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Estudo computacional de [2.2]ciclofanos; Computational Study of [2.2]cyclophanes

Caramori, Giovanni Finoto
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2006 PT
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27.31%
Neste trabalho foram estudados computacionalmente os [2.2]ciclofanos ([2.2]paraciclofano (1), anti-[2.2]metaciclofano (2a), sin-[2.2]metaciclofano (2b) e [2.2]metaparaciclofano (3)), que são os [2n]ciclofanos mais simples, contendo dois anéis fenílicos conectados por duas pontes etilênicas. Os ciclofanos têm apresentado inúmeras aplicações importantes, podendo atuar como auxiliares em sínteses assimétricas e como catalisadores que simulam funções enzimáticas, apresentando seletividade em relação aos substratos. Eles são empregados tanto em químicab supramolecular quanto em áreas biomédicas. Estudos que empregam ressonância de spin eletrônico ou que investigam propriedades ópticas não-lineares dos [2.2]ciclofanos indicam que os mesmos apresentam interações transanulares, que ocorrem através de recobrimento direto entre orbitais pertencentes a anéis diferentes, through-space, ou através de recobrimento entre orbitais dos anéis e das pontes, through-bond. As interações transanulares possuem um papel fundamental na química dos ciclofanos, alterando o comportamento reacional destes compostos e as transições espectroscópicas. Apesar dos métodos de preparação de ciclofanos, desde os mais simples aos mais complexos...

Avaliação da resistência à insulina em pacientes com hepatite C crônica não diabéticos; Evaluation of insulin resistance in patients with chronic hepatitis C non-diabetics

Vallenas, Maria Cristina Tejero
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/06/2013 PT
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INTRODUÇÃO: O vírus da hepatite C (VHC) é a maior causa de hepatite crônica em todo o mundo. É um vírus hepatotrópico e linfotrópico que está associado a diversas manifestações extra-hepática que tem sido associada à infecção pelo VHC. A presença de RI nos pacientes com hepatite C está implicada em pior resposta ao tratamento antiviral com interferon, na progressão da fibrose hepática, na instalação da esteatose e maior risco de carcinoma hepatocelular. O método mais comumente utilizado para o diagnóstico da RI é o índice HOMA-IR (homeostasis model assessment). OBJETIVOS: Avaliar a frequência de resistência à insulina e os fatores associados em pacientes infectados com o vírus da hepatite C. MÉTODOS: Incluídos 202 pacientes infectados pelo VHC e não diabéticos em estudo transversal realizado no ambulatório de hepatites virais do DMIP- HCFMUSP de março de 2010 a fevereiro de 2012. Foram avaliados dados demográficos, antropométricos, bioquímicos (incluindo HOMA-IR) e dados de estudo anatomopatológico do fígado. Os pacientes foram divididos em dois grupos: resistentes à insulina (HOMA-IR >= 3) e não resistentes à insulina (HOMA-IR < 3). Esses grupos foram submetidos à análise uni e multivariada (regressão logística)...

Prevalência de resistência insulínica e síndrome metabólica em pacientes com hepatite c crônica, não diabéticos, não cirróticos, não obesos : avaliação do índice HOMA-AD

Michalczuk, Matheus Truccolo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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A associação entre o vírus da hepatite C, síndrome metabólica (SM) e resistência insulínica (RI) tem sido demonstrada em diversos estudos. Porém, a presença de diabetes melito (T2DM), obesidade, cirrose e consumo regular de álcool são fatores que influenciam esta relação. Também o papel da adiponectina nesse cenário ainda é motivo de discussão. Objetivos: Avaliar a presença de RI e SM em uma amostra bem selecionada de pacientes portadores de HCV e comparar a indivíduos não expostos ao vírus. Aferir os níveis séricos de adiponectina e calcular o índice HOMA-AD nessa amostra. Correlacionar HOMA-AD e HOMA–IR e avaliar a influência do genótipo, carga viral e fibrose na RI. População e Métodos: Foram avaliados pacientes com HCV, idade < 60 anos, não diabéticos, não obesos, não cirróticos, com consumo de álcool <40 g/dia e comparados a indivíduos recrutados em banco de sangue. Portadores de outras hepatopatias, doença cardiovascular grave, neoplasias, imunossuprimidos, pacientes com insuficiência renal crônica, uso de drogas hipolipemiantes e grávidas foram excluídos. SM foi definida pelos critérios da ATP III e IDF e RI foi estimada por HOMA-IR e HOMA-AD. Resultados: Foram incluídos 101 indivíduos...

Definição de valores de referência para os índices HOMA-IR e HOMA-BETA e sua importância clínica em amostra populacional do Distrito Federal

Reis, Márcia Cristina de Sousa
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, 2009.; Contexto: A avaliação da sensibilidade a insulina e importante ferramenta para os estudos epidemiológicos e para a compreensão da fisiopatologia e desenvolvimento do diabetes tipo 2, síndrome metabólica, síndrome dos ovários policísticos, obesidade, hipertensão, dislipidemia e doença aterosclerótica. A resistência a insulina, apesar dos recentes estudos, ainda não dispõe de método de investigação laboratorial que preencha todos os critérios para a utilização de um parâmetro universal. A determinação de valores de referencia deve ser estabelecida para cada população e corrigida para o método utilizado na dosagem da insulina e da glicose. Objetivos: Este trabalho teve por objetivo validar e determinar valores de referencia para uma amostra populacional de Brasília, utilizando modelos matemáticos como o HOMA- β e HOMA-IR, considerando o método de quimiluminescência para a determinação das concentrações plasmáticas de insulina. Alem disso, procurou determinar a influencia da glicemia, idade, gênero, índice de massa corpórea (IMC) e níveis de triglicerídeos sobre os índices HOMA-IR e HOMA- β. Pacientes e Métodos: Avaliou-se retrospectivamente 1101 pacientes...

Síndrome Metabólica, seus fenótipos e resistência à insulina pelo HOMA-RI

Oliveira,Ernesto P. de; Lima,Maria das Dores A. de; Souza,Mirabeau Levi A. de
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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37.22%
O diagnóstico de síndrome metabólica (SM) segundo o National Cholesterol Education Program Adult Treatment Panel III não reflete necessariamente a presença de resistência à insulina (RI), um potencial alvo terapêutico para prevenção de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Em estudo de corte transversal, assentado em dados anteriores de prevalência, avaliamos o comportamento do HOMA-RI, um parâmetro de RI bem difundido, frente à SM e anormalidades associadas. HOMA-RI foi maior nos indivíduos com SM (2,8 ± 1,6 vs. 1,8 ± 1,4) (p < 0,001) e mostrou excelente correlação com insulinemia de jejum (rS = 0,961). HOMA-RI > 2,5 aliou bons níveis de especificidade e sensibilidade para a associação de SM e RI. Diferente de aumento da glicemia, obesidade abdominal e elevação da trigliceridemia, componentes da SM mais bem relacionados com RI, a elevação da pressão arterial e a redução do HDL-c não mostraram associação com HOMA-RI > 2,5. A demonstração de que alguns fenótipos de SM ou anormalidades associadas foram mais preditivos de RI pode apontar para a possibilidade de uso do índice como um indicador de RI associada à SM.

Análise crítica do uso dos índices do Homeostasis Model Assessment (HOMA) na avaliação da resistência à insulina e capacidade funcional das células-beta pancreáticas

Vasques,Ana Carolina J.; Rosado,Lina Enriqueta F. P. L.; Alfenas,Rita de Cássia G.; Geloneze,Bruno
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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A disfunção das células-beta e a resistência insulínica são anormalidades metabólicas inter-relacionadas na etiologia do diabetes tipo 2. Em diversos países, tem sido observado o aumento da prevalência de obesidade e diabetes em associação com a presença da resistência insulínica. Nesse contexto, é útil a mensuração da resistência insulínica e da capacidade funcional das células-beta nos indivíduos. Os índices Homeostasis Model Assessment (HOMA) têm sido amplamente utilizados, representando uma das alternativas para avaliação desses parâmetros, principalmente por figurarem um método rápido, de fácil aplicação e de menor custo. Esta revisão discute sobre a origem e a evolução dos índices HOMA, bem como as particularidades do método, abordando aspectos relacionados à sua validação e aos pontos de corte existentes para sua interpretação.

Índice HOMA (homeostasis model assessment) na prática clínica: uma revisão

Oliveira,Ernesto Pereira de; Souza,Mirabeau Levi Alves de; Lima,Maria das Dores Acioli de
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 PT
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INTRODUÇÃO: Progressivamente, desde a década de 1980, a resistência à insulina vem sendo associada ao risco de doenças cardiovasculares e diabetes mellitus tipo 2. Um dos métodos mais empregados para sua estimativa é o índice HOMA que, embora bem estabelecido para estudos epidemiológicos, ainda carece de resultados consensuais para aplicação mais consistente na prática clínica, campo em que ampliaria a possibilidade de antecipação de medidas preventivas. MÉTODO: Conduzimos uma revisão sistemática nesse campo, considerando o período 2000-2004. RESULTADOS: No período, a sigla HOMA aparece em 670 artigos, dos quais 49 foram selecionados pela ênfase na utilização na prática clínica. A maioria traz o índice como medida de desfecho em ensaios terapêuticos e são poucos aqueles com desenho mais apropriado à avaliação de testes de diagnóstico. DISCUSSÃO: O índice HOMA apresenta uma variabilidade que reduz a sensibilidade e a especificidade do método, assim como o poder discriminatório entre resultados, o que limita seu uso na prática clínica, mas não impede sua aplicação em estudos epidemiológicos de base populacional. CONCLUSÃO: Os resultados apontam para a necessidade de uma padronização das condições de realização do teste...

HOMA-AD in Assessing Insulin Resistance in Lean Noncirrhotic HCV Outpatients

Michalczuk, Matheus Truccolo; Kappel, Camila Rippol; Birkhan, Oscar; Bragança, Ana Carolina; Álvares-da-Silva, Mário Reis
Fonte: Hindawi Publishing Corporation Publicador: Hindawi Publishing Corporation
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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Introduction. There is an association between HCV and insulin resistance (IR), which is currently assessed by HOMA-IR. There is evidence that HOMA-adiponectin (HOMA-AD) is more accurate, but its role in HCV patients is unknown. The purpose of this study was to evaluate IR in an HCV sample and controls, in order to compare the accuracy of HOMA-IR and HOMA-AD. Methods. Ninety-four HCV outpatients aged <60 years who met the criteria of nondiabetic, nonobese, noncirrhotic, and nonalcohol abusers were included and compared to 29 controls. Fasting glucose, insulin, adiponectin, and lipid profiles were determined. IR was estimated by HOMA-IR and HOMA-AD. Results. The groups were similar regarding sex and BMI, but the HCV patients were older. The median insulin level was higher in the HCV group (8.6 mU/mL (6.5–13.7) versus 6.5 (4.3–10.7), P = 0.004), as was median HOMA-IR (1.94 (1.51 to 3.48) versus 1.40 (1.02 to 2.36), P = 0.002) and the prevalence of IR (38.3% versus 10.3% (P = 0.009)). No differences were found in adiponectin levels (P = 0.294) and HOMA-AD (P = 0.393). Conclusion. IR is highly prevalent even in low-risk HCV outpatients. Adiponectin is not influenced by the presence of HCV. HOMA-AD does not seem to be useful in assessing IR in HCV patients.

Increase in Homeostasis Model Assessment of Insulin Resistance (HOMA-IR) Had a Strong Impact on the Development of Type 2 Diabetes in Japanese Individuals with Impaired Insulin Secretion: The Saku Study

Morimoto, Akiko; Tatsumi, Yukako; Soyano, Fumie; Miyamatsu, Naomi; Sonoda, Nao; Godai, Kayo; Ohno, Yuko; Noda, Mitsuhiko; Deura, Kijyo
Fonte: Public Library of Science Publicador: Public Library of Science
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 28/08/2014 EN
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Our aim was to assess the impact of increase in homeostasis model assessment of insulin resistance (HOMA-IR) on the development of type 2 diabetes in Japanese individuals with impaired insulin secretion (IIS). This study included 2,209 participants aged 30–69 without diabetes at baseline who underwent comprehensive medical check-ups between April 2006 and March 2007 at Saku Central Hospital. Participants were classified into eight groups according to the combination of baseline IIS status (non-IIS and IIS) and category of HOMA-IR change between the baseline and follow-up examinations (decrease, no change/small increase, moderate increase, and large increase). Type 2 diabetes was determined from fasting and 2 h post-load plasma glucose concentrations at the follow-up examination between April 2009 and March 2011. At baseline, 669 individuals (30.3%) were classified as having IIS. At follow-up, 74 individuals developed type 2 diabetes. After adjusting for confounding factors including baseline HOMA-IR values, the multivariable-adjusted odds ratios (95% confidence intervals) for type 2 diabetes in the non-IIS with a decrease (mean change in HOMA-IR: −0.47), non-IIS with a moderate increase (mean change in HOMA-IR: 0.28), non-IIS with a large increase (mean change in HOMA-IR: 0.83)...

Relationship of visfatin level to pancreatic endocrine hormone level, HOMA-IR index, and HOMA β-cell index in overweight women who performed hydraulic resistance exercise

Ha, Chang Ho; Swearingin, Brenda; Jeon, Yong Kyun
Fonte: The Society of Physical Therapy Science Publicador: The Society of Physical Therapy Science
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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27.48%
[Purpose] This study aimed to examine the correlation of visfatin level to pancreatic endocrine hormone level, homeostasis model assessment of insulin resistance (HOMA-IR) index, and HOMA β-cell index in hydraulic resistance exercise. Furthermore, it investigated the relationship between visfatin level and other variables affected by exercise in overweight women. [Subjects and Methods] The exercise group trained for 12 weeks, 70 minutes/day, 5 days/week. Visfatin level, pancreatic endocrine hormone level, HOMA-IR index, and HOMA β-cell index were measured before and after the intervention. Based on the blood insulin and glucose concentrations, HOMA-IR index, the indicator of insulin resistance, and HOMA β-cell index, the indicator of insulin secretion level, were assessed. [Results] Interaction effects on visfatin level, insulin level, HOMA-IR index, and HOMA β-cell index were observed. Interaction effects on glucagon and glucose levels were not observed between the intervention groups. The correlations of visfatin level to insulin, glucagon, and glucose levels, and HOMA-IR and HOMA β-cell indexes were not significant for any of the subjects. [Conclusion] Therefore, the 12-week resistance exercise affected body composition, visfatin level...

Variability of formulas to assess insulin sensitivity and their association with the Matsuda index

De la Maza, María Pía; Jara, Natalia; Bunout Barnett, Daniel Carlos; Hirsch Birn, Sandra Adela; Barrera Acevedo, María Gladys; Leiva, Laura; Henríquez, Sandra
Fonte: Universidade do Chile Publicador: Universidade do Chile
Tipo: Artículo de revista
EN
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Artículo de publicación ISI; Objetivo: Evaluar la variabilidad individual de los índices HOMA y QUICKI para resistencia a insulina, utilizando tres muestras de sangre en ayunas obtenidas en un período de 30 minutos. Material y métodos: Se utilizaron datos provenientes de 80 participantes de 41.5 ± 15 años de edad (26 mujeres) a quienes se les efectuó una prueba de tolerancia a glucosa oral para calcular el índice de Matsuda. A cada participante se le tomaron tres muestras de sangre en ayunas en un período de 30 minutos y cuatro muestras a los 30, 60, 90 y 120 minutos después de una carga oral de 75 g de glucosa. En cada muestra se midieron los niveles de insulina y glucosa. Los índices HOMA y QUICKI se calcularon utilizando las nueve combinaciones posibles con las tres muestras obtenidas en ayunas. El índice de Matsuda se calculó utilizando todas las muestras. Resultados: Las medianas de los índices HOMA-IR, HOMA-β, QUICKI y Matsuda fueron 1,9, 117,9, 0,35 and 3,71 unidades arbitrarias, respectivamente. Los coeficientes de variación individual del HOMA-IR, HOMA-β y QUICKI fueron 11,8 (7,8-18,9), 15 (10,2-22,9) and 1,8 (8,8-21,9) %, respectivamente. Comparados con el índice de Matsuda, los valores de R2 para el HOMA-IR...

Valores de corte para índices de insulinorresistencia, insulinosensibilidad e insulinosecreción derivados de la fórmula HOMA y del programa HOMA2: Interpretación de los datos

Buccini,Graciela S.; Wolfthal,D.L.
Fonte: Revista argentina de endocrinología y metabolismo Publicador: Revista argentina de endocrinología y metabolismo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 ES
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37.45%
Se suele evaluar Insulinorresistencia (IR) mediante "Insulina e índice HOMA-IR" pero hay escasa publicación sobre valores de referencia y/o corte para evaluar IR en el Síndrome Metabólico. Un mismo valor de HOMA-IR puede provenir de diversos pares de glucosa/insulina; esto aporta información insuficiente si no se consigna el % de β-secreción (%B) y el % de Sensibilidad (%S). Objetivos: 1º) Calcular (para Insulina medida por MEIA) los valores de corte a informar para HOMA-IR, %B y %S, obtenidos a partir de la fórmula HOMA. 2º) ídem, para esos índices obtenidos del programa HOMA2. 3º) Dadas las múltiples combinaciones de datos que pueden confluir en un mismo HOMA-IR o un mismo %B, interpretarlos en una gráfica para facilitar su evaluación. Valor de corte: se realizaron 208 TTOG obteniéndose para HOMA-fórmula y HOMA2 los siguientes: HOMA-IR, 2.64, HOMA2, 1.67; %S: 37.8% y HOMA2-%S 59.9%. %B: 67.6% y HOMA2-%B: 73.0%; Interpretación de datos: si en un gráfico de insulina vs. glucosa se unen todos los puntos correspondientes a un mismo HOMA-IR se obtiene una curva de iso-HOMA, lo mismo para la recta de iso-%B. Repitiendo la operación con varios valores de HOMA-IR y de %B se obtiene una gráfica, en la cual los iso-HOMA e iso-%B de corte delimitan 4 zonas...

Valores normativos de resistencia a la insulina mediante HOMA-IR en adultos mayores de Santiago de Chile

Garmendia,María Luisa; Lera,Lydia; Sánchez,Hugo; Uauy,Ricardo; Albala,Cecilia
Fonte: Sociedad Médica de Santiago Publicador: Sociedad Médica de Santiago
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 ES
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27.4%
Background: The homeostasis assessment model for insulin resistance (HOMA-IR) estimates insulin resistance using basal insulin and glucose values and has a good concordance with values obtained with the euglycemic clamp. However it has a high variability that depends on environmental, genetic and physiologic factors. Therefore it is imperative to establish normal HOMA values in different populations. Aim: To report HOMA-IR values in Chilean elderly subjects and to determine the best cutoff point to diagnose insulin resistance. Material and methods: Cross sectional study of 1003 subjects older than 60 years of whom 803 (71% women) did not have diabetes. In 154 subjects, an oral glucose tolerance test was also performed. Insulin resistance (IR) was defined as the HOMA value corresponding to percentile 75 of subjects without over or underweight. The behavior of HOMA-IR in metabolic syndrome was studied and receiver operating curves (ROC) were calculated, using glucose intolerance defined as a blood glucose over 140 mg/dl and hyperinsulinemia, defined as a serum insulin over 60 µU/ml, two hours after the glucose load. Results: Median HOMA-IR values were 1.7. Percentile 75 in subjects without obesity or underweight was 2.57. The area under the ROC curve...

Variability of formulas to assess insulin sensitivity and their association with the Matsuda index

Henríquez,Sandra; Jara,Natalia; Bunout,Daniel; Hirsch,Sandra; Maza,María Pía de la; Leiva,Laura; Barrera,Gladys
Fonte: Nutrición Hospitalaria Publicador: Nutrición Hospitalaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2013 ENG
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27.35%
Objective: To assess the individual variability of HOMA and QUICKI indexes for the assessment of insulin resistance, using three fasting blood samples obtained within 30 minutes. Research methods & procedures: Data from 80 participants aged 41.5 ± 15 years (26 females), who underwent an oral glucose tolerance test to calculate Matsuda index, were used. Every participant had three fasting blood samples obtained within 30 minutes and four blood samples obtained at 30, 60, 90 and 120 minutes after a 75 g oral glucose load. Insulin and glucose were measured in each sample. HOMA and QUICKI indexes were calculated using the nine possible combinations of the three fasting blood samples. Matsuda index was calculated with all samples obtained. Results: Median values of HOMA-IR, HOMA-β, QUICKI and Matsuda indexes were 1.9, 117.9, 0.35 and 3.71 arbitrary units, respectively. The individual variation coefficients of HOMA-IR, HOMA-β and QUICKI were 11.8 (7.8-18.9), 15 (10.2-22.9) and 1.8 (8.8-21.9) % respectively. When compared with Matsuda index, the R squared values of HOMA-IR, HOMA-β and QUICKI were 0.46, 0.2 and 0.71, respectively. Conclusions: Among fasting indexes for insulin resistance, QUICKI had the lower variation coefficient and the higher correlation with Matsuda index.

Determinación de la sensibilidad a la insulina usando el método HOMA en poblaciones adultas habitantes de grandes alturas y a nivel del mar

BARACCO MAGGI,Rossana; MOHANNA BARRENECHEA,Salim; SECLÉN SANTISTEBAN,Segundo
Fonte: Revista Medica Herediana Publicador: Revista Medica Herediana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 ES
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37.35%
Estudios previos han propuesto que el nativo de altura tiene una mayor sensibilidad a la insulina. El HOMA mide la sensibilidad a la insulina y ha encontrado gran aceptación en estudios poblacionales. Objetivos: Determinar y comparar la sensibilidad a la insulina mediante el método HOMA en una población de grandes alturas y en una población del nivel del mar. Materiales y Métodos: Se realizó un estudio descriptivo y comparativo de dos poblaciones, San Pedro de Cajas (SPC) (4 100 msnm) y Rímac (nivel del mar). Se estudiaron 254 sujetos, 90 de SPC (60 mujeres y 30 hombres) y 164 del Rímac (60 hombres y 104 mujeres). Se midió peso, talla, IMC, glucosa, insulina basal y el HOMA. Resultados: Los niveles de insulina de SPC fueron menores que los del Rímac (5,19 vs. 14,47 uU/ml; p < 0,001). Al dividirlos según género, tanto los hombres (4,56 vs. 12,80 uU/ml; p < 0,001) como las mujeres de SPC (5,51 vs. 15,43 uU/ml; p < 0,001) presentaron una insulinemia menor que los del Rímac. El HOMA de SPC fue menor que el del Rímac (1,14 vs 3,53 uU/ml x mmol/l; p < 0,05). Al dividirlos según género, tanto hombres como las mujeres de SPC presentaron un HOMA menor que los del Rímac. Hubo una correlación entre el HOMA y el IMC, peso e insulinemia de ambas poblaciones. Conclusión: El nativo de altura presenta valores inferiores de insulina basal y de HOMA que el habitante a nivel del mar como consecuencia de una mayor sensibilidad a la insulina endógena...

Utilidad y ventajas del uso de modelos matemáticos en el estudio de la Insulinoresistencia y función de la célula Beta Pancreática. Homeostasis Model Assesstment (Homa): Fundamento y bases para su implementación en la práctica Clínica

Bermúdez,V; Cano,C; Medina,M; Núñez,M
Fonte: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas Publicador: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2001 ES
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37.22%
La Diabetes mellitus es un síndrome metabólico que se caracteriza por la presencia de hiperglucemia debido a una deficiencia en la secreción de insulina o a una combinación de insulino-resistencia (IR) con inadecuada secreción de insulina. La diabetes tipo 2 constituye la forma más prevalente y resulta de IR, causada principalmente por obesidad central con un defecto en la secreción de insulina. Han sido desarrollados varios métodos experimentales que tratan de determinar la IR en humanos. La técnica del clamp euglicémico-hiperinsulinémico es el método "gold standard" para su cuantificación in vivo, sin embargo, no puede ser fácilmente aplicado a estudios de grandes poblaciones ya que necesita una infusión endovenosa de insulina, múltiples tomas de muestras sanguíneas durante 3 horas y un continuo ajuste de una infusión de glucosa para cada individuo. El Homeostasis model assessment (HOMA) constituye uno de los métodos más simples que provee índices de insulino-resistencia (HOMA-IR) y funcionalismo de la célula beta (HOMA beta-cell) con sólo la determinación de concentraciones basales de glucosa e insulina plasmáticas, lo que la hace aplicable a estudio de gran escala. El HOMA no sólo se limita a pacientes diabéticos...

Metformin plus low glimepiride doses improve significantly HOMA IR and HOMAbetaCELL without hyperinsulinemia in patients with type 2 diabetes

Bermúdez,VJ; Bermúdez,FA; Cano,C; Medina,MT; Lemus,MA; Leal,EM; Seyfi,HA; Cabrera,MC; Ambard,MJ; Souki,AJ; Ciszek,AC; Cano,RA; Briceño S,CA
Fonte: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas Publicador: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 EN
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37.27%
Type 2 Diabetes mellitus is characterized by insulin resistance and defects in insulin secretion. These variables have been studied by the euglycemic/hyperinsulinemic clamp and MinMod, which difficult the insulin resistance and beta cell failure study in clinical practice. The aim of this study was to evaluate three different anti-diabetic therapeutic options using a mathematical model (Homeostasis model assessment, HOMA). Seventy type 2 diabetic patients were randomly assigned one of the next therapeutic options: A) Metformin + ADA Diet + Physical activity (Walk, 60 minutes/day). B) Metformin + Glimepiride + ADA Diet + Physical activity. C) Only ADA diet + Physical activity. A blood sample was taken before and after the treatment to determine basal and post-prandial blood glucose, basal insulin and HbA1c and to calculate HOMAbetacell and HOMA IR. Before treatment basal and post-prandial levels of glucose, HbA1c, basal insulin and HOMA IR and HOMAbetacell were significantly different when compared to after treatment levels for each group (p<0.01). Significant differences were also found when comparing basal blood glucose reduction (51.8%; p<0.01), post-prandial blood glucose (55.0%; p<0.05), and HOMA IR (65.3%; p<0.01) of group B (Metformin + low glimepiride dose) with the other therapeutic options. We conclude that metformin plus glimepiride at a low dose is a more effective treatment for type 2 diabetes than other therapeutic options. HOMA IR and HOMAbetacell are inexpensive and reliable methods to study IR and beta cell function in DM2.

Homeostasis Model Assessment (HOMA) en Pacientes Diabéticos Tipo 2

Bermúdez P,Valmore; Cano P,Clímaco; Souki,R Aida; Medina R,Mayerlim; Lemus A,Miguel; Leal G,Elliuz; Arias M,Nelly; Ambard de las S,Merlyn; Núñez P,Maryluz; Andrade G,John; Arria B,Melissa; Bermúdez A,Fernando; Contreras,Freddy
Fonte: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas Publicador: Sociedad Venezolana de Farmacológia y Farmacológia Clínica y Terapéutica. Escuela de Medicina; José Maria Vargas. Cátedra de Farmacológia, piso 3, esquina san jacinto, San José Caracas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 ES
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En la actualidad, no existe discusión sobre el impacto de la insulino-resistencia sobre el inicio y desarrollo de la diabetes tipo 2. Muchos han sido los métodos utilizados para valorar la insulino-resistencia, siendo el "Gold Standard" el Clamp Euglicémico-Hiperinsulinémico. Sin embargo, lo costoso y poco práctico de este método ha dado el impulso para el desarrollo de nuevas técnicas para la estimación de la sensibilidad insulínica a través de modelos matemáticos como el HOMA, (siglas de "homeostasis model assessmenty"). El propósito de este estudio fue evaluar la función pancreática y la resistencia a la insulina mediante el HOMA en dos grupos de individuos con edades equivalentes. El primer grupo estaba integrado por 25 individuos diabéticos tipo 2 con mal control glicémico y el segundo grupo (grupo control) estaba constituido por individuos adultos sanos. Las concentraciones plasmáticas de glucosa para los diabéticos y los individuos sanos fueron de 11,44 ± 0,95 mmol/l y 4,80 ± 0,08 mmol/l respectivamente, (p<0,001), mientras las concentraciones plasmáticas de insulina en ambos grupos no fueron estadísticamente diferentes (16,83 ± 0,76 y 15,94 ± 1,71 µUl/ml). Con relación a los valores de HOMA-IR se encontró diferencia significativa entre ambos grupos 8...

Valores de insulina basal y post carga de glucosa oral, homa-ir y quicki, en niños y adolescentes de la ciudad de Mérida, Venezuela: Influencia del sexo y estadio puberal (estudio credefar)

Luna,Magda; Zerpa,Yajaira; Briceño,Yajaira; Gómez,Roald; Camacho,Nolis; Valeri,Lenin; Paoli,Mariela
Fonte: Sociedad Venezolana de Endocrinología y Metabolismo Publicador: Sociedad Venezolana de Endocrinología y Metabolismo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2014 ES
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Objetivo: Obtener valores de insulina basal, post carga de glucosa oral, HOMA-IR y QUICKI, y establecer su relación con el sexo y el estadio puberal en niños y adolescentes sanos del Municipio Libertador de la ciudad de Mérida, Venezuela. Materiales y métodos: Participaron 922 sujetos de 9 a 18 años de instituciones públicas y privadas. Se recogieron datos antropométricos. Se determinaron glucemia e insulina (Quimioluminiscencia) en ayunas y 2 horas post carga de glucosa oral. Se calcularon los índices HOMA-IR y QUICKI. Se realizó la distribución percentilar de las variables por sexo y estadio puberal. Resultados: El 51,6% eran de sexo femenino y el 48,4% masculino; el 52,7% de instituciones públicas y el 47,3% de privadas. El 20,4% era prepúber, el 18,3% se encontró en el estadio II de Tanner, el 11,8% en el III, el 16% en el IV y el 33,4% en estadio puberal V. Los valores de insulina y HOMA-IR fueron mayores en el sexo femenino. Los valores más altos se observaron en los estadios II, III y IV. La insulina 2 horas postcarga mostró sus máximos valores en los estadios IV y V. En nuestra población, se proponen valores altos (>pc95) de insulina en ayunas aquellos mayores de 9 mU/mL en el prepúber y de 12 mU/mL en el púber; de insulina 2 horas postcarga mayores de 35 mU/mL en el prepúber y de 65 mU/mL en el púber; de HOMA-IR mayores de 2 en el prepúber y de 2...

Índices de sensibilidad insulínica (HOMA y QUICKI) en escolares y adolescentes sanos en Valera, estado Trujillo, Venezuela

La Corte,Andreina; Ángel,José; Villegas,Elcy; Bendezu,Herminia; Ortegano,María; Vásquez-Ricciardi,Laura
Fonte: Sociedad Venezolana de Puericultura y Pediatría Publicador: Sociedad Venezolana de Puericultura y Pediatría
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 ES
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Introducción: La resistencia a la insulina contribuye a la fisiopatología de la diabetes tipo 2 y es la antesala de la obesidad, el síndrome metabólico y muchas enfermedades cardiovasculares, de allí la importancia de su detección temprana. Objetivos: evaluar el grado de sensibilidad insulinica mediante los índices HOMA y QUICKI y la asociación de la insulinosensibilidad basal con algunas variables biológicas (edad, sexo, estado nutricional). Métodos: se realizó un estudio descriptivo de corte transversal en escolares y adolescentes entre 6 y 18 años, entre marzo y julio de 2005. Se calculó el IMC y se emplearon las curvas percentiles de FUNDACREDESA para su categorización. Se extranjeron 5mL de sangre para detectar los valores de glucosa e insulina. La sensibilidad insulínica basal se calculó mediante los índices HOMA [glicemia en ayunas (mmol/l) x insulina en ayunas (mU/l)] / 22,5 y QUICKI (1/(Log glicemia ayuno (mg/dl) + Log insulina ayuno (μU/ml). Se calcularon los estadísticos descriptivos y las diferencias fueron estudiadas mediante la prueba Chi², considerando significativo a todo valor de p<0,05. Resultados: 269 niños tenían peso normal (84,5%), 29 presentaron sobrepeso (9,11%) y 20 eran obesos (6...