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Que é compreender?: estudo a partir de Hans-Georg Gadamer

Pegoraro, Evandro
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Esta dissertação tem o objetivo de recriar o conceito de compreensão (Verstehen) na obra Verdade e Método de Hans-Georg Gadamer. Para ele, a compreensão consiste num atributo da experiência de mundo do ser humano. A tese é desenvolvida a partir de dois pressupostos: (i) o conceito de Lebenswelt de Husserl, o qual é condição de possibilidade de conhecimento: antes de ser sujeito cognoscente já se é objeto no mundo; (ii) a contribuição de Heidegger, na definição de fenomenologia como hermenêutica através da retomada do sentido do ser no Dasein, que é conhecida sob o nome de “hermenêutica da facticidade”. Primeiramente, tratase do modo de ser da obra de arte como parâmetro a fim de se investigar o fenômeno da compreensão. Assim como a experiência da obra de arte, o conceito de jogo possui um fim em si mesmo, que se configura enquanto o espectador (o jogador) envolve-se no espetáculo (no jogo). Posteriormente, trata-se de pensar o princípio da historicidade da compreensão, o qual inclui a substancialidade da historicidade do intérprete e a consciência do valor da tradição no ato de compreender textos. Aqui, a reabilitação do preconceito como condição de possibilidade do intérprete torna-se chave.Quando se diz da experiência hermenêutica querse referir à experiência da finitude humana que nunca é repetida...

KANT, HEIDEGGER E A ARTE: Notas por uma reflexão [doi: 10.7443/problemata.v2i2.11650]; KANT, HEIDEGGER AND THE ART: Notes for a reflection [doi: 10.7443/problemata.v2i2.11650]

de Araujo, Ana Monique Moura
Fonte: Universidade Federal da Paraíba -UFPB Publicador: Universidade Federal da Paraíba -UFPB
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2011 POR
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RESUMO: O texto aborda como a Estética de Kant frente à Ontologia de Heidegger se mostra incapacitada de revelar uma experiência com a arte como uma captura originária da verdade. No entanto, procuramos pensar como ainda assim é possível falar em verdade na estética de Kant, ainda que de modo sutil.; ABSTRACT: The text discusses how the Kant's Aesthetics against the Heidegger's Ontology shows itself unable to reveal an experience with art as a capture of the truth. However, we think as it still possible to speak of truth in Kant's aesthetics, albeit subtly.KEY-WORDS: object, criticism, thing, work, truth.

O que a arte torna visível? Uma leitura de “A Origem da Obra de Arte”, de Martin Heidegger

Cordeiro, Robson
Fonte: Universidade Federal da Paraíba -UFPB Publicador: Universidade Federal da Paraíba -UFPB
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Fenomenologia; hermenêutica Formato: application/pdf
Publicado em 15/11/2013 POR
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Em “A Origem da Obra de Arte”, Heidegger mostra que tentará encontrar a arte onde não houver dúvida que ela vigora, ou seja, na obra. A pergunta inicial, portanto, é acerca do que é a obra. Numa primeira aproximação, torna-se manifesto que as obras estão aí perante de modo tão natural como qualquer outra coisa. Mas o que é uma coisa? E que tipo de coisa é a obra? Para examinar que tipo de coisa é a obra e o que ela desencobre, Heidegger faz a análise de uma pintura de van Gogh, o par de sapatos de camponesa. Mas o que esta pintura desencobre, torna visível, lembrando aquilo que foi dito por Paul Klee, que “na arte, mais importante do que ver é tornar visível”? Procuraremos mostrar que a obra não faz ver apenas o utensílio, no caso o par de sapatos, mas o ser utensílio do utensílio, a sua serventia, que desvela todo o mundo da existência camponesa, que repousa na confiabilidade, na entrega confiável da camponesa ao chamamento silencioso da terra, pois é preciso ver que só há mundo desde o retraimento, desde a terra que se oculta, e que em seu ocultar-se convida a novos mundos. Palavras-chaves: Heidegger, arte, obra, verdade, coisa.