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Estudos de validação da escala de impulsividade BIS-11 de Barratt para uma amostra da população portuguesa

Fernandes, Daniela Antónia Rosária
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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37.63%
A impulsividade faz parte do comportamento humano e tem gerado investigações em todo o mundo desde há muito tempo. Em Portugal, a investigação nesta área é recente e, especificamente ao nível da avaliação psicológica é bastante escassa. O presente estudo pretende colmatar a lacuna existente quanto a instrumentos de medição desse construto, com o objetivo de validar um instrumento de avaliação da impulsividade para a população portuguesa (Escala de Impulsividade de Barratt- 11º versão – BIS-11). Recorrendo a uma amostra da população geral (N = 371) cujos participantes têm idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, procurou-se apurar as qualidades psicométricas da BIS-11 a nível da precisão e de validade da escala, assim como estabelecer as medidas de tendência central e de dispersão. Analisou-se igualmente a influência de algumas variáveis sociodemográficas (sexo, idade e escolaridade) na impulsividade. Os resultados obtidos nos estudos de precisão indicam qualidades psicométricas razoáveis ao nível da consistência interna, porém a estabilidade temporal não foi garantida. A estrutura multidimensional subjacente à BIS-11 permitiu a identificação de três fatores, tal como é corroborado na bibliografia: Atenção...

Estudos de avaliação da impulsividade com a BIS-11 de Barratt numa amostra forense da DGRSP

Pereira, Tânia
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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37.69%
Este estudo teve como principal objetivo avaliar a impulsividade através da BIS-11, uma escala de avaliação da impulsividade desenvolvida por Barratt, numa amostra forense da DGRSP de Vila Franca de Xira. A amostra total é constituída por 56 participantes (28 participantes com processos na DGRSP e 28 da população geral), com idades entre os 18 e 55 anos. As subamostras são equivalentes no que respeita ao sexo, idade e nível de instrução. A todos os participantes os protocolos foram administrados individualmente e pela mesma sequência: Questionário de dados sociodemográficos; a Escala de Avaliação da Impulsividade de Barratt (BIS-11); a Escala de avaliação da empatia (ESEMP); a Escala de Desejabilidade Social em Contexto de Avaliação (DESCA) e a Escala da Personalidade de Eysenck (EPQ-R). Os resultados mostraram que a BIS-11 têm globalmente uma boa consistência interna na subamostra forense; os participantes desta subamostra forense não registaram mais impulsividade que os da subamostra de controlo e em função da correlação entre a BIS-11 e a DESCA, os participantes forenses não responderam de acordo com a desejabilidade social. A dimensão Extroversão (medida pelo EPQ-R) parece ser a que mais se relaciona com a impulsividade.; This studies had as a main goal to avalue impulsivity through BIS-11...

Análise das caraterísticas psicométricas da Escala de Impulsividade UPPS-P na população portuguesa mediante o Modelo de Rasch

Leandro, André Justino
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
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37.42%
O trabalho tem por finalidade realizar uma análise das caraterísticas psicométricas da escala de impulsividade UPPS-P, na População Portuguesa, através do Modelo de Rasch. A amostra é constituída por 3131 pessoas, de ambos os sexos (55,6% homens e 44,4% mulheres) com uma média de idades de 43 anos (DP=12,3). Os resultados revelam que o sistema original de quatro categorias de resposta da UPPS-P não funciona corretamente, quer na escala total, quer nas restantes dimensões. Por outro lado, observou-se que duas linhas orientadoras de Linacre não foram superadas com sucesso, nomeadamente a nível da coerência entre categorias e medidas e, entre medidas e categorias, que se revela muito fraca entre algumas delas, bem como no intervalo mínimo entre os passos de transição, que não se supera. Estes resultados encontrados fragilizam a escala e degradam a medida, pelo que se procurou uma agregação de categorias de resposta, de forma a suprimir estas fragilidades encontradas. Assim, uma solução adequada obteve-se através da agregação de duas categorias de reposta da escala UPPS-P. Após a reanálise, os resultados demonstraram que todas as linhas orientadoras de Linacre foram superadas com sucesso e que, possibilitam uma escala de avaliação da impulsividade com melhores caraterísticas psicométricas...

Avaliação da memória operacional fonológica e impulsividade de usuários de drogas atendidos em um Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental; Evaluation of phonological working memory and impulsivity of drugs users treated at an integrated care center for mental health

Costa, Luciana Lopes Silva; Navas, Ana Luiza Gomes Pinto; Oliveira, Christian Cesar Cândido; Ratto, Lilian Ribeiro Caldas; Carvalho, Kamila Helena Prior de; Silva, Helio Rodrigues da; Lopes, Cristiane; Tieppo, Carla Andréa
Fonte: CEFAC Saúde e Educação Publicador: CEFAC Saúde e Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
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27.74%
OBJETIVO: avaliar a memória operacional fonológica e relacionar com a impulsividade de pacientes em tratamento no Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental. MÉTODO: 29 usuários: 21 do gênero masculino e 8 do feminino, usuários de substâncias psicoativas, com 37,9±10,5 anos de idade e 10,59±3,53 anos de escolaridade; e 30 voluntários: 19 do gênero masculino e 11 do feminino, com 32,4±11,9 anos de idade e 11,07±3,29 anos de escolaridade, sem histórico psiquiátrico ou de dependência química foram convocados à avaliação de: 1) memória operacional para palavras e pseudo-palavras; 2) impulsividade em seus fatores de segunda ordem (impulsividade atencional, motora e de não planejamento). RESULTADOS: o desempenho dos usuários de substâncias psicoativas na avaliação da memória em comparação ao grupo controle foi pior tanto no span auditivo de palavras e pseudo-palavras como também no número total de recordação de palavras e pseudo-palavras. Na avaliação da impulsividade, os usuários apresentaram escores elevados em contraposição aos sujeitos controle em todos os subtipos de impulsividade, inclusive no total. Na análise de correlação dos dados não foram encontradas relações entre os escores de impulsividade e memória. CONCLUSÃO: : este padrão de respostas indica comprometimento da memória operacional fonológica provavelmente independente do alto nível de impulsividade apresentado pelos usuários de drogas. Estas análises contribuem para propor estratégias de tratamento direcionadas às alterações detectadas.

Associação entre impulsividade, idade do primeiro consumo de álcool e abuso de substâncias psicoativas em adolescentes de uma região do sul do Brasil

Von Diemen, Lisia
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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27.87%
Introdução: Os problemas advindos dos transtornos por uso de substâncias (TUS) apresentam alta prevalência tanto em nível mundial quanto no Brasil e se destacam por atingirem principalmente adolescentes e adultos jovens, ocasionando alto impacto econômico e social. Os fatores de risco que levam ao início e à evolução de tais transtornos são investigados há várias décadas, mas o que já foi demonstrado explica apenas parcialmente a variabilidade dessa patologia. A impulsividade tem se destacado por estar associada a diversos fatores de risco como transtorno de personalidade anti-social, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre outros, podendo ser o elo que liga essas patologias ao TUS. Embora a impulsividade tenha sido associada a transtornos relacionados ao álcool e outras drogas em diversos estudos, há uma carência de evidências em amostras comunitárias, particularmente em adolescentes. A literatura identifica também a associação da idade do primeiro consumo de álcool (IPCA) com TUS. Contudo, ainda há controvérsias a respeito da IPCA ser um fator de risco independente ou uma manifestação de outras características e transtornos associados à TUS. Além disso, as evidências da associação IPCA/TUS são na sua maioria provenientes de estudos norte-americanos; considerando-se que a IPCA pode ser afetada por características culturais...

Uso de álcool na adolescência, impulsividade e comportamentos de risco em ratos wistar

Passos, Jonatas Argemi Foster
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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37.54%
Contexto. A impulsividade é um conceito formado a partir de diversas dimensões comportamentais. Desta forma a avaliação do comportamento impulsivo apresenta características complexas e distintas, que devem ser levadas em conta durante o processo de diagnóstico ou pesquisa. Objetivo. Este artigo de revisão apresenta os principais instrumentos de avaliação do comportamento impulsivo tanto em animais, quanto em humanos, relacionando as indicações e limitações de cada instrumento, assim como apontando referências de artigos empíricos que exemplificam cada protocolo. Método. Foram realizadas buscas nos sistemas Medline, PsycINFO e BVS/Bireme durante o período de 2007 a 2012. Resultados. Para humanos foram apontados quatro questionários e oito tarefas, e para animais foram apontadas seis tarefas. Entre os questionários a Escala de Impulsividade Barrat 11 se destaca, assim como a tarefa Delay Discounting, tanto para humanos quanto para animais. Conclusão. Estudos que utilizam instrumentos de modelos diferentes são sugeridos, assim como validação de escalas de impulsividade para diferentes populações brasileiras.; Background. The concept of impulsivity encompasses several behavioral dimensions. Therefore, the evaluation of impulsive behavior is quite complex and can vary greatly. Hence...

Impulsividade, perceção das práticas educativas parentais, comportamentos antissociais e delinquentes em adolescentes: uma amostra em contexto escolar

Neves, Andreia de Oliveira
Fonte: Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz Publicador: Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2013 POR
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37.69%
Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Psicologia Forense e Criminal; O presente estudo, tem como objetivo analisar a relação entre as características individuais (e.g. impulsividade) e características familiares (e.g. práticas educativas parentais e estrutura do agregado familiar) em relação à perpretação de comportamentos antissociais e delinquentes.; Para a concretização destes objetivos foram utilizados três instrumentos: Questionário de estilos educativos parentais – QEEP (Ducharne, Cruz, Marinho & Grande, 2006), a Escala de Condutas Antissociais e Delitivas – CAD (Formiga, 2003) adaptado por Sousa e Soeiro 2009 e Escala de Impulsividade de Barrat – Bis-11C (Cosi, Canals & Vigil-Colet, (2008, traduzida por Neves e Soeiro, 2013). Os instrumentos foram aplicados, em contexto escolar, na região de Lisboa. A amostra recolhida é composta por (n=178) indivíduos, dos quais 48,9% são elementos do sexo masculino (n=87) e 51,1% são do sexo feminino (n=91), com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos.; Os resultados obtidos indicam que em relação ao género, existem diferenças significativas apenas no comportamento antissocial e delinquente. Quanto aos comportamentos antissociais e delinquentes relativamente aos tipos de impulsividade...

Impulsividade do consumidor na compra

Fernandes, Paula M.; Veiga, Feliciano
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2006 POR
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37.69%
Este artigo baseia-se num estudo realizado para a obtenção do grau de Mestre em Ciências da Comunicação do primeiro autor, cuja dissertação foi apresentada na Universidade Católica de Lisboa, com o título “Comportamentos de impulsividade e liberdade do consumidor na compra, em contextos de comércio real e virtual”, sendo orientada pelo segundo autor.; O presente estudo teve como objectivo geral a determinação da ocorrência de comportamentos de impulsividade do consumidor na compra — em contextos de comércio real e virtual (pela Internet) —, bem como a análise das relações entre tais comportamentos e um conjunto de variáveis pessoais e sociais, operacionalizadas como independentes. No âmbito da metodologia utilizada, a amostra incluiu 254 indivíduos diferenciados quanto à idade, de ambos os sexos e residentes no distrito de Lisboa. Como instrumentos de avaliação foi utilizada a escala Consumer buying impulsivity, de Youn (2000), composta por 5 factores (impulso à compra, emoções positivas, gestão de humor, deliberação cognitiva, e indiferença ao futuro); utilizou-se, ainda, a Escala de satisfação com a vida, de Diener (1985), e a Escala de auto-estima, de Rosenberg (1965). A análise dos resultados permitiu encontrar relações significativas entre os comportamentos de impulsividade na compra e as variáveis independentes...

Impulsividade, orientação temporal e a sua relação com desvio na adolescência

Silva, Filipa Maria Roncon de Vilhena e
Fonte: ISPA - Instituto Universitário das Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: ISPA - Instituto Universitário das Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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37.54%
Dissertação de Mestrado em Psicocriminologia; Este estudo teve como objetivos investigar o efeito mediador da Orientação para o Futuro, na relação entre a Impulsividade e os Comportamentos Desviantes, como também examinar se existem diferenças de desviância entre os adolescentes com e sem contacto com a justiça portuguesa. Os dados foram obtidos mediante a participação de 126 adolescentes, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos. Os participantes completaram as seguintes escalas: Escala de Comportamentos Desviantes; Escala de Orientação Temporal e BIS11 – Escala de Impulsividade de Barratt, versão 11. Os dados foram analisados estatisticamente através de correlações, regressões lineares e comparações de médias. Os resultados suportam a hipótese principal de que a orientação para o futuro medeia a relação entre impulsividade e comportamentos desviantes, como também suportam a hipótese de que os adolescentes que têm duas ou mais medidas tutelares praticam mais comportamentos desviantes que os adolescentes que têm apenas uma medida. Contudo, os resultados não suportam a hipótese de que os adolescentes que estão a cumprir medidas tutelares praticam mais comportamentos desviantes que os adolescentes que não estão a cumprir medidas. Os resultados são discutidos...

Agressores sexuais de menores e reclusão: estudo exploratório sobre personalidade, impulsividade e espontaneidade

Antunes, Diana Teresa Nabais
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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37.63%
Este estudo partiu da necessidade de maior compreensão dos agressores sexuais de menores e, em particular, de conhecer melhor variáveis como a personalidade, a espontaneidade e a impulsividade, bem como a influência que o estado de reclusão pode exercer nelas. Assim, procurou-se caracterizar os agressores sexuais de menores, usando o mesmo conjunto de instrumentos igualmente noutras duas amostras, de reclusos não agressores sexuais e de não reclusos. Participaram no estudo 90 adultos, homens da região de Lisboa, em 3 amostras independentes: 30 reclusos abusadores sexuais de menores, 30 reclusos não abusadores sexuais e 30indivíduos em liberdade. Como instrumentos foram usados o NEO-FFI (Neo Five-Factor Inventory, Costa & McCrae, 1992), o SAI-R (Spontaneity Assessment Inventory – Revised, Kipper, 2005); Subescala de Impulsividade do NEO-PI-R (Neo Personality Inventory - Revised, Costa & McCrae, 1992; Lima & Simões, 2000). Os principais resultados obtidos mostraram que, nesta amostra, os agressores sexuais de menores são os menos espontâneos, conscienciosos e extrovertidos e os mais neuróticos. Apresentam níveis de impulsividade, abertura à experiência e amabilidade superiores aos dos não reclusos mas inferiores aos dos outros reclusos. Além disso...

Impulsividade e acidentes de trânsito

Araújo,Marcus Maximilliano; Malloy-Diniz,Leandro Fernandes; Rocha,Fábio Lopes
Fonte: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
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27.74%
CONTEXTO: As lesões por acidentes de trânsito são um problema de saúde pública e constituem uma das principais causa mortis de adultos jovens no mundo. OBJETIVO: Revisar resultados relevantes sobre a relação entre impulsividade e comportamentos de risco e acidentes de trânsito. MÉTODO: O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases MedLine, LILACS, Desastres, Cochrane Lybrary, no banco de teses da CAPES e PsycINFO, compreendendo o período de 1966 a 2006. RESULTADOS: Dos 11 estudos originais encontrados ("n" de 3806 indivíduos), seis abordaram a associação entre impulsividade e comportamento de risco no trânsito e cinco trataram da impulsividade e acidentes de trânsito. A associação entre impulsividade e correr por aventura foi observada em dois estudos e a correlação entre impulsividade e infrações em três. No desfecho acidentes, três autores mostraram associação e dois não. CONCLUSÕES: A impulsividade está associada ao comportamento de risco no trânsito, correr por aventura e infrações. A associação entre impulsividade e mais envolvimento em acidentes é controversa.

Ideação suicida, resolução de problemas, expressão de raiva e impulsividade em dependentes de substâncias psicoativas

Almeida,Rosa Maria Martins de; Flores,Antoniéle Carla Stephanus; Scheffer,Morgana
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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37.42%
Este estudo teve por objetivo comparar homens dependentes de substâncias psicoativas, com não dependentes, quanto às funções executivas e à expressão emocional e comportamental relacionando com a presença de ideação suicida. A amostra foi composta por 25 dependentes de substâncias psicoativas e 25 não dependentes. Empregou-se na coleta de dados um questionário sociodemográfico e de aspectos de saúde, a Entrevista Diagnóstica (MINI-Plus), o Inventário de Expressão de Raiva como Estado e Traço, a Escala de Impulsividade de Barratt (BIS-11), o Teste Wisconsin de Classificação de Cartas e a Escala de Ideação Suicida de Beck. Conclui-se que os dependentes de substâncias psicoativas do estudo não apresentaram alterações cognitivas significativas, o que não vai ao encontro da literatura, porém apresentaram alterações quanto à impulsividade e à expressão de raiva.

Construção e estudos psicométricos de uma Escala de Avaliação da Impulsividade

Ávila-Batista,Ana Cristina; Rueda,Fabián Javier Marín
Fonte: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia Publicador: Universidade de São Francisco, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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37.42%
O trabalho teve como objetivo descrever a construção e os estudos psicométricos iniciais de uma escala para avaliação da impulsividade. Para isso foram realizados três estudos com três amostras diferentes de alunos de um curso técnico em segurança pública do estado de Minas Gerais. Em todos os casos, a análise da estrutura interna evidenciou a existência de quatro fatores. A denominação dos fatores foi "Falta de concentração e de persistência", "Controle cognitivo", "Planejamento futuro" e "Audácia e temeridade". A análise de precisão por meio do alfa de Cronbach apresentou coeficientes considerados adequados. Os resultados da pesquisa permitiram concluir que os objetivos iniciais do estudo foram alcançados, construindo a Escala de Avaliação da Impulsividade (EsAvI), que pode ser aplicada tanto em sua forma A quanto em sua forma B (EsAvI-A e EsAvI-B, respectivamente).

Avaliação da memória operacional fonológica e impulsividade de usuários de drogas atendidos em um Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental

Costa,Luciana Lopes Silva; Navas,Ana Luiza Gomes Pinto; Oliveira,Christian Cesar Cândido; Ratto,Lilian Ribeiro Caldas; Carvalho,Kamila Helena Prior de; Silva,Helio Rodrigues da; Lopes,Cristiane; Tieppo,Carla Andréa
Fonte: CEFAC Saúde e Educação Publicador: CEFAC Saúde e Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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27.74%
OBJETIVO: avaliar a memória operacional fonológica e relacionar com a impulsividade de pacientes em tratamento no Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental. MÉTODO: 29 usuários: 21 do gênero masculino e 8 do feminino, usuários de substâncias psicoativas, com 37,9±10,5 anos de idade e 10,59±3,53 anos de escolaridade; e 30 voluntários: 19 do gênero masculino e 11 do feminino, com 32,4±11,9 anos de idade e 11,07±3,29 anos de escolaridade, sem histórico psiquiátrico ou de dependência química foram convocados à avaliação de: 1) memória operacional para palavras e pseudo-palavras; 2) impulsividade em seus fatores de segunda ordem (impulsividade atencional, motora e de não planejamento). RESULTADOS: o desempenho dos usuários de substâncias psicoativas na avaliação da memória em comparação ao grupo controle foi pior tanto no span auditivo de palavras e pseudo-palavras como também no número total de recordação de palavras e pseudo-palavras. Na avaliação da impulsividade, os usuários apresentaram escores elevados em contraposição aos sujeitos controle em todos os subtipos de impulsividade, inclusive no total. Na análise de correlação dos dados não foram encontradas relações entre os escores de impulsividade e memória. CONCLUSÃO: : este padrão de respostas indica comprometimento da memória operacional fonológica provavelmente independente do alto nível de impulsividade apresentado pelos usuários de drogas. Estas análises contribuem para propor estratégias de tratamento direcionadas às alterações detectadas.

Investiga??o da impulsividade pela Prova de Rorschach em policiais militares do Comando de Miss?es Especiais da Pol?cia Militar do Par?

GUEDES, Catia de Farias
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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27.78%
O presente trabalho surgiu do desejo em compreender o aparecimento da vari?vel impulsividade que no projeto de pesquisa trouxemos como hip?tese, que policias militares de Miss?es Especiais apresentariam respostas de impulsividade mediante resultados em avalia??es anteriores com outros testes como o Palogr?fico e o Wartegg. A impulsividade nos inquietou pelo fato de fazer parte dos crit?rios de corte em sele??o para o exerc?cio das fun??es policiais militares. A proposta de nossa pesquisa em utilizar a Prova de Rorschach como instrumento de investiga??o consolidou-se pela propriedade do teste em avaliar a din?mica da personalidade e por ser uma t?cnica projetiva. O m?todo escolhido teve um delineamento quantitativo e qualitativo e foram destacados do instrumento os fatores relevantes ? investiga??o dos ind?cios de impulsividade. Os sujeitos correspondem a 20% do efetivo operacional da tropa pesquisada e foram selecionados segundo crit?rios baseados na fun??o que exercem, perman?ncia na unidade, dentre outros. Com a pesquisa, refutamos a hip?tese inicial e constatamos que a impulsividade interpretada anteriormente apresentou-se como prontid?o e imediatismo de atitudes, e que mesmo com ?ndice Imp elevado, o grupo apresentou recursos de controle interno satisfat?rios para que a impulsividade n?o se torne prejudicial ou mesmo interfira em suas fun??es operacionais. Discuti-se sobre a possibilidade de investiga??o de um escore espec?fico para o tipo de atividade policial especial desenvolvida por esse grupo ou por outros de atividades semelhantes...

Avaliação da memória operacional fonológica e impulsividade de usuários de drogas atendidos em um centro de atenção integrada à saúde mental; Evaluation of phonological working memory and impulsivity of drugs users treated at an integrated care center for mental health

COSTA, Luciana Lopes Silva; NAVAS, Ana Luiza Gomes Pinto; OLIVEIRA, Christian Cesar Cândido; RATTO, Lilian Ribeiro Caldas; CARVALHO, Kamila Helena Prior de; SILVA, Helio Rodrigues da; LOPES, Cristiane; TIEPPO, Carla Andréa
Fonte: CEFAC Saúde e Educação Publicador: CEFAC Saúde e Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
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27.74%
OBJETIVO: avaliar a memória operacional fonológica e relacionar com a impulsividade de pacientes em tratamento no Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental. MÉTODO: 29 usuários: 21 do gênero masculino e 8 do feminino, usuários de substâncias psicoativas, com 37,9±10,5 anos de idade e 10,59±3,53 anos de escolaridade; e 30 voluntários: 19 do gênero masculino e 11 do feminino, com 32,4±11,9 anos de idade e 11,07±3,29 anos de escolaridade, sem histórico psiquiátrico ou de dependência química foram convocados à avaliação de: 1) memória operacional para palavras e pseudo-palavras; 2) impulsividade em seus fatores de segunda ordem (impulsividade atencional, motora e de não planejamento). RESULTADOS: o desempenho dos usuários de substâncias psicoativas na avaliação da memória em comparação ao grupo controle foi pior tanto no span auditivo de palavras e pseudo-palavras como também no número total de recordação de palavras e pseudo-palavras. Na avaliação da impulsividade, os usuários apresentaram escores elevados em contraposição aos sujeitos controle em todos os subtipos de impulsividade, inclusive no total. Na análise de correlação dos dados não foram encontradas relações entre os escores de impulsividade e memória. CONCLUSÃO: : este padrão de respostas indica comprometimento da memória operacional fonológica provavelmente independente do alto nível de impulsividade apresentado pelos usuários de drogas. Estas análises contribuem para propor estratégias de tratamento direcionadas às alterações detectadas.; PURPOSE: to evaluate the phonological working memory abilities and check possible influences of impulsivity in patients starting treatment at the program for Alcohol and Drug users at CAISM. METHOD: 29 patients: 21 males and 8 females...

Preditores da compulsividade sexual: afeto, impulsividade e alexitimia

Guerra, Lara Sabrina de Matos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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37.63%
A compulsividade sexual é uma condição que pelas suas características e consequências negativas tem um efeito significativo na vida de um indivíduo. Assim, este tema tem sido alvo de particular atenção entre diversos investigadores e clínicos que procuram clarificar questões relacionadas com a sua etiologia, prevenção e tratamento. A presente investigação teve como objetivo avaliar se o afeto, a impulsividade e a alexitimia se constituem como variáveis preditoras da compulsividade sexual. A amostra do estudo foi constituída por 414 estudantes do Ensino Superior, entre eles 179 do sexo masculino e 235 do sexo feminino. Tais participantes foram avaliados de acordo com, a Escala de Afeto Positivo e Negativo (PANAS), a Escala de Impulsividade Barrat-11 (BIS-11), a Escala de Alexitimia de Toronto de 20 itens (TAS-20) e a Escala de Compulsividade Sexual (SCS). Relativamente às emoções, os dados sugerem que o afeto negativo prediz significativamente este comportamento sexual em ambos os sexos. Quanto ao papel da impulsividade, a impulsividade motora e de planeamento demonstrou ser a melhor preditora desta síndrome clínica nas mulheres, já nos homens apesar do modelo se ter revelado significativo, não houve preditores significativos. Para além disso...

Impulsivity: A view from the behavioral neuroscience and developmental psychology; Impulsividad: una visión desde la neurociencia del comportamiento y la psicología del desarrollo; Impulsividade: uma visão a partir de neurociência comportamental e psicologia do desenvolvimento

Sánchez-Sarmiento, Paola; Giraldo, Juan José; Quiroz-Padilla, María Fernanda
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 15/02/2013 SPA
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37.42%
Impulsivity has been linked to three main factors: performing without direct involvement of the frontal lobe functions, an increase in the speed of response, and the acquisition of immediate gratification. This behavioral inhibition deficit involves a variety of behaviors including aspects of hyperexcitability, behavioral disinhibition and higher order decision making. Although by tradition, the definition of this executive function has been conceptualized from a psychopathological view, currently, the wide variety of neuropsychological, developmental and animal models assessment techniques encourage us to establish dialogues that integrate the knowledge of these theoretical perspectives for the interpretation and understanding of impulsivity.; La impulsividad se ha asociado a tres factores principales: el actuar sin una implicación directa de las funciones del lóbulo frontal, un aumento en la velocidad de la respuesta emitida y una obtención inmediata de gratificación. Este déficit de inhibición conductual abarca una variedad de comportamientos que incluyen los aspectos de la hiperexcitabilidad, la desinhibición del comportamiento y el orden superior de toma de decisiones. Aunque por tradición, la definición de esta función ejecutiva ha sido conceptualizada desde una visión psicopatológica...

Desvalorização Temporal, Dependência química e Impulsividade; Desvalorización Temporal, Dependencia química e Impulsividad

Matta, Adriana; Gonçalves, Fábio Leyser; Bizarro, Lisiane
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2014 SPA
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37.54%
Desvalorização pelo atraso (DA) se refere à escolha especialmente influenciada pelo grau de imediaticidade com que um bem é liberado, havendo a diminuição de sua preferência em função do atraso em sua liberação. A DA se relaciona de forma positiva com a impulsividade e está presente em portadores de diversos tipos de dependências químicas e de outros transtornos que envolvem a impulsividade. Este artigo tem como objetivo apresentar a DA e sua relação com a dependência química a partir de revisão de estudos que verificaram a relação entre ambos e a aplicabilidade dos resultados como medida de impulsividade. Os estudos demonstraram que a desvalorização se associa de forma significativa com o consumo de substâncias e revelaram que sua avaliação pode ser uma importante informação no processo de tomada de decisão no uso de substâncias. Apresentam-se também estratégias de intervenção capazes de controlar e modificar a DA.; Descuento por demora (DD) se refiere a la elección, especialmente influída por  el grado de inmediatez con la que uma recompensa es liberada, habiendo disminución de su preferencia en función del retraso en su liberación. El DD se relaciona positivamente con la impulsividad y está presente en pacientes con diversos tipos de adicciones y otros trastornos relacionados con la impulsividad. Este artículo tiene como objetivo presentar el DD y su relación con la dependencia química a partir de una revisión de los estudios que examinaron la correlación entre ellos y...

Impulsividade e acidentes de trânsito; Impulsiveness and traffic accidents

Araújo, Marcus Maximilliano; Malloy-Diniz, Leandro Fernandes; Rocha, Fábio Lopes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Instituto de Psiquiatria Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Instituto de Psiquiatria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2009 POR
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CONTEXTO: As lesões por acidentes de trânsito são um problema de saúde pública e constituem uma das principais causa mortis de adultos jovens no mundo. OBJETIVO: Revisar resultados relevantes sobre a relação entre impulsividade e comportamentos de risco e acidentes de trânsito. MÉTODO: O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases MedLine, LILACS, Desastres, Cochrane Lybrary, no banco de teses da CAPES e PsycINFO, compreendendo o período de 1966 a 2006. RESULTADOS: Dos 11 estudos originais encontrados ("n" de 3806 indivíduos), seis abordaram a associação entre impulsividade e comportamento de risco no trânsito e cinco trataram da impulsividade e acidentes de trânsito. A associação entre impulsividade e correr por aventura foi observada em dois estudos e a correlação entre impulsividade e infrações em três. No desfecho acidentes, três autores mostraram associação e dois não. CONCLUSÕES: A impulsividade está associada ao comportamento de risco no trânsito, correr por aventura e infrações. A associação entre impulsividade e mais envolvimento em acidentes é controversa.; BACKGROUND: Injuries due to road traffic accidents are a major public health problem as well as one of the main causes of death among young males aged 15 to 44 years. OBJECTIVES: This paper reviews the relation between impulsiveness and risk driving behavior and between impulsiveness and traffic accidents. METHODS: Bibliographic review. Sources: MedLine (1966 to 2006)...