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Percepção dos gestores sobre o uso de indicadores nos serviços de saúde; Perception of managers on the use of indicators in health services

Lima, Keler Wertz Schender de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/04/2013 PT
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105.99%
Introdução: Os indicadores de saúde refletem o quadro real das condições de saúde de uma população. Sua utilização pode orientar os gestores de saúde no planejamento e controle das atividades locais, além de permitir possíveis inferências quanto aos efeitos das decisões e de seus resultados. Objetivo: Este estudo tem como objetivo descrever a percepção dos gestores de unidades de saúde quanto ao uso dos indicadores de saúde em suas ações de planejamento e controle dos serviços de saúde. Metodologia: Trata-se de estudo descritivo e exploratório com abordagem de análise qualitativa. O estudo foi realizado na subprefeitura da Aricanduva, com a entrevista dos gestores das unidades de saúde. Para a interpretação dos dados levantados utilizou-se a análise de conteúdo, modalidade temática. Os trechos das falas dos gestores foram agrupados por temas: Tema 1: Perfil dos gestores das unidades de saúde; Tema 2: Percepção quanto ao uso dos sistemas de informação em saúde para o planejamento e controle dos serviços de saúde; Tema 3: Acesso e discussão das informações em saúde; Tema 4: Percepção sobre a confiabilidade e qualidade dos indicadores; Tema 5: Comparação com outras unidades de saúde (Benchmarking); Tema 6: Entraves na utilização dos sistemas de informação em saúde; Tema 7: Oportunidades de melhoria dos sistemas de informação em saúde. Resultados: Os indicadores de saúde são subutilizados pelos gestores em suas ações de planejamento e controle dos serviços. Os sistemas de informações em saúde são apreendidos como instrumentos técnico-burocráticos por parte dos gestores. Segundo a maioria dos gestores...

Comparação das estimativas de prevalência de indicadores de saúde no Município de Campinas, São Paulo, Brasil, nos anos de 2001/2002 (ISA-SP) e 2008/2009 (ISA-Camp)

Francisco, Priscila Maria Stolses Bergamo; Barros, Marilisa Berti de Azevedo; Segri, Neuber José; Alves, Maria Cecília Goi Porto; César, Chester Luis Galvão; Carandina, Luana; Goldbaun, Moisés
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 1149-1160
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115.94%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); O objetivo do estudo foi comparar estimativas da prevalência de indicadores de saúde para adultos residentes em Campinas, São Paulo, Brasil, utilizando dados de inquéritos domiciliares realizados em diferentes períodos de tempo (ISA-SP 2001/2002 e ISA-Camp 2008/2009), com amostras de 941 e 2.637 indivíduos de 18 anos e mais, respectivamente. Variáveis sociodemográficas caracterizaram a população estudada. Foram estimadas prevalências e seus respectivos intervalos de 95% de confiança e as comparações foram realizadas pelas razões de prevalência ajustadas por sexo, idade e escolaridade, obtidas pela regressão de Poisson com variância robusta. Diferenças estatisticamente significantes foram observadas para as prevalências de: morbidade referida, uso de medicamentos, percentual dos que nunca fumaram, realização dos exames de Papanicolaou e de mamografia, alguma vez na vida. O acompanhamento de indicadores de saúde por inquéritos repetidos em uma mesma população pode facilitar o monitoramento de objetivos e metas fornecendo subsídios ao planejamento de ações em saúde.; El objetivo del estudio fue comparar las estimaciones de prevalencia en los indicadores de salud para los adultos que viven en Campinas...

Desigualdade de renda e situação de saúde: o caso do Rio de Janeiro

Szwarcwald, Celia Landmann; Bastos, Francisco Inácio Pinkusfeld Monteiro; Esteves, Maria Angela Pires; Andrade, Carla Lourenço Tavares de; Paez, Marina Silva; Medici, Erika Vianna; Derrico, Monica
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública/ Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública/ Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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115.87%
Este estudo ecológico testa a associação entre desigualdade de renda e condições de saúde no Município do Rio de Janeiro. Utilizaram-se técnicas de geoprocessamento e de regressão múltipla, além do coeficiente de mortalidade infantil, da taxa de mortalidade padronizada por idade, da esperança de vida ao nascer e da taxa de homicídios. Os padrões de desigualdade de renda foram avaliados por meio do índice de Gini, do índice de Robin Hood e da razão da renda média entre os 10% mais ricos e os 40% mais pobres. Os resultados evidenciam correlações significativas dos indicadores de desigualdade de renda com todos os indicadores de saúde, demonstrando que as piores condições de saúde não podem ser dissociadas das disparidades de renda. Para os homicídios, a concentração de indivíduos residentes em favelas se mostrou relevante, sugerindo uma piora adicional das condições de saúde através da deterioração das interações comunitárias e do aumento da criminalidade. A análise geoepidemiológica aponta para o vínculo entre as piores condições de saúde e a concentração residencial de pobreza. Conclui-se que há necessidade urgente de se implementarem políticas compensatórias para amenizar os efeitos danosos da desigualdade social.

Desigualdade de renda e situação de saúde: o caso do Rio de Janeiro

Szwarcwald,Célia Landmann; Bastos,Francisco Inácio; Esteves,Maria Angela Pires; Andrade,Carla Lourenço Tavares de; Paez,Marina Silva; Medici,Erika Vianna; Derrico,Mônica
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 PT
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115.87%
Este estudo ecológico testa a associação entre desigualdade de renda e condições de saúde no Município do Rio de Janeiro. Utilizaram-se técnicas de geoprocessamento e de regressão múltipla, além do coeficiente de mortalidade infantil, da taxa de mortalidade padronizada por idade, da esperança de vida ao nascer e da taxa de homicídios. Os padrões de desigualdade de renda foram avaliados por meio do índice de Gini, do índice de Robin Hood e da razão da renda média entre os 10% mais ricos e os 40% mais pobres. Os resultados evidenciam correlações significativas dos indicadores de desigualdade de renda com todos os indicadores de saúde, demonstrando que as piores condições de saúde não podem ser dissociadas das disparidades de renda. Para os homicídios, a concentração de indivíduos residentes em favelas se mostrou relevante, sugerindo uma piora adicional das condições de saúde através da deterioração das interações comunitárias e do aumento da criminalidade. A análise geoepidemiológica aponta para o vínculo entre as piores condições de saúde e a concentração residencial de pobreza. Conclui-se que há necessidade urgente de se implementarem políticas compensatórias para amenizar os efeitos danosos da desigualdade social.

Mudanças em indicadores de saúde infantil em um município com agentes comunitários: o caso de Itapirapuã Paulista, Vale do Ribeira, São Paulo, Brasil

Cesar,Juraci A.; Cavaleti,Marcelo A.; Holthausen,Ricardo S.; Lima,Luis Gustavo S. de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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125.93%
Doze agentes comunitários de saúde (ACS) foram treinados para diagnosticar e iniciar tratamento de diarréia e infeção respiratória no domicílio, monitorar crescimento, incentivar imunização básica e orientar a introdução de alimentos à dieta entre menores de cinco anos no Município de Itapirapuã Paulista, Vale do Ribeira, São Paulo, Brasil. Esses cuidados eram oferecidos através de visitas domiciliares a todas crianças nessa faixa etária, residentes na área de abrangência do ACS. Ao longo de três anos, foram visitadas semanalmente, em média, 409 (396-417) crianças. Nesse período, a taxa de hospitalização entre menores de cinco anos foi drasticamente reduzida, e a utilização de soro reidratante oral e a cobertura vacinal básica sensivelmente aumentadas. A prevalência de déficit altura/idade e incidência de baixo peso ao nascer praticamente não se modificaram. Os indicadores de saúde infantil nesse município, foram sistematicamente melhores que os indicadores de um município tomado como controle. É bastante provável que os ACS tenham contribuído para essas melhorias. No entanto, há que considerar o fato de os indicadores de saúde infantil estarem melhorando no Brasil, e que este é um programa de pequena escala implementado em um área com elevados índices de morbimortalidade infantil e baixa oferta de cuidados em saúde.

Indicadores de saúde materno infantil em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 2001: análise dos diferenciais intra-urbanos

Friche,Amélia Augusta de Lima; Caiaffa,Waleska Teixeira; César,Cibele Comini; Goulart,Lúcia Maria de Figueiredo; Almeida,Maria Cristina de Mattos
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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125.94%
A análise espacial de indicadores de saúde tem sido um importante instrumento na detecção de diferenciais intra-urbanos. O estudo objetivou traçar um perfil dos nascimentos em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, em 2001, analisando a presença de conglomerados espaciais de indicadores de saúde do recém-nascido e suas mães, a partir de dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Para cada área de abrangência das Unidades Básicas de Saúde, foram calculadas as proporções desses indicadores, utilizando-se o método Bayesiano empírico. Para análise espacial, foram utilizados os índices de Moran global e local (LISA). Áreas com índices de autocorrelação espacial significantes (p < 0,05) foram visualizadas através de mapas. Foram encontrados conglomerados de áreas com índices de autocorrelação espacial significativos para os indicadores adolescentes, menos de oito anos de estudo, filhos mortos em gestações anteriores, cesárea e menos de quatro consultas no pré-natal, guardando relação com as características sócio-demográficas das áreas. A metodologia utilizada configurou-se como um ótimo instrumento de detecção de conglomerados de áreas de risco à saúde materno infantil, podendo facilmente ser incorporada como mecanismo de monitoramento dos eventos relacionados aos nascimentos em Belo Horizonte.

Indicadores de sustentabilidade ambiental e de saúde na Amazônia Legal, Brasil

Freitas,Carlos Machado de; Giatti,Leandro Luiz
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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105.96%
Entre os desafios atuais para a Saúde Pública está o de estruturar sistemas de indicadores que permitam monitorar as condições e tendências da sustentabilidade ambiental e de saúde. Neste artigo procuramos enfrentar esse desafio tendo como foco de análise os estados integrantes da Macrorregião Amazônia Legal, que desde a segunda metade do século XX vem sofrendo intensos processos de mudanças sócio-econômicas, ambientais, de saúde e bem-estar. Para a reunião e análise do conjunto de indicadores adotamos o modelo Forças Motrizes, Pressão, Situação, Exposição, Efeito e Ação (FMPSEEA) proposto pela Organização Mundial da Saúde. Os resultados demonstram que, ao mesmo tempo em que as forças motrizes e pressões vêm contribuindo para o crescimento econômico e populacional, resultando em melhoras de indicadores tradicionais de saúde (redução da mortalidade infantil e aumento da expectativa de vida), são grandes as desigualdades sociais e econômicas e a sobreposição dos impactos na saúde da população, em um quadro bastante heterogêneo. Além disso, a situação ambiental também aponta para um modelo de desenvolvimento insustentável para as gerações presentes e futuras, exigindo respostas dos setores ambientais e de saúde à altura dos desafios colocados na atualidade.

Comparação das estimativas de prevalência de indicadores de saúde no Município de Campinas, São Paulo, Brasil, nos anos de 2001/2002 (ISA-SP) e 2008/2009 (ISA-Camp)

Francisco,Priscila Maria Stolses Bergamo; Barros,Marilisa Berti de Azevedo; Segri,Neuber José; Alves,Maria Cecília Goi Porto; César,Chester Luis Galvão; Carandina,Luana; Goldbaun,Moisés
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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115.88%
O objetivo do estudo foi comparar estimativas da prevalência de indicadores de saúde para adultos residentes em Campinas, São Paulo, Brasil, utilizando dados de inquéritos domiciliares realizados em diferentes períodos de tempo (ISA-SP 2001/2002 e ISA-Camp 2008/2009), com amostras de 941 e 2.637 indivíduos de 18 anos e mais, respectivamente. Variáveis sociodemográficas caracterizaram a população estudada. Foram estimadas prevalências e seus respectivos intervalos de 95% de confiança e as comparações foram realizadas pelas razões de prevalência ajustadas por sexo, idade e escolaridade, obtidas pela regressão de Poisson com variância robusta. Diferenças estatisticamente significantes foram observadas para as prevalências de: morbidade referida, uso de medicamentos, percentual dos que nunca fumaram, realização dos exames de Papanicolaou e de mamografia, alguma vez na vida. O acompanhamento de indicadores de saúde por inquéritos repetidos em uma mesma população pode facilitar o monitoramento de objetivos e metas fornecendo subsídios ao planejamento de ações em saúde.

Políticas de saúde materna no Brasil: os nexos com indicadores de saúde materno-infantil

Santos Neto,Edson Theodoro dos; Alves,Kelly Cristina Gomes; Zorzal,Martha; Lima,Rita de Cássia Duarte
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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115.92%
Desde o início do processo de medicalização diversos esforços ocorreram para a perpetuação da força de trabalho. Uma das medidas para o exercício do controle estatal foi a institucionalização do parto. Com isso, o entendimento sobre os processos fisiológicos e patológicos referentes à gestante, ao parto e ao recém-nascido avançou nos campos científico e tecnológico, permitindo a intervenção médica para melhoria das condições de saúde materno-infantil. O presente estudo se propõe a identificar as principais legislações que fundamentaram a formulação e a execução de políticas públicas para a saúde materno-infantil no Brasil, a partir da década de 1980, além de estabelecer as relações dessas políticas com indicadores de mortalidade materna e neonatal, no período de 1996 a 2005. Uma pesquisa documental foi realizada para identificar as principais legislações aprovadas e políticas implementadas pelo Ministério da Saúde relacionadas à saúde materno-infantil; enquanto os dados referentes aos indicadores de saúde foram coletados nas bases de dados do SINASC e SIM e disponibilizados on-line. Concluiu-se que as políticas públicas geradas no seio da sociedade pelos movimentos sociais na década de 1980...

Impacto da estratégia saúde da família com equipe de saúde bucal sobre indicadores de saúde bucal: análise em municípios do nordeste com mais de 100 mil habitantes

Pereira, Carmen Regina dos Santos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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105.96%
This study examined in municipalities of Northeast of Brazil with more than one hundred thousand people who incorporation of Oral Health Teams (OHT) into the Family Health Strategy (FHE) the possible impact on oral health indicators. Sought to answer whether implementation OHT brought the best indicators of health problems and coverage, compared to areas without coverage by the FHE through a community trial in parallel, quasi-randomized. In each of the municipalities surveyed were 20 census tracts, 10 were located in areas covered by oral health teams in the ESF and 10 industries in areas not covered. The final sample consisted of 59.221 individuals. We compared oral health indicators related to health problems, access to services and coverage of oral health actions. The analysis strategy was based on the calculation of prevalence ratios and confidence intervals, adjusted for confounding factors through Poisson regression with robust variance. It also has measured the association between an indicator of social inequality for comparison between areas. The best results are associated with indicators of access and coverage of oral health actions at the expense of the indicators of health problems, suggesting a possible maintenance of a traditional model of practice yet. The results also suggest a possible effect of a specific policy in the area of primary care on inequality in access. From the discussions presented throughout this work...

Impacto do Programa de Saúde da Família sobre indicadores de saúde bucal na população de Natal -RN

Patrício, Alberto Allan Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Odontologia; Odontologia Preventiva e Social; Periodontia e Prótese Dentária Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Odontologia; Odontologia Preventiva e Social; Periodontia e Prótese Dentária
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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106%
The aim of this study was to assess the impact of the Family Health Program (FHP) on a number of oral health indicators in the population of Natal, Brazil. The study is characterized as a quasi-random community intervention trial. The intervention is represented by the implementation of an Oral Health Team (OHT) in the FHP prior to the study. A total of 15 sectors covered by the FHP with OHT were randomly drawn and paired with another 15 sectors, based on socioeconomic criteria, not covered by the teams. A few sectors were lost over the course of the study, resulting in a final number of 22 sectors, 11 covered and 11 not covered. We divided the non-covered areas into two conditions, one in which we considered areas that had some type of assistance program such as the Community Agents Program (CAP), FHP without OHT, BHU (Basic Health Unit) or no assistance, and the other, in which we considered areas that had only BHU or no assistance. Community Health Agents (CHAs) and Dental Office Assistants (DOAs) applied a questionnaire-interview to the most qualified individual of the household and the data obtained per household were transformed into the individual data of 7186 persons. The results show no statistical difference between the oral health outcomes analyzed in the areas covered by OHT in the FHP and in non-covered areas that have some type of assistance program...

Seguimento de enfermagem: monitorando indicadores infantis na saúde da família; Nursing follow-up: monitoring of children's health indicators in the program of family health; El acompañamiento de enfermería: monitorización de indicadores infantiles en salud de la familia

MELLO, Débora Falleiros de; BARROS, Débora de Miranda; PINTO, Ione Carvalho; FURTADO, Maria Cândida de Carvalho
Fonte: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo Publicador: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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105.98%
Objetivo: Descrever os indicadores de saúde de crianças acompanhadas nos dois primeiros anos de vida em uma unidade de saúde da família. Métodos: Estudo descritivo. Os dados foram coletados através dos registros em declarações de nascidos vivos e prontuários de 68 crianças nascidas no período de 01/01/2002 a 31/12/2004 e acompanhadas até 31/12/2006 em uma unidade de saúde da família de Ribeirão Preto-SP. Resultados: A população caracterizou-se como de risco, apontando uma parcela significativa de mães adolescentes, com menos de oito anos de estudo, mais de três filhos. No tocante às práticas de saúde na unidade de saúde da família houve um incremento no número de consultas de pré-natal, ampliação da cobertura de aleitamento materno, vacinação e teste do pezinho. Conclusão: A prática de enfermagem e dos demais profissionais tem sido importante na melhoria dos indicadores de saúde infantil. Monitorar os indicadores possibilita fortalecer a organização da assistência à criança, particularmente no contexto da estratégia Saúde da Família.; Objective: To describe children's health indicators during the first two years of their life. Method: This was a descriptive study. Data were collected through birth certificates and medical records of 68 children born between January 1st 2002 and December 31st 2004. The children were monitored from birth to December 31st 2006 in an outpatient health unit of the program of family health at Ribeirao Preto...

Indicadores de saúde bucal em função da organização da demanda : análise baseada no sistema de informação; Influence of scheduling clinical dental care on indicators of oral health : analysis based on the information system

Gabriela Christiel Soto Rojas
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/2014 PT
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105.96%
Apesar dos avanços e esforços feitos na implementação de políticas publicas de saúde bucal, ainda persiste a dificuldade no acesso e uso dos serviços odontológicos, como é refletido nos resultados das ultimas pesquisas de interesse nacional como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008 e SB Brasil 2010, onde grande porcentagem da população refere nunca ter ido ao dentista. São múltiplos os fatores que facilitam ou dificultam o acesso e uso destes serviços, um deles é o modelo de organização da demanda odontológica adotada pelas Equipes de Saúde Bucal (ESB), a qual deve desenvolver ações que lidem com as necessidades agudas e crónicas dos pacientes. Assim estas ações são registradas por meio dos indicadores no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA) e no Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB), para ser avaliadas e monitoradas visando um melhor acesso aos serviços. Nesse contexto, o objetivo do estudo foi analisar a influencia da organização da demanda nos indicadores de saúde bucal, por meio da comparação destes indicadores entre 5 Unidades de Saúde da Família (USF) que trabalham com modelo de demanda espontânea e 5 USF que trabalham com demanda programada em saúde bucal. Todas as USF pertencentes ao município de Piracicaba...

O conceito de saúde: ponto-cego da epidemiologia?

Almeida Filho,Naomar de
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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115.88%
O trabalho faz uma avaliação da proposição de que o conceito de 'saúde' constitui um ponto-cego para a ciência epidemiológica, postulando que não há base lógica para uma definição negativa da Saúde, tanto no nível individual quanto no coletivo. Também analisa brevemente as tentativas de produzir uma "epidemiologia da saúde" em bases simétricas à epidemiologia dos riscos, bem como as abordagens econométricas que reforçam e complementam o repertório epidemiológico destinado à medida da saúde. Focaliza em mais detalhe a abordagem denominada DALY, considerada como protótipo da nova geração de indicadores de saúde, face à sua atualidade e crescente importância na definição de políticas de financiamento em saúde. Finalmente, constatando o fracasso das propostas metodológicas de avaliação direta dos níveis coletivos de saúde através de indicadores unificados, conclui com uma avaliação das perspectivas atuais da Epidemiologia no sentido da incorporação do objeto complexo da saúde na sua pauta teórica e metodológica.

Políticas de saúde materna no Brasil: os nexos com indicadores de saúde materno-infantil; Maternal health policies in Brazil: relations to maternal and child health indicators

Santos Neto, Edson Theodoro dos; Alves, Kelly Cristina Gomes; Zorzal, Martha; Lima, Rita de Cássia Duarte
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2008 POR
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Desde o início do processo de medicalização diversos esforços ocorreram para a perpetuação da força de trabalho. Uma das medidas para o exercício do controle estatal foi a institucionalização do parto. Com isso, o entendimento sobre os processos fisiológicos e patológicos referentes à gestante, ao parto e ao recém-nascido avançou nos campos científico e tecnológico, permitindo a intervenção médica para melhoria das condições de saúde materno-infantil. O presente estudo se propõe a identificar as principais legislações que fundamentaram a formulação e a execução de políticas públicas para a saúde materno-infantil no Brasil, a partir da década de 1980, além de estabelecer as relações dessas políticas com indicadores de mortalidade materna e neonatal, no período de 1996 a 2005. Uma pesquisa documental foi realizada para identificar as principais legislações aprovadas e políticas implementadas pelo Ministério da Saúde relacionadas à saúde materno-infantil; enquanto os dados referentes aos indicadores de saúde foram coletados nas bases de dados do SINASC e SIM e disponibilizados on-line. Concluiu-se que as políticas públicas geradas no seio da sociedade pelos movimentos sociais na década de 1980...

Comparação das estimativas de prevalência de indicadores de saúde no Município de Campinas, São Paulo, Brasil, nos anos de 2001/2002 (ISA-SP) e 2008/2009 (ISA-Camp)

Francisco,Priscila Maria Stolses Bergamo; Barros,Marilisa Berti de Azevedo; Segri,Neuber José; Alves,Maria Cecília Goi Porto; César,Chester Luis Galvão; Carandina,Luana; Goldbaun,Moisés
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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115.88%
O objetivo do estudo foi comparar estimativas da prevalência de indicadores de saúde para adultos residentes em Campinas, São Paulo, Brasil, utilizando dados de inquéritos domiciliares realizados em diferentes períodos de tempo (ISA-SP 2001/2002 e ISA-Camp 2008/2009), com amostras de 941 e 2.637 indivíduos de 18 anos e mais, respectivamente. Variáveis sociodemográficas caracterizaram a população estudada. Foram estimadas prevalências e seus respectivos intervalos de 95% de confiança e as comparações foram realizadas pelas razões de prevalência ajustadas por sexo, idade e escolaridade, obtidas pela regressão de Poisson com variância robusta. Diferenças estatisticamente significantes foram observadas para as prevalências de: morbidade referida, uso de medicamentos, percentual dos que nunca fumaram, realização dos exames de Papanicolaou e de mamografia, alguma vez na vida. O acompanhamento de indicadores de saúde por inquéritos repetidos em uma mesma população pode facilitar o monitoramento de objetivos e metas fornecendo subsídios ao planejamento de ações em saúde.

Indicadores de saúde materno infantil em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 2001: análise dos diferenciais intra-urbanos

Friche,Amélia Augusta de Lima; Caiaffa,Waleska Teixeira; César,Cibele Comini; Goulart,Lúcia Maria de Figueiredo; Almeida,Maria Cristina de Mattos
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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A análise espacial de indicadores de saúde tem sido um importante instrumento na detecção de diferenciais intra-urbanos. O estudo objetivou traçar um perfil dos nascimentos em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, em 2001, analisando a presença de conglomerados espaciais de indicadores de saúde do recém-nascido e suas mães, a partir de dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Para cada área de abrangência das Unidades Básicas de Saúde, foram calculadas as proporções desses indicadores, utilizando-se o método Bayesiano empírico. Para análise espacial, foram utilizados os índices de Moran global e local (LISA). Áreas com índices de autocorrelação espacial significantes (p < 0,05) foram visualizadas através de mapas. Foram encontrados conglomerados de áreas com índices de autocorrelação espacial significativos para os indicadores adolescentes, menos de oito anos de estudo, filhos mortos em gestações anteriores, cesárea e menos de quatro consultas no pré-natal, guardando relação com as características sócio-demográficas das áreas. A metodologia utilizada configurou-se como um ótimo instrumento de detecção de conglomerados de áreas de risco à saúde materno infantil, podendo facilmente ser incorporada como mecanismo de monitoramento dos eventos relacionados aos nascimentos em Belo Horizonte.

Indicadores de sustentabilidade ambiental e de saúde na Amazônia Legal, Brasil

Freitas,Carlos Machado de; Giatti,Leandro Luiz
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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Entre os desafios atuais para a Saúde Pública está o de estruturar sistemas de indicadores que permitam monitorar as condições e tendências da sustentabilidade ambiental e de saúde. Neste artigo procuramos enfrentar esse desafio tendo como foco de análise os estados integrantes da Macrorregião Amazônia Legal, que desde a segunda metade do século XX vem sofrendo intensos processos de mudanças sócio-econômicas, ambientais, de saúde e bem-estar. Para a reunião e análise do conjunto de indicadores adotamos o modelo Forças Motrizes, Pressão, Situação, Exposição, Efeito e Ação (FMPSEEA) proposto pela Organização Mundial da Saúde. Os resultados demonstram que, ao mesmo tempo em que as forças motrizes e pressões vêm contribuindo para o crescimento econômico e populacional, resultando em melhoras de indicadores tradicionais de saúde (redução da mortalidade infantil e aumento da expectativa de vida), são grandes as desigualdades sociais e econômicas e a sobreposição dos impactos na saúde da população, em um quadro bastante heterogêneo. Além disso, a situação ambiental também aponta para um modelo de desenvolvimento insustentável para as gerações presentes e futuras, exigindo respostas dos setores ambientais e de saúde à altura dos desafios colocados na atualidade.

Mudanças em indicadores de saúde infantil em um município com agentes comunitários: o caso de Itapirapuã Paulista, Vale do Ribeira, São Paulo, Brasil

Cesar,Juraci A.; Cavaleti,Marcelo A.; Holthausen,Ricardo S.; Lima,Luis Gustavo S. de
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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125.93%
Doze agentes comunitários de saúde (ACS) foram treinados para diagnosticar e iniciar tratamento de diarréia e infeção respiratória no domicílio, monitorar crescimento, incentivar imunização básica e orientar a introdução de alimentos à dieta entre menores de cinco anos no Município de Itapirapuã Paulista, Vale do Ribeira, São Paulo, Brasil. Esses cuidados eram oferecidos através de visitas domiciliares a todas crianças nessa faixa etária, residentes na área de abrangência do ACS. Ao longo de três anos, foram visitadas semanalmente, em média, 409 (396-417) crianças. Nesse período, a taxa de hospitalização entre menores de cinco anos foi drasticamente reduzida, e a utilização de soro reidratante oral e a cobertura vacinal básica sensivelmente aumentadas. A prevalência de déficit altura/idade e incidência de baixo peso ao nascer praticamente não se modificaram. Os indicadores de saúde infantil nesse município, foram sistematicamente melhores que os indicadores de um município tomado como controle. É bastante provável que os ACS tenham contribuído para essas melhorias. No entanto, há que considerar o fato de os indicadores de saúde infantil estarem melhorando no Brasil, e que este é um programa de pequena escala implementado em um área com elevados índices de morbimortalidade infantil e baixa oferta de cuidados em saúde.

Desigualdade de renda e situação de saúde: o caso do Rio de Janeiro

Szwarcwald,Célia Landmann; Bastos,Francisco Inácio; Esteves,Maria Angela Pires; Andrade,Carla Lourenço Tavares de; Paez,Marina Silva; Medici,Erika Vianna; Derrico,Mônica
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 PT
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Este estudo ecológico testa a associação entre desigualdade de renda e condições de saúde no Município do Rio de Janeiro. Utilizaram-se técnicas de geoprocessamento e de regressão múltipla, além do coeficiente de mortalidade infantil, da taxa de mortalidade padronizada por idade, da esperança de vida ao nascer e da taxa de homicídios. Os padrões de desigualdade de renda foram avaliados por meio do índice de Gini, do índice de Robin Hood e da razão da renda média entre os 10% mais ricos e os 40% mais pobres. Os resultados evidenciam correlações significativas dos indicadores de desigualdade de renda com todos os indicadores de saúde, demonstrando que as piores condições de saúde não podem ser dissociadas das disparidades de renda. Para os homicídios, a concentração de indivíduos residentes em favelas se mostrou relevante, sugerindo uma piora adicional das condições de saúde através da deterioração das interações comunitárias e do aumento da criminalidade. A análise geoepidemiológica aponta para o vínculo entre as piores condições de saúde e a concentração residencial de pobreza. Conclui-se que há necessidade urgente de se implementarem políticas compensatórias para amenizar os efeitos danosos da desigualdade social.