Página 1 dos resultados de 1068 itens digitais encontrados em 0.005 segundos

Geografia física: balanço da sua produção em eventos científicos no Brasil; Physical geography: balance of production in scientific events in Brazil

Souza, Marcos Barros de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2006 PT
Relevância na Pesquisa
66.63%
Discutir as tendências teóricas e conceituais da Geografia física é fundamental para que se possa visualizar trajetórias, abordagens, influências e debates que ocorreram na Geografia nos últimos 50 anos. Foi realizado um balanço dos trabalhos produzidos e publicados nos Anais e/ou Caderno de Resumos e Contribuições Científicas de eventos científicos, ocorridos no período de 1954 a 2004, tais como: Congresso Brasileiro de Geógrafos, Encontro Nacional de Geógrafos, Encontro Nacional de Estudos Sobre o Meio Ambiente, Simpósio Brasileiro de Geografia Física Aplicada, Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica e Simpósio Nacional de Geomorfologia. Esta pesquisa teve como objetivos: realizar levantamento bibliográfico e destacar alguns aspectos do percurso histórico da Geografia no mundo e no Brasil, destacando a Geografia Física; efetuar balanço de como vem sendo abordada a Geografia Física, em eventos científicos, utilizando-se como fonte de informações os Anais e/ou Cadernos de Resumos e Contribuições Científicas de eventos científicos realizados ao longo do período de 1954 a 2004; refletir sobre os direcionamentos da pesquisa em Geografia Física, contribuindo com uma visão crítica dos trabalhos analisados; identificar as tendências teórico-metodológicas e temáticas dos trabalhos publicados nos Anais e/ou Caderno de Resumos e Contribuições Científicas de eventos científicos; discutir e levantar hipóteses dos motivos porque muitos geógrafos físicos participam de eventos ligados à outras áreas de conhecimento fora do âmbito da Geografia; discutir possíveis motivos para que alguns eventos ligados à área de Geografia Física pararam de ocorrer; refletir e analisar o atual momento da Geografia Física. Foi aplicado...

O ensino de Geografia Física no Ensino Médio: qual seu lugar?; Physical Geography teaching in High School: what is its place?

Furim, Adenezile de Fátima Reis
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/09/2012 PT
Relevância na Pesquisa
66.42%
Este trabalho consiste numa análise de livros didáticos para se verificar de que forma vem se dando a organização ou disposição dos conteúdos de geografia física ou natureza, como denominado pelos PCN, nesses materiais. Para se iniciar tal análise, foi necessário levantar os conceitos de Geografia elaborados ou usados como referência por alguns daqueles que produzem ou produziram o conhecimento geográfico e como esses conceitos podem ter contribuído para o entendimento que se tem do seu objeto de estudo, levando ou não a ser definida como uma ciência dicotômica. O entendimento do que é natureza também se fez pertinente para o desenvolvimento da pesquisa, isso porque tem havido uma incorporação da temática ambiental junto aos conteúdos de geografia. Com a análise de tais materiais foi possível constatar os conteúdos citados já foram alocados em diferentes lugares nos livros didáticos de geografia, seguindo das mudanças sofridas por essa ciência no Brasil, bem como das mudanças políticas ocorridas no País.; This paper is an analysis of textbooks to verify how the organization has been taking or disposition of the contents or nature of physical geography, as named by the NCP, in these materials. To start this analysis...

Considerações sobre os conceitos de natureza, espaço e morfologia em Alexander von Humboldt e a gênese da geografia física moderna

Vitte,Antonio Carlos; Silveira,Roberison Wittgenstein Dias da
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
Relevância na Pesquisa
66.35%
Discute a formação dos conceitos de natureza, espaço e morfologia na obra de Alexander von Humboldt e seus impactos na formação da geografia física moderna. Influenciado pelas reflexões de Kant em Crítica do juízo e pelos trabalhos de Goethe e Schelling, Humboldt desenvolveu nova interpretação e representação para a natureza na superfície da Terra, em que o conceito de espacialidade é fundamental para a explicação dos fenômenos da natureza. A geografia física moderna estrutura-se a partir de complexo cruzamento de influências estéticas e instrumentais desenvolvidas por Humboldt, nas quais o princípio da conexão é importante para a invenção artística e científica do conceito de paisagem geográfica.

Da cosmologia à geografia: o curso de geografia física de Imannuel Kant e a construção metafísica da superfície da terra

Ribas,Alexandre Domingues; Vitte,Antonio Carlos
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia, Instituto de Geografia, Programa de Pós-Graduação em Geografia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia, Instituto de Geografia, Programa de Pós-Graduação em Geografia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
Relevância na Pesquisa
76.4%
O presente artigo argumenta que o curso de geografia física de Imannuel Kant é o produto de uma reflexão filosófica e cosmológica, devido a problemática em se estabelecer a regularidade da natureza, que é espacialmente diferenciada e regulada por fundamentos mecânicos e causais. A partir de problemas filosóficos relacionados às teses desenvolvidas na Crítica da Razão Pura, a partir de críticas advindas dos viajantes e naturalista sobre a sua concepção de universalidade do conceito de natureza e sobre a sua concepção de espaço; Kant é obrigado a rever sua posição filosófica, que acontecerá somente a partir de uma profunda revisão dos conceitos de metafísica, matéria, espaço e natureza. O espaço, agora, não mais ideal, passa a ser a categoria estruturante do mundo empírico, onde a geografia é qualificada como a ciência do espaço, a partir de uma reflexão metafísica sobre a natureza e Terra, erguendo assim as bases para uma filosofia da geografia na modernidade.

Cosmologia e geografia física em Immanuel Kant; Cosmology and physic geography in Immanuel Kant

Alexandre Domingues Ribas
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/08/2011 PT
Relevância na Pesquisa
66.56%
Immanuel Kant (1724-1804), em seus quase quarenta e um anos de docência, ministrou (quer em preleções particulares, quer em conferências públicas) cursos devotados aos campos do conhecimento os mais variados: lógica, metafísica, ética, antropologia, física teórica, matemáticas, direito, enciclopédia das ciências filosóficas, pedagogia, mecânica, mineralogia, teologia etc. E, em meio a disciplinas versadas tão multíplices, que incluíam tópicos filosóficos e não-filosóficos, Kant lecionou, por quarenta e nove vezes, entre 1756 e 1796, um curso de geografia física. No tempo de Kant, por imposição do governo prussiano, para se lecionar um curso todo professor devia, imprescindivelmente, proceder de conformidade a um manual oficialmente reconhecido. Nenhum docente, portanto, tinha consentimento expresso para instruir um tratado sobre determinado tópico de ensino em seu próprio nome. Entretanto, não havia, em rigor, nenhum manual de referência que Kant pudesse valer-se em suas palestras de geografia física; e, por isso, ele decidiu redigir o Curso de Geografia Física. A exceção da Geografia Física, inclusive, fez-se o objeto de um decreto de von Zedlitz de 16 de outubro de 1778, mediante o qual Kant era autorizado a ensinar esta disciplina secundum dictata sua...

"XI Jornades de Camp de Geografia Física" de l'Associació de Geògrafs Espanyols. Sant Sebastià, 22-25 de maig de 1995

Nadal Tersa, Jordi; Soriano López, Juan Manuel; Molina Gallart, David
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Article; info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //1996 CAT
Relevância na Pesquisa
66.5%
Les "XI Jornades de Camp de Geografia Física" de I'AGE, d'acord amb l'estil de trobades anteriors, es van desenvolupar seguint un periple per diverses zones del País Basc i també per les comunitats autònomes veïnes de Cantàbria i la Rioja. Es varen tractar temes de geografia física i d'altres camps afins, incidint sobretot en qüestions biogeogràfiques, perb sense oblidar les formes del relleu i altres aspectes d'interès, sempre lligats a l'itinerari de l'excursió.; Las "XI Jornadas de Campo de Geografia Física" de la AGE, de acuerdo con el estilo de encuentros anteriores, se desarrollaron siguiendo un periplo por diferentes zonas del País Vasco y también por las comunidades autónomas vecinas de Cantabria y la Rioja. Se trataron temas de geografía física y otros campos afines, incidiendo sobretodo en cuestiones biogeográkas, pero sin olvidar las formas del relieve y otros aspectos de interés, siempre relacionados con el itinerario de la excursión.; Les "X I Journées de Terrain de Géographie Physique" de l'AGE, maintenant le traditionnel style des journées précédentes, se sont derroulées par des diverses zones du Pays Basque et des communautés voisines de Cantabria et La Rioja. Il se sont traité des thèmes de géographie physique et d'autres domaines semblables...

XIII Jornadas de Campo de Geografía Física de la Asociación de Geógrafos Españoles Màlaga, 14 al 17 d'abril de 1997

Nadal Tersa, Jordi; Soriano López, Juan Manuel
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Article; info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //1998 SPA
Relevância na Pesquisa
66.5%
Un any més, el grup de Geografia Física de l'Asociación de Geografos Españoles (AGE) ha celebrat les seves jornades de camp. Enguany han estat organitzades pel Departamento de Geografía de la Universidad de Málaga i s'han desenvolupat durant els dies 14 al 17 d'abril per diversos indrets de la provincia de Màlaga. Les temàtiques i els llocs d'estudi han estat els moviments de vessant, al Sistema Bètic; la dinàmica fluvial, al riu Vélez; la cova de Nerja; el Torcal d'Antequera; la sierra de las Nieves, i els processos litorals i episodis marins durant l'últim interglaciar, a la Costa del Sol.; Un año más el grupo de Geografía Física de la Asociación de Geógrafos Españoles (AGE) ha celebrado sus jornadas de campo. Este año han sido organizadas por el Departamento de Geografía de la Universidad de Málaga i han tenido lugar los días 14 al 17 de abril en distintos lugares de la provincia de Málaga. Las temáticas de estudio y los lugares visitados han sido los movimientos de laderas, en el Sistema Bético; la dinámica fluvial, en el río Vélez; la cueva de Nerja; el Torcal de Antequera; la sierra de las Nieves, y los procesos litorales y episodios marinos durante el último interglaciar, en la Costa del sol.; Cette année le groupe de Geografia Física de la Asociación de Geógrafos Españoles (AGE) a aussi passé ses journées sur le terrain. Celles-ci qui ont été organisées par le Département de Géographie de l'Université de Málaga...

Considerações sobre os conceitos de natureza, espaço e morfologia em Alexander Von Humboldt e a gênese da Geografia Física moderna; Considerações sobre os conceitos de natureza, espaço e morfologia em Alexander Von Humboldt e a gênese da Geografia Física moderna

Vitte, Antonio Carlos; Silveira, Roberison Wittgenstein Dias da
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2010 POR
Relevância na Pesquisa
76.48%
O artigo discute a formação dos conceitos de natureza, espaço e morfologia na obra de Alexander Von Humboldt e seus impactos na formação da geografia física moderna. Influenciado pelas reflexões de Kant na Crítica do juízo, pelos trabalhos de Goethe e de Schelling, Humboldt desenvolverá uma nova interpretação e representação para a natureza na superfície da Terra, em que o conceito de espacialidade será fundamental para a explicação dos fenômenos da natureza. A geografia física moderna estrutura-se com base em um complexo cruzamento de influências, tanto estéticas quanto instrumentais desenvolvidas por Humboldt, no qual o princípio da conexão será importante para a invenção artística e científica do conceito de paisagem geográfica.; This article discusses the genesis of modern physical geography since the formation of the concepts of nature, space and morphology in the writings of Alexander von Humboldt. Influenced by the reflections of Kant in the ”Critique of Judgment”, the writings of Goethe and Schelling, Humboldt has developed a new interpretation and representation of nature in the earth’s surface that turned the concept of space out to be crucial to the explanation of the phenomena of nature. A complex starting point of influences as such aesthetics or self developed instrumentals has structured modern Physical Geography through a principle of connection between artistic and scientific invention in the geographic concept of landscape.

O Curso de Geografia Física de Imannuel Kant e a construção metafísica da superfície da Terra; The Course of Physical Geography Imannuel Kant's metaphysics and the construction of the surface of the Earth

Vitte, Antonio Carlos; Ribas, Alexandre Domingues
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2011 POR
Relevância na Pesquisa
76.41%
O presente artigo argumenta que o curso de geografia física de Imannuel Kant é o produto de uma reflexão filosófica e cosmológica, devido a problemática em se estabelecer a regularidade da natureza que é espacialmente diferenciada e regulada por fundamentos mecânicos e causais. A partir de problemas filosóficos relacionados às teses desenvolvidas na Crítica da Razão Pura, a partir de críticas advindas dos viajantes e naturalista sobre a sua concepção de universalidade do conceito de natureza e sobre a sua concepção de espaço; Kant é obrigado a rever sua posição filosófica, que acontecerá somente a partir de uma profunda revisão dos conceitos de metafísica, matéria, espaço e natureza. O espaço, agora, não mais ideal, passa a ser a categoria estruturante do mundo empírico, onde a geografia é qualificada como a ciência do espaço, a partir de uma reflexão metafísica sobre a natureza e Terra, erguendo assim as bases para uma filosofia da geografia na modernidade.; The present article argues that the course of physical geography of Imannuel kant is the product of a philosophical and rise cosmological reflection from the problem in if establish the nature regularity differentiated and regulated by mechanical and causal foundations. Starting from philosophical problems related the thesis developed in the Criticism of the Pure Reason...

A TERCEIRA CRÍTICA KANTIANA E SUA INFLUÊNCIA NO MODERNO CONCEITO DE GEOGRAFIA FÍSICA.; A TERCEIRA CRÍTICA KANTIANA E SUA INFLUÊNCIA NO MODERNO CONCEITO DE GEOGRAFIA FÍSICA

Vitte, Antônio Carlos
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2006 POR
Relevância na Pesquisa
76.38%
The goal of this article is to demonstrate that the genesis of the modern physical geography is associate to the philosophy kantian development, particularly from the Third Critical, also call from the Judgement Criticism. It is from the relation between aesthetics and teleology of nature that Imannuel Kant (1724-1804) will develop the judgement teleological, where the form will allow the reason to organize the nature with strong impact in Nature Philosophy of Schelling and in Goethe’s morphologic method, reflections that so much will influence Alexander von Humboldt and its phenomena spaciality conception in the terrestrial crust, as well as the one of georelief, in other words, the Land morphology as the connections space-temporal product among nature elements.; O objetivo deste artigo é demonstrar que a gênese da geografia física moderna está associada ao desenvolvimento da filosofia kantiana, particularmente a partir da Terceira Crítica, também chamada de a Crítica do Juízo. É a partir da relação entre estética e teleologia da natureza que Imannuell Kant (1724-1804) desenvolverá o juízo reflexionante teleológico, onde a forma permitirá à razão organizar a natureza, com forte impacto na Filosofia da Natureza de Schelling e no método morfológico de Goethe. Reflexões que tanto influenciarão Alexander von Humboldt e a sua concepção de espacialidade dos fenômenos na crosta terrestre...

GEOGRAFIA FÍSICA E A QUESTÃO AMBIENTAL NO BRASIL; GEOGRAFIA FÍSICA E A QUESTÃO AMBIENTAL NO BRASIL

Souza, Marcos Barros de; Mariano, Zilda de Fátima
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/12/2008 POR
Relevância na Pesquisa
76.46%
Este trabalho visa mostrar o panorama da Geografia Física no Brasil e a necessidade de conscientização acerca da questão ambiental. As transformações ambientais no cenário brasileiro demonstram a necessidade de delinear o posicionamento da Geografia Física em relação às mudanças ambientais que ocorrem envolvendo mudanças setoriais nos elementos ar, água, terra e seres vivos, que vão se mesclando em análises, tratando das interações entre a atmosfera, a hidrosfera, os solos, a vegetação e as atividades humanas. Entre as décadas de setenta e de oitenta do século XX iniciou-se conscientização da população em relação às agressões que vinham se multiplicando no Brasil contra a natureza e aos níveis insatisfatórios da qualidade ambiental, demonstrando a necessidade de reagir e compreender as causas e os mecanismos dos desequilíbrios. É importante entender o processo de formação do território brasileiro e suas principais características, para implementar, de forma adequada, o planejamento e a gestão ambiental.; This work aims to show the Physical Geography panorama in Brazil and the necessity of awareness concerning the environment. The environmental transformations in the Brazilian scene show the necessity to delineate the positioning of the Physical Geography regarding occurring environmental changes involving sectorial changes in the elements air...

GEOGRAFIA, SISTEMAS E ANÁLISE AMBIENTAL: ABORDAGEM CRÍTICA; GEOGRAFIA, SISTEMAS E ANÁLISE AMBIENTAL: ABORDAGEM CRÍTICA

Sales, Vanda de Claudino
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana. Universidade de São Paulo.
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2004 POR
Relevância na Pesquisa
66.36%
A ascensão mundial da problemática ambiental resulta em grande número de pesquisas de cunho ambiental no âmbito da Geografia. Tal abordagem é considerada como capaz de produzir a sutura teórica entre sociedade e natureza, colocando-se como Geografia Unitária e concretizando o processo iniciado pela Geografia Crítica, de eliminação da Geografia Física. A análise ambiental, porém, pautada em geossistema, naturaliza a sociedade, por nivelar a ação social aos demais elementos do meio. Por outro lado, ele não considera tempo e evolução na dinâmica processual, natural ou social. Nestes termos, a consolidação do caráter social da Geografia estaria sendo costurada em função de uma abordagem acrítica. Tal paradoxo é pautado pela busca de uma identidade para a Geografia, mas também pela defesa de mercado de trabalho, o que demonstra ausência de percepção dos limites entre ciência básica e prática profissional na comunidade geográfica.; The rising of the world environmental problem results in a large number of environmental researchs in the ambit of Geography. Such approach has been considered as able to produce a theoretical suture between the society and nature, placing itself as Unitary Geography and accomplishing the process begun by the Critical Geography...

METODOLOGIA EM GEOGRAFIA FÍSICA: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GEOMORFOLOGIA EXPERIMENTAL; METODOLOGIA EM GEOGRAFIA FÍSICA: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GEOMORFOLOGIA EXPERIMENTAL

Colangelo, Antônio Carlos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 02/11/2011 POR
Relevância na Pesquisa
66.41%
METODOLOGIA EM GEOGRAFIA FÍSICA: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GEOMORFOLOGIA EXPERIMENTAL; METODOLOGIA EM GEOGRAFIA FÍSICA: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E GEOMORFOLOGIA EXPERIMENTAL

O curso de Geografia Física de Immanuel Kant (1724-1804): uma contribuição para a história e a epistemologia da ciência geográfica

Alexandre Domingues Ribas; Universidade Estadual de Campinas; Antonio Carlos Vitte; Universidade Estadual de Campinas
Fonte: Universidade Federal Fluminense Publicador: Universidade Federal Fluminense
Tipo: ; Formato: application/pdf
Publicado em 28/04/2010 PT
Relevância na Pesquisa
66.56%
Resumo: Há um relativo depauperamento no tocante ao nosso conhecimento a respeito da relação entre a filosofia kantiana e a constituição da geografia moderna e, conseqüentemente, científica. Esta relação, quando abordada, o é - vezes sem conta - de modo oblíquo ou tangencial, isto é, ela resta quase que exclusivamente confinada ao ato de noticiar que Kant ofereceu, por aproximadamente quatro décadas, cursos de Geografia Física em Königsberg, ou que ele foi o primeiro filósofo a inserir esta disciplina na Universidade, antes mesmo da criação da cátedra de Geografia em Berlim, em 1820, por Karl Ritter. Não ultrapassar a pueril divulgação deste ato em si mesma só nos faz jogar uma cortina sobre a ausência de um discernimento maior acerca do tributo de Kant àfundamentação epistêmica da geografia moderna e científica. Abrir umafrincha nesta cortina denota, necessariamente, elucidar o papel e o lugardo “Curso de Geografia Física” no corpus da filosofia transcendental kantiana. Assim sendo, partimos da conjectura de que a “Geografia Física” continuamente se mostrou, a Kant, como um conhecimento portador de um desmedido sentido filosófico, já que ela lhe denotava a própria possibilidade de empiricização de sua filosofia. Logo...

Geografia física e geografia humana: Uma questão de método - Um ensaio a partir da pesquisa sobre arenização

Dirce Maria Antunes Suertegaray; PPGEO/UFRGS
Fonte: Universidade Federal Fluminense Publicador: Universidade Federal Fluminense
Tipo: ; Formato: application/pdf
Publicado em 17/05/2011 PT
Relevância na Pesquisa
66.43%
Este artigo é resultado da palestra proferida no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFF (aula inaugural/2010). Optei pela reflexão sobre o caminho metodológico trilhado ao longo do período em que me dedico à pesquisa em Geografia centrada na temática da arenização no Sudoeste do Rio Grande do Sul. Esta opção se deve à necessidade de explicitação das formas de construção da produção geográfica com a qual nos envolvemos, além de refletir sobre a práxis. É uma reflexão sobre os caminhos trilhados, sobre o referencial teórico que dá sustentação à pesquisa e sobre a metodologia. A práxis resultante deste processo indica também nosso olhar sobre a Geografia e sua divisão clássica em Geografia Humana e Geografia Física.

Ética na autoria de artigos científicos e seus reflexos na geografia física brasileira

Salgado, André Augusto Rodrigues
Fonte: Revista Geografias Publicador: Revista Geografias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2012 POR
Relevância na Pesquisa
66.45%
Nos últimos anos foi introduzida na Geografia brasileira, com a adesão de pelo menos um prestigiado periódico científico nacional, a idéia de que não seria ético um artigo científico de Geografia possuir mais de dois autores. O presente trabalho demonstra que este conceito é extremamente equivocado para a Geografia Física e que sua adoção por outros periódicos brasileiros põe em risco o desenvolvimento da Geografia brasileira como um todo.

Revista Brasileira de Recursos Hídricos (RBRH): análise dos estudos recentes sobre recursos hídricos e suas conexões com a geografia física

Carvalho, Alex de; Magalhães Júnior, Antônio Pereira
Fonte: Revista Geografias Publicador: Revista Geografias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2010 POR
Relevância na Pesquisa
66.41%
No Brasil, a promulgação da Lei das Águas em 1997 inaugurou um período de incentivo aos estudos hidrológicos. A Revista Brasileira de Recursos Hídricos refletiu esse processo dinâmico ao passar a receber e publicar trabalhos voltados para diversos aspectos dos estudos hidrológicos. Sabendo-se que a geografia é uma disciplina científica que estuda diversos aspectos relacionados à água, este trabalho busca investigar a produção nacional recente sobre recursos hídricos, publicada na RBRH entre 2001 e 2007, identificando e caracterizando os trabalhos de cunho geográfico (geografia física) de acordo com a formação acadêmica dos autores, instituição e estado de origem, tema e subtema do trabalho. Nos trabalhos que apresentaram conexão com a geografia física, buscou-se identificar com qual campo do conhecimento geográfico ocorreu a conexão. A pesquisa revelou que a RBRH apresenta abertura para a publicação de trabalhos de cunho geográfico, embora sejam realizados principalmente por engenheiros. Dentre os campos do conhecimento geográfico destacam-se a Geografia de Recursos Hídricos, Climatologia e Geomorfologia com elevados percentuais de conexões. As principais instituições que participaram da produção de trabalhos geográficos se encontram na região Sul e Sudeste...

O espaço da Geografia Física na Educação Básica do município de Belo Horizonte: uma análise de livros didáticos

Castro, Flávio Teodoro de; Salgado, André Augusto Rodrigues
Fonte: Revista Geografias Publicador: Revista Geografias
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2011 POR
Relevância na Pesquisa
66.49%
O ensino de Geografia na Educação Básica é necessário, pois auxilia no reconhecimento das organizações espaciais pelos sujeitos sociais. Isso só ocorre quando os educandos conseguem compreender o meio físico e o social em constante interação. Este artigo investigou o espaço que é dado aos conteúdos de Geografia Física nos livros da Educação Básica, adotados em escolas públicas e privadas do município de Belo Horizonte/MG. Para tanto, foi necessário selecionar alguns livros utilizados por escolas que são representativas nesse município. Em seguida, foi realizada a contagem das páginas destinadas à Geografia Física, à Humana e a Interação, incluindo cartografia. Buscou-se, ainda, verificar se pode haver alguma relação entre a formação acadêmica dos autores dos livros didáticos e suas preferências por alguns temas, destacando-se aqueles que destinaram pouco espaço em seus materiais à Geografia Física. Constatou-se com essa pesquisa que, nos livros didáticos de Geografia utilizados em Belo Horizonte, os conteúdos referentes à Geografia Humana preponderam sobre os demais. Percebeu-se também que as dinâmicas da Natureza são pouco representativas nos livros didáticos e apresentam-se desarticuladas dos aspectos socioeconômicos. Identificou-se...

A Geografia Física e o objeto complexo: algumas flexibilizações do processual.

Gomes, Rodrigo Dutra; Instituto de Geociências da UNICAMP; Vitte, Antonio Carlos; UNICAMP
Fonte: Editora da UFSC Publicador: Editora da UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2010 POR
Relevância na Pesquisa
66.44%
http://dx.doi.org/10.5007/2177-5230.2010v26n50p8O objeto complexo refere-se ao reconhecimento, enquanto princípio, ou paradigma, de que o objeto do conhecimento científico é uma entidade complexa, em ampliação à visão de objeto simples herdada da Renascença e Iluminismo. A Geografia sempre viveu a influência paradigmática moderna. Em prosseguimento ao século XIX, os avanços iniciais do século XX que corroboraram essa ampliação, como a Relatividade, Teoria Quântica e Teorias Sistêmicas etc, foram refletidas na Geografia pelos protagonistas da Revolução Quantitativo e Teorética, e na Geografia Física, por exemplo, pelas proposições de A. Strahler na Geomorfologia, ambos na década de 50. O avanço de campos como os Sistemas Dinâmicos Não-Lineares e Física do Não-equilíbrio, contextualizados nos sistemas dinâmicos complexos, trazem a corroboração da complexidade do objeto do conhecimento. Flexibiliza-se, numa realidade fundamentalmente 'processual', as referências duais do conhecimento que são vividas dicotomicamente. Pretende-se, de forma breve, apresentar este contexto e algumas influências na Geografia Física com realce para a Geomorfologia. Para este sub-campo, em expressão à uma tendência geral...

A ANÁLISE AMBIENTAL INTEGRADA E SUA CONSTRUÇÃO TEÓRICA NA GEOGRAFIA FÍSICA

Moura Fé, Marcelo Martins
Fonte: OKARA: Geografia em debate Publicador: OKARA: Geografia em debate
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2014 POR
Relevância na Pesquisa
76.37%
A análise ambiental integrada foi gestada no seio da Ciência Geográfica a partir da segunda metade do século XX, em um contexto de crise ambiental que o mundo presenciava e requeria respostas. Fundamentando-se teórica e metodologicamente na integração dos elementos naturais do meio físico por um lado, e, sobremaneira, pela inserção do homem e sua influência crescente no contexto ambiental por outro, essa forma de análise foi moldada por importantes concepções teórico-metodológicas que apresentaram, desde seus respectivos adventos, uma estreita relação, por vezes imbricada, por vezes contemporânea. O objetivo deste artigo é apresentar como a Teoria Geral dos Sistemas, a Ecodinâmica, a Análise da Paisagem e a Teoria Geossistêmica promoveram e consolidaram a construção teórica e metodológica da análise ambiental integrada na Geografia Física.