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Controlo da dormência na pereira "Rocha" por aplicação de um indutor de quebra de dormência em condições de "falta de frio"

Maia, M. I.; Medeira, M. C.; Gomes, R.; Clemente, J.; Barba, Nuno
Fonte: Associação Portuguesa de Horticultura Publicador: Associação Portuguesa de Horticultura
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2005 POR
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A falta de frio no Inverno é um problema da fruticultura em certas regiões de Portugal. Os Invernos suaves causam irregularidades na floração e frutificação, tendo graves consequências no rendimento económico dos pomares. Justifica-se que em tais condições se recorra a indutores de quebra de dormência para atenuar os efeitos da falta de frio. Neste trabalho foi avaliado entre 2002 e 2004 o efeito da cianamida hidrogenada (Dormex) em várias concentrações e datas de aplicação, num pomar de pereira”Rocha” avaliado através do estudo citológico das anteras a fim de determinar o início da microsporogénese, a qual coincide com a quebra de dormência. Nos Invernos suaves (com acumulação de frio inferior a 800 c.u.) a aplicação de 1% e 2,5% Dormex em meados de Janeiro avançou 7 a 18 dias a quebra de dormência, concentrando a floração na pereira “Rocha”.

Estudo da quebra de dormência em sementes de piorno [Genista tenera(Jacq. Ex Murr.) O. Kuntze]

d'Avó, Margarida Teresa Rodrigues Lopes
Fonte: Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Dissertação de mestrado em Produção de Plantas Medicinais e para Fins Industriais, apresentada na Escola Superior Agrária de Santarém, Instituto Politécnico de Santarém; O Piorno [Genista tenera (Jacq. Ex Murr.) O Kuntze] é uma planta endémica da ilha da Madeira. Estudos bioquímicos sobre a sua composição têm mostrado que é rico em compostos flavonóides e alcalóides. Para além dos seus efeitos antidiabéticos, também têm sido efectuados estudos epidemiológicos no domínio oncológico, das doenças cardiovasculares e neurodegenerativas, como as doenças de Alzheimer e de Parkinson. O uso tradicional do piorno e a sua investigação científica como planta medicinal exigem, cada vez mais, novos estudos, designadamente, os que se relacionam com o conhecimento dos seus mecanismos de propagação, tendo em conta a possível utilização comercial da planta e a sua produção em sistemas agrícolas extensivos. Tratando-se de uma planta com sementes de tegumento duro, uma das vias para a quebra da dormência física passa pela digestão do tegumento com ácido sulfúrico. O estudo usou três tempos de exposição ao ácido, de 10, 20 e 40 minutos e uma amostra de controlo, sem digestão ácida. Os resultados revelaram que a escarificação ácida das sementes teve um efeito estatisticamente significativo sobre a sua germinação. No entanto...