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"Vida social e poder político: David Hume contra os contratualistas de seu tempo"; Social life and political power: David Hume against the contractarians of his age

Almeida, Gabriel Bertin de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/07/2005 PT
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Partindo das teorias políticas predominantes no século XVIII, o contratualismo e a obediência passiva, personificadas pelos dois principais partidos políticos da Inglaterra àquela época (Whig e Tory), a presente dissertação pretende mostrar como Hume discorda de ambas. Porém, o objetivo central é, sem dúvida, sua refutação ao contratualismo. Para tanto, o texto traz duas linhas de argumentos aptos a tanto: a primeira delas, referente ao conceito de artifício em Hume, significativamente diferente do artifício criado pelos contratualistas, oposição esta a que a tradição de comentaristas da filosofia política humeana de maneira geral não faz referência, especificamente quando se trata da refutação ao contratualismo; a segunda linha de argumentação refere-se à refutação mais direta feita por Hume, a que se pode chamar "oficial", em que estão presentes as discussões a respeito do papel do consentimento, da existência de estado de natureza e do pacto expresso ou tácito, da obrigação decorrente das promessas, da origem do governo e da obediência.; Starting from the most popular political theories in the 17th century, contractualism and that of passive obedience, represented by the two main political parties in England at that time (Whig and Tory)...

O contratualismo e o utilitarismo na filosofia moral e política de David Hume; The contractualism and utilitarianism in moral and political philosophy of david hume

Almeida, Gabriel Bertin de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/03/2010 PT
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A obra de David Hume é marcada por dois momentos distintos: o Tratado da Natureza Humana, brilhante obra de sua juventude, e as investigações e os ensaios, entre outros textos mais maduros. No contexto dessa transição, suas teorias moral e política sofrem pequenas, porém significativas, modificações. Uma delas diz respeito ao desaparecimento, na segunda Investigação, da dicotomia obrigação naturalmoral de justiça existente no Tratado, e, sobretudo, ao uso mais frequente do sentimento de humanidade, naquela obra, como móbil da ação. Essa tese de fundo, que defende a mencionada modificação na teoria humeana, possibilita ainda que se afirme a existência de duas outras teses: a) que Hume tem mais um argumento para refutar o contratualismo, além daquele declarado expressamente em seus textos; b) que Hume dificilmente pode ser considerado um utilitarista, já que suas teorias do valor, da ação (ou do que é certo) e do motivo são sensivelmente diferentes das teorias utilitaristas clássicas, cabendo-lhe melhor o rótulo de precursor do utilitarismo.; In the works of David Hume, two distinct moments are clearly defined: the A Treatise of Human Nature, a brilliant book from his youth, and the enquiries and the essays...

Essa mistura terrena grosseira: filosofia e vida comum em David Hume; This gross earthy mixture: Hume on philosophy and common life

Balieiro, Marcos Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2010 PT
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Ainda que muitos trabalhos tenham sido escritos sobre a filosofia de David Hume, é bastante raro vermos comentários sobre o que seria, para ele, a própria filosofia. Na maior parte das vezes, os intérpretes da obra desse filósofo limitam a caracterizá-lo como cético, naturalista, realista, sentimentalista, entre outras categorias. Entretanto, falta-lhes, comumente, uma preocupação real em julgar as teses de Hume à luz daquilo que poderia ser considerado a sua concepção de filosofia. O que pretendemos com este trabalho é justamente indicar uma forma de lidar com os textos de Hume que permita iniciar uma discussão aprofundada da concepção que ele próprio tinha da atividade filosófica. Para isso, trataremos principalmente dos textos em que o autor discute especificamente esse tema, além de recorrer, quando isso se mostrar necessário, a outros aspectos da filosofia humiana. O resultado será uma leitura em que a filosofia é considerada como bastante próxima da vida comum, já que Hume se esforça consideravelmente para representar o filósofo um ser essencialmente social, cujas investigações são pautadas por uma experiência que ele compartilha com o vulgo. Além disso, veremos que, nos textos posteriores ao Tratado da natureza humana...

Existência de Deus, natureza divina e a experiência do mal nos Diálogos de Hume; Gods Existence, Nature of Divine, and Evils Experience in the Dialogues by Hume

Ferraz, Marília Côrtes de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/04/2012 PT
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Podemos afirmar que o tratamento dado por Hume à relação entre a Divindade e o mal moral no final da seção 8 da Investigação sobre o Entendimento Humano (EHU) tem seu desenvolvimento mais profundo e sofisticado nos Diálogos sobre a Religião Natural. Embora Hume também trate desse tópico na seção 11 da EHU, a ampla e profunda crítica feita às pretensões levantadas pelo argumento do desígnio nos Diálogos oferece um efetivo desdobramento da questão abordada por Hume em EHU 8. O abandono em EHU 8 de uma inquirição mais detalhada do problema acerca da relação entre o mal e a Divindade é compreensível. Com efeito, Hume pretendia ali, entre outras coisas, argumentar em favor de uma instância de destinação dos juízos de responsabilidade moral, a saber, o caráter. Daí ser aceitável a sua afirmação de que não é possível explicar precisamente como a Divindade pode ser a causa mediata de todas as ações dos homens sem ser a autora do pecado e da torpeza moral. Esses são mistérios que a simples razão natural e desassistida não está nem um pouco preparada para enfrentar, e seja qual for o sistema que ela adote, encontrar-se-á envolvida em inextrincáveis dificuldades (EHU 8 § 36). Certamente Hume não resolveu cabalmente essas dificuldades nos Diálogos...

Gosto e Filosofia em David Hume; Taste and philosophy in the works of David Hume

Santos, Hamilton Fernando dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/03/2013 PT
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Trata-se de investigar a posição de Hume no debate travado no século XVIII acerca do problema do gosto. A questão do gosto encontra-se difusa em boa parte da obra do filósofo escocês, mas é no ensaio Do Padrão do Gosto (1757) que Hume se detém no estudo do modo pelo qual os homens elaboram padrões ao fazerem julgamentos estéticos. Neste ensaio - objeto central desta dissertação -, Hume assinala a extrema variedade de gostos que há no mundo e nota que tanto a beleza quanto a deformidade dependem de como cada um as sente. Assim, nada poderia ser dito feio ou belo, imperando o completo relativismo estético. A pesquisa pretende analisar as articulações por meio das quais Hume resolve essa ameaça cética que paira sobre a crítica do gosto.; The following dissertation is an investigation of the position of David Hume concerning the question of taste in the 18th century. The issue of taste is widespread in much of the Scottish philosopher's works, but particularly in his essay Of the Standard of Taste (1757) he studies the way in which people elaborate patterns to make aesthetic judgments. In the essay the object of this dissertation Hume notes the great variety of tastes which prevails in the world and he also notes that the concepts of beauty and deformity depend on how each of them is experienced. Therefore...

Filosofia e retórica em David Hume; Philosophy and rethoric in David Hume

Falcão, Dircilene da Mota
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/09/2014 PT
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Uma comparação atenta entre o Tratado da natureza humana, obra de estreia de David Hume, e as Investigação sobre o entendimento humano e Investigação sobre os princípios da moral nas quais a primeira obra foi reeditada, revela uma diferença considerável na escrita do filósofo. Provavelmente levado por uma profunda decepção com sua obra inicial, Hume as reescreve adotando mudanças estilísticas e no foco de suas discussões para torná-las mais próximas de suas convicções filosóficas. Como instrumento nesse processo, Hume se utiliza conscientemente da retórica, optando nas duas investigações, pela adoção de evidentes recursos retóricos que variam desde alterações no foco e no objetivo final dessas obras, até a opção por um discurso conciso em detrimento daquele difuso utilizado na escrita do Tratado. Tais mudanças obedecem a padrões estéticos bem definidos, porém fundamentalmente tentam aproximar a escrita humiana dos preceitos filosóficos básicos do autor, representados por conceitos como os de crença e de imaginação. Assim, utilizando-se da retórica como uma tentativa de respeitar os fundamentos de sua própria filosofia, Hume desenvolve o que poderíamos chamar de uma espécie de filosofia da escrita; A close comparison between David Hume's first work A Treatise of Human Nature...

Hume, liberty and the object of moral evaluation

Klaudat, André Nilo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
ENG
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O projeto de Hume em relação ao conflito entre liberdade e necessidade é “reconciliatório”. Mas qual é a natureza do projeto de Hume? Resolve ele um problema que diz respeito à metafísica somente? E quando Hume afirma que a disputa entre as doutrinas da liberdade e da necessidade é meramente verbal, quer ele dizer que não há nenhuma disputa metafísica genuína entre as doutrinas? No presente trabalho eu argumento a favor de (1) que há lugar para a liberdade na filosofia de Hume, e não somente porque a posição é pro forma compatibilista, mesmo que isto tenha importância para o reconhecimento de que a preocupação maior de Hume em relação ao assunto é com a prática; (2) que a posição não involve uma “subjetivização” de toda forma de necessidade: ela não é compatibilista porque cria um espaço para a afirmação de que as operações da vontade são não-problematicamente necessárias através de um enfraquecimento da noção de necessidade como ela se aplica aos objetos externos; (3) que Hume sustenta que o fenômeno ordinário da causação mental não torna impossível a atribuição de responsabilidade moral, o que se adapta perfeitamente bem a identificação de Hume do objeto da avaliação moral: o todo do caráter de uma pessoa...

A força oculta: um estudo sobre a causalidade em hume; The hidden force: on Hume´s causality

FERREIRA, Ian Nascimento
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Filosofia; Ciências Humanas Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Filosofia; Ciências Humanas
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The goal of this dissertation is to follow the discussion about causation on David Hume s philosophy. First, I try to show how such concept was treated by previous philosophers that might somehow have influenced Hume. I then analyze his contribution to the subject up to the point in which he introduces the idea of necessary connection. The final part of the work is aimed at studying the most important interpretative branches that try to make sense of Hume s ambiguous statements about necessary connection, and the implications the correct understanding of this concept has for his theory of causation; O objetivo desta dissertação é acompanhar a discussão sobre o conceito de causalidade em Hume. Faz-se primeiramente uma consideração histórica sobre como tal conceito foi tratado por filósofos anteriores e que de alguma forma o moldaram até que chegasse a Hume. Analiso então a contribuição do empirista inglês ao assunto, até o controverso momento onde ele introduz a idéia de conexão necessária. A parte final do trabalho é dedicada ao estudo das principais correntes interpretativas que tentam lançar luz à verdadeira opinião de Hume acerca da conexão necessária e das implicações de tal opinião para sua teoria

A fundamenta??o da ci?ncia da natureza humana de David Hume: uma epistemologia experimental

CAMPELO, Wendel de Holanda Pereira
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A ci?ncia da natureza humana ? o projeto de Hume que concerne ? toda sua filosofia ?est?tica, ?tica, pol?tica, teoria do conhecimento, hist?ria, economia, filosofia da religi?o, etc. ? coisa de que jamais poder?amos dar conta, dado a natureza do trabalho de mestrado. Por isso, contentamo-nos em falar apenas da fundamenta??o da ci?ncia da natureza humana, referente ? investiga??o acerca da origem das ideias e opera??es do entendimento, ou da investiga??o sobre as causas e os poderes ocultos do entendimento humano, com base no m?todo experimental. A quest?o a que o nosso trabalho visa a lan?ar luz ? precisamente esta: o que ? uma ci?ncia da natureza humana baseada no m?todo experimental? Essa ser?, pois, a nossa tarefa adiante. Julgamos que, a partir de uma abordagem hol?stica e cient?fica da mente humana, Hume tenta explicar a natureza dos poderes ou faculdades intelectuais, sobretudo suas limita??es e sua fragilidade. Sendo, pois, a base da ci?ncia do homem o m?todo experimental, o qual, por sua vez, tem o seu fundamento s?lido na experi?ncia e na observa??o, ent?o ? preciso perguntar: como e em que medida o uso de tal m?todo tornou-se imprescind?vel ? filosofia moral ? isto ?, ?s quest?es filos?ficas de modo geral ? e que tangem ? ci?ncia da natureza humana? Compreender isso ? compreender a etapa inicial do projeto filos?fico humiano...

Hume family jubilee celebration at Brooklyn

Photographer: CJ Frazer, Melbourne, Victoria
Fonte: Universidade Nacional da Austrália Publicador: Universidade Nacional da Austrália
Tipo: Imagem Formato: 14cm x 19cm; photograph; b&w
EN_AU
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Front Row (L to R): David Hume, Graeme, Mary, CR Hume (nursing Barbara). 2nd row (L to R): Frances, Kenneth, Jennifer, Janet, Wal. 3rd Row (L to R): W Hume, WR Hume, Mrs WR Hume, WB Hume, EJ Hume. Back Row (L to R): Mrs KB Hume, KB Hume, Mrs CR Hume, Shirley Hume, W Hume, Archie Hume, Mrs WB Hume, RB Hume, Mrs RB Hume

La Teoría de las Pasiones en David Hume (Del modelo clásico de las pasiones al paradigma ilustrado)

Cano López, Antonio José
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
SPA
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Desde al menos Aristóteles, los filósofos han intentado explicar la vida pasional de los seres humanos. El propósito de esta tesis es mostrar la teoría de las pasiones de Hume. Este autor analiza las pasiones como parte de la ciencia del hombre en el Libro II del Tratado de la naturaleza humana y en la posterior Disertación de las pasiones. Hume distingue entre pasiones “serenas” y “violentas”. Él identifica los sentimientos estéticos y morales como ejemplos de pasiones “serenas”, mientras que … [+]caracteriza como “violentas” sentimientos tales como “el amor y el odio, la alegría y la tristeza, el orgullo y la humildad”. A continuación, Hume divide las pasiones en “directas”, que surgen inmediatamente del placer o dolor, e “indirectas”, que proceden de los mismos principios, pero en conjunción con otras cualidades. El análisis de las pasiones “indirectas” es original de Hume. Por otro lado, al igual que las teorías epistemológica y moral, la explicación de las pasiones en Hume constituye una teoría crítica.From at least Aristotle on, philosophers have attempted to explain the pasional life of human beings. The purpose of this paper is to show Hume´s theory of the passions. Hume analyzes passions as part of his science of man in Book 2 of A Treatise of Human Nature and subsequent Dissertation on the Passions. Hume distinguishes between “calm” and “violent” passions. He identifies the aesthetic and moral sentiments as examples of “calm” passions...

David Hume : de la Nueva Metafísica a la Verdadera Religión

Pérez Andreo, Bernardo
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
SPA
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La crítica de David Hume a la religión y la propuesta de una nueva metafísica son dos elementos inseparables en la obra de Hume, pues la crítica de la metafísica, falsa y adulterada como la llama él, es la base para realizar la crítica que de verdad le interesa a Hume, la crítica de la religión, de las religiones. Todas las religiones, entiende, son las causantes de las guerras y discordias sociales, porque un grupo de privilegiados las utilizan para buscar fines espurios y no para hacer aquello que predican. La solución deberá ser el sometimiento de las distintas sectas religiosas al poder civil, pero sin que este pase a controlarse, simplemente hará de supervisor de las mismas, sin intentar, tampoco, imponer una religión civil al estilo de Rousseau. Proponemos seguir un camino con cuatro jalones. El primero, analizar la vida y la propuesta filosófica de Hume, donde encontramos tanto la negativa impronta religiosa del calvinismo escocés, como la clara determinación de hacer de la filosofía un servicio al hombre y a la sociedad. Un segundo paso será analizar la nueva metafísica de la naturaleza humana. Es una metafísica secularizada, que reduce la razón a sierva de las pasiones y transforma el yo endiosado del racionalismo en un constructo social y natural. Tras esto pasamos a la crítica de Hume a la religión en tres momentos: un primer ataque contra los milagros...

Les sympathies dans l’œuvre de David Hume

Audy, Marie-Hélène
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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La sympathie comme principe par lequel une idée se convertit en impression n’est pas la seule espèce de sympathie employée par David Hume dans ses ouvrages. Le terme «sympathie» possédait des sens variés dans le langage courant au XVIIIème siècle, et il arrive que le philosophe écossais se serve du terme «sympathie» dans l’un ou l’autre de ces sens. C’est ainsi que, outre son concept philosophique, Hume se sert du terme «sympathie» suivant cinq autres sens. L’identification des différentes sortes de sympathie présentes dans les ouvrages de Hume a permis de mieux comprendre ce qu’il en était de la nature de son concept philosophique de sympathie. Ainsi, on a pu comprendre quels rapports la sympathie entretenait avec un autre principe de production d’affections mentionné à l’occasion par Hume : la contagion. Ainsi, on a également pu comprendre quels rapports la sympathie entretenait avec d’autres éléments de la philosophie humienne, tels que les esprits animaux, leurs mouvements et les émotions. Les analyses ont démontré, par ailleurs, que les esprits animaux et leurs mouvements jouaient un rôle de premier plan dans la théorie humienne des passions et que le principe de la sympathie...

Uma investigação sobre a inevitabilidade da crença em objetos externos segundo David Hume

Soares, Franco Nero Antunes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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Esta dissertação pretende mostrar que a tese de Hume de que nós estamos inevitavelmente determinados a crer na existência de objetos externos tem a circunscrição de seu significado condicionada à identificação e à resolução de uma inconsistência presente na teoria humeana da crença inevitável em objetos externos. Essa inconsistência se expressa pela incompatibilidade entre a tese de que (P1) nós inevitavelmente cremos em objetos externos e a tese de que (P2) não podemos conceber objetos externos. Essas teses são incompatíveis se se considera que, para Hume, (P4) não podemos crer em algo que não podemos conceber. Esse problema só emerge se se supõe um uso unívoco da expressão "objeto externo" por parte de Hume em (P1) e (P2), e se se supõe que (P4) é o caso para Hume, o que se mostra ser um ponto de partida razoável. Os resultados indicam que as duas interpretações gerais do significado da tese de que nós inevitavelmente cremos em objetos externos, o naturalismo cético e o realismo cético, chegam a conclusões insatisfatórias porque ignoram esse problema. Por fim, conclui que não há, de fato, uma inconsistência na teoria humeana da crença em objetos externos porque não é o caso que não possamos ter uma concepção de objetos externos para Hume. Essa concepção se origina de um sentimento ou instinto original da mente.; This paper aims to show that Hume's claim that we are unavoidably determined to believe in the existence of external objects has the delimitation of our meaning conditioned to the identification and resolution of an inconsistency present in Hume's theory of the unavoidable belief in external objects. This inconsistency expresses itself by the incompatibility between the claim that (P1) we unavoidably believe in external objects and the claim that (P2) we can't conceive external objects. These claims are incompatible if we recognize that Hume claims as well that (P4) we can't believe in something that we can't conceive. This problem arises only if we suppose that Hume univocally uses the expression "external object" in (P1) and (P2)...

El Problema de Hume: Epistemología, escepticismo y metafísica

Espinosa Sarmiento, Ruth
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
ES
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[…] Por mucho tiempo se pensó que en Hume no había tal cosa como un interés propiamente epistemológico, es decir se pensó que no había interés alguno por describir condiciones normativas que justificaran nuestro conocimiento, sino más bien una descripción psicológica y por ende subjetiva del modo en que tienen lugar nuestros estado de “certeza” subjetiva. Por otra parte, hay una de las tres condiciones mencionadas que pocas veces es tratada en el marco del problema de la justificación, a saber, la verdad de la creencia. La verdad de la creencia, sin embargo, como se verá, no necesariamente ha de ser considerada como la verdad objetiva más allá del marco de las creencias del sujeto. Es decir, no es necesario, según creo, adquirir compromisos ontológicos en el marco de una teoría realista para sostenes una teoría de la justificación epistémica propiamente normativa. Para llegar a este punto en la filosofía de Hume, sin embargo, se analizará en el primer capítulo el origen y principales influencias del proyecto humeano de la ciencia del hombre. En la sección I, intentaré mostrar cómo la filosofía de Hume se comprende de manera más cabal en contraste con la filosofía a la que se opone, a saber, la metafísica racionalista. Leeremos...

Instinto e razão na natureza humana, segundo Hume e Darwin; Instinct and reason in human nature in David Hume and Charles Darwin

Matos, José Claudio Morelli
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2007 POR
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Esta discussão pretende mostrar pontos relevantes de uma comparação entre a obra de David Hume e de Charles Darwin, no que toca às capacidades cognitivas humanas e de outros animais. Hume tem uma teoria que explica o conhecimento causal em termos de um instinto natural - o hábito. A presença de tal instinto pode ser entendida remetendo-se a uma teoria geral da natureza, onde o mundo é entendido como governado por leis e regularidades constantes, e sem a suposição da interferência de um plano ou desígnio. Isto conduz Hume à aproximação entre a capacidade cognitiva humana e a de outros animais, que também manifestam um aprendizado instintivo do tipo causal. Darwin, por sua vez, menciona uma graduação de diversas capacidades de conhecimento, diferenciando a ação instintiva da ação que resulta de deliberação e inferência; e aponta para o fato de que muitos animais apresentam um grau significativo de comportamento inteligente. Seu mecanismo de evolução por seleção natural pretende explicar essas características, tanto no homem como nos animais. Disso resulta contemporaneamente uma corrente em epistemologia que tem recebido o nome de epistemologia evolutiva, a qual, ao seguir declaradamente Darwin, carece de uma interpretação mais detalhada do pensamento de Hume...

Sympathy, morality and knowledge in Hume's philosophy; Simpatia, moral e conhecimento na filosofia de Hume

Guimarães, Lívia; Universidade Federal de Minas Gerais
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 26/06/2008 POR
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Neste ensaio, pressuponho que, enquanto no Tratado da Natureza Humana (1739-40) Hume apresenta-se exclusivamente como investigador newtoniano, em sua obra posterior, a partir dos Ensaios Morais e Políticos (1741-42), numa evolução que culmina na História da Inglaterra, ele passa a se considerar um moralista, procurando não apenas compreender, mas também promover a virtude e felicidade. Com essa intenção, Hume confere uma posição central ao conceito de ‘simpatia’ que assume um importante papel, em primeiro lugar, na constituição das sociedades humanas; em segundo lugar, na educação moral dos indivíduos; em terceiro, no estudo dos fenômenos históricos e sociais. Concomitantemente, ocorre uma evolução no conceito de ‘história’ e suas relações com a filosofia, observando-se que, após o Tratado, além de laboratório da ciência da mente, a história torna-se também exercício de avaliação moral (Hume contempla o passado como espectador desinteressado, mas dotado de simpatia) e prática retórica (no presente...

Hume and the Scottish Enlightenment: Two Cultures; Hume e o Iluminismo Escocês: Duas Culturas

Dow, Sheila C.; University of Stirling
Fonte: Editora UFPR Publicador: Editora UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 31/03/2010 POR
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David Hume’s philosophy and economics are central to any account ofthe Scottish Enlightenment. It is now well-established that this enlightenment ischaracterised by a particular epistemological approach which distinguishes it fromother, particularly rationalist, enlightenments. While a variety of explanations hasbeen offered for this distinctive approach, little attention has been paid to the presencein Scotland of two quite different cultures: Highland (specifi cally, Gaelic) andLowland. Most Enlightenment fi gures were, like Hume, lowland (the main exceptionbeing Ferguson). But it seems implausible that the proximity to a very different culturehad no impact on enlightenment thought. Hume himself addressed issues ofGaelic culture in terms of the controversial Ossian poems, for example, and issuesof economic development of the Highlands. The purpose of this paper is to conductan initial exploration into how far it is possible to identify any Gaelic infl uences onHume in particular, and Scottish Enlightenment thought in general. This requiresin turn a characterisation of Gaelic epistemology, for which purpose we will drawon Foucault’s structuring of thought into epistemes. If we can understand Highlandand Lowland thought in terms of different epistemes...

Hume e as bases científicas da tese de que não há acaso no mundo; Hume e as bases científicas da tese de que não há acaso no mundo

Chibeni, Silvio Seno; Departamento de Filosofia, Unicamp BRASIL chibeni@unicamp.br www.unicamp.br/_chibeni
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2013 POR
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37.47%
http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p229 Tanto no Tratado da Natureza Humana como na Investigação sobre o Entendimento Humano, Hume mostra-se convencido de que “não há acaso no mundo”, e que “aquilo que o vulgo chama de acaso não passa de uma causa secreta e escondida”. Essa tese desempenha papel crucial em sua análise do livre-arbítrio e, conseguintemente, da responsabilidade moral; é também um elemento importante em sua discussão sobre os milagres. No entanto, o próprio Hume ofereceu, no Tratado, um argumento convincente para mostrar que o princípio de causalidade, segundo o qual tudo o que começa a existir tem uma causa, não pode ser conhecido a priori, por intuição ou demonstração. Logo, essa “opinião tem necessariamente de provir da observação e experiência”. O presente trabalho examina essa tese, mostrando, inicialmente, qual era a proposta de Hume para fundar na experiência o princípio de causalidade, e depois qual, de fato, teria sido o mais robusto fundamento para esse princípio: a mecânica newtoniana. Explica-se, por fim, como esse fundamento empírico indireto e o próprio argumento de Hume foram solapados pela física quântica, no século XX.; http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2012v16n2p229 Both in the Treatise of Human Nature and in the Enquiry concerning Human Understanding...

Liberdade, necessidade e moral em Hume

da Silva, Thiago Cruz; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Fonte: Pólemos Publicador: Pólemos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2012 POR
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37.47%
RESUMOQualquer um que esteja familiarizado com o modo como Hume trata a questão liberdade e necessidade, tanto no Tratado como na Investigação, dá-se conta de que sua argumentação divide-se em duas partes: primeiramente, Hume oferece argumentos para estabelecer a tese segundo a qual nossas ações são determinadas; na sequência, o filósofo se pronuncia acerca do modo como essa discussão está relacionada com a moral. Sobre esse último ponto, ele afirma – assumindo uma posição diametralmente oposta ao modo tradicional de se pensar a questão – que, em vez de incompatíveis, liberdade e necessidade são não apenas consistentes, mas também requeridas pela moralidade. Explicar por que, segundo Hume, liberdade e necessidade seriam ambas essenciais para a moral é o ponto central deste texto, razões que, curiosamente, passaram despercebidas a um conjunto respeitável de comentadores. Com efeito, o correto entendimento dessa questão passa por aquilo que Hume considera o objeto próprio de nossos sentimentos morais e o modo como tais sentimentos são produzidos, algo cuja compreensão requer uma análise do segundo livro do Tratado, o livro Das Paixões.  ABSTRACTSomeone who is familiarized with the way that Hume treats the subject liberty and necessity...