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Hormônio do crescimento e exercício físico: considerações atuais; Growth hormone and physical exercise: current considerations

CRUZAT, Vinicius Fernandes; DONATO JÚNIOR, José; TIRAPEGUI, Julio; SCHNEIDER, Claudia Dornelles
Fonte: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo Publicador: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Embora o hormônio do crescimento (GH) seja um dos hormônios mais estudados, vários de seus aspectos fisiológicos ainda não estão integralmente esclarecidos, incluindo sua relação com o exercício físico. Estudos mais recentes têm aumentado o conhecimento a respeito dos mecanismos de ação do GH, podendo ser divididos em: 1) ações diretas, mediadas pela rede de sinalizações intracelulares, desencadeadas pela ligação do GH ao seu receptor na membrana plasmática; e 2) ações indiretas, mediadas principalmente pela regulação da síntese dos fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF). Tem sido demonstrado que o exercício físico é um potente estimulador da liberação do GH. A magnitude deste aumento sofre influência de diversos fatores, em especial, da intensidade e do volume do exercício, além do estado de treinamento. Atletas, normalmente, apresentam menor liberação de GH induzida pelo exercício que indivíduos sedentários ou pouco treinados. Evidências experimentais demonstram que o GH: 1) favorece a mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo para geração de energia; 2) aumenta a capacidade de oxidação de gordura e 3) aumenta o gasto energético.; Although growth hormone (GH) is one of the most extensively studied hormones...

Análise dos genes GHRH e GL12 em pacientes com deficiência de hormônio do crescimento congênita; GHRH and GLI2 genes analysis in patients with congenital growth hormone deficiency

França, Marcela Moura
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2012 PT
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Introdução: Alterações em genes relacionados com a secreção de GH ou a organogênese hipofisária foram identificadas em pacientes com deficiência de hormônio do crescimento (DGH) congênita. Entretanto, poucos casos de DGH têm sua etiologia esclarecida. O GHRH é um candidato óbvio para explicar a deficiência isolada de GH (DIGH). Na literatura, os estudos de análise do GHRH não conseguiram identificar mutações, porém são antigos e utilizaram uma metodologia com limitações. A maioria dos pacientes com deficiência hipotálamo-hipofisária múltipla (DHHM) apresenta neuroipófise ectópica sugerindo a importância do estudo de genes que atuam no início do desenvolvimento hipofisário, com expressão inclusive no infundíbulo. O GLI2 é um fator de transcrição na sinalização Sonic Hedgehog, envolvido com o início da embriogênese hipofisária, expresso na bolsa de Rathke primordial e no diencéfalo ventral. Previamente, mutações no GLI2 foram encontradas em pacientes com holoprosencefalia, e também alterações hipofisárias. Objetivos: Analisar o GHRH em 151 pacientes com DIGH (42 brasileiros e 109 encaminhados de centros internacionais) e analisar o GLI2 em 180 pacientes brasileiros com DIGH ou DHHM por PCR e sequenciamento automático dos genes; e descrever o fenótipo dos pacientes com mutações identificadas. Resultados: No GHRH foram identificadas seis variantes em heterozigose com previsão benigna pelas análises in silico. A análise do GLI2 identificou três mutações novas em heterozigose com códon de parada prematuro (p.L788fsX794...

Perda clínica de inserção periodontal em uma população brasileira com deficiência isolada do hormônio do crescimento; Periodontal Clinical Attachment Loss in an Isolated Growth Hormone Deficiency Brazilian population

Britto, Isabella Maria Porto de Araujo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2010 PT
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Não existe relato da condição periodontal em indivíduos com Deficiência Isolada do Hormônio do Crescimento (IGHD). O objetivo deste estudo foi investigar possíveis associações entre IGHD e a perda clínica de inserção periodontal (PCI) em uma população com IGHD congênita, presente no Nordeste do Brasil. Material e Métodos: Todos os indivíduos previamente identificados com IGHD e com idade 12 anos foram elegíveis para participar do estudo (n=46). A amostra final ficou composta por 33 casos (IGHD) e 33 controles (não - IGHD) após a exclusão dos edêntulos (n=5) e dos que haviam recebido previamente tratamento com reposição do Hormônio do Crescimento (n=8). Eles foram pareados por idade, gênero, condição sócio-econômica, hábito de fumo e diabetes. Todos foram submetidos a exame periodontal completo em 6 sítios por dente, e entrevistados por meio de um questionário estruturado. Resultados: Indivíduos com IGHD apresentaram quantidade semelhante de biofilme (p=0,32), menos cálculo supragengival (p=0,01), e mais sangramento à sondagem (p<0,01) em comparação com os controles. Após uma série de análises de regressão logística múltipla condicional, ajustada para cálculo supragengival...

Doença periodontal em adultos com Deficiência Isolada do Hormônio do Crescimento: aspectos clínicos, microbiológicos e imunológicos; Periodontal disease in adults with isolated growth hormone deficiency: clinical, microbiological and immunological aspects

Araujo, Isabella Maria Porto de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/08/2014 PT
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Indivíduos com Deficiência Isolada do Hormônio do Crescimento (IGHD), homozigotos para a mutação c.57+1G>A no gene do receptor do hormônio liberador do hormônio de crescimento (GHRH), apresentam maior chance de apresentarem perda de inserção periodontal devido a possível efeito direto da IGHD sobre os tecidos periodontais e/ou a repercussões locais ou sistêmicas da IGHD sobre a resposta imune. Este estudo teve como objetivos avaliar as repercussões locais e sistêmicas da IGHD sobre a resposta imune e comparar os níveis dos patógenos periodontais. Material e Métodos: Foi composto por uma amostra de 19 indivíduos com IGHD e 19 indivíduos no grupo controle, pareados por idade, gênero, condição sócio-econômica, tabagismo e diabetes. Todos foram submetidos a exame periodontal completo, em 6 sítios por dente, e entrevistados por meio de um questionário estruturado. Foi realizada coleta de biofilme subgengival (em sítios rasos e profundos, pareados pela PCS) para verificar os níveis dos microorganismos. Além disso, foram realizadas coletas do fluido gengival (dos mesmos sítios) e do sangue, de ambos os grupos, com a finalidade de analisar o perfil das citocinas inflamatórias. Resultados: Indivíduos com IGHD apresentaram maior quantidade de MMP-8 e CRP (p=0...

Efeito do exercício agudo nos níveis circulantes do hormônio de crescimento em pré-puberes HIV-1 positivos

Estrela, André Luiz
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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As variações imunológicas causadas pelo vírus HIV possuem uma grande variação de possibilidades de debilitar as células que apresentam CD4 ou seus coreceptores CCR5 e CXCR4 ( Martinez et al. 1996, Bajetto et al 1997). As alterações celulares iniciam no Sistema Nervoso Central que é o primeiro órgão a ser infectado em contato com o HIV. Quando chega ao SNC o vírus inicia uma série de complexas interações entre as citocinas e ativa os alvos da infecção que são as células microgliais causando encefalopatia e neuropatia (Cohen et al. 1999). Algumas interações ocorrem através do eixo hipotalâmico/hipofisário. O vírus HIV age na hipófise anterior e interfere na liberação de hormônio do crescimento. A homologia observada entre os pentapeptídeos da gp120/HIV e o GHRH (Growth Hormone Release Hormone) demonstram claramente que a gp120/HIV pode interferir com os receptores de VIP/GHRH no hipotálamo e/ou na hipófise parasuprimir diretamente os eventos do GHRH no sistema de liberação do GH (Growth Hormone) (Mulroney et al. 1998). Este fator é sempre associado a qualquer outro sintoma da infecção causada pelo HIV. As alterações clinicas mais importantes desta associação é representada pelo atraso no desenvolvimento em crianças e por perda de massa magra nos adultos (Laue et al. 1990...

Efeito da suplementação de L-arginina sobre a secreção de hormônio do crescimento e fator de crescimento semelhante à insulina em adultos; Effect of L-arginine supplementation on secretion of human growth hormone and insuline-like growth factor in adults

Fayh, Ana Paula Trussardi; Friedman, Rogério; Sapata, Katiuce Borges; Oliveira, Álvaro Reischak de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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95.93%
Baseado nos pressupostos de que a infusão de aminoácidos pode aumentar a secreção de hormônio de crescimento (GH), e que o metabolismo deste hormônio está relacionado com a secreção do fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-I), o objetivo deste estudo foi verificar o efeito da suplementação de L-arginina sobre o GH e IGF-I em adultos. Participaram do estudo 17 indivíduos do sexo masculino, que foram randomizados para receber L-arginina (n= 10) ou placebo (n= 7), sete gramas ao dia, durante um período de sete dias. Antes e após o período de suplementação, os voluntários realizaram coleta de sangue em jejum para verificação dos níveis séricos de GH e IGF-I, bem como coleta de urina para verificação da excreção de uréia. Ao final do período experimental, verificamos que o grupo que recebeu L-arginina aumentou a excreção de uréia na urina (de 2684,1 ± 475,2 mg/dl para 2967,2 ± 409,7 mg/dl, p= 0,002), entretanto não modificou significativamente a secreção dos hormônios avaliados. O grupo que recebeu placebo não alterou significativamente nenhum parâmetro avaliado. A suplementação de Larginina durante sete dias mostrou-se ineficaz para aumentar a secreção de GH e IGF-I em indivíduos adultos do sexo masculino.; Based on presumptions that the infusion of amino acids can augment the release of human growth hormone (hGH) and that this metabolism is related with secretion of insulin-like growth factor I (IGF-I)...

Deficiência de hormônio do crescimento após radioterapia por meduloblastoma na infância: relato de caso

Goldberg, Tamara B. L.; Rodrigues, Maria A. M.; Takata, Raquel T.; Nogueira, Célia R.; Faleiros, Antonio T. S.
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia (ABNEURO) Publicador: Academia Brasileira de Neurologia (ABNEURO)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 482-485
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A radiação do crânio para tratamento das neoplasias do sistema nervoso central na infância pode evoluir com sequelas neuroendócrinas, sendo a deficiência de hormônio do crescimento (GH) com retardo do crescimento linear, uma das mais frequentes. Relatamos o caso de menino de 10 anos com cefaléia occipital associada a vertigem, náuseas e vômitos. A tomografia do crânio demonstrou processo expansivo no hemisfério cerebelar esquerdo, que foi retirado cirurgicamente. O exame histopatológico revelou meduloblastoma e o paciente foi submetido a radioterapia crânio-espinhal. Evoluiu sem recidiva da neoplasia e sem déficits neurológicos durante 4 anos. Apresentou retardo do crescimento estatural, sendo confirmada a hipótese de deficiência de GH. Atualmente, encontra-se em uso de GH 0,1 U/kg/dia, tendo apresentado incremento de 4cm na estatura em 6 meses. O presente caso destaca a importância do acompanhamento criterioso de pacientes submetidos à radiação do crânio para tratamento oncológico na infância, visto que podem evoluir com deficiências neuroendócrinas e serem beneficiados com reposição hormonal.; Craniospinal radiation therapy for treatment of brain tumors may result in growth hormone (GH) insufficiency with resultant linear growth retardation...

Terapia de reposição hormonal contínua na pós-menopausa: ênfase no hormônio do crescimento, insulina, fator de crescimento semelhante à insulina I (IGF-I) e proteína ligadora 3 do IGF (IGFBP-3)

Ginzbarg,Denise; Teixeira,Rosimere J.; Dimetz,Trude; Henriques,Jodélia L.M.; Oliveira,Hildoberto C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 PT
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A importância da terapia de reposição hormonal da menopausa (TRHM) na qualidade de vida na pós-menopausa é inquestionável. Entretanto, nem todos os efeitos determinados pelo seu emprego estão bem estabelecidos. Este estudo tem como objetivo avaliar a influência da TRHM sobre os níveis séricos do hormônio do crescimento (GH), fator de crescimento semelhante à insulina I (IGF-I), proteína ligadora 3 do IGF (IGFBP-3), glicose e insulina. Realizamos um ensaio clínico controlado, prospectivo, longitudinal e comparativo, no qual 53 mulheres na pós-menopausa, natural ou cirúrgica, foram submetidas ou não a TRHM contínua, durante um período de 6 meses, com estrogênios conjugados (EC-0,625mg/d) associados ou não ao acetato de medroxiprogesterona (AMP-2,5mg/d), pela via oral. As participantes foram subdivididas em 3 grupos: Grupo EC + AMP > 20 mulheres com útero, que utilizaram EC e AMP; Grupo EC > 20 mulheres histerectomizadas, que usaram EC; Grupo C > 13 mulheres, sem TRHM. Ao início e ao final do estudo foram realizadas as dosagens basais do GH; IGF-I e IGFBP-3. Também realizamos o teste oral de tolerância à glicose (TOTG) de 2 horas, com determinação dos níveis de glicose e insulina; a área abaixo da curva (AAC) de glicose e de insulina e o índice de resistência à insulina (IRI). O emprego da TRHM reduziu os níveis do IGF-I no EC + AMP (p= 0...

Hormônio do crescimento ou somatotrófico: novas perspectivas na deficiência isolada de GH a partir da descrição da mutação no gene do receptor do GHRH nos indivíduos da cidade de Itabaianinha, Brasil

Souza,Anita Hermínia O.; Salvatori,Roberto; Martinelli Jr,Carlos E.; Carvalho,Walter M.O.; Menezes,Carlos A.; Barretto,Elenilde S. de A.; Barreto Filho,José A.S.; Alcântara,Marta R.S. de; Oliveira,Carla R.P.; Alcântara,Paula R.S. de; Ramalho,Roberto J
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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95.95%
Além de influenciar o crescimento corpóreo, o hormônio do crescimento, ou somatotrófico, desempenha importante papel no metabolismo, composição corporal, perfil lipídico, estado cardiovascular e longevidade. Seu controle é multi-regulado por hormônios, metabólitos e peptídeos hipotalâmicos. Dados sobre a Deficiência Isolada de GH (DIGH) obtidos a partir da descrição da mutação IVS1+1G®A no gene do receptor do hormônio liberador do GH (GHRH-R) em indivíduos da cidade de Itabaianinha, SE, são revisados. São abordadas novas perspectivas sobre o modelo de resistência ao GHRH, a importância do GHRH no controle da secreção de GH, a freqüência das mutações do gene do GHRH-R, a relevância diagnóstica do IGF-I e os achados metabólicos, cardiovasculares e de qualidade de vida nestes indivíduos.

Investigação neurorradiológica de pacientes com deficiência idiopática de hormônio do crescimento

Bordallo,Maria Alice N.; Tellerman,Leandro D.; Bosignoli,Rodrigo; Oliveira,Fernando F. R. M.; Gazolla,Fernanda M.; Madeira,Isabel R.; Zanier,José Fernando C.; Henriques,Jodélia L. M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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OBJETIVO: Avaliar a freqüência e os tipos de alterações observadas à tomografia computadorizada e ressonância magnética em pacientes com deficiência aparentemente idiopática de hormônio do crescimento e investigar a possível relação entre imagem neurorradiológica e presença de deficiência isolada e múltipla de hormônio do crescimento. MÉTODOS: Realizamos tomografia computadorizada e ressonância magnética da região hipotálamo-hipofisária em 37 pacientes com deficiência de hormônio do crescimento. Os pacientes foram divididos em deficiência isolada de hormônio do crescimento (Grupo A) e deficiência múltipla de hormônio do crescimento (Grupo B). RESULTADOS: A tomografia computadorizada foi normal em 25 (68%) e alterada em 12 (32%) pacientes. Observamos sela vazia em 50% dos pacientes, parcialmente vazia em 17% e hipoplasia hipofisária em 33%. Não observamos diferença entre o percentual de alterações à tomografia computadorizada entre os Grupos A e B (p = 0,55). A ressonância magnética foi normal em 17 (46%) e alterada em 20 (54%) pacientes. À ressonância magnética, observamos sela vazia em 10%, parcialmente vazia em 15% e hipoplasia hipofisária em 75% dos pacientes. Entre os pacientes com ressonância magnética alterada...

Hormônio do crescimento e exercício físico: considerações atuais

Cruzat,Vinicius Fernandes; Donato Júnior,José; Tirapegui,Julio; Schneider,Claudia Dornelles
Fonte: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo Publicador: Divisão de Biblioteca e Documentação do Conjunto das Químicas da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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Embora o hormônio do crescimento (GH) seja um dos hormônios mais estudados, vários de seus aspectos fisiológicos ainda não estão integralmente esclarecidos, incluindo sua relação com o exercício físico. Estudos mais recentes têm aumentado o conhecimento a respeito dos mecanismos de ação do GH, podendo ser divididos em: 1) ações diretas, mediadas pela rede de sinalizações intracelulares, desencadeadas pela ligação do GH ao seu receptor na membrana plasmática; e 2) ações indiretas, mediadas principalmente pela regulação da síntese dos fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF). Tem sido demonstrado que o exercício físico é um potente estimulador da liberação do GH. A magnitude deste aumento sofre influência de diversos fatores, em especial, da intensidade e do volume do exercício, além do estado de treinamento. Atletas, normalmente, apresentam menor liberação de GH induzida pelo exercício que indivíduos sedentários ou pouco treinados. Evidências experimentais demonstram que o GH: 1) favorece a mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo para geração de energia; 2) aumenta a capacidade de oxidação de gordura e 3) aumenta o gasto energético.

Regulação negativa do eixo somatotrófico em fígado de peixes transgênicos homozigóticos superexpressando o gene do hormônio do crescimento (GH)

Studzinski, Ana Lupe Motta
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Dissertação (mestrado)-Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas – Fisiologia Animal Comparada, Instituto de Ciências Biológicas, 2008.; A maioria dos modelos genéticos atualmente utilizados para o estudo da expressão dos genes envolvidos na regulação da via de sinalização intracelular do hormônio do crescimento (GH) é de mamíferos. Entretanto, uma linhagem de peixe geneticamente modificado (Danio rerio) que superexpressa o gene do GH foi recentemente desenvolvida e pode ser utilizada para estudos neste grupo de vertebrados (linhagem F0104). Foi observado que diferentes genótipos desta linhagem apresentam características de crescimento conflitantes. Embora os homozigotos (HO) expressem o dobro da quantidade de GH em relação aos hemizigotos (HE), estes últimos apresentam taxas de crescimento significativamente mais elevadas. O objetivo do presente trabalho foi analisar quais os mecanismos que estão envolvidos no bloqueio da sinalização do GH nos homozigotos, em comparação com indivíduos não-transgênicos (NT). Genes do eixo somatotrófico (GHR, JAK2, STAT5.1 e IGF-I), assim como genes que codificam para proteínas que atuam na regulação negativa da sinalização intracelular do GH através de interação com o receptor (SOCS1 e SOCS3...

Composição corpórea e força muscular durante a fase de transição em pacientes tratados com hormônio de crescimento recombinante

Modesto, Marilza de Jesus
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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Resumo: O hormônio de crescimento (GH), além de promover o crescimento linear, é crucial para aquisição dos picos de massa muscular e massa óssea. Pacientes com deficiência de GH (DGH) que atingiram estatura final, na fase de transição (FTR) geralmente apresentam musculatura diminuída, densidade mineral óssea (DMO) baixa, excesso de gordura e diminuição da força muscular. O objetivo deste estudo foi avaliar a composição corpórea e força muscular de indivíduos do sexo masculino com DGH na FTR, tratados com hormônio de crescimento recombinante (rhGH) durante a infância e adolescência. Foram avaliados 18 pacientes com DGH, tratados na Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HC-UFPR) e 18 indivíduos adultos jovens saudáveis, do mesmo sexo e faixa etária, que constituíram o grupo controle (GC). Foi realizado teste da hipoglicemia insulínica (ITT) nos pacientes com DGH e de todos os indivíduos foram obtidos: Insulin-like Growth Factor-I (IGF-1) total, testosterona total, LH, FSH, T4 total e livre, cortisol e perfil bioquímico sanguíneo. DMO, massa magra e massa gorda foram medidas por DEXA (Dual X-Ray Absorptiometry); força muscular dinâmica, expressa em valores de pico de torque extensor (PTE) e flexor (PTF) e picos de torque extensor e flexor em relação a peso corporal (PTEPC e PTFPC) de joelho foi medida por dinamômetro isocinético. De acordo com o pico de GH (ng/mL) no ITT e valor de IGF-I...

Exercício físico resistido isolado ou combinado com hormônio de crescimento sintético : efeito sobre composição corpórea e força muscular em adultos jovens do sexo masculino, com diagnóstico de deficiência de GH na infância

Amer, Nadia Mohamad
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 164f. : il. algumas color.; application/pdf
PORTUGUêS
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Orientador: Prof. Dr. Luiz de Lacerda Filho; Co-orientador: Prof. Dr. Oscar Erichsen; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente. Defesa: Curitiba, 25/07/2014; Inclui referências; Área de concentração: Endocrinologia Pediátrica (Educação física); Resumo: A deficiência de hormônio do crescimento (DGH) em adultos caracteriza-se por alterações da composição corpórea, do metabolismo lipídico, redução de massa e força muscular, diminuição da capacidade ao exercício físico e baixa qualidade de vida. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de um programa de exercício físico resistido (EFR) de curta duração sobre parâmetros de força muscular e composição corpórea de indivíduos adultos, tratados com hormônio de crescimento sintético (GHs) durante a infância e adolescência. Foram avaliados 16 sujeitos tratados na Unidade de Endocrinologia Pediátrica do HC da UFPR. De acordo com o valor de pico do GH (ng/mL) no teste de tolerância à insulina e de IGF-1(ng/mL), os indivíduos foram classificados em dois grupos: DGH (GH < 3,0; IGF-1 menor que -2 DP, n = 9) e suficiência de GH (SGH: GH > 3,0; IGF-1 normal para a idade cronológica...

Hormônio do crescimento no processo de osseointegração de implantes de titânio: estudo experimental e revisão de literatura; Growth hormone on the osseointegration process of titanium implants: an experimental study and review of literature

Abreu, Marcelo Emir Requia
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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Com o intuito de acelerar e melhorar a qualidade do processo de osseointegração, recentemente tem sido dado ênfase aos fatores de crescimento. Logo, foi objetivo dessa Tese avaliar o emprego do hormônio do crescimento (GH) na osseointegração de implantes de titânio. Esse trabalho é composto de dois artigos, o primeiro artigo é uma revisão de literatura sobre o emprego dos fatores de crescimento, e, em especial o GH, no processo de reparo do tecido ósseo. O segundo artigo é um estudo experimental no qual se avaliou o uso tópico do rhGH no processo de osseointegração de implantes de titânio nanotexturizados inseridos na tíbia de coelhos. Foram utilizados 14 animais divididos aleatoriamente em grupo teste e controle. No grupo teste foi aplicado 1 IU de rhGH no defeito cirúrgico imediatamente antes da colocação de cada implante. No grupo controle não foi aplicado o rhGH. Cada animal recebeu 2 implantes na tíbia esquerda. Os animais foram sacrificados em 14 e 42 dias depois da cirurgia. As regiões periimplantares foram submetidas à microscopia óptica (MO) de transmissão e de reflexão, e os implantes ao ensaio biomecânico de pull out e a microscopia eletrônica de varredura (MEV). Em todas as análises realizadas o grupo teste apresentou desempenho superior ao controle...

Incorporação do hormônio do crescimento humano recombinante (rhGH) em matriz de polímero biodegradável

Garcia, Ricardo Fernandes
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PT_BR
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Objetivo: Incorporar o hormônio de crescimento recombinante humano em um polímero biodegradável o poli ácido láctico glicólico ( PLGA ) para utilização na área de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Materiais e Métodos: Foi utilizada mistura de dois solventes, metanol e o diclorometano numa proporção em massa de 1,5 : 5,0 para dissolver o PLGA. Foi feita outra solução com o rhGH (hormônio de crescimento humano recombinante), acetato de zinco e água deionizada. As duas misturas foram então misturadas sob agitação mecânica e vertidas em moldes de silicone circular de 01cm de diâmetro e aproximadamente 02mm de espessura. Essa mistura foi deixada na câmara de evaporação de solvente por 48 horas. As matrizes, então, foram degradadas in vitro em PBS (solução tampão fosfato salino) com pH 7.4, em banho termostatizado. As amostras foram retiradas do banho no intervalo de 01, 02, 03, 04, 07, 10, 14 dias. Foi aferida a perda de massa, variação do pH e concentração do hormônio liberado em função do tempo. Resultados: A concentração do hormônio liberado em função do tempo foi aumentando ate o terceiro dia. No quarto dia, houve uma queda e, no sétimo, ocorreu um aumento do hormônio liberado, estendendo-se até o décimo dia...

Produção do hormônio de crescimento bovino recombinante (rbGH) em cultivos de alta densidade

Nascimento, Rafael Munareto do
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Somatotropina ou hormônio de crescimento trata-se de um hormônio natural secretado pela glândula pituitária. Sua secreção é controlada por dois neuropeptídeos secretados pelo hipotálamo, o fator liberador de somatotropina, que aumenta a secreção de hormônio de crescimento e a somatostatina que inibe a sua secreção. O hormônio de crescimento bovino possui efeito galactopoiético, o que é conhecido desde a década de 30. Seu mecanismo de ação envolve uma série de mudanças no metabolismo, direcionando mais nutrientes para a síntese de leite, sendo que o aumento na produção de leite é alcançado sem prejudicar a saúde do animal. Resultados de pesquisa demonstram que o hormônio de crescimento bovino pode aumentar a produção de leite de 6% a 40% e a eficiência de utilização de alimentos em bovinos. A produção de leite no Brasil aumentou cerca de 5 vezes desde 1975 até 2011, e estima-se que existam 23 mil vacas leiteiras no país, demonstrando o potencial mercado para o uso da somatrotopina bovina.E. coli é atualmente a maior plataforma para expressão simples de proteínas heterólogas, principalmente por ser um sistema bem caracterizado. Cultivos de alta densidade são desenvolvidos para aumentar a produtividade de proteínas...

Avaliação da degradação de matrizes poliméricas biodegradáveis (PLGA) associadas com hormônio do crescimento humano recombinante (RHGH): estudo in vitro

Duarte, Aline Adelaide Paz da Silva
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O PLGA é um polímero bioabsorvível derivado dos ácidos láctico e glicólico que tem sido usado como sistema de liberação de drogas. Uma das drogas com potencial de utilização nesse tipo de veículo é o hormônio do crescimento humano recombinante (rhGH), pois apresenta vantagens como, por exemplo, acelerar o processo de osteointegração, remodelação óssea e maturação ao redor de implantes, além de estimular a osteogênese.Objetivo: Este trabalho tem por objetivo avaliar a degradação de matrizes de PLGA com rhGH.Materiais e Métodos: Foram utilizadas duas proporções de PLGA: 75:25 (Grupo I) e 50:50 (Grupo II). As matrizes foram confeccionadas por meio da técnica de evaporação de solventes da seguinte forma: primeiramente o PLGA foi dissolvido com diclorometano e metanol e, posteriormente, foi misturado à uma solução composta por hormônio do crescimento humano recombinante, acetato de zinco e água deionizada. A mistura dessas substâncias foi vertida em moldes de silicone de formato circular, com aproximadamente 10 mm de diâmetro, os quais foram acondicionados em uma câmara de evaporação de solvente, à temperatura ambiente, onde as matrizes foram secas por meio do arraste forçado pela ação de gás nitrogênio. As amostras controle...

Avaliação in vitro de matrizes de PLGA com hormônio do crescimento recombinante humano: análise estrutural e dinâmica de liberação do hormônio

Oliveira, Henrique do Couto de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Fatores de crescimento como o hormônio do crescimento humano recombinante vêm ganhando atenção no campo da reconstrução óssea. No entanto, devido à sua meia-vida curta, polímeros biodegradáveis, como o PLGA, vêm sendo utilizados visando liberação mais lenta e controlada deste hormônio quando de sua aplicação tópica.Objetivo: Avaliar, in vitro, o comportamento de matrizes de PLGA com 2 concentrações diferentes de rhGH.Materiais e Métodos: Três grupos de amostras em triplicatas foram montados: grupo I com PLGA puro (controle); grupo II com PLGA associado ao rhGH em maior concentração e; grupo III com PLGA associado ao rhGH em menor concentração. Cada grupo foi analisado macroscopicamente e microscopicamente (MEV) e, por meio de teste de degradação hidrolítica, avaliou-se a dinâmica de liberação do rhGH assim como as alterações de pH no meio de incubação ao longo de 29 dias.Resultados: As matrizes dos 3 grupos de estudo ficaram com características morfológicas indistinguíveis macro e microscopicamente. O grupo II liberou maior quantidade de rhGH que o grupo III, como era o esperado, no entanto, não houve um padrão claro de liberação em ambos os grupos. A liberação de rhGH foi observada até o 22° dia de avaliação e não houve diferença estatística na perda de massas entre os grupos. Os valores de pH encontrados foram compatíveis com a aplicação clínica.Conclusão: As propriedades morfológicas devem ser avaliadas conforme a aplicação do material e do tecido alvo a ser regenerado/substituído e não foi possível estabelecer um padrão de distribuição do rhGH nas matrizes de PLGA neste estudo. As matrizes podem ser utilizadas como carreadoras de rhGH tendo sido capazes de prolongar a liberação do hormônio por um período de 22 dias. A perda de massas se manteve igual (estatisticamente)...

Interação ractopamina e hormônio do crescimento no metabolismo de ratas hipofisectomizadas

Barros, Bianca Sacramento; Universidade Federal de Lavras; Curti, Filipe; Universidade Federal de Lavras; da Silva, Leonardo Rafael; Costa, Tauany; Vieira Lobato, Raquel; Pereira, Luciano José; Zangerônimo, Márcio Gilberto; Silva, Marcelo Eustáquio; d
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2013 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2013v26n4p241A ractopamina e o hormônio do crescimento têm sido muito estudados por conta de sua capacidade de gerar uma melhor partição de nutrientes no organismo, proporcionando aumento na síntese proteica muscular e lipólise no tecido adiposo. Assim, este artigo tem por objetivo verificar os efeitos da interação entre essas substâncias no metabolismo de ratas hipofisectomizadas e seus efeitos individuais sobre a composição corporal desses animais. Trinta ratas Fisher foram distribuídas em cinco tratamentos, sendo um grupo controle normal, um controle hipofisectomizado e os outros três grupos de animais hipofisectomizados tratados com ractopamina (80 mg/kg/dia), com hormônio do crescimento (4 mg/kg/dia) e com a associação dos dois, todos com seis repetições em cada grupo. A associação das duas substâncias proporcionou maior porcentagem de proteína e diminuição do extrato etéreo na carcaça dos animais. Além disso, ocasionou aumento na ingestão de água, na produção urinária e diminuição do peso relativo dos rins, fígado e baço quando comparado ao grupo controle. O uso do hormônio do crescimento proporcionou maior ganho de peso final e eficiência alimentar, menor peso cardíaco e aumento da glicemia...