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Influências das variáveis meteorológicas nos consumos de água

Costa, Hélder Rui Lopes da
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2012 POR
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Dissertação de mestrado integrado em Engenharia Civil; Os consumos de água domésticos tendem a ser modificados por variantes periódicas e aleatórias como os factores meteorológicos. A modelação de utilizações de água e as suas aplicações na concepção e gestão de sistemas de abastecimento dão origem a instrumentos que são essenciais para fundamentar decisões por parte das entidades gestoras de abastecimento. No âmbito das alterações climáticas, é importante estudar o comportamento dos consumos de água em resposta às projeções climáticas que, de uma forma generalizada, apontam alterações da precipitação e da temperatura. Estas alterações têm maior relevância em regiões áridas e são mais sensíveis à ocorrência de secas hidrológicas. O objetivo deste trabalho incide principalmente em retirar conclusões sobre correlações entre as variáveis meteorológicas, nomeadamente a temperatura do ar, precipitação e humidade relativa do ar, e os consumos de água registados no sistema multimunicipal de abastecimento de água do Algarve (SMAAA) concessionado pela Águas do Algarve (AdA). Para esse efeito, sustentadas por uma pesquisa de conhecimento, usou-se técnicas matemáticas para o estabelecimento de graus de relação entre variáveis meteorológicas e consumos de água. A análise de registos de consumos de água permitiu a identificação de comportamentos de variações nos volumes solicitados...

Análise do comportamento térmico e das condições de conforto de um edifício vernáculo com varanda envidraçada da região da Beira Alta; Thermal performance and confort conditions of a vernacular building with glazed balcony in the Beira Alta region

Pimenta, Carlos Daniel Costa
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2014 POR
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Dissertação de mestrado integrado em Engenharia Civil; As crises energética e ambiental, com as quais a arquitetura e a construção contemporâneas se confrontam, fizeram aumentar, nos últimos anos, o interesse pelas estratégias de controlo natural e passivo das condições de conforto da arquitetura tradicional. A arquitetura vernácula apresenta técnicas construtivas simples, desenvolvidas de forma empírica ao longo de gerações, marcadas pela estreita relação com as condições locais do meio em que se insere (clima, recursos, cultura, etc.). Em Portugal, a arquitetura vernácula carece ainda de um vasto trabalho de campo que comprove cientificamente a veracidade das diversas estratégias e potencialidades deste tipo de arquitetura. Neste sentido, o presente trabalho tem como principal objetivo avaliar in-situ o comportamento e as condições de conforto de um edifício tradicional português, da região da Beira Alta. As principais estratégias passivas utilizadas na arquitetura vernacular beirã são as varandas envidraçadas. Os indicadores de conforto analisados foram o ambiente térmico, a iluminação e a qualidade do ar interior. A metodologia de ensaio baseou-se em trabalho campo composta por avaliações subjetivas do nível de conforto dos ocupantes e avaliações objetivas dos parâmetros físicos do edifício. Os parâmetros monitorizados foram a temperatura e a humidade relativa do ar...

Contribuição para o ensino nas ciências, usando a temática conforto térmico

Silva, Marta Andreia Almeida Carvalho da
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
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O conforto térmico é uma temática interessante, uma vez que está presente no nosso dia-a-dia. É sabido que um ambiente térmico afeta o bem-estar de uma pessoa e pode influenciar a produtividade intelectual. Se o ambiente térmico tiver características de “quente” ou de “frio” pode suscitar desconforto térmico, ou até mesmo stress térmico. Nestas condições o ambiente térmico pode afetar a saúde da pessoa. Usando o laboratório mais acessível e gratuito, a Atmosfera, é possível através de atividades simples interpretar fisicamente as características de um ambiente térmico. A Atmosfera é, também, um fascinante laboratório de ensino, porque nela se podem estudar alguns processos físicos lecionados ao longo dos mais variados níveis de ensino nas disciplinas de Física e Química e Geografia. Na Atmosfera, podem-se fazer diversos estudos simples que podem de uma forma fácil responder a inquietantes questões relacionadas com o bem-estar de uma pessoa, mais concretamente se está em conforto térmico. Neste trabalho é feita a introdução da temática “Mudança Global” lecionada no 8º ano de escolaridade. A ponte para esta temática pode usar diferentes caminhos, como por exemplo usando a temática “Energia”. Procurou-se responder à questão de investigação que delineou todo o “caminho” deste trabalho...

Humidade relativa do ar: dados climáticos referentes a 2009

Monteiro, M.C.H.; Nunes, J.
Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: scientific data
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106.23%
Os dados encontram-se publicados no seguinte documento: Dados climáticos referentes a 2009 / Maria do Carmo [Simões Mendonça] Horta ; João Nunes. - Castelo Branco : IPCB, 2010. - [79] f. : quadros. ISBN 978-989-8196-11-8.; Dados referentes à humidade relativa do ar em 2009, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar : dados climáticos referentes a 2011

Monteiro, M.C.H.
Fonte: Repositório de Dados Científicos de Portugal Publicador: Repositório de Dados Científicos de Portugal
Tipo: scientific data
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106.22%
Os dados encontram-se publicados sob a forma de livro, acessível em http://hdl.handle.net/10400.11/1207; Recolha e registo de dados por João Nunes.; Dados climáticos referentes a humidade relativa do ar em 2011, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar : dados climáticos referentes a 2008

Monteiro, M.C.H.
Fonte: Repositório de Dados Científicos de Portugal Publicador: Repositório de Dados Científicos de Portugal
Tipo: scientific data
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126.27%
Os dados encontram-se publicados sob a forma de livro, acessível em http://hdl.handle.net/10400.100/1208; Recolha e registo de dados por João Nunes.; Dados sobre a humidade relativa do ar, referentes a 2008, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Insttiuto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao ano de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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96.12%
Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de janeiro de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de fevereiro de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de março de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de abril de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de maio de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de junho de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de julho de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de agosto de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de setembro de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de outubro de 2010

Fonte: IPCB.ESA Publicador: IPCB.ESA
Tipo: Outros
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96.12%
Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de novembro de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Humidade relativa do ar: dados climáticos relativos ao mês de dezembro de 2010

Fonte: IPCB. ESA Publicador: IPCB. ESA
Tipo: Outros
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96.12%
Os dados foram recolhidos e registados pelo técnico da ESACB João Nunes sob a supervisão da Prof.ª Maria do Carmo Horta Monteiro.; Dados climáticos relativos ao ano de 2010, recolhidos e registados no Posto Meteorológico da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Avaliação do desempenho energético e da qualidade do ar de uma piscina coberta

Gama, André Lopes
Fonte: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Engenharia do Porto Publicador: Instituto Politécnico do Porto. Instituto Superior de Engenharia do Porto
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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76.16%
Este trabalho teve como propósito fazer uma avaliação do desempenho energético e da qualidade do ar no interior das instalações de uma Piscina Municipal Coberta, localizada na zona norte de Portugal, sendo estabelecidos os seguintes objetivos: caracterização geral da piscina, no que respeita aos seus diferentes espaços e equipamentos, cálculo dos consumos térmicos e elétricos bem como o registo das concentrações de elementos poluentes para controlo da qualidade do ar no interior da piscina, tendo como base a legislação atualmente em vigor. A caracterização geral da piscina permitiu verificar algumas inconformidades como a temperatura da água nos tanques de natação que tem valores superiores aos recomendados e a sala de primeiros socorros que não possui acesso direto ao exterior. Acrescente-se que o pavimento nos chuveiros da casa de banho feminina e os valores de pH para água do tanque grande e pequeno não estão sempre dentro da gama de recomendação. O caudal da renovação de ar está a ser operado manualmente e quando está a funcionar a 50% da sua capacidade máxima, que acontece numa parte do dia, apenas consegue renovar 77,5% do caudal recomendado pelo RSECE. Para se obter o valor recomendado é necessário ter pelo menos 7 horas com o caudal a 100% da capacidade máxima. A avaria na UTA2 originou que 40% dos registos diários da humidade relativa interior estivessem fora da gama de valores recomendados e que esta é fortemente dependente da humidade no exterior e pode ser agravada quando as portas dos envidraçados da nave são abertas. Analisando ainda a quantidade de água removida na desumidificação do ar com a água evaporada em condições de Outono-Inverno ou Primavera-Verão...