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História natural e interação flores-besouros em espécies de Cerrado; Natural history and flower-beetle interactions in Cerrado species

Paulino Neto, Hipolito Ferreira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/09/2009 PT
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Interações planta-animal, tais como polinização, são a chave de processos ecológicos in muitas comunidades terrestres. O estudo de quem interage com quem é uma importante ferramenta para se entender os processos ecológicos e evolucionários. Em algumas comunidades tropicais, mais de um quarto de todas as espécies de planta pode ser polinizado por besouros. Eles são um grupo de inseto muito antigo e diversificado e eles interagem com angiospermas desde o período de suas origens e princípio da diversificação. Adicionalmente, a interação entre besouros e recursos florais provém singular oportunidade para se avaliar a complexidade de interações e a possibilidade de generalização como a tendência para plantas para usar uma enorme proporção da fauna de besouros visitantes como polinizadores, ou especialização com plantas usando uma proporção relativamente pequena da fauna disponível de visitantes como polinizadores. A distribuição espacial de espécies vegetais tem sido considerada um importante componente na determinação de interações planta-animal, sendo esperado que muitos padrões observados nestes sistemas resultem de variações na distribuição de recursos vegetais. A disponibilidade de recursos florais apresenta variações espaço-temporais que podem influenciar a eficiência dos polinizadores do ponto de vista quantitativo...

Propriedade intelectual na cadeia de flores e plantas ornamentais: uma análise da legislação brasileira de proteção de cultivares; Intellectual property rights in the flower

Sá, Camila Dias de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/10/2010 PT
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O mercado de flores e plantas ornamentais segue tendências internacionais de moda e decoração e por isso precisa estar em constante inovação. No Brasil, a inovação em plantas foi influenciada pela Lei de Proteção de Cultivares (LPC) que trata do reconhecimento da propriedade intelectual sobre novas variedades vegetais. A lei brasileira contemplou a prática de uso próprio que tem origem na tradição dos agricultores em guardar grãos de uma safra para serem utilizados como sementes na safra seguinte, com o intuito de garantir a segurança alimentar e a viabilidade econômica dos pequenos produtores. No entanto, a floricultura apresenta uma dinâmica diferente das culturas alimentícias, em que não existe a preocupação com a segurança alimentar. Alega-se que em decorrência da maneira como o dispositivo de uso próprio está estabelecido na lei, ele não assegura a proteção eficaz das espécies de plantas propagadas vegetativamente como é o caso da maioria das flores de corte. Este trabalho analisa o impacto da LPC na cadeia de flores de corte brasileira no sentido de contribuir para o entendimento das relações entre o ambiente institucional no qual esta cadeia se insere e o desenvolvimento da mesma. Tal análise baseia-se na abordagem teórica da Nova Economia Institucional...

Seleção para aumento da porcentagem de flores femininas na população FCA-UNESP-PB de mamona (Ricinus communis L.)

Myczkowski, Mirina Luiza
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: v, 51 f. : gráfs., tabs.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Agronomia (Agricultura) - FCA; O objetivo do presente trabalho foi por meio de seleção aumentar o número de plantas com maior freqüência de flores femininas na população FCA-UNESP porte baixo visando o aumento na produção de frutos e também melhorar o potencial da referida população como fonte de obtenção de linhas puras pistiladas para a produção de híbridos adaptados à colheita mecanizada, O material utilizado foi constituído de plantas da população FCA-UNESP-PB (porte baixo) de mamona, desenvolvida pelo programa de melhoramento de mamona da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP campus de Botucatu. As seleções e avaliações das plantas selecionadas foram realizadas na Fazenda Experimental São Manuel, da Faculdade de Ciências Agronômicas - UNESP campus de Botucatu, no município de São Manuel - SP, entre os anos de 2003 e 2006. Para selecionar as plantas com alta porcentagem de flores femininas, um padrão visual foi determinado de 10 a 100% de flores femininas nas plantas. A população FCA UNESP-PB original foi utilizada como testemunha. Ao fmal do primeiro ciclo de seleção foram selecionadas 39 plantas com alta porcentagem de flores femininas. Após a avaliação deste material pôde ser observado que houve um aumento na freqüência de plantas com alta porcentagem de flores femininas de 0...

Avaliação da composição química, dos compostos bioativos e da atividade antioxidante em seis espécies de flores comestíveis

Vieira, Patrícia Maria
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 102 f. : il., figs.
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Pós-graduação em Alimentos e Nutrição - FCFAR; As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse para emprego alimentício em escala As flores comestíveis têm despertado interesse...; Edible flowers have attracted interest for use in food worldwide...

Estudo comparativo de flores polinizadas por beija-flores em tres comunidades da Mata Atlantica no sudeste do Brasil

Silvana Buzato
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/1995 PT
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Este estudo apresenta informações sobre o conjunto de flores ornitófilas e sua relação com beija-flores, em três localidades de Mata Atlântica (uma na baixada, Caraguatatuba, e duas em regiões montanhosas, Cunha e Campos do Jordão) no estado de São Paulo. Os principais aspectos abordados no estudo foram composição florística, fenologia, biologia floral e variedade de atributos florais das espécies nativas, polinizadas por beija-flores. Além disto, foram também observadas a composição e a ocorrência de beija-flores, bem como seu comportamento ao visitar as flores. Estas informações foram coletadas com a finalidade de conhecer os fatores envolvidos na polinização por beija-flores no sudeste do Brasil, região com conhecimento fragmentado e deficiente sobre a interação entre flores e beija-flores. O número de plantas nativas polinizadas por beija-flores, encontradas nas três comunidades é de oitenta e duas espécies, distribuídas em vinte e quatro famílias e quarenta e quatro gêneros. Poucas espécies ornitófilas estão representadas em cada família ou gênero, sendo exceção Bromeliaceae, que possui 30% das espécies ornitófilas. A maior riqueza de espécies ocorre na mata de altitude em Cunha, porém há indícios de que a mata de baixada possa ter maior riqueza de espécies devido ao grande número de espécies de Bromeliaceae nesta localidade. Pelos valores do índice de similaridade de Jaccard...

Espécies de Vanhouttea Lem. e Sinningia Nees (Gesneriaceae) polinizadas por beija-flores: interações relacionadas ao hábitat da planta e ao néctar

Sanmartin-Gajardo,Ivonne; Sazima,Marlies
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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Com base nas características florais tem sido inferida a polinização por beija-flores na maioria das espécies de Sinningia e Vanhouttea, entretanto, informações detalhadas sobre a biologia da polinização são restritas a poucas espécies. Neste estudo são apresentadas as observações sobre a biologia da polinização e as espécies de beija-flores polinizadores, relacionando as características do néctar com o comportamento desses beija-flores em três espécies de Vanhouttea e três de Sinningia. As flores são tubulosas, avermelhadas e inodoras. Em relação ao tamanho da corola estas espécies formam dois grupos morfológicos, sendo as corolas em V. hilariana, V. brueggeri e S. gigantifolia significativamente maiores que em V. calcarata, S. cochlearis e S. tuberosa. O volume de néctar secretado durante 24 horas pelas espécies de Vanhouttea (21,8 ± 13,2 µL) é maior que nas espécies de Sinningia (6,3 ± 5,7 µL). Assim também, a quantidade de açúcares produzida pelas espécies de Vanhouttea é mais alta (6,1 ± 3,9 mg) e difere significativamente das espécies de Sinningia (1,8 ± 1,6 mg). Estas diferenças nas características do néctar podem estar relacionadas com a variação do tamanho das glândulas nectaríferas entre os dois gêneros. Cinco espécies de beija-flores...

Cuphea melvilla Lindlay (Lythraceae): uma espécie do Cerrado polinizada por beija-flores

Melazzo,Ana Flávia de Oliveira; Oliveira,Paulo Eugênio
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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Cuphea melvilla é uma espécie peculiar dentro de um gênero majoritariamente melitófilo. Dois agrupamentos de indivíduos, em bordas das matas de galeria do Córrego do Panga, Uberlândia, MG, foram estudados com o objetivo de investigar o sistema de polinização e sistema de reprodução da espécie na região. O estudo foi realizado de janeiro a junho de 1999. Cuphea melvilla é uma espécie arbustiva com características morfológicas e eventos florais que confirmam sua adaptação à polinização por beija-flores. A floração foi longa, com início em Janeiro, em plena estação chuvosa, e término em Julho, no início da seca. O tubo floral formado pelo hipanto é calcarado na base, onde se acumula o néctar produzido por nectário localizado na base do ovário. As flores são marcadamente protândricas, mas flores em diferentes fases podem ser encontradas nos racemos. Os dados mostraram que a espécie é autocompatível e não apomítica, mas devido à dicogamia marcada, necessita polinização ativa para formar frutos. Phaethornis pretrei, Amazilia fimbriata, Thalurania furcata, Eupetomena macroura e Chlorostilbon lucidus (fêmea) foram as espécies de beija-flores observadas visitando e polinizando as flores de C. melvilla. Amazilia fimbriata e C. lucidus apresentaram ocasionalmente comportamento territorial...

Conferência em homenagem ao Ministro Carlos Thompson Flores

Lenz, Carlos Eduardo Thompson Flores
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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Apresenta o histórico da trajetória do Ministro Carlos Thompson Flores.

Ministro Carlos Thompson Flores : centenário do seu nascimento

Lenz, Carlos Eduardo Thompson Flores
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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Apresenta uma homenagem e um histórico da trajetória do Ministro Carlos Thompson Flores.

Forma e funcionamento das flores com quilha invertida em Faboidae e interações comportamentais com abelhas visitantes

Amaral Neto, Laércio Peixoto do
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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Resumo: Na subtribo Faboideae as flores apresentam simetria bilateral e órgãos reprodutivos dentro da quilha, uma estrutura formada pelas pétalas que fica na posição ventral, que restringe o acesso dos visitantes ao pólen. Em algumas espécies esta morfologia floral sofre uma inversão e a quilha fica na região dorsal, sendo chamadas flores com quilha invertida. Para entender o funcionamento destas flores com quilha invertida e como se deu a evolução desta morfologia, três gêneros de plantas com esta característica (Canavalia brasiliensis, Centrosema pascuorum e Clitoria fairchildiana) foram estudadas e comparadas com flores com quilha (Lathyrus sp., Crotalaria spp. e Dioclea violacea). O comportamento e morfologia dos visitantes foram estudados a fim de definir quais as características destes que se encaixam com a morfologia das flores. Foi observado que as características morfológicas para funcionamento das flores com quilha invertida são modificações de estruturas presentes nas flores com quilha como: desenvolvimento do encaixe entre alas e quilha e maior rigidez do estandarte. Algumas estruturas são exclusivas de cada morfologia: margem espessada das alas nas flores com quilha invertida e presença de lamelas lunadas em flores com quilha. Cada gênero com flor com quilha invertida possui uma série de particularidades morfológicas...

Disponibilidade de recursos florais e o seu uso por beija-flores em uma área de cerrado de Uberlândia, MG; Floral resource availability and its use by hummingbirds in an area of cerrado of Uberlândia, MG

Maruyama, Pietro Kiyoshi
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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Apesar de os beija-flores serem apontados como um importante grupo de polinizadores, poucos estudos sobre a sua ecologia estão disponíveis para alguns ecossistemas. O bioma Cerrado é um ecossistema que apresenta uma das mais ricas floras vasculares do mundo, mas numa dada comunidade desse bioma, a proporção de espécies ornitófilas parece ser relativamente baixa. Talvez forçadas por esta condição, visitas oportunistas de beija-flores a flores com outras síndromes florais no Cerrado parecem ser freqüentes. Nesse sentido este estudo teve dois objetivos: 1) avaliar a disponibilidade de recursos florais utilizadas pelos beija-flores numa comunidade de cerrado sentido restrito e 2) avaliar possíveis efeitos que as visitas de beija-flores tem na reprodução de uma planta não ornitófila. Na primeira parte do estudo, foi caracterizada a assembléia de plantas utilizadas pelos beija-flores, a dinâmica temporal e espacial da oferta de néctar (energia), bem como o uso e os fatores que afetam a utilização das plantas pelos beija-flores. Os resultados mostram que a disponibilidade de recursos florais variou de maneira considerável durante o ano, em sincronia com a floração das espécies mais abundantes, e sem clara associação com a sazonalidade típica do Cerrado. A quantidade de recursos oferecida pela planta e a disponibilidade de recursos para a área como um todo parecem explicar a freqüência com que determinada espécie de planta recebe visitas de beija-flores. Amazilia fimbriata e Eupetomena macroura foram as espécies mais freqüentes entre os beija-flores. Na maioria dos casos...

Distribuição e disponibilidade de recursos florais e estratégias de forrageamento na interação entre beija-flores e Palicourea rígida (Rubiaceae)

Justino, Danielle Garcia
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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Alguns mecanismos de polinização constituem interações mutualísticas, onde a planta oferece néctar e pólen e o polinizador faz o transporte dos grãos de pólen. Os beija-flores são os polinizadores mais especializados dentre as aves e seus vôos têm elevado gasto energético, o que os leva a desenvolver estratégias de forrageamento para conseguir altos ganhos energéticos ao menor custo possível. Essas estratégias são definidas por características morfofisiológicas dos beija-flores e pela quantidade e distribuição dos recursos oferecidos pelas plantas. Mudanças na oferta ou padrão de distribuição dos recursos florais podem afetar os beija-flores e o tipo de estratégia de forrageamento utilizada. Alguns estudos apontam que essas estratégias interferem no fluxo de pólen, e que o comportamento territorial seria um fator de redução deste fluxo. O objetivo do trabalho foi observar a distribuição espacial e temporal dos recursos florais oferecidos por uma população de Palicourea rigida (Rubiaceae) e sua relação com as estratégias de forrageamento apresentadas pelos beija-flores visitantes, avaliando se estas estratégias interferem no sucesso reprodutivo de P. rigida. O estudo de campo foi realizado na RPPN do Clube Caça e Pesca Itororó de Uberlândia...

Moluscos terrestres das Flores. Lista preliminar.

Martins, António M. de Frias; Cunha, Regina Tristão da; Brito, Carlos P.; Backeljau, Thierry
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/1990 POR
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IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; A ilha das Flores, a mais ocidental e geologicamente uma das mais antigas do Arquipélago, regista uma das mais baixas taxas de endemismos na malacofauna terrestre Açoriana. Até ao presente, não sem alguma discórdia, apenas duas espécies, Balea nitida Mousson, 1858 e Phenacolimax (Insulivitrina) finitima (Morelet, 1860), são geralmente consideradas endémicas naquela ilha. Simroth (1889, fide Backhuys, 1975) sinonimizou com Phenacolimax (I.) pelagica (Morelet, 1860) todas as outras espécies daquele género descritas por este autor. Nobre (1924) não reconheceu a espécie descrita por Mousson, que sinonimizou com a europeia Balea perversa (L., 1758), e pôs reservas quanto às sete espécies de Phenacolimax stabile descritas por Morelet, admitindo também que um estudo mais aprofundado poderia vir a reduzir o número de espécies daquele género; Hoffmann (1929, fide Backhuys, 1975) reduziu-as a três. Riedel (1964), que fez a revisão dos Zonitidae açorianos baseado em material recolhido por P. Brinck e E. Dahl em 1957, não teve acesso a exemplares das Flores. Backhuys (1975) seleccionou as Flores como localidade tipo para Balea nitida Mousson...

Idade de floração e vingamento de flores em duas cultivares de feijão.

SILVEIRA, P. M. da; CASTRO, T. A. P. e; STONE, L. F.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 15, n. 2, p. 229-232, abr. 1980. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 15, n. 2, p. 229-232, abr. 1980.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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Foi conduzido um experimento visando a estudar os padrões de floração das cultivares 'Tambó e Rio Tibaji', relacionando idade de floração com vingamento de flores. Foram escolhidas, no interior da área experimental, 23 plantas de cada cultivar. As flores abertas destas plantas foram computadas e etiquetadas. Foram agrupadas, na colheita, as vagens provenientes de flores abertas no mesmo dia, para estudo de vingamento de flores. Foi computado, também, na mesma época, o número de grãos por vagem, nas duas cultivares. Foram feitos estudos de regressão linear entre percentagem de vingamento de flores e número de grãos por vagem com idade de floração. A cultivar 'Tambó' apresentou menor período de floração (19 dias), e maior percentagem de vingamento de flores (29%) do que a 'Rio Tibaji', 24 dias e 24%, respectivamente. Em ambas as cultivares, a percentagem de vingamento de flores e o número de grãos por vagem decresceram, à medida que a idade de floração aumentava.; 1980

Prospección de tecnologías de producción y nuevas variedades de flores de corte Holanda 2008

Ball y Cía. Ltda.; Biggiflora Ltda.; Rene Hernandez Pimentel; Corporación de Desarrollo Social del Sector Rural; Manuel Soruco Zapata-Vera; Pontificia Universidad Católica de Valparaíso; Distribuidora de flores Aconcagua S.A.; Rodrigo Sánchez Giráld
Fonte: Corporação de Fomento da Produção Publicador: Corporação de Fomento da Produção
Tipo: proyecto
Publicado em 10/09/2008
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Adquirir nuevos conocimientos en especies y variedades de flores de corta,nuevas tecnologías de cultivo y comercialización; Corporación de Fomento de la Producción

Misión tecnología Holanda para la innovación y diversificación en producción, comercialización y postcosecha de flores

Agricola Valleflor Limitada; Comercial las Flores de Vespucio Limitada; Consultora y Agroasesorias Ltda; Gabriela Alejandra Vallejos Maira; Importadora y Distribuidora Paz y Flora Ltda; María Paula Espinosa Hernández
Fonte: Corporação de Fomento da Produção Publicador: Corporação de Fomento da Produção
Tipo: Proyecto
Publicado em 06/08/2010
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Encontrar tecnología para solucionar problemas de producción y poscosecha en rosas gerberas alstroemerias y lilium: Riego, sustratos, sustitución de variedades, embalaje, presentación comercial de flores y soluciones nutritivas de poscosecha. Búsqueda de follajes y rellenos para introducir y producir en Chile para reemplazar la cosecha de flora nativa. No existe material tecnológico disponible en el mercado nacional específico para flores. Actualmente se provee de tecnología de producción y poscosecha derivada de hortalizas y producción de frutas sin existir materiales tecnológicos especializados para las flores. Los proveedores de material de producción, poscosecha y material vegetal para cultivo de flores y comercialización, se encuentran en la feria Hortifair y en las empresas que recibirán a el grupo postulante es una oportunidad de contactarlos durante las visitas a productores, ver in situ, la tecnología aplicada. En el área productiva : Tecnología de riego para cultivo hidropónico de gerberas con instrumental automatizado. Buscar alternativas de mejor calidad y disminuir costos de sustratos. Ampliar la gama de colores y mejoras genéticas de variedades de las flores en producción. Introducir follajes cultivados para su uso en la floricultura. En el área de poscosecha: Mejorar la vida poscosecha de la flores por medio de uso de frio control de atmosfera en cámaras preservantes y embalajes.; Capturar tecnologías de producción innovadoras adecuadas para producción de flores...

Equipamiento para el proceso productivo de las flores de corte de exportación

Fiebig Jensen, Stephanie
Fonte: Universidad de Chile; CyberDocs Publicador: Universidad de Chile; CyberDocs
Tipo: Tesis
ES
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Hoy en día existe un gran mercado dedicado a las flores. De hecho, la agroindustria se especializa en cultivar flores todo el año, crear distintas variedades, tipos de arreglos, siempre considerando la mejor calidad para los clientes. Si consideramos que los arreglos florales son utilizados para dotar de connotaciones especiales las relaciones interpersonales, las características que deben ser adquiridas o remarcadas para cada situación están regidas por los significados que el usuario es capaz de interpretar. A través de ellas se pueden remarcar los aspectos emocionales a demostrar, dejando la impronta de la preocupación o del aprecio que tengamos para una situación, espacio o persona. “El cultivo de flores cortadas se extiende ampliamente a lo largo del mundo. Es incluido en las estadísticas de 145 países y se estima que la superficie mundial destinada a plantaciones de flores para corte es de 60.000 hectáreas y que el mercado mundial de flores cortadas está creciendo a una tasa de 6-9% por año. La demanda total en 1985 era aproximadamente de US$ 12 mil millones. En 1990, ésta subió aproximadamente a US$ 25 mil millones”. 1 La presencia de Chile dentro de este mercado es pequeña. Recién en 1978 se comenzó a exportar claveles frescos a Paraguay y Gran Bretaña y en este momento...

Orientación de las flores de dos poblaciones norteñas de Pachycereus pecten-aboriginum (Cactaceae)

Aguilar-Gastelum,Ileem; Molina-Freaner,Francisco
Fonte: Sociedad Botánica de México A.C. Publicador: Sociedad Botánica de México A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2015 ES
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Varios estudios previos han documentado que algunas cactáceas columnares muestran orientación ecuatorial de sus flores. Sin embargo, se desconoce qué tan general es este patrón de orientación entre las cactáceas que producen flores laterales. Pachycereus pecten-aboriginum es una especie que produce flores laterales y que tiene una amplia distribución en México. En este trabajo se describe el patrón de distribución de las flores de dos poblaciones norteñas de P. pecten-aboriginum y se explora su relación con la intercepción de radiación fotosintéticamente activa (RFA). Se eligieron dos poblaciones de P. pecten-aboriginum del estado de Sonora, donde se midió el azimut de las costillas y el número de estructuras reproductivas por costilla. Para una de las poblaciones se estimó la RFA interceptada por las costillas de diferente orientación, se colectaron flores orientadas al este, sur y oeste, y se contó el número de óvulos por flor. Las flores de ambas poblaciones tuvieron un promedio de orientación de 191.5° ± 69.7° y 194.6° + 61.8°, mostrando una orientación significativa hacia el sur. El análisis del número de óvulos por flor no mostró diferencias significativas entre costillas de diferente orientación. Los valores diarios de intercepción de RFA mostraron que las costillas orientadas hacia el sur y el ápice...

Producción de néctar y flores como rasgos compensatorios al robo de néctar en Bouvardia ternifolia (Rubiaceae): experimentos de campo

Salinas-Esquivel,Luis; Arizmendi,María del Coro; Domínguez,César A.; Castillo-Guevara,Citlalli; Lara,Carlos
Fonte: Sociedad Botánica de México A.C. Publicador: Sociedad Botánica de México A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 ES
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El néctar de flores polinizadas por colibríes es usualmente robado por animales no polinizadores, por ello se esperaría que plantas sometidas al robo de néctar presenten distintas estrategias que permitan mitigar los costos asociados. En este estudio, evaluamos la producción de néctar y flores como rasgos para mitigar el robo de néctar en la planta diestílica Bouvardia ternifolia (Rubiaceae) en el Parque Nacional la Malinche, Tlaxcala, México. Plantas de ambos morfos fueron sometidas a tres tratamientos: (1) tratamiento de remoción de néctar, (2) tratamiento sin remoción y (3) tratamiento control (plantas sin exclusión ni extracción de néctar). Durante el periodo de floración, cuantificamos semanalmente el volumen de néctar (15 flores/planta) y el número de flores producidas por planta. Polinizamos manualmente las flores focales y los frutos producidos se recolectaron y sus semillas contadas. Las flores con y sin remoción de néctar produjeron similar recompensa; contrario a los pequeños volúmenes producidos en flores control. Las flores del morfo pin mostraron mayores volúmenes y concentraciones de néctar que las thrum. No encontramos efecto de los tratamientos sobre la producción de flores en ambos morfos. Las flores con y sin remoción de néctar produjeron más semillas que las flores control. Nuestros resultados sugieren que Bouvardia puede sobrecompensar el néctar robado...

Contenido nutricional, propiedades funcionales y conservación de flores comestibles: Revisión

Lara-Cortés,Estrella; Osorio-Díaz,Perla; Jiménez-Aparicio,Antonio; Bautista-Baños,Silvia
Fonte: Sociedad Latinoamericana de Nutrición Publicador: Sociedad Latinoamericana de Nutrición
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 ES
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La florifagia, que es el consumo de flores como alimento es una práctica que, aunque no es nueva no estaba muy difundida entre los consumidores hasta hace algunas décadas. Las flores comestibles contribuyen al mejoramiento de la estética de los alimentos además, aportan sustancias biológicamente activas como vitaminas A, C, riboflavina, niacina, minerales como calcio, fósforo, hierro y potasio beneficiando la salud de quien las consume. Esta revisión incluye algunos ejemplos de flores comestibles como las rosas, violetas y capuchinas entre otras, sus usos y aplicaciones como alimento, sus características organolépticas y valor nutrimental por las cuales pueden considerarse un alimento funcional. No todas las flores pueden consumirse como alimento hay otro grupo de flores que pueden resultar tóxicas e incluso su ingesta puede ser mortal. Un factor importante que afecta la calidad de las flores es la forma en la que se conservan la cual repercute en sus características sensoriales y nutrimentales. Finalmente aunque el consumo de flores como alimento es una práctica antigua hay poca reglamentación es necesario realizar mayor investigación sobre su análisis químico y nutrimental que promueva su inclusión en la dieta ya que pueden ser una fuente alimenticia con un alto valor nutrimental y funcional.