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A regressão da cirrose na Hepatite B

Pinto, Carla Sofia Madureira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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86.55%
Introdução: O vírus da hepatite B é um Hepadnavirívus, com tropismo para os hepatócitos. Em todo o mundo, estima-se a existência de 2 mil milhões de pessoas infectadas com o vírus entre as quais 350 milhões padecem de hepatite B crónica. Por ano morrem aproximadamente 600.000 pessoas devido a hepatite B aguda ou crónica. A resposta imuno mediada decorrente da lesão mantida do vírus nos hepatócitos conduz à formação de fibrose. O esclarecimento dos mecanismos moleculares e celulares que regulam o balanço entre a formação dos constituintes da matriz extracelular e a sua degradação permitem a compreensão do processo da fibrogénese. Esta pressupõe acumulação de matriz extracelular, com alteração dos seus constituintes quer qualitativamente quer quantitativamente. A fibrólise, é o processo de degragação da matriz extra celular e está dependente da actuação de metaloproteases. O desequilíbrio destes processos resulta na acumulação ou diminuição da fibrose. A fibrose hepática é um processo dinâmico e reversível, mas cirrose, último estádio da fibrose, considerada por muitos autores irreversível, pode também regredir desde que se verifique, a remoção do estímulo fibrótico, o vírus, no caso da hepatite B. A morbilidade e a mortalidade na hepatite B crónica...

Hepatitis B virus genotyping among chronic hepatitis B patients with resistance to treatment with lamivudine in the City of Ribeirão Preto, State of São Paulo; Genotipagem do vírus da hepatite B de pacientes crônicos com resistência ao tratamento com lamivudina na Cidade de Ribeirão Preto, Estado de São Paulo

HADDAD, Rodrigo; MARTINELLI, Ana de Lourdes Candolo; UYEMURA, Sérgio Akira; YOKOSAWA, Jonny
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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INTRODUCTION: Lamivudine is a nucleoside analogue that is used clinically for treating chronic hepatitis B infection. However, the main problem with prolonged use of lamivudine is the development of viral resistance to the treatment. Mutations in the YMDD motif of the hepatitis B virus DNA polymerase gene have been associated with resistance to drug therapy. So far, there have not been many studies in Brazil reporting on genotype-dependent development of resistance to lamivudine. Thus, the aim of the present study was to determine the possible correlation between a certain genotype and increased development of resistance to lamivudine among chronic hepatitis B patients. METHODS: HBV DNA in samples from 50 patients under lamivudine treatment was amplified by means of conventional PCR. Samples were collected at Hospital das Clínicas, FMRP-USP. The products were then sequenced and phylogenetic analysis was performed. RESULTS: Phylogenetic analysis revealed that 29 (58%) patients were infected with genotype D, 20 (40%) with genotype A and one (2%) with genotype F. Mutations in the YMDD motif occurred in 20% of the patients with genotype A and 27.6% of the patients with genotype D. CONCLUSIONS: Despite the small number of samples, our results indicated that mutations in the YMDD motif were 1.38 times more frequent in genotype D than in genotype A.; INTRODUÇÃO: Lamivudina é um análogo de nucleosídeo clinicamente utilizado para o tratamento da infecção crônica pela hepatite B. Entretanto...

Estudo epidemiológico, clínico e molecular do vírus da hepatite B na cidade de Chapecó, Oeste de Santa Catarina; An epidemiological, clinical and molecular study of hepatitis B virus infection in Chapecó, western Santa Catarina province

Nova, Maria Luiza da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/06/2010 PT
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76.46%
INTRODUÇÃO: Hepatite B é uma das doenças infecciosas mais prevalentes no mundo, controlada em países onde a vacinação foi implantada, porém permanece alta em populações de risco e em países onde a transmissão vertical e horizontal intradomiciliar ainda persiste. O Estado de Santa Catarina é considerado hoje uma região de alta endemicidade para o VHB, tem uma prevalência estimada de AgHBs em doadores de sangue de 1,14%, o que é consideravelmente maior do que aquela estimada para o Brasil (0,61%). Em Chapecó, oeste de Santa Catarina, a prevalência do AgHBs em doadores de sangue foi de 3,2% em 1999, 1,63% em 2000 e 1,54% em 2001, significativamente maior do que em outras cidades do Estado. OBJETIVOS: Estudar os portadores de hepatite B crônica no município de Chapecó, possibilitando o conhecimento das características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais do vírus nesta região de alta endemicidade. MÉTODOS: Estudou-se dois grupos de portadores de hepatite B crônica naquela região. O primeiro grupo (Grupo A) foi composto pelos casos notificados no ano de 1996 e o segundo grupo (Grupo B) foi composto pelos casos notificados no ano de 2006. RESULTADOS: Dos 352 pacientes notificados nos anos de 1996 e 2006 como portadores de hepatite B crônica no Município de Chapecó...

Validação de um questionário para a avaliação da adesão ao tratamento antiviral em pacientes portadores de hepatite B crônica; Questionnaire validation for adherence antiviral therapy assessment in chronic hepatitis B patients

Abreu, Rodrigo Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/04/2013 PT
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86.48%
Introdução: As evidências mostram que com o tratamento da infecção crônica pelo vírus da hepatite B (VHB) conseguimos suprimir a carga viral, a qual deve ser mantida o mais baixo possível. Entre os fatores ligados diretamente ao sucesso terapêutico, encontra-se a adesão ao tratamento. Diversos instrumentos de avaliação da adesão estão disponíveis, porém não existe nenhum validado para uso na hepatite B crônica. Esse estudo incluiu a adaptação do CEAT-VIH (Remor, 2002) para pacientes portadores de hepatite B crônica, avaliou a confiabilidade e as evidências de validade do questionário adaptado (denominado CEAT-VHB). Métodos: Trata-se de um estudo transversal e foram avaliados 183 pacientes com diagnóstico de infecção crônica pelo VHB, em tratamento há pelo menos três meses com adefovir, entecavir, lamivudina e/ou tenofovir. Foram coletadas informações sócio-demográficas e aplicados o questionário adaptado ("Questionário para avaliação da adesão ao tratamento antiviral em pacientes portadores de hepatite B crônica", CEAT-VHB) e o Teste de Morisky. A carga viral de VHB foi compilada diretamente do prontuário. A avaliação da confiabilidade (consistência interna) do CEAT-VHB foi testada por meio do valor de alfa de Cronbach. As evidências de validade do questionário adaptado foram estabelecidas através das validades de critério e constructo. As validades de critério e do constructo do tipo convergente do instrumento proposto foram testadas pelas correlações das medidas obtidas com os resultados do Teste de Morisky e do nível de carga viral plasmática de VHB. Resultados: O CEAT-VHB mostrou-se com boa aceitabilidade no formato de entrevista estruturada dirigida. A confiabilidade do CEAT-VHB demonstrou uma consistência interna adequada no escore global do questionário (alfa de Cronbach = 0...

Prevalência de resistência primária aos antivirais utilizados no tratamento da hepatite B entre pacientes com infecção crônica pelo vírus da hepatite B não submetidos a tratamento; Prevalence of primary resistance to antivirals used in the treatment of hepatitis B among treatment-naïve patients with chronic hepatitis B

Gouvêa, Michele Soares Gomes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2014 PT
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76.37%
O objetivo principal deste estudo foi avaliar a frequência de cepas do HBV com mutações de resistência aos análogos nucleos(t)ídeos (AN) utilizados no tratamento da hepatite B entre indivíduos cronicamente infectados, não submetidos a tratamento, procedentes de diferentes regiões do Brasil. Além disso, foram avaliadas a presença de mutações que alteram a antigenicidade do HBsAg promovendo escape dos anticorpos anti-HBs; mutações nos genes pré-core/core e a associação dos diferentes subgenótipos com as mutações encontradas e características demográficas e laboratoriais dos pacientes. Foram incluídas 779 amostras de soro de pacientes com infecção crônica pelo HBV e virgens de tratamento com AN ou interferon, as quais foram coletadas no período de 2006 a 2011. Os pacientes eram procedentes dos seguintes estados brasileiros: Pará, Maranhão, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. O DNA do HBV foi extraído das amostras de soro utilizando o Kit QIAamp DNA Blood Mini Kit (Qiagen) e posteriormente foi realizada a amplificação das regiões S/polimerase (S/P) e pré-core/core (PCC) do genoma viral por nested PCR. O fragmento amplificado foi submetido a sequenciamento direto em sequenciador automático de DNA (ABI 3500) e as sequências obtidas foram analisadas para identificação dos genótipos e subgenótipos do HBV...

Evolução dos marcadores sorológicos da hepatite B, AgHBs e AgHBe, em pacientes AgHBs positivos coinfectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV); Evolution of hepatitis B serological markers, HBsAg and HBeAg, among HIV and hepatitis B virus co-infected patients

Toscano, Ana Luiza de Castro Conde
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/03/2015 PT
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86.48%
Introdução: A evolução dos marcadores sorológicos da hepatite B em pacientes com hepatite B crônica coinfectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) tem sido pouco documentada. Objetivos: O objetivo deste estudo foi descrever a evolução dos marcadores sorológicos AgHBe e AgHBs, com ênfase na avaliação da frequência de perda definitiva ou transitória desses marcadores, neste grupo de pacientes. Buscamos, também, comparar as variáveis clínicas e demográficas desses pacientes segundo a evolução desses marcadores sorológicos. Pacientes e métodos: A população de estudo foi composta por pacientes atendidos em um ambulatório de referência para atendimento a pacientes infectados pelo HIV em São Paulo, Brasil. Todos os pacientes selecionados eram portadores de HIV e de hepatite B crônica. Foram incluídos nesse estudo pacientes AgHBs positivos, com confirmação da presença desse marcador em, no mínimo, duas sorologias consecutivas, com intervalo mínimo de seis meses entre elas. Variáveis clínicas foram coletadas: idade, sexo, fator de exposição ao HIV/VHB, contagem de células T CD4+, carga viral do HIV, níveis de alaninoaminotransferase (ALT), uso de terapia antirretroviral, incluindo lamivudina...

Tratamento com inibidores do tnf-alfa em doentes com infecção prévia por vírus da hepatite b – estarão estes doentes em risco de reactivar a doença?

Torres, T.; Nery, F.; Selores, M.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 POR
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76.41%
Estima-se que cerca de 2 mil milhões de pessoas estejam infectados pelo vírus da hepatite B (VHB) e que mais de 350 milhões sejam portadores crónicos. Os doentes que apresentam anticorpos para o antigénio core (Ac anti-HBc) com negatividade para antigénio de superfície (AgHBs), não têm hepatite crónica, mas contactaram com o vírus no passado. Este estado serológico corresponde, na maioria das vezes, a uma eliminação vírica completa. Contudo, um subgrupo de doentes poderá apresentar ADN-VHB hepático detectável, definindo um estado de por- tador oculto. A reactivação do VHB é uma complicação descrita desde há vários anos em doentes submetidos a transplantes de medula óssea e quimioterapia para tratamento de neoplasias. Esta reactivação ocorre principalmente em doentes com hepatite B crónica (AgHBs+), mas foi igualmente descrita em doentes previamente infectados pelo VHB, que aparentemente teriam eliminado o vírus. Este risco de reactivação da replicação do VHB em doentes com hepatite B crónica (AgHBs+) submetidos a terapêutica anti-TNF-α está igualmente bem estabelecido, contudo, a informa- ção relativamente ao uso destes fármacos em doentes Ac anti-HBc+/AgHBS- é muito mais escassa. Recentemente...

Conhecimento dos obstetras sobre a transmissão vertical da hepatite B

Conceição,Joseni Santos da; Diniz-Santos,Daniel Rui; Ferreira,Cibele Dantas; Paes,Fernanda Nunes; Melo,Clotildes Nunes; Silva,Luciana Rodrigues
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
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76.4%
CONTEXTO: A transmissão vertical é responsável por 35% a 40% dos novos casos de hepatite B no mundo e a infecção precoce pelo vírus da hepatite B aumenta o risco de evolução para a hepatite crônica, cirrose e carcinoma hepatocelular. OBJETIVO: Determinar o conhecimento dos obstetras sobre as práticas para o diagnóstico da infecção pelo vírus da hepatite B em gestantes e as condutas para a prevenção desta infecção em recém-nascidos de mães infectadas. MÉTODOS: Foram sorteados aleatoriamente profissionais de saúde cadastrados na Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia da Bahia, que foram convidados a responder um questionário anônimo com informações sobre sua formação acadêmica, o local de trabalho, o contato com estudantes e as suas práticas profissionais em relação ao vírus da hepatite B. Adotou-se como critério de exclusão o não exercício atual da obstetrícia e a não residência na Bahia. A análise dos dados foi feita através do programa estatístico Epiinfo e para análise das correlações foi adotado intervalo de confiança de 95%. RESULTADOS: Foram entrevistados 301 obstetras, dos quais 90,3% reconheciam a transmissibilidade vertical do vírus da hepatite B e 81,7% solicitavam algum exame para detecção de hepatite B durante o pré-natal de suas pacientes. Sessenta e seis por cento dos médicos entrevistados referiram o AgHBs como o marcador sorológico mais adequado para avaliar a presença de infecção pelo VHB. Apenas 13...

Antivirais incorporados no Brasil para hepatite B cronica: analise de custo-efetividade

Oliveira,Gustavo Laine Araujo de; Almeida,Alessandra Maciel; Silva,Anderson Lourenco da; Brandao,Cristina Mariano Ruas; Andrade,Eli Iola Gurgel; Cherchiglia,Mariangela Leal; Acurcio,Francisco de Assis
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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86.29%
OBJETIVO Avaliar o custo-efetividade de diferentes tratamentos medicamentosos para hepatite B crônica entre pacientes adultos. MÉTODOS Utilizando modelo de Markov, construiu-se coorte hipotética de 40 anos para pacientes HBeAg-positivo ou HBeAg-negativo. Foram comparados os usos de adefovir, entecavir, tenofovir e lamivudina (com terapia de resgate em caso de resistência viral) para tratamento de pacientes adultos com hepatite B crônica, virgens de tratamento, com elevados níveis de alanina aminotransferase, sem evidência de cirrose e sem coinfecção por HIV. Valores para custo e efeito foram obtidos da literatura. A medida do efeito foi expressa em anos de vida ganhos (AVG). Taxa de desconto de 5% foi aplicada. Análise de sensibilidade univariada foi conduzida para avaliar incertezas do modelo. RESULTADOS O tratamento inicial com entecavir ou tenofovir apresentou melhores resultados clínicos. As menores razões custo-efetividade foram de entecavir para pacientes HBeAg-positivo (R$ 4.010,84/AVG) e lamivudina para pacientes HBeAg-negativo (R$ 6.205,08/AVG). Para pacientes HBeAg-negativo, a razão custo-efetividade incremental de entecavir (R$ 14.101,05/AVG) está abaixo do limiar recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Análise de sensibilidade mostrou que variação nos custos dos medicamentos pode tornar tenofovir alternativa custo-efetiva tanto para pacientes HBeAg-positivo quanto para HBeAg-negativo. CONCLUSÕES Entecavir é alternativa recomendada para iniciar o tratamento de pacientes com hepatite B crônica no Brasil. Contudo...

Prevalência de genótipos e de mutantes pré-core A-1896 do vírus da hepatite B e suas implicações na hepatite crônica, em uma população da Amazônia oriental

Conde,Simone Regina Souza da Silva; Móia,Lizomar de Jesus Pereira; Barbosa,Maria Silvia Brito; Amaral,Ivanete do Socorro Abarcado; Miranda,Esther Castello Branco de Mello; Soares,Manoel do Carmo Pereira; Brito,Elizabete Maria de Figueiredo; Souza,Olglaí
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 PT
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76.26%
A infecção pelo virus da hepatite B apresenta amplo espectro de manifestações clínicas. Objetivando conhecer os genótipos do HBV mais prevalentes e determinar a ocorrência da mutação pré-core A-1896, em uma população da Amazônia oriental, correlacionando com o diagnóstico clínico, foram selecionados 51 pacientes portadores crônicos de HBsAg e HBV-DNA positivos e divididos em três grupos: grupo A (n=14, pacientes assintomáticos); grupo B (n=20, sintomáticos HBeAg positivos) e grupo C (n=17, sintomáticos HBeAg negativos), sendo usado o sequenciador automático ABI modelo 377 para identificação de genótipos e mutantes pré-core. Os resultados evidenciaram o genótipo A como o mais prevalente, 81,8%, 89,5% e 93,7%, nos grupos A, B e C, respectivamente. A mutação pré-core A-1896 foi encontrada em 11,5% (3/26), sendo todos assintomáticos. Concluiu-se que na população estudada o genótipo A foi o mais prevalente e houve baixa ocorrência do mutante pré-core A-1896, ambos não se constituindo fatores agravantes da doença hepática.

Lamivudina por tempo prolongado no tratamento da hepatite B crônica no estado de Mato Grosso

Souto,Francisco José Dutra; Pirajá,Ana Carolina da Silva; Silva,Graciana Soares da; Bottecchia,Marcelle; Gomes,Selma Andrade
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 PT
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86.31%
Para avaliar resultados do tratamento da hepatite B crônica com lamivudina, 100mg ou 150mg diários, foram acompanhados 34 pacientes em um serviço em Cuiabá, Mato Grosso. Entre os 34, 21 (62%), eram cirróticos e 24 (70%) HBeAg positivos. Genótipo viral foi determinado em 18, sendo predominante o genótipo A (12). O acompanhamento teve mediana de 27 meses (7 a 64). Do total, 23 (67%) apresentaram resposta bioquímica entre dois e 24 meses de tratamento. Dos 24 pacientes com positividade para o HBeAg, 13 (54%) apresentaram negativação do HBeAg durante o acompanhamento. Entre os anti-HBe positivos, 70% tiveram normalização das aminotransferases. Quatorze (41%) não apresentaram resposta bioquímica ou sorológica de início ou apresentaram breakthrough. Em seis dos que não responderam, foram encontradas as mutações L180M e M204V. Quatro pacientes faleceram após pelo menos 21 meses de lamivudina e três cirróticos desenvolveram hepatocarcinoma após 24 meses. A partir do terceiro ano surgiram complicações, como hepatocarcinoma ou hemorragia digestiva. Os presentes achados sugerem que resposta precoce ao tratamento com lamivudina pode estar associada a um melhor controle da hepatite B crônica.

Eficácia do adefovir dipivoxil, entecavir e telbivudina para o tratamento da hepatite crônica B: revisão sistemática

Almeida,Alessandra Maciel; Ribeiro,Andréia Queiroz; Pádua,Cristiane Aparecida Menezes de; Brandão,Cristina Mariano Ruas; Andrade,Eli Iôla Gurgel; Cherchiglia,Mariângela Leal; Carmo,Ricardo Andrade; Acurcio,Francisco de Assis
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 PT
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76.35%
INTRODUÇÃO: A hepatite crônica B é uma das doenças infecciosas mais frequentes no mundo e constitui um grave problema de saúde pública MÉTODOS: Para avaliar a eficácia dos análogos de núcleosídeo/nucletídeo utilizados no seu tratamento (adefovir dipivoxil, entecavir e telbivudina) foi conduzida uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Foram consultadas, dentre outras, as bases de dados PubMed e LILACS RESULTADOS: Foram selecionados 29 artigos entre os publicados de janeiro/1970 até dezembro/2009 CONCLUSÕES: Todos os análogos de núcleosídeo/nucletídeo apresentam eficácia superior ou similar à lamivudina. O entecavir pode ser indicado para o tratamento da hepatite B crônica como alternativa à lamivudina em pacientes HBeAg positivo e negativo virgens de tratamento, considerando seu baixo potencial de resistência viral. A adição de adefovir à lamivudina apresentou bons resultados em pacientes resistentes à lamivudina. O uso de entecavir e telbivudina nesses pacientes apresenta risco de resistência cruzada. Telbivudina é um dos mais recentes antivirais disponíveis, mas resistência antiviral já documentada representa limitação ao seu uso como opção terapêutica à lamivudina. Eventos adversos aos análogos de núcleosídeo/nucletídeo foram similares em características...

Estimativas de custo da hepatite crônica B no sistema único de saúde Brasileiro em 2005

Castelo,Adauto; Pessôa,Mario G.; Barreto,Tânia C.B.B.; Alves,Marcia R.D.; Araújo,Denizar Vianna
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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86.27%
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi estimar o padrão de tratamento, a utilização de recursos e os gastos para cada estágio da HCVB, no ambiente do Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil, no ano 2005. MÉTODOS: Foi desenvolvido painel Delphi de especialistas para obter informação sobre o padrão de tratamento da HCVB no Brasil. Os dados foram coletados com dez médicos especialistas em hepatologia e doenças infecciosas. A valoração dos recursos foi obtida predominantemente das tabelas de pagamentos do Sistema Único de Saúde e tabelas de preços de medicamentos. As estimativas de custo tiveram a perspectiva do pagador público. Os dados foram analisados estatisticamente pelo programa SPSS 12.0 para Windows. RESULTADOS: Os gastos estimados dos pacientes foram separados em cada estágio da HCVB. O gasto estimado anual por paciente foi: R$ 980,89 para hepatite B crônica, sem cirrose e sem tratamento antiviral; R$ 1.243,17 para cirrose compensada sem tratamento antiviral; R$ 22.022,61 para cirrose descompensada; R$ 4.764,95 para o carcinoma hepatocelular; e R$ 87.372,60 para o transplante hepático. CONCLUSÃO: Os gastos estimados com procedimentos e medicamentos, excluindo antivirais, representaram os principais componentes do gasto da HCVB. Neste modelo...

Transmissão vertical do HIV, da sífilis e da hepatite B no município de maior incidência de AIDS no Brasil: um estudo populacional no período de 2002 a 2007

Kupek,Emil; Oliveira,Juliana Fernandes de
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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76.24%
OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi verificar a prevalência em gestantes e a taxa de transmissão vertical do HIV, sífilis e hepatite B no município de Itajaí - SC, no período de 2002 a 2007. MÉTODOS: Este foi um estudo longitudinal retrospectivo, de base populacional, compreendendo os períodos de 2002 a 2007 para HIV e 2004 a 2007 para sífilis e hepatite B, utilizando os dados sistematizados dos sistemas de informação estadual e municipal. RESULTADOS: A prevalência das infecções virais em gestantes foi de 1,7% para HIV, 0,41% para hepatite B aguda, 0,46% para hepatite B crônica e 0,43% para sífilis. A transmissão vertical do HIV foi de 6,28%, sendo menor que 5% quando HIV foi diagnosticado antes ou durante a gravidez, comparado com 20% e 55% quando o diagnóstico foi feito durante ou após o parto. A transmissão vertical da sífilis foi de 68,89%. Não houve uma tendência estatisticamente significativa da transmissão vertical segundo ano de diagnóstico ou faixa etária para HIV e sífilis. Quase 44% das gestantes infectadas por HIV conheciam seu status sorológico antes da gravidez; a transmissão vertical neste grupo ficou menor que 5%. Não foi registrado nenhum caso da transmissão vertical da hepatite B. CONCLUSÕES: A transmissão vertical do HIV atingiu a meta do Ministério da Saúde quando o diagnóstico foi feito durante o pré-natal...

Infecção pelo vírus da hepatite B em catadores de materiais recicláveis em Goiânia-Goiás; Infection of hepatitis B virus among recyclable waste collectors in Goiânia-Goiás

Marinho, Tamíris Augusto
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Publica (IPTSP); Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Publica (IPTSP); Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública - IPTSP (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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76.23%
Hepatitis B virus (HBV) remains a major cause of liver disease worldwide despite vaccination programs implemented over the last decade. Worldwide, it is estimated that 2 billion people are infected with HBV and that more than 240 million are chronically infected. Patients with chronic hepatitis B are at risk for developing liver cirrhosis and hepatocellular carcinoma. Recyclable waste collectors have a lifestyle that is characterized by unfavorable social and environmental factors. There is currently very little data on HBV infection in this population. Therefore, the aim of the present study was to investigate the epidemiological profile of HBV infection in a population of recyclable waste collectors in Goiânia-GO. A cross-sectional survey was carried out with 431 individuals who were recruited in all 15 recycling cooperatives in Goiânia-GO. All individuals were interviewed, and their serum samples were tested for the presence of HBV serological markers. HBsAg and anti-HBc-positive samples were tested for HBV-DNA by polymerase chain reaction, and were genotyped by sequencing of the S region. The overall HBV prevalence infection was 12.8% (95% CI: 9.8-16.2). A multivariate analysis of risk factors showed that age >40 years and illicit drug use were independently associated with HBV infection. HBV-DNA was detected in 2/3 HBsAg-positive samples...

Infecção pelo vírus da Hepatite B em Mato Grosso do Sul : variações genômicas e infecção oculta

Lindenberg, Andréa de Siqueira Campos
Fonte: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Publicador: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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86.42%
O objetivo do presente estudo foi investigar o perfil soroepidemiológico e molecular da infecção pelo vírus da hepatite B (HBV) em doadores de sangue e em pacientes portadores de hepatite B crônica atendidos em Centros de referência em DIP em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil Central, no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2012. Foram analisadas 8.840 amostras de sangue de primodoadores coletadas no Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso do Sul no período de janeiro a dezembro de 2010. Todas as amostras foram submetidas ao teste imunoenzimático para a detecção dos marcadores sorológicos HBsAg e anti-HBc total. A prevalência global de infecção pelo HBV foi de 3,04% (95%CI: 2,7-3,4). HBsAg foi detectado em 0,19% (95%CI: 0.1-0.3) dos primodoadores estudados. Embora a infecção pelo HBV tenha sido detectada em primodoadores de sangue, esses resultados demonstram um declínio significante comparado com 9,4% de anti-HBc total e 1,1% de HBsAg relatados em um estudo conduzido anteriormente (2001), em primodoadores no mesmo centro de referência. Dentre as amostras anti-HBc positivas no ano de 2010, 190 foram submetidas a detecção de HBV-DNA por semi-nested PCR e a prevalência de infecção oculta pelo vírus da Hepatite B encontrada foi de 10...

Custo-utilidade do tenofovir comparado com entecavir no tratamento em primeira linha da hepatite B crónica

Vanness,David; Joseph,Ian; Marinho,Rui; Areias,Jorge; Carvalho,Armando; Macedo,Guilherme; Matos,Leopoldo; Rodrigues,Beatriz; Velosa,José; Aragão,Filipa; Perelman,Julian; Revankar,Nikhil
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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96.35%
Introdução: O tenofovir e o entecavir são os antivíricos orais recomendados no tratamento de primeira linha da hepatite B crónica. Objectivo: Estimar o custo-utilidade comparativo do tenofovir e do entecavir como tratamento oral inicial em adultos com hepatite B crónica. Métodos: Foi construído um modelo de Markov com 2 dimensões: estádio da doença e opção terapêutica, consoante a positividade/negatividade do AgHBe. Os dados de eficácia reportados nos ensaios clínicos foram medidos em termos de anos de vida ajustados pela qualidade. Os custos foram obtidos através do método de painel de Delphi modificado. Foi assumido como horizonte temporal a esperança média de vida e uma taxa de actualização de 5% ao ano. Resultados: Estima-se que o tratamento inicial com tenofovir, quando comparado com entecavir, resulte numa redução de 20% nas falências terapêuticas em primeira linha. A taxa de incidência de cirrose, de carcinoma hepatocelular e de transplantes hepáticos é inferior na opção tenofovir. A opção tenofovir resulta numa poupança de custos médios totais atualizados (não atualizados) ao longo da vida de 11 865 D (23 046 D) e num incremento de 0,04 anos de vida ajustados pela qualidade. Conclusões: De acordo com a análise...

Profilaxia da Reactivação do Vírus da Hepatite B na Terapêutica Imunosupressora em Doenças Reumáticas. Orientações para a Prática Clínica

Nunes,Joana; Marinho,Rui Tato; Fonseca,João Eurico; Silva,José Alberto Pereira da; Velosa,José
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2011 PT
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76.32%
A reactivação da infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) é uma complicação potencialmente grave da imunossupressão, que pode ser identificada e prevenida de modo eficaz. Tem-se verificado um número crescente de casos de reactivação do VHB em doentes sob imunossupressão no contexto de doenças reumáticas, como a artrite reumatóide o u o lúpus eritematoso sistémico. As recomendações nesta área devem ser individualizadas, tendo em conta dois aspectos: os esquemas imunossupressores utilizados (alto ou baixo risco de reactivação) e as diferentes fases da infecção pelo VHB, como seja a hepatite B crónica, o portador inactivo do VHB, ou mesmo a infecção oculta (por exemplo AgHBs negativo com anti-HBc positivo). Nos doentes com doenças reumáticas que vão iniciar terapêutica imunossupressora de alto risco, propomos o rastreio universal com testes serológicos da hepatite B com o antigénio de superfície do VHB (AgHBs), anticorpo anti-HBs e anti-HBc. Os doentes com hepatite B crónica (AgHBs positivo, ADN VHB l 2000 UI/ml) devem iniciar terapêutica antivírica; os portadores inactivos do VHB (AgHBs positivo, ADN VHB < 2000 UI/ml, aminotransferases normais) expostos a terapêutica imunossupressora de alto risco devem realizar igualmente profilaxia da reactivação do VHB. A profilaxia deve ser iniciada 2 a 4 semanas antes do início da terapêutica imunossupressora e mantida pelo menos durante 6 a 12 meses após a sua suspensão. Recomenda-se a utilização do entecavir ou tenofovir como antivirícos de primeira linha. Nos portadores inactivos do VHB sob terapêutica imunossupressora de baixo risco nos doentes AgHBs negativo / anti-HBc positivo (infecção a VHB no passado ou infecção oculta)...

Transmissão vertical do HIV, da sífilis e da hepatite B no município de maior incidência de AIDS no Brasil: um estudo populacional no período de 2002 a 2007

Kupek,Emil; Oliveira,Juliana Fernandes de
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 PT
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76.24%
OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi verificar a prevalência em gestantes e a taxa de transmissão vertical do HIV, sífilis e hepatite B no município de Itajaí - SC, no período de 2002 a 2007. MÉTODOS: Este foi um estudo longitudinal retrospectivo, de base populacional, compreendendo os períodos de 2002 a 2007 para HIV e 2004 a 2007 para sífilis e hepatite B, utilizando os dados sistematizados dos sistemas de informação estadual e municipal. RESULTADOS: A prevalência das infecções virais em gestantes foi de 1,7% para HIV, 0,41% para hepatite B aguda, 0,46% para hepatite B crônica e 0,43% para sífilis. A transmissão vertical do HIV foi de 6,28%, sendo menor que 5% quando HIV foi diagnosticado antes ou durante a gravidez, comparado com 20% e 55% quando o diagnóstico foi feito durante ou após o parto. A transmissão vertical da sífilis foi de 68,89%. Não houve uma tendência estatisticamente significativa da transmissão vertical segundo ano de diagnóstico ou faixa etária para HIV e sífilis. Quase 44% das gestantes infectadas por HIV conheciam seu status sorológico antes da gravidez; a transmissão vertical neste grupo ficou menor que 5%. Não foi registrado nenhum caso da transmissão vertical da hepatite B. CONCLUSÕES: A transmissão vertical do HIV atingiu a meta do Ministério da Saúde quando o diagnóstico foi feito durante o pré-natal...

Antivirais incorporados no Brasil para hepatite B cronica: analise de custo-efetividade

Oliveira,Gustavo Laine Araujo de; Almeida,Alessandra Maciel; Silva,Anderson Lourenco da; Brandao,Cristina Mariano Ruas; Andrade,Eli Iola Gurgel; Cherchiglia,Mariangela Leal; Acurcio,Francisco de Assis
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
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86.29%
OBJETIVO Avaliar o custo-efetividade de diferentes tratamentos medicamentosos para hepatite B crônica entre pacientes adultos. MÉTODOS Utilizando modelo de Markov, construiu-se coorte hipotética de 40 anos para pacientes HBeAg-positivo ou HBeAg-negativo. Foram comparados os usos de adefovir, entecavir, tenofovir e lamivudina (com terapia de resgate em caso de resistência viral) para tratamento de pacientes adultos com hepatite B crônica, virgens de tratamento, com elevados níveis de alanina aminotransferase, sem evidência de cirrose e sem coinfecção por HIV. Valores para custo e efeito foram obtidos da literatura. A medida do efeito foi expressa em anos de vida ganhos (AVG). Taxa de desconto de 5% foi aplicada. Análise de sensibilidade univariada foi conduzida para avaliar incertezas do modelo. RESULTADOS O tratamento inicial com entecavir ou tenofovir apresentou melhores resultados clínicos. As menores razões custo-efetividade foram de entecavir para pacientes HBeAg-positivo (R$ 4.010,84/AVG) e lamivudina para pacientes HBeAg-negativo (R$ 6.205,08/AVG). Para pacientes HBeAg-negativo, a razão custo-efetividade incremental de entecavir (R$ 14.101,05/AVG) está abaixo do limiar recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Análise de sensibilidade mostrou que variação nos custos dos medicamentos pode tornar tenofovir alternativa custo-efetiva tanto para pacientes HBeAg-positivo quanto para HBeAg-negativo. CONCLUSÕES Entecavir é alternativa recomendada para iniciar o tratamento de pacientes com hepatite B crônica no Brasil. Contudo...