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Estudo quantitativo das células granulares adenohipofisárias associadas à produção do hormônio de crescimento e avaliação do perfil bioquímico do IGF-I em cães Golden Retriever com Distrofia Muscular (GRMD); Morphometric and stereological study of the adenohypophysis granular cells associated to GH producing and evaluation of the biochemical profile of IGF-I in golden retriever muscular dystrophy (GRMD)

Lima, Ana Rita de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/06/2005 PT
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37.25%
A Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é uma doença recessiva ligada ao cromossomo ?X?, causada pela ausência da proteína distrofina que ocorre em vários tecidos, sendo caracterizada por uma severa disfunção da musculatura esquelética ocasionando morte prematura do paciente. Embora controverso, alguns autores reportaram que o GH (hormônio do crescimento) estaria implicado no desenvolvimento da doença e poderia ser utilizado no tratamento da mesma. Desta forma, neste estudo a dosagem sérica de IGF-I (Fator I de crescimento Similar à insulina) um peptídeo GH-dependente que regula as ações do hormônio do crescimento, foi realizada no intuito de verificar se existe correlação ou não entre o desenvolvimento da doença e a concentração sérica de IGF-I. As variações nos níveis deste hormônio foram demonstradas com o decorrer da idade sendo que, nos três primeiros meses todos os animais apresentaram comportamento semelhante com aumento dos níveis de IGF-I, porém no quarto mês os animais Distróficos benignos apresentaram redução média de 34% deste hormônio, enquanto ocorreu aumento de 1% no animal não Distrófico. Ainda, as células granulares adenohipofisárias relacionadas à produção do hormônio de crescimento em cães Golden Retriever com Distrofia Muscular apresentam-se maiores do que nos cães Golden Retriever não distróficos quanto aos seguintes parâmetros (eixo longo...

Desenvolvimento de métodos para a determinação do hormônio 17'alfa'-metiltestosterona em amostras de água e de sedimentos de piscicultura: ensaios ecotoxicológicos com cladóceros; Development of methods for the determination of 17'alfa'-Methyltestosterone in water and sediments samples from pisciculture: ecotoxicological assay with Cladocera

Falone, Sandra Zago
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 09/05/2007 PT
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37.4%
Neste trabalho foi feito o desenvolvimento e validação de métodos para a determinação do hormônio 17'alfa'-metiltestosterona em amostras de água e de sedimentos de uma piscicultura situada no município de Socorro-SP. O local de estudo foi escolhido porque no município de Socorro há um grande número de pisciculturas e também pelo fato da cidade fazer parte do Circuito das Águas. Toda a água utilizada no processo de reversão sexual das tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus) é descartada no Ribeirão dos Machados, um dos afluentes do rio Mogi-Guaçu, sem o devido tratamento. Foi desenvolvido o método analítico para a extração do hormônio das amostras de água, empregando a extração em fase sólida com adsorvente C18 (octadesilsilano). Também foi desenvolvido o método para a extração do hormônio das amostras dos sedimentos, empregando o equipamento de ultra-som. Foram feitos estudos de recuperação para as amostras de água e sedimentos em três níveis de fortificação. Empregou-se 300 mL da água de água de nascente (branco), e água do rio Santa Maria do Leme para os estudos de recuperação. Empregou-se 10 g de sedimentos (branco) coletados no rio Santa Maria do Leme, em São Carlos. Estas amostras foram fortificadas com o hormônio estudado. A técnica analítica empregada para a determinação do hormônio foi a cromatografia líquida de alta eficiência com detector UV-Vis e coluna RP-18. Para a determinação do hormônio foi utilizada a fase móvel acetonitrila/água 35:65 v/v. O volume injetado foi de 20 'mü'L...

Efeito da reposição do hormônio do crescimento (GH) no desenvolvimento ósseo de ratas hipotireoideas tratadas com o agonista seletivo do receptor b de hormônio tireoideano GC-1.; Effect of growth hormone (GH) replacement on bone development of hypothyroid rats treated with the thyroid hormone receptor b-selective agonist GC-1.

Freitas, Fatima Rodrigues de Sousa e
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/05/2008 PT
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37.29%
Sabe-se que o hipotireoidismo (Hipo) resulta em supressão do eixo hormônio de crescimento (GH)/ insulin-like growth factor I (IGF-I) e em atraso no desenvolvimento esquelético. Em um estudo anterior, vimos que o tratamento de ratas jovens Hipo com GC-1, um análogo da triiodotironina (T3) seletivo pela isoforma b de receptor de hormônio tireoideano (TRb), não teve efeito sobre o IGF-I sérico ou sobre a expressão protéica de IGF-I nas lâminas epifisiais, mas parcialmente reverteu alterações esqueléticas decorrentes do Hipo, o que sugere que: (i) o desenvolvimento esquelético requer ações do T3 mediadas pelo TRa1 e TRb1 (isoformas de TR expressas no osso); ou (ii) requer interações entre o eixo GH/IGF-I e o hormônio tireoideano. Neste estudo, investigamos essas hipóteses tratando ratas recém desmamadas Hipo com T3 ou GC-1 em associação ou não com o GH por 4 semanas. Os nossos achados mostram que o T3 e GH interagem para promover o desenvolvimento ósseo, mas que uma série de efeitos do T3 nesse processo independe do eixo GH/IGF-I e são mediadas pelo TRa e/ou TRb.; Thyroid hormone (TH) has important effects on bone development and metabolism. It is known that triiodotyronine (T3) has indirect actions in the skeleton through its influence on the production and secretion of growth hormone (GH)/ insulin-like growth factor (IGF-I) and/or other factors. On the other hand...

Análise dos genes GHRH e GL12 em pacientes com deficiência de hormônio do crescimento congênita; GHRH and GLI2 genes analysis in patients with congenital growth hormone deficiency

França, Marcela Moura
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2012 PT
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37.2%
Introdução: Alterações em genes relacionados com a secreção de GH ou a organogênese hipofisária foram identificadas em pacientes com deficiência de hormônio do crescimento (DGH) congênita. Entretanto, poucos casos de DGH têm sua etiologia esclarecida. O GHRH é um candidato óbvio para explicar a deficiência isolada de GH (DIGH). Na literatura, os estudos de análise do GHRH não conseguiram identificar mutações, porém são antigos e utilizaram uma metodologia com limitações. A maioria dos pacientes com deficiência hipotálamo-hipofisária múltipla (DHHM) apresenta neuroipófise ectópica sugerindo a importância do estudo de genes que atuam no início do desenvolvimento hipofisário, com expressão inclusive no infundíbulo. O GLI2 é um fator de transcrição na sinalização Sonic Hedgehog, envolvido com o início da embriogênese hipofisária, expresso na bolsa de Rathke primordial e no diencéfalo ventral. Previamente, mutações no GLI2 foram encontradas em pacientes com holoprosencefalia, e também alterações hipofisárias. Objetivos: Analisar o GHRH em 151 pacientes com DIGH (42 brasileiros e 109 encaminhados de centros internacionais) e analisar o GLI2 em 180 pacientes brasileiros com DIGH ou DHHM por PCR e sequenciamento automático dos genes; e descrever o fenótipo dos pacientes com mutações identificadas. Resultados: No GHRH foram identificadas seis variantes em heterozigose com previsão benigna pelas análises in silico. A análise do GLI2 identificou três mutações novas em heterozigose com códon de parada prematuro (p.L788fsX794...

Degradação eletroquímica de desreguladores endócrinos: o hormônio metiltestosterona; Electrochemical degradation of endocrine disruptors: the hormone methyltestosterone

Amaral, Bruno Rochetti do
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/04/2012 PT
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37.36%
Nos dias atuais a criação de peixes tornou-se uma atividade econômica rentável. A criação de alevinos, para posterior comercio após o seu desenvolvimento, é uma pratica que vem ganhando espaço no cenário nacional há algum tempo. O comercio da carne de peixes vem sendo muito visada e para isso o peixe necessita estar apto para o comércio. Comparando entre os gêneros macho e fêmea, o primeiro apresenta, quando adulto, um maior peso e um maior tamanho, o que economicamente é mais interessante para o piscicultor. Mas o controle de gênero não é fácil de ser feito, quando se tem os alevinos não se sabe ao certo a quantidade de machos e fêmeas presentes nos tanques de criação. Para se obter uma população de apenas machos é utilizado um procedimento no qual um hormônio masculino é inserido no ambiente dos alevinos, tanto por meio de inserção do hormônio na ração tanto pela inserção direta do hormônio nos tanques de criação dos alevinos. Nesse segundo método e utilizado um banho de imersão sendo que a exposição a esse hormônio causa uma mudança sexual dos peixes, sendo que todos migram para o sexo masculino. Após a imersão essas águas ficam com sua composição alterada sendo que o hormônio permanece presente na mesma. O tratamento dessas águas residuais do processo é muito complicado sendo que se faz necessário um tratamento mais drástico do que o tratamento convencional aplicado às plantas de ETE. O presente estudo faz uma análise de um método para tratar o hormônio utilizado nos banhos de imersão. O hormônio em questão utilizado no estudo foi o 17α-metiltestosterona (MT) que é um dos hormônios utilizados na reversão sexual de peixes. O estudo focou no tratamento eletroquímico do hormônio MT utilizando-se de parâmetros para a realização do mesmo. Os parâmetros utilizados para análise foram quatros: Temperatura...

Estudo do gene do hormônio de crescimento hipofisário (GH1) em indivíduos com baixa estatura idiopática; Study of Growth Hormone 1 gene (GH1) in children with idiophatic short stature

Lido, Ândria Carla Vito
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/2014 PT
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37.25%
O sistema hormônio de crescimento (GH) / fator de crescimento insulina- símile tipo 1 (IGF-1) é o principal determinante e regulador do crescimento linear pósnatal. O GH é codificado pelo gene Growth Hormone 1 (GH1). Mutações no GH1 com efeito dominante negativo e herança autossômica dominante são as principais causas monogênicas de deficiência isolada de hormônio de crescimento (DIGH), enquanto deleções ou mutações de ponto no GH1 causam formas raras autossômicas recessivas de DIGH. No grupo de pacientes com DIGH do ambulatório de Endocrinologia do Desenvolvimento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, foram identificadas apenas deleções em homozigose no GH1 mesmo após estudo criterioso deste gene. Esta diferença em relação aos dados descritos na literatura poderia ser justificada pelo critério diagnóstico para a DIGH adotado pelo nosso grupo, sendo utilizado pico de GH em teste de estímulo inferior a 3,3 ug/L, em contraste com os valores de corte descritos na literatura que variam de 7 a 10 ug/L. Devido a esse fator, pacientes com mutações no GH1 com herança autossômica dominante poderiam estar sendo erroneamente diagnosticados como portadores de baixa estatura familiar ou idiopática (BEI) em nosso serviço. Adicionalmente...

Participação do hormônio liberador de corticotropina (CRH) e dos hormônios da pró-opiomelanocortina (POMC) no lúpus eritematoso sistêmico com envolvimento cutâneo; CRH and pro-opiomelanocortin (POMC) participation in systemic lupus erythematosus with skin involvement

Schmitz, Monique Kowalski
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/2014 PT
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37.2%
Introdução: A ativação do eixo hormônio liberador de corticotropina (CRH) e da pró-opiomelanocortina (POMC) leva a produção de vários derivados bioativos que incluem o hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e o hormônio estimulador de melanócito alfa (alfa-MSH). Estudos avaliando a participação desse eixo no lúpus eritematoso sistêmico (LES) são escassos, particularmente no envolvimento cutâneo da doença. Objetivo: Avaliar a participação do CRH e das melanocortinas (MCs) na fisiopatologia do lúpus eritematoso sistêmico com envolvimento cutâneo. Métodos: Dezessete pacientes com LES com envolvimento cutâneo foram avaliados clinicamente e biópsias da pele afetada e não afetada e do sangue periférico foram obtidas. Dezessete indivíduos saudáveis foram pareados por idade e gênero. Os fragmentos de pele foram submetidos à análise imuno-histoquímica para avaliação da expressão de CRH, ACTH, alfaMSH, e receptor de melanocortina tipo 1 (MC-1R). Os níveis séricos de alfa-MSH, IL-1, IL-1ra, IL-6, IL-10, IL-12p70, IL-17, TNF-alfa, e IFN-y foram determinados pelo método Multiplex. Resultados: A pele afetada de pacientes com LES apresentaram maior expressão CRH na derme profunda quando comparada à pele não afetada dos mesmos doentes e a pele saudável dos controles (p = 0...

Estudo da resposta à indução da ovulação em mulheres com diferentes genótipos (N680S e T307A) no gene do receptor do Hormônio Folículo Estimulante e (AMHR2 G>A) no gene do receptor do Hormônio Anti Mülleriano submetidas à fertilização in vitro

Genro, Vanessa Krebs
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.2%
A individualização do tratamento é o desafio atual no campo da reprodução assistida. Fatores prognósticos clássicos como idade ou testes de avaliação da reserva ovariana não são suficientes para predizer completamente a resposta das pacientes à indução da ovulação. Essa tese investiga se polimorfismos do receptor do Hormônio Folículo Estimulante ou do receptor do Hormônio Anti-Mulleriano influenciam na resposta ovariana à administração de uma dose padrão de gonadotrofinas para Fertilização In Vitro numa população caucasiana francesa altamente selecionada. Para avaliação correta da resposta à indução da ovulação, usamos parâmetros clássicos como número de oócitos recuperados ou embriões obtidos e também a relação entre o número de folículos que atingem a maturidade ao final do ciclo de indução e o número basal de folículos antrais – taxa de maturação folicular. Como resultados, apresentamos que a presença do alelo G para o receptor do Hormônio Anti Müllleriano está associado com um número menor de oócitos recuperados na punção ovariana. Já o polimorfismo do receptor do FSH Ser 680, apesar de associado com um nível de FSH basal mais elevado, não altera a taxa de maturação folicular. Esses dados podem ajudar...

A novel mutation of thyroid hormone receptor beta (I431V) impairs corepressor release, and induces thyroid hormone resistance syndrome; Uma nova mutação no TR beta (I431V) prejudica a liberação de correpressores e induz síndrome de resistência ao hormônio tireoideano

Azevedo, Monalisa Ferreira; Barra, Gustavo Barcelos; Medeiros, Ligiane Dantas de; Simeoni, Luiz Alberto; Naves, Luciana Ansaneli; Neves, Francisco de Assis Rocha
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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37.2%
ABSTRACT: Resistance to thyroid hormone (RTH) is a rare disorder characterized by variable tissue hyporesponsiveness to thyroid hormone, usually caused by mutations in the thyroid hormone receptor beta (TRβ). We describe a large Brazilian family harboring a novel mutation affecting TRβ gene and inducing RTH. A 14-year-old girl was found to have elevated free T4 and free T3 plasma concentrations in coexistence with unsuppressed TSH and a questionable goiter. The diagnosis of RTH was verifi ed by identifi cation of a novel mutation (I431V) in the TRβ gene. Sixteen asymptomatic relatives of the proposita are also affected by the mutation. Functional studies showed that I431V mutation exerts dominant-negative effect on wild type TRβ, mainly by impairment of ligand-dependent release of corepressor SMRT. The presence of this mutation reduces potency, but does not affect effi cacy of thyroid hormone action, in accordance with the clinical picture of eumetabolism of the affected individuals. _______________________________________________________________________________ RESUMO; A resistência ao hormônio tireoideano (RHT) é uma doença rara, causada por variável hiporresponsividade dos tecidos aos hormônios tireoideanos, usualmente causada por mutações no receptor beta do hormônio tireoideano (TRβ). Descrevemos uma grande família brasileira portadora de uma nova mutação afetando o gene do TRβ...

Mecanismos moleculares envolvidos na dominância negativa na síndrome de resistência ao hormônio tireoideano; I. Genes regulados negativamente pelo receptor de hormônio tireoideano; II. Genes regulados pelos receptores ativados por proliferadores de peroxissoma

Woitechumas, Juana Bottega
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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37.2%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2010.; A Síndrome de Resistência ao Hormônio Tireoideano (SRHT) é uma patologia caracterizada pela resposta reduzida dos tecidos-alvo ao hormônio tireoideano (HT). Ocorre comumente devido a mutações em um alelo do gene do receptor do hormônio tireoideano β (TRβ) que codifica para um TR mutante, o qual inibe a função do TRβ wt, fenômeno conhecido como dominância negativa. Em genes regulados positivamente pelo T3, o mecanismo molecular de dominância negativa tem sido bastante estudado. Porém, o mecanismo com que esta ocorre em genes cuja transcrição é reprimida por T3 precisa ser melhor elucidado. Estudos indicam que o PPAR é capaz de se dimerizar com o TR e inibir seletivamente a atividade transcricional exercida pelos TRs por competição com o RXR na ligação ao DNA e que o TR também é capaz de inibir a atividade transcricional exercida pelo PPAR. O mecanismo dessa inibição não está bem esclarecido. O primeiro objetivo do presente estudo foi investigar o mecanismo molecular do efeito dominante negativo exercido pelo mutante TRβ-F451X, em genes regulados negativamente pelo T3 e a importância da dimerização nesse fenômeno. Essa mutação é encontrada em pacientes com SRHT que apresentam severo retardo mental...

Síndrome de resistência ao hormônio tireoidiano

Carvalho,Gisah A. de; Ramos,Helton E.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
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37.29%
A resistência ao hormônio tireoidiano (RHT) é uma síndrome que se caracteriza pela presença de níveis séricos elevados de hormônios tireoidianos (HT) e níveis séricos elevados, ou inapropriadamente normais, de hormônio estimulante da tireóide. Em geral, os pacientes apresentam resistência ao HT tanto em nível hipofisário como em tecidos periféricos. Os indivíduos afetados apresentam fenótipo variável, dependendo da severidade da mutação, da diversidade da resposta tecido-específica e outros fatores não relacionados à mutação. Na maioria dos casos, a RHT é secundária a mutações no domínio carboxiterminal do receptor ß do hormônio tireoidiano. A RHT é uma doença autossômica dominante, exceto em uma família descrita, na qual a maioria dos indivíduos é heterozigota para o alelo mutado. Novas técnicas e estudos em modelos animais têm possibilitado uma maior compreensão sobre a ação do receptor de HT; em particular, como os receptores de HT mutantes de pacientes com RHT podem bloquear a função de receptores normais (atividade dominante negativa) e como produzem efeitos diversos nos vários tecidos e entre indivíduos.

Ghrelina e secretagogos do hormônio de crescimento (GHS): modulação da secreção do hormônio de crescimento e perspectivas terapêuticas

Correa-Silva,Silvia R.; Sá,Larissa Bianca Paiva Cunha de; Lengyel,Ana-Maria J.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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37.2%
A secreção do hormônio de crescimento (GH) é modulada pelo hormônio liberador de hormônio de crescimento (GHRH) e pela somatostatina. Na última década foi descoberto um terceiro mecanismo de controle, envolvendo os secretagogos de GH (GHS). A ghrelina, o ligante endógeno do receptor dos GHS, é um peptídeo acilado produzido no estômago, que também é sintetizado no hipotálamo. Este peptídeo é capaz de liberar GH, além de aumentar a ingesta alimentar. A ghrelina endógena parece amplificar o padrão básico de secreção de GH, ampliando a resposta do somatotrofo ao GHRH, estimulando múltiplas vias intracelulares interdependentes. Entretanto, seu local de atuação predominante é o hipotálamo. Neste trabalho, será apresentada revisão sobre a descoberta da ghrelina, os mecanismos de ação e o possível papel fisiológico dos GHS e da ghrelina na secreção de GH e, finalmente, as possíveis aplicações terapêuticas destes compostos.

Condução do tratamento com hormônio de crescimento (GH) nos pacientes com diagnóstico de deficiência GH (DGH) durante o período de transição da criança para o adulto

Portes,Evandro S.; Barbosa,Erika
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2008 PT
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37.2%
Além de estimular o crescimento estatural, o hormônio de crescimento (GH) promove outros efeitos benéficos nos pacientes com deficiência de GH (DGH). A suspensão do GH em pacientes com DGH, durante o período de transição da criança para a vida adulta, induz a alterações metabólicas desfavoráveis na composição corporal, na integridade óssea, na capacidade para desempenhar atividade física, e também aumenta fatores de risco cardiovasculares. Estes parâmetros melhoram quando a reposição do GH é reiniciada em adultos com DGH. Com base nestas evidências, a reposição do GH não deveria ser suspensa quando o paciente atingisse sua altura final e, sim, mantida durante a vida adulta. Entretanto, considerando que muitos pacientes com diagnóstico de DGH, quando criança, não tem este diagnóstico confirmado no início da vida adulta, é necessário reavaliar a secreção de GH quando o paciente atingir a altura final. A história clínica do paciente, a resposta ao tratamento com GH, a ressonância magnética da região hipotalâmica-hipofisária e a concentração de IGF-1 podem ajudar nesta reavaliação. A realização de testes de estímulo para liberação do GH é necessária, a menos que o paciente apresente lesão estrutural ou genética que justifiquem a deficiência deste hormônio.

Investigação neurorradiológica de pacientes com deficiência idiopática de hormônio do crescimento

Bordallo,Maria Alice N.; Tellerman,Leandro D.; Bosignoli,Rodrigo; Oliveira,Fernando F. R. M.; Gazolla,Fernanda M.; Madeira,Isabel R.; Zanier,José Fernando C.; Henriques,Jodélia L. M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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37.33%
OBJETIVO: Avaliar a freqüência e os tipos de alterações observadas à tomografia computadorizada e ressonância magnética em pacientes com deficiência aparentemente idiopática de hormônio do crescimento e investigar a possível relação entre imagem neurorradiológica e presença de deficiência isolada e múltipla de hormônio do crescimento. MÉTODOS: Realizamos tomografia computadorizada e ressonância magnética da região hipotálamo-hipofisária em 37 pacientes com deficiência de hormônio do crescimento. Os pacientes foram divididos em deficiência isolada de hormônio do crescimento (Grupo A) e deficiência múltipla de hormônio do crescimento (Grupo B). RESULTADOS: A tomografia computadorizada foi normal em 25 (68%) e alterada em 12 (32%) pacientes. Observamos sela vazia em 50% dos pacientes, parcialmente vazia em 17% e hipoplasia hipofisária em 33%. Não observamos diferença entre o percentual de alterações à tomografia computadorizada entre os Grupos A e B (p = 0,55). A ressonância magnética foi normal em 17 (46%) e alterada em 20 (54%) pacientes. À ressonância magnética, observamos sela vazia em 10%, parcialmente vazia em 15% e hipoplasia hipofisária em 75% dos pacientes. Entre os pacientes com ressonância magnética alterada...

Hormônio de crescimento na regeneração hepática em ratos

Biondo-Simões,Maria de Lourdes Pessole; Pante,Monica; Garcia,Rodrigo Ferreira; Macedo,Vanessa Lara de; Morais,Thaís Helena Caregnatto de; Boell,Patricia
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2000 PT
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37.25%
Muitas substâncias têm sido utilizadas após hepatectomias parciais com o fim de se saber como elas atuam no processo de regeneração. Entre elas encontra-se o hormônio de crescimento. Visando conhecer a influência deste hormônio, 50 ratos Wistar, machos, com idade de 170 dias e peso médio de 380g, foram divididos em dois grupos de 25 animais, respectivamente experimento e controle. Sob anestesia inalatória de éter etílico sofreram laparotomia mediana e hepatectomia de aproximadamente 70%, ressecando-se os lobos mediano e lateral esquerdo que eram pesados e em seguida fazia-se a laparorrafia. Os ratos do grupo experimento receberam hormônio de crescimento através de injeção diária, subcutânea, de 0,4U/kg num volume de 0,12 ml. Os animais do controle receberam igual volume de água destilada pela mesma via. Sacrificados em lotes de cinco animais de cada grupo com 36, 72, 168, 240 e 336 horas. Avaliava-se o peso do animal e o peso total do fígado. Através da fórmula de Kwon et al. a regeneração hepática foi calculada. No estudo microscópico conhecia-se as figuras de mitose em 20 campos. O percentual de regeneração do peso da víscera mostrou-se maior no grupo tratado com hormônio de crescimento nas aferições de 168h (p = 0...

Diagnóstico clínico e laboratorial da deficiência isolada do hormônio do crescimento em crianças e adolescentes portadores da mutação no gene do receptor do hormônio liberador do hormônio de crescimento em Itabaianinha, Sergipe

Menezes,Carlos Alberto; Aragão,Valdinaldo; Rios-Santos,Fabrício; Aguiar-Oliveira,Manuel Hermínio
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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37.33%
INTRODUÇÃO: Em Itabaianinha - Sergipe é encontrado o maior grupo descrito na literatura de habitantes com o fenótipo associado à deficiência isolada do hormônio do crescimento (DIGH) em função da mutação IVS1+ 1, G->A no gene do receptor do hormônio liberador do hormônio de crescimento (GHRH). O objetivo do presente trabalho é descrever o fenótipo clínico e laboratorial dos pacientes da cidade. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram selecionados 12 indivíduos com fenótipo clínico de DIGH e 10 voluntários controles sem deficiência de GH, ambos com idade inferior a 20 anos, para estudo de corte transversal. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os portadores de DIGH apresentaram hiporresponsividade ao teste de clonidina e à hipoglicemia insulínica e níveis séricos abaixo dos valores de referência para o fator de crescimento insulina símile I (IGF-I) e proteína ligadora do fator de crescimento símile a insulina 3 (IGFBP-3) (6 ±4ng/ml e 510 ± 151ng/ml, respectivamente p < 0,01). O estudo mostrou não haver alterações de função tireoidiana, níveis de hormônios gonadais, cortisol e no estudo da sela túrcica nessa população. Os indivíduos de Itabaianinha apresentam maior número de características fenotípicas (baixa estatura proporcionada...

Avaliação da deficiência do hormônio de crescimento : influência do estado nutricional

Selma Soares Lins, Thereza; Alves Pontes da Silva, Giselia (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Objetivo: A possibilidade de diagnosticar adequadamente a deficiência de hormônio de crescimento (GH), em crianças e adolescentes com excesso de adiposidade, motivou a realização desta dissertação de Mestrado, apresentada sob a forma de um artigo de revisão e um artigo original, que teve o objetivo de avaliar a influência do sobrepeso nas respostas aos testes de estímulos do hormônio de crescimento. Métodos: Foi feita uma revisão sobre métodos laboratoriais para dosagem do GH, testes estimulatórios da secreção do GH e efeitos da obesidade sobre o hormônio de crescimento. As informações foram coletadas nas últimas duas décadas, utilizando as bases de dados Medline, Lilacs, MD Consult, livros técnicos e publicações internacionais. Outros artigos foram identificados a partir de referências bibliográficas citadas nos primeiros artigos. Concomitantemente, foi realizado um estudo exploratório para comparar a liberação do GH aos testes provocativos, entre crianças e adolescentes com baixa estatura e com sobrepeso e risco de sobrepeso e crianças e adolescentes com baixa estatura e peso adequado, encaminhados para o Centro de Referência do Programa do Hormônio de Crescimento da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco...

Incorporação do hormônio do crescimento humano recombinante (rhGH) em matriz de polímero biodegradável

Garcia, Ricardo Fernandes
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PT_BR
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Objetivo: Incorporar o hormônio de crescimento recombinante humano em um polímero biodegradável o poli ácido láctico glicólico ( PLGA ) para utilização na área de cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. Materiais e Métodos: Foi utilizada mistura de dois solventes, metanol e o diclorometano numa proporção em massa de 1,5 : 5,0 para dissolver o PLGA. Foi feita outra solução com o rhGH (hormônio de crescimento humano recombinante), acetato de zinco e água deionizada. As duas misturas foram então misturadas sob agitação mecânica e vertidas em moldes de silicone circular de 01cm de diâmetro e aproximadamente 02mm de espessura. Essa mistura foi deixada na câmara de evaporação de solvente por 48 horas. As matrizes, então, foram degradadas in vitro em PBS (solução tampão fosfato salino) com pH 7.4, em banho termostatizado. As amostras foram retiradas do banho no intervalo de 01, 02, 03, 04, 07, 10, 14 dias. Foi aferida a perda de massa, variação do pH e concentração do hormônio liberado em função do tempo. Resultados: A concentração do hormônio liberado em função do tempo foi aumentando ate o terceiro dia. No quarto dia, houve uma queda e, no sétimo, ocorreu um aumento do hormônio liberado, estendendo-se até o décimo dia...

Produção do hormônio de crescimento bovino recombinante (rbGH) em cultivos de alta densidade

Nascimento, Rafael Munareto do
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Somatotropina ou hormônio de crescimento trata-se de um hormônio natural secretado pela glândula pituitária. Sua secreção é controlada por dois neuropeptídeos secretados pelo hipotálamo, o fator liberador de somatotropina, que aumenta a secreção de hormônio de crescimento e a somatostatina que inibe a sua secreção. O hormônio de crescimento bovino possui efeito galactopoiético, o que é conhecido desde a década de 30. Seu mecanismo de ação envolve uma série de mudanças no metabolismo, direcionando mais nutrientes para a síntese de leite, sendo que o aumento na produção de leite é alcançado sem prejudicar a saúde do animal. Resultados de pesquisa demonstram que o hormônio de crescimento bovino pode aumentar a produção de leite de 6% a 40% e a eficiência de utilização de alimentos em bovinos. A produção de leite no Brasil aumentou cerca de 5 vezes desde 1975 até 2011, e estima-se que existam 23 mil vacas leiteiras no país, demonstrando o potencial mercado para o uso da somatrotopina bovina.E. coli é atualmente a maior plataforma para expressão simples de proteínas heterólogas, principalmente por ser um sistema bem caracterizado. Cultivos de alta densidade são desenvolvidos para aumentar a produtividade de proteínas...

Expressão de genes das vias de biossíntese e degradação do hormônio juvenil e caracterização de peptídeos ligantes ao cérebro de Melipona scutellaris (Hymenoptera, Apidae, Meliponini)

Vieira, Carlos Ueira
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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Abelhas do gênero Melipona têm importante papel na polinização de plantas no Brasil, e por apresentar mecanismo peculiar de determinação de casta genético – alimentar pode ser considerada um laboratório vivo para pesquisas de natureza molecular. O Hormônio Juvenil (HJ) é o principal hormônio que regula a diferenciação de casta e o polietismo etário em abelhas, eventos que depende de genes que estão relacionados com o controle da biossíntese e degradação do HJ. Para o entendimento do mecanismo molecular envolvido no desenvolvimento e diferenciação em abelhas foi realizado estudo sobre a expressão de enzimas que participam das vias de biossíntese e de degradação do HJ e isolamento de peptídeos ligantes ao cérebro de Melipona scutellaris. Foi isolado, clonado e seqüenciado um fragmento do gene o-metiltransferase do ácido farnesóico de M. scutellaris (MsFAMeT) que participa da via de biossíntese do HJ, que apresenta splicing alternativo de um micro-éxon de 27 nucleotídeos. O transcrito maior apresenta expressão diferencial nas castas, porém, aparentemente, não funciona como conversor do ácido farnesóico a metilfarnesoato. A diminuição nos níveis de expressão do transcrito menor nos estágios iniciais de pupas de rainhas que comparado aos mesmos estágios em operárias e sua inibição em larvas tratadas com HJ III indicam que esse mRNA está associado à via de biossíntese de HJ e confirma sua relação com a cascata regulatória de diferenciação das castas em M. scutellaris. O perfil de expressão dos genes que codificam para as enzimas Esterase do HJ (EHJ) e Epóxide Hidrolase do HJ (EHHJ) mostrou que essas enzimas estão expressas durante todo o desenvolvimento ontogenético pósembrionário de M. scutellaris. Em Apis mellifera...