fator transformador de crescimento beta (TGF-ß), está elevado e independentemente relacionado à prognóstico adverso na insuficiência cardíaca sistólica. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo é investigar os níveis plasmáticos de GDF-15 em pacientes com disfunção diastólica pré-clínica ou insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal (ICFEN). MÉTODOS: Avaliamos 119 pacientes com fração de ejeção (FE) normal, encaminhados à angiografia coronariana eletiva, dos quais 75 (63%) tinham doença arterial coronariana (DAC). Os indivíduos foram classificados como tendo disfunção diastólica ventricular esquerda leve (DDVE grau I, n = 61), ICFEN (DDVE grau II ou III, n = 38) ou função diastólica normal (controles, n = 20). Em um subgrupo de 20 indivíduos, alterações no débito cardíaco (DC) foram medidas através de reinalação de gás inerte (Innocor®) em resposta a um teste hemodinâmico ortostático. RESULTADOS: Os níveis de GDF-15 na ICFEN [mediana 1,08, variação interquartil (0,88-1,30) ng/ml] eram significantemente mais altos do que nos controles [0,60 (0,50-0,71) ng/ml...

Estado nutricional e fatores associados ao déficit de crescimento de crianças freqüentadoras de creches públicas do Município de São Paulo, Brasil

Fisberg,Regina Mara; Marchioni,Dirce Maria Lobo; Cardoso,Maria Regina Alves
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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85.79%
O presente estudo relata o estado nutricional de crianças freqüentadoras de creches da rede municipal de São Paulo, Brasil. Foi avaliada uma amostra representativa das crianças atendidas, totalizando 827 crianças menores de 84 meses. Características sócio-econômicas, dados de morbidade e o estado nutricional (altura/idade e/ou peso/altura) foram obtidos. Verificou-se que 7,0% (IC95%: 3,60-10,40) das crianças apresentavam déficit de altura. Na análise univariada, os fatores que se associaram ao déficit nutricional foram: idade da criança (< 24 meses), RC = 2,10 (IC95%: 1,11-3,98); relato de diarréia no mês anterior, RC = 2,84 (IC95%: 1,42-5,66); escolaridade do responsável até três anos de estudo, RC = 3,87 (IC95%: 1,10-13,68); número de moradores no domicílio (sete ou mais), RC = 3,02 (IC95%: 1,46-6,22); número de irmãos (dois ou mais), RC = 4,81 (IC95%: 1,72-13,44). Na análise multivariada, a ocorrência de diarréia no mês anterior e número de irmãos mantiveram-se associados ao retardo de crescimento (RC = 2,54; IC95%: 1,20-5,38 e RC = 7,40; IC95%: 2,20-24,93, respectivamente).

Utilização do modelo canegro para estimativa de crescimento da cana-de-açúcar irrigada e não irrigada para as regiões de Gurupi - TO e Teresina - PI.

BARROS, A. C.; COELHO, R. D.; MARIN, F. R.; POLZER, D. L.; AGUIAR NETTO, A. de O.
Fonte: Irriga, Botucatu, v. 17, n. 2, p. 189-207, abr./jun. 2012. Publicador: Irriga, Botucatu, v. 17, n. 2, p. 189-207, abr./jun. 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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85.79%
Na produção da cana-de-açúcar, a irrigação é empregada mais intensivamente em novas áreas de expansão onde há insuficiência ou má distribuição temporal de chuvas. As novas e promissoras áreas para plantio de cana-de-açúcar estão localizadas nos estados de Maranhão, Piauí e Tocantins. No entanto, a realização de experimentos, visando fornecer informações de produtividade na tomada de decisão, são onerosos e demoram muito tempo, por esse motivo, os modelos fisiológicos de simulação tornam-se ferramentas importantes, já que através deles é possível estimar a produtividade de uma cultura, em diferentes condições climáticas, sob diferentes épocas de plantio e colheita e sob diferentes métodos de manejo adotado. Assim, o objetivo do trabalho foi gerar informações sobre a produtividade potencial da cana-de-açúcar nas cidades de Gurupi ? TO e Teresina ? PI, com plantio e colheita em diferentes datas, através de estimativas de crescimento da cultura utilizando o CANEGRO/DSSAT e determinar o efeito da irrigação sob a produtividade. Os cenários foram baseados em 4 datas de plantio (15 de janeiro, 15 de março, 15 de setembro e 15 de novembro) x 2 épocas de colheita (1 e 1,5 anos) x 2 sistemas (irrigado e sequeiro)...

Perfil Imunoistoquímico do Câncer de Colo Uterino

Pires, Guacyra Magalhães; Amorim Junior, Adelmar Afonso de (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Introdução: O câncer de colo uterino é um importante problema de saúde pública mundial, terceira causa de morte por câncer em mulheres. Os receptores de membrana com atividade intrínseca de tirosina quinase controlam funções celulares como proliferação e diferenciação celular através da ativação de vias intracelulares de transdução de sinal, relacionando-se com a angiogênese que desempenha papel crucial no crescimento tumoral e promoção de metástases. Objetivos: Identificar características histopatológicas de amostras de câncer de colo uterino; verificar a expressão e o grau de expressão dos marcadores imunoistoquímicos VEGF (fator de crescimento vascular endotelial), PDGFR- (receptor do fator de crescimento derivado de plaquetas), EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico); descrever associação entre características histopatológicas e perfil imunoistoquímico. Métodos: Estudo transversal, retrospectivo. Coleta de dados no Laboratório Romualdo Lins, Caruaru, Pernambuco, entre setembro de 2010 e junho de 2011. 31 blocos de parafina de espécimes exclusivos de carcinomas de colo uterino obtidos unicamente por histerectomia. Excluídos: espécimes obtidos por biópsia ou conização; os cedidos para revisão em outro laboratório e não devolvidos; insuficiência de material ou presença de desgaste comprometendo realização de revisão histológica e imunoistoquímica. Dados organizados em planilha Excel® e analisados com programa SPSS®...

Modelos matemáticos para previsão de resposta ao tratamento com hormônio de crescimento; Mathematical models for predicting growth responses to growth hormone replacement therapy

COSTALONGA, Everlayny F.; JORGE, Alexander A. L.; MENDONÇA, Berenice B.; ARNHOLD, Ivo J. P.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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95.87%
Modelos preditivos de crescimento são algoritmos derivados de análises de regressão linear múltipla contendo variáveis que influenciam o crescimento em resposta ao tratamento com GH em determinado grupo de indivíduos durante determinado período. A partir do conhecimento da importância relativa de cada variável, são geradas fórmulas matemáticas que permitem obter uma medida objetiva do potencial de crescimento de cada indivíduo em resposta ao tratamento com GH em diferentes situações. Tais algoritmos podem, portanto, ser utilizados como ferramentas para a decisão fundamentada em evidência das estratégias de tratamento com GH a serem utilizadas em diferentes crianças com baixa estatura, a fim de se obter o máximo de custo-efetividade com a menor dose cumulativa possível. Já foram desenvolvidos diversos modelos de previsão de resposta ao tratamento com GH em diferentes causas de baixa estatura, porém estes ainda apresentam baixa aplicabilidade clínica por causa do baixo poder preditivo e da baixa precisão da previsão, o que tem gerado crescente interesse pela incorporação de variáveis adicionais, como marcadores bioquímicos e genéticos que possam melhorar a acurácia da previsão e, assim, permitir que...

Terapia gênica com fator de crescimento endotelial vascular 165 para pacientes com angina refratária: mobilização de células progenitoras endoteliais

Rodrigues,Clarissa G.; Plentz,Rodrigo D.M.; Dipp,Thiago; Salles,Felipe B.; Giusti,Imarilde I.; Sant'Anna,Roberto T.; Eibel,Bruna; Nesralla,Ivo A.; Markoski,Melissa; Beyer,Nance N.; Kalil,Renato A. K.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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75.79%
FUNDAMENTO: O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF - vascular endothelial growth factor) induz a mobilização de células progenitoras endoteliais (CPEs) com capacidade de proliferação e diferenciação em células endoteliais, contribuindo, dessa forma, para o processo angiogênico. OBJETIVO: Buscamos avaliar o comportamento de CPEs em pacientes com doença cardíaca isquêmica e angina refratária que receberam injeções intramiocardicas de 2000 µg de VEGF165 como terapia única. MÉTODOS: O estudo foi uma subanálise de um ensaio clínico. Pacientes com doença cardíaca isquêmica avançada e angina refratária foram avaliados para inclusão no estudo. Os critérios de inclusão foram: sinais e sintomas de angina e/ou insuficiência cardíaca apesar de tratamento medicamentoso máximo e área de isquemia miocárdica de, no mínimo, 5% conforme avaliado por uma tomografia computadorizada por emissão de fóton único (TCEFU). Os critérios de exclusão foram: idade > 65 anos, fração de ejeção do ventrículo esquerdo < 25% e cancer diagnosticado. Os pacientes cujos níveis de CPE foram avaliados foram incluídos. A intervenção consistiu na administração de 2000 µg de VEGF 165 de plasmídeo injetado no miocárdio isquêmico. A frequência de células CD34+/KDR+ foi analisada por citometria de fluxo antes e 3...

Estado nutricional e fatores associados ao déficit de crescimento de crianças freqüentadoras de creches públicas do Município de São Paulo, Brasil

Fisberg,Regina Mara; Marchioni,Dirce Maria Lobo; Cardoso,Maria Regina Alves
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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85.79%
O presente estudo relata o estado nutricional de crianças freqüentadoras de creches da rede municipal de São Paulo, Brasil. Foi avaliada uma amostra representativa das crianças atendidas, totalizando 827 crianças menores de 84 meses. Características sócio-econômicas, dados de morbidade e o estado nutricional (altura/idade e/ou peso/altura) foram obtidos. Verificou-se que 7,0% (IC95%: 3,60-10,40) das crianças apresentavam déficit de altura. Na análise univariada, os fatores que se associaram ao déficit nutricional foram: idade da criança (< 24 meses), RC = 2,10 (IC95%: 1,11-3,98); relato de diarréia no mês anterior, RC = 2,84 (IC95%: 1,42-5,66); escolaridade do responsável até três anos de estudo, RC = 3,87 (IC95%: 1,10-13,68); número de moradores no domicílio (sete ou mais), RC = 3,02 (IC95%: 1,46-6,22); número de irmãos (dois ou mais), RC = 4,81 (IC95%: 1,72-13,44). Na análise multivariada, a ocorrência de diarréia no mês anterior e número de irmãos mantiveram-se associados ao retardo de crescimento (RC = 2,54; IC95%: 1,20-5,38 e RC = 7,40; IC95%: 2,20-24,93, respectivamente).