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"Expressão imunoistoquímica da proteína galectina-3 em carcinoma adenóide cístico e adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade de glândulas salivares" ; Galectin-3 immunoprofile in adenoid cystic carcinoma and polymorphous low-grade adenocarcinoma of salivary glands

Ferrazzo, Kivia Linhares
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/07/2006 PT
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O carcinoma adenóide cístico e o adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade são neoplasias malignas das glândulas salivares que apresentam semelhança nos padrões histológicos, porém com comportamento clínico, tratamento e prognóstico completamente diferentes. A galectina-3 é uma proteína multifuncional da família das lectinas que está envolvida em vários fenômenos biológicos como crescimento celular, adesão celular, diferenciação celular e apoptose. Além disso, tem sido estudada como um marcador de invasão tumoral e metástase. O objetivo deste trabalho foi estudar qualitativamente a expressão imunoistoquímica da galectina-3 em 14 casos de carcinoma adenóide cístico (2 do subtipo tubular, 4 do subtipo sólido e 8 do subtipo cribriforme) e em 12 casos de adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade com padrões histológicos variados, incluindo os padrões lobular, tubular e cribriforme. Espécimes de glândula salivar normal foram também incluídos na amostra. Nas glândulas salivares normais houve forte marcação da galectina-3 no núcleo e no citoplasma das células luminais dos ductos. Nos carcinomas adenóides císticos houve uma maior marcação da galectina-3 no subtipo tubular...

"Predição do risco de metástase do carcinoma bem diferenciado da glândula tireóide pela quantificação digital da imunoexpressão da galectina-3 nos compartimentos do tireócito maligno" ; Prediction of metastasis risk in well-differentiated thyroid carcinoma based on digital quantification of galectin-3 immunoexpression in subcellular compartments of the malignant thyrocyte

Stabenow, Elaine
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2006 PT
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INTRODUÇÃO: Os carcinomas papilífero e folicular são neoplasias malignas primárias da glândula tireóide. Em conjunto, recebem o nome de carcinoma bem diferenciado. Determinar o risco individual da ocorrência de metástase nesses casos auxilia na seleção da terapêutica que é atualmente baseada na classificação de acordo com fatores prognósticos, aos quais pode ser associada a pesquisa de marcadores biológicos. Dentre eles, destaca-se a galectina-3, cujas funções exercidas nos compartimentos celulares foram descritas em uma variedade de neoplasias. Entretanto, seu papel no carcinoma tireóideo permanece controverso. Com o intuito de investigar se a galectina-3 pode auxiliar na predição do risco individual da ocorrência de metástase e se está associada aos critérios de malignidade do carcinoma bem diferenciado, a presente pesquisa objetivou verificar as seguintes hipóteses: 1) se há diferença da imunoexpressão da galectina-3 nos compartimentos do tireócito maligno entre os doentes com e sem metástase e se é possível predizer o risco de metástase em função da quantificação digital desse marcador; 2) se há diferença da imunoexpressão da galectina-3 entre o tecido tireóideo maligno e o não neoplásico; conforme a presença de invasão tecidual; e conforme a sobrevivência; 3) se há indício do envolvimento da galectina-3 com apoptose...

Evidência da dualidade funcional de galectina-3 no crescimento de melanoma murino; Evidence for a dual role of galectin-3 in murine melanoma growth

Andrade, Luciana Nogueira de Sousa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/04/2007 PT
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Tumores são definidos como microambientes compostos não só pelas células malignas, mas também por células endoteliais, fibroblastos e leucócitos, que promovem o crescimento tumoral e a angiogênese. Galectina-3, uma proteína que se liga a b- galactosídeos, é abundantemente expressa por monócitos/macrófagos, dentre outros leucócitos. Inúmeras evidências sugerem que galectina-3 atua como uma molécula reguladora da resposta inflamatória. Tendo em vista que o infiltrado inflamatório pode promover a progressão de tumores, o objetivo do presente trabalho foi avaliar se galectina-3, expressa tanto pela célula tumoral como pelas células estromais, modula o crescimento de melanoma. Para tal, células de melanoma murino Tm1 foram transfectadas com o gene de galectina-3. Ambos clones celulares (galectina-3 positivos e negativos) foram injetados na intrafáscia ou no subcutâneo de camundongos (fêmeas) C57BL/6 selvagens e/ou nocautes para o gene de galectina-3 para análise da implantabilidade e crescimento tumoral. Com relação à implantabilidade, não foi observado diferenças no estabelecimento de uma massa tumoral proliferativa em animais selvagens inoculados com células Tm1 transfectadas ou não com o gene de galectina-3 em animais selvagens. Em relação a taxa de crescimento dos tumores...

Mecanismos associados à perda de expressão do gene de galectina-3 em um modelo de progressão de melanoma murino; Mechanisms associated to the loss of galectin-3 gene expression in a model of murine melanoma progression

Teixeira, Veronica Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/04/2007 PT
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Galectina-3 é uma lectina animal que apresenta afinidade por b- galactosídeos e que tem sido associada à progressão tumoral e metástase. A expressão de galectina-3 encontra-se alterada durante a progressão tumoral de diferentes neoplasias. Em tumores como carcinoma de tiróide e bexiga a expressão de galectina-3 encontra-se aumentada, enquanto que em tumores como carcinoma de mama e ovário a expressão desta lectina encontra-se diminuída. Neste trabalho nós utilizamos um modelo de progressão tumoral de melanoma murino para investigar os mecanismos envolvidos na perda de expressão de galectina-3. Este modelo é composto por uma linhagem de melanócitos imortalizados (melan-a) e duas linhagens de melanoma de crescimento vertical (Tm1 e Tm5) estabelecidas após submeter a linhagem melan-a a inúmeros ciclos de de-adesão. Enquanto melan-a acumula grandes quantidades de galectina-3, as linhagens Tm1 e Tm5 deixaram de expressar o gene de galectina-3. Análise da região 5' do gene de galectina-3 demonstrou que esta região apresentava grande conteúdo de dinucleotídeos CpG e vários sítios SP1. O seqüenciamento desta região após tratamento do DNA com bissulfito de sódio mostrou que esta região estava totalmente metilada nas linhagens Tm1 e Tm5 e desmetilada na linhagem melan-a. O tratamento da linhagem Tm1 com 5-Aza-2'-deoxicitidina (5-Aza-CdR)...

A galectina-3 na fisiologia e no câncer de tiróide: identificação de SNPs no gene LGALS3 e estudo funcional de galectina-3 in vitro e in vivo; Galectin-3 in thyroid physiology and cancer: identification of SNPs in the LGALS3 gene and functional study of galectin-3 in vitro and in vivo.

Martins, Luciane
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/04/2008 PT
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Neste estudo, investigamos o envolvimento de galectina-3 na fisiologia e no câncer de tiróide usando vários modelos biológicos e metodologias. Observamos que o gene LGALS3 apresenta um SNP no códon 98, mas não observamos correlação entre os genótipos deste SNP e fenótipo de câncer de tiróide. Na linhagem de tiróide de rato PCCl3, mostramos que a indução da expressão do oncogene RET/PTC promove o aumento da expressão de galectina-3, no entanto, a expressão de galectina-3, por si só, não confere vantagem de proliferação à célula. Por outro lado, na linhagem de carcinoma papilífero de tiróide TPC-1, a galectina-3 contribui para a sobrevivência da célula tumoral e progressão do ciclo celular, aumentando a expressão de c-Myc, diminuindo a expressão de p21 e caspase-3, e favorecendo a ativação de importantes vias envolvidas no controle do ciclo celular. Além disto, em modelos in vivo e in vitro, a galectina-3 interferiu na função e diferenciação da célula folicular tiroidiana, exercendo um papel indireto na regulação da expressão da tireoglobulina e atividade de TTF-1.; In this study, we investigate the involvement of galectin-3 in thyroid physiology and cancer using several biological models and methodologies. We observed that LGALS3 gene presents a SNP in codon 98...

Estudo da expressão imunoistoquímica da proteína galectina-3 associada à -catenina e ciclina D1 em carcinoma adenóide cístico e adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade de glândulas salivares; Differential expression of galectin-3, -catenin and cyclin D1 in adenoid cystic carcinoma and polymorphous low-grade adenocarcinoma of salivary glands

Ferrazzo, Kivia Linhares
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2008 PT
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Neoplasias malignas das glândulas salivares são lesões raras e o mecanismo pelo qual esses tumores progridem ainda não está completamente esclarecido na literatura. A galectina-3 é uma proteína multifuncional expressa em uma grande quantidade de tecidos normais, mas que também tem sido associada à progressão tumoral de neoplasias malignas da tireóide, próstata e neoplasias gástricas. Estudos prévios demonstraram que a galectina-3 está também expressa em algumas neoplasias malignas das glândulas salivares como carcinoma adenóide cístico e adenocarcinoma polimorfo de baixo grau de malignidade. Recentemente foi sugerido que a superexpressão da galectina-3 controla alterações nos níveis de expressão de alguns reguladores do ciclo celular, dentre eles a ciclina D1. Além disso, outros estudos revelaram que a ciclina D1 é ativada pela -catenina de uma maneira dependente da galectina-3. O objetivo desse trabalho foi comparar a marcação imunoistoquímica nuclear e / ou citoplasmática da galectina-3 no carcinoma adenóide cístico e adenocarcinoma polimorfo de baixo grau tentando relacioná-la à marcação da -catenina e ciclina D1. Foram realizadas reações de imunoistoquímica para as três proteínas em 15 casos de carcinoma adenóide cístico e em 15 casos de adenocarcinoma polimorfo de baixo grau utilizando-se material parafinado. Para a galectina-3 os carcinomas adenóides císticos apresentaram marcação imunoistoquímica apenas nas células luminais...

Resposta celular associada à expressão de galectina-3 em linhagens de melanoma expostas a irradiação; Cellular response associated to galectin-3 expression in exposed irradiation melanoma cells

Bustos, Silvina Odete
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/03/2014 PT
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O câncer de pele é um dos mais frequentes entre humanos, sendo o melanoma o tipo menos comum, mas com grande importância devido à agressividade que ele apresenta. Um dos principais agentes etiológicos deste tipo de tumor é a radiação ultravioleta proveniente da luz solar. A fração de radiação ultravioleta B (UVB) gera dano no DNA e induz alterações nas células da pele após a exposição prolongada e sem proteção. A resposta à luz UVB em melanócitos e melanomas é diferente, mostrando a importância do perfil celular. O efeito genotóxico da luz UVB pode alterar a expressão de moléculas como galectina-3 e MAPKs, desencadeando respostas UVB-dependentes. Galectina-3 é uma lectina que reconhece beta-galactosídeos e está envolvida na regulação de diversos processos celulares que modificam a viabilidade celular e a proliferação. Esta molécula é ubiquamente expressa apresentando um comportamento específico dependendo da sua localização subcelular. No presente trabalho mostramos que a distribuição de galectina-3 em melanoma e melanócitos é ampla, encontrando-se tanto no núcleo como no citoplasma, podendo ser modificada após irradiação UVB ou ainda secretada para o meio extracelular. Além disso, observamos que a luz UVB ativa a via de MAPKs...

Análise da expressão de galectina-3 em células de glioma expostas a condições hipóxicas e seu papel no desenvolvimento de tumores in vivo; Analysis of galectin-3 expression in glioma cells exposed to hypoxic conditions and its role in tumor development in vivo

Ikemori, Rafael Yamashita
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/05/2014 PT
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A galectina-3 (gal-3) pertence a uma família de proteínas com domínios de ligação a beta-galactosídeos e está relacionada com diversos aspectos tumorais, como proliferação e adesão celular, angiogênese e proteção contra morte celular. Estudos mostram sua relação com o fenômeno da hipóxia, característica de diversos tumores sólidos que apresentam altas taxas de proliferação celular. A adaptação à hipóxia é mediada principalmente pelo Fator Induzido por Hipóxia (HIF-1), a qual atua na indução de diversos genes de sobrevivência em ambientes com baixas concentrações de oxigênio. Além de HIF, outros fatores são importantes nesse processo, como NF-kB, por exemplo, sendo um fator de transcrição responsivo a diversos estresses celulares, entre eles, a hipóxia. Alguns modelos tumorais apresentam-se ideais para o estudo dos efeitos da hipóxia no microambiente tumoral, como os glioblastomas. Estes são tumores do sistema nervoso central com altas taxas de letalidade, são refratários aos principais métodos de tratamento por sua plasticidade, crescimento infiltrativo e heterogeneidade. Histologicamente, estes tumores apresentam atipia nuclear, altas taxas de mitose e áreas de pseudopaliçada. Postula-se que estas áreas sejam compostas por células migrantes de ambientes necróticos...

Exploração funcional do processo de glicosilação aberrante em tumores: mecanismos envolvidos na atividade pró-migratória de galectina-3; Exploiting the functional significance of aberrant glycosylation in tumors: mechanisms involved in the promigratory activity of galectin-3

Melo, Fabiana Henriques Machado de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/2006 PT
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66.97%
Ao longo do processo de progressão tumoral, se observa alteração na expressão de glicoconjugados contendo oligossacarídeos N-ligados. Uma das formas mais comuns de glicosilação aberrante observada em células transformadas e em tumores humanos é representada por (poli)lactosaminas presentes em oligossacarídeos N-ligados. Estes glicanos são ligantes de galectina-3. Com o objetivo de identificar a expressão e distribuição dos ligantes de galectina-3 associados a processos fisiopatológicos, como a transformação maligna, desenvolvemos uma proteína quimérica, a galectina-3 conjugada a fosfatase alcalina (Gal-3/FA). Observamos que a Gal-3/FA possui a mesma especificidade de galectina-3 e que pode ser usada como sonda em ensaios de overlay e ensaios de imunoistoquímica. Entre os ligantes de galectina-3 identificamos a ?1 integrina, mediador de processos biológicos dependentes da interação célula-matriz como a migração celular. Linhagens de células de origem mesenquimal derivadas de tumores induzidos com metilcolantreno de animais selvagens (linhagens S11 e S12) e nulizigoto (linhagem ?12) para o gene da galectina-3 foram estabelecidas. Avaliamos a capacidade migratória dessas células e os nossos resultados mostraram que células que expressam galectina-3 são mais migratórias em superfícies de laminina-1. Este dado sugere que a galectina-3 seja um modulador positivo do processo de migração celular em superfícies de laminina-1. No entanto...

Modulação da expressão de galectina-3 frente às pressões seletivas de pH e oxigenação: um mecanismo para a heterogeneidade intratumoral?; Modulation of galectin-3 expression regarding to pH and oxygenation selective pressures: a mechanism for intratumoral heterogeneity?

Cardoso, Ana Carolina Ferreira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2014 PT
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66.92%
A heterogeneidade intratumoral é um fenômeno extremamente importante para entender a progressão tumoral e a resposta à intervenção terapêutica. A galectina-3 pertence à família das lectinas, possuem a função de reconhecimento e ligação à ?-galactosídeos ramificados de glicolipídeos e glicoproteínas, e está envolvida em processos fisiológicos e patológicos como o câncer. Nesse trabalho, a heterogeneidade intratumoral em relação à expressão de galectina-3 foi observada em amostras de diferentes lesões melanocíticas de pacientes. Além disso, o inóculo de células de melanoma murino negativas para galectina-3 em animais gal3-/- gerou tumores constituídos por uma fração de células tumorais que passaram a expressar de novo galectina-3, sugerindo que pressões do microambiente tumoral modulam a expressão dessa lectina em melanomas. A acidose extracelular atuou como regulador negativo de galectina-3 in vitro, diminuindo a expressão dessa lectina tanto em células de melanoma murino e humano quanto em melanócito murino. Entretanto, a hipóxia, seja pela exposição aguda ou intermitente, não alterou a expressão in vitro de galectina-3 em células de melanoma humano. Por fim, tumores originados pelo inóculo de células tumorais positivas e negativas para galectina-3 (mimetizando tumores heterogêneos) obtiveram a maior taxa de crescimento tumoral comparados aos tumores constituídos por uma única população de células...

Camundongos com deficiência em Pkd1 apresentam  disfunção cardíaca, fenótipo atenuado por knockout de galectina-3; Cardiac dysfunction in Pkd1-deficient mice and phenotype rescue by galectin-3 knockout

Balbo, Bruno Eduardo Pedroso
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/09/2014 PT
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Anormalidades miocárdicas destacam-se entre as manifestações cardiovasculares da doença renal policística autossômica dominante (DRPAD). Para investigar a patogênese dessas manifestações, analisamos o fenótipo cardíaco em camundongos com diferentes perfis de deficiência de Pkd1. Avaliamos o modelo Pkd1cond/cond:Nestincre (CI), com cistos renais e hipertensão, na idade de 20-24 semanas, e heterozigotos para mutação nula em Pkd1 (Pkd1+/-; HT) entre 10-13 semanas, representando um modelo não cístico de haploinsuficiência gênica. Animais Pkd1cond/cond (não cístico; NC) e Pkd1+/+ (selvagem, SV) foram usados como controles. Análises ecocardiográficas de camundongos CI e HT revelaram diminuição da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, indicando disfunção sistólica. A relação E/A e o tempo de desaceleração foram consistentes com disfunção diastólica em animais CI. Ecocardiografia por speckle-tracking mostrou redução na deformidade cardíaca (strain) nos modelos CI e HT. Os corações de ambos os grupos apresentaram índices de apoptose maiores e fibrose discreta. Neste cenário, investigamos galectina-3 (Gal-3) como modificador potencial do fenótipo cardíaco na DRPAD. Duplos-mutantes Pkd1cond/cond:Nestincre;Lgals3-/- (CIG-) e Pkd1+/- ;Lgals3-/- (HTG-) cursaram com melhora da função sistólica e de strain comparados a CIs e HTs...

Galectin-3 immunostaining in thyroid neoplasms; Imunomarcação por galectina-3 em neoplasias de tireóide

Segura, Marcos Emanuel de Alcântara; Magalhães, Albino Verçosa de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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6 p.; A punção aspirativa por agulha fina de tireóide é o método pré-cirúrgico mais importante na definição da malignidade de uma lesão nodular. Entretanto esse procedimento apresenta limitações, como características morfológicas comuns entre neoplasias malignas e benignas. A expressão de uma lectina ligante de ß-galactosídeos chamada galectina-3, aumentada em neoplasias malignas de tireóide, poderia ser utilizada como marcador de malignidade para neoplasias de tireóide. Cinqüenta e sete casos, entre eles 14 carcinomas papilares, 22 carcinomas foliculares e 21 adenomas foliculares, foram estudados quanto à expressão da galectina-3 por métodos imuno-histoquímicos. O tecido tireoidiano normal, adjacente ao tecido neoplásico, também foi avaliado em 48 casos. Todos os casos de carcinoma papilar e 18 casos de carcinoma folicular apresentaram marcação citoplasmática; um caso de adenoma folicular apresentou marcação nuclear. Nenhum caso de tecido tireoidiano normal demonstrou imunomarcação. Sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo e negativo foram respectivamente 88%, 98%, 96% e 94%. A expressão da galectina-3 é uma evidência valiosa de malignidade nos casos em que as características citomorfológicas não forem conclusivas. A marcação por imunocitoquímica poderá aumentar a exatidão diagnóstica nos exames citológicos por aspiração de tireóide...

O Polimorfismo no códon 98 do gene de galectina-3 não está associado a tumores benignos e malignos de tiróide

Martins,Luciane; Leoni,Suzana Garcia; Friguglietti,Celso U.M.; Ward,Laura Sterian; Kulcsar,Marco Aurélio V.; Kimura,Edna Teruko
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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66.61%
Galectina-3 é uma proteína multifuncional altamente expressa em câncer de tiróide. O gene de galectina-3 (LGALS3) apresenta vários candidatos a SNPs anotados, no entanto a relação entre estes SNPs e variações fenotípicas específicas relevantes à saúde não foi avaliada. Neste estudo, investigamos SNPs do LGALS3 e uma possível associação destes com a tumorigênese tiroidiana. A presença de SNPs do LGALS3 em linhagens de carcinoma de tiróide (WRO, NPA, TPC-1, ARO), tecidos tiroidianos de 55 pacientes com diagnóstico de bócio multinodular ou carcinoma papilífero e linfócitos do sangue periférico de 45 indivíduos saudáveis foi avaliada por seqüenciamento e SSCP. A análise da seqüência codificadora do LGALS3 mostrou que o sítio T98P apresenta uma grande variação genotípica, visto que observamos os padrões homozigoto (AA ou CC) e heterozigoto (AC). Em linhagens de carcinoma de tiróide, o genótipo da NPA no sítio T98P do LGALS3 é CC, enquanto TPC-1, WRO e ARO são AC. As freqüências genotípicas do T98P do LGALS3 observadas em bócio multinodular (AC= 67%, AA= 23%, CC= 10%) e carcinoma papilífero (AC= 68%, AA= 20%, CC= 12%) foram semelhante à freqüência observada na população controle (AC= 60%...

Expressão de galectina-3 e citoqueratina 19 nas neoplasias epiteliais da glândula tireóidea e correlação histopatológica

Rosa,Marilene Paladino; Kanamura,Cristina T.; Carvalho,Marcos Brasilino de
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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66.8%
INTRODUÇÃO: O câncer da glândula tireóidea é caracterizado pela sua variedade clínica e patológica. O difícil diagnóstico pré-operatório das lesões foliculares induz a mais procedimentos cirúrgicos de caráter diagnóstico do que propriamente terapêutico. A proposta deste estudo foi identificar a expressão imuno-histoquímica das neoplasias epiteliais tireóideas utilizando anticorpos monoclonais para galectina-3 e citoqueratina 19 e correlacioná-la com variáveis histopatológicas. MATERIAL E MÉTODO: A expressão da galectina-3 e da citoqueratina 19 foi estudada imuno-histoquimicamente em 84 casos com diagnóstico de tecido normal (n = 10), bócio adenomatoso (n = 8), adenoma folicular (n = 12), adenoma de célula de Hürthle (n = 3), carcinoma papilífero (n = 29), carcinoma folicular (n = 8), carcinoma insular (n = 4), carcinoma de células de Hürthle (n = 4) e carcinoma indiferenciado (n = 6), selecionados a partir de pacientes operados no Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital Heliópolis (HOSPHEL), no período de 1984 a 1995. RESULTADOS: A expressão da galectina-3 foi observada em bócio adenomatoso (12,5%), adenoma folicular (16,7%), carcinoma papilífero (96,6%), carcinoma folicular (12,5%)...

Galectina-3 em tumores de próstata: imuno-histoquímica e análise digital de imagens

Araújo-Filho,Jorge Luiz Silva; Melo-Júnior,Mario Ribeiro de; Lins,Consuelo Antunes Barreto; Lins,Romero Antunes Barreto; Machado,Marcos Cezar Feitosa de P.; Carvalho-jr,Luiz Bezerra de; Pontes Filho,Nicodemos Teles de
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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66.76%
A imuno-histoquímica é uma técnica de grande ajuda no diagnóstico de doenças da próstata, incluindo os tumores. De igual importância, a análise digital de imagens vem sendo cada vez mais utilizada em estudos de alterações na próstata. O presente estudo teve como objetivo quantificar morfometricamente a expressão da galectina-3 através da imuno-histoquímica em tecidos de próstata normal (PN), hiperplasia benigna da próstata (HPB) e adenocarcinoma prostático (AP). Fragmentos cirúrgicos de tecido prostático com AP (n = 10), HPB (n = 12) e PN (n = 10) foram fixados em formalina, submetidos à rotina histológica e embebidos em parafina. Foram feitos cortes histológicos (4µm) montados em lâminas e corados com hematoxilina e eosina (HE) para confirmar o diagnóstico. As amostras teciduais selecionadas foram incubadas com anticorpo monoclonal antigalectina-3 por uma hora em temperatura ambiente (37ºC) e então incubadas com um anticorpo secundário. A revelação foi realizada após incubação com diaminobenzidina (DAB) e peróxido de hidrogênio. A análise morfométrica foi realizada mediante uma estação de análise digital de imagens, que consiste num microscópio óptico acoplado a uma câmera digital ligada a um computador equipado com o software de análise OPTIMAS®. Nas células de adenocarcinoma foi observada diminuição significativa na marcação (p < 0...

Detecção de Galectina-3 por imunoquimiluminescência em tecidos tumorais próstata E tireóide

Luiz Silva Araújo Filho, Jorge; Bezerra de Carvalho Junior, Luiz (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Embora o estudo imunoistoquímico seja um método bastante utilizado na rotina do diagnóstico anatomopatológico, este teste ainda apresenta importantes limitações principalmente quanto a incapacidade de distinção entre alguns tipos de lesões tumorais. Dessa maneira, outras ferramentas vêm sendo desenvolvidas a fim de aumentar a sensibilidade e especificidade da identificação antígeno-anticorpo. Dentre estas, os ensaios quimiluminescentes vem sendo cada vez mais utilizados em estudos para o mapeamento de amostras biológicas para fins diagnósticos. Dentre os inúmeros benefícios da utilização dos métodos quimiluminescentes, podemos citar o limite de detecção ultra-sensível, testes rápidos e um amplo campo de aplicações. O presente estudo buscou elaborar um protocolo para detecção da proteína galectina-3 em tecidos tumorais da tireóide e próstata a partir de anticorpo conjugado ao éster de acridina realizando ensaios imunoquimiluminescentes e compará-los aos resultados da imunoistoquímica convencional. O anticorpo monoclonal antigalectina- 3 foi conjugado ao éster de acridina e esse conjugado foi submetido à ensaios imunoquimiluminescentes em tecidos de próstata e tireóide além da imunohistoquímica convencional. Nossos resultados demonstram a eficiência na conjugação da anti-galectina-3 ao éster de acridina...

Avaliação do papel da galectina-3 sobre funções de neutrófilos durante a infecção por cepa virulenta RH de Toxoplasma gondii em camundongos C57BL/6

Alves, Celene Maria de Oliveira Simões
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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66.75%
Galectinas são lectinas animais ligantes de beta-galactosídeos envolvidas em vários processos biológicos, sendo que galectina-3(Gal-3) tem sido relacionada à modulação de reações imunes e respostas inflamatórias. O presente estudo teve por objetivo avaliar a influência de Gal-3 na viabilidade de neutrófilos, apoptose precoce e morte celular em paralelo com suas funções biológicas após infecção in vitro e in vivo por cepa virulenta RH de Toxoplasma gondii, utilizando animais C57BL/6 selvagens (Gal-3+/+) e deficientes no gene para galectina-3 (Gal-3-/-). Camundongos Gal-3-/- exibiram diminuído recrutamento de neutrófilos para a cavidade peritoneal após estímulo com tioglicolato, mas não após infecção com a cepa virulenta RH de T. gondii, a qual induziu curvas de sobrevivência e escores de morbidade semelhantes a camundongos Gal-3+/+. Além disto, maior geração de espécies reativas de oxigênio (ROS) por neutrófilos peritoneais inflamatórios foi observada em camundongos Gal-3+/+ infectados com esta cepa virulenta e relacionada ao estágio inicial de infecção. A infecção in vitro de neutrófilos por T. gondii induziu aumento na viabilidade celular e diminuição da exposição de fosfatidiserina (PS) e da morte celular em neutrófilos Gal-3+/+...

Aplicação de métodos de imagem molecular no estudo dos efeitos terapêuticos da galectina-3 em glioblastoma; Application of molecular imaging methods in the study of the therapeutic effects of galectin-3 in glioblastoma

Mitsuoka, Ronny Mikyo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/2015 PT
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O glioma de grau IV (geralmente chamado de Glioblastoma Multiforme - GBM) é o tumor mais agressivo e maligno do sistema nervoso central. A elevada mortalidade e baixa expectativa de vida proporcionado por esta doença, tem direcionado os esforços de muitos pesquisadores no desenvolvimento de novas formas de diagnóstico precoce, assim como a busca por terapias inovadoras. A galectina-3, uma proteína ligante de glicanas, é expressa diferencialmente em tecido normal vs. neoplásico e possui um papel importante na adesão, diferenciação, imunomodulação, apoptose, ciclo celular, assim como processos de transformação e progressão neoplásica. Diversos estudos têm demonstrado que a interferência nas funções exercidas pela galectina-3 pode representar uma estratégia promissora no tratamento de vários tipos de tumores, incluindo o glioblastoma. De fato, tem se verificado que a administração da forma truncada de galectina-3 em modelos experimentais murinos, possui um efeito antitumoral significativo quando administrada em conjunto com quimioterápicos. No entanto, ainda não se encontra esclarecido se a interferência com as funções da galectina-3 endógena são exercidas diretamente no microambiente tumoral ou de maneira sistêmica. Dessa forma...

Impacto da galectina-3 no curso da infecção experimental por Trypanosoma cruzi

Silva, Aline Alves da
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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A galectina-3 (Gal-3) é uma proteína que pertence à família lectina, apresenta afinidade a carboidratos contendo β-galactosídeos, e pode estar localizada no núcleo, citoplasma, associada à membrana ou secretada. Esta proteína está envolvida em muitos processos imunoregulatórios, tais como adesão de linfócitos T/CD, respostas inflamatórias, migração de células para focos inflamatórios e proliferação celular. Foi visto que a infecção por Trypanosoma cruzi, agente etiológico da doença de Chagas, aumenta a expressão de Gal-3. Assim, o objetivo do trabalho foi explorar as atividades biológicas da Gal-3 nas fases aguda e crônica da infecção experimental por T. cruzi. . Camundongos C57 / BL6 Wild-Type (WT) e galectina-3 knockout (Gal-3 KO) foram infectados por via intraperitoneal e foram avaliados quanto a parasitemia, recrutamento de células inflamatórias na cavidade peritoneal, produção de citocinas do baço e coração e fibrose cardíaca. Os dados aqui apresentados demonstraram que a falta de Gal-3 aumentou a parasitemia e reduziu o recrutamento de leucócitos. Em amostras de coração, verificamos um aumento da secreção de TNF-α e IFN-γ em animais WT, enquanto que em animais Gal-3 KO foi detectado o aumento da produção de IL-1β e IL-4 durante a fase aguda. Este cenário pode ter sido responsável pela maior taxa de infecção durante a infecção aguda observada em camundongos deficientes em Gal-3. Observamos que na fase crônica da infecção o tecido cardíaco de camundongos WT apresentou uma resposta imune com perfil Th2...

Imunolocalização de galectina-3 na sinfise pubica de camundongos durante a prenhez e pos-parto; Immunolocalization of galectin-3 in mouse public symphysis during pregnancy and post-partum

Maria Amalia Cavinato Nascimento
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/10/2009 PT
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É reconhecido que a sínfise púbica de algumas espécies de mamíferos, incluindo camundongos, passa por transformações estruturais durante a prenhez e no período pós-parto. Estas transformações incluem o surgimento de um ligamento interpúbico e o amolecimento deste tecido nos dois últimos dias antes do parto. Este ligamento permite a separação dos ossos púbicos, garantindo a passagem segura do feto pelo canal de parto. Após o parto ocorre a involução deste ligamento. Ambos os períodos de remodelação tecidual envolvem grandes modificações da matriz extracelular e de seus componentes, bem como um balanço entre proliferação e morte celular programada. A galectina-3, uma lectina animal com especificidade de ligação por ß-galactosídeos, é uma proteína amplamente distribuída entre diferentes tipos de células e tecidos, podendo ser encontrada dentro das células tanto no núcleo quanto no citoplasma, ou ainda na superfície celular ou no espaço extracelular. Através de interações específicas com diversos ligantes intra e extracelulares, a galectina-3 participa de numerosos processos fisiológicos e patológicos, como por exemplo, desenvolvimento, reações imunes, controle do ciclo celular, apoptose e metástase. Este estudo teve como objetivo localizar a expressão de galectina-3 nas populações celulares que compõem esta articulação durante o período de prenhez...