Página 1 dos resultados de 154 itens digitais encontrados em 0.018 segundos

Mapeamento dos gastos em consumo das famílias de países da União Europeia

Pereira, Luis Nobre; Ferreira, Lara N.
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
Relevância na Pesquisa
66.36%
A análise dos gastos das famílias constitui um indicador que poderá ser utilizado para estudar a performance da economia portuguesa num contexto europeu. Neste artigo apresenta-se um mapeamento da evolução dos gastos em consumo das famílias de alguns países da União Europeia, em percentagem dos gastos totais em consumo entre 1991 e 2001. Esse mapeamento é feito através de um estudo em Dupla Análise em Componentes Principais. Os resultados indicam uma evolução temporal decrescente do peso dos gastos em consumo das famílias em alimentação, bebidas, vestuário e calçado, relativamente aos gastos totais, e uma subida dos gastos em habitação, água, electricidade, gás, outros combustíveis, comunicações, entretenimento e cultura. Verificou-se a existência de uma oposição em termos de gastos em consumo entre os países do sul e os do norte da Europa. Em Portugal, observou-se uma diminuição dos gastos em consumo em alimentação, vestuário e calçado e um aumento dos gastos em entretenimento e cultura.

Avaliando resultados de um programa de transferência de renda: o impacto do Bolsa-Escola sobre os gastos das famílias brasileiras

Resende,Anne Caroline Costa; Oliveira,Ana Maria Hermeto Camilo de
Fonte: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE Publicador: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
Relevância na Pesquisa
66.25%
Este trabalho tem como objetivo analisar os efeitos de programas de transferências monetárias sobre os gastos totais bem como sobre seus componentes para as famílias beneficiárias no Brasil, através do programa Bolsa-Escola. Para se alcançar tal objetivo é adotado um método não- experimental conhecido como pareamento baseado no escore de propensão (propensity score matching), utilizando os microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2002-2003. Realiza-se, ainda, uma análise de sensibilidade dos resultados obtidos a fim de se verificar a robustez do método à presença de variáveis não observadas, bem como à especificação do modelo de escore de propensão. Os resultados estimados sugerem um efeito positivo das transferências monetárias sobre o consumo das famílias pobres beneficiárias. O fato de os recursos serem prioritariamente destinados a despesas com alimentos, educação, produtos de higiene e vestuário em detrimento de itens como bebidas e cigarros, despesas diversas e bens duráveis significa que, em alguma medida, estes recursos estão sendo gastos de forma eficiente. É provável, também, que o aumento do consumo destas famílias eleve o seu nível de bem-estar, representando um "alívio" imediato sobre a pobreza.

Os gastos das famílias com saúde

Silveira,Fernando Gaiger; Osório,Rafael Guerreiro; Piola,Sérgio Francisco
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
Relevância na Pesquisa
76.4%
O artigo discute as principais características dos gastos das famílias brasileiras com saúde, a partir de duas fontes distintas: a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Mostra-se a importância do gasto com saúde em relação aos outros grupos de despesas, e se procede à estimativa do montante destes gastos. No artigo, apontam-se as duas principais categorias do gasto das famílias com saúde: os medicamentos e as mensalidades de planos ou seguros de saúde. As famílias das pessoas que estão entre os 30% mais ricos são as responsáveis pela maior parte dos gastos totais. Nas famílias das pessoas que pertencem aos 90% mais pobres da população, a maior parte dos dispêndios com saúde se dirige à compra de medicamentos. Quanto mais pobres são as famílias consideradas, maior é o peso, entendido como porcentagem da renda familiar, representado pelos gastos com medicamentos, planos e com saúde em geral.

IMPACTOS DA ALTERAÇÃO DE PERFIL DO CONSUMO DAS FAMÍLIAS SOBRE O EMPREGO POR OCUPAÇÃO E NÍVEL DE QUALIFICAÇÃO: APLICAÇÃO DE UM MODELO MULTISSETORIAL PARA O BRASIL

Fochezatto,Adelar; Silva,Carlos Eduardo Lobo e
Fonte: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
Relevância na Pesquisa
86.17%
ResumoEste trabalho analisa os efeitos da alteração do perfil do consumo das famílias, verificada nos últimos anos sobre o mercado de trabalho. Mais especificamente, tem como objetivo: a) verificar as mudanças ocorridas na estrutura da demanda final; e b) dimensionar os efeitos das mudanças na estrutura da demanda final sobre o emprego por atividade econômica, ocupação e qualificação. Para atingir os objetivos, utiliza-se um modelo multissetorial. Os resultados mostram que o crescimento e alteração do padrão dos gastos das famílias impulsionam especialmente a demanda pelo trabalho não qualificado.

Estruturas familiares e padrão de gastos em educação no Brasil : primeira década dos anos 2000; Family structures and education expenditures patterns in Brazil : years 2000 first decade

Maria Alice Pestana de Aguiar Remy
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/06/2014 PT
Relevância na Pesquisa
56.43%
O objetivo principal deste trabalho é avaliar a dinâmica dos gastos das famílias brasileiras em educação sob o impacto concorrente das alterações populacionais, econômicas e sociais ocorridas na primeira década dos anos 2000. Dessa maneira, é possível traçar o percurso recente, facilitando a identificação de alguma intervenção necessária. A hipótese central é de que esse tipo de despesas, tendo sofrido interferência desses condicionantes, principalmente em relação à renda conduziriam ao aumento dos gastos em educação das famílias nesse período, apesar de se vivenciar um processo de transição demográfica que desacelera a necessidade contínua de criação de vagas na escola. Isso porque o crescimento da massa de renda da sociedade brasileira aconteceu para todas as camadas sociais, já que se supõe uma associação entre rendimentos e gastos com educação. Além disso, a intensificação da utilização da rede privada de ensino em todos os níveis implicaria em crescimento dos gastos por aluno, o que reforçaria a hipótese central. Uma hipótese secundária é a de que há diferenças expressivas nos padrões de gastos das famílias, que variam de acordo com o nível educacional a que o aluno esteja vinculado...

Gastos das famílias brasileiras com medicamentos segundo a renda familiar: análise da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2002-2003 e de 2008-2009

Garcia,Leila Posenato; Sant'Anna,Ana Cláudia; Magalhães,Luís Carlos Garcia de; Freitas,Lúcia Rolim Santana de; Aurea,Adriana Pacheco
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
Relevância na Pesquisa
66.39%
O estudo teve como objetivos investigar os gastos das famílias brasileiras com medicamentos e as desigualdades de renda nestes gastos, segundo categorias de medicamentos. Trata-se de estudo transversal realizado com dados das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) realizadas em 2002-2003 e 2008-2009. Os valores foram corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Índice de Concentração (IC) foi calculado como medida de desigualdade. O gasto médio com medicamentos para o total das famílias correspondeu a R$ 53,54 na POF 20022003 e R$ 59,02 na POF 2008-2009. Os IC revelaram concentração dos gastos entre as famílias de maior renda. A composição destes gastos é diferente conforme a renda das famílias. Entre as de menor renda predominam os gastos com analgésicos, antigripais e anti-inflamatórios. Entre as de maior renda predominam os gastos com medicamentos para diabetes, hipertensão e doenças do coração. Para as famílias de menor renda, apesar da redução do peso do gasto com medicamentos sobre sua renda, este ainda é o principal componente dos gastos com saúde.

Avaliação dos gastos das famílias com a assistência médica no Brasil: o caso dos planos de saúde; Texto para Discussão (TD) 921: Avaliação dos gastos das famílias com a assistência médica no Brasil: o caso dos planos de saúde; Evaluation of household’s expenditure with medical care in Brazil

Reis, Carlos Octávio Ocké; Silveira, Fernando Gaiger; Andreazzi, Maria de Fátima Siliansky de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
86.4%
O objetivo deste trabalho é avaliar a natureza do gasto das famílias com assistência médica, em especial com planos de saúde — no marco do surgimento da universalização do atendimento e cobertura do Sistema Único de Saúde (SUS). Em outras palavras, a partir da leitura dos dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), onde se identificam as estruturas de gasto, receita e poupança das famílias, avaliamos, de forma descritiva e analítica, a magnitude e a distribuição dos gastos nos anos de 1987 e 1996. Em particular, enfatizamos a avaliação do gasto com “seguro-saúde e associação de assistência”, isto é, com os planos de saúde — dando especial atenção aos resultados encontrados para os estratos de renda inferior e intermediário. Os principais resultados alcançados podem ser descritos da seguinte forma: houve uma redução do gasto total com assistência à saúde das famílias, seguindo a redução do gasto per capita; as maiores reduções ocorreram nos estratos situados no topo da distribuição da renda; ocorreu um aumento expressivo do gasto total com planos de saúde, em torno de 74%, alcançando R$ 4 bilhões em 1996; os gastos estavam concentrados na região Sudeste; os gastos com assistência à saúde em relação ao PIB caíram de 2...

Tipologia socioeconômica das famílias das grandes regiões urbanas brasileiras e seu perfil de gastos; Texto para Discussão (TD) 983: Tipologia socioeconômica das famílias das grandes regiões urbanas brasileiras e seu perfil de gastos; Socioeconomic typology of households in large Brazilian urban regions and their spending profile

Silveira, Fernando Gaiger; Bertasso, Beatriz; Magalhães, Luís Carlos Garcia de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
66.46%
A elaboração de uma tipologia socioeconômica das famílias metropolitanas brasileiras e a análise dos perfis de gastos e de recebimento desses grupos familiares são os principais resultados do presente trabalho. Para tanto, valeu-se da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 1995-1996 realizada pelo IBGE, que abrangeu os onze principais centros urbanos do país, representando, na época, 29,5% da população nacional. Utilizou-se a família como unidade de investigação, uma vez que são as famílias o locus de decisão quanto ao consumo, sendo este definido em razão das características sociais, econômicas e demográficas da família. Assim, selecionaram-se 24 variáveis que, grosso modo, retratam o nível de renda da família, as características da pessoa de referência, a qualidade do domicílio, o tamanho e a composição da família e a importância dos gastos alimentares. Aplicou-se a esse conjunto de variáveis o método de análise fatorial/componentes principais, chegando-se a cinco componentes, os quais respondem por 58,6% da variância total das variáveis. Cada um desses fatores/ componentes sintetiza um aspecto socioeconômico e demográfico das famílias, tendo sido assim designados: riqueza, tamanho das famílias...

Gastos com saúde das famílias brasileiras : um recorte regional a partir das pesquisas de orçamentos familiares 2002-2003 e 2008-2009; Health spending of Brazilian families : a regional cut from 2002-2003 and 2008-2009 household budget surveys

Garcia, Leila Posenato; Sant’Anna, Ana Cláudia; Freitas, Lúcia Rolim Santana de; Magalhães, Luís Carlos Garcia de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Brasil em Desenvolvimento (BD) - Artigos
PT-BR
Relevância na Pesquisa
66.3%
Este capítulo descreve a composição e a evolução dos gastos com saúde das famílias nas cinco macrorregiões e nas áreas urbana e rural do Brasil, no período 2002-2009. A composição dos gastos das famílias com saúde reflete a situação do sistema de saúde brasileiro, composto por uma rede complexa de prestadores e compradores de serviços, e caracterizado por uma combinação público-privada, cujo financiamento é feito principalmente por meio de recursos privados. Apesar de serem distintos, os componentes público e privado do sistema estão imbricados, e as pessoas podem utilizar os serviços de natureza pública, privada ou suplementar, dependendo de sua capacidade de acesso ou de pagamento (Paim et al., 2011). O conhecimento da composição dos gastos das famílias com saúde, sob um recorte regional, pode fornecer subsídios para a elaboração de políticas públicas voltadas a este setor.; p. 859-875 : il.

Gastos das famílias brasileiras com transporte urbano público e privado no Brasil: uma análise da POF 2003 e 2009; Texto para Discussão (TD) 1803: Gastos das famílias brasileiras com transporte urbano público e privado no Brasil: uma análise da POF 2003 e 2009; Expenditures of Brazilian families with private and public urban transport in Brazil: an analysis of the 2003 and 2009 POF-IBGE

Carvalho, Carlos Henrique R.; Pereira, Rafael Henrique M.
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
76.32%
Este texto procura analisar os gastos das famílias brasileiras com transporte urbano público e privado com base nas edições de 2003 e 2009 da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Observou-se que em média as famílias brasileiras gastam cerca de 15% da sua renda com transporte urbano. Os gastos com transporte privado são cerca de cinco vezes maiores que os gastos com transporte público, com tendência de crescimento desta diferença. As políticas de estímulo ao transporte individual, aliadas ao crescimento de renda, estão levando as famílias de todos os estratos de renda a elevar suas despesas com transporte individual, intensificando seu uso no dia a dia com fortes impactos sobre as condições de mobilidade da população. À medida que a renda aumenta, maior ainda é a propensão a se gastar com veículos privados. Dessa forma, principalmente nos períodos de forte expansão de renda, torna-se importante a adoção de políticas voltadas para o uso racional do transporte individual, que restrinjam a circulação, mas não a aquisição de veículos, como a cobrança mais realística pelo uso do espaço urbano. Também são necessárias políticas de valorização e melhoria da qualidade dos sistemas de transporte público...

Novas evidências empíricas sobre a dinâmica trimestral do consumo agregado das famílias brasileiras no período 1995-2009; Texto para Discussão (TD) 1614: Novas evidências empíricas sobre a dinâmica trimestral do consumo agregado das famílias brasileiras no período 1995-2009

Schettini, Bernardo Patta; Santos, Cláudio Hamilton Matos dos; Amitrano, Cláudio Roberto; Squeff, Gabriel Coelho; Ribeiro, Márcio Bruno; Gouvêa, Raphael Rocha; Orair, Rodrigo Octávio; Martinez, Thiago Sevilhano
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
66.09%
Este trabalho apresenta especificações econométricas inéditas para o consumo agregado das famílias brasileiras em níveis trimestrais no período 1995-2009. Argumenta-se, em particular, que a utilização de aproximações trimestrais da renda disponível do setor privado (a preços de 1995 encadeados) do crédito disponibilizado às famílias brasileiras (em porcentagem do PIB) e (de uma proxy) da taxa de juros real da economia como variáveis explicativas da dinâmica trimestral do consumo agregado destas famílias gera modelos bem ajustados "dentro da amostra" e com precisão de mais de 99% por trimestre em quatro trimestres "fora da amostra". Tais modelos sugerem, ainda, uma elasticidade-renda - privada, excluindo rendas líquidas de propriedade - próxima de 0,4 e semielasticidades *- crédito e taxa de juros - da ordem de 2% e -2% para o consumo agregado das famílias brasileiras.; 48 p. : il

Dimensões do acesso a medicamentos no Brasil: perfil e desigualdades dos gastos das famílias, segundo as pesquisas de orçamentos familiares 2002-2003 e 2008-2009; Texto para Discussão (TD) 1839: Dimensões do acesso a medicamentos no Brasil: perfil e desigualdades dos gastos das famílias, segundo as pesquisas de orçamentos familiares 2002-2003 e 2008-2009; Dimensions of access to medicines in Brazil: profile and inequalities of household spending, according to surveys of family budgets 2002-2003 and 2008-2009

Garcia, Leila Posenato; Magalhães, Luís Carlos Garcia de; Sant’Anna, Ana Cláudia; Freitas, Lúcia Rolim Santana de; Aurea, Adriana Pacheco
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
76.5%
O acesso a medicamentos no Brasil pode ser estudado por meio de diferentes recortes analíticos. Um desses recortes é o gasto das famílias com medicamentos, cujo peso em relação à renda das famílias brasileiras é amplamente conhecido. Este estudo tem como objetivo descrever os gastos das famílias brasileiras com medicamentos e analisar as desigualdades socioeconômicas expressas nesses gastos. O estudo inova em relação aos pregressos, uma vez que descreve os gastos segundo categorias de medicamentos e apresenta uma análise de desigualdades nos gastos incorporando não apenas o aspecto da renda mas, também, a percepção das condições de vida referidas pelas famílias. Foram utilizados os microdados das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POFs) realizadas em 2002-2003 e 2008-2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O gasto com medicamentos foi o principal componente do gasto com saúde das famílias brasileiras. No período estudado, houve variação positiva de 10% no valor absoluto do gasto com medicamentos. Segundo a POF 2008-2009, o gasto médio foi R$ 59,02. Cerca de 77% das famílias tiveram registro de gasto com medicamentos durante o período de referência para coleta de dados...

Recebimento e dispêndio das famílias brasileiras: evidências recentes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) - 1995/1996; Texto para Discussão (TD) 614: Recebimento e dispêndio das famílias brasileiras: evidências recentes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) - 1995/1996; Receipt and expenditure of Brazilian families: recent evidence from the Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) - 1995-1996

Castro, Paulo Furtado de; Magalhães, Luis Carlos G. de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
86.47%
O trabalho analisa os resultados preliminares da Pesquisa de Orçamentos familiares de 1995/1996 – Primeiros Resultados, em comparação com os dados da POF 1987/1988. Observações iniciais sobre a evolução dos recebimentos e gastos das famílias indicam que, para o total das áreas da pesquisa, tanto a renda mensal familiar média per capita quanto a mediana cresceram ligeiramente, em termos reais, entre 1987 e 1996. A renda per capita para o total das famílias dos grandes centros urbanos evoluiu, no período, 4,7%, e ultrapassou o crescimento do PIB per capita. Por sua vez, a despesa mensal média familiar per capita decresceu cerca de 3,5%, e situou-se em torno de 3,25 salários mínimos, em 1996. A participação das despesas correntes no total de gastos das famílias, para o total das áreas, apresentou tendência de queda, ao longo do período, devido basicamente à redução dos gastos com consumo. Quando se analisam os dispêndios com consumo, houve uma tendência geral à queda com as despesas com alimentação e vestuário, e aumento dos gastos com aluguel, transporte urbano, assistência à saúde e educação. Essa tendência, contudo, foi menos pronunciada entre 1987 e 1996, do que entre a Pesquisa Estudo Nacional da Despesa Familiar (ENDEF) 1974/1975 e a POF 1987/1988. Por outro lado...

Gasto e consumo das famílias brasileiras contemporâneas

Silveira, Fernando Gaiger (Organizador); Servo, Luciana Mendes (Organizadora); Menezes, Tatiane (Organizadora); Piola, Sérgio Francisco (Organizador)
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Livros
PT-BR
Relevância na Pesquisa
66.23%
Apresenta descrição da distribuição dos gastos das famílias por faixa de renda, regiões e ao longo do tempo. Compreende trabalhos que, a partir de diferentes metodologias, estimam sistemas de demanda ou simplesmente calculam as elasticidades para os bens de consumo. Analisa como as variações no preço dos produtos e na renda das famílias brasileiras têm impacto sobre seus hábitos de consumo. Discute a interferência regional e as características socioeconômicas na sensibilidade das alterações do padrão de gastos familiares. Tem por base pesquisas domiciliares, como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).; 2 v. : il.

Gastos das famílias das regiões metropolitanas brasileiras com transporte urbano; Comunicados do Ipea 154 : Gastos das famílias das regiões metropolitanas brasileiras com transporte urbano

Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur); Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Assessoria Técnica da Presidência (Astec)
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Comunicados do Ipea
PT-BR
Relevância na Pesquisa
56.38%
A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) é realizada periodicamente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com o objetivo principal de conhecer a estrutura de gastos e rendimento das famílias brasileiras, permitindo aferir os pesos dos componentes de despesas nos índices de inflação no país. Como resultado do trabalho, o IBGE disponibiliza uma base de dados amostral representativa do perfil desses gastos familiares, tornando-se, assim, uma fonte importante para se compreender o padrão de consumo de bens e serviços da população brasileira, em especial as despesas realizadas com transporte urbano. A POF 2009 utilizou uma amostra de 55.970 domicílios em todo o território nacional e seguiu a mesma estrutura da POF anterior (2003), permitindo análises comparativas e agregação de resultados por regiões, estados e 9 regiões metropolitanas (RM's) — São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza, Salvador e Belém — nacionais originalmente definidas na Lei Complementar nº 14/1973. A data de referência considerada para atualização dos valores monetários foi 15 de janeiro em ambas as POF's consideradas neste trabalho. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é apresentar o perfil de gasto das famílias brasileiras residentes nas nove RM's nacionais com deslocamentos urbanos ou metropolitanos. Para se atingir esse objetivo...

Elasticidade-renda dos gastos das famílias metropolitanas brasileiras com transporte urbano e aquisição de veículos privados; Texto para Discussão (TD) 1947: Elasticidade-renda dos gastos das famílias metropolitanas brasileiras com transporte urbano e aquisição de veículos privados; Income elasticity of spending on urban transport of Brazilian metropolitan families and acquisition of private vehicles

Carvalho, Carlos Henrique Ribeiro de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
PT-BR
Relevância na Pesquisa
66.33%
Este trabalho mostra como a população tem maior propensão a gastar com transporte privado em relação ao transporte público, à medida que a renda vai aumentando. Esta análise é feita a partir dos cálculos das elasticidades-renda dos gastos com trans¬porte público e privado das famílias brasileiras, com base nos dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Maiores elasticidades-renda nos gastos com transporte privado indicam maiores problemas na gestão de trânsito e transporte para os grandes centros urbanos, em períodos de expansão de renda como o que o Brasil está experimentando nos últimos anos. Os resultados mos¬tram também que, a partir de um determinado nível de renda, os gastos com transporte público apresentam elasticidade negativa, o que demonstra a total falta de atratividade destes serviços perante as famílias mais ricas. Com vistas à melhoria das condições de mobilidade e redução das externalidades, o texto discute algumas políticas públicas que deveriam ser adotadas para tornar o transporte público mais atrativo em relação ao transporte individual e, assim, equilibrar a matriz modal de deslocamentos urbanos.; 23 p. : il.

Avaliando resultados de um programa de transferência de renda: o impacto do Bolsa-Escola sobre os gastos das famílias brasileiras

Resende, Anne Caroline Costa; Oliveira, Ana Maria Hermeto Camilo de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2008 POR
Relevância na Pesquisa
66.25%
The aim of this work is to analyze the effects of cash transfers of public programs on household’s expenditures and their components, taking the Brazilian program Bolsa-Escola as a representative example. It is used a non experimental method called propensity score matching, with microdata from the Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2002-2003. Further, a sensitivity analysis is carried to certify that the propensity score model is well specified and still works in the presence of unobservable variables. Results suggest a positive effect of cash transfers on the poor beneficiary household’s consumption. The fact that household’s expenditures are concentrated on education, hygiene products, clothing and general food instead of drinks, cigarettes and durable goods means that, at some level, the money transferred is being efficiently spent. Hence, the increased consumption of the observed households enhances their welfare, which means an immediate relief from poverty conditions.; Este trabalho tem como objetivo analisar os efeitos de programas de transferências monetárias sobre os gastos totais bem como sobre seus componentes para as famílias beneficiárias no Brasil, através do programa Bolsa-Escola. Para se alcançar tal objetivo é adotado um método não- experimental conhecido como pareamento baseado no escore de propensão (propensity score matching)...

Impacts of changing consumption pattern on employment by occupation and level of qualification: application of a multisectoral model for Brazil; Impactos da alteração de perfil do consumo das famílias sobre o emprego por ocupação e nível de qualificação: Aplicação de um modelo multissetorial para o Brasil

Fochezatto, Adelar; Silva, Carlos Eduardo Lobo e
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de RP Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de RP
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2015 POR
Relevância na Pesquisa
86.17%
This paper analyzes the effects on the labor market coming from the change of consumption pattern in Brazil observed during the last decade. More specifically, the paper has two objectives: a) identifying the structural changes of the final demand; and b) measuring the effects of the final-demand structural changes on the number of jobs by economic sectors, occupation, and qualification. To reach those objectives, a multisectoral model was used in this article. The main result shows the finaldemand structural changes boost the demand for unskilled workers.; Este trabalho analisa os efeitos da alteração do perfil do consumo das famílias, verificada nos últimos anos sobre o mercado de trabalho. Mais especificamente, tem como objetivo: a) verificar as mudanças ocorridas na estrutura da demanda final; e b) dimensionar os efeitos das mudanças na estrutura da demanda final sobre o emprego por atividade econômica, ocupação e qualificação. Para atingir os objetivos, utiliza-se um modelo multissetorial. Os resultados mostram que o crescimento e alteração do padrão dos gastos das famílias impulsionam especialmente a demanda pelo trabalho não qualificado.

Gastos das famílias brasileiras com medicamentos segundo a renda familiar: análise da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2002-2003 e de 2008-2009

Garcia,Leila Posenato; Sant'Anna,Ana Cláudia; Magalhães,Luís Carlos Garcia de; Freitas,Lúcia Rolim Santana de; Aurea,Adriana Pacheco
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
Relevância na Pesquisa
66.39%
O estudo teve como objetivos investigar os gastos das famílias brasileiras com medicamentos e as desigualdades de renda nestes gastos, segundo categorias de medicamentos. Trata-se de estudo transversal realizado com dados das Pesquisas de Orçamentos Familiares (POF) realizadas em 2002-2003 e 2008-2009. Os valores foram corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O Índice de Concentração (IC) foi calculado como medida de desigualdade. O gasto médio com medicamentos para o total das famílias correspondeu a R$ 53,54 na POF 20022003 e R$ 59,02 na POF 2008-2009. Os IC revelaram concentração dos gastos entre as famílias de maior renda. A composição destes gastos é diferente conforme a renda das famílias. Entre as de menor renda predominam os gastos com analgésicos, antigripais e anti-inflamatórios. Entre as de maior renda predominam os gastos com medicamentos para diabetes, hipertensão e doenças do coração. Para as famílias de menor renda, apesar da redução do peso do gasto com medicamentos sobre sua renda, este ainda é o principal componente dos gastos com saúde.

Os gastos das famílias com saúde

Silveira,Fernando Gaiger; Osório,Rafael Guerreiro; Piola,Sérgio Francisco
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
Relevância na Pesquisa
76.4%
O artigo discute as principais características dos gastos das famílias brasileiras com saúde, a partir de duas fontes distintas: a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Mostra-se a importância do gasto com saúde em relação aos outros grupos de despesas, e se procede à estimativa do montante destes gastos. No artigo, apontam-se as duas principais categorias do gasto das famílias com saúde: os medicamentos e as mensalidades de planos ou seguros de saúde. As famílias das pessoas que estão entre os 30% mais ricos são as responsáveis pela maior parte dos gastos totais. Nas famílias das pessoas que pertencem aos 90% mais pobres da população, a maior parte dos dispêndios com saúde se dirige à compra de medicamentos. Quanto mais pobres são as famílias consideradas, maior é o peso, entendido como porcentagem da renda familiar, representado pelos gastos com medicamentos, planos e com saúde em geral.