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Tendências da incidência e da mortalidade por câncer de cólon em residentes no município de São Paulo; Trends in colon cancer incidence and mortality among residents of São Paulo

Marcolin, Marilande
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2009 PT
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36.31%
Introdução - Estudos sobre o câncer de cólon mostram que a sua incidência, no mundo, tem aumentado de maneira significativa no último século. Acredita-se que este resultado esteja relacionado, entre outros aspectos, com a industrialização, a urbanização ocorridas neste período e mudanças no estilo de vida. A morbimortalidade associada ao câncer de cólon observada em países desenvolvidos é maior do que em países em desenvolvimento e o que se tem observado é que, embora a tendência da incidência seja crescente para ambos os sexos, a mortalidade permanece estável. Objetivo - Analisar as tendências da incidência e da mortalidade de pacientes com câncer de cólon, registrados no Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP) do Município de São Paulo. Métodos - Foram analisadas as tendências temporais da incidência no período de 1997 a 2005 e da mortalidade no período de 1980 a 2007. As análises foram feitas separadamente por sexo e faixa etária e os efeitos da idade, do período e da coorte foram estimados através do modelo de regressão de Poisson. Resultados - Houve aumento na incidência por câncer de cólon no município de São Paulo, em quase todas as faixas etárias estudadas. O aumento da mortalidade foi menor do que o aumento da incidência e parece coincidir com um efeito de coorte presente durante todo o período do estudo. Tanto na incidência quanto na mortalidade...

Tendências da incidência e da mortalidade do câncer de mama feminino no município de São Paulo; Trends in the female breast cancer incidence and mortality in São Paulo, Brazil

Lisbôa, Luís Fernando
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/12/2009 PT
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56.46%
Introdução: A cada ano, são diagnosticados mais de um milhão de novos casos de câncer de mama em mulheres no mundo. Os países mais desenvolvidos apresentam as maiores incidências, enquanto a mortalidade é maior nos países em desenvolvimento. No Brasil, as incidências mais elevadas se localizam nas regiões Sul e Sudeste. Nos últimos cinco anos, a incidência de câncer de mama aumentou cerca de 30 por cento nos países do ocidente, porém, a partir do ano 2000, observa-se ligeiro decréscimo na mortalidade. A investigação simultânea sobre a incidência e a mortalidade pode fornecer informações sobre a etiologia da doença, e a análise dos efeitos da idade, período e da coorte facilita a compreensão dos mecanismos responsáveis pela variação nas tendências. Objetivos: Analisar as tendências da incidência e da mortalidade por câncer de mama feminino no município de São Paulo, segundo os efeitos da idade, período e coorte. Métodos: Foram analisadas a incidência no período de 1997 a 2005, e a mortalidade no período de 1982 a 2005. Os dados foram obtidos no Registro de Câncer de Base Populacional de São Paulo, no Sistema de Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM-MS) e no Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE). Os efeitos da idade...

Câncer de tireóide no município  de São Paulo: análises de tendência e espacial dos dados do Registro de Câncer de Base Populacional; Thyroid cancer in São Paulo: trend and spatial analysis from the population- based cancer registry data

Michels, Fernanda Alessandra Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/10/2013 PT
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66.38%
Introdução: A incidência de câncer de tireóide vem aumentando em todo o mundo e não há um consenso sobre as razões deste fato. O município de São Paulo apresenta altos coeficientes de incidência desta doença, mas ainda não foi analisada sua tendência e nem sua distribuição espacial. Objetivos: Descrever os coeficientes de incidência (1997-2010) e de mortalidade (1981-2010), analisar a tendência dos coeficientes de incidência e mortalidade, segundo sexo, faixa etária, tipo morfológico (incidência), bem como os efeitos da idade, período e coorte, e examinar a distribuição espacial. Métodos: Este é um estudo ecológico. Foram analisados os casos novos de câncer de tireóide diagnosticados no período de 1997 a 2010 fornecidos pelo Registro de Câncer de Base Populacional de São Paulo e os óbitos por câncer de tireóide ocorridos entre 1981 e 2010 fornecidos pelo Sistema de Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM-MS) e pelo Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade (PRO-AIM). Foram calculados os coeficientes bruto e padronizado de incidência e de mortalidade, foi analisada a tendência destes coeficientes através do modelo de regressão, da mudança percentual anual e do modelo idade-período-coorte. Para a análise espacial foram criados mapas temáticos...

Métodos estatísticos aplicados à modelação de dados oncológicos

João, Ricardo Miguel Vieira de São
Fonte: Universidade Nova de Lisboa Publicador: Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2014 POR
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66.43%
RESUMO: A estrutura demográfica portuguesa é marcada por baixas taxas de natalidade e mortalidade, onde a população idosa representa uma fatia cada vez mais representativa, fruto de uma maior longevidade. A incidência do cancro, na sua generalidade, é maior precisamente nessa classe etária. A par de outras doenças igualmente lesivas (e.g. cardiovasculares, degenerativas) cuja incidência aumenta com a idade, o cancro merece relevo. Estudos epidemiológicos apresentam o cancro como líder mundial na mortalidade. Em países desenvolvidos, o seu peso representa 25% do número total de óbitos, percentagem essa que mais que duplica noutros países. A obesidade, a baixa ingestão de frutas e vegetais, o sedentarismo, o consumo de tabaco e a ingestão de álcool, configuram-se como cinco dos fatores de risco presentes em 30% das mortes diagnosticadas por cancro. A nível mundial e, em particular no Sul de Portugal, os cancros do estômago, recto e cólon apresentam elevadas taxas de incidência e de mortalidade. Do ponto de vista estritamente económico, o cancro é a doença que mais recursos consome enquanto que do ponto de vista físico e psicológico é uma doença que não limita o seu raio de ação ao doente. O cancro é...

Fatores de risco associados à hospitalização por bronquiolite aguda no período pós-neonatal

Albernaz,Elaine P; Menezes,Ana Maria B; César,Juraci A; Victora,Cesar G; Barros,Fernando C; Halpern,Ricardo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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36.24%
OBJETIVO: Investigar a relação entre fatores socioeconômicos, características maternas, aleitamento e hospitalização por bronquiolite no período pós-neonatal. MÉTODOS: Estudo caso-controle, aninhado a estudo de coorte de 5.304 crianças nascidas na cidade de Pelotas, RS. O estudo de coorte constitui-se de quatro subestudos, cada um com métodos e logística específicos. As mães foram entrevistadas por meio de questionário padronizado, em visitas hospitalares e domiciliares. Foram definidos como casos as crianças com idade entre 28 e 364 dias, que haviam sido hospitalizadas por bronquiolite. RESULTADOS: De 5.304 crianças da coorte, 113 (2,1%) foram hospitalizadas por bronquiolite. A análise multivariada hierarquizada, realizada pela regressão logística, mostrou os seguintes resultados: renda familiar, assim como idade gestacional, estiveram inversamente relacionadas ao risco de hospitalização por bronquiolite. O aleitamento materno desempenhou um fator protetor; crianças com tempo de aleitamento materno inferior a um mês tiveram risco 7 vezes maior de serem hospitalizadas por bronquiolite aguda nos primeiros três meses de vida. O risco de hospitalização por bronquiolite foi 57% maior naquelas expostas ao fumo materno. CONCLUSÕES: A hospitalização por bronquiolite está inversamente relacionada com renda familiar...

Efeito idade-periodo-coorte na mortalidade por cancer do colo uterino

Meira,Karina Cardoso; Silva,Gulnar Azevedo e; Silva,Cosme Marcelo Furtado Passos da; Valente,Joaquim Goncalves
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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56.24%
OBJETIVO: Estimar o efeito da idade, período e coorte de nascimento na mortalidade por câncer do colo do útero. MÉTODOS: Foram analisados dados de mortalidade por câncer do colo do útero em mulheres ≥ 30 anos nos municípios do Rio de Janeiro, RJ, e São Paulo, SP, de 1980 a 2009. Os dados foram extraídos do Sistema de Informação Sobre Mortalidade. A variação percentual anual estimada foi calculada para os períodos de 1980-1994 e 1995-2009. O efeito da idade, período e coorte de nascimento foi calculado pelo modelo de regressão de Poisson, utilizando funções estimáveis: desvios, curvaturas e drift , por meio da biblioteca Epi do programa estatístico R versão 2.7.2. RESULTADOS: A taxa de mortalidade média do período por 100.000 mulheres foi 15,90 no Rio de Janeiro e 15,87 em São Paulo. Houve redução significativa na mortalidade por câncer do colo do útero nos dois períodos: no Rio de Janeiro, -1,20% (IC95% -2,20;-0,09) e -1,46% (IC95% -2,30;-0,61), e em São Paulo, -2,58% (IC95% -3,41;-1,76) e -3,30% (IC95% -4,30;-2,29). A análise da curvatura dos efeitos indicou tendência de redução do risco de morte nas sucessivas coortes (RR < 1 nas mulheres nascidas após a década de 1960). Observou-se redução acentuada no risco relativo (RR) a partir dos anos 2000. CONCLUSÕES: O estudo evidenciou efeito de período na redução das taxas de mortalidade por câncer do colo do útero no período analisado...

A caracterização da pobreza urbana ao longo do tempo: aplicação do modelo idade-período-coorte na estimação das tendências de privações crônica e transitória no Brasil

Ribas,Rafael Perez
Fonte: Associação Brasileira de Estudos Populacionais Publicador: Associação Brasileira de Estudos Populacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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96.32%
Ao longo das últimas décadas, a pobreza no Brasil vem mudando seu perfil, devido, em parte, a alterações no padrão de reprodução e mortalidade da população. Da mesma forma, os desenhos de políticas sociais, especialmente de combate à pobreza, tomaram outros rumos. Nesse aspecto, a pertinência desses novos desenhos depende da natureza da condição de baixa renda, podendo ser entendida como um fenômeno permanente ou temporário e, principalmente, da tendência de mudanças nessa composição transitória-crônica (T-C). O objetivo deste trabalho é justamente analisar essa tendência, assim como o processo de incidência da pobreza urbana, em termos de mudanças ao longo do tempo e de gerações de indivíduos, projetando medidas futuras de privação na renda. Para tanto, é utilizado um modelo de idade-período-coorte (IPC) sobre a pobreza, absoluta e relativa, observada nas PNADs entre 1995 e 2003, e sobre sua composição T-C estimada. Os resultados apontam que o efeito coorte é mais expressivo do que o de período sobre a redução da pobreza recentemente, em especial de seu componente crônico. Já o componente transitório apresenta tendência de aumento ao longo do tempo.

Comparação entre metodologias de idade-período-coorte para o estudo de uma medida da progressão escolar no Brasil

Guimarães,Raquel Rangel de Meireles; Rios-Neto,Eduardo Luiz Gonçalves
Fonte: Associação Brasileira de Estudos Populacionais Publicador: Associação Brasileira de Estudos Populacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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96.47%
Este artigo procura realizar um exercício de comparação metodológica de dois estimadores dos modelos idade-período-coorte: o estimador convencional obtido pelos modelos lineares generalizados restritos (MLGR); e o estimador intrínseco (EI). O objeto de interesse são as contribuições dos efeitos de idade, período e coorte nas mudanças temporais na probabilidade de progressão (PPS) para a 5ª série do ensino fundamental das mulheres brasileiras. A modelagem IPC se justifica uma vez que os efeitos de idade, período e coorte podem impactar de forma significativa a probabilidade de progressão escolar: efeitos de idade refletem tanto a idade mínima de entrada no sistema de ensino como também o dilema entre trabalho e estudo que surge ao longo da carreira educacional; efeitos de período estão associados às diferentes conjunturas econômica e política, bem como ao estado das políticas educacionais; por fim, efeitos de coorte refletem características sociais peculiares a determinados grupos de indivíduos. Os dois instrumentais foram contrapostos em termos da eficiência, significância e estimativa dos parâmetros. Os resultados revelam a potencialidade da solução para o modelo IPC baseada no estimador intrínseco...

Determinantes sociais e biológicos da cárie dentária em crianças de 6 anos de idade: um estudo transversal aninhado numa coorte de nascidos vivos no Sul do Brasil

Peres,Marco Aurélio; Latorre,Maria do Rosário D. O.; Sheiham,Aubrey; Peres,Karen Glazer; Barros,Fernando Celso; Hernandez,Pedro Gonzales; Maas,Angela Maria Nunes; Romano,Ana Regina; Victora,Cesar Gomes
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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36.26%
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi investigar os determinantes sociais e biológicos, medidos no período perinatal e na infância, sobre a ocorrência de cárie dentária em crianças de 6 anos de idade. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal de cárie dentária em 1999, em uma subamostra de 400 crianças pertencentes a uma coorte de nascidos vivos iniciada em 1993, em Pelotas, RS. Os índices e critérios de diagnóstico adotados foram os preconizados pela Organização Mundial da Saúde (1997). Os resultados do estudo de cárie foram inseridos no banco de dados da coorte, que continha informações sobre as condições sociais e de saúde coletadas ao nascimento, no primeiro, terceiro, sexto e décimo segundo meses e no sexto ano de vida da criança. O índice de cárie (ceo-d = 0 ou > 1) foi a variável dependente. Foram realizadas análises univariada e de regressão logística múltipla não condicional, tendo como base um modelo teórico hierárquico de determinação. RESULTADOS: Escolaridade materna abaixo ou igual a 8 anos, renda familiar menor que 6 salários mínimos, não freqüentar pré-escola e consumo de doces pelo menos uma vez ao dia aos 6 anos de idade foram fatores de risco à cárie. CONCLUSÕES: Os fatores de risco sociais...

Consumo de tabaco na população portuguesa - análise de efeitos de idade-período-coorte

Leite, Andreia; Machado, Ausenda; Matias Dias, Carlos
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge, IP
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /10/2014 POR
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96.58%
INTRODUÇÃO: O consumo de tabaco é um importante factor de risco para várias doenças. Em Portugal tem-se verificado uma diminuição da prevalência de consumo entre os homens e aumento entre as mulheres, tendo sido sugerido um efeito de coorte. O objectivo deste trabalho é avaliar a existência de efeitos de idade-período-coorte na prevalência de consumo de tabaco. MÉTODOS: Dados dos Inquéritos Nacionais de Saúde (INS) disponíveis foram analisados (1987, 1995/96, 1998, 2005/06). Foram calculadas coortes com base na idade reportada à data do inquérito. Analisaram-se prevalência por idade (com períodos e coortes conectados), por período e por coorte, estratificadas por sexo. RESULTADOS: Nos homens verifica-se sobreposição na distribuição de prevalências por idade (ligada por período), excepto no período de 25-34 anos em que ocorre diminuição ao longo dos vários INS [prevalências 25-29 anos: 53,7% (1987) a 39,6% (2005)]. O mesmo se verifica na análise por período, com distribuição constante em cada faixa etária (excepto 25-34 anos). A análise por idade ligada por coorte apresenta sobreposição de prevalências na maioria das idades, enquanto a análise por coorte mostra linhas paralelas mas com prevalências decrescentes nos grupos etários (máximo 54...

Aplicação de um modelo de idade-período-coorte para a atividade econômica no Brasil metropolitano

Rios-Neto, Eduardo L. G.; Oliveira, Ana Maria H. C.
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
PT-BR
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66.21%
Um método relevante para a projeção da população economicamente ativa (PEA) é a projeção das taxas específicas de participação na PEA integrando o período com a coorte. Este trabalho formaliza essas aplicações, que normalmente são efetuadas mediante estimativa de planilha, através da implementação de modelos log-lineares topológicos de taxa (rate models). A discussão teórica e metodológica sobre os problemas de identificação nos modelos de idade-período-coorte é uma contribuição do trabalho. Já a aplicação empírica do modelo para os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) nos anos 80 e 90 mostrou a eficácia da metodologia, apresentando resultados similares aos obtidos pela metodologia tradicional. A vantagem da metodologia aqui proposta é a possibilidade de se desenhar cenários mais rigorosos para a projeção da PEA.; p. 243-272 : il.

Race discrimination in Brazil: an analysis of the age, period and cohort effects; Texto para Discussão (TD) 1114: Race discrimination in Brazil: an analysis of the age, period and cohort effects; Discriminação racial no Brasil: uma análise dos efeitos idade, período e corte

Reis, Maurício Cortez; Crespo, Anna Risi Vianna
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
EN-US
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46.21%
Os diferenciais de rendimentos entre brancos e negros apresentam uma tendência decrescente para as coortes mais novas no Brasil. Argumentamos neste artigo que a redução na discriminação para as gerações mais recentes pode ter desempenhado um papel importante para esse resultado. Usando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1987 a 2002, o diferencial de rendimentos entre raças é decomposto em dois termos através da metodologia de Oaxaca-Blinder: o primeiro é o efeito característica e o segundo é o termo de discriminação. Essa decomposição é implementada para 90 células definidas pela coorte de nascimento e o ano da pesquisa. Em seguida, a parcela do diferencial de rendimentos atribuída ao termo de discriminação é decomposta nos efeitos idade, período e coorte. De acordo com os resultados, os efeitos de coorte são menores para as gerações mais novas, e os efeitos da idade apresentam uma tendência de redução para os trabalhadores mais velhos. As evidências mostram, também, que períodos de alta inflação estão associados com uma menor contribuição do termo de discriminação para o diferencial de rendimentos.; 21 p. : il.

Decomposição da evolução da desigualdade de renda no Brasil em efeitos idade, período e coorte

Firpo, Sergio P.; Gonzaga, Gustavo; Narita, Renata
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
PT-BR
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46.28%
A partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), este trabalho tem como objetivo contribuir para o entendimento da evolução da desigualdade de renda no Brasil, de 1981 a 2001, ao identificar, sob algumas hipóteses, os efeitos idade, período e coorte. O método de identificação utilizado, proposto por Deaton e Paxson (1994), permitiu estimar esses efeitos para indicadores de desigualdade Theil-T com base na renda familiar de todas as fontes e na renda familiar do trabalho principal para a amostra total dos chefes de família e por grupo de escolaridade. Os principais resultados encontrados mostram que: a) a desigualdade de renda aumenta para as gerações mais novas, sendo esse aumento mais acentuado para a medida de renda do trabalho principal; b) o efeito coorte não é significativo para famílias com chefes de mesma escolaridade, o que sugere que o crescimento da desigualdade de renda para as gerações mais novas possa refletir um aumento da escolaridade das gerações mais novas em relação às antigas; c) a desigualdade de rendimentos do trabalho principal cresce acentuadamente com a idade, sobretudo para os grupos de maior escolaridade, o que é compatível com implicações da teoria do capital humano; d) a desigualdade de renda de todas as fontes tende a se reduzir após uma certa idade para os grupos de menor escolaridade; e e) há um efeito período significativo de aumento da desigualdade de renda observado em 1989 e 1993...

Race discrimination in Brazil : an analysis of the age, period and cohort effects; Discussion Paper 157 : Race discrimination in Brazil : an analysis of the age, period and cohort effects; Discriminação racial no Brasil : uma análise dos efeitos idade, período e corte

Reis, Maurício Cortez; Crespo, Anna Risi Vianna
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Discussion Paper
EN-US
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46.21%
Os diferenciais de rendimentos entre brancos e negros apresentam uma tendência decrescente para as coortes mais novas no Brasil. Argumentamos neste artigo que a redução na discriminação para as gerações mais recentes pode ter desempenhado um papel importante para esse resultado. Usando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1987 a 2002, o diferencial de rendimentos entre raças é decomposto em dois termos através da metodologia de Oaxaca-Blinder: o primeiro é o efeito característica e o segundo é o termo de discriminação. Essa decomposição é implementada para 90 células definidas pela coorte de nascimento e o ano da pesquisa. Em seguida, a parcela do diferencial de rendimentos atribuída ao termo de discriminação é decomposta nos efeitos idade, período e coorte. De acordo com os resultados, os efeitos de coorte são menores para as gerações mais novas, e os efeitos da idade apresentam uma tendência de redução para os trabalhadores mais velhos. As evidências mostram, também, que períodos de alta inflação estão associados com uma menor contribuição do termo de discriminação para o diferencial de rendimentos.; 21 p. : il.

Age-period-cohort effect on mortality from cervical cancer; Efeito idade-periodo-coorte na mortalidade por cancer do colo uterino

Meira, Karina Cardoso; Silva, Gulnar Azevedo e; Silva, Cosme Marcelo Furtado Passos da; Valente, Joaquim Goncalves
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2013 POR
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56.34%
OBJECTIVE To estimate the effect of age, period and birth cohort on mortality from cancer of the cervix. METHODS Mortality data for cervical cancer in women aged over 30, between1980 and 2009, for the municipalities of Rio de Janeiro and Sao Paulo, Southeastern Brazil,were extracted from the Mortality Information System. The estimated annual percentage change was calculated for the periods 1980-1994 and 1995-2009. Age, period and cohort effects were assessed employing the Poisson regression model, using estimated functions, deviations, curvatures and drift through the library Epi statistical program R version 2.7.2. RESULTS The average mortality rate per 100,000 women for the period in Rio de Janeiro was 15.90 and 15.87 in Sao Paulo. There was a significant reduction in mortality from cervical cancer in the two periods (1980-1994 and 1995-2009) in both Rio de Janeiro, -1.20% (95%CI -2.20;-0.09) -1.46% (95%CI -2.30;0.61) and in Sao Paulo, -2.58% (95%CI -3.41;1.76) and -3.30% (95%CI -4.30;2.29). The analysis of effects of curvature indicated reduction in deaths in successive cohorts (RR < 1 in women born after the 1960s). There was marked reduction in relative risk (RR) from the 2000s onwards. CONCLUSIONS The study showed that...

Fatores de risco associados à hospitalização por bronquiolite aguda no período pós-neonatal; Risk factors associated with hospitalization for bronchiolitis in the post-neonatal period

Albernaz, Elaine P; Menezes, Ana Maria B; César, Juraci A; Victora, Cesar G; Barros, Fernando C; Halpern, Ricardo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2003 POR
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36.24%
OBJETIVO: Investigar a relação entre fatores socioeconômicos, características maternas, aleitamento e hospitalização por bronquiolite no período pós-neonatal. MÉTODOS: Estudo caso-controle, aninhado a estudo de coorte de 5.304 crianças nascidas na cidade de Pelotas, RS. O estudo de coorte constitui-se de quatro subestudos, cada um com métodos e logística específicos. As mães foram entrevistadas por meio de questionário padronizado, em visitas hospitalares e domiciliares. Foram definidos como casos as crianças com idade entre 28 e 364 dias, que haviam sido hospitalizadas por bronquiolite. RESULTADOS: De 5.304 crianças da coorte, 113 (2,1%) foram hospitalizadas por bronquiolite. A análise multivariada hierarquizada, realizada pela regressão logística, mostrou os seguintes resultados: renda familiar, assim como idade gestacional, estiveram inversamente relacionadas ao risco de hospitalização por bronquiolite. O aleitamento materno desempenhou um fator protetor; crianças com tempo de aleitamento materno inferior a um mês tiveram risco 7 vezes maior de serem hospitalizadas por bronquiolite aguda nos primeiros três meses de vida. O risco de hospitalização por bronquiolite foi 57% maior naquelas expostas ao fumo materno. CONCLUSÕES: A hospitalização por bronquiolite está inversamente relacionada com renda familiar...

Fatores de risco associados à hospitalização por bronquiolite aguda no período pós-neonatal

Albernaz,Elaine P; Menezes,Ana Maria B; César,Juraci A; Victora,Cesar G; Barros,Fernando C; Halpern,Ricardo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2003 PT
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36.24%
OBJETIVO: Investigar a relação entre fatores socioeconômicos, características maternas, aleitamento e hospitalização por bronquiolite no período pós-neonatal. MÉTODOS: Estudo caso-controle, aninhado a estudo de coorte de 5.304 crianças nascidas na cidade de Pelotas, RS. O estudo de coorte constitui-se de quatro subestudos, cada um com métodos e logística específicos. As mães foram entrevistadas por meio de questionário padronizado, em visitas hospitalares e domiciliares. Foram definidos como casos as crianças com idade entre 28 e 364 dias, que haviam sido hospitalizadas por bronquiolite. RESULTADOS: De 5.304 crianças da coorte, 113 (2,1%) foram hospitalizadas por bronquiolite. A análise multivariada hierarquizada, realizada pela regressão logística, mostrou os seguintes resultados: renda familiar, assim como idade gestacional, estiveram inversamente relacionadas ao risco de hospitalização por bronquiolite. O aleitamento materno desempenhou um fator protetor; crianças com tempo de aleitamento materno inferior a um mês tiveram risco 7 vezes maior de serem hospitalizadas por bronquiolite aguda nos primeiros três meses de vida. O risco de hospitalização por bronquiolite foi 57% maior naquelas expostas ao fumo materno. CONCLUSÕES: A hospitalização por bronquiolite está inversamente relacionada com renda familiar...

Análise de efeito idade-período-coorte na mortalidade por câncer de mama no Brasil e regiões

Meira,Karina Cardoso; Guimarães,Raphael Mendonça; Santos,Juliano dos; Cabrelli,Renata
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2015 PT
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66.35%
OBJETIVO: Estimar o efeito da idade, período e coorte de nascimento na mortalidade por câncer de mama no Brasil e regiões. MÉTODOS: Foram analisados dados de mortalidade por câncer de mama de 1980 a 2009 em mulheres com idade >30 anos no Brasil e regiões. O efeito da idade, período e coorte de nascimento (modelo age-period-cohort, APC) foi calculado por regressão de Poisson, utilizando funções estimáveis - desvios, curvaturas e drift - por meio da biblioteca Epi do programa estatístico R versão 3.2.1. RESULTADOS: Para o período, a taxa de mortalidade média por 100 000 mulheres foi de 22,3 óbitos no Brasil. A maior taxa observada foi de 32,4 óbitos por 100 000 mulheres na região Sul, e a menor, de 8,6 óbitos por 100 000 mulheres na região Norte. A análise nas diferentes coortes de nascimento evidenciou aumento progressivo no risco de morrer em mulheres nascidas após a década de 1930, exceto na região Sudeste, que obteve redução no risco relativo para mulheres nascidas após a década de 1930. CONCLUSÕES: Na evolução da mortalidade por câncer de mama no Brasil e na maioria das regiões, destaca-se a redução do risco de morte para as coortes nascidas a partir da década de 1930 e o aumento do risco de morrer a partir da década de 1990 até o período de 2000 a 2005.

Efeito idade-periodo-coorte na mortalidade por cancer do colo uterino

Meira,Karina Cardoso; Silva,Gulnar Azevedo e; Silva,Cosme Marcelo Furtado Passos da; Valente,Joaquim Goncalves
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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OBJETIVO: Estimar o efeito da idade, período e coorte de nascimento na mortalidade por câncer do colo do útero. MÉTODOS: Foram analisados dados de mortalidade por câncer do colo do útero em mulheres ≥ 30 anos nos municípios do Rio de Janeiro, RJ, e São Paulo, SP, de 1980 a 2009. Os dados foram extraídos do Sistema de Informação Sobre Mortalidade. A variação percentual anual estimada foi calculada para os períodos de 1980-1994 e 1995-2009. O efeito da idade, período e coorte de nascimento foi calculado pelo modelo de regressão de Poisson, utilizando funções estimáveis: desvios, curvaturas e drift , por meio da biblioteca Epi do programa estatístico R versão 2.7.2. RESULTADOS: A taxa de mortalidade média do período por 100.000 mulheres foi 15,90 no Rio de Janeiro e 15,87 em São Paulo. Houve redução significativa na mortalidade por câncer do colo do útero nos dois períodos: no Rio de Janeiro, -1,20% (IC95% -2,20;-0,09) e -1,46% (IC95% -2,30;-0,61), e em São Paulo, -2,58% (IC95% -3,41;-1,76) e -3...

Determinantes sociais e biológicos da cárie dentária em crianças de 6 anos de idade: um estudo transversal aninhado numa coorte de nascidos vivos no Sul do Brasil

Peres,Marco Aurélio; Latorre,Maria do Rosário D. O.; Sheiham,Aubrey; Peres,Karen Glazer; Barros,Fernando Celso; Hernandez,Pedro Gonzales; Maas,Angela Maria Nunes; Romano,Ana Regina; Victora,Cesar Gomes
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
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OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi investigar os determinantes sociais e biológicos, medidos no período perinatal e na infância, sobre a ocorrência de cárie dentária em crianças de 6 anos de idade. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal de cárie dentária em 1999, em uma subamostra de 400 crianças pertencentes a uma coorte de nascidos vivos iniciada em 1993, em Pelotas, RS. Os índices e critérios de diagnóstico adotados foram os preconizados pela Organização Mundial da Saúde (1997). Os resultados do estudo de cárie foram inseridos no banco de dados da coorte, que continha informações sobre as condições sociais e de saúde coletadas ao nascimento, no primeiro, terceiro, sexto e décimo segundo meses e no sexto ano de vida da criança. O índice de cárie (ceo-d = 0 ou > 1) foi a variável dependente. Foram realizadas análises univariada e de regressão logística múltipla não condicional, tendo como base um modelo teórico hierárquico de determinação. RESULTADOS: Escolaridade materna abaixo ou igual a 8 anos, renda familiar menor que 6 salários mínimos, não freqüentar pré-escola e consumo de doces pelo menos uma vez ao dia aos 6 anos de idade foram fatores de risco à cárie. CONCLUSÕES: Os fatores de risco sociais...