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Análise de força muscular e composição corporal de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos; Analysis of muscle strength and body composition of women with Polycystic Ovary Syndrome

Kogure, Gislaine Satyko; Piccki, Fabiene Karine; Vieira, Carolina Sales; Martins, Wellington de Paula; Reis, Rosana Maria dos
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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OBJETIVOS: Comparar os parâmetros metabólicos, a composição corporal e a força muscular de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) em relação a mulheres com ciclos menstruais ovulatórios. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 27 mulheres com SOP e 28 mulheres controles com ciclos ovulatórios, com idade entre 18 e 37 anos, índice de massa corpórea entre 18 e 39,9 kg/m², que não praticassem atividade física regular. Níveis séricos de testosterona, androstenediona, prolactina, globulina carreadora dos hormônios sexuais (SHBG), insulina e glicemia foram avaliados. Índice de andrógeno livre (FAI) e resistência insulina (por HOMA) foram calculados. As voluntárias submetidas avaliação de composição corporal por dobras cutâneas e absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA) e testes de força muscular máxima de 1-RM em três exercícios após procedimento de familiarização e de força isométrica de preensão manual. RESULTADOS: Os níveis de testosterona foram mais elevados no grupo SOP em relação ao CO (68,0±20,2 versus 58,2±12,8 ng/dL; p=0,02), assim como o FAI (282,5±223,8 versus 127,0±77,2; p=0,01), a insulina (8,4±7,0 versus 4,0±2,7 uIU/mL; p=0,01), e o HOMA (2,3±2,3 versus1,0±0...

Força muscular em crianças órfãs por Aids; Muscular strength of low limb in children orphaned by AIDS

Barros, Claudia Renata dos Santos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2007 PT
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Introdução: A qualidade de vida de crianças órfãs por aids pode sofrer um impacto negativo no desenvolvimento e crescimento físico. Objetivo: Estimar a força muscular de membros inferiores de crianças órfãs por aids, segundo características sociodemográficas, condições clínicas, atividade física e crescimento corporal. Material e métodos: Estudo transversal realizado com 171 crianças órfãs por aids no município de São Paulo. A variável dependente foi a força muscular, avaliada por meio do teste salto horizontal. As variáveis independentes foram os aspectos sociodemográficos, condições clínicas, atividade física habitual, brincadeiras no lazer, estágio maturacional, estado nutricional e composições corporais. Na análise estatística, foi utilizado o teste “t”de Student e análise de variância ANOVA. Resultados: Crianças órfãs por aids apresentaram menor força muscular em relação a outras crianças brasileiras. Meninos tiveram melhores resultados no teste de força. Crianças cuidadas por um dos pais saltaram mais. Resultados semelhantes foram obtidos para crianças mais velhas e de maior grau de escolaridade. Maior gordura corporal influenciou negativamente o salto horizontal. Crianças com maior circunferência de panturrilha saltaram mais. Conclusão: Os resultados apontam para a necessidade de atenção à saúde das crianças órfãs por aids.; Background: The quality of life of children orphaned by AIDS may suffer a negative impact on their development and growth. Objective: To estimate the muscular strength of low limb in children orphaned by AIDS according to sociodemographic characteristics...

Correlação da força muscular com a composição corporal segmentar na obesidade grave; Correlation of muscle strength with segmental body composition in severe obesity

Gadducci, Alexandre Vieira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/05/2015 PT
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INTRODUÇÃO: A obesidade mórbida é um problema de saúde pública. O aumento da massa gorda contribui para a perda de massa livre de gordura e mudanças na força muscular e resistência dos músculos dos membros inferiores (flexores e extensores), que são responsáveis pela independência, mobilidade e capacidade para realizar com segurança as atividades diárias. OBJETIVO: Avaliar a correlação entre a força muscular e composição corporal total e segmentar de acordo com o grau de obesidade. MÉTODO: Foram incluídos no estudo 132 pacientes com obesidade mórbida de ambos os sexos, com idade entre 18 e 60 anos, sendo divididos entre grupo obeso (>= 40Kg/m2 e < 50Kg/m²) e superobeso (>= 50Kg/m2 e < 60Kg/m²). Todos os pacientes realizaram avaliação da composição corporal (bioimpedância elétrica) e da força muscular máxima dos membros inferiores (dinamometria isocinética). RESULTADOS: Não houve diferença significativa entre o valor médio da força muscular absoluta de extensão (156,4 ± 45 Nm vs. 156,4 ± 41 Nm) e flexão (71,5 ± 22 Nm vs. 72,8 ± 22 Nm) entre o grupo obeso e superobeso. O grupo superobeso apresentou redução da força muscular de extensão e flexão corrigida pelo peso corporal e pelo peso dos membros inferiores em relação ao grupo obeso (P < 0...

Impacto da força muscular periférica e respiratória na capacidade de exercício em indivíduos com e sem doença pulmonar obstrutiva crônica

Silva, Andréia Teresinha da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Introdução: A força muscular periférica e respiratória pode estar reduzida em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). O impacto desta redução sobre a capacidade de realizar atividades e exercícios não é bem conhecida. Objetivos: Comparar a força muscular periférica e respiratória e o desempenho no teste da caminhada de 6 minutos (TC6) e no teste de senta e levanta de 1 minuto (TSL) em indivíduos com e sem DPOC e estudar o impacto da força muscular nos dois testes. Métodos: Foram estudados 21 pacientes com DPOC (13 homens, idade de 63±7 anos, volume expiratório forçado no primeiro segundo - VEF1 – 1,14±0,54, 42±18% do previsto) e 21 indivíduos sem DPOC (13 homens, idade 64±7 anos, VEF1 2,64±0,65, 106±21% do previsto). Todos os indivíduos realizaram espirometria, avaliação da pressão inspiratória máxima (PImáx) e expiratória máxima (PEmáx), teste de uma repetição máxima (1RM) para avaliar força do quadríceps, TC6 e TSL. Resultados: Quando comparados com controles pacientes com DPOC apresentaram valores inferiores de PImáx (77±23 cm H2O vs 102±18 cm H2O, p=0,0001), PEmáx (100±26 cm H2O vs 127±23 cm H2O, p=0,001), força do quadríceps (17±5 Kg vs 23±4 Kg, p=0,0001), distância no TC6 (405±76 m vs 539±48 m...

Efeito da via de parto na força muscular do assoalho pélvico, em primíparas

Barbosa, Angélica Mércia Pascon
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 68 f.
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Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB; Objetivo – Determinar a influência da via de parto na força muscular do assoalho pélvico (AP) de primíparas, 4 a 6 meses pósparto. Sujeitos e Métodos – Estudo clínico, de corte transversal, para avaliar a função da musculatura do AP pelo teste da AFA e perineômetro pneumático e classificada em: zero - ausência de contração muscular, um - contração leve, dois - contração moderada não sustentada por 6 segundos e, três - contração normal sustentada por 6 segundos. As 94 mulheres, tinham entre 20 e 30 anos, foram divididas em 3 grupos de acordo com a via de parto: I com 32 primíparas pós-parto vaginal; II com 32 primíparas pós-parto cesárea e III com 30 nulíparas que serviram como grupo controle. A variável independente foi a via de parto e a dependente a força muscular do AP(1). Resultados e conclusões – A mediana e o 1º e 3º quartís da força muscular do AP foram menores (p=0.01) pós-parto vaginal (2.0;1-2) e intermediária pós-parto cesárea (2.0; 2-3) em relação as nulíparas (3.0;2-3) pelo AFA e perineômetro. Aumentou o risco relativo(RR) de exame alterado da força da musculatura do AP pós-parto vaginal (RR=2.579 IC 95%=1.32-5.04 p=0.002); (RR=2.31 IC 95%=1.24- 4.32 p=0.005) e pós-cesárea (RR=1.56 IC 95% = 0.94-2.57 p=0.12); (RR=1.38 IC 95%=0.85-2.23 p=0.29) pela AFA e perineômetro. O parto vaginal diminuiu a força muscular do AP de primíparas e comparando com a cesárea e as nulíparas.; Objective – To evaluate the influence of the route of delivery on pelvic floor (PF) muscle strength...

Comparação da mobilidade, força muscular e medo de cair em idosas caidoras e não caidoras

Pimentel, Iara; Scheicher, Marcos Eduardo
Fonte: Universidade do Estado do Rio Janeiro Publicador: Universidade do Estado do Rio Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 251-257
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OBJETIVOS: Verificar o medo de cair em idosas caidoras e não caidoras ativas fisicamente e comparar mobilidade e força de preensão palmar; verificar se existe relação entre mobilidade, força muscular e medo de quedas. MÉTODOS: Foram avaliadas 40 idosas ativas, idade ≥ 60 anos, divididas em caidoras (n = 20) e não caidoras (n = 20). Utilizou-se Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) para rastreio cognitivo; Falls Efficacy Scale-International-Brasil (FES-I-BRASIL) para avaliar o medo de cair; a força muscular foi mensurada pela medida da força de preensão palmar por meio de dinamômetro hidráulico; Timed Up and Go (TUG) para avaliar mobilidade funcional. RESULTADOS: Não foi encontrada diferença significante entre os grupos no que diz respeito à mobilidade e força muscular. A maioria das participantes (92,5%) demonstrou preocupação com quedas. Das idosas que levaram mais que 12 segundos para desempenhar o TUG, 53,84% eram do grupo caidor. Não foi encontrada correlação entre mobilidade e força muscular. CONCLUSÃO: Não foi observada diferença significativa entre força muscular, mobilidade e medo de quedas entre os grupos. Não foi encontrada correlação significativa entre mobilidade, força muscular e medo de quedas. O estudo permitiu observar que o medo de cair está presente na maioria da população idosa...

Análise de força muscular e composição corporal de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos

Kogure,Gislaine Satyko; Piccki,Fabiene Karine; Vieira,Carolina Sales; Martins,Wellington de Paula; Reis,Rosana Maria dos
Fonte: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Publicador: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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OBJETIVOS: Comparar os parâmetros metabólicos, a composição corporal e a força muscular de mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) em relação a mulheres com ciclos menstruais ovulatórios. MÉTODOS: Estudo caso-controle com 27 mulheres com SOP e 28 mulheres controles com ciclos ovulatórios, com idade entre 18 e 37 anos, índice de massa corpórea entre 18 e 39,9 kg/m², que não praticassem atividade física regular. Níveis séricos de testosterona, androstenediona, prolactina, globulina carreadora dos hormônios sexuais (SHBG), insulina e glicemia foram avaliados. Índice de andrógeno livre (FAI) e resistência insulina (por HOMA) foram calculados. As voluntárias submetidas avaliação de composição corporal por dobras cutâneas e absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA) e testes de força muscular máxima de 1-RM em três exercícios após procedimento de familiarização e de força isométrica de preensão manual. RESULTADOS: Os níveis de testosterona foram mais elevados no grupo SOP em relação ao CO (68,0±20,2 versus 58,2±12,8 ng/dL; p=0,02), assim como o FAI (282,5±223,8 versus 127,0±77,2; p=0,01), a insulina (8,4±7,0 versus 4,0±2,7 uIU/mL; p=0,01), e o HOMA (2,3±2,3 versus1,0±0...

Efeito agudo de diferentes formas de aquecimento sobre a força muscular

Albuquerque,Cecilia Voloschen de; Maschio,Juliana Paula; Gruber,Cristiane Regina; Souza,Ricardo Martins de; Hernandez,Sara
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Paraná Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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Os exercícios físicos têm a finalidade de manter e melhorar um ou mais componentes do condicionamento físico, dentre os quais está a força muscular. Para o aperfeiçoamento do treino da força são utilizadas várias técnicas de aquecimento, com vistas a alcançar seus benefícios. O objetivo deste estudo foi avaliar a força muscular dos extensores do joelho, antes e após a aplicação de alongamento estático (GAE), exercício aeróbico (GEA) e associação de ambos (GAE+GEA), verificando, dessa maneira, os efeitos dos diferentes tipos de aquecimento sobre a força muscular. Para tanto, participaram do estudo 16 indivíduos do sexo feminino (idade de 22,5 ± 4,7 anos e IMC de 20,8 ± 1,83 kg/m2), divididos em três grupos (GAE, GEA e GAE+GEA). As variáveis observadas foram: pico de torque concêntrico, pico de torque excêntrico e trabalho total. Cada grupo, posteriormente à avaliação da força no dinamômetro isocinético, realizou, após um intervalo mínimo de 48 horas, um protocolo de aquecimento seguido da reavaliação da força muscular. Os resultados obtidos indicaram não haver influência significativa inter e/ou intraprotocolos nas variáveis observadas, considerando nível de significância de p < 0,05. Portanto...

Impacto do alongamento estático no ganho de força muscular dos extensores de joelho em idosas da comunidade após um programa de treinamento

Lustosa,Lygia P.; Pacheco,Marina G. M.; Liu,Andrea L.; Gonçalves,Wanessa S.; Silva,Juscélio P.; Pereira,Leani S. M.
Fonte: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia Publicador: Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Fisioterapia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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CONTEXTUALIZAÇÃO: A diminuição da força muscular em idosos tem impacto na funcionalidade. Programas de reforço muscular são propostos, porém existem controvérsias quanto ao efeito de alongamentos prévios no ganho de força muscular. OBJETIVO: Verificar o impacto do alongamento estático no ganho de força dos músculos extensores de joelho em idosas da comunidade após programa de treinamento. MÉTODOS:Trata-se de um estudo quase-experimental, em que se realizou um programa de exercícios de fortalecimento muscular dos extensores de joelho durante 10 semanas, com avaliação final de 12 idosas da comunidade divididas em dois grupos: AE - exercícios com carga e alongamentos prévios em todas as sessões, média de idade de 73,8 (±5,36) anos e E - mesmos exercícios com carga do grupo acima, sem a realização de alongamentos prévios, média de idade de 72,14 (±5,43) anos. Para avaliar o ganho de força muscular dos extensores de joelho, utilizou-se o dinamômetro isocinético Biodex System 3 Pro, no modo concêntrico, na velocidade de movimento angular de 60 e 180º/segundos (s) e, para a análise, a diferença das médias da pré e da pós-intervenção da variável trabalho, normalizada pelo peso corporal. RESULTADOS: Os dados apresentaram-se normais pelo teste de Shapiro-Wilk (p>0...

Relação entre flexibilidade e força muscular em adultos jovens de ambos os sexos

Carvalho,Ana Cristina Gouvêa; Paula,Karla Campos de; Azevedo,Tânia Maria Cordeiro de; Nóbrega,Antonio Claudio Lucas da
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1998 PT
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Padrões adequados de força muscular e flexibilidade permitem movimentação eficiente, melhorando a performance desportiva e conferindo qualidade de vida. Entretanto, não se conhece a potencial interferência mútua entre força e mobilidade articular. O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre força muscular e flexibilidade global e segmentar em adultos jovens. Cinqüenta (30h; 20m; idade 22 ± 4 anos) indivíduos sadios foram submetidos a avaliação cineantropométrica (peso corporal, altura, circunferências, dobras cutâneas), de mobilidade articular máxima passiva (método Flexiteste, que compara a amplitude atingida com mapas de referência) e de força muscular esquelética máxima [método de uma repetição máxima (1RM) de handgrip, legpress e supino horizontal]. Os resultados de força muscular foram corrigidos pela circunferência muscular correspondente, calculada como circunferência do membro subtraída da dobra cutânea vezes valor de π. A flexibilidade global (flexíndice = somatório dos resultados dos 20 movimentos articulares) foi maior nas mulheres [(mediana e amplitude) = 52 (3869)] em relação aos homens [46 (37-57); p = 0,004] à custa de maior flexibilidade segmentar (somatório dos resultados de movimentos relacionados) de quadril (p = 0...

Relação entre força muscular e capacidade funcional em pacientes com doença arterial obstrutiva periférica: um estudo piloto

Pereira,Danielle Aparecida Gomes; Faria,Bruna Marques Araújo; Gonçalves,Rayssa Amaral Machado; Carvalho,Vivielle Brígida Ferreira; Prata,Karoline Oliveira; Saraiva,Poliana Soares; Navarro,Túlio Pinho; Cunha-Filho,Inácio
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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CONTEXTO: As informações sobre o grau de correlação entre força muscular e capacidade funcional em pacientes com doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) são inconsistentes, além de nem sempre apresentarem protocolos que relacionem apropriadamente medidas de força muscular com desempenho. OBJETIVO: Estabelecer o nível de correlação entre força muscular e capacidade funcional em pacientes fisicamente ativos com DAOP. MÉTODOS: Doze pacientes com diagnóstico da doença e presença de claudicação intermitente participaram do estudo. Todos realizaram testes de força muscular e de caminhada. Grau de correlação entre força muscular e capacidade funcional foi avaliado pela correlação de Pearson. RESULTADOS: Dos 12 voluntários incluídos, 10 eram do sexo masculino e 2 do sexo feminino. Os participantes tinham média de idade de 63 ± 11 anos. Houve alta correlação (r = 0,872; p = 0,0001) entre distância percorrida no teste de deslocamento bidirecional progressivo (TDBP) e carga alcançada no teste de resistência máxima. Não se observou correlação entre distância percorrida no TDBP e tempo gasto para realização das cinco flexões plantares no teste de ponta de pé. CONCLUSÃO: O desempenho funcional em um grupo de pacientes com DAOP...

Comparação da mobilidade, força muscular e medo de cair em idosas caidoras e não caidoras

Pimentel,Iara; Scheicher,Marcos Eduardo
Fonte: Universidade do Estado do Rio Janeiro Publicador: Universidade do Estado do Rio Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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OBJETIVOS: Verificar o medo de cair em idosas caidoras e não caidoras ativas fisicamente e comparar mobilidade e força de preensão palmar; verificar se existe relação entre mobilidade, força muscular e medo de quedas. MÉTODOS: Foram avaliadas 40 idosas ativas, idade ≥ 60 anos, divididas em caidoras (n = 20) e não caidoras (n = 20). Utilizou-se Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) para rastreio cognitivo; Falls Efficacy Scale-International-Brasil (FES-I-BRASIL) para avaliar o medo de cair; a força muscular foi mensurada pela medida da força de preensão palmar por meio de dinamômetro hidráulico; Timed Up and Go (TUG) para avaliar mobilidade funcional. RESULTADOS: Não foi encontrada diferença significante entre os grupos no que diz respeito à mobilidade e força muscular. A maioria das participantes (92,5%) demonstrou preocupação com quedas. Das idosas que levaram mais que 12 segundos para desempenhar o TUG, 53,84% eram do grupo caidor. Não foi encontrada correlação entre mobilidade e força muscular. CONCLUSÃO: Não foi observada diferença significativa entre força muscular, mobilidade e medo de quedas entre os grupos. Não foi encontrada correlação significativa entre mobilidade, força muscular e medo de quedas. O estudo permitiu observar que o medo de cair está presente na maioria da população idosa...

Relação da Força Muscular Respiratória e o Grau da Aeração Nasal em Respiradores Orais

Cunha, Renata Andrade da; Silva, Hilton Justino da (Orientador); Cunha, Daniele Andrade da (Coorientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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A Respiração Oral pode levar a modificações orofaciais, diminuindo a passagem aérea nasal e na mecânica respiratória, com redução da força muscular respiratória. Baseando-se nesta afirmação, a presente dissertação consta uma revisão sistemática, que teve como objetivo investigar estudos que utilizaram métodos de avaliação da força muscular respiratória em respiradores orais, a partir de dissertações e artigos. Com esta revisão, confirmou-se a hipótese que há poucos estudos avaliando a força muscular respiratória em indivíduos com Respiração Oral, através da manovacuometria, que apresenta dados precisos e confiáveis das pressões respiratórias máximas, e que mais estudos necessitam ser realizados para dar maior evidência à recomendação dessa técnica. O artigo original teve como objetivo observar se existe relação entre a força muscular respiratória e a área da aeração nasal em crianças respiradoras orais, de ambos os gêneros e com idade de 7 a 12 anos e compará-las com crianças respiradoras nasais na mesma faixa etária. O estudo foi do tipo observacional, transversal comparativo entre dois grupos. Realizou-se a coleta nos Ambulatórios de Alergia e Pediatria do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco...

Avaliação da força muscular (torque muscular) de flexores e extensores de joelho em indivíduos idosos socialmente ativos

Wibelinger, Lia Mara
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Introdução: O envelhecimento traz consigo várias manifestações fisiológicas, dentre estas a perda de força muscular, assim como a habilidade do músculo para exercer força rapidamente. A partir dos 60 anos de idade esta perda se torna mais severa e é responsável por limitações na funcionalidade, déficits de equilíbrio e risco de quedas. Objetivo: esta pesquisa teve como objetivo avaliar a força muscular (torque muscular) de flexores e extensores de joelho em indivíduos idosos socialmente ativos. Participantes: participaram da pesquisa 100 indivíduos idosos socialmente ativos nas faixas etárias entre 60 e 87 anos de idade, de ambos os sexos, que freqüentavam o Centro regional de Estudos Aplicados a Terceira Idade da Universidade de Passo Fundo-UPF, no município de Passo Fundo-RS, no período de março a junho de 2007, sendo excluídos do estudo os indivíduos que apresentavam déficit cognitivo e que não conseguissem realizar flexão de joelho. Metodologia: para a realização desta pesquisa foi utilizado o dinamômetro isocinético Biodex Multi Joint 3, nas velocidades de 120º, 180º e 240º; nos movimentos de flexão e extensão. Inicialmente os participantes realizaram um aquecimento de 5 minutos em bicicleta ergométrica...

Força Muscular Isocinética após Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior – Influência do Tipo de Enxerto (Osso-Tendão-Osso/Isquio-Tibiais)

Sousa, Mafalda
Fonte: Instituto Politécnico do Porto Publicador: Instituto Politécnico do Porto
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2014 POR
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Introdução: É reconhecida a importância do ligamento cruzado anterior (LCA) no funcionamento normal do joelho. Em caso de rotura ligamentar, nomeadamente em desportos com marcada solicitação dos movimentos de rotação do joelho, é justificada a necessidade de reconstrução do LCA na maioria dos casos. Objetivo (s): Avaliar a influência do tipo de enxerto na reconstrução do ligamento cruzado anterior na força muscular isocinética, assim como na funcionalidade e sintomas após 6 meses. Métodos: Estudo transversal analítico, constituído por 20 indivíduos voluntários do sexo masculino, que haviam sido submetidos a uma ligamentoplastia do cruzado anterior, pelo mesmo cirurgião, seguido de uma intervenção individualizada por um fisioterapeuta. Em 10 indivíduos, o procedimento cirúrgico foi realizado com enxerto do tendão rotuliano (grupo OTO), e nos restantes 10 com enxerto do semitendinoso e gracilis (grupo STG). Como forma de avaliar a Força Muscular Isocinética (Peak Torque, Trabalho Total Muscular, ratio Isquiotibiais/Quadricipite), foi utilizado o Dinamómetro Isocinético Biodex. A avaliação foi efectuada apenas aos 6 meses após o procedimento cirúrgico. Para observação da funcionalidade, amplitude de movimento e sintomas...

Avaliação da massa e força muscular em pacientes no pré e pós-transplante cardíaco; Evaluation of muscle mass and strength in patients in the pre and post heart transplant

Fernandes, Lenise Castelo Branco Camurça
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/09/2015 PT
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INTRODUÇÃO: Existem poucos estudos demonstrando que anormalidades musculares esqueléticas em pacientes com insuficiência cardíaca crônica persistem meses após o transplante cardíaco. No presente estudo, objetivamos avaliar massa muscular, e força muscular periférica e respiratória em pacientes no pré-transplante cardíaco, e no seguimento precoce (6 meses) e tardio (1,5 e 3 anos) pós-transplante cardíaco. Objetivamos verificar ainda a correlação entre força muscular periférica e respiratória em pacientes no pré e pós-transplante cardíaco. Comparamos, por fim, os dados de pacientes do pré-transplante cardíaco com um grupo controle de indivíduos saudáveis sem doença cardíaca. MÉTODOS: Tratou-se de estudo prospectivo do tipo coorte. Foram selecionados todos os pacientes em lista de espera para transplante cardíaco do Hospital de Messejana, do período de agosto de 2011 a março de 2013. Avaliamos idade, gênero, causas da insuficiência cardíaca, hipertensão, diabetes, tempo de espera na lista, tempo de internamento pós-transplante, tempo de ventilação mecânica, medida da força muscular respiratória, da força muscular periférica, da espessura do adutor do polegar, média bilateral da área de secção transversal do músculo psoas maior...

Influência do alongamento sobre a força muscular: Uma breve revisão sobre as possíveis causas; The effect of stretching on muscle strength: A short review of possible causes

Vieira Ramos, Gracielle; Universitário do Triângulo – UNITRI; Rezende dos Santos, Rafael; Universitário do Triângulo – UNITRI; Gonçalves, Alexandre; Universitário do Triângulo – UNITRI
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares","Artigo Solicitado"; "Avaliado por Pares", "Artigo Solicitado"; Bibliográfica Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 15/06/2007 POR; ENG
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Atualmente, o alongamento muscular antes do exercício vem trazendo controvérsias no âmbito científi co, em relação aos seus benefícios, no que diz respeito ao desempenho muscular do indivíduo. Nesta linha de pesquisa, os estudos têm observado uma tendência na diminuição da força muscular como conseqüência do alongamento agudo. Contudo, existe divergências entre os estudos sobre os motivos reais da perda de performance muscular após alongamento. Assim, o objetivo do presente estudo foi analisar, através de uma revisão de literatura nas bases de dados PUBMED, SCIELO, periódicos nacionais e internacionais assim como em livros relacionados à fi siologia neuromuscular a infl uência do alongamento sobre a força muscular e suas possíveis causas. Após a análise da literatura levantada, pode-se concluir que o alongamento muscular pode acarretar défi cit de força muscular do indivíduo, no pré-exercício para ganho de força do músculo, mas as causas para tal processo ainda são controvérsas necessitando de maiores estudos para uma melhor defi nição.; There is currently a certain level of disagreement in the scientifi c community on the benefi ts to muscle performance of stretching before exercise. Studies researching this subject have observed a tendency for muscle strength to reduce as a result of acute stretching. Nevertheless...

Influência da função pulmonar e da força muscular na capacidade funcional de portadores de doença pulmonar obstrutiva crónica

Rodrigues,Sérgio Leite; Silva,César Augusto Melo e; Lima,Tereza; Viegas,Carlos Alberto de Assis; Rodrigues,Marcelo Palmeira; Ribeiro,Fernanda Almeida
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
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Objectivo: Determinar que variável entre o volume expirado forçado no primeiro segundo (VEF1), a pressão parcial do oxigénio no sangue arterial (PaO2), a hipoxemia nocturna e a força muscular do quadricípite femoral pode predizer a distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos (TC6) em doentes com DPOC. Doentes e métodos: Um estudo observacional do tipo transversal, envolvendo trinta doentes encaminhados a um programa de reabilitação pulmonar de um hospital universitário. A função pulmonar foi avaliada por espirometria, gasometria arterial e oximetria nocturna. A função muscular pela força muscular do quadricípite femoral e a avaliação da capacidade funcional pelo TC6. Resultados: A análise de regressão bivariada mostrou que a força do quadricípite femoral foi a única variável que se mostrou estatisticamente significativa (p = 0,002) em predizer a distância, sendo responsável por 38% da variância do TC6. Para essas variáveis a relação estabelecida estatisticamente foi que para cada quilo de força do quadricípite femoral, os doentes caminharam 5,9 metros no TC6. Conclusão: Os resultados indicam a importância da força muscular do MI em testes de esforço submáximo. Entre as variáveis estudadas...

Relações da força muscular com indicadores de hipertrofia após 32 semanas de treinamento com pesos em mulheres na pós-menopausa

Bonganha,V.; Botelho,R.M.O.; Conceição,M.S.; Chacon-Mikahil,M.P.T.; Madruga,V.A.
Fonte: Edições Desafio Singular Publicador: Edições Desafio Singular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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O objectivo do presente estudo foi avaliar o comportamento da força muscular e a participação dos indicadores de hipertrofia, nos ganhos de força após 32 semanas de treinamento com pesos (TP), prescrito por zona alvo de repetições máximas, em mulheres na pós-menopausa. Participaram desta pesquisa 14 mulheres saudáveis e não ativas fisicamente. O TP teve frequência semanal de três vezes, em dias alternados. A composição corporal foi mensurada pela técnica das dobras cutâneas. Os indicadores de hipertrofia foram representados pela massa magra total e regional: área muscular do braço (AMB) e coxa (AMC). A força muscular foi avaliada pelo teste de uma repetição máxima nos exercícios leg press horizontal e rosca direta. Para análise estatística foi utilizado o teste de Friedman. Os resultados mostraram que a força muscular apresentou aumentos graduais e significantes durante a intervenção, que houve aumento da AMB e não houve diferença nos valores de AMC. A rosca direta mostrou forte associação com a AMB durante todos os momentos do estudo. Já o leg press pareceu estar mais efetivamente associado ao componente neural de ganhos de força, visto que a AMC não apresentou modificações significantes. Após 32 semanas de TP a força muscular aumentou significantemente...

ANALISE COMPARATIVA DA MASSA E FORCA MUSCULAR E DO EQUILIBRIO ENTRE INDIVIDUOS IDOSOS PRATICANTES E NAO PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO

Pedro, Edmila Marques; Amorim, Danielle Bernardes
Fonte: Conexões Publicador: Conexões
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 16/07/2008 POR
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O objetivo foi comparar massa e forca muscular e equilíbrio entre idosos praticantes e não praticantes de musculação. Para tanto, foram realizados testes de forca através de repetições máximas e testes de equilíbrio a fim de analisar o equilíbrio estático e dinâmico, através das escalas de Tinetti e Berg em 16 indivíduos idosos, sendo oito praticantes de musculação (idade 65 ±6,19 anos) e oito não praticantes (idade 68 ± 4,98 anos). Verificou-se que os idosos treinados em musculação apresentaram maiores valores de circunferências de Braço e de Coxa, das Escalas de Berg de Tinetti (Equilibrio) e dos testes de repetição submáxima no Supino e no Leg Press em relação aos sedentários. Concluiu-se que o treinamento de forca pode ser efetivo no equilíbrio de indivíduos idosos, podendo auxilia-los na realização de atividades da vida diária. Palavras Chave: Idosos; Massa muscular; Treinamento de forca; Forca muscular; Equilíbrio. ANALYZES COMPARATIVE OF THE BATTER AND MUSCULAR GALLOWS AND OF THE EQUILIBRIUM BETWEEN INDIVIDUALS ELDERLY PRACTISING AND NO PRACTISING OF MUSCULAR EXERCISE Edmila Marques Pedro Danielle Bernardes-Amorim Abstract The aim was compared of mass and muscle strength and balance between senior practitioners and non-practitioners of bodybuilding. For that...