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Ganho de peso excessivo na gestação é fator de risco para o excesso de peso em mulheres

Nast,Martha; Oliveira,Andressa de; Rauber,Fernanda; Vitolo,Márcia Regina
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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116.16%
OBJETIVO: Avaliar a retenção de peso 12 meses após o parto e seus fatores associados entre mulheres que realizaram o pré-natal em Unidades de Saúde da cidade de Porto Alegre. MÉTODOS: Gestantes no terceiro trimestre gestacional foram identificadas em 20 Unidades de Saúde, e dados socioeconômicos, demográficos e antropométricos foram coletados. Seis e 12 meses após o parto, realizou-se visita domiciliar às mulheres participantes para obtenção das medidas antropométricas. O ganho de peso gestacional foi avaliado considerando-se o índice de massa corporal (IMC) pré-gestacional. A retenção de peso foi obtida pela subtração do peso pré-gestacional, e o peso aferido 6 e 12 meses após o parto. Para análise dos dados, utilizou-se o Teste de McNemar, a ANOVA com as comparações múltiplas de Bonferroni e a regressão linear múltipla. RESULTADOS: Das 715 gestantes entrevistadas, 545 foram avaliadas 12 meses após o parto. A prevalência de excesso de peso 12 meses após o parto foi superior comparado ao período pré-gestacional (52,9 versus 36,7%) e 30,7% das mulhere retiveram ≥10 kg. A retenção de peso 12 meses após o parto foi superior nas mulheres que apresentavam sobrepeso pré-gestacional (9,9±7,7 kg) em comparação àquelas eutróficas (7...

Exercício físico no ganho de peso e resultados perinatais em gestantes com sobrepeso e obesidade: uma revisão sistemática de ensaios clínicos

Nascimento,Simony Lira do; Surita,Fernanda Garanhani de Castro; Parpinelli,Mary Ângela; Cecatti,José Guilherme
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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Esta revisão objetivou avaliar os efeitos do exercício físico no ganho de peso e nos resultados perinatais de gestantes com sobrepeso e obesidade, através de revisão sistemática da literatura em bases de dados específicas: MEDLINE/PubMed, EMBASE, SciELO e LILACS. Foram incluídos dez ensaios clínicos que avaliaram a efetividade do exercício combinado ou não com dieta no controle do ganho de peso gestacional. Três estudos são randomizados e a qualidade metodológica foi avaliada através do CONSORT 2010 Checklist, porém nenhum deles cumpriu todos os critérios. Quatro estudos obtiveram diferença quanto ao ganho de peso entre os grupos. A maioria dos estudos (60%) não demonstrou diferença quanto aos resultados perinatais (via de parto, idade gestacional ao nascer, peso do recém-nascido). Poucos estudos confirmam o efeito positivo do exercício no controle do ganho de peso gestacional, necessitando mais pesquisas neste sentido. O exercício em intensidade leve a moderada parece não ser determinante nos resultados perinatais, sendo uma prática segura para gestantes com sobrepeso e obesidade.

Condicionamento físico aeróbio moderado promove redução no rápido ganho de peso de ratos adultos desnutridos nos períodos de gestação e lactação

Araújo,Tâmara Nunes de; Queiroz,Lícia Vasconcelos Carvalho de; Lira,Kamilla Dinah Santos de; Franca,Tiago José Bezerra de Mello; Moraes,Silvia Regina Arruda de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 PT
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OBJETIVO: Foram avaliados os efeitos do condicionamento físico aeróbio moderado sobre o peso corporal e o ganho de peso de animais submetidos à desnutrição na gestação e lactação e alimentados com dieta normoprotéica após o desmame. MÉTODOS: Ratos machos Wistar foram gerados e amamentados por nutrizes alimentadas com dieta normoprotéica (caseína 17%) e dieta hipoprotéica (caseína 8%), formando os grupos Nutridos (n=18) e Desnutridos (n=17) inicialmente e, após o desmame, foram alimentados com dieta normoprotéica padrão do biotério (Labina®, Purina). Aos 60 dias de vida, os animais foram subdivididos em quatro grupos: Nutrido Sedentário (n=9), Nutrido Condicionado (n=7), Desnutrido na Gestação e Lactação Sedentário (n=8) e Desnutrido na Gestação e Lactação Condicionado (n=9). O condicionamento físico aeróbio moderado foi realizado em esteira elétrica durante 8 semanas, 5 dias/ semana, 60min/dia e os animais sofreram eutanásia após o término do protocolo. Realizaram-se as análises do peso corporal (g) e do ganho de peso corporal (%). RESULTADOS: Observou-se menor peso corporal nos grupos Desnutrido na Gestação e Lactação Sedentário (247,00: 134,00 - 335,00) e Desnutrido na Gestação e Lactação Condicionado (245...

Ganho de peso, eficiência alimentar e características da carcaça de novilhos de origem leiteira

Rocha,Evandro de Oliveira; Fontes,Carlos Augusto de Alencar; Paulino,Mário Fonseca; Ladeira,Márcio Machado
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1999 PT
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O objetivo deste trabalho foi avaliar o ganho de peso, a eficiência alimentar e as características da carcaça de novilhos de origem leiteira. Dezesseis novilhos de origem leiteira, com idade e peso vivo iniciais médios de 20 meses e 202,0 kg, foram usados. Os animais foram divididos em quatro grupos: um grupo de animais foi abatido no início do experimento (AI) e três receberam alimentação ad libitum (AL-1, AL-2 e AL-3), sendo abatidos ao atingirem os pesos vivos individuais de 250,0; 300,0; e 350,0 kg, respectivamente. A ração continha proporção volumoso:concentrado de 1:1 na matéria seca, com 12,48% de proteína bruta. Consumo de matéria seca por kg de ganho de peso vivo aumentou à medida que o peso vivo se elevou, de 250,0 para 350,0 kg. Não houve diferença no ganho de peso vivo entre os grupos AL-1, AL-2 e AL-3 (respectivamente, 1,26; 1,14; e 1,01 kg/dia). Não houve diferença também entre os três grupos, quanto às proporções dos tecidos muscular e adiposo e ossos na carcaça. Houve tendência de queda da porcentagem de ossos, com o aumento do peso do animal. Diferenças não foram observadas entre os grupos de rendimentos de carcaça e dos seus cortes primários. Equações lineares que permitiram boas estimativas do peso corporal vazio...

Efeito do teor protéico do concentrado no consumo de cana-de-açúcar com uréia e ganho de peso de novilhas em crescimento

Rodrigues,Armando de Andrade; Barbosa,Pedro Franklin
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1999 PT
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O efeito de diferentes suplementos protéicos no consumo de cana-de-açúcar com uréia foi avaliado em novilhas mestiças de Holandês-Zebu, durante a estação seca. Dezoito novilhas com peso médio inicial de 288 kg e idade variando entre 15 e 22 meses foram suplementadas com farelo de soja ou com concentrado contendo 28,7% de proteína bruta. A quantidade de suplemento oferecida foi de 1,0 kg/animal·dia. A cana-de-açúcar com uréia foi fornecida à vontade. As médias dos consumos diários de matéria seca e fibra em detergente neutro de cana-de-açúcar com uréia, em porcentagem do peso vivo, foram 2,33 e 2,43 e 1,19 e 1,23, respectivamente, para os animais suplementados com farelo de soja ou concentrado contendo 28,7% de proteína bruta. Os suplementos protéicos não influíram no consumo de matéria seca e fibra em detergente neutro da cana-de-açúcar com uréia. Não houve diferença no ganho de peso entre os tratamentos. As médias de ganho de peso foram 0,39+0,04 e 0,36+0,04 kg/animal·dia, respectivamente, para os animais suplementados com farelo de soja ou com concentrado contendo 28,7% de proteína bruta.

composição corporal e exigências de energia e proteína para ganho de peso de bovinos de quatro raças Zebuínas

Paulino,Mário Fonseca; Fontes,Carlos Augusto de Alencar; Jorge,André Mendes; Gomes Júnior,Paulo
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 PT
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116.11%
A composição corporal e as exigências de energia e proteína para ganho de peso de bovinos de quatro raças zebuínas (Gir, Guzerá, Mocho-Tabapuã e Nelore) foram estimadas com 63 animais não-castrados, com idade média de 24 meses e peso vivo inicial de 366 kg. Dezesseis animais das raças Gir, Guzerá e Mocho-Tabapuã e 15 da raça Nelore. Quinze animais, quatro das raças Gir, Guzerá e Mocho-Tabapuã e três da raça Nelore, foram abatidos no início do estudo e os demais, distribuídos em três grupos, com três animais de cada raça e alimentados individualmente, ad libitum, com ração contendo 50% de concentrado (%MS), até atingirem peso vivo de abate de 405, 450 e 500 kg, respectivamente. Regressão do logaritmo do conteúdo corporal de energia, gordura e proteína, em função do logaritmo do corpo vazio (PCVZ), foi ajustada, possibilitando estimar a composição corporal total dos constituintes para qualquer PCVZ dentro do intervalo incluido na pesquisa (250 a 450 kg). Pela derivação das equações, a composição do ganho de PCVZ foi obtida. Os animais das quatro raças não diferiram quanto à composição corporal de gordura, proteína e energia. As exigências de proteína e energia líquidas para ganho de peso obtidas foram semelhantes às adotadas pelo NRC (1996) e as de energia metabolizável...

Estimativas do Consumo e do Ganho de Peso de Bovinos, em Condições Brasileiras

Cappelle,Edilson Rezende; Valadares Filho,Sebastião de Campos; Silva,José Fernando Coelho da; Cecon,Paulo Roberto
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 PT
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116.15%
Avaliou-se a predição do consumo de matéria seca e do ganho de peso diário de bovinos feita pelo Cornell Net Carbohydrate and Protein System (CNCPS) para as condições brasileiras. Foram utilizadas, neste trabalho, como fonte de dados, algumas teses defendidas no Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa, que continham resultados referentes ao consumo e ganho de peso dos animais. Os dados disponíveis foram testados pelo CNCPS para comparar os consumos e os ganhos de peso observados e estimados. Os consumos observados variaram muito entre as categorias animais e foram sempre subestimados pelo CNCPS. As melhores predições de consumo foram para os novilhos abatidos aos 405 kg e 500 kg de peso vivo (PV), com maior porcentagem de concentrado na dieta. A equação de regressão Y OBS = 2,27107 + 0,96747 X CNCPS (r²=0,92; P<0,01) apresentou inclinação semelhante à da reta ideal (Y=X), podendo ser utilizada para estimar os consumos a partir de valores preditos pelo CNCPS. Os ganhos observados, quando comparados com os ganhos permitidos pelo CNCPS, apresentaram grandes variações, sendo as melhores predições de ganho de peso obtidas para novilhos abatidos com 450 e 500 kg de PV, alimentados com rações contendo volumoso e concentrado em proporções iguais...

Peso à cobrição e ganho de peso durante a gestação de cabras nativas, exóticas e mestiças no semi-árido

Medeiros,Geovergue Rodrigues de; Pimenta Filho,Edgard Cavalcanti; Sousa,Wandrick Hauss de; Brito,Evaneusa Alves de
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
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116.15%
Avaliaram-se os efeitos de mês, ano, ordem de parto e tipo de parto sobre o peso à cobrição (PC) e o ganho de peso durante a gestação (GP), respectivamente, de 753 e 527 cabras nativas Canindés, 463 e 333 cabras exóticas Anglo-nubianas, 374 e 296 Alpinas, 151 e 87 de mestiças ½ Alpina (A) ½ Sem Raça Definida (SRD), 92 e 73 ¾ Alpina (A) ¼ SRD, criadas na Estação Experimental de Pendência - EMEPA-PB, Soledade-PB, na microrregião semi-árida da Paraíba, em regime semi-intensivo, no período de 1980 a 1994. O mês foi significativo sobre os pesos à cobrição das matrizes Canindés, Anglo-nubianas, ½ A ½ SRD e ¾ A ¼ SRD. O ano influenciou o PC de todos os grupos genéticos. O efeito do ano sobre o GP foi significativo para as cabras Canindés, Anglo-nubianas, ½ A ½ SRD e Alpinas. O peso à cobrição elevou-se com o aumento da ordem de parto e o GP foi mais evidente entre as cabras de primeiro parto. O tipo de parto foi significativo sobre o GP das matrizes nubianas, ¾ A ¼ SRD e Alpina, que tiveram maiores ganhos quando pariram apenas um cabrito. A raça influenciou o PC e o GP de todas as matrizes. A raça nativa foi a mais leve e com o melhor ganho de peso; as exóticas, as mais pesadas e com GP inferiores aos da raça Canindé e da mestiça ½ A ½ SRD; e a mestiça ¾ A ¼ SRD...

Efeitos da taxa de ganho de peso pré-desmama de bezerras de corte e do nível nutricional pós-parto, quando vacas, sobre a produção e composição do leite e o desempenho de bezerros

Restle,João; Pacheco,Paulo Santana; Padua,João Teodoro; Moletta,José Luiz; Rocha,Marta Gomes da; Silva,José Henrique Souza da; Freitas,Aline Kellermann de
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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116.18%
Foi estudada a taxa de ganho de peso de bezerras de corte na fase de aleitamento, do nascimento aos sete meses, e seu reflexo sobre o desempenho posterior, enquanto vacas. As taxas de ganho de peso avaliadas quando bezerras, durante o período pré-desmame, foram: baixa (menor que 350 g/dia) e moderada (maior que 350 g/dia). Quando vacas e após o parto, foram mantidas com seus bezerros até o desmame, em pastagem nativa (PN) ou pastagem cultivada (PC). As vacas, quando bezerras, foram pesadas ao nascer e aos sete meses de idade (desmame) e, quando vacas, foram pesadas, com seus bezerros nas primeiras 24 horas pós-parto; aos 14, 42, 70, 98, 126, 154, 182 dias; e ao desmame, que ocorreu com idade média dos bezerros de 228 dias. As avaliações da produção de leite e a coleta de amostras para avaliação da composição do leite foram realizadas nas mesmas datas das pesagens, com exceção do nascimento. Taxas de ganho de peso inferiores a 350 g/dia até os sete meses de idade não foram prejudiciais ao futuro peso das bezerras, em razão da compensação no peso que apresentaram na fase pós-desmama. Bezerras com taxas de ganho de peso menores que 350 g/dia até os sete meses de idade, enquanto vacas produziram maiores quantidades de leite (4...

A inconveniência do uso do ganho de peso diário nos programas de seleção em bovinos de corte.

FREITAS, A. R. de; SILVA, L. O. C. da; MACHADO, C. H. C.; EUCLIDES FILHO, K.; JOSAHKIAN, L. A.; MASCIOLI, A. dos S.; ALENCAR, M. M. de.
Fonte: In: RESUMOS DOS TRABALHOS APRESENTADOS NA CONVENÇÃO NACIONAL DE CANCHIM, 4., 2000, São Carlos, SP. Anais...São Carlos : Embrapa Pecuária Sudeste/São Paulo : ABCCAN 2000. p.26. Publicador: In: RESUMOS DOS TRABALHOS APRESENTADOS NA CONVENÇÃO NACIONAL DE CANCHIM, 4., 2000, São Carlos, SP. Anais...São Carlos : Embrapa Pecuária Sudeste/São Paulo : ABCCAN 2000. p.26.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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O ganho de peso diário, principalmente da desmama aos doze meses, é geralmente utilizado nos programas de melhoramento genético de bovinos de corte. Entretanto, as análises de dados do desenvolvimento ponderal de bovinos da raça Canchim, oriundos da Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos, SP e de zebuínos das raças Nelore, Tabapuã, Gir, Indubrasil e Guzerá, controlados pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), mostraram que esta característica deve ser usada com cautela pelos melhoristas. Alguns resultados evidenciam essa preocupação: a) na análise de dados do peso à desmama e aos doze meses de idade de animais Canchim e do ganho de peso diário entre essas idades, a combinação dessas três características por meio de índice mostrou que o peso aos doze meses foi o mais importante para a seleção dos animais, seguido do peso à desmama, sendo que o ganho diário foi a característica que menos contribuiu; b) na análise de dados de nove pesagens, do nascimento até os 24 meses de idade das raças zebuínas citadas, correspondendo a 680.464 animais, aproximadamente 10 a 15% dos valores do ganho diário, da desmama aos doze meses, para todas as pesagens, foram negativos, resultados que induzem a erros...

Importância do tempo de amamentação e do consumo total de leite sobre o ganho de peso de bezerros de corte.

ALENCAR, M. M. de; TULLIO, R. R.; CRUZ, G. M. da; CORREA, L. de A.
Fonte: In: ENCONTRO ANUAL DE ETOLOGIA, 11., 1993, Bauru, SP. Anais... Bauru : CBE, 1993. p.250. Publicador: In: ENCONTRO ANUAL DE ETOLOGIA, 11., 1993, Bauru, SP. Anais... Bauru : CBE, 1993. p.250.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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Avaliação da importância do tempo total de amamentação e do consumo total de leite sobre o ganho de peso diário medio do nascimento a desmama de 14 bezerros da raça Canchim e 13 bezerros cruzados 1/2 Canchim + 1/2 Nelore.; 1993; Resumo.

Repetibilidade dos pesos e ganho de peso do nascimento a desmama de bezerros da raça Nelore.

ALENCAR, M. M. de; OLIVEIRA, J. A. L.; FERRAZ FILHO, P. B.; BRULE, A. O.; SOUZA, J. C.
Fonte: In: REUNIAO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 29., 1992, Lavras, MG. Anais... Lavras : SBZ, 1992. p.91. Publicador: In: REUNIAO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 29., 1992, Lavras, MG. Anais... Lavras : SBZ, 1992. p.91.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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Repetibilidade do ganho de peso ao nascimento e a desmama.; 1992; Resumo.

Fatores associados ao ganho de peso neonatal em prematuros de muito baixo peso ao nascer

Valois, Amanda Alves; Silva, Gisélia Alves Pontes da (Orientadora); Braga, Taciana Duque de Almeida (Coorientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Crianças com muito baixo peso ao nascer tendem a desenvolver rápido ganho de peso precoce que, por sua vez, apresenta relação com a intervenção nutricional neste período. O objetivo deste estudo foi descrever o ganho de peso neonatal em prematuros de muito baixo peso ao nascer (MBPN), considerando a adequação do peso para a idade gestacional, e analisar a associação da alimentação e morbidades perinatais com o rápido ganho ponderal. O estudo foi do tipo coorte prospectivo com 160 prematuros com MBPN, utilizando dados de um ensaio clínico sobre a eficácia de probióticos na ocorrência de enterocolite necrosante. Dos recém-nascidos pesquisados, 114 eram adequados para a idade gestacional (AIGs) e 46 eram pequenos para a idade gestacional (PIGs). O rápido ganho do peso foi mais frequente entre os PIG (23,6% - p=0,01), quando comparados com os AIG (8,7%), apresentando um RR 2,73 [1,24-5,98]. As crianças em uso de fórmula apresentaram um maior percentual de rápido ganho de peso (p = 0,03). Em contrapartida,verificou-se uma relação negativa entre o tempo de uso do leite materno e o rápido ganho ponderal (p < 0,001). As morbidades perinatais foram semelhantes, em ambos os grupos. Recém-nascidos PIG tiveram duas vezes mais risco de apresentar um rápido ganho de peso neonatal...

Estado nutricional materno, ganho de peso gestacional e peso ao nascer

Melo,Adriana Suely de Oliveira; Assunção,Paula Lisiane; Gondim,Sheila Sherezaide Rocha; Carvalho,Danielle Franklin de; Amorim,Melania Maria Ramos; Benicio,Maria Helena D'Aquino; Cardoso,Maria Aparecida Alves
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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116.13%
INTRODUÇÃO: Tanto o estado nutricional materno como o ganho de peso gestacional vem sendo estudado em relação ao papel determinante que desempenham sobre o crescimento fetal e o peso ao nascer. O peso inadequado ao nascer é uma das grandes preocupações da saúde pública devido ao aumento da morbimortalidade no primeiro ano de vida e ao maior risco de desenvolver doenças na vida adulta, tais como a síndrome metabólica, nos casos de baixo peso, e diabetes e obesidade, nos casos de macrossomia. O objetivo deste trabalho foi descrever uma coorte de gestantes, classificando-as de acordo com o estado nutricional inicial, o ganho ponderal gestacional, a resistência nas artérias uterinas e o peso dos recém-nascidos. MÉTODOS: foi acompanhada, a cada quatro semanas gestacionais, uma coorte de 115 gestantes atendidas pelo Programa de Saúde da Família do município de Campina Grande, PB. O estado nutricional inicial foi determinado através do índice de massa corporal (kg/m²) para a idade gestacional, e as gestantes classificadas de acordo com os critérios de Atalah. Na 20ª semana, foi estudada a resistência das artérias uterinas, através da dopplervelocimetria. RESULTADOS: o estado nutricional inicial mostrou uma alta prevalência de sobrepeso e obesidade (27%)...

Velocidade de ganho de peso nos primeiros anos de vida e excesso de peso entre 5-11 anos de idade, Salvador, Bahia, Brasil

Matos,Sheila Maria Alvim de; Jesus,Sandra Rego de; Saldiva,Silvia Regina D. M.; Prado,Matildes da Silva; D'Innocenzo,Silvana; Assis,Ana Marlúcia Oliveira; Rodrigues,Laura C.; Barreto,Maurício Lima
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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Crianças com sobrepeso estão mais propensas a se tornarem adultos com sobrepeso ou obesos, sendo a prevenção mais eficaz a intervenção em fases precoces da vida. Analisou-se a associação entre ganho de peso nos primeiros anos de vida e sobrepeso/obesidade em 1.056 crianças menores de 11 anos de idade. Foram coletadas informações relacionadas ao estilo de vida, saneamento, condições socioeconômicas, peso ao nascer e aleitamento materno. O ganho de peso do nascimento até diferentes intervalos (até 12 meses, > 12 a 18, > 18 a 24, e > 24 a 60 meses) foi considerado de forma contínua em escores-z. Foi considerado excesso de peso o índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a +1 escore-z, usando referências da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2006 e 2007. Adotou-se a regressão linear e Poisson multivariada. A velocidade do ganho ponderal mostrou-se associada ao IMC, observando-se duas vezes mais sobrepeso/obesidade a cada incremento de uma unidade no desvio-padrão da velocidade do ganho ponderal para o intervalo de 24 e 60 meses (RR = 2,08; IC95%: 1,87-2,32). Encontrou-se associação entre o rápido ganho de peso em todos os intervalos de idade e a ocorrência de sobrepeso/obesidade anos mais tarde.

Influência da temperatura e do fluxo de ar sobre o consumo de ração e ganho de peso em ratos Wistar (Rattus norvegicus) mantidos em sistema microambiental; Influence of temperature and air flow in the food intake and weigth gain in Wistar rats (Rattus norvegicus) kept on microenvironmental system for laboratory animals

Martinewski, Alexandre; Souza, Nívea Lopes de; Merusse, José Luiz Bernardino
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2008 POR
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Ratos wistar foram mantidos individualmente, em gaiolas metabólicas de arame, sem abrigo, em sistema microambiental, sob fluxo direto de ar a 0,6 m/s, nas temperaturas de 22º, 24º, 26º, 28º e 30º C. O consumo de ração e o ganho de peso foram comparados do final de 5 dias (ANOVA; Tukey-Kramer). No total, sete grupos de 10 animais cada foram comparados. Para a faixa de 22ºC foram utilizados três grupos, sendo um grupo experimental e dois grupos controles. Um deles foi mantido em condições ambientais semelhantes a biotérios convencionais sob ventilação geral diluidora (VGD) - C1. O outro grupo controle (C2) foi mantido no interior do equipamento de ventilação microambiental, porém, sem o direcionamento de ar, simulando a VGD. Os resultados obtidos demonstram claramente que animais mantidos sob ventilação microambiental direta a 26º, 28º e 30ºC apresentam o mesmo ganho de massa corpórea que animais do grupo C1. Os grupos de animais mantidos a 22º e 24ºC, apresentaram menor ganho de massa corpórea quando comparados a C1 (p<0,001 e p<0,01 respectivamente). O ganho de peso de todos os grupos experimentais, quando comparado ao C2, apresenta diferenças estatísticas, exceto o mantido a 30ºC que apresentou índice de ganho de peso equivalente a C2. O consumo de ração de todos os grupos se manteve constante. Somente o grupo E5 apresentou uma redução no consumo de ração quando comparado aos grupos C1 e C2 (p<0...

Escolaridade e padrões de ganho de peso na vida adulta no Brasil: Estudo Pró-Saúde

Fonseca,Maria de Jesus Mendes da; França,Rosana de Figueiredo; Faerstein,Eduardo; Werneck,Guilherme Loureiro; Chor,Dóra
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2012 PT
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Este estudo teve como objetivo investigar a associação entre a escolaridade (considerada como indicador de posição socioeconômica) do respondente e a de seus pais e os padrões de ganho de peso na vida adulta. Foram analisados os dados de 2 582 participantes da linha de base (1999) do Estudo Pró-Saúde, investigação longitudinal de funcionários de uma universidade no Rio de Janeiro, Brasil. Utilizaram-se questionários autoadministrados para investigar os padrões de ganho de peso na vida adulta. Foram estimadas as razões de chance (OR) e seus intervalos de confiança de 95% (IC95%) para a associação entre escolaridade dos pais e do respondente e aumento de peso constante ou cíclico, tendo o peso estável como referência, por meio de modelos de regressão logística multinomial. Para os homens, menor escolaridade do pai representou chance cerca de 55% menor de peso cíclico do que de manter o peso constante (OR = 0,45; IC95% = 0,26 a 0,78), enquanto para as mães a escolaridade menor associou-se à maior chance de peso cíclico, embora sem significância estatística (OR = 1,68; IC95% = 0,94 a 3,00). Não houve associação significativa entre escolaridade do respondente e história de peso entre homens. Entre as mulheres...

Estado nutricional materno, ganho de peso gestacional e peso ao nascer

Melo,Adriana Suely de Oliveira; Assunção,Paula Lisiane; Gondim,Sheila Sherezaide Rocha; Carvalho,Danielle Franklin de; Amorim,Melania Maria Ramos; Benicio,Maria Helena D'Aquino; Cardoso,Maria Aparecida Alves
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 PT
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INTRODUÇÃO: Tanto o estado nutricional materno como o ganho de peso gestacional vem sendo estudado em relação ao papel determinante que desempenham sobre o crescimento fetal e o peso ao nascer. O peso inadequado ao nascer é uma das grandes preocupações da saúde pública devido ao aumento da morbimortalidade no primeiro ano de vida e ao maior risco de desenvolver doenças na vida adulta, tais como a síndrome metabólica, nos casos de baixo peso, e diabetes e obesidade, nos casos de macrossomia. O objetivo deste trabalho foi descrever uma coorte de gestantes, classificando-as de acordo com o estado nutricional inicial, o ganho ponderal gestacional, a resistência nas artérias uterinas e o peso dos recém-nascidos. MÉTODOS: foi acompanhada, a cada quatro semanas gestacionais, uma coorte de 115 gestantes atendidas pelo Programa de Saúde da Família do município de Campina Grande, PB. O estado nutricional inicial foi determinado através do índice de massa corporal (kg/m²) para a idade gestacional, e as gestantes classificadas de acordo com os critérios de Atalah. Na 20ª semana, foi estudada a resistência das artérias uterinas, através da dopplervelocimetria. RESULTADOS: o estado nutricional inicial mostrou uma alta prevalência de sobrepeso e obesidade (27%)...

Exercício físico no ganho de peso e resultados perinatais em gestantes com sobrepeso e obesidade: uma revisão sistemática de ensaios clínicos

Nascimento,Simony Lira do; Surita,Fernanda Garanhani de Castro; Parpinelli,Mary Ângela; Cecatti,José Guilherme
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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Esta revisão objetivou avaliar os efeitos do exercício físico no ganho de peso e nos resultados perinatais de gestantes com sobrepeso e obesidade, através de revisão sistemática da literatura em bases de dados específicas: MEDLINE/PubMed, EMBASE, SciELO e LILACS. Foram incluídos dez ensaios clínicos que avaliaram a efetividade do exercício combinado ou não com dieta no controle do ganho de peso gestacional. Três estudos são randomizados e a qualidade metodológica foi avaliada através do CONSORT 2010 Checklist, porém nenhum deles cumpriu todos os critérios. Quatro estudos obtiveram diferença quanto ao ganho de peso entre os grupos. A maioria dos estudos (60%) não demonstrou diferença quanto aos resultados perinatais (via de parto, idade gestacional ao nascer, peso do recém-nascido). Poucos estudos confirmam o efeito positivo do exercício no controle do ganho de peso gestacional, necessitando mais pesquisas neste sentido. O exercício em intensidade leve a moderada parece não ser determinante nos resultados perinatais, sendo uma prática segura para gestantes com sobrepeso e obesidade.

Velocidade de ganho de peso nos primeiros anos de vida e excesso de peso entre 5-11 anos de idade, Salvador, Bahia, Brasil

Matos,Sheila Maria Alvim de; Jesus,Sandra Rego de; Saldiva,Silvia Regina D. M.; Prado,Matildes da Silva; D'Innocenzo,Silvana; Assis,Ana Marlúcia Oliveira; Rodrigues,Laura C.; Barreto,Maurício Lima
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2011 PT
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Crianças com sobrepeso estão mais propensas a se tornarem adultos com sobrepeso ou obesos, sendo a prevenção mais eficaz a intervenção em fases precoces da vida. Analisou-se a associação entre ganho de peso nos primeiros anos de vida e sobrepeso/obesidade em 1.056 crianças menores de 11 anos de idade. Foram coletadas informações relacionadas ao estilo de vida, saneamento, condições socioeconômicas, peso ao nascer e aleitamento materno. O ganho de peso do nascimento até diferentes intervalos (até 12 meses, > 12 a 18, > 18 a 24, e > 24 a 60 meses) foi considerado de forma contínua em escores-z. Foi considerado excesso de peso o índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a +1 escore-z, usando referências da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2006 e 2007. Adotou-se a regressão linear e Poisson multivariada. A velocidade do ganho ponderal mostrou-se associada ao IMC, observando-se duas vezes mais sobrepeso/obesidade a cada incremento de uma unidade no desvio-padrão da velocidade do ganho ponderal para o intervalo de 24 e 60 meses (RR = 2,08; IC95%: 1,87-2,32). Encontrou-se associação entre o rápido ganho de peso em todos os intervalos de idade e a ocorrência de sobrepeso/obesidade anos mais tarde.