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Espécies, Classificação e Evolução em Hegel

Ferrer, Diogo
Fonte: Sociedade Hegel Brasileira Publicador: Sociedade Hegel Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Este artigo estudo os conceitos de espécie, classificação e evolução segundo Hegel, tanto no seu uso natural quanto lógico. Hegel critica uma concepção essencialista da espécie e do universal, substituindo-a pelo denominado “conceito”. Este tem uma manifestação privilegiada na ideia de vida, tanto ao nível da lógica quanto da natureza. A vida exemplifica do modo mais claro o “universal concreto” hegeliano e permite, por isso, caracterizar também o sistema da filosofia de Hegel em geral. Observa-se também como o conceito hegeliano de espécie pode apresentar-se, em alguns aspectos importantes, como uma versão filosófica do denominado “conceito biológico de espécie” proposto principalmente por E. Mayr. Como resultado deste estudo, conclui-se que a recusa explícita por Hegel da evolução das espécies deve ser entendida não como expressão de uma incompatibilidade da filosofia da natureza hegeliana com a teoria da evolução por selecção natural de Darwin, mas como a recusa de concepções quer metafísicas quer filosoficamente reducionistas dos processos naturais e históricos de desenvolvimento.; This paper studies Hegel’s concepts of species, classification and evolution, both in its natural and logical use. Hegel criticizes an essentialist understanding of the species and the universal...

O estado universal do mundo: a autonomia 'poética' do herói e a vida prosaica no Estado na Estética de Hegel"; The universal state of world: the "poetics" autonomy of hero and the prosaic life in State of Hegel´s Aesthetics

Silva Filho, Antonio Vieira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/06/2006 PT
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A presente dissertação discute dois conceitos centrais da Estética de Hegel: o estado universal do mundo heróico e o prosaico. Estes dois conceitos remetem a determinações e realidades históricas diferenciadas. De um lado, no estado do mundo heróico, à autonomia individual do herói, o qual tem sua ação em unidade imediata com o universal, o divino. Para Hegel este é o estado vindicado pelo ideal artístico. De outro lado, os estados prosaicos, nos quais a ação individual da pessoa se encontra mediada pelas instituições do Estado, mediação cuja natureza exige justamente uma forma de exposição capaz de captar tais mediações, a filosofia. A partir destes conceitos, situados em sua relação com a arte enquanto exposição absoluta da verdade do espírito, se busca aqui tematizar o lugar da experiência grega na leitura sistemática de Hegel, articulando dois aspectos que aparecem como fundamentais em sua Estética, a saber: a experiência grega como coincidente com o conceito de clássico, isto é, como lugar da verdadeira expressão do belo; e ao mesmo tempo, esta expressão bela, tal como pensada por Hegel, como um momento pouco desenvolvido da exposição absoluta do espírito. O índice deste desenvolvimento em Hegel é a autoconsciência da liberdade do espírito e por isso...

A "miragem" do absoluto - Sobre a contraposição de Schopenhauer a Hegel: crítica, especulação e filosofia da religião; The mirage of the Absolute. On the contraposition of Schopenhauer and Hegel: Critique, Speculation and the Philosophy of Religion

Ramos, Flamarion Caldeira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/01/2009 PT
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Esta tese procura reconstruir a crítica de Schopenhauer a Hegel, para além das invectivas e juízos sumários. Embora não escreva um texto específico sobre esse tema, a posição crítica de Schopenhauer em relação a Hegel é formulada em vários momentos de sua obra. Nosso trabalho consiste, em um primeiro momento, em reconstruir a crítica de Schopenhauer, comparando-a com as posturas críticas de Schelling e Feuerbach. Trata-se de expor e analisar os argumentos de Schopenhauer de modo a construir uma imagem crítica da filosofia de Hegel e, ao mesmo tempo, mostrar em que sentido essa mesma crítica pode ser relativizada do ponto de vista da filosofia hegeliana. Nesse sentido, o presente trabalho procura refletir sobre a dificuldade implicada na tarefa de construir uma crítica da filosofia de Hegel, já que como mostrou Gérard Lebrun, Hegel oferece menos uma filosofia que um discurso que é mal compreendido sempre que tentamos julgá-lo a partir de nossos pressupostos discursivos. Num segundo momento, examinamos os pontos comuns da abordagem especulativa presente em ambas as filosofias e investigamos temas tais como a questão da determinação das coisas finitas em relação à realidade substancial, a tarefa da filosofia e o problema da exposição da verdade filosófica. Num terceiro e conclusivo momento...

A estrutura lógica do reconhecimento na Ciência da lógica de Hegel

Costa, Danilo Vaz Curado Ribeiro de Menezes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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A tradição de estudos hegelianos assumiu nos últimos decênios uma grande importância, tanto em referência a ampliação numérica dos trabalhos dedicados ao hegelianismo como em relação ao modus operandi de tematização e explicitação dos problemas e reflexões que lhe são oriundos. Dentro deste contexto de Renaissance da filosofia hegeliana, o problema do reconhecimento emerge como de importância capital na Hegel-Forschung. Todavia, a par deste novo interesse sobre o reconhecimento são raros os trabalhos que se propõem a enfrentar o tema reconhecimento desde a sua matiz lógica. O presente trabalho de pesquisa se propõe estabelecer a reconstrução da estrutura lógica do reconhecimento, exprimindo os seus níveis a partir da Wissenschaft der Logik. A presente tese de caráter hermenêuticobibliográfico se configura para a consecução de tal objetivo, dividindo internamente o trabalho em comento em 05 (cinco) capítulos. O primeiro capítulo se destina a situar o estado da arte nas pesquisas sobre o reconhecimento na filosofia contemporânea. O segundo capítulo constitui o primeiro nível do reconhecimento e apresenta a lógica operando como um denominador transitivo. O terceiro capítulo estabelece o segundo nível da estrutura lógica do reconhecimento e reconstitui as condições de interação subjetiva...

Hegel sobre o aparecer : os conceitos de aparência (schein) e fenômeno (erscheinung) na Ciência da Lógica

Miranda, Marloren Lopes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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A partir da publicação da Crítica da Razão Pura, Kant, na tentativa de colocar a metafísica no caminho da ciência e determinar o que podemos conhecer, recoloca o problema do conhecimento sob uma distinção fundamental: como as coisas são em si mesmas e como essas coisas aparecem para nós. Kant defende, no idealismo transcendental, que nós só podemos conhecer as coisas como elas aparecem, e não podemos conhecê-las como são. Segundo ele, temos uma estrutura a priori determinada, que possibilita o conhecimento das coisas de certa maneira, a saber, sob essas nossas condições de experimentá-las e que, ao mesmo tempo, impossibilita-nos sairmos do nosso ponto de vista e conhecer as coisas como são nelas mesmas, isto é, abstraindo essas condições – e, porque o modo que as coisas aparecem para nós depende dessas condições, se abstrairmos tais condições, as coisas apareceriam de outra maneira; maneira a qual, portanto, não podemos conhecer. Assim, só podemos fazer ciência das coisas como aparecem, e não como são nelas mesmas. Para Hegel, se partimos desse pressuposto, tudo o que podemos conseguir produzir são meras opiniões, e não ciência: é preciso que possamos saber como as coisas são nelas mesmas para que haja conhecimento. Segundo Hegel...

A verdade em Hegel e Marx

Novelli, Pedro Geraldo Aparecido
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 27-38
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What is truth? Is there a single truth or many? Is it absolute or relative? Hegel and Marx give some answers through their works. he hegelian and marxist outstanding guide themselves by the dialectical approach according to the singular understanding of each one. Yet, in Hegel as much as in Marx truth has to be seen in the relation between the subject and the object. Both of them make the efort to solve the dichotomy established by other tendencies about the subject and the object. he concept of process is central in their thought and this points at the historical essence of reality. However, it is plain that such a solution can only come out by the passage of the subject to the object (Hegel) and the other way around (Marx). In this way truth in Hegel and Marx has to be understood as an ongoing making process granting the exercise of freedom (Hegel) and an essentially social activity (Marx).; O que é a verdade? Há uma verdade ou muitas? A verdade é absoluta ou relativa? Hegel e Marx proporcionam através de suas obras respostas a essas questões. As posições hegeliana e marxista orientam-se pela abordagem dialética segundo a compreensão de cada um. Tanto em Hegel quanto em Marx a verdade situa-se na relação sujeito-objeto. O esforço de ambos é resolver a dicotomia sujeito-objeto através do conceito de processo que remete à historicidade do real. No entanto...

O idealismo de Hegel e o materialismo de Marx : demarcações questionadas

Pedro Geraldo Aparecido Novelli
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/1998 PT
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Hegel e Marx têm sido relacionados na História da Filosofia pela redução de um ao outro, pela exclusão de um em relação ao outro e ainda pela completude entre eles. O que é investigado aqui é precisamente a relação que afirma a complementariedade entre eles. Não se busca a anulação de diferença que distingue um do outro, mas recuperar a aproximação que a mesma diferença viabiliza. A mencionada aproximação entre Hegel e Marx é procurada na dialética idealismo-materialismo. Hegel é marcadamente idealista e Marx, por sua vez, materialista, mas até que ponto ambos encontram-se enclausurados em si mesmos e afastados da posição do outro? Da análise do que Hegel pensava sobre o idealismo e sobre o materialismo e do que Marx pensava sobre o idealismo de Hegel e sobre o materialismo depreende-se que tanto um quanto o outro invadem o campo alheio. Se isso não atesta a assunção dos posicionamentos do outro, também não possibilita uma desconsideração cabal do contrário. Em outras palavras, Hegel não evitou o materialismo e o mesmo não fez Marx para com o idealismo. O momento da passagem do idealismo pelo materialismo e vice-versa é um momento da superação, mas essa ocorre necessariamente por esse caminho. Procurando apronfundar e ofercer sustentação a essa tese realizou-se a busca do materialismo na ontologia...

Totalidade ontológica em Hegel: o problema da metafísica na Phänomenologie des geistes

Oliveira Neto, Pedro Adalberto Gomes de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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Este trabalho propõe defender que a Phänomenologie des Geistes de 1807 de Hegel é obra metafísica e não gnosiológica. O saber que é o objeto da mesma não é o Princípio Lógico que a sustenta, e sim a substância que, apresentada pelas figuras-de-espírito, permite à consciência compreender que seu reconhecimento passa pela indissociabilidade entre externo e interno e que o saber deve se filiar a essa concepção monista estendida ao dualismo. Esse pressuposto teórico de Hegel é o que permite o surgimento de novo direcionamento ao saber contemporâneo. E isso só se torna sustentável uma vez elaborada uma concepção metafísica dialética, realizada por Hegel em sua Phänomenologie des Geistes. Trata-se de obra estrutural que tanto se lança à exterioridade do discurso válido quanto expressa a interioridade veraz da consciência enquanto consciência-de-si. De maneira que seu desdobramento se apresenta no objeto em si como essência espiritual, no espírito como universalidade do saber e como consciente de sua razão objetiva e efetiva até alcançar a totalidade ontológica. A metafísica dialética erigida por Hegel é apresentada na seção ‘Religião’, na qual ocorre a reunião da ‘Consciência’/’Razão’ com a ‘Consciência-de-si’/ ‘Espírito’...

Liberdade: Hegel e os contrapontos de Ernst Tugendhat e Isaiah Berlin

Emery, Emerson Baldotto
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Este estudo descreve e analisa o conceito hegeliano de liberdade e o contrapõe ao enfoque de dois de seus críticos: Ernst Tugendhat e Isaiah Berlin. O objetivo é a compreensão das implicações dos conceitos expostos à realidade atual, como ferramenta de interpretação dos limites de liberdade individual e social presentes nas sociedades modernas. O eixo da análise é o sistema de filosofia prática de Hegel, que mostra o conceito de liberdade como efetivação do Espírito Absoluto que só alcança sua plenitude no estágio de desenvolvimento social representado pelo Estado. Trata-se de uma visão que enaltece as conquistas e possibilidades humanas, porém, restringe o agir livre por meio da submissão da liberdade negativa à liberdade positiva, dada pela autodeterminação do agente racional. O confronto das idéias hegelianas com as concepções de Tugendhat e Berlin clareia os caminhos pelos quais o argumento de uma solução estritamente racional alcança um resultado autoritário, contrário aos conceitos correntes de liberdade. Para Berlin o monismo deve ser refutado e há ao menos duas formas de liberdade, negativa e positiva, a primeira, condição para a segunda. Tugendhat alerta para a impossibilidade da vida social e moral sob a liberdade de Hegel...

O PAPEL DO CETICISMO NA FILOSOFIA DO JOVEM HEGEL

Silva, Edney Jose da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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37.58%
Ce travail veut montrer que le scepticisme n‟est pas q‟un des principaux défis pour la philosophie moderne jusqu‟a la déflagration da la Reforme Protestante, la redecouverte et la traduction des textes de Sexte Empirique. La reception de ce scepticisme n‟est q‟un des principaux facteurs qui determinent le noveau fondament da la philosophie moderne avec base dans la subjectivité. Dans ce contexte d‟un nouveau fondament de la philosophie sous la base de la subjectivité, Hegel aborde le problème du scepticisme. La pensé developpé par Hegel dans période de Jena (1801-1807), principalement dans l‟écrit de la Differance parmi les philosophies de Fichte e Schelling, et dans les articles du Journal Critic de Philosophie, Relation du scepticisme avec la philosophie et Foi et Savoir, part du dialogue avec la philosophie d‟idealisme allemand, qui est le point plus haut du subjectivisme dans la philosophie developpé à partir du retour du scepticisme. Hegel essaye à travès l‟interpretation et la superation du scepticisme, établir une nouvelle base pour la philosophie. Alors, le scepticisme, dans cette période de la philosophie d‟Hegel, a la function d‟être la negativité propre à la authentique philosophie qui anéante le point de vue des les philosophies de la subjectivité. Cette manière comme Hegel intégre la scepticisme à sa philosophie...

A intencionalidade da percepção e do agir no jovem Hegel; The intentionality of perception and of action in the young Hegel

Klotz, Hans Christian
Fonte: Araceli Velloso Publicador: Araceli Velloso
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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v.14, n.2, p.13-31, jul./dez. 2009.; Nos primeiros escritos da sua fase ienense, Hegel defende a con-cepção de uma identidade originária na qual a subjetividade seria “suspendi-da”. O presente trabalho visa explicitar essa concepção como uma contribuição para a teoria da intencionalidade que coloca em foco a unidade entre elementos conceituais e sensíveis (ou emocional-motivacionais) como condição da intencionalidade da percepção e do agir. Num primeiro passo, argumenta-se que nos seus escritos críticos Hegel entende por “filosofia da subjetividade” posições que envolvam uma concepção separadora acerca da relação entre pensamento e sensibilidade na percepção e no agir, estando li-gada à noção do sujeito como controlador distanciado da sensibilidade. Por-tanto, a crítica hegeliana à filosofia da subjetividade dirige-se contra tal concepção da intencionalidade e do sujeito desta. Num segundo passo, a-borda-se a alternativa hegeliana a essa imagem - a concepção da unidade in-dissolúvel do pensamento e da sensibilidade como fundamento da percepção e do agir. Por fim, a imagem da autoconsciência adotada na Fenomenologia do Espírito é analisada como implicação dessa concepção da intencionalidade. _______________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT _______________________________________________________________________________________________________________________ In the first writings of his Jena period...

G. W. F. Hegel et T. W. Adorno sur le besoin de la pensée

Langlois, Philippe
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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La présente thèse analyse et contraste les positions de G.W.F. Hegel et de T. W. Adorno sur la nature de la pensée rationnelle et le sens de la pratique philosophique. Notre démarche consiste en une interprétation critique d’une idée que partagent Hegel et Adorno mais qu’ils développent différemment, selon laquelle la pensée rationnelle obéit à un certain besoin (Bedürfnis) qui lui est à la fois spécifique et universel. Hegel a parlé d’un « besoin de la philosophie ». L’expression est ambiguë : elle vise à décrire la nature générale de la pensée rationnelle mais aussi à exprimer la pertinence historique de la raison, c’est-à-dire sa capacité à assouvir des besoins concrets. Je démontre dans les cinq premiers chapitres que Hegel tente de réconcilier ces deux besoins en soutenant que l’identification par le concept est précisément ce qui permet d’appaiser la souffrance concrète que génère la division de l’histoire avec elle-même. La solution est en effet trouvée dans l’idée du savoir absolu, une posture de la pensée rationnelle tout aussi fondée dans la nature de la pensée elle-même que dans les aspirations de son autre, c’est-à-dire de l’histoire. Le savoir absolu est le point où chez Hegel coïncident la nature de la raison en général et la nécessité d’exprimer les besoins universels de l’histoire. Les chapitres six à neuf situent ensuite le déplacement épistémologique que propose la dialectique négative d’Adorno par rapport à cette conclusion de Hegel. Nous prenons soin de montrer qu’Adorno ne la juge pas fausse mais unilatérale. Il conçoit qu’exprimer et assouvir les souffrances historiques revient au concept mais il soutient en même temps que celui-ci échoue à cette tâche tant qu’on ne nuance pas la portée et la signification de sa « compulsion à identifier ». Nous démontrons que si cette dernière est d’après Adorno à la fois inévitable et fautive...

La négativité en litige : Heidegger, Hegel et l’origine de la négation dialectique

Huot-Beaulieu, Olivier
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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Dans le cadre de cette thèse, nous nous proposons d’explorer la patiente explication que Heidegger a poursuivie avec Hegel à propos de l’origine de la négativité – problème qui s’impose de fait à titre d’« unique pensée d’une pensée qui pose la question de l’être ». Partant du constat d’une affinité insoupçonnée entre les deux penseurs quant au rôle insigne qui doit revenir à la négation en philosophie, nous entendons percer à jour les motifs de la constante fin de non-recevoir que Heidegger oppose néanmoins à la méthode dialectique de son plus coriace adversaire. Afin de rendre justice aux différents rebondissements d’une explication en constante mutation, et qui, de surcroît, traverse l’ensemble de l’œuvre de Heidegger, nous procédons à une division chronologique qui en circonscrit les quatre principaux moments. I. En un premier temps, notre regard se porte ainsi sur l’opposition résolue que le jeune Heidegger manifeste à l’égard de la montée du néo-hégélianisme, au nom d’une appropriation toute personnelle de l’intuitionnisme husserlien. Les transformations auxquelles il soumet la méthode phénoménologique de son maître doivent néanmoins laisser transparaître un furtif emprunt à la dialectique hégélienne...

O dilema do critério em Hegel: uma crítica a K. Westphal e uma proposta de aproximação com R. Chisholm

Gaboardi, Ediovani Antonio
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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Este trabalho pretende contribuir com a discussão que ocorre na filosofia analítica sobre a epistemologia de Hegel, investigando o Dilema do critério a partir da interpretação que Westphal faz da resposta hegeliana a ele e sugerindo possibilidades de diálogo a partir da aproximação com a abordagem de Chisholm. O Dilema do critério diz respeito aos argumentos de Sexto Empírico sobre a impossibilidade de decidir se há ou não um critério de verdade. O argumento sustenta que há uma circularidade entre demonstração e critério, decorrente da exigência contraditória de que o critério seja condicionado e incondicionado, e baseia-se na aplicação do Trilema cético de Agripa. Concordamos com Westphal que Hegel enfrenta o Dilema do critério ao propor-se verificar a legitimidade de diferentes concepções de conhecimento sem pressupor um conceito de conhecimento como critério. Mas consideramos sua abordagem ambígua, ao identificar critérios que teriam sido assumidos por Hegel. Esses critérios definiriam a coerência nas dimensões pragmática, interna e reflexiva. Além disso, Westphal aponta diversos pressupostos não demonstrados em Hegel: um realismo que supõe que a coerência só é possível se há correspondência...

A crítica de Hegel ao formalismo moral Kantiano

Müller, Rudinei
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
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A crítica de Hegel ao formalismo da moral kantiana é um tema que pode ser abordado de diferentes modos. Esta tese demonstra que tanto na filosofia de Kant, quanto na de Hegel, os argumentos decisivos em relação ao formalismo (Kant) e a sua necessária superação (Hegel) estão desenvolvidos na filosofia especulativa. A superioridade crítica de Hegel em relação à Kant consiste na sua radicalidade. Demonstra-se como para Hegel o próprio finito, o fenômeno, já é um não não-finito, revelando a sua contradição interna, que ao ser exposta, revela a substancialidade, o verdadeiro infinito, no qual os dois momentos contrapostos, finito e infinito, são verdadeiros. O ser determinado já contém em sua destinação um dever-ser, superando a kantiana separação, exclusão e oposição entre ser e dever-ser. O critério supremo da moral kantiana, o imperativo categórico, é, segundo Hegel, vazio, formal, analítico e tautológico. Pois, um critério moral totalmente formal somente pode afirmar em relação à máxima, o que ela sempre já sabe. Ele é incapaz de acrescentar uma nova informação de forma sintética. O que a fórmula diz da máxima, já está na máxima, logo não diz nada de novo. Dessa forma, o roubo não é possível de ser justificado...

O conceito de contradição em Hegel e seu desdobramento na obra de Marx

Robaina, Carlos Roberto de Souza
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Neste trabalho trata-se da dialética em Hegel e em Marx, mais precisamente, do conceito de contradição, chave na dialética tanto hegeliana quanto marxiana. A partir de uma visão geral resumida da Ciência da Lógica de Hegel, aborda-se o conceito de contradição e o confronta-se com a lógica formal e o princípio da não contradição em Aristóteles. Mostra-se que Hegel se inspirou em Platão e Heráclito e desenvolveu, então, seu próprio método revolucionário de pensamento. Em seguida disserta-se sobre a utilização da dialética de Hegel na obra de Marx. Tendo como centro o conceito de contradição, mostra seu desdobramento na obra marxiana, em particular na sua utilização em O capital e na definição das classes sociais e da época revolucionária. Como conclusão, indica-se a possibilidade de se utilizar a crítica interna à obra de Hegel para uma crítica interna à obra de Marx, ao mesmo tempo em que se afirma a necessidade de que a crítica ao marxismo deve ser feita no interior mesmo do marxismo.; This thesis is about dialectics in Hegel and Marx, more precisely, the concept of contradiction, a key concept both in hegelian and in marxian dialectics. Starting with a brief overview of Hegel's Science of Logic...

Queda e elevação : Hegel, Schelling e Kierkegaard

Pinzetta, Inácio
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Esta tese objetiva investigar a questão do mal a partir da visão hegeliana, schellinguiana e kierkegaardiana, tomando como referência principal o tema da queda a qual pressupõe um estado original de felicidade e perfeição do ser humano no paraíso (Gn 3) e que foi perdido em vista da transgressão à norma estabelecida por Deus de não se poder comer do fruto da árvore do bem e do mal. Para Hegel, nunca houve esse estado originário de felicidade, e por isso, tanto o bem quanto o mal devem ser estudados a partir da visão no qual o homem está inserido, a história universal. O homem, segundo Hegel, é espírito e como tal, na sua origem ainda não é o que deve ser, não tem consciência de si, não se sabe como espírito, assim, nesse registro, é mau, e deve fazer o seu percurso na história para efetivar esse seu dever ser, na dualidade bem e mal, e chegar ao estado de reconciliação. Para Hegel, se se quiser ficar no âmbito da metáfora do paraíso, este é uma conquista alcançada pelo próprio homem que se alça de seu estado de animalidade para efetivar-se como espírito. Hegel não tem uma obra especifica sobre o tema do mal e da conciliação, mas ele é tratado em diversas de suas obras, principalmente na “Fenomenologia do espírito”...

Figuras. Estética y fenomenología en Hegel

Oliva Mendoza, Carlos (Comp.)
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras, Programa de Maestría y Doctorado en Filosofía, Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras, Programa de Maestría y Doctorado en Filosofía, Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Libro
ES
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Figuras. Estética y fenomenología en Hegel fue elaborado en el marco del proyecto PAPIIT-IN-403008 “Historia de la Estética”; Colocar en el centro de la reflexión la desaparición del arte, esto es, otorgar por vía negativa una centralidad tal al producto más logrado de la cultura occidental, tiene una implicación de carácter metafísico en un sentido platónico: la obra se difumina en la permanencia mundana, e incluso pagana, de la percepción, de las certezas que emanan de la sensibilidad. En este sentido, no sólo es pertinente el estudio de la estética hegeliana, sino el de sus conexiones con las estéticas y poéticas posteriores al trabajo de síntesis radical y negativa que hace Hegel en la Fenomenología del espíritu y en obras orales que fueron transcritas por sus discípulos. En suma se trata de un trabajo de investigación colectiva que iluminará las posibilidades de pensar la historia de la estética desde la filosofía contemporánea que se práctica en México.; Universidad Nacional Autónoma de México; Introducción ,9; La teoría estética de Hegel; Evodio Escalante, El papel estructurador del lenguaje en la estética de Hegel, 13; Miriam M. S. Madureira, El arte antes del “fin del arte”. Lugar y función del arte en el joven Hegel...

Hegel. Ciencia, experiencia y fenomenología

Oliva Mendoza, Carlos (compilador)
Fonte: DGAPA-UNAM Publicador: DGAPA-UNAM
Tipo: Libro
ES
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El 25, 26 y 27 de abril de 2007, en la Facultad de Filosofía y Letras de la UNAM, se llevó a cabo el coloquio para conmemorar el bicentenario del libro más influyente de los dos últimos siglos de la filosofía occidental, la Fenomenología del espíritu. El evento reunió a destacados y destacadas humanistas mexicanos y mostró, una vez más, las profundas y complejas relaciones que guarda la filosofía mexicana con el idealismo alemán en su conjunto. Los lectores y lectoras de esta obra se darán cuenta de que, en nuestra lengua, el estudio de la obra de Hegel recorre gran parte de los espectros imaginables del pensamiento. Además, se reúnen aquí las refrescan- tes y precisas aportaciones de la mayoría de los filósofos y filósofas extranjeros que nos acompañaron. //// Hegel. Ciencia, experiencia y fenomenología, fue elaborado en el marco del proyecto PAPIIT-in-403008 “Historia de la estética”.; Hegel. Ciencia, experiencia y fenomenología, fue elaborado en el marco del proyecto PAPIIT-in-403008 “Historia de la estética”; Índice; Prólogo; Carlos Oliva Mendoza, 7; Lenguaje y ontología en Hegel Evodio Escalante Betancourt, 9; La relación entre lenguaje y pensamiento en el sistema hegeliano Héctor Ferreiro...

Justice And Law In Hegel: The Way Of Atonement And The Way Of Healing; Direito e justiça em Hegel: via da cura e da expiação

Salvadori, Mateus
Fonte: Aufklärung: revista de filosofia; Aufklärung Publicador: Aufklärung: revista de filosofia; Aufklärung
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/octet-stream; application/xml; application/pdf
Publicado em 18/02/2015 POR
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There are two theories on hegelian philosophy to justify the punishment: the way of atonement and the way of healing. The route of the atonement of the agent of punishment and states that the responsibility for the crime is the criminal. This pathway is concerned essentially with the duty and the rules. Hegel differs from kantian retributivista position because, according to Kant, the penalty is an ethical necessity (categorical imperative) and Hegel, the penalty is a logical necessity (denial of crime and affirmation of the sentence). Kant remains attached to the subjectivity; Hegel overcomes it through an objective explanation of criminal law. Have the path of healing part of the punishment and patient advocates that the punishment is a right of the criminal. Thus, the duty is secondary and the punishment is seen as suffering from the generator.; Há duas teorias na filosofia hegeliana que justificam a punição: a via da expiação e a via da cura. A via da expiação parte do agente da punição e afirma que a responsabilidade do crime é do criminoso. Essa via ocupa-se essencialmente com o dever e as regras. Hegel difere da posição retributivista kantiana, pois, segundo Kant, a pena é uma necessidade ética (imperativo categórico) e para Hegel...