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O enigma da gripe avi??ria

Antunes, Michele Nacif
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Dissertação
PT_BR
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37.52%
A gripe avi??ria ?? considerada uma zoonose emergente e refere-se ??s condi????es causadas por um grupo de v??rus influenza que afeta principalmente as aves. A gripe avi??ria foi considerada a principal candidata a se tornar a primeira pandemia de gripe do s??culo. E essa amea??a invadiu o cotidiano de forma avassaladora. Ela n??o passou ilesa pelos meios de comunica????o. O objetivo principal desse estudo foi investigar os processos de significa????o da gripe avi??ria, atrav??s de narrativas constru??das pelos meios de comunica????o. Diante do fren??tico espet??culo global de sentidos, procurou-se nas p??ginas noticiosas e na narrativa cinematogr??fica desvelar os processos de significa????o envolvendo a gripe avi??ria, valendo-se do m??todo indici??rio, da semi??tica e da leitura isot??pica. A leitura isot??pica permitiu isolar as redes tem??ticas Amea??a , Ci??ncia e Guerra . Em cada uma delas, discute-se como a fic????o e a not??cia atuam como vertente da realidade, compondo narrativas que formam um tecido no meio do qual nos situamos. A partir dos elementos figurativos que comp??em a rede tem??tica amea??a, foi observado como a gripe avi??ria se tornou t??o vis??vel nas p??ginas noticiosas e na narrativa cinematogr??fica que n??o houve questionamentos se ela realmente existia ou n??o. Na rede tem??tica ci??ncia ...

Modelação estatística da evolução da epidemia da gripe: aplicação de modelos de duração

Costa, Sónia Patrícia Correia
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.47%
Uma epidemia de gripe, ao propagar-se rapidamente, afeta milhões de pessoas em todo o mundo colocando em risco a saúde humana. Assim, é importante conhecer a forma como poderá evoluir e os fatores que podem impulsionar a sua propagação, permitindo que a população, em geral, e as unidades de saúde, em particular, se possam acautelar e preparar. Neste sentido, este trabalho de investigação tem como objetivo acompanhar e analisar a evolução temporal de uma epidemia de gripe, em Portugal, identificando a probabilidade dos seus picos anuais e os fatores que fomentam a propagação do vírus. Para a prossecução do objetivo identificado foram aplicados modelos de duração não-paramétricos, que permitiram estimar os designados estimadores de Kaplan-Meier e Nelson-Aalen, a uma base de dados cross-section com informação anual relativa a um período consecutivo de oito anos (2005 a 2012). A base de dados foi fornecida pelo observatório Gripenet que monitoriza a evolução anual do fenómeno da gripe em Portugal, com o apoio de participantes voluntários. Os estimadores permitem calcular a probabilidade dos participantes contraírem gripe. Verifica-se que para a população participante, em termos medianos, o tempo decorrido para que 50% dos indivíduos contagiados fiquem nesse estado varia entre Dezembro e Janeiro de cada ano em análise. Quando se subdivide a amostra salienta-se que as mulheres têm uma probabilidade menor de contrair o vírus nos primeiros dias de análise...

Programa Nacional de Vigilância da Gripe: relatório da época 2014/2015

Guiomar, Raquel; Costa, Inês; Cristóvão, Paula; Pechirra, Pedro; Rodrigues, Ana Paula; Nunes, Baltazar
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Relatório
Publicado em 06/10/2015 POR
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47.65%
[pt] O Programa Nacional de Vigilância da Gripe assegura a vigilância epidemiológica da gripe em Portugal, integrando as componentes de vigilância clínica e laboratorial. A componente clínica possibilita o cálculo de taxas de incidência permitindo descrever a intensidade e evolução da epidemia no tempo. A componente virológica tem por base o diagnóstico laboratorial do vírus da gripe o que permite detetar e caraterizar os vírus da gripe em circulação em cada inverno. Na época de vigilância da gripe de 2014/2015 a atividade gripal foi considerada de elevada intensidade atingindo o valor máximo de 175,3 casos de SG por 100 000 habitantes na semana 1/2015. O período epidémico teve a duração de 8 semanas prolongando-se entre as semanas 1 e 8/2015 (que correspondem aos meses de janeiro e fevereiro). O vírus influenza B circulou de forma predominante, com especial destaque no início do período epidémico. Mais tardiamente verificou-se a co-circulação do vírus influenza do tipo B com o vírus influenza A(H3). O vírus influenza A(H1)pdm09, foi detetado esporadicamente e em numero reduzido. A análise antigénica e genética dos vírus influenza A(H3) e B que circularam durante a presente época mostrou diferenças relativamente às estirpes vacinas de 2014/2015...

Programa Nacional de Vigilância da Gripe: Relatório da Época 2013/2014

Guiomar, Raquel; Conde, Patrícia; Cristóvão, Paula; Pechirra, Pedro; Nunes, Baltazar
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Relatório
Publicado em /10/2014 POR
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47.36%
Na época de vigilância 2013/2014 a atividade gripal foi moderada com taxa de incidência máxima de 88,3 casos de SG por 100 000 habitantes na semana 4/2013. O período epidémico teve a duração de 6 semanas, registou-se entre as semanas 2/2014 e 8/2014. Os vírus que predominantemente circularam foram os vírus influenza do tipo A. Os vírus influenza dos subtipos A(H1)pdm09 e A(H3), co-circularam durante a época e foram detectados no decorrer de praticamente todo o inverno. Os vírus do tipo B foram detetados em pequeno número e de forma esporádica, principalmente na fase final da época de gripe. Os vírus influenza apresentam elevada homologia com as estirpes incluídas na vacina antigripal da presente época. Foram detetados casos de infeção respiratória grave em unidades de cuidados intensivos, pela Rede Portuguesa de Laboratórios para o Diagnóstico da Gripe, e pelo estudo da vigilância dos casos confirmados de gripe admitidos em Unidades de Cuidados Intensivos, essencialmente associados ao vírus influenza A(H1)pdm09. Durante a época de gripe o número observado de óbitos por “todas as causas” esteve sempre dentro dos limites da linha de base. Não se observou mortalidade semanal em excesso durante o outono e inverno de 2013-2014.

Suscetibilidade dos vírus da gripe aos antivirais inibidores da neuraminidase em Portugal, 2009-2014

Conde, Patrícia; Pechirra, Pedro; Cristóvão, Paula; Maia, Ana Carina; Furtado, Cristina; Guiomar, Raquel
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /10/2014 POR
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37.55%
Os antivirais têm também uma longa e extensa história no tratamento e prevenção da gripe, sendo hoje uma importante opção para o tratamento da doença, bem como a medida de prevenção de eleição numa fase inicial de uma pandemia. O reduzido número de medicamentos autorizados para o tratamento da gripe levanta algumas preocupações, particularmente no que diz respeito às resistências aos antivirais, sendo, por isso, fundamental o estudo dos mecanismos de resistência aos antivirais inibidores da neuraminidase. Este é o mais recente estudo retrospetivo sobre a resistência do vírus da gripe aos antivirais, conduzido no âmbito do Programa Nacional de Vigilância da Gripe, depois da pandemia de 2009, e reúne a informação de um elevado número de estirpes do vírus da gripe, detetados em doentes da comunidade e hospitalizados, de todo o território nacional e durante as últimas cinco épocas gripais. Neste trabalho pretendeu-se descrever o perfil de suscetibilidade dos vírus da gripe do tipo A e B aos antivirais inibidores da neuraminidase (NAI), oseltamivir e zanamivir, em doentes com quadro clínico de síndroma gripal (SG), diagnosticados e notificados no âmbito do Programa Nacional de Vigilância da Gripe entre 2009 e 2014. As notificações clínicas dos casos SG e as amostras biológicas foram enviadas ao INSA...

“Gripe 2007”. Um estudo sobre comportamentos face à “gripe”

Branco, Maria João; Nunes, Baltazar
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. Departamento de Epidemiologia Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. Departamento de Epidemiologia
Tipo: Relatório
Publicado em /11/2007 POR
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37.63%
O Departamento de Epidemiologia realizou um estudo com o objectivo de caracterizar as práticas adoptadas perante a “gripe”/síndroma gripal, auto-referidas, pela população portuguesa do Continente. O estudo, descritivo transversal, constou de um inquérito realizado por entrevista telefónica, no segundo trimestre de 2007, a um dos elementos de 18 e mais anos, residente nas unidades de alojamento (UA) que integram a amostra de famílias ECOS. Esta amostra é aleatória e constituída por 1034 UA, com telefone fixo, estratificada por Região de Saúde do Continente, com alocação homogénea. Nestas unidades de alojamento residem 3030 indivíduos. As variáveis colhidas contemplaram a caracterização dos inquiridos, nomeadamente, no que diz respeito às “práticas” face à “gripe”. Obtiveram-se 952 questionários válidos. As percentagens estimadas foram as seguintes: A percentagem de respondentes (≥18 anos) com “gripe” auto declarada obedecendo aos critérios de definição clínica de caso foi de 7%; A taxa de ataque de “gripe” auto declarada, na época gripal de 2006/2007, foi de 21%, na totalidade de residentes das unidades de alojamento (2788); A taxa de ataque de “gripe” auto declarada, na época gripal de 2006/2007...

Programa Nacional de Vigilância da Gripe: Resultados da Atividade Gripal em Portugal na Época 2010/2011

Pechirra, Pedro; Gonçalves, Paulo; Conde, Patrícia; Nunes, Baltazar; Guiomar, Raquel
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /09/2012 POR
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37.52%
Introdução: A vigilância epidemiológica da gripe, doença associada a uma elevada mortalidade em idosos e indivíduos pertencentes a grupos de risco, é essencial para a caraterização das epidemias de gripe bem como para a monitorização da ocorrência de surtos e do surgimento de estirpes virais resistentes aos antivirais. Material e Métodos: No presente estudo analisaram-se os dados da vigilância epidemiológica da gripe durante o Inverno de 2010/2011. Os dados clínicos, epidemiológicos e virológicos referentes aos casos de síndroma gripal foram recolhidos através do Programa Nacional de Vigilância da Gripe, coordenado pelo Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe (LNRVG) em colaboração com o Departamento de Epidemiologia (DEP) do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) e com a Direção-Geral da Saúde (DGS). Resultados: A análise dos dados recolhidos mostra que, durante a época de inverno de 2010/2011, a atividade gripal foi moderada/ alta com um período epidémico de 8 semanas, entre as semanas 50/2010 e 5/2011, com um pico de 121,12 casos por 100 000 habitantes na semana 52/2010. Discussão: Os vírus influenza do tipo B (linhagem Victoria) predominaram no início da época até à semana 1/2011...

Programa Nacional de Vigilância da Gripe - Relatório da Época 2012/2013

Guiomar, Raquel; Conde, Patrícia; Cristóvão, Paula; Pechirra, Pedro; Nunes, Baltazar
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Relatório
Publicado em 11/10/2013 POR
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47.56%
Com o presente relatório, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, I.P., pretende sintetizar e divulgar os resultados obtidos pelo Programa Nacional de Vigilância da Gripe (PNVG) durante a época de 2012/2013, em Portugal. Um dos principais objetivos do PNVG é justamente a recolha, análise e disseminação da informação sobre a atividade gripal em Portugal. Toda a informação obtida pelo Programa Nacional de Vigilância da Gripe (que inclui a identificação e caracterização dos vírus da gripe em circulação em cada época, assim como a identificação de vírus emergentes com potencial pandémico e que constituam um risco para a saúde pública) pretende, em última instância, contribuir para a diminuição da morbilidade e mortalidade associada à infeção e suas complicações, servindo de suporte à orientação de medidas de prevenção e controlo da doença de forma precisa. Na época 2012/2013 foram notificados um total de 1436 casos de síndroma gripal (SG). A atividade gripal foi considerada moderada e o maior número de notificações foi observado entre o final de Janeiro e a primeira quinzena de Março. O período epidémico ocorreu entre as semanas 4/2013 e 11/2013, com um valor máximo de 69...

ADESÃO À VACINA DA GRIPE NOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DA ARSC, IP

Marques, Lúcia Amélia Fernandes Alves
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/02/2014 POR
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37.49%
A Organização Mundial de Saúde (OMS), refere que anualmente 10 a 20% da população mundial é infetada pelo vírus da gripe. Em Portugal o excesso de mortalidade anual que lhe é atribuído é de cerca de 1200 a 1800 óbitos, pelo que permanece como um importante problema de saúde pública. A vacinação é um dos métodos mais eficazes de prevenção da infeção e o mais eficiente procedimento de prevenção específica, contra doenças transmissíveis, em particular nos profissionais de saúde. Na ARSC,IP (Administração Regional de Saúde do Centro, Instituto Público), as taxas de cobertura vacinal, contra a gripe sazonal nos profissionais de saúde, têm vindo a diminuir havendo a necessidade de inverter esta situação. Numa tentativa de contribuir para a resolução desta problemática foi desenvolvido um estudo descritivo ? correlacional, transversal e exploratório que teve como objetivos: avaliar o grau de adesão à vacinação contra a gripe sazonal na época 2012-2013, caraterizar o seu estado vacinal por grupo profissional e identificar os principais fatores de (não) adesão à vacinação contra a gripe sazonal nos profissionais de saúde do SSO (serviço de saúde ocupacional ? Polo de Coimbra) da ARSC,IP. Amostra constituída por 325 profissionais de saúde...

"Adesão à Vacina da Gripe nos Profissionais de Saúde da ARSC, IP."

Cruzeiro, Clarinda Maria P. Ferreira Silva da Rocha
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 22/07/2014 POR
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37.53%
A OMS refere que anualmente 10 a 20% da população mundial é infetada pelo vírus da gripe. Em Portugal o excesso de mortalidade anual que lhe é atribuído é de cerca de 1200 a 1800 óbitos, pelo que permanece como um importante problema de saúde pública. (Sociedade Portuguesa de Pneumlogia ,2013).A vacinação é um dos métodos mais eficazes de prevenção da infeção e o mais eficiente procedimento de prevenção específica, contra doenças transmissíveis, em particular nos profissionais de saúde. OBJETIVOS: avaliar o grau de adesão à vacinação contra a gripe sazonal na época 2012-2013; caraterizar o seu estado vacinal por grupo profissional ; identificar os principais fatores de (não) adesão à vacinação contra a gripe sazonal nos profissionais de saúde do SSO (serviço de saúde ocupacional - Polo de Coimbra) da ARSC,IP. METODOLOGIA Estudo descritivo correlacional transversal Amostra 325 profissionais de saúde da ARSC,IP, ( ACES PIN I, BM I BM II e BM III), 223 enfermeiros e 102 médicos; 78,2% do sexo feminino e 21,8% do masculino. Aplicação de questionário auto-preenchido (janeiro/fevereiro,2013),constituído por três partes:-I Caraterização sociodemográfica e profissional; -II-Variáveis relacionadas com o estado de saúde ...

Adesão à vacina da gripe nos profissionais de saúde da ARSC, IP

Marques, Lúcia Amélia Fernandes Alves; Batista, Antonio Queimadela; Cruzeiro, Clarinda Maria P. Ferreira Silva da Rocha
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 02/10/2014 POR
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37.58%
Introdução A Organização Mundial de Saúde (OMS), refere que anualmente 10 a 20% da população mundial é infetada pelo vírus da gripe. Em Portugal o excesso de mortalidade anual que lhe é atribuido é de cerca de 1200 a 1800 óbitos, pelo que permanece como um importante problema de saúde pública. A vacinação é um dos métodos mais eficazes de prevenção da infeção e o mais eficiente procedimento de prevenção específica, contra doenças transmissíveis, em particular nos profissionais de saúde. Na ARSC,IP (Administração Regional de Saúde do Centro, Instituto Público), as taxas de cobertura vacinal, contra a gripe sazonal nos profissionais de saúde, têm vindo a diminuir havendo a necessidade de inverter esta situação. Metodologia Com o objectivo de avaliar a adesão à vacinação contra a gripe sazonal na época 2012-2013, caraterizar o seu estado vacinal por grupo profissional e identificar os principais fatores de (não) adesão à vacinação contra a gripe sazonal nos profissionais de saúde da ARSC,IP foi realizado um estudo descritivo-correlacional, transversal e exploratório. Aplicado um questionário de autopreenchimento, composto por três partes: primeira feita caraterização sociodemográfica e profissional...

Recomendaciones del Grupo de Trabajo Enfermedades Infecciosas (GTEI) de la Sociedad Española de Medicina Intensiva, Crítica y Unidades Coronarias (SEMICYUC) y el Grupo de Estudio de Infecciones en el Paciente Crítico (GEIPC) de la Sociedad Española de Enfermedades Infecciosas y Microbiología clínica (SEIMC) para el diagnóstico y tratamiento de la gripe A/H1N1 en pacientes adultos graves hospitalizados en las Unidades de Cuidados Intensivos

Rodríguez,A.; Álvarez-Rocha,L.; Sirvent,J.M.; Zaragoza,R.; Nieto,M.; Arenzana,A.; Luque,P.; Socías,L.; Martín,M.; Navarro,D.; Camarena,J.; Lorente,L.; Trefler,S.; Vidaur,L.; Solé-Violán,J.; Barcenilla,F.; Pobo,A.; Vallés,J.; Ferri,C.; Martín-Loech
Fonte: Medicina Intensiva Publicador: Medicina Intensiva
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2012 SPA
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37.55%
El diagnóstico de gripe A/H1N1 es fundamentalmente clínico sobre todo durante los picos de la gripe estacional o en brotes epidémicos. Se recomienda realizar un test diagnóstico a todos los pacientes con fiebre y cuadro gripal que requieran hospitalización. La muestra respiratoria (exudado nasal, faríngeo o muestra profunda en pacientes intubados) se debe obtener lo antes posible e iniciar inmediatamente tratamiento antiviral empírico. Los métodos moleculares basados en técnicas de amplificación de ácidos nucleicos (rt-PCR) son el «gold standard» para el diagnóstico de la gripe A/H1N1. Los métodos inmunocromatográficos son poco sensibles, por lo cual un resultado negativo no excluye la infección activa. El cultivo clásico en células es poco sensible y lento. La inmunofluorescencia directa tiene una sensibilidad del 90%, pero requiere una muestra de calidad. Los métodos indirectos de detección de anticuerpos tienen solo interés epidemiológico. Los pacientes afectados de gripe A/H1N1 pueden presentar leucopenia relativa, con elevación de LDH, CPK y PCR, aunque estas variables del laboratorio no se asocian de forma independiente con el pronóstico. Sin embargo, niveles plasmáticos de LDH >1.500U/L y la presencia de plaquetopenia <150 x10(9)/L podrían definir una población de pacientes con riesgo de complicaciones graves. La administración del antiviral (oseltamivir) debe ser precoz (<48 h desde el inicio de los síntomas)...

Transmisibilidad y gravedad de la pandemia de gripe A(H1N1)2009 en España

Simón Méndez,Lorena; Mateo Ontañón,Salvador de; Larrauri Cámara,Amparo; Jiménez-Jorge,Silvia; Vaqué Rafart,Josep; Pérez Hoyos,Santiago
Fonte: Gaceta Sanitaria Publicador: Gaceta Sanitaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2011 SPA
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37.49%
Objetivos: Estimar el valor del número de reproducción básico durante la onda pandémica de gripe A(H1N1)2009 en España y evaluar su impacto en la mortalidad de la población española, en comparación con el de las temporadas de gripe estacional previas. Métodos: Los datos sobre la incidencia de gripe y las detecciones de virus se han obtenido del Sistema de Vigilancia de Gripe en España. Las defunciones por el virus pandémico se obtuvieron del Registro de casos graves y defunciones del Centro de Coordinación de Alertas y Emergencias del Ministerio de Sanidad y Política Social, y las producidas por la gripe estacional, durante el periodo 2003-2008, del Registro de Mortalidad del Instituto Nacional de Estadística. El número de reproducción se estimó por dos métodos: el primero utilizando la tasa de crecimiento de la incidencia acumulada de gripe durante la fase de crecimiento exponencial de la onda pandémica, y el segundo (estimación de máxima verosimilitud) mediante el análisis de las fechas de inicio de los síntomas observadas en pares de casos en función de la distribución del tiempo de generación. Se calcularon la tasa de letalidad y de mortalidad por gripe, comparando los años potenciales de vida perdidos de la temporada pandémica con anteriores temporadas interpandémicas. Resultados: El inicio de la onda pandémica en España se produjo precozmente en la semana 40/2009 (del 4 al 10 de octubre)...

Gripe pandémica H1N1 (2009): Experiencia de la Red de Laboratorios de Gripe del Sistema de Vigilancia de la Gripe en España (SVGE)

Cuevas González-Nicolás,María Teresa; Ledesma Moreno,Juan; Pozo Sánchez,Francisco; Casas Flecha,Inmaculada; Pérez-Breña,Pilar
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2010 SPA
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Existen tres tipos de virus de la gripe: A, B y C. Estos virus evolucionan constantemente debido a que presentan dos características principales, la primera es la falta de capacidad correctora de la polimerasa viral que hace que se acumulen mutaciones puntuales en sus genes (deriva antigénica), y la segunda la naturaleza de su genoma formando por ocho segmentos lo que le permite el intercambio de genes entre distintos virus (salto antigénico). Esta plasticidad viral ha permitido que los virus de la gripe A sean capaces de adaptarse a diferentes hospedadores y adquirir capacidades pandémicas. El sistema de vigilancia de la gripe en España (SVGE) surgió como respuesta a la preocupación de que se produjera una pandemia, máxime después de los casos de gripe aviar detectados en el ser humano. Este sistema de vigilancia esta formado por dieciséis redes de médicos generales y pediatras centinela y diecinueve servicios de epidemiología, coordinados por el Centro Nacional de Epidemiología (CNE) y una red de dieciocho laboratorios, la red de laboratorios de Españoles de Gripe (ReLEG), coordinados por el Centro Nacional de Microbiología (CNM). El objetivo de este artículo es presentar la actuación de la ReLEG durante la pandemia producida por el virus de la gripe (H1N1)2009...

Vigilancia de la pandemia de gripe (H1N1) 2009 en España

Larrauri Cámara,Amparo; Jiménez-Jorge,Silvia; Simón Méndez,Lorena; de Mateo Ontañón,Salvador
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/10/2010 SPA
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37.49%
Fundamento: España experimentó una circulación del nuevo virus de la gripe (H1N1)2009 durante el verano de 2009, que evolucionó de forma creciente hasta la presentación a principios del otoño de la primera onda pandémica por dicho virus. Los objetivos de este trabajo son describir la evolución de esta onda pandémica en nuestro país y evaluar su impacto en la morbilidad y mortalidad de la población española. Método: A partir de la información proporcionada por el Sistema de Vigilancia de la Gripe en España y el Centro de Coordinación de Alertas y Emergencias del Ministerio de Sanidad y Política Social se han estimado una serie de indicadores epidemiológicos y virológicos para evaluar el nivel de actividad e intensidad de la onda pandémica, así como su gravedad. Resultados: La onda pandémica por el virus (H1N1)2009 se inició a comienzos del otoño de 2009 y registró valores máximos de incidencia de gripe de 372,15 casos semanales/100.000 habitantes. Las mayores tasas de incidencia de gripe se observaron en los menores de 15 años. La tasa de detección viral en el periodo pandémico se mantuvo en el rango de las registradas previamente (46,4%). Se estimó una tasa de letalidad global de 0,43 defunciones por 1.000 casos de gripe pandémica. Un 64% de las defunciones por gripe pandémica se registraron en adultos jóvenes...

Exceso de mortalidad relacionado con la gripe en España en el invierno de 2012

León-Gómez,Inmaculada; Delgado-Sanz,Concepción; Jiménez-Jorge,Silvia; Flores,Víctor; Simón,Fernando; Gómez-Barroso,Diana; Larrauri,Amparo; Mateo Ontañón,Salvador de
Fonte: Gaceta Sanitaria Publicador: Gaceta Sanitaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2015 SPA
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37.49%
Objetivo: El sistema de monitorización de la mortalidad diaria en España y el programa European monitoring of excess mortality for public health action detectaron un exceso de mortalidad en España en febrero y marzo de 2012. El objetivo de este trabajo es estudiar el papel que puede atribuirse a la gripe como factor de sobremortalidad en ese periodo. Métodos: Se estudiaron los excesos de mortalidad por todas las causas en el periodo 2006-2012 utilizando series temporales en el sistema de vigilancia de la mortalidad diaria español y mediante regresión de Poisson en el sistema de vigilancia de la mortalidad europeo y en un modelo que estima la mortalidad atribuible a la gripe. Los excesos de mortalidad por gripe y neumonía atribuibles a la gripe se estudiaron con un modelo Serfling modificado. Para detectar los periodos de exceso se comparó la mortalidad observada con la esperada. Resultados: En febrero y marzo de 2012, en los sistemas de monitorización de mortalidad español y europeo se detectó un exceso de mortalidad de 8110 y 10.872 defunciones (razón de mortalidad: 1,22, intervalo de confianza del 95% [IC95%]: 1,21-1,23, y 1,32, IC95%: 1,29-1,31, respectivamente). El modelo que estima la mortalidad atribuible a la gripe identificó en la temporada 2011-2012 el máximo porcentaje (97%) de defunciones atribuibles a la gripe en mayores de 64 años con respecto al total de la mortalidad asociada a la gripe (13.822 defunciones). La tasa de excesos de defunciones por gripe y neumonía y causas respiratorias en mayores de 64 años...

Factores asociados a la predisposición a vacunarse contra la gripe pandémica A/H1N1 en población adulta del Departamento de Salud de Elche (España): Influencia de las fuentes de información

Tuells,J.; Caballero,P.; Nolasco,A.; Montagud,E.
Fonte: Anales del Sistema Sanitario de Navarra Publicador: Anales del Sistema Sanitario de Navarra
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2012 SPA
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Fundamento. Evaluar en población general las fuentes de información, actitudes y predisposición hacia la vacunación contra la gripe pandémica A/H1N1 de 2009. Métodos. Estudio descriptivo de carácter transversal realizado entre el 25 de noviembre y 30 de diciembre de 2009 mediante entrevista personal cara a cara a una muestra aleatoria (826) de adultos residentes en el Departamento de Salud de Elche (España). Resultados. Los encuestados manifestaron que la televisión (57%) y el médico de familia (47,9%) eran su fuente principal de información sobre vacunas. El 82,2% tenía una buena opinión sobre las vacunas, un 30,5% percibía la gripe A/H1N1 como más grave que la estacional, siendo esta percepción creciente entre los de mayor edad y con menos estudios. Un 25,4% de encuestados sentía preocupación por padecerla, sobre todo los de menor nivel educativo. Un 42,1% manifiesta su buena predisposición para vacunarse contra la gripe estacional, disminuyendo hasta un 18,4% la intención hacia la gripe A/H1N1. La predisposición hacia la vacunación crece con la edad y en el caso de la gripe A/H1N1 decrece a mayor nivel educativo. El médico de familia es la fuente de información más determinante para inmunizarse frente a gripe estacional (OR 1...

Transmisibilidad y gravedad de la pandemia de gripe A(H1N1)2009 en España

Simón Méndez,Lorena; Mateo Ontañón,Salvador de; Larrauri Cámara,Amparo; Jiménez-Jorge,Silvia; Vaqué Rafart,Josep; Pérez Hoyos,Santiago
Fonte: Ediciones Doyma, S.L. Publicador: Ediciones Doyma, S.L.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 ES
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Objetivos: Estimar el valor del número de reproducción básico durante la onda pandémica de gripe A(H1N1)2009 en España y evaluar su impacto en la mortalidad de la población española, en comparación con el de las temporadas de gripe estacional previas. Métodos: Los datos sobre la incidencia de gripe y las detecciones de virus se han obtenido del Sistema de Vigilancia de Gripe en España. Las defunciones por el virus pandémico se obtuvieron del Registro de casos graves y defunciones del Centro de Coordinación de Alertas y Emergencias del Ministerio de Sanidad y Política Social, y las producidas por la gripe estacional, durante el periodo 2003-2008, del Registro de Mortalidad del Instituto Nacional de Estadística. El número de reproducción se estimó por dos métodos: el primero utilizando la tasa de crecimiento de la incidencia acumulada de gripe durante la fase de crecimiento exponencial de la onda pandémica, y el segundo (estimación de máxima verosimilitud) mediante el análisis de las fechas de inicio de los síntomas observadas en pares de casos en función de la distribución del tiempo de generación. Se calcularon la tasa de letalidad y de mortalidad por gripe, comparando los años potenciales de vida perdidos de la temporada pandémica con anteriores temporadas interpandémicas. Resultados: El inicio de la onda pandémica en España se produjo precozmente en la semana 40/2009 (del 4 al 10 de octubre)...

Vigilancia de la pandemia de gripe (H1N1) 2009 en España

Larrauri Cámara,Amparo; Jiménez-Jorge,Silvia; Simón Méndez,Lorena; de Mateo Ontañón,Salvador
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 ES
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Fundamento: España experimentó una circulación del nuevo virus de la gripe (H1N1)2009 durante el verano de 2009, que evolucionó de forma creciente hasta la presentación a principios del otoño de la primera onda pandémica por dicho virus. Los objetivos de este trabajo son describir la evolución de esta onda pandémica en nuestro país y evaluar su impacto en la morbilidad y mortalidad de la población española. Método: A partir de la información proporcionada por el Sistema de Vigilancia de la Gripe en España y el Centro de Coordinación de Alertas y Emergencias del Ministerio de Sanidad y Política Social se han estimado una serie de indicadores epidemiológicos y virológicos para evaluar el nivel de actividad e intensidad de la onda pandémica, así como su gravedad. Resultados: La onda pandémica por el virus (H1N1)2009 se inició a comienzos del otoño de 2009 y registró valores máximos de incidencia de gripe de 372,15 casos semanales/100.000 habitantes. Las mayores tasas de incidencia de gripe se observaron en los menores de 15 años. La tasa de detección viral en el periodo pandémico se mantuvo en el rango de las registradas previamente (46,4%). Se estimó una tasa de letalidad global de 0,43 defunciones por 1.000 casos de gripe pandémica. Un 64% de las defunciones por gripe pandémica se registraron en adultos jóvenes...

Exceso de mortalidad relacionado con la gripe en España en el invierno de 2012

León-Gómez,Inmaculada; Delgado-Sanz,Concepción; Jiménez-Jorge,Silvia; Flores,Víctor; Simón,Fernando; Gómez-Barroso,Diana; Larrauri,Amparo; Mateo Ontañón,Salvador de
Fonte: Ediciones Doyma, S.L. Publicador: Ediciones Doyma, S.L.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 ES
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Objetivo: El sistema de monitorización de la mortalidad diaria en España y el programa European monitoring of excess mortality for public health action detectaron un exceso de mortalidad en España en febrero y marzo de 2012. El objetivo de este trabajo es estudiar el papel que puede atribuirse a la gripe como factor de sobremortalidad en ese periodo. Métodos: Se estudiaron los excesos de mortalidad por todas las causas en el periodo 2006-2012 utilizando series temporales en el sistema de vigilancia de la mortalidad diaria español y mediante regresión de Poisson en el sistema de vigilancia de la mortalidad europeo y en un modelo que estima la mortalidad atribuible a la gripe. Los excesos de mortalidad por gripe y neumonía atribuibles a la gripe se estudiaron con un modelo Serfling modificado. Para detectar los periodos de exceso se comparó la mortalidad observada con la esperada. Resultados: En febrero y marzo de 2012, en los sistemas de monitorización de mortalidad español y europeo se detectó un exceso de mortalidad de 8110 y 10.872 defunciones (razón de mortalidad: 1,22, intervalo de confianza del 95% [IC95%]: 1,21-1,23, y 1,32, IC95%: 1,29-1,31, respectivamente). El modelo que estima la mortalidad atribuible a la gripe identificó en la temporada 2011-2012 el máximo porcentaje (97%) de defunciones atribuibles a la gripe en mayores de 64 años con respecto al total de la mortalidad asociada a la gripe (13.822 defunciones). La tasa de excesos de defunciones por gripe y neumonía y causas respiratorias en mayores de 64 años...