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Mortalidade por homicídios, acidentes de transporte e suicídios no município de Belo Horizonte e região metropolitana, em série histórica de 1980-2000; Mortality from Homicides, Traffic Accidents and Suicides in Belo Horizonte and the Metropolitan region, in a historical time series from 1980 - 2000

Villela, Lenice de Castro Mendes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/02/2005 PT
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86.11%
Objetivo: Estudar o perfil epidemiológico da mortalidade por Homicídios, Acidentes de Transporte e Suicídios no município de Belo Horizonte e Região Metropolitana, na série histórica de 1980 a 2000. Métodos: O estudo apresenta um desenho ecológico, do tipo série histórica. Os indicadores de mortalidade foram os coeficientes específicos por sexo, idade e gerais padronizados; a mortalidade proporcional; a razão de mortalidade segundo sexo e idade e os incrementos / decrementos percentuais. A população utilizada como padrão foi a de 1980. Os óbitos por Homicídios, Acidentes de Transporte e Suicídios e as estimativas populacionais, segundo o ano calendário, sexo, idade e município de residência foram extraídos da base de dados do DATASUS. No período entre 1980 e 1995, os óbitos foram codificados, segundo a IX Classificação Internacional de Doenças - CID 9ª Revisão, e, a partir de 1996, segundo a CID - 10ª Revisão. A análise de tendência temporal foi desenvolvida no software SPSS para Windows, utilizando-se a técnica de regressão linear simples, com nível de significância (? < 0,05). Resultados: Nas duas regiões geográficas, os indicadores de mortalidade apresentaram maior magnitude para o sexo masculino. A razão de coeficientes específicos de mortalidade apresentou maior magnitude nas faixas etárias entre 20 e 49 anos. Os coeficientes específicos de mortalidade por Homicídios apresentaram maior magnitude na região Metropolitana e os Suicídios e Acidentes de Transporte...

Desigualdade de indicadores de mortalidade no Sudeste do Brasil

Cordeiro, Ricardo; Olivencia P, Eduardo R; Cardoso, Chrystiano F; Cortez, Daniela B; Kakinami, Eric; Souza, Jacques J G; Souza, Maria T M; Fernandes, Ricardo Augusto; Guercia, Rodrigo F; Adoni, Tarso
Fonte: Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 593-601
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96.12%
INTRODUÇÃO: Há indícios de que a deterioração das condições de trabalho ocorrida em anos recentes influencie a mortalidade. O objetivo do estudo é estimar indicadores de mortalidade para a população de Botucatu, classificada de acordo com as ocupações exercidas. MÉTODO: Foram calculados os indicadores coeficiente de mortalidade padronizado (CMP), razão de risco padronizada e anos potenciais de vida perdidos (APVP) para a população de Botucatu, em 1997, segundo ocupações e causas básicas do óbito. RESULTADOS: Os indicadores CMP e APVP variaram entre 0,6 e 39,9 óbitos/1000 trabalhadores e entre 33 e 334 anos/1000 trabalhadores, respectivamente, de acordo com a ocupação principal exercida. Observou-se que a ordenação quantitativa das causas de óbito depende da ocupação e do indicador utilizado. CONCLUSÕES: Os indicadores de mortalidade verificados apresentam uma grande heterogeneidade quando analisados de acordo com ocupação e causas básicas de óbito, refletindo a enorme desigualdade social existente na população estudada.; INTRODUCTION: The main causes of illness and death in Brazil have been migrating backwards into the younger population during the last few years, increasing especially in the more productive age groups. Given the relationship between work and health/disease process...

Coeficiente padronizado de anos de vida perdidos, de Haenszel: comparação com o coeficiente padronizado de mortalidade geral, quanto à utilização como indicador de nível de saúde de populações

Juliano,Yára; Novo,Neil Ferreira; Goihman,Samuel; Paiva,Elias Rodrigues de; Leser,Walter
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1987 PT
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85.86%
Estudou-se o Coeficiente de Anos de Vida Perdidos (CAVP), proposto por Haenszel, em 1950, utilizando os dados populacionais confiáveis de países e das sub-regiões administrativas do Estado de São Paulo. Os resultados mostraram que: a) há conveniência em adotar 75 anos como idade limite, para o cálculo do CAVP, bem como intervalo de 10 anos para as classes etárias que se seguem às duas primeiras ( < 1 e 1 - 4 ); b) comparando as ordenações de países e de sub-regiões, segundo o CAVP e segundo o Coeficiente Padronizado de Mortalidade Geral (CMGP), com a correspondente segundo o Indicador Abrangente de NOVO (Z), adotado como referencial, verificou-se que as discrepâncias foram significantemente menores no caso do primeiro; c) a variação, no tempo, dos dois coeficientes, em países estudados, calculada pela taxa de variação anual (TVA), foi traduzida mais expressivamente pelo CAVP do que pelo CMGP; d) utilizando como referencial o Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI), as discrepâncias da ordenação da TVA, baseadas no CAVP, foram significantemente menores do que as baseadas no CMGP. Concluiu-se que o CAVP pode, com vantagem, substituir o CMGP.

Desigualdade de indicadores de mortalidade no Sudeste do Brasil

Cordeiro,Ricardo; Olivencia P,Eduardo R; Cardoso,Chrystiano F; Cortez,Daniela B; Kakinami,Eric; Souza,Jacques J G; Souza,Maria T M; Fernandes,Ricardo Augusto; Guercia,Rodrigo F; Adoni,Tarso
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1999 PT
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96.12%
INTRODUÇÃO: Há indícios de que a deterioração das condições de trabalho ocorrida em anos recentes influencie a mortalidade. O objetivo do estudo é estimar indicadores de mortalidade para a população de Botucatu, classificada de acordo com as ocupações exercidas. MÉTODO: Foram calculados os indicadores coeficiente de mortalidade padronizado (CMP), razão de risco padronizada e anos potenciais de vida perdidos (APVP) para a população de Botucatu, em 1997, segundo ocupações e causas básicas do óbito. RESULTADOS: Os indicadores CMP e APVP variaram entre 0,6 e 39,9 óbitos/1000 trabalhadores e entre 33 e 334 anos/1000 trabalhadores, respectivamente, de acordo com a ocupação principal exercida. Observou-se que a ordenação quantitativa das causas de óbito depende da ocupação e do indicador utilizado. CONCLUSÕES: Os indicadores de mortalidade verificados apresentam uma grande heterogeneidade quando analisados de acordo com ocupação e causas básicas de óbito, refletindo a enorme desigualdade social existente na população estudada.

Estimação de sub-registros de óbitos em pequenas áreas com os métodos bayesiano empírico e algoritmo EM

Justino,Josivan Ribeiro; Freire,Flávio Henrique Miranda de Araújo; Lucio,Paulo Sérgio
Fonte: Associação Brasileira de Estudos Populacionais Publicador: Associação Brasileira de Estudos Populacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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85.86%
Um grande problema em estimativas demográficas no Brasil diz respeito ao nível e padrão da mortalidade. Os demógrafos que trabalham com mortalidade, no país, ainda não se sentem tão seguros sobre o real comportamento desta componente da dinâmica populacional. Por outro lado, necessita-se da disponibilidade de indicadores de mortalidade para níveis geográficos mais desagregados, sobretudo municípios. O problema é que quanto mais desagregado, mais complexo se torna o trabalho de estimar qualquer indicador social ou demográfico. Neste trabalho, objetiva-se estimar e propor correção de sub-registros de óbitos no nível municipal, segundo grupos etários, por meio de dois métodos: estimador bayesiano empírico (BE) e algoritmo EM (Expectation-Maximization). Para que os dois métodos fossem operacionalizados entre municípios semelhantes, foram realizados dois exercícios: agruparam-se os municípios segundo a mesorregião; e agruparam-se os municípios em grupos homogêneos, gerados a partir de uma análise de cluster utilizando as variáveis grau de urbanização, proporção de óbitos por causas externas e a população de cada município. Foram utilizados dados do Estado do Rio Grande do Norte, referentes a 2000. Para o total do Estado...

Políticas de saúde materna no Brasil: os nexos com indicadores de saúde materno-infantil

Santos Neto,Edson Theodoro dos; Alves,Kelly Cristina Gomes; Zorzal,Martha; Lima,Rita de Cássia Duarte
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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86.01%
Desde o início do processo de medicalização diversos esforços ocorreram para a perpetuação da força de trabalho. Uma das medidas para o exercício do controle estatal foi a institucionalização do parto. Com isso, o entendimento sobre os processos fisiológicos e patológicos referentes à gestante, ao parto e ao recém-nascido avançou nos campos científico e tecnológico, permitindo a intervenção médica para melhoria das condições de saúde materno-infantil. O presente estudo se propõe a identificar as principais legislações que fundamentaram a formulação e a execução de políticas públicas para a saúde materno-infantil no Brasil, a partir da década de 1980, além de estabelecer as relações dessas políticas com indicadores de mortalidade materna e neonatal, no período de 1996 a 2005. Uma pesquisa documental foi realizada para identificar as principais legislações aprovadas e políticas implementadas pelo Ministério da Saúde relacionadas à saúde materno-infantil; enquanto os dados referentes aos indicadores de saúde foram coletados nas bases de dados do SINASC e SIM e disponibilizados on-line. Concluiu-se que as políticas públicas geradas no seio da sociedade pelos movimentos sociais na década de 1980...

A confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade por doenças crônicas não-transmissíveis

Laurenti,Ruy; Mello Jorge,Maria Helena P. de; Gotlieb,Sabina Léa D.
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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85.9%
As estatísticas de mortalidade constituem- se em importante subsídio para o conhecimento do perfil epidemiológico de uma população, elaboração de indicadores de saúde e conseqüente planejamento de ações desse setor. No Brasil, esses dados são rotineiramente elaborados, desde 1975, pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, que tem cobertura estimada em torno de 82%, com variações nas regiões do país. Quanto à confiabilidade dos dados, está ocorrendo uma melhora gradativa, mas há, ainda, cerca de 14% de mortes classificadas como mal definidas. O objetivo deste trabalho é mostrar a confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade por doenças crônicas não-transmissíveis. A partir de investigações levadas a efeito por pesquisadores nacionais e internacionais, são feitos comentários e críticas, sendo possível concluir que, embora ainda não totalmente exatos ou confiáveis, esses dados são relevantes para numerosas avaliações epidemiológicas. É bom ressaltar que os dados brasileiros de mortalidade, do ponto de vista qualitativo, têm exatidão e fidedignidade semelhantes aos de qualquer outro país de longa tradição na elaboração dessas estatísticas.

Diferenciais intra-urbanos da situação de mortalidade no município de Camaragibe: 1999 a 2003

Ferreira,Jacyra Salucy Antunes; Silva,Maria Dolores Paes da; Silva,Izabel Cristina de Avelar
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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86.08%
O perfil epidemiológico das populações tem sofrido modificações ao longo da história e nos diferentes espaços populacionais. Ao longo dos anos, a epidemiologia vem estudando as modificações no perfil epidemiológico das populações, determinando, a partir dos indicadores de saúde, a situação de saúde das mesmas, utilizando-se principalmente dos dados de mortalidade existentes nos sistemas de informação de todo país. Com o objetivo de conhecer a situação de mortalidade segundo sexo, idade, grupos de causas e causas específicas de morte no município de Camaragibe no período de 1999 a 2003, utilizou-se um estudo do tipo descritivo. Foram construídos indicadores de mortalidade, utilizando-se as variáveis disponíveis no Sistema de Mortalidade (SIM). Realizou-se uma descrição da situação de mortalidade ressaltando-se os diferenciais intra-urbanos utilizando-se as RPA como unidade de análise. O comportamento da mortalidade apresentou variações em função da RPA de residência; porém, para alguns dos indicadores, esses diferenciais não foram muito claros. Os resultados do estudo sugeriram que os diferenciais de mortalidade estavam polarizados nas regiões do município, necessitando de maior aprofundamento dessa análise...

Estrutura etária, natalidade e mortalidade do povo indígena Xavante de Mato Grosso, Amazônia, Brasil

Souza,Luciene Guimarães de; Santos,Ricardo Ventura; Coimbra Jr.,Carlos Everaldo Alvares
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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85.86%
Os macrodeterminantes das condições demográficas e de saúde dos povos indígenas no Brasil são razoavelmente bem conhecidos. Geralmente, envolvem aspectos como restrição territorial, introdução de doenças, mudanças nas relações econômicas e sociais internas e externas aos grupos, acesso diferenciado a serviços de saúde. Neste trabalho, apresentamos dados demográficos e epidemiológicos relativos aos Xavante, povo indígena localizado em Mato Grosso. São feitas comparações com dados disponíveis para a população indígena geral e para a população brasileira. As informações para os indígenas apontam para indicadores de mortalidade extremamente elevados, em muito superando as médias nacionais. Além disso, sinalizam para uma concentração de óbitos em crianças, sobretudo aquelas menores de cinco anos de idade. Os resultados sugerem ainda que os indígenas estão atravessando um complexo processo de transição epidemiológica, no qual, ainda que as doenças infecciosas e parasitárias persistam como importantes causas de óbito, nota-se também um peso expressivo de doenças crônicas não transmissíveis e de lesões, envenenamentos e causas externas. Ressalta-se que é fundamental que sejam aprimorados os sistemas de registro e coleta de dados demográficos e epidemiológicos acerca dos povos indígenas no Brasil.

Efeito da implementação de um protocolo assistencial de infarto agudo do miocárdio sobre os indicadores de qualidade

Makdisse,Marcia; Katz,Marcelo; Corrêa,Alessandra da Graça; Forlenza,Luciano Monte Alegre; Perin,Marco Antonio; Brito Júnior,Fábio Sândoli de; Nascimento,Teresa Cristina Dias Cunha; Gomes,Ivanise Maria; Franken,Marcelo; Knobel,Marcos; Pesaro,Antonio E
Fonte: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein Publicador: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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85.97%
OBJETIVO: Avaliar a adesão aos indicadores de qualidade assistencial ao longo da implementação de um protocolo assistencial de infarto agudo do miocárdio. MÉTODOS: Em 1º de março de 2005 foi implementado o protocolo assistencial de infarto agudo do miocárdio. Foram selecionados pacientes admitidos de 1ºde março de 2005 a 31 de dezembro de 2012 (n=1.431). Para comparação, utilizamos os dados de pacientes admitidos por infarto na fase pré-protocolo (n=306). Comparamos a taxa de adesão aos indicadores (taxa de prescrição de AAS na admissão hospitalar e na alta hospitalar, betabloqueador na alta e tempo porta-balão) entre as fases pré e pós-implementação do protocolo, além de tempo de permanência hospitalar e mortalidade intra-hospitalar nas diferentes fases. RESULTADOS: As taxas de prescrição de AAS na admissão e na alta hospitalar, e de betabloqueador foram maiores na fase pós versus a pré-implementação do protocolo: 99,6% versus 95,8% (p<0,001); 99,1% versus 95,8% (p<0,001) e 95,9% versus 81,7% (p<0,001), respectivamente. A taxa de prescrição de AAS aumentou ao longo da implementação do protocolo, atingindo 100% de 2009 a 2012. O tempo porta-balão pós versus pré foi de 86(32) minutos versus 93(51)...

Indicadores de mortalidade

Reibnitz, Calvino; d’Orsi, Eleonora; Boing, Antonio Fernando
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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86.03%
Este objeto aborda o uso e a forma de cálculos dos principais indicadores de mortalidade - a mortalidade proporcional, por causas, por idade e as curvas de mortalidade proporcional - usados na Saúde Pública; o coeficiente geral de mortalidade; a taxa de mortalidade específica; a taxa de mortalidade infantil e por fim a taxa de mortalidade materna. Unidade 2 do módulo 3 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

Perfil de mortalidade de idosos no Rio Grande do Norte: estudo comparativo entre duas faixas etárias e fatores relacionados

Oliveira, Tamires Carneiro de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva; Saúde Pública Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva; Saúde Pública
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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85.94%
Measures of mortality represent one of the most important indicators of health conditions. For comprising the larger rate of deaths, the study of mortality in the elderly population is regarded as essential to understand the health situation. In this sense, the present study aims to analyze the mortality profile of the population from 60 to 69 (young elders) and older than 80 years old (oldest old) in the Rio Grande do Norte state (Brazil) in the period 2001 to 2011, and to identify the association with contextual factors and variables about the quality of the Mortality Information System (SIM). For this purpose, Mortality Proportional (MP) was calculated for the state and Specific Mortality Rate by Age (CMId) , according to chapters of ICD- 10, to the municipalities of Rio Grande do Norte , through data from the Mortality Information System (SIM) and the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IGBE). In order to identify groups of municipalities with similar mortality profiles, Nonhierarchical Clustering K-means method was applied and the Factor Analysis by the Principal Components Analysis was resort to reduce contextual variables. The spatial distribution of these groups and the factors were visualized using the Spatial Analysis Areas technique. During the period investigated...

Indicadores de mortalidade materna em Goiás no período de 1999 a 2005:implicações para a enfermagem; Indicators of maternal mortality in Goiás from 1999 to 2005: Implications for nursing Obstétrica.

RIBEIRO, Lorena de Almeida
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Enfermagem; Cuidado em Enfermagem Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Enfermagem; Cuidado em Enfermagem
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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85.92%
Pregnancy, birth, and postpartum bring alterations to women s body. In such periods, there is a redefinition of their identity, with altered relationship between the couple, within the family as well as with other members in the social context (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002). The reproductive process was not idealized to end up in maternal death, since this is such a tragic episode which should never occur to women. Aims: to investigate maternal mortality in Goiás from 1999 to 2005; to describe epidemiological characteristics of women who died due to before and after birth complications; to identify the frequency distribution of maternal mortality rates by macroregional of health in Goiás and present the reason for maternal mortality in Goiás State. Method: this is an ecological descriptive epidemiologic study. For the description of maternal death occurring from 1999 to 2005, we identified the epidemiologic characteristics and causes related to this phenomenon, having as variables the place of occurrence, the year, the age, the educational status, race, marital status, causa mortis, and pregnancy-puerperal period in which death has occurred. The born alive rate of was obtained from the SINASC database. Data about the reason for maternal mortality in Goiás and in Brazil was obtained from DATASUS. Outcomes: 348 deaths were found in the sum of respective years. In Goiás...

Condições de vida e mortalidade infantil no município do Embu, São Paulo; Living conditions and infant mortality in the municipality of Embu, São Paulo, Brazil

VENTURA, Renato Nabas; OLIVEIRA, Eleonora Menicucci de; SILVA, Edina Mariko K. da; SILVA, Nilza Nunes da; PUCCINI, Rosana Fiorini
Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicador: Sociedade de Pediatria de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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86.02%
OBJETIVO: Descrever a distribuição do coeficiente de mortalidade infantil e seus componentes no município do Embu, São Paulo, no período de 1995 a 1998, segundo os estratos de condições de vida. MÉTODOS: Estudo descritivo com análise por conglomerados,dos 135 setores censitários do município de Embu, agrupados em quatro estratos de condições de vida: estrato 1, com melhores condições de moradia, renda e escolaridade; estratos 2 e 3, intermediários; estrato 4, no qual todas as moradias eram aglomerados subnormais ou favelas. Foram calculados os coeficientes de mortalidade infantil, neonatal e pós-neonatal, a proporção entre óbitos neonatais e pós-neonatais, o risco atribuível populacional e mortalidade proporcional por causas, para os anos de 1995 a 1998, segundo os quatro estratos de condições de vida estabelecidos. RESULTADOS: O estrato 4 apresentou maiores coeficientes de mortalidade infantil e risco atribuível populacional em relação aos estratos intermediários, em todos os anos do estudo. Esse estrato apresentou, também, as menores proporções entre mortalidade neonatal e pós-neonatal. O risco atribuível populacional no estrato 4 foi maior que os demais estratos para as afecções perinatais (159...

Indicadores de mortalidade

Reibnitz, Calvino; d’Orsi, Eleonora; Boing, Antonio Fernando
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Unidade 2 do módulo 3 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família. Arquivo .zip contendo página html com recursos de texto, imagens e animações em flash.
PT_BR
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96.03%
Este objeto aborda o uso e a forma de cálculos dos principais indicadores de mortalidade - a mortalidade proporcional, por causas, por idade e as curvas de mortalidade proporcional - usados na Saúde Pública; o coeficiente geral de mortalidade; a taxa de mortalidade específica; a taxa de mortalidade infantil e por fim a taxa de mortalidade materna. Unidade 2 do módulo 3 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.; 1.0; Ministério da Saúdes/OPAS/OMS

Coeficiente padronizado de anos de vida perdidos, de Haenszel: comparação com o coeficiente padronizado de mortalidade geral, quanto à utilização como indicador de nível de saúde de populações; Haenszel's standardized coefficient of lost years of life: a comparison with the standardized coefficient of general mortality with regard to its use as a health level indicator for populations

Juliano, Yára; Novo, Neil Ferreira; Goihman, Samuel; Paiva, Elias Rodrigues de; Leser, Walter
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/1987 POR
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85.86%
Estudou-se o Coeficiente de Anos de Vida Perdidos (CAVP), proposto por Haenszel, em 1950, utilizando os dados populacionais confiáveis de países e das sub-regiões administrativas do Estado de São Paulo. Os resultados mostraram que: a) há conveniência em adotar 75 anos como idade limite, para o cálculo do CAVP, bem como intervalo de 10 anos para as classes etárias que se seguem às duas primeiras ( < 1 e 1 - 4 ); b) comparando as ordenações de países e de sub-regiões, segundo o CAVP e segundo o Coeficiente Padronizado de Mortalidade Geral (CMGP), com a correspondente segundo o Indicador Abrangente de NOVO (Z), adotado como referencial, verificou-se que as discrepâncias foram significantemente menores no caso do primeiro; c) a variação, no tempo, dos dois coeficientes, em países estudados, calculada pela taxa de variação anual (TVA), foi traduzida mais expressivamente pelo CAVP do que pelo CMGP; d) utilizando como referencial o Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI), as discrepâncias da ordenação da TVA, baseadas no CAVP, foram significantemente menores do que as baseadas no CMGP. Concluiu-se que o CAVP pode, com vantagem, substituir o CMGP.; The Lost Years of Life Rate (LYLR), proposed by Haenszel in 1950, but since then seldom mentioned in literature...

Políticas de saúde materna no Brasil: os nexos com indicadores de saúde materno-infantil; Maternal health policies in Brazil: relations to maternal and child health indicators

Santos Neto, Edson Theodoro dos; Alves, Kelly Cristina Gomes; Zorzal, Martha; Lima, Rita de Cássia Duarte
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2008 POR
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86.01%
Desde o início do processo de medicalização diversos esforços ocorreram para a perpetuação da força de trabalho. Uma das medidas para o exercício do controle estatal foi a institucionalização do parto. Com isso, o entendimento sobre os processos fisiológicos e patológicos referentes à gestante, ao parto e ao recém-nascido avançou nos campos científico e tecnológico, permitindo a intervenção médica para melhoria das condições de saúde materno-infantil. O presente estudo se propõe a identificar as principais legislações que fundamentaram a formulação e a execução de políticas públicas para a saúde materno-infantil no Brasil, a partir da década de 1980, além de estabelecer as relações dessas políticas com indicadores de mortalidade materna e neonatal, no período de 1996 a 2005. Uma pesquisa documental foi realizada para identificar as principais legislações aprovadas e políticas implementadas pelo Ministério da Saúde relacionadas à saúde materno-infantil; enquanto os dados referentes aos indicadores de saúde foram coletados nas bases de dados do SINASC e SIM e disponibilizados on-line. Concluiu-se que as políticas públicas geradas no seio da sociedade pelos movimentos sociais na década de 1980...

A confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade por doenças crônicas não-transmissíveis

Laurenti,Ruy; Mello Jorge,Maria Helena P. de; Gotlieb,Sabina Léa D.
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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85.9%
As estatísticas de mortalidade constituem- se em importante subsídio para o conhecimento do perfil epidemiológico de uma população, elaboração de indicadores de saúde e conseqüente planejamento de ações desse setor. No Brasil, esses dados são rotineiramente elaborados, desde 1975, pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, que tem cobertura estimada em torno de 82%, com variações nas regiões do país. Quanto à confiabilidade dos dados, está ocorrendo uma melhora gradativa, mas há, ainda, cerca de 14% de mortes classificadas como mal definidas. O objetivo deste trabalho é mostrar a confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade por doenças crônicas não-transmissíveis. A partir de investigações levadas a efeito por pesquisadores nacionais e internacionais, são feitos comentários e críticas, sendo possível concluir que, embora ainda não totalmente exatos ou confiáveis, esses dados são relevantes para numerosas avaliações epidemiológicas. É bom ressaltar que os dados brasileiros de mortalidade, do ponto de vista qualitativo, têm exatidão e fidedignidade semelhantes aos de qualquer outro país de longa tradição na elaboração dessas estatísticas.

Desigualdade de indicadores de mortalidade no Sudeste do Brasil

Cordeiro,Ricardo; Olivencia P,Eduardo R; Cardoso,Chrystiano F; Cortez,Daniela B; Kakinami,Eric; Souza,Jacques J G; Souza,Maria T M; Fernandes,Ricardo Augusto; Guercia,Rodrigo F; Adoni,Tarso
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1999 PT
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96.12%
INTRODUÇÃO: Há indícios de que a deterioração das condições de trabalho ocorrida em anos recentes influencie a mortalidade. O objetivo do estudo é estimar indicadores de mortalidade para a população de Botucatu, classificada de acordo com as ocupações exercidas. MÉTODO: Foram calculados os indicadores coeficiente de mortalidade padronizado (CMP), razão de risco padronizada e anos potenciais de vida perdidos (APVP) para a população de Botucatu, em 1997, segundo ocupações e causas básicas do óbito. RESULTADOS: Os indicadores CMP e APVP variaram entre 0,6 e 39,9 óbitos/1000 trabalhadores e entre 33 e 334 anos/1000 trabalhadores, respectivamente, de acordo com a ocupação principal exercida. Observou-se que a ordenação quantitativa das causas de óbito depende da ocupação e do indicador utilizado. CONCLUSÕES: Os indicadores de mortalidade verificados apresentam uma grande heterogeneidade quando analisados de acordo com ocupação e causas básicas de óbito, refletindo a enorme desigualdade social existente na população estudada.

Diferenciais intra-urbanos da situação de mortalidade no município de Camaragibe: 1999 a 2003

Ferreira,Jacyra Salucy Antunes; Silva,Maria Dolores Paes da; Silva,Izabel Cristina de Avelar
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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86.08%
O perfil epidemiológico das populações tem sofrido modificações ao longo da história e nos diferentes espaços populacionais. Ao longo dos anos, a epidemiologia vem estudando as modificações no perfil epidemiológico das populações, determinando, a partir dos indicadores de saúde, a situação de saúde das mesmas, utilizando-se principalmente dos dados de mortalidade existentes nos sistemas de informação de todo país. Com o objetivo de conhecer a situação de mortalidade segundo sexo, idade, grupos de causas e causas específicas de morte no município de Camaragibe no período de 1999 a 2003, utilizou-se um estudo do tipo descritivo. Foram construídos indicadores de mortalidade, utilizando-se as variáveis disponíveis no Sistema de Mortalidade (SIM). Realizou-se uma descrição da situação de mortalidade ressaltando-se os diferenciais intra-urbanos utilizando-se as RPA como unidade de análise. O comportamento da mortalidade apresentou variações em função da RPA de residência; porém, para alguns dos indicadores, esses diferenciais não foram muito claros. Os resultados do estudo sugeriram que os diferenciais de mortalidade estavam polarizados nas regiões do município, necessitando de maior aprofundamento dessa análise...