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Análise biomecânica das fraturas do fémur: estudo preliminar de uma haste intramedular bloqueada

Fernandes, M.G.A.; Rocha, Daniel N.; Silva, Jorge V.L.; Fonseca, E.M.M.; Barbosa, Marcos Pinotti
Fonte: Sociedade Portuguesa de Biomecânica Publicador: Sociedade Portuguesa de Biomecânica
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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97.26%
O principal objetivo deste estudo é incidir na análise biomecânica das fraturas do fémur e no projeto de próteses femorais. O estudo efetuado teve o acompanhamento clínico de cirurgias à diáfise do fémur, em hospitais especializados no Brasil. Será apresentado um estudo preliminar de uma haste intramedular bloqueada por elementos finitos para análise no conjunto biomecânico osso-implante.

Análise biomecânica das fraturas do fémur: estudo preliminar de uma haste intramedular bloqueada

Fernandes, M.G.A.; Rocha, Daniel N.; Silva, Jorge V.L.; Fonseca, E.M.M.; Barbosa, Marcos Pinotti
Fonte: IDMEC Publicador: IDMEC
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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97.26%
O principal objetivo deste estudo é incidir na análise biomecânica das fraturas do fémur e no projeto de próteses femorais. O estudo efetuado teve o acompanhamento clínico de cirurgias à diáfise do fémur, em hospitais especializados no Brasil. Será apresentado um estudo preliminar de uma haste intramedular bloqueada para análise no conjunto biomecânico osso-implante.

Análise biomecânica das fraturas do fémur e avaliação do melhor implante

Fernandes, Maria G.A.
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.79%
As fraturas ósseas na região diafisária do fémur são lesões complexas das quais resultam, habitualmente, períodos extensos de hospitalização e de reabilitação. O recurso a hastes intramedulares bloqueadas, no que diz respeito à fixação intramedular, é um dos tratamentos possíveis deste tipo de fraturas e tem sido objeto de vários trabalhos de investigação desde o seu aparecimento. Neste sentido, o presente trabalho focou-se no desenvolvimento de uma metodologia de análise computacional de diferentes tipos de fraturas diafisárias do fémur, seguindo o tipo de tratamento utilizado no hospital Nossa Senhora das Dores - Brasil. Foi gerado um biomodelo e um modelo simplificado do conjunto osso-implante-parafusos seguida de uma análise por elementos finitos. Os resultados obtidos indicam que a introdução das hastes intramedulares em aço inoxidável ou em titânio no fémur diminuem as tensões ao longo do osso, promovendo uma maior estabilidade. O estudo efetuado permitiu identificar a zona medial do fémur como a zona crítica no que diz respeito às tensões envolvidas. Na análise comparativa das tensões com diferentes materiais, o modelo com a haste em titânio apresentou um desempenho mais homogéneo do que o modelo em aço inoxidável. O modelo simplificado apresentou resultados compatíveis com o biomodelo. Este facto possibilita que o modelo simplificado se torne uma ferramenta vantajosa na análise biomecânica das fraturas diafisárias do fémur...

Estudo anatômico da via de acesso suprapatelar lateral para a haste intramedular bloqueada na fratura da tíbia; Anatomical study on the lateral suprapatellar access route for locked intramedullary nails in tibial fractures

Cerqueira, Italo Scanavini; Petersen, Pedro Araujo; Mattar Júnior, Rames; Silva, Jorge dos Santos; Reis, Paulo; Gaiarsa, Guilherme Pelosini; Morandi, Massimo
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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66.97%
OBJETIVO: A haste intramedular (HIM) é o padrão ouro no tratamento das fraturas diafisárias da tíbia. Uma das complicações frequentes é a dor no joelho após o procedimento. MÉTODOS: Vias alternativas, como a suprapatelar para a introdução da haste como opção para evitar a dor no joelho no período pós-operatório tardio, têm sido estudadas. A questão é se nesta nova via ocorre alguma lesão às estruturas intra-articulares do joelho. RESULTADOS: Este estudo analisa a via suprapatelar e o risco para as estruturas adjacentes através da sua reprodução em 10 joelhos de cinco cadáveres. CONCLUSÃO: Foi visto facilidade para a localização do ponto de entrada por esta via, lesando apenas a gordura de Hoffa. Em três dos nossos casos houve lesão da superfície condral, sendo um obstáculo de difícil transposição e indicando necessidade de fabricação de material específico para minimizar a lesão das estruturas intra-articulares por essa via.

Estudo comparativo entre a haste intramedular bloqueada e a placa em ponte no tratamento cirúrgico das fraturas da diáfise do úmero; Comparative study using nonreamed intramedullary locking nail and bridging plate for the treatment of humeral shaft fractures

Benegas, Eduardo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/12/2008 PT
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67.55%
O objetivo deste estudo é o de comparar os resultados clínicos e radiográficos do tratamento cirúrgico das fraturas da diáfise do úmero com haste intramedular bloqueada ou placa em ponte. Quarenta fraturas da diáfise do úmero, em 39 pacientes, dos tipos A, B ou C da classificação do grupo A.O., foram tratadas no período compreendido entre junho de 2003 e dezembro de 2007. Destas, após seleção por sorteio, 21 fraturas foram submetidas à osteossíntese com placas em ponte de 4,5 mm e parafusos (grupo PP) e 19 com hastes intramedulares bloqueadas não fresadas (grupo HIB). Duas eram fraturas expostas, uma do tipo II e outra do tipo III-a de Gustilo. Vinte e cinco pacientes eram do sexo masculino (64%) e a idade variou de 19 a 75 anos (idade média de 41 anos e 10 meses). O lado direito foi acometido em 22 pacientes (55%) e a queda, o mecanismo de trauma mais freqüente (46%). O tempo mínimo de seguimento foi de seis meses e o máximo de 60 meses para o grupo PP (M=34,5 meses) e de oito e 58 meses (M=27meses) para o grupo HIB. Em apenas um caso, operado com haste intramedular bloqueada, não houve a consolidação. Houve um caso de infecção profunda no grupo PP e um de infecção superficial no grupo HIB. Dois casos do grupo PP evoluíram com capsulite adesiva e...

Desenvolvimento e aplicação clínica de haste intramedular bloqueada angulada no tratamento de fraturas tibiais em cães

Dias, Luis Gustavo Gosuen Gonçalves
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: xvi, 79 f. : il.
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67.31%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Cirurgia Veterinária - FCAV; As fraturas de tíbia em cães representam 20% das que ocorrem em ossos longos. Vários métodos são utilizados nas osteossínteses desse osso, contudo, atualmente as hastes bloqueadas vêm ganhando espaço, especialmente por suas vantagens biomecânicas quando comparadas às demais técnicas. O presente trabalho teve por objetivo desenvolver e avaliar o uso de haste intramedular bloqueada angulada para fraturas tibiais em cães, visando minimizar erros de bloqueio de parafusos e consequentemente problemas na consolidação óssea. Hastes anguladas, de aço inoxidável da série 316L, foram confeccionadas nos diâmetros de 5, 6, 7 e 8 mm, com comprimentos variados. Num período de 17 meses, ocorreu a implantação destas em 15 cães com fratura de tíbia. As avaliações clínica e radiográfica ocorreram no pré e pós-operatório imediato e a cada 30 dias até completar quatro meses. Clinicamente, a recuperação da função do membro se deu no período médio de 10 dias após a cirurgia. Em três animais, utilizou-se além da haste angulada e parafusos, pinos de Schanz como bloqueio (fixador externo), que posteriormente foram retirados. Radiograficamente verificou-se consolidação óssea em média de 70 dias de pós-operatório. A haste intramedular bloqueada angulada mostrou-se eficaz como método de osteossíntese em fraturas tibiais de cães.; In dogs...

Análise biomecânica ex vivo de um modelo de haste intramedular de polipropileno para osteossíntese em úmeros de bezerros

Marval,C.A. De; Alves,G.E.S.; Las Casas,E.B.; Costa,C.G.; Saffar,J.M.E.; Lago,L.A.; Carvalho,W.T.V.; Leal,B.B.; Faleiros,R.R.
Fonte: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária Publicador: Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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57.21%
Foram utilizados 12 pares de úmeros obtidos de bezerros machos da raça Holandesa, com idades entre 15 e 30 dias. Os úmeros esquerdos foram mantidos íntegros, e os direitos foram fraturados de forma oblíqua em sua diáfise, na transição entre os terços médio e proximal. A redução da fratura foi feita pela aplicação intramedular de haste de polipropileno, bloqueada por dois parafusos corticais de aço inoxidável, dispostos transversalmente em cada fragmento ósseo. Seis pares de ossos foram submetidos ao teste de compressão, e seis ao teste de flexão, utilizando-se uma máquina universal de ensaios. Nos testes de compressão, as cargas médias de ruptura foram 738,3N e 473,3N, e nos testes de flexão 322,4N e 117,9N, para os ossos íntegros e fraturados, respectivamente. Comparando-se o grupo de ossos fraturados com o grupo de ossos íntegros, verificou-se que o sistema proposto foi capaz de resistir a 66,4% das cargas médias quando submetido à compressão, e a 36,6% quando submetido à flexão. Úmeros fraturados e tratados com haste intramedular de polipropileno apresentaram resistência limitada se comparados aos ossos íntegros.

Dispositivo de tração do membro superior para osteossínteses intramedulares bloqueadas anterógradas de fraturas diafisárias de úmero

Corrêa,Mário Chaves; Gomes,Felipe Antônio; Linhares,Daniel Campos; Gonçalves,Lucas Braga Jacques; Vilela,José Carlos Souza; Andrade,Ronaldo Percopi de
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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46.89%
As fraturas diafisárias de fêmur e tíbia no adulto são, na sua maioria, tratadas cirurgicamente, geralmente através de osteossínteses intramedulares bloqueadas. Algumas fraturas diafisárias cominutivas e/ou muito desviadas podem representar um verdadeiro desafio técnico. As mesas de fraturas (ou ortopédicas), que permitem a estabilização instrumental vertical, horizontal e rotacional do membro, facilitam enormemente as manobras de redução e de colocação do implante e são amplamente utilizadas pelos cirurgiões ortopédicos. As fraturas diafisárias de úmero são, na sua maioria, tratadas não cirurgicamente. Entretanto, algumas requerem o tratamento cirúrgico, cujas indicações estão bem definidas na literatura. Podem ser fixadas através de placas ou de hastes intramedulares por via anterógrada ou retrógrada. No úmero, as manobras de redução da fratura e estabilização do membro para a implantação da haste intramedular são realizadas manualmente, geralmente por dois auxiliares e, por serem sujeitas à fadiga muscular, podem ser menos eficientes. O objetivo deste trabalho é apresentar um dispositivo externo de tração do membro superior para utilização em osteossínteses intramedulares bloqueadas anterógradas de fraturas diafisárias de úmero que permite a estabilização vertical...

Tratamento das fraturas do terço distal da tíbia: fixar ou não a fíbula?

Labronici,Pedro José; Hoffmann,Rolix; Franco,José Sergio; Lourenço,Paulo Roberto Barbosa de Toledo; Fernandes,Hélio Jorge Alvachian; Reis,Fernando Baldy dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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36.79%
OBJETIVO: Comparar os resultados da fixação ou não da fíbula no tratamento das fraturas do terço distal da tíbia, com haste intramedular e placa em ponte. MÉTODOS: Foram 47 fraturas em 47 pacientes, sendo que em 21 pacientes foi utilizada a haste intramedular bloqueada não fresada e em 26 a placa em ponte (placa de compressão dinâmica larga ou estreita) pela técnica minimamente invasiva. Todas as fraturas da fíbula se encontravam no mesmo nível ou abaixo da fratura da tíbia. RESULTADOS: No grupo tratado com fixação da fíbula, a média do tempo de consolidação foi de 14,6 semanas. No grupo tratado sem fixação da fíbula, a média do tempo de consolidação foi de 14,3 semanas. No grupo de pacientes tratados com fixação da fíbula observou-se uma proporção de desvio angular em varo (6,3%) significativamente menor que o subgrupo sem fixação de fíbula (32,3%), e com desvio angular em valgo (62,5%) significativamente maior que o grupo sem fixação de fíbula (32,3%). CONCLUSÃO: Os benefícios da fixação da fíbula permanecem ainda controversos quando ocorrem fraturas associadas com a tíbia. Em relação à consolidação, não houve diferença significativa entre os grupos.

Estudo anatômico da via de acesso suprapatelar lateral para a haste intramedular bloqueada na fratura da tíbia

Cerqueira,Italo Scanavini; Petersen,Pedro Araujo; Mattar Júnior,Rames; Silva,Jorge dos Santos; Reis,Paulo; Gaiarsa,Guilherme Pelosini; Morandi,Massimo
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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66.97%
OBJETIVO: A haste intramedular (HIM) é o padrão ouro no tratamento das fraturas diafisárias da tíbia. Uma das complicações frequentes é a dor no joelho após o procedimento. MÉTODOS: Vias alternativas, como a suprapatelar para a introdução da haste como opção para evitar a dor no joelho no período pós-operatório tardio, têm sido estudadas. A questão é se nesta nova via ocorre alguma lesão às estruturas intra-articulares do joelho. RESULTADOS: Este estudo analisa a via suprapatelar e o risco para as estruturas adjacentes através da sua reprodução em 10 joelhos de cinco cadáveres. CONCLUSÃO: Foi visto facilidade para a localização do ponto de entrada por esta via, lesando apenas a gordura de Hoffa. Em três dos nossos casos houve lesão da superfície condral, sendo um obstáculo de difícil transposição e indicando necessidade de fabricação de material específico para minimizar a lesão das estruturas intra-articulares por essa via.

Falhas na utilização de poliacetal e poliamida em forma de haste intramedular bloqueada para imobilização de fratura femural induzida em bovinos jovens

Spadeto Junior,Odael; Faleiros,Rafael Resende; Alves,Geraldo Eleno Silveira; Casas,Estevam Barbosa de Las; Rodrigues,Luciano Brito; Loiacono,Bruno Zambelli; Cassou,Fabiane
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 PT
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77.27%
Apesar da expressiva evolução da ortopedia veterinária nos últimos anos, as fraturas de ossos longos em grandes animais são constante desafio para o médico-veterinário. O presente estudo é parte da proposta de desenvolvimento de um sistema de haste intramedular polimérica, de baixo custo e fácil aplicação, para uso em bovinos jovens e neonatos. Os objetivos foram avaliar, in vivo, hastes de poliacetal e poliamida para imobilização de fraturas femorais em bovinos jovens. Cinco bezerros machos foram submetidos à anestesia geral e tiveram os fêmures esquerdos fraturados e, em seguida, imobilizados, utilizando-se uma haste cilíndrica de poliacetal ou poliamida inserida no canal intramedular e bloqueada por quatro parafusos corticais de aço inoxidável, inseridos na diáfise em seu sentido lateral-medial e igualmente distribuídos distal e proximal à linha de fratura. Durante um período de 60 dias pós-cirúrgico, os animais foram avaliados por meio de exames clínicos e radiográficos. Houve fratura em quatro das cinco hastes de poliacetal implantadas pela primeira vez e em duas das quatro hastes de poliamida que foram implantadas após a quebra das de poliacetal. Todas as falhas ocorrerem nas primeiras duas semanas de imobilização. Não foram verificados quaisquer sinais de rejeição aos materiais usados. Os resultados demonstram que as hastes de poliacetal e poliamida não apresentaram resistência suficiente para...

Sistemas osso-implante ex vivo utilizando haste intramedular polimérica para imobilização de fraturas femorais em bovinos jovens

Spadeto Junior,Odael; Rodrigues,Luciano Brito; Carvalho,Wellington Tadeu Vilela; Moreira,Deliene de Oliveira; De Marval,Cyril Alexandre; Costa,Cláudio Gomes da; Alves,Geraldo Eleno Silveira; Las Casas,Estevam Barbosa de; Faleiros,Rafael Resende
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 PT
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67.06%
O desenvolvimento de novos aparatos usando materiais disponíveis e de baixo custo pode ser uma alternativa viável para o tratamento cirúrgico de fraturas em ossos longos de bovinos. O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência mecânica de fêmures de bovinos jovens com fratura diafiseal, imobilizados com hastes intramedulares bloqueadas, compostas por diferentes polímeros. Para tanto, testes físicos de compressão e flexão, por meio de uma máquina universal de ensaios foram realizados em quatro grupos distintos de seis fêmures obtidos de bovinos jovens. Em um dos grupos, os ossos foram mantidos íntegros (grupo controle), enquanto que os outros os ossos, foram fraturados e imobilizados com uma haste intramedular bloqueada, composta por polipropileno, poliacetal ou poliamida (uma para cada grupo). Independente do polímero utilizado, nenhuma das hastes estudadas ofereceu aos fêmures fraturados resistência comparável ao osso íntegro, quando consideradas em conjunto as forças de flexão e compressão. A concordância desses achados com resultados in vivo previamente publicados, demonstra que a metodologia utilizada para testes ex vivo pode ser útil na seleção de materiais mais resistentes para confecção de novos modelos.

Haste bloqueada "Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto": experiência clínica no tratamento das fraturas femorais

Paschoal,Fernando Mendes; Paccola,Cleber Antonio Jansen
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 PT
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46.87%
Uma série de 103 casos de fraturas diafisárias complexas do fêmur foram tratadas com a haste intramedular bloqueada FMRP, no período de maio de 1987 a dezembro 1995. Das 103 fraturas, 67 eram cominutivas, 12 bifocais (segmentar), 4 espirais, 13 proximais e 21 distais, instáveis, rotacionalmente, da diáfise femoral. Do total dos casos, constatou-se 97 bloqueios estáticos e 6 dinâmicos. Dessas 97 estáticas, 7 foram dinamizadas durante a evolução. Clínica e radiográficamente a consolidação ocorreu em 97,09% dos casos, com média de 16,72 semanas e em 3 casos não houve consolidação. Houve 4 casos de infecção suspeita e 3 estabelecidas que foram debeladas e evoluíram para consolidação. Houve 81 casos de encurtamentos que variaram entre 0,5 a 4 cm com média de 1 cm. O encurtamento menor ou igual a 2 cm ocorreu em 73 casos. Desvio de alinhamento em qualquer plano acima de 10 º e igual a 15º foi observado em 8 pacientes. Houve 10 casos de deformidades rotacionais, porém nenhum caso acima de 10º. A incidência de infecção foi baixa e a de consolidação alta. A estabilização dessas fraturas complexas permitiu imediata mobilização do paciente, reabilitação precoce do membro e diminuição da permanência hospitalar...

Estudo comparativo prospectivo e randomizado entre o tratamento cirúrgico das fraturas diafisárias do úmero com placa em ponte e haste intramedular bloqueada (análise preliminar)

Benegas,Eduardo; Amódio,Daniel Tasseto; Correia,Luiz Filipe Marques; Malavolta,Eduardo Angeli; Ramadan,Lucas Busnardo; Ferreira Neto,Arnaldo Amado; Zumiotti,Arnaldo Valdir
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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56.97%
A grande maioria das fraturas de diáfise de úmero são de tratamento conservador. As indicações absolutas(ie lesão vascular) e relativas(ie paralisia nervosa primária) para tratamento cirúrgico estão bem estabelecidas na literatura. Os dois principais métodos utilizados para tal, a placa de auto-compressão e a haste intramedular travada possuem estudos comparando-os.No entanto não existem trabalhos comparando a haste intramedular com a placa em ponte e é a este fim que o presente estudo destina-se.

Estudo prospectivo e randomizado de pacientes com fraturas expostas da diáfise do fêmur submetidos a osteossíntese com placa e haste intramedular bloqueada a foco aberto

Ferracini,Antonio Marcos; Faloppa,Flavio; Daltro,Gildasio de Cerqueira; Crisóstomo Júnior,Dalton de Castro; Reis,Fernando Baldy dos; Belotti,João Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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77.26%
Trata-se de um estudo prospectivo e randomizado de duas técnicas de osteossíntese no tratamento das fraturas expostas diafisárias do fêmur, realizado entre janeiro de 2002 a abril de 2004. Haste intramedular bloqueada fresada realizada a foco aberto e placa e parafusos foram empregadas no tratamento de 20 pacientes em cada grupo. De acordo com a classificação de Gustilo, 26 (65%) foram tipo I, 10 (25%) tipo II e 4 (10%) tipo IIIA. Quanto ao mecanismo das fraturas, 21 por trauma contuso e 19 por ferimentos de arma de fogo.Três pacientes foram excluídos nas avaliação final. Houve complicação em 12 (32,4%),sendo 4 no grupo de placas e 8 no grupo das hastes. O grupo de haste bloqueada apresentou 2 (10%) infecções profundas, 2 infecções superficiais (10%), 1 falha de consolidação (5%).O grupo de placa e parafusos resultou em 1 infecção profunda associada à falha de consolidação (5,8%), 1 infecção superficial (5,8%). Pela classificação de resultados de Thorensen obteve-se bons e excelentes resultados em 28 (75,7%) fraturas, 3 (7.5%) casos regulares e 6 (15%) casos ruins. A estabilização com placas e parafusos, trouxe menores taxas de complicações, quando comparadas com o uso de hastes fresadas a foco aberto...

Estudo do desvio rotacional da tíbia

Labronici,Pedro José; Franco,José Sergio; Lourenço,Paulo Roberto Barbosa de Toledo; Tevês,André do Vale; Saturnino,Ubiratan Stefani de Oliveira; Hoffmann,Rolix; Reis,Fernando Baldy dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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47.32%
OBJETIVO: avaliar o desvio rotacional pós-operatório das fraturas diafisárias da tíbia de pacientes tratadas com haste intramedular bloqueada não-fresada e placa em ponte, utilizando a tomografia computadorizada. MÉTODOS: foram tratados 113 pacientes com fraturas diafisárias da tíbia, sendo que em 42 fraturas os autores utilizaram haste intramedular bloqueada e em 71 foram utilizadas placa em ponte. O método tomográfico utilizado ara se obter as medidas da rotação tibial. Foi empregada a classificação AO das fraturas; à exposição: fechadas e expostas e a percentagem de desvios em rotação interna e externa. RESULTADOS: foi demonstrado não haver diferença significativa de rotação tibial nos seguintes parâmetros analisados: localização, rotação interna ou externa e nos tipos A e B da classificação AO. Porém, nas fraturas do tipo C e nas fraturas expostas, a haste intramedular bloqueada apresentou diferença rotacional significativamente menor (p = 0,028) e (p = 0,05), quando comparada à placa em ponte. CONCLUSÃO: independente da localização das fraturas diafisárias da tíbia, os desvios rotacionais estão relacionados à energia do trauma, apresentando uma maior dificuldade de controle com a técnica placa em ponte.

Tratamento das fraturas distais da tíbia

Labronici,Pedro José; Franco,José Sergio; Silva,Anselmo Fernandes da; Cabral,Felipe Martins de Pina; Soares,Marcelo da Silva; Lourenço,Paulo Roberto Barbosa de Toledo; Hoffmann,Rolix; Fernandes,Hélio Jorge Alvachian; Reis,Fernando Baldy dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
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36.79%
OBJETIVO: comparar os resultados da fixação ou não da fíbula no tratamento das fraturas do terço distal da tíbia, com haste intramedular e placa em ponte. MÉTODOS: foram 47 fraturas em 47 pacientes, sendo que em 21 pacientes foi utilizada a haste intramedular bloqueada não fresada e em 26 a placa em ponte (placa de compressão dinâmica larga ou estreita) pela técnica minimamente invasiva. Todas as fraturas da fíbula se encontravam no mesmo nível ou abaixo da fratura da tíbia. RESULTADOS: No grupo tratado com fixação da fíbula, a média do tempo de consolidação foi de 14,6 semanas. No grupo tratado sem fixação da fíbula, a média do tempo de consolidação foi de 14,3 semanas. No grupo de pacientes tratados com fixação da fíbula observou-se uma proporção de desvio angular em varo (6,3%) significativamente menor que o subgrupo sem fixação de fíbula (32,3%), e com desvio angular em valgo (62,5%) significativamente maior que o grupo sem fixação de fíbula (32,3%). CONCLUSÃO: Os benefícios da fixação da fíbula permanecem ainda controversos quando ocorrem fraturas associadas com a tíbia Em relação à consolidação, não houve diferença significativa. Em relação à consolidação, não houve diferença significativa entre os grupos.

Estudo biomecânico da rigidez da osteossíntese com placas em ponte em tíbias de cadáveres humanos

Sunada,Edwin Eiji; Ejnisman,Leandro; Leal,Rafael Demura; Pailo,Alexandre Felício; Malavolta,Eduardo Angeli; Sakaki,Marcos Hideyo; Pereira,César Augusto Martins; Zumiotti,Arnaldo Valdir; Sato,João Ricardo
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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37.26%
OBJETIVO: comparar a rigidez de três diferentes montagens de placa em ponte com a da haste intramedular bloqueada, em tíbias de cadáveres com fratura tipo C. MATERIAIS E MÉTODOS: vinte tíbias humanas captadas de cadáveres, submetidas à fratura do tipo C; quinze fixadas com placas em ponte, divididas em 03 grupos, de acordo com o tamanho das placas (10, 14 e 18 furos) e 05 fixadas com hastes intramedulares bloqueadas. Todas as tíbias foram expostas a cargas progressivas e semelhantes. Foram medidos os deslocamentos de ambos fragmentos (proximal e distal), nos planos sagital, coronal e axial do espaço, conforme incremento gradual de carga. RESULTADOS: tíbias fixadas com placas em ponte de 18 furos apresentam um comportamento biomecânico semelhante às fixadas com haste intramedular bloqueada. CONCLUSÕES: Em fraturas do tipo C em tíbias há maior mobilidade do segmento ósseo distal no plano coronal, quando a fratura é fixada com placas em ponte de 14 e 18 furos que quando fixada com haste intramedular bloqueada sem fresagem. Apesar dessa maior mobilidade, os movimentos relativos entre os fragmentos fraturários nos GHB e GP18 tendem a ser semelhantes entre si.

Estudo comparativo entre a haste intramedular bloqueada e os pinos de Ender no tratamento das fraturas diafisárias da tíbia; Comparative study of the locked intramedullary nail and Ender pins in the treatment of tibial diaphyseal fractures

Sakaki, Marcos Hideyo; Crocci, Alberto Tesconi; Zumiotti, Arnaldo Valdir
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 ENG
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77.32%
OBJETIVO: Comparar a haste intramedular bloqueada não-fresada com os pinos de Ender no tratamento das fraturas da diáfise da tíbia tipos A, B ou C2 da classificação AO, fechadas ou expostas graus I ou II de Gustilo. MATERIAIS E MÉTODOS: 44 pacientes com fratura unilateral da diáfise da tíbia, tratados com HIB ou com pinos de Ender. Vinte pacientes foram tratados com uma haste intramedular bloqueada não fresada por acesso através do tendão patelar e com bloqueio estático; vinte e quatro pacientes com pinos de Ender introduzidos medial e lateralmente à tuberosidade da tíbia. Principais parâmetros analisados: tipo de redução, complicações, consolidação, deformidades, mobilidade articular, dor, marcha, capacidade para esforços, distúrbios neuro-vasculares e desconforto pelo material de síntese. RESULTADOS: No seguimento de um ano, 90,0% das hastes intramedulares e 95,7% dos pinos Ender dos pacientes apresentaram consolidação da fratura com tempo médio de 21,5 e 20,9 semanas, respectivamente. Os achados significantes foram: mobilidade da articulação subtalar menor nos pacientes tratados com pinos de Ender; dor no joelho mais freqüente nos pacientes tratados com HIB; encurtamento da tíbia nos dois grupos ao final de um ano de tratamento. CONCLUSÕES: Os dois métodos são semelhantes no tratamento das fraturas da diáfise da tíbia tipos A...

Complicações do uso de haste intramedular bloqueada no tratamento de fraturas de fêmur; Complications of use locked intramedullary nail in the treatment of fractures of femur

Almeida, Maxsuel Fidelis de Pádua; Farias, Thales Carneiro; Lisboa, João Bruno Ribeiro Machado
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2012 POR
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As fraturas diafisárias do fêmur são frequentemente graves e decorrem de acidentes de alta energia, que podem acometer outros órgãos. A melhor abordagem terapêutica para as fraturas diafisárias do fêmur é eminentemente cirúrgica. Na atualidade muitos ortopedistas e traumatologistas preferem a opção terapêutica por hastes intramedular, que é um dos exemplosde fixação biológica, que por apresentar um procedimento com técnica cirúrgica simples e padronizada, contribui para uma melhor estabilização das fraturas com um mínimo de manipulaçãodos fragmentos a fim de manter sua vascularização, menores danos aos tecidos moles e o potencial de consolidação ser maior e permitindo assim uma carga precoce. Mas isto não a isenta de complicações, sendo a infecção pós-operatória a mais temida. Objetivo: Analisar as publicações científicas sobre as complicações que mais acometem os pacientes submetidos a esta técnica cirúrgica. Metodologia: Revisão da literatura através de uma pesquisa bibliográfica, localizados através da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) Resultado: Foram avaliados 20 artigos científicos e, observamos um total de 326 pacientes. Onde encontramos 215 complicações, destas complicações a anisomelia tem uma maior incidência (50...