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Evolução e descentralização territorial do emprego industrial no Brasil : algumas evidências para o debate atual; Evolution and territorial decentralization of industrial employment in Brazil : some evidence to the current debate

Silva, Sandro Pereira; Gonzalez, Roberto Henrique Sieczkowski
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Brasil em Desenvolvimento (BD) - Artigos
PT-BR
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55.95%
Este capítulo se propôs a entender como as transformações recentes do mercado de trabalho brasileiro se manifestaram no território nacional, em termos de deslocamento territorial do emprego industrial no Brasil. Trata-se então de investigar se ocorreram de fato transformações espaciais relevantes na localização do emprego na indústria brasileira na última década. Para isso, o texto está organizado em quatro seções, sendo a primeira esta introdução. Na seção 2, foi realizado um exercício para debater algumas das principais características da reestruturação produtiva na economia brasileira e sua repercussão no mercado de trabalho ao longo dos anos 1990, no intuito de entender alguns processos econômicos e sociais que interferem na distribuição territorial da atividade produtiva. Na seção 3, foram avaliadas a distribuição regional e microrregional do emprego formal no setor industrial brasileiro e sua evolução na última década, comparando dois pontos específicos no tempo, os anos de 2000 e 2010. Por fim, são tecidas algumas considerações conclusivas.; p. 467-488 : il.

Heterogeneidade estrutural no setor industrial

Vasconcelos, Lucas Ferraz; Nogueira, Mauro Oddo
Fonte: Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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56.22%
Neste trabalho foram adotados dois critérios de agrupamento, no primeiro caso, os subsetores industriais foram agrupados em função do insumo predominante em seu processo produtivo, a saber: estrato intensivo em engenharia, estrato intensivo em recursos naturais e estrato intensivo em trabalho. Esta estratificação - sugerida em estudo sobre a mudança estrutural e a HE na América Latina por Cimoli et al (2005) e reproduzida por Katz (2006) para análise da relação de tal mudança com as capacidades tecnológicas locais - tem como base os subsetores relacionados na Classificação Industrial Internacional Unificada (CIIU) e busca separá-los em função de seu potencial de arraste e transbordamento para o restante da economia. Para segunda análise, as firmas foram agrupadas de acordo com seu porte. Admitindo que as diferenças de porte no setor industrial impliquem diferenças nas capacidades tecnológicas, de gestão das firmas e de ganhos de escala em geral, objetivou-se identificar em que medida a heterogeneidade no setor guarda correlação com tais características.; p. 21-26 : il.

Heterogeneidade estrutural no setor de serviços brasileiro

Oliveira, João Maria de; Sousa, Alexandre Gervásio de
Fonte: Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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96.18%
O propósito deste artigo é entender a heterogeneidade desse complexo e diverso setor da economia e o comportamento da curva de produtividade das firmas contidas em seus segmentos componentes significa buscar explicações sobre a dinâmica de expansão da ocupação e da geração de valor adicionado, sendo que pretende lançar luzes para o grau de heterogeneidade do setor de serviços brasileiros, a partir da análise dos microdados da Pesquisa Anual de Serviços, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(PAS/IBGE), referentes ao período de 1998 a 2007.; p. 27-32 : il.

Produtividade e comércio : a importância do aprendizado no comércio exterior brasileiro; Productivity and trade : the importance of learning in Brazilian foreign trade

Ramos Filho, Hélio de Sousa; Hidalgo, Alvaro Barrantes
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
PT-BR
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75.98%
O objetivo deste artigo é analisar os ganhos de produtividade gerados pelo processo de aprendizado das firmas brasileiras no comércio internacional. Usando o estimador Abadie-Imbens, foram avaliadas as diferenças de produtividade entre firmas exportadoras e não exportadoras, em diferentes momentos do tempo, controlando, porém, o processo de seleção. Os resultados mostram evidências favoráveis ao efeito aprendizado: as empresas exportadoras tornam-se em média 20,7% mais produtivas quando comparadas às não exportadoras com base no conceito de produtividade total dos fatores (PTF) e 26,3% mais produtivas no conceito de produtividade do trabalho. Observou-se, ainda, que os ganhos de produtividade dependem da distribuição espacial das firmas, do setor e das características específicas das indústrias. Os resultados obtidos estão em consonância com a evidência internacional sobre o assunto.; p. 204-222

Competitividade da engenharia de projetos nos setores de petróleo e gás, aeronáutico, naval e de infraestrutura de transporte

Kubota, Luis Claudio (Organizador); Oliveira, Marina Pereira Pires de (Organizadora); Pompermayer, Fabiano Mezadre (Organizador); Ferreira, Carla Maria Naves (Organizadora); Campos Neto, Carlos Alvares da Silva (Organizador); Paula, Jean Marlo Pepino de (
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)
Tipo: Livros
PT-BR
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46.02%
Relata os estudos organizados pelo Ipea e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) sobre a engenharia de projetos em quatro setores nos quais a atividade traz claras vantagens competitivas, com potenciais desdobramentos positivos para o restante da economia. Traz as principais preocupações e entraves que envolvem a engenharia de projetos nos setores de Petróleo e Gás, Aeronáutico, Naval e de Infraestrutura de Transporte. Apresenta um diagnóstico da competitividade da engenharia aeronáutica no Brasil. Aborda a evolução e os desafios da engenharia de petróleo no Brasil. Elenca dimensões de avanços importantes já trilhados, bem como desafios indispensáveis para inserção competitiva das empresas nacionais, a partir da análise das transformações recentes na indústria nacional e das perspectivas de médio e longo prazo. Avalia as necessidades e as possibilidades de fomento às firmas de engenharia de projeto brasileiras, mais especificamente aquelas voltadas para a indústria naval. Retrata a situação do segmento de engenharia de projetos associados à infraestrutura de transporte no Brasil, analisando as propostas de políticas públicas e ações governamentais que poderiam ser implementadas para alavancar o desenvolvimento do setor de serviços de engenharia com foco em infraestrutura de transportes.; 242 p. : il.

Banda larga no Brasil : por que ainda não decolamos?

Kubota, Luis Claudio; Almeida, Márcio Wohlers de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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76.09%
O artigo trata do que seria o impacto econômico e social de termos, em nosso país, acesso universal à internet com alta velocidade e qualidade compatível com a utilização de streaming? Qual seria o impacto de tal acesso no processo de inclusão social ora em curso no Brasil? Este texto, que se estende além dos aspectos estritos da tecnologia de telecomunicações, visa ampliar o debate, ao tecer cenários e hipóteses sobre o mercado de acesso à internet em banda larga. Inicialmente, faz-se necessário entender por que a banda larga é um tema tão debatido no mundo atual. Segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), a banda larga acelera sobremaneira o processo de inclusão digital: esta pode ser um atalho para rever dívidas sociais históricas e galgar um nível de participação e inclusão social inédito.; p. 9-15 : il.

Sustentabilidade ambiental no Brasil : biodiversidade, economia e bem-estar humano : energia; Comunicados do Ipea 77 : Sustentabilidade ambiental no Brasil : biodiversidade, economia e bem-estar humano : energia

Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Comunicados do Ipea
PT-BR
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66%
O objetivo do texto é discutir os principais desafios de médio prazo relacionados ao tema meio ambiente e energia, no Brasil, especialmente nas relações com as políticas públicas do setor energético. No caso da oferta, atenta-se para a evolução e as perspectivas da Oferta Interna de Energia (OIE) e as suas interações com problemas ambientais. No que se refere ao consumo, aborda-se o desenvolvimento e o perfil dos principais setores consumidores, que são o industrial – e seus subsetores –, o residencial e o de transportes. Duas perguntas guiam o trabalho: como o Estado tem induzido ou direcionado ações para romper a tradição de oferta e consumo ineficiente de energia nos principais setores demandantes? Que oportunidades de integração há na gestão da matriz energética com a gestão ambiental, no Brasil? No mesmo contexto dessas perguntas, pode-se observar que o desafio de viabilizar empreendimentos com responsabilidade socioambiental depende de mecanismos de internalização de custos ambientais na produção. Necessariamente, isso implica olhar para a cadeia de produção e para os impactos dos insumos, inclusive da energia, nos preços finais dos produtos. Para abordar essas questões, o texto está dividido em três partes: a primeira...

Aspectos produtivos da indútria brasileira no primeiro trimestre de 2015; Nota Técnica n. 25 (Diset) : Aspectos produtivos da indútria brasileira no primeiro trimestre de 2015

Bahia, Luiz Dias; Silva, Alexandre Messa Peixoto da; Lopes, Daniel A. Feitosa
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diset) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diset)
Tipo: Nota Técnica
PT-BR
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56.1%
Análise da retração da indústria brasileira no primeiro trimestre de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, nos complexos metalomecânico, químico, têxtil, construção civil e agroindústria.; 9 p. : il.

Comportamento produtivo da indústria brasileira em 2014; Nota Técnica n. 24 (Diset) : Comportamento produtivo da indústria brasileira em 2014

Bahia, Luiz Dias; Silva, Alexandre Messa Peixoto da; Lopes, Daniel A. Feitosa
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset)
Tipo: Nota Técnica
PT-BR
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96.05%
Análise da retração de atividade produtiva de -4,12% da Indústria de Transformação brasileira em 2014 mediante o avanço de 2,94% em 2013. Considerações prospectivas para o desempenho produtivo da indústria brasileira ao longo de 2015.; 9 p.

Uma Análise econométrica da evolução da indústria de transformação brasileira no período 2002-2012; An Econometric analysis of the Brazilian transformation industry evolution during the 2002-2012 period

Cavalcanti, Marco A. F. H.
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Carta de Conjuntura - Artigos
PT-BR
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56.13%
Após crescer apenas 0,3% em 2011 (na média do ano), a produção da indústria de transformação brasileira fechou 2012 com queda de 2,7%. As possíveis razões para o mau desempenho recente do setor industrial são várias e têm sido discutidas por vários economistas e analistas (Bacha, 2013; Pastore, Gazzano e Pinotti, 2013; Parnes e Hartung, 2013; Goldfajn e Bicalho, 2013). Esta nota apresenta um exercício econométrico, visando contribuir para este debate – e, mais especificamente, com o objetivo de identificar os principais determinantes das flutuações da produção industrial brasileira no período 2002-2012 e estimar a contribuição de cada um na geração de níveis relativamente baixos de produção nos últimos dois anos.; p. 79-85 : il.

Indicadores de consumo aparente de bens industriais; Apparent consumption indicators of industrial goods

Carvalho, Leonardo Melo de; Ribeiro, Fernando José da S. P.
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Carta de Conjuntura - Artigos
PT-BR
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96.09%
Esta Nota Técnica apresenta a metodologia e os resultados referentes aos indicadores de consumo aparente da indústria geral e da indústria de transformação, bem como dos bens classificados segundo categorias de uso: bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis, semiduráveis e não duráveis).; p. 69-85 : il.

Desindustrialização em debate: aspectos teóricos e alguns fatos estilizados da economia brasileira

Squeff, Gabriel Coelho
Fonte: Institito de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Institito de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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86.13%
Este artigo apresenta a definição mais disseminada de desindustrialização e apresenta as principais causas subjacentes ao fenômeno do ponto de vista teórico. Adicionou-se uma linha de definição e foi reportado os indicadores relativos à produção, emprego e produtividade, tanto em relação à comparação deste setor em face dos demais macros setores da economia, quanto com base em uma avaliação intraindustrial segundo a classificação da OCDE por intensidade tecnológica. o Objetivo é lançar luz sobre o tema, uma vez que se verifica uma excessiva concentração da literatura em afirmar que está em curso um processo de desindustrialização, no sentido pejorativo do termo, e que esta dinâmica advém ou está sendo reforçada pelas políticas de liberalização comercial empreendida nos anos 1990 e/ou pela tendência de valorização da taxa de câmbio verificada desde 2005.; p. 7-17 : il.,

Agroindústria no Brasil: um olhar sobre indicadores de porte e expansão regional

Santos, Gesmar Rosa dos
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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55.93%
O artigo visa demonstrar como a composição agropecuária-agroindústria é uma das principais atividades produtivas geradoras de impactos positivos sociais e econômicos do Brasil. Além de responder por 22% do produto interno bruto (PIB) do Brasil, a composição é a principal geradora de ocupações – com cerca de 16 milhões de postos de trabalho – e garante a segurança alimentar de 200 milhões de pessoas. Somada aos contínuos saldos positivos na balança comercial (acima de R$ 70 bilhões por ano), a agroindústria tem o porte dos setores de petróleo e gás e automobilístico, os maiores do país. Devido ao grande porte da parcela industrial – em 2012, empregou mais de 3,2 milhões de pessoas, ou 34% de todos os postos de trabalho da indústria de transformação (IBGE, [s.d.]b)– Dallari (2012) considera que o Brasil deveria focar nesta atividade produtiva, tornando-a a primeira do mundo, visto que retoma concepção dos anos 1970. Por isto, é oportuno verificar se o país está caminhando neste sentido. Políticas públicas têm sido implantadas com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento produtivo, por meio de agregação de valor às atividades agropecuárias e agroindustriais. Nas duas últimas décadas, a Política Nacional do Desenvolvimento Rural (PNDR)...

Impactos da queda nas exportações sobre a produção doméstica

De Negri, Fernanda; Alvarenga, Gustavo; Santos, Carolina
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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76.14%
O objetivo deste trabalho é analisar quais os setores que, potencialmente, serão mais afetados pela redução da demanda externa e como esta redução pode impactar a produção doméstica da indústria de transformação. Para isso, analisamos séries de comércio exterior, segundo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAB), e calculamos os coeficientes de exportação dos diferentes setores da indústria de transformação. Veremos, ainda, que os setores mais afetados pela queda nas vendas externas são: madeira, couro e calçados, petróleo e combustíveis, máquinas e equipamentos, e metalurgia e veículos, tanto pelo seu alto coeficiente de exportação quanto pela redução acentuada nas exportações. Sendo que ainda, alguns destes setores podem encontrar alívio no mercado doméstico. O setor de máquinas e equipamentos tem seu desempenho agravado pelo fato de que os investimentos também estão declinando e, portanto, a pressão para reduzir a produção ocorre pela diminuição tanto da demanda externa quanto da demanda doméstica. Este é, a propósito, o tema a ser tratado neste informe.; p. 3-5 : il.

Emprego industrial e produtividade : novos resultados, velha controvérsia

Bonelli, Regis
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
PT-BR
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86.01%
Analisa resultados de tabulações de dados da RAIS - Relação Anual de Informações Sociais e do CAGED - Cadastro de Emprego e Desemprego.; p. 29-44 : il.

Comportamento oligopolista e controle de preços industriais: o caso do gênero materiais de transporte - 1969/1982; Oligopolistic behavior and control of industrial prices: the case of gender Transport Equipment - 1969/1982; Textos para Discussão Interna (TD) 49: Comportamento oligopolista e controle de preços industriais: o caso do gênero materiais de transporte - 1969/1982

Considera, Cláudio M.
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
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55.89%
A possibilidade teórica de uma trajetória anticíclica do mark-up tem sido levantada na literatura de economia industrial, a despeito de a hipótese apontada como mais plausível ser a de sua constância. E, como tal (constante), o mark-up é tratado na quase totalidade das pesquisas empíricas, quer no campo micro ou macroeconômico. Neste artigo procura-se discutir teoricamente a possibilidade de o mark-up comportar-se anticiclicamente em setores que se caracterizam por serem altamente oligopolizados, possuírem elevado grau de coesão interna e produzirem bens com baixa elasticidade-preço e alta elasticidade-renda. Este parece ser o caso da indústria brasileira de material de transporte. Os modelos testados neste trabalho, quer o de variação de preços, quer o de variação de mark-up, não rejeitam as hipóteses formuladas. Em vista disso, e de razões de ordem teórica e institucional discutidas, sugere-se ser imprescindível o retorno desse setor, e de outros também oligopolizados, às normas do controle de preços.; 24 p. : il.

Determinantes dos gastos empresariais em pesquisa e desenvolvimento no Brasil: uma proposta de sistematização

Araújo, Bruno César; Cavalcante, Luiz Ricardo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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86.15%
Neste trabalho, sistematizam-se os principais determinantes dos gastos empresariais em P&D no Brasil. Partindo-se de um modelo de análise que procura explicitar os fatores que concorrem para a formação do valor médio da relação entre os gastos em P&D e a RLV da indústria de transformação no país, reúnem-se, para cada um de seus elementos os argumentos disponíveis que justificariam sua evolução. Em sua estruturação estão a introdução, proposta de modelo de sistematização que decompõe os fatores que concorrem para a formação do valor médio da relação entre os gastos em P&D e a RLV da indústria de transformação, e a análise desses fatores.; p. 9-17 : il.

Uma Descrição preliminar da produção setorial da indústria entre 2007 e 2010

Bahia, Luiz Dias; Pompermayer, Fabiano Mezadre; Gusso, Divonzir Arthur
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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96.22%
O objetivo deste trabalho é descrever preliminarmente o trajeto da produção industrial com abertura máxima de setores fornecida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em sua Pesquisa Industrial Mensal (PIM). Veremos que a recuperação da produção física industrial indica que o país superou a crise de 2008, chegando ao ponto de surgirem temores, entre os agentes de política econômica e no setor financeiro, de recrudescimento da inflação. Na análise setorial, entretanto, observa-se que a recuperação centrou-se, em parte, em subsetores diferentes dos que vinham puxando o crescimento imediatamente anterior à crise. Em anexo, serão apresentados todos os subsetores industriais, com seu melhor índice PIM no período pré-crise, o mesmo índice em março de 2010, ordenados pela relação entre estes dois dados.; p. 3-8 : il.

O Setor produtivo brasileiro em três cenas

Almeida, Márcio Wohlers de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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56.24%
Neste artigo discutir-se-á os impactos da crise financeira internacional sobre o setor produtivo no Brasil, com base em uma periodização que se apoia na evolução de indicadores selecionados no país no período que se estende de 2007 até o final de 2009. Mostra, ainda que existam fortes indícios de que a crise – cujos formatos propostos nos debates acadêmicos são, entre outros, de V, U, U largo, L e W – efetivamente se parecerá com uma espécie de “V, à espera do mercado externo”. Esta proposição decorre da constatação de que o mercado externo, com exceção da China (compradora de soja e minério de ferro no país), ainda não se recuperou. De fato, a crise persiste como um fenômeno importante na Europa e nos EUA. Nesse sentido, questiona-se aqui até que ponto somente o mercado interno conseguirá dinamizar o conjunto da economia brasileira. Além dessa questão central, o tema estudado nos remete para outras perguntas relativas ao período atual que podem ser colocadas, conforme a seguir. i) como mudar a estrutura produtiva do país de modo a torná-lo mais competitivo? ii) qual o impacto da crise e trajetória do câmbio sobre a dinâmica do setor industrial e, em particular, da indústria de bens de capital? iii) como aumentar...

Produção industrial por intensidade tecnológica: setores intensivos em tecnologia foram mais afetados durante a crise

De Negri, Fernanda; Alvarenga, Gustavo; Santos, Carolina
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Radar - Artigos
PT-BR
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86.17%
Neste texto, investiga-se até que ponto a crise também teve impactos sobre a composição da produção industrial brasileira. Em outras palavras, busca-se saber se a crise afetou mais fortemente a produção industrial de produtos intensivos em tecnologia do que outros segmentos da indústria. Para tanto, os setores de atividade da Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PIM-IBGE) foram agregados, segundo a metodologia proposta pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em setores de baixa, média baixa, média alta e alta tecnologia. Calculou-se, para cada uma destas categorias, um índice composto de produção física, a partir da média ponderada dos índices de produção física dos setores que compõem cada uma das quatro categorias de análise. O fator de ponderação utilizado para o cálculo do novo índice foi a participação percentual de cada setor no valor bruto da produção de sua respectiva categoria em 2007 – último dado disponível da Pesquisa Industrial Anual (PIA).; p. 3-5 : il.