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Geologia e hidrogeologia da Ilha das Flores (Açores - Portugal)

Azevedo, José Manuel Martins
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
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Em termos gerais, o presente trabalho objectivou-se para a caracterização de dois grandes domínios da Geologia da ilha das Flores: 1. O estudo litológico e vulcanostratigráfico das formações, aparelhos e estruturas vulcânicas. Como complemento e/ou decorrência lógica da abordagem daquele tema, apresenta-se a definição: (1) dos enquadramentos vulcano-tectónico e geocronológico da ilha no contexto regional e (2) do percurso vulcanogenético e tectónico do corpo insular. De forma simplificada, analisa-se ainda a Geomorfologia insular actual e traça-se uma análise interpretativa da evolução geomorfológica da ilha. 2. A caracterização da Hidrogeologia insular, tendo como principal suporte a interpretação vulcano-estrutural efectuada previamente. A análise da Hidrologia da superfície e do substracto sub-superficial constitui também um elemento de suporte para a abordagem deste tema. * * * De acordo com os objectivos propostos, a dissertação organiza-se em dois segmentos maiores - 1a. e 2a. Partes -, cada uma desta com quatro Capítulos: 1ª Parte: Enquadramento geral (geográfico, vulcano-tectónico e geocronológico); Geomorfologia; Geologia; Evoluções vulcano-tectónica e geomorfológica. Neste segmento...

Interagindo com a escrita : oficinas de contação de histórias para crianças da Ilha das Flores

Hennig, Renata
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Este trabalho propõe uma análise de oficinas de contação de histórias para crianças da comunidade da Ilha das Flores. O objetivo é observar as interações em torno da escrita que emergem nesses momentos e assim contribuir com a investigação de suas orientações e práticas de letramento. A fundamentação teórica subjacente à análise apresentada baseia-se nos Novos Estudos sobre Letramento, que entendem letramento como um conjunto de práticas sociais constituídas a partir da tecnologia da escrita. A pesquisa foi realizada como uma extensão do trabalho de contação de histórias já realizado por uma ONG que trabalha desde 2007 com a comunidade da Ilha das Flores. Para análise, foram realizadas oito oficinas, que envolveram observação participante, gravação de áudio e gravação audiovisual de quatro encontros. Foi feito também um diário de campo de cada dia em que as oficinas ocorreram. Através da análise dos dados gerados, concluiu-se que as oficinas proporcionam o manuseio direto de livros pelas crianças. Percebeu-se também que os participantes se engajam nas atividades propostas: realizam as tarefas em torno da história, se aquietam na hora de ouvi-la e ficam atentas à narração; elas também relacionam elementos do que é narrado com suas próprias vidas e comentam sobre as histórias em situações que vão além do momento de contação. Todas essas ações foram interpretadas como expressões das orientações de letramento das crianças e de suas práticas de letramento em momentos de contação de histórias.; This paper proposes an analysis of storytelling workshops with children in the community of Ilha das Flores. The aim is to observe interactions around writing that come out in the course of these storytelling sessions so as to contribute to the research on literacy orientations and literacy practices among nonmainstream learning communities. The theoretical framework is based on the New Literacy Studies...

Validação do modelo WRF na simulação do vento e precipitação na ilha das Flores, no contexto da produção de energia renovável

Rodrigues, Gonçalo Correia da Fonseca
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Tese de mestrado integrado em Engenharia da Energia e do Ambiente, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2014; A ilha das Flores apresenta-se como um excelente caso de estudo para a introdução de um cenário de elevado ou total consumo de energia eletrica assegurado por fontes renováveis. Embora ainda longe desse cenário, o seu elevado potencial hídrico e eólico, tem vindo a ser parcialmente aproveitado, sendo que na maior parte dos anos da última década contribuiram com cerca de 50 % do consumo de energia elétrica da ilha. No entanto, existem diversas limitações que impedem um maior aproveitamento renovável na ilha, as quais estão relacionadas com, a sua variabilidade, ausência de garantia de potência, fraca capacidade de regulação para ajustar, em cada instante no tempo, a produção ao consumo e, ausência de armazenamento de energia para periodos de excedente ou fraca produção. Um modo para minimizar essas limitações e simultaneamente permitir o aumento da penetração renovável, é o uso de ferramentas habilitadas a uma boa previsão meteorológica, neste caso, da precipitação e do vento. Essas ferramentas designam-se por modelos numéricos de previsão atmosférica...

A doença de Machado-Joseph na Ilha das Flores : actualização de dados epidemiológicos

Bettencourt, Conceição; Lima, Manuela
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2008 POR
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XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.; A doença de Machado-Joseph (DMJ) é uma doença neurodegenerativa de início tardio (média de 40 anos) (Coutinho, 1992), causada pela expansão de um motivo CAG no gene da ataxina-3, que se localiza no braço longo do cromossoma 14 (Kawaguchi et al., 1994). As famílias afectadas dos Açores são originalmente das ilhas das Flores, S. Miguel, Terceira e Graciosa, sendo nas Flores (1 em cada 106 habitantes é doente) e em S. Miguel (1 em cada 3148 é doente) que se encontra a maior concentração de doentes (Lima et al.,1997). Existem,contudo “ramos” de famílias em praticamente todas as ilhas açorianas. Dada a sua prevalência, a DMJ constitui nos Açores um problema de Saúde Pública. A série açoriana de doentes DMJ distribui-se por 32 famílias extensas, que foram alvo de uma análise genealógica detalhada, estando reconstruídas aproximadamente 900 fratrias (famílias nucleares) (Lima, 1996).

Inventariação, caracterização morfológica e análise da capacidade germinativa de variedades tradicionais de milho (Zea mays L.) cultivadas nas ilhas das Flores e do Corvo

Maciel, Graciete Belo; Silva, Luís; Moura, Mónica; Cid, Manuel; Costa, Paulo
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2008 POR
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XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.; A XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia às ilhas das Flores e do Corvo, teve como principal objectivo dar continuidade aos trabalhos que esta equipa tem vindo a desenvolver, designadamente na ilha de S. Miguel, no âmbito da conservação e preservação das variedades agrícolas tradicionais cultivadas no Arquipélago dos Açores, estendo assim o estudo ao grupo ocidental. Para além da inventariação das variedades tradicionais com maior expressão nestas ilhas, da localização das explorações agrícolas no terreno, da aplicação de um inquérito aos produtores, pretendeu-se também recolher amostras, afim de efectuar a sua caracterização morfológica, a análise da sua capacidade germinativa e, finalmente, conservá-las no Banco de Germoplasma da Universidade dos Açores (*PORBGUA), instalado no Departamento de Biologia, quer na colecção passiva, para a sua preservação, quer na colecção activa, para futuros estudos. De mencionar, que toda a informação recolhida se encontra introduzida na base de dados do referido Germobanco.

Avaliação da qualidade da água de ribeiras da ilha das Flores por aplicação da técnica CPET

Raposeiro, Pedro M.; Costa, Ana C.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2008 POR
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XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.; O presente trabalho surge no âmbito da XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia “Flores e Corvo 2007”, em que foram amostrados 6 locais distribuídos por duas ribeiras da ilha das Flores, aplicando-se pela primeira vez no Arquipélago uma metodologia designada “Chironomid Pupal Exuviae Tecnhique” (CPET), com o objectivo de detectar impactos antropogénicos em sistemas lóticos insulares.

Contributo para o conhecimento da biodiversidade marinha da ilha das Flores

Dionísio, Maria Ana; Micael, Joana; Parente, Manuela I.; Norberto, Rita; Cunha, Andreia; Brum, João M. M.; Cunha, Luís; Lopes, Cláudia; Monteiro, Sandra; Palmero, Ana M.; Costa, Ana C.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2008 POR
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75.93%
XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.; No âmbito da XIII Expedição Científica Flores e Corvo/2007, organizada pelo Departamento de Biologia da Universidade dos Açores, efectuaram-se várias observações e recolhas de organismos marinhos, utilizando 3 metodologias: mergulho (bentos), arrasto (plâncton) e prospecção no intertidal.

Conservação dos vertebrados terrestres das Flores e do Corvo

Medeiros, Fátima; Fonseca, Amélia; Gouveia, Cátia; Nunes, Rafael; Vieira, José; Veiga, Margarida; Nóia, Marlene; Fraga, Marta
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2008 POR
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65.99%
XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.; As Flores e o Corvo encontram-se mais afastadas dos continentes mais próximos (Europeu e Africano) do que as restantes ilhas do Arquipélago dos Açores. Consequentemente são as que suportam menor biodiversidade. No entanto, o facto de apresentarem alguma diversidade de habitats naturais constitui um factor que minimiza a redução de biodiversidade. Para além disso o baixo número de habitantes por Km2 (28 - Flores e 25 - Corvo) diminui, de um modo geral, a pressão humana sobre os diferentes habitats naturais. Aquelas ilhas podem, como resultado, constituir um reservatório natural por excelência para a ocorrência de espécies raras de vertebrados, que se deslocam com autonomia no meio aéreo, como as aves e os morcegos. Consequentemente, as mesmas ilhas, podem contribuir para a coexistência de espécies com distribuição mundial restrita como o cagarro (Calonectris diomedea borealis), de espécies migratórias provenientes dos continentes Americano ou Europeu, de espécies ameaçadas, ou de espécies que se encontram, nos Açores, no limite da sua distribuição geográfica mundial, como é o caso de algumas espécies de aves pertencentes aos Procellariformes.

A Ilha das Flores : a génese e evolução da costa ocidental da ilha das Flores.

Raposo, António G. B.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 POR
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IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989; 0 presente trabalho insere-se na expedição cientifica organizada pelo Departamento de Biologia da Universidade dos Açores, à Ilha das Flores e que decorreu de 4 a 11 de Julho de 1989. Durante o curto espaço de tempo que permanecemos, podemos observar, e debruçarmo-nos sobre a geografia física da Ilha e evolução da costa Ocidental, após os desabamentos ocorridos na Ponta da Fajã, a 18/12/87, tendo ficado soterrada uma Ermida e destruído algumas casas. Percorremos caminhos pedonais, desde a Ponta da Fajã até Ponta Delgada, a uma altitude média dos 450m, observando uma vegetação intensa e luxuriante. Apesar de nos encontrarmos em pleno verão foram inúmeras as linhas de água (perenes) que atravessamos, e quase sempre o caminho apresentava-se enlameado, tal a abundância de água nesta vertente.

Relatório visita às Ilhas das Flores e do Corvo de 5-9 de Julho de 1989.

Verdugo, Dominique
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 POR
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75.88%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; No âmbito do ordenamento das Vias de Comunicação, foi previsto os arranjos das zonas ligadas às Estradas Regionais e o desenvolvimento da colocação de sinais informativos e turísticos. Da minha deslocação às Ilhas das Flores e do Corvo de 5 a 9 de Julho, apresenta-se uma avaliação das potencialidades turísticas e paisagistas.

Contribuição para o estudo duma população de coelhos selvagens Oryctolagus cuniculus L. da Ilha das Flores : Arquipélago dos Açores, Portugal

Carvalho, Gil Ferraz de; Almeida, Luís Mexia de
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/1990 POR
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96%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; 0 objectivo deste trabalho foi a colheita duma população de coelhos selvagens Oryctolagus cuniculus L. na Ilha das Flores e a obtenção dos seus diversos parâmetros anátomo-morfológicos. Uma primeira parte deste trabalho é consagrada a dados históricos, o ambiente geográfico e a ocupação do solo. Numa segunda parte o estudo versa a relação entre o peso do cristalino e a idade dos coelhos. Numa terceira parte faz-se a análise da distribuição da idade e o sexo da população colhida.

Moluscos marinhos litorais da Ilha das Flores.

Azevedo, José M. N.; Gofas, Serge
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 POR
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96.2%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; O conhecimento da fauna malacológica marinha do litoral das ilhas das Flores é muito deficiente. Drouet (1858) cita uma espécie de gastrópodes para essa ilha e outra para o "sargasso" existente entre as Flores e o Corvo. A única outra referência encontrada (Nobre, 1924) cita para as Flores apenas quatro espécies de gastrópodes. Existem assim, no total, apenas 6 espécies de moluscos marinhos referenciados para a ilha das Flores. Este número é consequência, não da pobreza faunística desta ilha mas, sobretudo, das dificuldades de acesso que sentiram os cientistas que, no passado, se deslocaram ao arquipélago. Por esta razão procurou-se, durante esta curta estadia, recolher o maior número de espécies possível, contribuindo assim para preencher uma tão grave lacuna no conhecimento da distribuição zoogeográfica dos moluscos marinhos açoreanos. Na zona mediolitoral e infralitoral superior, os organismos foram recolhidos através da "lavagem" da superfície de pedras ou da raspagem da cobertura alga1 das superfícies rochosas, seguida de triagem. No andar infralitoral (até uma profundidade de aprox. 20m), para além da raspagem, foi ainda utilizada uma "sugadora". As estações efectuadas estão indicadas. Apresenta-se a seguir a lista provisória dos moluscos marinhos litorais da ilha das Flores. Nela se apresentam as espécies citadas na literatura bem como aquelas identificadas até ao momento e respectiva distribuição pelas estações. Optou-se por incluir igualmente os taxa cuja determinação específica é ainda incerta. Para a ordenação sistemática foi utilizado Thiele (1931...

Algas marinhas do litoral das Ilhas do Corvo e Flores.

Neto, Ana I.; Baldwin, Heather P.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 POR
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65.98%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; Desde há muito que o estudo sistemático das algas do litoral açoreano tem sido objecto de interesse de muitos cientistas. 0s estudos realizados até há data nas ilhas do grupo ocidental [Drouet, 1866; Trelease, 1897; Gain, 1914; Schmidt, 1929, 1931; Fralick & Hehre, no prelo), revelam-se, no entanto, bastante incompletos no aspecto da diversidade florística, uma vez que só estão citados 14 taxa para o Corvo (Chlorophyta - 4, Phaeophyta - 5 e Rhodophyta - 5) e 30 para as Flores (Chlorophyta - 9, Phaeophyta - 11 e Rhodophyta - 10). Este trabalho surge assim com o objectivo de fazer uma actualização e eventual confirmação dos registos algológicos existentes para as ilhas das Flores e Corvo, contribuindo simultaneamente para um conhecimento mais profundo da flora algológica marinha das ilhas dos Açores.

Estudo dos Isópodes (Crustacea, Isopoda) do Litoral da Ilha das Flores (Açores).

Rodrigues, La Salete B.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
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96.03%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; Inventariação das espécies de isópodes marinhos (Crustacea: Isopoda) recolhidos durante a "Expedição Científica Flores/89", em Julho 1989. Apresenta-se uma lista preliminar das espécies colhidas, bem como a primeira análise da sua distribuição. Todas as espécies são pela primeira vez referenciadas para a ilha das Flores, sendo quatro de entre elas citadas pela primeira vez para os Açores.

Contributo para o estudo das plantas vasculares endémicas da Ilha das Flores (Açores).

Oliveira, José N. B.; Furtado, Duarte; Almeida, José M.; Medeiros, Margarida C.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 POR
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96.16%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; Conforme mostra MALATO-BELIZ (1988), o número de taxa vasculares endémicos nas ilhas dos Açores varia entre um máximo de 62 taxa (ilha de S. Miguel) e um mínimo de 11 taxa endémicos na ilha Graciosa. A pequena ilha das Flores com 51 taxa endémicos ultrapassa claramente neste particular as ilhas Graciosa (11), S. Maria (35) e Corvo (37) e quase iguala em número de espécies endémicas ilhas bastante maiores como a Terceira (55) e o Faial (55). Não admira pois que em termos da relação "nº taxa endémicos/unidade de superfície (Km2)" a ilha das Flores com 0,357 end./Km2, apenas seja ultrapassada por S. Maria (0,360 end./ Km2) e pelo Corvo (2,126 end./Km2), 0 valor médio para o arquipélago situa-se apenas nos 0,184 end./Km2. A explicação para esta relativa riqueza em espécies endémicas da ilha das Flores fica sem dúvida a dever-se à grande diversidade de biótopos que ela possui e à existência de algumas manchas vegetais menos alteradas pelo homem.

Projecto - XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.

Tavares, João; Porteiro, João; Furtado, Duarte
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2007 POR
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XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007 (Projecto).; Na XIII Expedição Científica do DB às ilhas das Flores e do Corvo, pretendemos desenvolver uma série de estudos para aprofundar o conhecimento sobre a vida e o ambiente, com planos de trabalho distintos, dos quais destacamos: (i) Estudo da orla costeira, com especial incidêmcia no levantamento e caracterização das zonas balneares: sistema de informação geográfica do domínio público marítimo; (ii) Estudo da Flora das ilhas das Flores e Corvo: actualização do catálogo das plantas vasculares, recolha de sementes, dados fenológicos e imagens digitais a integrar o Herbário Virtual dos Açores; (iii) Proceder a recolha e actualização de informação sobre a doença de Machado Joseph, no âmbito do Programa de Aconselhamento Genético e Teste Preditivo. Dar-se-á ainda continuidade ao trabalho de recolha de amostras de material biológico, visando desenvolver trabalhos de caracterização das populações humanas dos Açores; (iv) Actualização das listas de vertebrados terrestres das ilhas das Flores e do Corvo; (v) Actualização do inventário da cadeia trófica das pragas agrícolas lagarta-das-pastagens e mosca-da-fruta...

Ecologia do imaginário, memória e pertencimento: mudanças ambientais e histórias de vida de pescadores ribeirinhos de Ilha das Flores, Sergipe, Brasil

Souza, Antônio Vital Menezes de; Pereira, Maracy
Fonte: Universidade Federal de Sergipe Publicador: Universidade Federal de Sergipe
Tipo: Trabalhos em Eventos
PT_BR
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O objeto central da pesquisa é a produção de memórias, buscando conceituar uma ecologia do imaginário de pescadores ribeirinhos da cidade de Ilha das Flores, Sergipe e suas relações com o desenvolvimento local sustentável. Trata-se do estudo sobre elementos da memória e do imaginário social dos pescadores ribeirinhos de Ilha das Flores (SE) que se apresentam nas narrativas de vida da comunidade de pescadores. As memórias são narrativas percebidas através das histórias de vida dos pescadores que redimensionam modos de vida e consolidam o imaginário relacionado às práticas de sustentabilidade desenvolvidas por grupos de pescadores ao longo dos últimos cinquenta anos. Participam desse estudo quarenta pescadores com idade entre trina e setenta anos. A pesquisa tem como base a etnografia de base qualitativa. Os principais instrumentos são os relatos orais de vida, as entrevistas semidirigidas e o grupo nominal ou focal. Espera-se como resultado dessa pesquisa contribuir para a valorização das históri as de vida e do conjunto de saberes da experiência como fontes seminais de releituras sobre a problemática social mais ampla, em especial, para o campo interdisciplinar de estudos em desenvolvimento e meio ambiente.

Sustentabilidade local em comunidades ribeirinhas: memória e imaginário nas histórias de pescadores de Ilha das Flores - Sergipe

Souza, Antônio Vital Menezes de; Pereira, Maracy; Cavalcanti, Maralysa Correia de Souza
Fonte: Universidade Federal de Sergipe Publicador: Universidade Federal de Sergipe
Tipo: Trabalhos em Eventos
PT_BR
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A memória e o imaginário de comunidades ribeirinhas adquirem um caráter de extrema importância para o entendimento da questão da sustentabilidade local que se manifesta no cotidiano das práticas pesqueiras tradicionais do município de Ilha das Flores, no Estado de Sergipe. O texto tem como objetivo refletir sobre o modo como os ribeirinhos estabelecem as suas relações sociais com a atividade da pesca, analisando os principais elementos simbólicos relacionados com a noção de sustentabilidade local. Trata-se de analisar como a existência de representações é atualizada em sua vida cotidiana ao relacionar memória e o imaginário no conjunto das práticas sociais de pescadores. Essas reflexões fazem parte da pesquisa em andamento no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente da Universidade Federal de Sergipe._________________________________________________________________________________ RESUMÉ: La mémoire et l'imaginaire des communautés riveraines acquérir un caractère de grande importance pour comprendre la question de la durabilité locale qui apparaît tous les jours dans les pratiques de pêche traditionnelle dans la ville de l'île de Flores dans l'Etat de Sergipe. Le texte vise à réfléchir sur la façon dont les colons établissent leurs relations sociales avec l'activité de pêche...

Alguns dados sobre a Fauna entomológica da ilha das Flores - Açores

Vieira, Virgílio; Tavares, João; Anunciada, Lorete; McNeil, Jeremy
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 POR
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IV Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores 1989; Com este trabalho, realizado em Julho de 1989 nas Flores - a ilha mais ocidental do Arquipélago dos Açores -, acrescentaram-se onze espécies de Lepidópteros à lista referenciada para aquela ilha, pertencendo uma à família Lycaenidae (Lampides boeticus L.), oito a familia Noctuidae (Agrotis ipsilon HFN., Brotolomia meticulosa L., Chrysodeixis chalcites ESPER., Heliothis armigera HBN., Noctua atlantica WARREN, Noctua pronuba L., Peridroma saucia HBN., Sesamia nonagrioides LEF.), uma à família Nymphalidae (Vanessa atalanta L.) e uma a família Pyralidae (Glyphodes unionalis HBN.). Entre os demais insectos, foram identificadas cerca de duas dezenas e meia de espécies, distribuídas pelas Ordens Dermaptera, Orthoptera, Dictyoptera, Heteroptera, Homoptera, Coleoptera, Neuroptera, Diptera, Hymenoptera e Collembola. Salienta-se ainda a importância, do ponto de vista agronómico, das pragas Mythimna unipuncta (HAWORTH) e Xestia c-nigrun L. naquela ilha.; RÉSUMÉ: Avec ce travail, réalisé en Juillet 1989 a Flores - l'île plus occidental de l'archipel des Açores, onze espèces de Lépidoptères ont été ajoutées à la liste des espèces connus pour cette île...

Moluscos terrestres das Flores. Lista preliminar.

Martins, António M. de Frias; Cunha, Regina Tristão da; Brito, Carlos P.; Backeljau, Thierry
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/1990 POR
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IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; A ilha das Flores, a mais ocidental e geologicamente uma das mais antigas do Arquipélago, regista uma das mais baixas taxas de endemismos na malacofauna terrestre Açoriana. Até ao presente, não sem alguma discórdia, apenas duas espécies, Balea nitida Mousson, 1858 e Phenacolimax (Insulivitrina) finitima (Morelet, 1860), são geralmente consideradas endémicas naquela ilha. Simroth (1889, fide Backhuys, 1975) sinonimizou com Phenacolimax (I.) pelagica (Morelet, 1860) todas as outras espécies daquele género descritas por este autor. Nobre (1924) não reconheceu a espécie descrita por Mousson, que sinonimizou com a europeia Balea perversa (L., 1758), e pôs reservas quanto às sete espécies de Phenacolimax stabile descritas por Morelet, admitindo também que um estudo mais aprofundado poderia vir a reduzir o número de espécies daquele género; Hoffmann (1929, fide Backhuys, 1975) reduziu-as a três. Riedel (1964), que fez a revisão dos Zonitidae açorianos baseado em material recolhido por P. Brinck e E. Dahl em 1957, não teve acesso a exemplares das Flores. Backhuys (1975) seleccionou as Flores como localidade tipo para Balea nitida Mousson...