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As políticas de saúde e as intervenções no espaço urbano

Lazzaris, Milana Cristina
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 128 f.| il.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-graduação em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade, Florianópolis, 2009; A pesquisa objetiva discutir e compreender a relação das políticas de saúde pública na construção-formação urbana da cidade de Florianópolis/SC, contemplando essas intervenções desde os primeiros anos de sua ocupação e dando destaque ao período histórico denominado de Estado Novo, no qual os projetos implantados no campo da saúde culminaram na criação de instituições de tratamento e assistência na cidade. As seções administrativas voltadas para a saúde pública, que mantinham como premissa de suas atividades a prevenção e o tratamento de doenças, apresentam-se como órgãos qualificadores e diagnosticadores dos espaços de acordo com a sua situação de salubridade, recomendando modificações e melhorias necessárias na cidade. A relação estabelecida entre as doenças, suas formas de tratamento e o rebatimento desses eventos no pensar, planejar e viver o espaço urbano são os pontos de convergência entre os campos da saúde e do urbanismo tratados neste trabalho sob a perspectiva histórica.

Vínculos e estatizações nas políticas de saúde da família de Cuba e do Brasil

Pereira, Diogo Neves
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, 2012.; Esta tese enfrenta a verdade da constituição de vínculos nos âmbitos das políticas de saúde da família de Cuba e do Brasil. Para fazê-lo; centra suas discussões em experiências advindas de trabalhos de campo realizados em Consultórios de Médico da Família da cidade de Havana e em Centros de Saúde da cidade de Belo Horizonte. Adota a abordagem comparativa como estratégia analítica privilegiada. Busca compreender aspectos relativos às histórias das saúdes públicas de Cuba e do Brasil que envolveram o desenvolvimento de suas respectivas políticas de saúde da família. Examina os modelos dessas políticas e suas relações com as formas como elas são executadas. Procura apreciar como seus alvos são construídos e como seus campos de intervenção são definidos. Esquadrinha as configurações de algumas das principais atividades efetuadas nas instituições pesquisadas. Argumenta que nas políticas de saúde da família estudadas ocorrem processos de estatização que conformam contextos nos quais sistemas de vínculos são constituídos. Sustenta também que...

Controle social e políticas de saúde

Sposati,Aldaíza; Lobo,Elza
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1992 PT
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Na história de democratização das políticas de saúde, um dos campos que construiu visibilidade aos movimentos de saúde, quer pela denúncia das "ausências e omissões" dos serviços instalados, quer pela luta no sentido de construir um espaço regular para o exercício do controle nos serviços e nas burocracias da gestão da saúde, foi o controle social da coisa pública. No início da década de 80, a experiência marcante na região leste da cidade de São Paulo foi a de criar os conselhos de saúde como representação popular no controle do Estado. Nesta reflexão, as autoras não pretendem discutir a composição da representação, mas sim avançar para novos problemas. Na conjuntura pós Constituição de 1988, vivemos um novo momento democrático. As leis, a princípio, amparam a participação da população nas políticas de saúde e são defensoras dos direitos sociais. Como, então, é entendido o campo do controle social? Este restringe-se aos serviços de saúde ou é mais ampliado, englobando a política de saúde? Como é que as leis passam da sua formulação para a sua aplicação? Busca-se, no texto, mapear questões que se colocam quando o controle social se orienta para constituir uma pressão pela mudança/alteração da situação.

Breve história da hanseníase: sua expansão do mundo para as Américas, o Brasil e o Rio Grande do Sul e sua trajetória na saúde pública brasileira

Eidt,Letícia Maria
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 PT
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105.72%
Este trabalho faz uma revisão sobre a história da hanseníase através dos tempos, desde sua provável origem na Antigüidade até a sua vinda para as Américas, o Brasil e o Rio Grande do Sul. Relata, também, a evolução das políticas de saúde pública brasileiras adotadas para o seu controle e descreve algumas atitudes da sociedade para com os doentes de hanseníase no passado. Este retrospecto histórico contribui para o conhecimento da doença, para a detecção de fatores predisponentes do binômio saúde-doença e auxilia na compreensão dos sentimentos dos pacientes com relação a sua doença na atualidade.

A Fundação Rockefeller e os serviços de saúde em São Paulo (1920-30): perspectivas históricas

Faria,Lina Rodrigues de
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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O presente trabalho tem por objetivo fazer uma apresentação histórica das políticas de saúde implementadas em São Paulo nas décadas de 1920 e 1930, procurando uma compreensão mais apurada dos processos de formulação das políticas governamentais concernentes às ações de saúde. O trabalho destaca a contribuição de Geraldo Horácio de Paula Sousa (1889-1951) à história da administração em saúde em São Paulo, sua proposta de um novo modelo de atendimento à população, consubstanciada no Centro de Saúde e que seria o eixo de toda estrutura das atividades de saúde pública no estado. Finalmente, enfoca o apoio da Fundação Rockefeller às ações de Paula Sousa e ao ensino e pesquisa na área biomédica em São Paulo e as disputas em torno das políticas para o setor da saúde pública.

Saúde e poder: a emergência política da Aids/HIV no Brasil

Marques,Maria Cristina da Costa
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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O artigo analisa a construção das respostas políticas à Aids no Brasil. A pesquisa pautou-se pelo estudo da epidemia desde seu surgimento articulado com a história das políticas de saúde nas últimas décadas no país, dos movimentos sociais emergentes nesse período, e dos dados sobre a evolução da Aids/HIV. As fontes orais constituíram parte fundamental da pesquisa, somadas a documentos produzidos no período. O resultado revelou que a evolução das respostas oficiais à Aids, desde sua emergência política no Brasil, configurou-se em diferentes estágios e estabeleceu, com dificuldades e limites, uma forma de responder a políticas cuja característica principal está na participação da sociedade.

Informação científica, educação médica e políticas de saúde: a Organização Pan-Americana da Saúde e a criação da Biblioteca Regional de Medicina - Bireme

Pires-Alves,Fernando
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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105.71%
O artigo examina a gênese e os primeiros anos de funcionamento da Biblioteca Regional de Medicina (Bireme - OPAS), hoje Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, no período compreendido entre 1963 e 1982. Ao fazê-lo, caracteriza a Bireme, simultaneamente, como aparato e como arena de negociação, inscrita nos processos mais gerais do desenvolvimento, da cooperação internacional, da informação em C&T, das políticas de saúde e do movimento de expansão e reforma do ensino médico. A narrativa tem como marco inicial a concepção de uma biblioteca regional de medicina para a América Latina, segundo um modelo proposto pela National Library of Medicine. Em seguida, o artigo caracteriza a trajetória inicial da Bireme como sendo a história da recepção deste modelo, percurso que refletiu os processos de crítica, no período, às formas pelas quais se davam a organização de serviços de atenção à saúde e a formação de seus recursos humanos. Indica que, a partir de 1976, um novo modelo resultou em efetiva modificação da agenda programática da Bireme, implicando aportes radicalmente distintos ao funcionamento do regime de informação em ciências da saúde vigente no Brasil e na América Latina.

As campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil (1960-1990)

Nascimento,Dilene Raimundo do
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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105.68%
Este artigo pretende discutir as campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil. Examina as questões que formataram a política de controle da doença, na interface com a história da ciência e da tecnologia, no que diz respeito à descoberta das vacinas, ao desenvolvimento de técnicas laboratoriais de diagnóstico e novos procedimentos de vigilância epidemiológica, e com a história das políticas de saúde pública, no que se refere à decisão e implementação do controle e posterior erradicação da doença. Pretende ainda demonstrar que, para além das tecnologias disponíveis, foram necessárias negociação e vontade política para se alcançar o controle e posterior erradicação da doença no país. As fontes utilizadas foram, principalmente, artigos científicos, depoimentos orais, documentos oficiais e matérias jornalísticas.

O sal como solução? políticas de saúde e endemias rurais no Brasil (1940-1960)

Hochman,Gilberto
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS Publicador: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 PT
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O objetivo deste artigo é analisar e comparar as políticas acerca do uso do sal no tratamento de duas doenças graves que assolaram a Amazônia e as áreas rurais do Brasil durante o período desenvolvimentista: o bócio endêmico e a malária. Apesar de serem doenças muito diferentes - a primeira é uma doença carencial, e a segunda uma doença parasitária - a luta dos médicos e nutricionistas para tornar obrigatória a iodação do sal de cozinha consumido no país inspirou a idéia de um sal misturado com cloroquina, a ser distribuído livremente em zonas de malária, onde o uso de DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano) não seria eficaz. O que seria um método simples - e, portanto, eficaz - para controlar e até mesmo eliminar tais doenças, o uso do sal de cozinha como veículo para fornecer iodo e uma droga antimalárica para a população, esbarra em fatores cognitivos, econômicos, sociais e culturais. Algumas variáveis contribuem para a análise histórica desses programas de saúde: o consenso quanto à etiologia da doença, o grau de institucionalização da comunidade de especialistas e a sua organização, a importância da doença na agenda das organizações internacionais de saúde, o locus de decisão política...

Os fundamentos ideo-políticos das ConferênciasNacionais de Saúde

Regina Krüger, Tânia; de Fátima Gomes de Lucena, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Esta tese situa-se no eixo dos debates que vêm acontecendo no país sobre a participação dos diferentes segmentos sociais nos espaços de proposição e de deliberação das políticas de saúde, após 1988. O objeto deste trabalho é analisar os fundamentos ideo-polítcos das Conferências Nacionais de Saúde realizadas a partir de 1986. Foi nessa época que os debates sobre a democratização das decisões dos serviços de saúde formalizaram as Conferências como espaços privilegiados, ao lado dos Conselhos de Saúde, nas três esferas de governo. As Conferências e Conselhos, ora são considerados momentos privilegiados de participação em que os diferentes interesses conflitam e ora são vistos como espaços para harmonizar e garantir o consenso. Na perceptiva deste trabalho, os espaços das Conferências, ainda que formalmente delimitados, estão possibilitando que muitos representantes da sociedade e dos servidores públicos adentrem as autoritárias e isoladas fronteiras da administração pública brasileira e possam fazer proposições sobre as políticas públicas de saúde. Mesmo que, de fato, estas instâncias pouco tenham alterado o conteúdo e a forma das políticas governamentais, ainda assim, estão introduzindo novas configurações no âmbito público-estatal e...

A trajetória da formação profissional dos agentes comunitários de saúde no Município do RECIFE-PE

Méllo, Lívia Milena Barbosa de Deus e
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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A história do Agente Comunitário de Saúde no Brasil se confunde com a história de lutas pelo direito à saúde e com a trajetória da instituição do Sistema Único de Saúde a partir do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira. Estando o SUS em disputa permanente para consolidar-se enquanto projeto universal, equânime e integral, depende da ação dos seus trabalhadores e, portanto, da formação destes, na medida em que a esta reorienta atitudes e práticas diante da sociedade. Esteestudo apresenta inicialmente as diversas lentes sobre o Estado, políticas sociais, e políticas de saúde, além da relação trabalho e educação, no intuito de apreender os fundamentos que embasam as políticas de formação profissional em saúde, em especial a formação dos Agentes Comunitários em Saúde. Trata-se de um estudo de caso, de abordagem qualitativa e caráter histórico cujo objetivo é descrever e analisara trajetória da formação profissional dos Agentes Comunitários de Saúde no município do Recife, através do curso de formação técnica. Partimos do pressuposto que esta história tem relevância nacional visto que a conclusão do curso dos ACS se efetiva em Recife, enquanto se encontra parado na grande maioria dos municípios brasileiros. Revela-se nesta trajetória contextos políticos favoráveis de investida nas políticas de gestão do trabalho...

O SUS, as redes de atenção e a atenção básica

Brasil, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca.; Matta, Gustavo Correa; Seidi, Helena; Gagno, Juliana; Lima, Luciana Dias de; Fausto, Márcia; Lima, Pedro Gilberto Alves de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Módulo digital composto por textos, artigos, história em quadrinho, linha do tempo, mapas e gráficos, atividades e vídeos; organizado em três unidades, a saber: SUStentando marcos, fatos e histórias da saúde e da medicina; Modelos, redes e atençã
PT_BR
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Módulo que apresenta os princípios da atenção básica e uma reflexão sobre as questões políticas, técnicas e operacionais que tangem esse tema e fazem parte do cotidiano dos profissionais e equipes da saúde da família. Aborda, em uma perspectiva histórica, o Sistema Único de Saúde (SUS), seus princípios e diretrizes. Também trata de temáticas como modelos de atenção à saúde no Brasil, as diferentes compreensões sobre o modelo de APS em perspectiva internacional e alguns conceitos e abordagens estruturantes, como território e redes de atenção à saúde. Por fim, apresenta como a organização da equipe de saúde pode trabalhar em sinergia na busca de soluções para o caso. E discute a prática de uma equipe de atenção básica, no que tange as atribuições de seus profissionais, a importância do trabalho em equipe, as características da organização do processo de trabalho, bem como, a articulação com os diferentes atores e equipamentos no território.; Versão 1.0; Ministério da Saúde - MS

Políticas públicas de saúde: Sistema Único de Saúde

Reis, Denizi Oliveira; Araújo, Eliane Cardoso de; Cecílio, Luiz Carlos de Oliveira
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Arquivo compactado em formato .zip contendo texto em versão .pdf e .html, material complementar, atividades pedagógicas (tema para discussão em fórum e questionários para auto-avaliação) e figura apresentando a configuração do material no AVA.
PT_BR
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A primeira parte da unidade aborda o Sistema Único de Saúde desde seus aspectos históricos, apresentando uma linha do tempo da história das políticas públicas de saúde no Brasil a partir do início do século XX, bem como suas principais diretrizes e princípios (com especial atenção a conceitos como universalidade, integralidade e equidade). A seguir os autores apresentam os principais impasses e dificuldades que o SUS enfrenta na atualidade e encerram com uma breve apresentação do Pacto da Saúde, o Pacto em Defesa do SUS e o Pacto de Gestão como possíveis estratégias de enfrentamento dos problemas citados.; Versão 2; Organização Pan-Americana da Saúde – OPAS

Políticas internacionais de saúde na Era Vargas: o serviço especial de saúde pública, 1942-1960

Campos, André Luiz Vieira de
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: Texto
PT_BR
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História do Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp) e de sua atuação no Brasil entre 1942 e 1960, quando o Sesp era uma agência internacional com estatuto jurídico 'especial', o que lhe garantia completa autonomia dentro do Ministério da Educação e Saúde (MES). O trabalho se volta para o conhecimento do Sesp enquanto órgão responsável pela institucionalização das políticas de saúde pública no Brasil. Aborda não apenas as realizações da agência, mas as marcas significativas por ela impressas na estrutura sanitária do Ministério da Saúde em diversos campos: assistência às populações do interior, formação profissional, institucionalização adminsitrativa, educação sanitária, para citar apenas algumas.(AU)

Breve história da hanseníase: sua expansão do mundo para as Américas, o Brasil e o Rio Grande do Sul e sua trajetória na saúde pública brasileira; Trajectory in the Brazilian Public Health

Eidt, Letícia Maria
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2004 POR
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Este trabalho faz uma revisão sobre a história da hanseníase através dos tempos, desde sua provável origem na Antigüidade até a sua vinda para as Américas, o Brasil e o Rio Grande do Sul. Relata, também, a evolução das políticas de saúde pública brasileiras adotadas para o seu controle e descreve algumas atitudes da sociedade para com os doentes de hanseníase no passado. Este retrospecto histórico contribui para o conhecimento da doença, para a detecção de fatores predisponentes do binômio saúde-doença e auxilia na compreensão dos sentimentos dos pacientes com relação a sua doença na atualidade.; This work makes a review about the history of the Hansen's disease through the time, since its beginning until its arrival in Americas, in Brazil and in Rio Grande do Sul State. Reports the evolution of the public health policies for its control and describes some attitudes of the society with these patients in the past. This history helps to the knowledge of the disease, to the detection of the predisponent factors of the phenomenon health and disease and to understand the feelings of the patients about their disease in the present days.

Os conselhos municipais de saúde: uma revisão da literatura sobre seus limites e potencialidades DOI:10.5007/2175-7984.2011v10n19p115

Gaedtke, Kênia Mara; UFSC; Grisotti, Marcia; PPGSP/UFSC
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2011 POR
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O ineditismo e as proporções dos conselhos de saúde como ação de publicização do Estado fomentaram uma produção acadêmica bastante considerável sobre o tema. Grande parte destas produções apresenta o fato de que a institucionalização dos conselhos de saúde não garante necessariamente o efetivo controle social, participação e democratização nas/das políticas de saúde. Este trabalho procura rever parte desta literatura, mapeando os limites apontados e apresentando-os através das relações estabelecidas no e a partir do conselho municipal de saúde. Espera-se demonstrar que as dificuldades encontradas pelos conselhos para sua efetividade e legitimidade resultam de diversos fatores interdependentes, que, se analisados isoladamente, podem levar a conclusões simplistas.

Controle social e políticas de saúde

Sposati,Aldaíza; Lobo,Elza
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1992 PT
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Na história de democratização das políticas de saúde, um dos campos que construiu visibilidade aos movimentos de saúde, quer pela denúncia das "ausências e omissões" dos serviços instalados, quer pela luta no sentido de construir um espaço regular para o exercício do controle nos serviços e nas burocracias da gestão da saúde, foi o controle social da coisa pública. No início da década de 80, a experiência marcante na região leste da cidade de São Paulo foi a de criar os conselhos de saúde como representação popular no controle do Estado. Nesta reflexão, as autoras não pretendem discutir a composição da representação, mas sim avançar para novos problemas. Na conjuntura pós Constituição de 1988, vivemos um novo momento democrático. As leis, a princípio, amparam a participação da população nas políticas de saúde e são defensoras dos direitos sociais. Como, então, é entendido o campo do controle social? Este restringe-se aos serviços de saúde ou é mais ampliado, englobando a política de saúde? Como é que as leis passam da sua formulação para a sua aplicação? Busca-se, no texto, mapear questões que se colocam quando o controle social se orienta para constituir uma pressão pela mudança/alteração da situação.

Informação científica, educação médica e políticas de saúde: a Organização Pan-Americana da Saúde e a criação da Biblioteca Regional de Medicina - Bireme

Pires-Alves,Fernando
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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O artigo examina a gênese e os primeiros anos de funcionamento da Biblioteca Regional de Medicina (Bireme - OPAS), hoje Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, no período compreendido entre 1963 e 1982. Ao fazê-lo, caracteriza a Bireme, simultaneamente, como aparato e como arena de negociação, inscrita nos processos mais gerais do desenvolvimento, da cooperação internacional, da informação em C&T, das políticas de saúde e do movimento de expansão e reforma do ensino médico. A narrativa tem como marco inicial a concepção de uma biblioteca regional de medicina para a América Latina, segundo um modelo proposto pela National Library of Medicine. Em seguida, o artigo caracteriza a trajetória inicial da Bireme como sendo a história da recepção deste modelo, percurso que refletiu os processos de crítica, no período, às formas pelas quais se davam a organização de serviços de atenção à saúde e a formação de seus recursos humanos. Indica que, a partir de 1976, um novo modelo resultou em efetiva modificação da agenda programática da Bireme, implicando aportes radicalmente distintos ao funcionamento do regime de informação em ciências da saúde vigente no Brasil e na América Latina.

O (não) lugar do homem jovem nas políticas de saúde sobre drogas no Brasil: aproximações genealógicas

Granja,Edna; Gomes,Romeu; Medrado,Benedito; Nogueira,Conceição
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2015 PT
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O estudo buscou problematizar as negociações e as condições de possibilidade para inclusão ou exclusão dos homens jovens no processo de formulação das políticas de saúde sobre drogas no Brasil. Inscrito no campo de estudos sobre gênero e propondo-se a discutir a relação entre masculinidades e uso de drogas, numa perspectiva interseccional, o marco referencial considera que: a maior vulnerabilidade de homens jovens a problemas no uso de drogas e as dificuldades de acesso e/ou vinculação aos serviços também precisam ser compreendidos a luz das leituras sobre gênero e saúde; e a forma como as discussões de gênero se fazem presentes nas políticas, seja nos documentos oficiais, seja na compreensão das pessoas ligadas à elaboração e/ou implementação destas, influencia, direta ou indiretamente, na forma como esses homens são reconhecidos, acessam e são acolhidos pelos serviços do Sistema Único de Saúde. A partir de três entrevistas episódicas e semiestruturadas com gestores que participaram da elaboração das políticas de saúde sobre drogas, nas esferas municipal, estadual e federal, e do estudo dos documentos citados durante as entrevistas, elaboramos um texto genealógico que procura recontar a história das políticas de drogas no Brasil...

As campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil (1960-1990)

Nascimento,Dilene Raimundo do
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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Este artigo pretende discutir as campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil. Examina as questões que formataram a política de controle da doença, na interface com a história da ciência e da tecnologia, no que diz respeito à descoberta das vacinas, ao desenvolvimento de técnicas laboratoriais de diagnóstico e novos procedimentos de vigilância epidemiológica, e com a história das políticas de saúde pública, no que se refere à decisão e implementação do controle e posterior erradicação da doença. Pretende ainda demonstrar que, para além das tecnologias disponíveis, foram necessárias negociação e vontade política para se alcançar o controle e posterior erradicação da doença no país. As fontes utilizadas foram, principalmente, artigos científicos, depoimentos orais, documentos oficiais e matérias jornalísticas.