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Impacto da hiperglicemia na admissão em doentes admitidos por enfarte agudo do miocárdio

Monteiro, Joana Raquel Teixeira da Silva.
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Introdução: A hiperglicemia na admissão no contexto das síndromes coronárias agudas é um marcador bem estabelecido de mau prognóstico a curto prazo. Objetivo: Avaliar o impacto da hiperglicemia na admissão no prognóstico a curto e longo prazo, em doentes diabéticos e não diabéticos admitidos por enfarte agudo do miocárdio (EAM), e determinar preditores independentes de mortalidade nesta população. Métodos: Foram incluídos 2462 doentes, admitidos numa unidade de cuidados intensivos cardíacos por EAM, de Maio de 2004 a Junho de 2013. Os doentes foram divididos em quatro grupos de acordo com os quartis de glicemia na admissão: Grupo 1 (≤ 100 mg/dL, n=606), Grupo 2 (101-122 mg/dL, n=616), Grupo 3 (123-162 mg/dL, n=620) e Grupo 4 (≥ 163 mg/dL, n=620). Foram analisadas as características clínicas e laboratoriais, conduta terapêutica e seguimento clínico. Resultados: A amostra incluiu 722 (29,3%) diabéticos previamente conhecidos e 1740 (70,7%) doentes não diabéticos. A hiperglicemia na admissão esteve associada a pior perfil de risco cardiovascular e elevação do segmento ST, maiores níveis de biomarcadores de necrose miocárdica e de inflamação, menor fração de ejeção ventricular esquerda, valores mais elevados de glicemia na prova de tolerância à glicose oral e de hemoglobina glicosilada. Verificou-se um aumento progressivo e significativo da mortalidade intra-hospitalar ao longo dos quartis de glicemia...

Hiperglicemia e morbimortalidade em crianças graves: análise crítica baseada em revisão sistemática; Hyperglycemia, morbidity and mortality in critically ill children: critical analysis based on a systematic review

Filho, Eduardo Mekitarian; CARVALHO, Werther Brunow de; TROSTER, Eduardo Juan
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica
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OBJETIVO: Verificar se a hiperglicemia observada em pacientes de terapia intensiva pediátrica é fator de risco para o aumento da morbimortalidade e realizar uma análise crítica das pesquisas em pediatria e neonatologia. MÉTODOS: A técnica empregada foi uma revisão sistemática da literatura sobre hiperglicemia e terapia intensiva pediátrica. O levantamento bibliográfico foi realizado nos bancos de dados Medline, Lilacs, Cochrane Library e Embase, além da utilização de referências bibliográficas de textos escolhidos. Selecionados artigos em língua inglesa e espanhola sendo utilizados para pesquisa os termos hyperglycemia, intensive care units (pediatrics), hospitals, pediatrics e pediatric intensive care. Foram analisados estudos de coorte, retrospectivos e prospectivos. Os desfechos avaliados foram mortalidade durante internação em Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP); mortalidade durante internação hospitalar; tempo de internação em UTIP; tempo de internação hospitalar; mortalidade por doenças específicas; incidência de infecção; necessidade de ventilação pulmonar mecânica. RESULTADOS: Foram selecionados 79 artigos relacionados ao tema da pesquisa durante o período de estudo. Dentre estes...

Hyperglycemia in pediatric head trauma patients: a cross-sectional study; Hiperglicemia em pacientes pediátricos com traumatismo craniencefálico: estudo de corte transversal

MELO, José Roberto Tude; REIS, Rodolfo Casimiro; LEMOS-JÚNIOR, Laudenor Pereira; COELHO, Henrique Miguel Santos; ALMEIDA, Carlos Eduardo Romeu de; OLIVEIRA-FILHO, Jamary
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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OBJECTIVE: To verify the prevalence of acute hyperglycemia in children with head trauma stratified by the Glasgow coma scale (GCS). METHOD: A prospective cross-sectional study carried out with information from medical records of pediatric patients presenting with head injury in the emergency room of a referral emergency hospital during a one year period. We considered the cut-off value of 150 mg/dL to define hyperglycemia. RESULTS: A total of 340 children were included and 60 (17.6%) had admission hyperglycemia. Hyperglycemia was present in 9% of mild head trauma cases; 30.4% of those with moderate head trauma and 49% of severe head trauma. We observed that among children with higher blood glucose levels, 85% had abnormal findings on cranial computed tomography scans. CONCLUSION: Hyperglycemia was more prevalent in patients with severe head trauma (GCS <8), regardless if they had or not multiple traumas and in children with abnormal findings on head computed tomography scans.; OBJETIVO: Verificar a prevalência de hiperglicemia aguda em crianças vítimas de trauma craniencefálico, de acordo com a escala de coma de Glasgow (GCS). MÉTODO: Estudo prospectivo, de corte transversal realizado por meio do acompanhamento de prontuários médicos de pacientes na faixa etária pediátrica admitidos na unidade de urgência de um hospital de referência vítimas de traumatismo craniencefálico...

Papel da glicose-6-fosfato-desidrogenase e da NADPH oxidase na modulação do estresse oxidativo em cérebro de ratos submetidos ao modelo de hiperglicemia neonatal

Rosa, Andréa Pereira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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A diabetes é um distúrbio endócrino do metabolismo dos carboidratos clinicamente caracterizado por hiperglicemia, resultante da incapacidade do organismo em secretar insulina, defeitos na sua ação ou ambos. Recentemente, as conseqüências neurológicas da diabetes no sistema nervoso central têm recebido maior atenção, entretanto os mecanismos pelos quais a hiperglicemia é capaz de danificar o tecido nervoso ainda permanecem pouco esclarecidos. Estudos recentes têm demonstrado que a hiperglicemia é capaz de induzir dano oxidativo em cérebro de ratos. Portanto, o presente trabalho objetivou produzir um modelo de hiperglicemia neonatal em ratos e investigar o papel do estresse oxidativo (EO) na neurotoxicidade da hiperglicemia neonatal. Para a indução do modelo de hiperglicemia neonatal foram utilizados ratos Wistar de 5 dias de vida que foram submetidos a administração intraperitoneal de 100 mg/Kg de peso corporal de estreptozotocina (STZ), sendo que 5 dias após a administração de STZ os animais foram sacrificados e a média glicêmica do grupo diabético (222 mg/dL) durante todo tratamento é 82% maior do que a média do grupo controle (121 mg/dL). Os efeitos da hiperglicemia neonatal induzida por STZ foram estudados sobre os seguintes parâmetros de EO em cérebro de ratos: as atividades das enzimas glicose-6-fosfatodesidrogenase (G6PD)...

Hiperglicemia no perioperatório de pacientes pediátricos submetidos à ressecção de tumores do sistema nervoso central: incidência e prognóstico

Oliveira Filho, Nazel
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 50 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Anestesiologia - FMB; Nos últimos anos o interesse na ocorrência de hiperglicemia no perioperatório de pacientes adultos e pediátricos sem o diagnóstico prévio de diabetes vem aumentando. A maioria dos estudos que demonstram associação entre hiperglicemia e complicações no pós-operatório em pediatria foi realizada em crianças vítimas de trauma ou cirurgia cardíaca. Dados referentes à associação entre hiperglicemia e morbidades em crianças submetidas à ressecção de tumores do sistema nervoso central são escassos na literatura. Avaliar a incidência de hiperglicemia no perioperatório de crianças submetidas à neurocirurgia para ressecção de tumores do sistema nervoso central e correlacionar os níveis de glicemia do perioperatório com a ocorrência de complicações no pós-operatório e identificar os fatores de risco para hiperglicemia perioperatória. Dados de prontuários foram coletados em uma ficha padronizada com informações referentes ao procedimento anestésico-cirúrgico e condições perioperatórias dos pacientes. Hiperglicemia perioperatória foi definida como valores de glicemia ≥150 mg/dL. Análise binária multivariável para identificar fatores de risco de hiperglicemia. Efeitos e diferenças foram considerados estatisticamente significativos se p < 0...

Estudo da proteção renal com propofol e o isoflurano durante a esquemia e a reperfusão, com hiperglicemia transitória

Carraretto, Antonio Roberto
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 75 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Anestesiologia - FMB; A hiperglicemia aumenta a lesão renal na isquemiareperfusão em ratos anestesiados com isoflurano (Iso). Este efeito é desconhecido com o uso do propofol (Prop). O objetivo desse estudo é avaliar o efeito do isoflurano (Iso) e do propofol na lesão renal de isquemia-reperfusão na presença de hiperglicemia transitória.Utilizou-se 36 ratos Wistar machos, distribuídos de modo aleatório em seis grupos de seis animais, designados: PHS (Prop + Hiperglicemia - Sham); IHS (Iso + Hiperglicemia - Sham); PHI (Prop + Hiperglicemia + Isquemia); IHI (Iso + Hiperglicemia + Isquemia); PI (Prop + Isquemia) e II (Iso + Isquemia). A anestesia foi mantida com isoflurano (1,5 a 2%) (IHS, IHI e II) ou propofol (1 mg.kg-1.min-1) (PHS, PHI e PI). A pressão arterial média (PAM) foi medida para o controle da anestesia. A hiperglicemia foi induzida com a injeção de 2,5 g.kg-1 de solução de glicose por via intraperitoneal. Todos os animais foram submetidos à nefrectomia direita. Os dois grupos “sham” foram submetidos à hiperglicemia. Os demais grupos foram submetidos à isquemia renal por 25 minutos. Os valores plasmáticos da glicose e da creatinina foram determinados no início (M1)...

Estudo da proteção renal com antioxidante durante isquemia e reperfusão e hiperglicemia transitória

Vinagre, Ronaldo Contreiras de Oliveira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 58 f.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Anestesiologia - FMB; A isquemia/reperfusão (I/R) provoca lesão nas células renais, que pode ser potencializada pela ocorrência de hiperglicemia, em ratos anestesiados com isoflurano. Sabe-se que a melatonina apresenta efeito protetor em órgãos, atuando nos produtos do estresse oxidativo. Os objetivos foram avaliar se a melatonina oferece proteção renal na I/R associada à hiperglicemia transitória e se potencializa a ação protetora do isoflurano. Foram estudados 36 ratos Wistar machos distribuídos, aleatoriamente, em seis Grupos: MH – Melatonina e Hiperglicemia; M - Melatonina; H - Hiperglicemia; I - Isoflurano SH – Sham e Hiperglicemia e S - Sham. Todos os ratos foram anestesiados com isoflurano em concentrações entre 1 a 3%. A pressão arterial média (PAM), a temperatura e saturação de oxigênio foram aferidas ao longo do experimento. Hiperglicemia foi induzida com 2,5 g.kg-1 de solução de glicose a 50% e a melatonina utilizada na dose de 20 mg.kg-1, ambas por via intraperitoneal. Todos os animais foram submetidos à nefrectomia direita. Nos grupos SH e S não houve isquemia. Os valores da glicemia (mg.dL-1) e da creatinina (mg.dL-1) foram obtidos através de coleta de sangue na artéria carótida em três momentos: após finalizada a dissecção da artéria carótida esquerda (M1)...

Avaliação da proteção renal de doses altas de melatonina em modelo de experimentação de isquemia e reperfusão renal em ratos submetidos à hiperglicemia

Souza, Aparecida Vitória Gonçalves de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 53 f.
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Pós-graduação em Anestesiologia - FMB; A melatonina é um varredor de radicais livres com importantes ações no estudo da isquemia e reperfusão renal. O objetivo deste estudo é avaliar possível proteção renal de altas doses de melatonina em modelo experimental de I/R submetidos à hiperglicemia aguda em ratos anestesiados com isoflurano. Método: utilizou-se 44 ratos Wistar, machos, com peso superior a 300g, distribuídos de modo aleatório em cinco grupos, designados: sham (n=10); melatonina, (n=10, 50 mg.kg- 1);hiperglicemia (n=9, glicose 2,5 g.kg-1); hiperglicemia/melatonina (n=10, glicose 2,5 g.kg-1 + melatonina 50 mg.kg-1); isquemia e reperfusão (n=5,). Todos os grupos receberam indução da anestesia com isoflurano a 4% e a manutenção com isoflurano de 1,5 a 2,0%. A pressão arterial média (PAM) foi medida para controle da anestesia. A injeção intraperitoneal da melatonina (melatonina e hiperglicemia/melatonina) ou glicose (hiperglicemia, hiperglicemia/melatonina) ou solução salina (isquemia e reperfusão) foi feita 40 minutos antes da isquemia renal esquerda. Nos três grupos a isquemia durou 25 minutos. Todos os animais foram submetidos à nefrectomia direita. Os valores plasmáticos da creatinina e glicose foram determinados no início (M1)...

Expressão e imunidade das Heat Shock Proteins (HSP) em gestantes portadoras de diabete e hiperglicemia gestacional leve

Arantes, Mariana Alvarez
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 54 f.
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Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB; Objective The aim of the present study was to compare serum levels of heat shock proteins (hsp) 60, hsp70 and their respective antibodies in maternal serum. Research design and methods In maternal serum at 24-28 and 34-38 weeks gestation and at 6 weeks postpartum from 208 normoglycemic (ND) women and 121 women with mild gestational hyperglycemia (MGH), 55 with gestational diabetes (GDM) and 178 with overt diabetes. hsp60, hsp70, anti-HSP60 and anti-HSP70 levels were quantitated by enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA). Results Hsp60 and hsp70 levels were decreased in all three hyperglycemic groups at each time period compared to concentrations in the ND controls. In the ND group, but not in the hyperglycemic mothers, hsp60 levels increased, and hsp70 levels decreased with each successive sample. Anti-HSP60 levels were similar between groups while anti-HSP70 levels were lower in the three hyperglycemic groups than in the ND controls during pregnancy, but not postpartum. Conclusions Circulating hsp60 and hsp70 concentrations are decreased in hyperglycemic women during pregnancy, regardless of the degree of hyperglycemia, compared to ND women. Further studies are warranted to explore the mechanism(s) responsible for these alterations in hsp60 and hsp70 levels in hyperglycemia and consequences for pregnancy outcome; O diabete gestacional (DMG) e a hiperglicemia gestacional leve têm consequências importantes para a mãe e o recém-nascido. Gestantes portadoras de hiperglicemia gestacional leve (HGL) não atingem os critérios diagnósticos para DMG...

Influência da hiperglicemia e do estresse oxidativo na cinética de proliferação e morte celular no epitélio acinar da próstata de ratos diabéticos; The influence of hyperglycemia and oxidative stress in proliferation and cell death kinetics in prostate acinar epithelium of diabetic rats

Marina Guimarães Gobbo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/02/2011 PT
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Os prejuízos do diabetes sobre a morfofisiologia prostática são conhecidos e associados à falta de insulina, queda de andrógenos e hiperglicemia. Estudos anteriores com diabetes mostraram ampla variação individual da resposta histológica da próstata frente a esta doença. Visando esclarecer os fatores responsáveis por essa variação, foram examinadas as correlações entre resposta histológica da próstata com a glicemia, com os níveis séricos de testosterona e estrógeno no diabetes em curto termo. Sabe-se que a hiperglicemia leva à formação de produtos finais de glicação não-enzimática (AGE) e à conseqüente superprodução de espécies reativas de oxigênio. Um aumento na apoptose foi constatado previamente no epitélio prostático após longos períodos de diabetes e da queda androgênica, sugerindo a influência da hiperglicemia e do estresse oxidativo nesse processo. Assim, no primeiro experimento, foi analisado o impacto do diabetes induzido por estreptozotocina no sistema antioxidante (AOS) da próstata ventral de ratos (VP) e a influência da suplementação com vitamina C (ácido ascórbico). Também foram examinadas as repercussões do estresse oxidativo na sensibilidade androgênica e cinética de proliferação e morte celular dessa glândula. Para isso...

Estudo de marcadores de neurodegeneração e de neovascularização em modelo crônico de hiperglicemia

Pertile Remor, Aline
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 146 p.| il., grafs., tabs.
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37.46%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; O diabetes mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de etiologia múltipla caracterizada pela hiperglicemia persistente decorrente da falta de insulina e/ou da resistência dos tecidos a ação do hormônio. A alta morbidade e mortalidade característica desta condição estão fortemente associadas ao desenvolvimento de alterações patológicas na vasculatura. No entanto, os mecanismos fisiopatogênicos envolvidos no desenvolvimento das alterações vasculares, ainda não foram completamente elucidados. Desta forma, o presente trabalho teve por objetivo investigar o efeito do estrito controle das concentrações séricas de glicose através da administração de insulina em animais que desenvolveram hiperglicemia através da administração de estreptozotocina (STZ)sobre parâmetros do metabolismo energético, estresse oxidativo, apoptose, inflamação, neurodegeneração e vascularização em cérebro, tecidos periféricos, sangue e/ou líquido cefalorraquidiano. Ainda, foi investigado o efeito in vitro de derivados tóxicos da glicose, incluindo metilglioxal e proteínas glicadas não enzimaticamente (AGEs)...

Efeitos da hiperglicemia crônica e seus metabólitos, metilglioxal e produtos terminais de glicação, na fisiologia e dinâmica mitocondrial no sistema nervoso central

Glaser, Viviane
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 117 p.| il., grafs.
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37.54%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2014.; O diabetes mellitus (DM) é uma doença metabólica comum, caracterizada por um estado de hiperglicemia persistente, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo. Durante um estado de hiperglicemia crônica como ocorre no DM, sabe-se que há o acúmulo de compostos carbonílicos reativos, como o metilglioxal (MG), o qual é o principal precursor de produtos terminais de glicação (AGEs). Os efeitos destes metabólitos gerados em situações de DM no sistema nervoso central (SNC) ainda permanecem desconhecidos, desta forma, neste trabalho foi investigado o efeito da hiperglicemia crônica e seus metabólitos, MG e AGEs, sobre a fisiologia e dinâmica mitocondrial no SNC. Para isso, a hiperglicemia crônica foi induzida em ratos Wistar pela injeção de uma dose única de estreptozotocina (STZ, 55 mg/kg, intraperitonealmente). Os animais com glicemia > 200mg/dL foram considerados hiperglicêmicos, sendo que alguns destes animais foram mantidos nestas condições por 60 dias (grupo STZ) e outros receberam injeção subcutânea de insulina (1,5 UI...

Prevalência de hiperglicemia não diagnosticada nos pacientes internados nos hospitais de Passo Fundo, RS

Lisbôa,Hugo R.K.; Souilljee,Micheline; Cruz,Cristiane S.; Zoletti,Luciane; Gobbato,Daniela O.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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37.57%
A prevalência de diabete mélito (DM) tipo 2 em adultos no Brasil é de 7,6%, estimando-se que 46,5% não estejam diagnosticados. O objetivo deste estudo foi rastrear pacientes internados em Passo Fundo, RS, nos quatro hospitais da cidade, para detectar a presença de hiperglicemia em jejum (glicemia >126mg/dl) durante o período de hospitalização. Incluíram-se nele todos os pacientes com idade igual ou superior a 40 anos internados no dia da visita ao hospital, feitas entre setembro de 1997 e fevereiro de 1998. Excluíram-se diabéticos conhecidos, pacientes em uso de corticoesteróides, período agudo de doença isquêmica e pós-operatório. Obtiveram-se identificação, antecedentes pessoais e familiares e nível socioeconômico. Aferiam-se peso, altura, circunferência abdominal e pélvica, a partir dos quais foram obtidos o índice de massa corporal (IMC) e o índice cintura quadril (ICQ). A glicemia capilar foi medida com tiras reagentes e lida em reflectômetro (coeficiente de variação 3,9%). Foram considerados pacientes com hiperglicemia aqueles que apresentassem glicemia igual ou maior que 126mg/dl após oito horas de jejum. Entre os 147 indivíduos elegíveis estudados, encontraram-se seis (4,1%) pacientes com hiperglicemia. A prevalência de pacientes com hiperglicemia foi semelhante nos quatro hospitais. Utilizando-se a análise bivariada...

Hiperglicemia na admissão é um preditor confiável da evolução de crianças com traumatismo cerebral grave

Aşılıoğlu,Nazik; Turna,Fatih; Paksu,Muhammet Şükrü
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
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37.4%
OBJETIVO: Identificar a relação entre hiperglicemia na admissão e desfecho das crianças com traumatismo cerebral grave na alta hospitalar e 6 meses depois. MÉTODO: Análise retrospectiva da glicemia de 61 crianças com traumatismo cerebral grave admitidas na unidade de tratamento intensivo pediátrico entre 1/11/2005 e 30/10/2009. Foi considerado um ponto de corte de > 150 mg/dL para o diagnóstico da hiperglicemia, com base na literatura. A evolução foi avaliada pela escala de resultados de Glasgow na alta hospitalar e 6 meses após a alta. O óbito também foi analisado como uma evolução. RESULTADOS: A glicemia média dos pacientes na admissão foi de 251 mg/dL (68-791). Verificou-se hiperglicemia na admissão em 51 pacientes (83,6%). Encontrou-se uma correlação positiva moderadamente significativa entre glicemia na admissão e gravidade do traumatismo craniano segundo a escala abreviada de injúrias (r = 0,46). A glicemia média dos não sobreviventes foi significativamente maior (207 mg/dL versus 455 mg/dL, p < 0,001). A glicemia média dos pacientes com má evolução foi significativamente maior, comparada à daqueles com boa evolução, na alta hospitalar e 6 meses após a alta (185 mg/dL versus 262 mg/dL, p < 0...

Valor prognóstico da hiperglicemia de estresse na evolução intra-hospitalar na coronariopatia aguda

Pinheiro,Carlos Passos; Oliveira,Marcos Danillo Peixoto; Faro,Gustavo Baptista de Almeida; Silva,Esdras Correa; Rocha,Eduardo Augusto Andrade da; Barreto-Filho,José Augusto Soares; Oliveira,Joselina Luzia Menezes; Sousa,Antônio Carlos Sobral
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 PT
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FUNDAMENTO: Na síndrome coronariana aguda (SCA), a hiperglicemia, à admissão hospitalar, está associada à presença de eventos adversos cardiovasculares em pacientes com ou sem diabetes. OBJETIVO: Avaliar o valor prognóstico da hiperglicemia de estresse na evolução intra-hospitalar de pacientes admitidos por SCA. MÉTODOS: Foram incluídos 152 pacientes admitidos, entre setembro de 2005 e fevereiro de 2010, em unidade de dor torácica de hospital terciário com diagnóstico de SCA, que apresentavam valor da glicemia laboratorial na admissão. O grupo I foi formado pelos pacientes com hiperglicemia de estresse, definida por glicemia na admissão > 126 mg/dL em não diabéticos e > 200 mg/dL nos diabéticos, e o grupo II pelos pacientes com níveis glicêmicos inferiores aos níveis estabelecidos. Analisou-se a associação da hiperglicemia e evolução intra-hospitalar. RESULTADOS: A hiperglicemia de estresse associou-se a complicações intra-hospitalares, aumento da idade e gênero feminino. Na análise multivariada, apenas gênero feminino (OR = 2,04; IC95% 1,03 - 4,06, p = 0,007) e complicações intra-hospitalares (OR = 3,65; IC95% 1,62 - 8,19, p = 0,002) se associaram de forma independente à hiperglicemia na admissão. CONCLUSÃO: A hiperglicemia de estresse é fator preditivo independente para complicações intra-hospitalares após SCA em pacientes diabéticos ou não. Os resultados alertam para a necessidade de avaliarmos a glicemia na admissão em todos os pacientes admitidos por SCA...

Diabetes subdiagnosticado e necrose miocárdica: preditores de hiperglicemia no infarto do miocárdio

Ladeira,Renata Teixeira; Baracioli,Luciano Moreira; Faulin,Tanize Espírito Santo; Abdalla,Dulcinéia Saes Parra; Seydell,Talita Matttos; Maranhão,Raul Cavalcante; Mendonça,Berenice Bilharinho; Strunz,Célia Cassaro; Castro,Isac de; Nicolau,José Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 PT
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FUNDAMENTO: Hiperglicemia na fase aguda do infarto do miocárdio é importante fator prognóstico. Entretanto, sua fisiopatologia não está completamente elucidada. OBJETIVO: Analisar simultaneamente correlação entre hiperglicemia e marcadores bioquímicos relacionados ao estresse,metabolismo glicídico e lipídico, coagulação, inflamação e necrose miocárdica. MÉTODOS: Oitenta pacientes com infarto agudo do miocárdio foram incluídos prospectivamente. Os parâmetros analisados foram: glicose, hormônios do estresse (cortisol e norepinefrina), fatores do metabolismo glicídico [hemoglobina glicada (HbA1c), insulina], lipoproteínas (colesterol total, LDL, HDL, LDL eletronegativa minimamente modificada e adiponectina), glicerídeos (triglicérides, VLDL e ácido graxo), fatores da coagulação (fator VII, fibrinogênio,inibidor do ativador do plasminogênio-1), inflamação (proteína C reativa ultrassensível) e necrose miocárdica (CK-MB e troponina). Variáveis contínuas foram convertidas em graus de pertinência por intermédio de lógica fuzzy. RESULTADOS: Houve correlação significativa entre hiperglicemia e metabolismo glicídico (p < 0,001), lipoproteínas (p = 0,03) e fatores de necrose (p = 0,03). Na análise multivariada...

Prevalência e influência da hiperglicemia de estresse no prognóstico em uma coorte de pacientes com síndrome coronariana aguda

Modenesi,Renata de Faria; Pena,Felipe Montes; Faria,Carlos Augusto Cardoso de; Carvalho,Ricardo Viana; Souza,Nelson Robson Mendes de; Soares,Jamil da Silva; Mesquita,Evandro Tinoco
Fonte: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB Publicador: Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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OBJETIVO: Demonstrar a prevalência da hiperglicemia de estresse em coorte de pacientes com síndrome coronariana aguda e a correlação com óbito, insuficiência cardíaca e/ou disfunção ventricular esquerda sistólica, na fase intra-hospitalar. MÉTODOS: Estudo de coorte prospectiva inicial constituída por pacientes internados com síndrome coronariana aguda, com ou sem supradesnivelamento do segmento ST. Foram comparados os grupos para demonstrar a correlação entre hiperglicemia de estresse e eventos cardiovasculares. Na comparação entre os grupos com e sem hiperglicemia de estresse, foram usados o teste do qui-quadrado ou exato de Fisher, e o teste t de student. As variáveis com valor de p<0,20 na análise univariada foram submetidas à regressão logística variáveis. RESULTADOS: Foram estudados 363 pacientes com média etária de 62,06±12,45 anos, com predomínio do gênero masculino (64,2%). O total de 96 pacientes (26,4%) apresentou hiperglicemia de estresse. Não houve diferenças entre os grupos com ou sem hiperglicemia de estresse. A área sobre a curva ROC foi de 0,67 para relação entre a hiperglicemia de estresse e o desfecho composto insuficiência cardíaca, disfunção sistólica de ventrículo esquerdo ou óbito ao fim da internação. A curva ROC mostrou ser a hiperglicemia de estresse fator preditivo do desfecho composto (óbito...

Hiperglicemia durante tratamento de indução em pacientes adultos com leucemia aguda e sua relação com infecções graves e mortalidade

do Nascimento Matias Teixeira, Carolina; Magalhães da Silveira, Vera (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Objetivo: Determinar a frequência de hiperglicemia durante a terapia de indução de leucemias agudas em adultos e avaliar a associação entre a presença de hiperglicemia e o desenvolvimento de infecções graves e a mortalidade durante os primeiros 30 dias do tratamento, bem como descrever a incidência e etiologia das infecções identificadas por hemoculturas neste período. Método: Estudo retrospectivo tipo coorte com análise de prontuários de 280 pacientes adultos entre 18 e 60 anos com diagnóstico de leucemia aguda tratados na Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (HEMOPE) entre janeiro de 2000 e dezembro de 2009. Hiperglicemia foi definida como a presença de pelo menos uma glicemia de jejum >100 mg/dL no período compreendido entre uma semana antes do início da quimioterapia de indução ao 30º dia pós-início do tratamento. A associação entre hiperglicemia e presença de infecção grave (sepse documentada microbiologicamente ou não, com instabilidade hemodinâmica necessitando drogas vasoativas, insuficiência respiratória necessitando ventilação mecânica ou insuficiência renal necessitando hemodiálise), mortalidade e remissão completa foi analisada através de testes estatísticos adequados. Resultados: Cento e oitenta e oito pacientes (67...

Hiperglicemia e a predisposição ao desenvolvimento das doenças neurodegenerativas

Remor, Aline Pertile
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 159 p.| il., grafs.
POR
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Neurociências, Florianópolis, 2014.; A hiperglicemia crônica característica do Diabetes Mellitus (DM) predispõe ao desenvolvimento de vasculopatias, tanto em tecidos periféricos - cuja fisiopatologia encontra-se parcialmente elucidada - quanto no sistema nervoso central (SNC) Â onde ainda esta é menos entendida. Neste contexto, estudos vem sugerindo que a hiperglicemia persistente predispõe e favorece à progressão de processos neurodegenerativos. Assim, este trabalho teve por objetivo avaliar a predisposição ao desenvolvimento de doenças neurodegenerativas e/ou neurológicas, em particular a Doença de Parkinson (DP), durante o estado hiperglicêmico crônico. A condição experimental de hiperglicemia crônica foi induzida pela administração de uma única dose de estreptozotocina (STZ; 55 mg/kg; intraperitonealmente) em ratos Wistar adultos onde foram investigados parâmetros de bioenergética, estresse oxidativo, neurotoxicidade e comportamentais após 10 e/ou 60 dias de tratamento (Grupo STZ). Com o intuito de normalizar a glicemia, alguns animais receberam insulina subcutaneamente (1,5 UI de Novolin®N humana; Novo Nordisk Laboratories; duas vezes ao dia; Grupo STZ+INS). Foi observado que a hiperglicemia crônica causou uma desregulação bioenergética tanto central quanto periférica...

Avaliação dos sistemas colinérgico e purinérgico em encéfalo de peixe-zebra (Danio rerio) adulto submetido a um modelo de hiperglicemia

Capiotti, Katiucia Marques
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crônica que atinge cerca de 387 milhões de pessoas no mundo, sendo caracterizado como um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum o sintoma de hiperglicemia. O peixe-zebra (Danio rerio) tem sido muito utilizado na pesquisa para compreender diferentes doenças, devido às características apresentadas por esta espécie, como o genoma e a descrição da organização geral e de circuitos neuronais muito semelhantes aos observados em mamíferos e a presença dos principais neurotransmissores, hormônios e receptores. Alguns modelos de doenças metabólicas já foram desenvolvidos em peixe-zebra, demonstrando que este é capaz de reproduzir sintomas importantes das disfunções encontradas em humanos. Neste estudo, nós caracterizamos um modelo de hiperglicemia em peixe-zebra e avaliamos parâmetros comportamentais e os efeitos sobre os sistemas purinérgico e colinérgico sob esta condição. O modelo de hiperglicemia foi desenvolvido através da imersão do peixezebra em 111 mM de glicose por 14 dias e 7 dias de washout. A glicação de proteínas, a sensibilidade à insulina, a resposta a drogas anti-diabéticas e a expressão gênica de receptores de insulina e transportadores de glicose foram avaliadas. Nossos resultados demonstraram que este modelo provocou um aumento dos níveis de glicose sanguínea...