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O imperialismo: os teóricos precursores e o debate contemporâneo; Imperialism: the theoretical precusors and the contemporary debate

Ferreira, Paulo Sergio Souza
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/09/2011 PT
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37.44%
O objetivo deste trabalho é a discussão sobre a importância da teoria marxista do imperialismo para a compreensão do capitalismo hodierno. Para tanto, faz-se uma breve análise das principais contribuições dos autores marxistas clássicos. Posteriormente, veremos os alcances e limites da teoria clássica do imperialismo nos debates atuais relativos ao neoliberalismo, a financeirização da economia, ao papel do capital financeiro no capitalismo contemporâneo e a hegemonia norte-americana no mundo atual. Parte-se da idéia de que o imperialismo representa o elemento central na explicação do capitalismo, desde a década de 1870. Porém, podemos destacar 3 subfases no desenvolvimento do capital monopolista: primeiro, o período compreendido entre os anos de 1870 a 1913; o segundo período, compreendido entre os anos de 1920 a 1970; o terceiro período, entre o final da década de 1970 e ainda não finalizado.; The objetive of this work is discussing about the importance of the Marxs theory of Imperialism to insight of hodiern capitalism. For this purpose, it makes a brief analysis of main contributions of the classical marxists authors. After that, we see the achievements and limitations of the classical theory of Imperialism in the current discussions about the neoliberalism...

Imperialismo e produção do espaço urbano: a indústria do amianto e a construção da cidade de Minaçu-GO; Imperialism and production of urban space: asbestos industry and the construction of the city of Minaçu-GO

Barbosa, Fábio de Macedo Tristão
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/12/2013 PT
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A pesquisa que ora se apresenta ocupou-se do debate sobre o imperialismo como modo de ser do capitalismo contemporâneo e sua relação com o espaço urbano olhado a partir da indústria do amianto e, consequentemente, perpassando por temas como trabalho, saúde dos trabalhadores expostos ao amianto e movimentos sociais que defendem o banimento deste mineral. A forma genérica/universal do imperialismo expressa-se concretamente sob formas diversas nos diferentes lugares/partes do mundo. Cada parte anuncia o mundo no lugar e compõe o mosaico de lugares que forma a totalidade social imperialista. Portanto, do ponto de vista do método de interpretação, adota-se a dialética universal-particular refletida no modo pelo qual o imperialismo efetivamente se realiza. Este procedimento analítico coloca o desafio de fazer as reflexões necessárias relacionando teorias e fatos, de modo a identificar e compreender como os processos de ordem geral realizam-se em âmbito particular. E, em contrapartida as teorias e os conceitos, enquanto instrumentos de análise, permitiram que esse particular elucidado iluminasse a generalidade dos processos estudados relativos a exploração do amianto em Minaçu-Goiás. O recorte empírico da pesquisa é a indústria do amianto no que ela tem de mais universal e a cidade de Minaçu em Goiás no que ela tem de particular. A primeira relação entre estes dois fenômenos é justamente o fato de a cidade de Minaçu-GO abrigar a terceira maior mina de amianto do mundo e única da América Latina e do Brasil em atividade. Portanto...

As mudanças na cultura e no imperialismo norte-americano no início do século XXI

Cavinato, Paulo Ricardo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Com a chegada do século XXI, o mundo vê-se, novamente, frente a um novo período de transição. Durante a década de 90 o mundo presenciou um momento de supremacia hegemônica dos Estados Unidos, com a consolidacão do neoliberalismo e com a expectativa dos EUA serem os responsáveis pela tentativa de construção de um novo sistema internacional pós-Guerra Fria. Todavia, o início do novo século pôs tudo isso em xeque, em virtude das rápidas e intensas transformações políticas, econômicas e sociais que o mundo tem presenciado nos últimos anos. Assim, nota-se que os EUA, abalados pela crise financeira de 2008, vivem um momento de transição, no qual terão de se adaptar ao novo cenário interno e externo. Esse trabalho tem por objetivo investigar como a política externa dos Estados Unidos vem mudando nos últimos anos, sendo dado um enfoque especial a como o imperialismo norte-americano vem se adaptando às mudanças no cenário interno e externo e quais serão as mudanças que os norte-americanos devem promover em prol da manutenção da estrutura social, econômica e política atuais e, consequentemente, perpetuando sua posição de liderança externa.; With the arrival of the 21st century, the world finds itself once again facing a new period of transition. During the 90’s the world witnessed a moment of hegemonic supremacy of the United States...

Imperialismo, petróleo e Revolução Bolivariana: impasses político-ideológicos do governo Chávez na Venezuela

Lopes, Mariana de OLiveira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 138 f. : il. color.
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Pós-graduação em Ciências Sociais - FFC; Esta dissertação busca analisar o imperialismo na Venezuela durante o governo Chávez. Para isso é importante que se entenda a lógica do imperialismo em nível mundial, procurando entender o lugar ocupado pela Venezuela neste processo de acumulação capitalista. Neste sentido a Venezuela está ligada ao petróleo e às empresas monopolistas que no início do século XX entraram no país para explorar a riqueza nacional e a partir deste período o país passa a ser caracterizado por uma economia rentista e importadora de bens manufaturados. Os governos que se seguem buscam uma conciliação entre os interesses nacionais da renda petroleira e os interesses do capital internacional ligado ao petróleo. Busca-se, portanto, entender quais as reais mudanças em relação ao capital internacional imperialista ligado ao petróleo, que o governo Chávez, eleito em 1998, realizou no país. Para realizar esta pesquisa analisamos as diversas políticas implementadas na Nova Constituição e nas Leis Habilitantes, que geraram conflitos entre o governo bolivariano e os EUA. Buscamos entender que frações de classe são beneficiadas no interior do “bloco no poder” durante este período demonstrando os conflitos intraclasse. Com esta pesquisa pretendemos contribuir para uma análise crítica da atual conjuntura venezuelana demonstrando as mudanças durante a chamada “revolução bolivariana”. Com isso demonstrar em que medida o governo Chávez abre espaço de organização e conscientização para as classes trabalhadoras rumo a uma transição socialista; This research seeks to examine imperialism in Venezuela during the Chavez administration. For this it is important to understand the logic of imperialism the world...

Apontamentos sobre o imperialismo brasileiro nos governos FHC e Lula

Deo, Anderson
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 127-138
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Among the several changes propelled by the nancial and economic process, which began in 1990, the one which calls our attention is the one related to the role that Brazilian companies occupy in the international canary. In other words, it’s the imperialist character or, to be more precise, the subordinated imperialism which is carried out by the capital of Brazilian origin – or even international, but which has its “geographical basis” in Brazil – at the current moment of the capital internationalization.; Entre as várias mudanças que o processo de abertura econômica e financeira iniciado em 1990 impulsionou, chamanos a atenção aquela que diz respeito ao papel ocupado por empresas brasileiras no cenário internacional. Dito de outro modo,trata-se aqui do caráter imperialista, ou para ser mais preciso, do imperialismo subordinado exercido pelo capital de origem brasileira – ou mesmo internacional, mas que possui sua “base geográfica” no Brasil – no atual momento de internacionalização do capital.

Tradução e análise dos artigos de Karl Kautsky acerca do imperialismo e seus desdobramentos em relação à economia e sociedade contemporânea e o Brasil

Freitas, Giovanni Barillari de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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A eminência da Primeira Guerra Mundial efervesceu o debate entre teorias que buscavam explicar as causas e as conseqüências daqueles conflitos. Dentre os principais pensadores da época, Karl Kautsky, editor da revista Die Neue Zeit, era considerado o primeiro discípulo de Marx e Engels, exercendo, através de seus artigos, grande influência social. E foi no ano de 1914 que, através dos artigos O imperialismo e a Guerra, O ultraimperialismo e a Preparação para Paz, Kautsky definiu sua interpretação e expectativas em relação a aquele momento. O conteúdo desses artigos é de primordial relevância para estimar, observando o desenrolar do século XX, o quanto fez sentido suas interpretações. Assim, o objetivo é contribuir ao esclarecimento dos pensamentos deste autor, a fim de ajudar a entender a sociedade mundial contemporânea e o Brasil, quase um século depois de ter feito as publicações mencionadas

O imperialismo, fase contemporanea do capitalismo

Benitez, Jose Leandro Farias
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: ix, 158f.| il
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias Juridicas; Esta dissertação analisa o imperialismo segundo a teoria criada por Lênin e tenta mostrar sua validade na interpretação das manifestações contemporâneas do fenômeno. O método utilizado é o indutivo. A obra de Lênin "O Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo" deu origem à teoria marxista-leninista do imperialismo, que é caracterizado, como resultante da concentração da produção e do capital que por sua vez, dá origem aos monopólios, agrupamentos que dominam a produção imperialista. O capital industrial e o capital bancário unem-se e formam o capital financeiro, que é utilizado pelos monopólios. O imperialismo é a última fase do capitalismo, antes da revolução. Os fenômenos do imperialismo que surgiram após tal obra são: a) o capitalismo monopolista de estado, no qual os interesses dos monopólios e do estado se fundem; b) a dependência, que é a submissão dos países menos desenvolvidos às potências imperialistas, isto é, o estudado pelas teorias de neo-imperialismo; c) o surgimento de um novo imperialismo, diferente do estudado por Lênin, caracterizado pelos Estados Unidos; d) a crise do sistema imperialista. No século XX iniciou-se a crise geral do capitalismo...

Economia de guerra: uma análise da relação entre o complexo industrial militar e o imperialismo na acumulação capitalista

Damiani, Daniel Neves
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 82 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia.; Esse trabalho consiste em tentar provar, teoricamente e historicamente, a necessidade do sistema capitalista de impulsionar a política de guerra. Primeiramente, o trabalho identifica a categoria teórica do excedente econômico. Não podendo mais reinvestir esse excedente econômico nos Departamentos I e II, reproduzindo os bens de capitais ou os bens de consumo, respectivamente, o sistema, representado por sua classe dominante, é obrigado a investir continuamente no Departamento III — produtor de armamentos. Em seguida, no capitulo seguinte, o imperialismo é o objeto de estudo. Nesse ponto, os mais diversos fatos históricos são usados para comprovar a disposição do uso de violência (guerra), pela burguesia, para garantir seus interesses. As causas da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais, analisadas com a categoria teórica do imperialismo, também são abordadas. 0 terceiro capitulo inicia a parte mais histórica do trabalho. Uma vez comprovada com abstrações, a necessidade da guerra pelo sistema capitalista é comprovada na história. A primeira questão a se compreender, é a conceitualização e origem do complexo industrial-militar assim como suas conseqüências para o mundo. Em seguida...

Imperialismo: o subdesenvolvimento da América Latina e o papel da burguesia latinoamericana

Pinto Filho, Luiz Couto Corrêa
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 64 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Sócio-Econômico. Economia.; O objetivo deste trabalho é contribuir para a compreensão dos efeitos do imperialismo nos países da periferia do capitalismo, principalmente da América Latina, e identificar as relações desse imperialismo com o subdesenvolvimento da região. Para tanto será utilizado o método dialético que consiste no estudo dos fenômenos – no caso deste trabalho, econômicos, sociais e políticos – para se chegar à compreensão do todo, a uma verdade. Através da discussão teórica do imperialismo realizada por Hobson e posteriormente por Lênin, serão apresentadas as origens do imperialismo, de que forma o sistema capitalista evoluiu no imperialismo, as conseqüências dessa evolução para as nações desenvolvidas e em que partes dessas sociedades se acumulam os ganhos obtidos. A repercussão do imperialismo na periferia do capitalismo, principalmente na América Latina, fica a cargo de autores como Marini, Gunder Frank e Luis Vitale. Serão mostradas, através da análise dos trabalhos desses autores, as conseqüências das interferências imperialistas para os países latinoamericanos, o papel das burguesias locais no desenvolvimento do imperialismo na região...

Visões de império nas vésperas do "ultimato" : um estudo de caso sobre o imperialismo português (1889)

Reis, Luís Filipe Moreira Alves do Carmo
Fonte: Porto : [Edição do Autor] Publicador: Porto : [Edição do Autor]
Tipo: Dissertação
POR
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O objectivo deste estudo é salientar uma "pequena guerra" colonial, quase esquecida, do "novo imperialismo" português oitocentista: o conflito luso-macololo de 1889-1890, o qual, no entanto, suscitou o "ultimato" britânico a Portugal de 1890. Pretende-se realizar uma abordagem do ponto de vista do imaginário e, portanto, recorrer à imprensa periódica. Após traçar o contexto histórico do conflito, traçar-se-á o pano de fundo mental do objecto deste estudo, a partir de reflexões em torno da tradução portuguesa coeva das Minas de Salomão, de Rider Haggard (tradução essa geralmente atribuída a Eça de Queiróz), para, seguidamente, passar à cobertura noticiosa do conflito, através de periódicos como o jornal diário portuense A Actualidade, e outras fontes escritas (livros, jornais e revistas). Concluir-se-á que o imperialismo portugês é muito semelhante aos restantes omperialismos europeus.

Hegemonia e imperialismo: caracterizações da ordem mundial capitalista após a Segunda Guerra Mundial

Garcia,Ana Saggioro
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Instituto de Relações Internacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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O uso dos conceitos de hegemonia e imperialismo é intercalado na literatura de Relações Internacionais para explicar uma ordem internacional hierárquica sob dominação de uma potência. O termo "imperialismo" é utilizado em geral por marxistas, enfatizando o elemento da coerção, que, diferentemente do imperialismo clássico, hoje se dá de forma opaca e indireta. Já "hegemonia" é usado de forma ampla por teóricos críticos, realistas e institucionalistas, enfatizando elementos do consenso, como regras, normas e instituições internacionais. O período de dominação dos EUA é caracterizado por ambos os termos.

Sobre as teorias do imperialismo contemporâneo: uma leitura crítica

Leite,Leonardo de Magalhães
Fonte: Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas Publicador: Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2014 PT
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A teoria marxista, através do imperialismo, tem um instrumento de caracterização e interpretação do capitalismo contemporâneo. Atualmente, diversas vertentes do campo marxista (e que se assumem enquanto tal) utilizam o imperialismo em suas análises, seja através do termo neoimperialismo, novo imperialismo, imperialismo tardio, Império, globalização, neoliberalismo, ou, simplesmente, imperialismo. Desta forma, o objetivo deste artigo é analisar as interpretações marxistas do imperialismo contemporâneo e responder à questão: existe uma teoria contemporânea do imperialismo?

Imperialismo lingüístico: a história do ensino de inglês no Recife (1946-1971)

Jeanette Campbell, Courtney; Henrique Albert Brayner, Flávio (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O presente trabalho teve por objetivo analisar o desenvolvimento do ensino de inglês, destacadamente língua estrangeira hegemônica na cidade do Recife, no período de 1946 a 1971 empregando como ferramenta de análise o conceito de Imperialismo Lingüístico. Para tanto, revisamos livros e artigos escritos sobre o tema e documentos históricos da época e livros didáticos empregados no ensino de inglês, e entrevistamos professores que ensinaram esta língua no período. Verificamos que no Recife anglocentricidade e profissionalismo, legitimadores da posição da língua inglesa como língua dominante, racionalizando as atividades e crenças que contribuem para desigualdades culturais e estruturais entre inglês e outras línguas, se desenvolveram através de: o aumentou da presença norte-americana no Recife sob a forma de bens culturais e presença física; a difusão do método audiolingüal, apoiado pelo governo dos EUA e centrado no ensino das estruturas lingüísticas do inglês; e as mudanças na legislação educacional, que desobrigaram o ensino de línguas estrangeiras, reduziram a escolaridade em um ano e aumentaram as matérias obrigatórias, levando à retirada do ensino de inglês da maioria das escolas públicas. Esta mudança na estrutura escolar...

Configuração do modo realista de composição ficcional em herói derradeiro, de Joaquim Paço D’Arcos: imperialismo português em África

Cavalcanti, Wanessa Virgínia Rossiter; Bezerra, Antony Cardoso (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Com o objetivo de verificar como o autor português, Joaquim Paço d’Arcos, em Herói Derradeiro (1934), representou o contexto do Imperialismo Português na África, parte-se de uma investigação quanto ao momento histórico, a análise de outras obras que fazem uso do tema imperialista e a compreensão sobre conceito de realismo no discurso ficcional do autor. O estudo visa, portanto, realizar uma leitura da sequência narrativa do romance, focando os aspectos que dizem respeito à configurações do imperialismo segundo o autor português e, assim, averiguar como o imperialismo português se manifesta dentro do romance analisado. Aos olhos de Lukács (2000), a captura da realidade se dá quando o humano participa dos conflitos sociais, sendo a “arte maior como aquela que captura artisticamente a realidade”. Considerando-se essa premissa, recorre-se à fortuna desse e de outros teóricos de diversas extrações para, na narrativa, observar-se a construção ficcional – via modo realista – e a conjuntura histórica elaborada no romance (tudo isso em relação, ainda mais, à dimensão autoral).; CNPq

Imperialismo capitalista em três atos : investigações sobre o capitalismo; Capitalist imperialism in three acts : investigations into capitalism

Thiago Fernandes Franco
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/02/2011 PT
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Este trabalho consiste na reconstituição de três debates sobre o Imperialismo Capitalista Britânico durante o século XIX com o intuito de perceber nele manifestações das estruturas perenes do capitalismo, procurando marcar as diferenças entre estas e aquelas que se mostram(ram) conjunturais. No primeiro capítulo, procuramos, por meio da reconstituição do "debate clássico" de alguns autores marxistas do começo do século XX (Lênin, Kautsky, Hilferding e Rosa Luxemburg), demonstrar que este tipo de imperialismo é resultado das ações humanas sobre as contradições inerentes ao sistema capitalista em vias de se tornar global. Neste capítulo, procuramos também nos apropriar do potencial explicativo do conceito de "capital financeiro" de Hilferding sob as luzes da problemática da "reprodução social total" delineada por Rosa Luxemburg. A seguir, procuramos inserir as questões então colocadas na discussão do assim chamado "imperialismo do livre-comércio" - uma discussão sobretudo sobre as supostas diferenças de motivações dos homens-de-Estado britânicos na "escolha" entre "controle direto" e "controle indireto" das colônias da rainha Vitória - ao que a questão do Estado enquanto expressão da luta de classes naquele momento se mostrou crucial. No último capítulo...

Seculo XXI : novo imperialismo e educação : Brasil - Argentina nos governos Lula e Kirchner : educação superior e reforma da reforma; The 21st century : neo-imperialism and education : Brazil and Agentina under Lula and Kirchner's administrations : higher education and the reform's reform

Juan Carlos Berchansky
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2008 PT
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Enfrentando uma crise sistêmica que eclode na década de 1970, se inicia na década de 1980 a recomposição neoconservadora, um movimento regressivo nas esferas do político, do econômico e do social, que significa, por fim, um retrocesso ao economicismo mais cru, negador dos direitos sociais conquistados ao longo do século XX. Junto à transformação do sistema produtivo, que evolui para a chamada acumulação flexível, se produz um desemprego crescente que faz possível a regressão nas relações de trabalho e sociais. Talvez a marca mais distintiva deste processo seja a reconfiguração do papel do Estado, não mais garantia de direitos sob o chamado Estado de Bem-Estar para transformar-se em um Estado Gerente ou Gestor. Este movimento se impõe de imediato na América Latina, refém do pagamento da dívida externa, e tem sua expressão no Brasil e na Argentina, na década de 1990, nos dois períodos presidenciais de Fernando Henrique Cardoso e de Carlos Menem, respectivamente. Na educação, a recomposição se instala seguindo as receitas do Banco Mundial. A partir do aproveitamento político e mediático dos atentados de 11 de setembro de 2001, se põem em ação mecanismos de legitimação que permitem ao governo neoconservador dos Estados Unidos assumir a forma declarada de um novo imperialismo. Este novo imperialismo se apresenta sob o nome encobridor de globalização: um mundo sem fronteiras nem restrições para a acumulação do capital. Considerando que o sistema capitalista necessita para sua sobrevivência...

O (anti)-imperialismo de J. A. Hobson na alvorada do séc. XX

Jesus, Ana Paula Lobato de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Tese de mestrado, Estudos Ingleses, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2013; Esta dissertação tem como propósito explorar o paradigma de imperialismo de J. A. Hobson, tanto na essência e pressupostos como nas respetivas limitações. Por isso, tornou-se necessário contextualizar Hobson histórica e politicamente nos finais do séc. XIX, período em que fervilhavam as teorias darwinianas, convenientemente utilizadas como justificação para a colonização britânica em África e para o racismo daí resultante, e em que o New Imperialism se impôs como uma fase mais agressiva da política colonial da Grã-Bretanha. Políticos conservadores como Disraeli e Joseph Chamberlain fomentaram no povo o orgulho pelo império e a manifestação de sentimentos patrióticos exacerbados, conhecidos genericamente por jingoísmo, atitudes que Hobson viria a deplorar por moldarem negativamente o carácter britânico. O presente estudo enquadra ainda Hobson na tradição liberal inglesa e realça o papel da expansão do império britânico e do capital financeiro na evolução do seu pensamento radical e anti-imperialista, bem como a influência que liberais como Cobden exerceram nos seus ideais internacionalistas. Sublinha-se também a importância dos grupos de discussão liberais e radicais...

A evidência de práticas orientalistas como instrumento do imperialismo no pós-11 de Setembro

Silva, Leonardo Luiz Silveira da
Fonte: Revista Geografias Publicador: Revista Geografias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2013 POR
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A retórica imperialista esteve durante muito tempo a serviço de uma mission civilisatrice que justificava moralmente a subjugação de um povo por outro. Esta estratégia passava pela criação de estereótipos pejorativos que se apoiavam em uma proposta fortemente etnocêntrica. O professor Edward Said, um dos expoentes dos estudos pós-coloniais, sugeriu o termo “Orientalismo”, que seria um modo de abordar o Oriente – propriamente do mundo islâmico – baseado na experiência ocidental europeia. Através de sua apurada crítica, o professor apresenta as diversas formas de consolidar imaginários que estavam a serviço do imperialismo europeu. Com a descolonização e após o fim da Guerra Fria, um resgate da abordagem orientalista coincide com o posicionamento do mundo islâmico como um entrave às aspirações ocidentais. O fortalecimento do Orientalismo torna-se ainda mais notório após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. O artigo tem como objetivo apontar indícios do resgate orientalista no mundo contemporâneo como forma de justificativa moral para o imperialismo. O texto a seguir trata-se de uma tentativa de mostrar que os discursos hegemônicos estão a serviço de causas menos nobres que se transvestem de pretensos valores universais.

Sobre as teorias do imperialismo contemporâneo: uma leitura crítica

Leite, Leonardo de Magalhães
Fonte: Universidade Estadual de Campinas - Instituto de Economia - Setor de Publicações Publicador: Universidade Estadual de Campinas - Instituto de Economia - Setor de Publicações
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares; Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2015 POR
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37.67%
A teoria marxista, através do imperialismo, tem um instrumento de caracterização e interpretação do capitalismo contemporâneo. Atualmente, diversas vertentes do campo marxista (e que se assumem enquanto tal) utilizam o imperialismo em suas análises, seja através do termo neoimperialismo, novo imperialismo, imperialismo tardio, Império, globalização, neoliberalismo, ou, simplesmente, imperialismo. Desta forma, o objetivo deste artigo é analisar as interpretações marxistas do imperialismo contemporâneo e responder à questão: existe uma teoria contemporânea do imperialismo? Abstract Marxist theory, through imperialism, has an analytical framework for the interpretation of contemporary capitalism. Currently, various aspects of the Marxist camp (and those who identify themselves as such) use imperialism in their analysis, either through the term neo-imperialism, newimperialism, late imperialism, Empire, globalization, neoliberalism, or simply imperialism. Thus, the aim of this paper is to analyze the Marxist interpretations of contemporary imperialism and answer the question: is there one contemporary theory of imperialism?Keywords: Imperialism; Ultraimperialism; Globalization; Contemporary capitalism; Marxism.

A AÇÃO DO IMPERIALISMO NA REPRODUÇÃO DO CORPORATIVISMO NOS SINDICATOS DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO

Souza, Marilsa Miranda de; Ricarte, Tatiane Furtado; Martins, Márcio Marinho
Fonte: Revista HISTEDBR On-line Publicador: Revista HISTEDBR On-line
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/2015 POR
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Este artigo é resultado do desenvolvimento da pesquisa “O corporativismo sindical como elemento de sustentação das relações semicoloniais e semifeudais na educação brasileira” que teve como objetivo analisar as relações estabelecidas entre dois sindicatos rondonienses, o sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Rondônia - SINTERO e o Sindicato dos Servidores Públicos da Zona da Mata - SINSEZMAT com seus filiados e com o Estado, o processo de organização sindical no Brasil e sua submissão às políticas educacionais formuladas pelo imperialismo para suas semicolônias identificando os aspectos do corporativismo e suas consequências no processo de organização dos trabalhadores em Educação e no desenvolvimento da luta de classes na atualidade. Utilizamos o método do materialismo histórico-dialético por meio do qual buscamos interpretar a realidade a partir de suas categorias básicas que permitiu compreender o sindicato como aparelho ideológico do Estado a serviço da grande burguesia e do imperialismo na atualidade. A pesquisa demonstrou a precarização do trabalho e a desvalorização dos trabalhadores em Educação em Rondônia, o descrédito dos entrevistados em relação aos sindicatos e a necessidade construir sindicatos classistas que contribuam para o avanço da luta revolucionária.