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Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG); Tree composition and structure of a semideciduous forest in the Meridional Espinhaço (Serra do Cipó, MG)

Santos, Matheus Fortes; Freitas, Herbert Serafim de; Sano, Paulo Takeo
Fonte: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica
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66.2%
Estudos florísticos e fitossociológicos têm sido feitos em áreas de Mata Atlântica, sendo parte desses em remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual. Entretanto, no cômputo geral, as florestas na Serra do Espinhaço têm sido pouco estudadas. Este trabalho objetiva descrever e analisar a composição e estrutura de espécies arbóreas de uma área de Floresta Estacional Semidecidual na face leste da Serra do Cipó, porção meridional da Serra do Espinhaço (MG). O método de ponto-quadrante foi utilizado para estudo fitossociológico, sendo o levantamento florístico total incrementado por coletas não-sistematizadas. Foram calculados: área basal total, densidade, frequência e dominância relativas, além do índice de valor de importância. O levantamento florístico total registrou 280 espécies, número que destaca a riqueza da área, cuja maior afinidade florística é com outras áreas florestais localizadas nas bacias dos Rios Doce e Paraíba do Sul. Os parâmetros fitossociológicos destacam a predominância de espécies pioneiras e secundárias iniciais, o que, assim como os valores estruturais, caracteriza um estádio secundário inicial a intermediário de regeneração. Os dados deste trabalho realçam a importância da preservação das florestas estacionais da Mata Atlântica e...

Impactos sobre remanescentes florestais de Mata Atlântica na zona oeste da Grande de São Paulo: um estudo de caso da mata da fazenda Tizo; Impactos sobre remanescentes de florestas de Mata Atlântica na zona oeste da grande São Paulo: um estudo de caso da mata da fazenda Tizo

Costa, Renê
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/10/2006 PT
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66.45%
A expansão da área urbana da Região Metropolitana de São Paulo vem pressionando, fragmentando e suprimindo os últimos remanescentes de florestas de Mata Atlântica. No entanto, a reconstituição do processo histórico de exploração florestal na região oeste da Grande São Paulo demonstrou que a fragmentação e a deterioração dos remanescentes advêm de atividades econômicas anteriores a urbanização, quando ainda a região estava inserida em uma paisagem de matriz rural. A dinâmica urbana na região, a partir de 1980, foi responsável pela formação de aterros, assentamentos habitacionais de baixo, médio e alto padrão e Rodoanel Mário Covas, produzindo uma trama espacial marcada pelo contraste e pela fragmentação. Em meio a essa trama, a mata da Fazenda TIZO, localizada na divisa dos municípios de São Paulo, Taboão da Serra, Embu, Cotia e Osasco apresenta uma formação florestal diversificada, caracterizada como mata em estágio sucessional médio à tardio com dinâmica regressiva. No intuito de resgatar o potencial ecológico dos remanescentes visando o desenvolvimento sucessional progressivo da mata, nosso trabalho demonstrou a necessidade de um plano de gestão que considere tanto o manejo dos fragmentos quanto intervenções que concilie a ocupação do entorno com a conservação.; Expansion of São Paulo Metropolitan Region's urban area comes pressuring...

Distribuição espacial de espécies arbóreas na área de vida de Sapajus nigritus (Primates, Cebidae) na Mata Atlântica, Parque Estadual Carlos Botelho, estado de São Paulo; Spatial distribution of tree species present in the home range of Sapajus nigritus (Primates, Cebidae) in the Atlantic, Carlos Botelho State Park, State of Sao Paulo

Sevghenian, Eliza
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2012 PT
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96.33%
Apesar dos esforços na realização de pesquisas com primatas na Mata Atlântica, ainda existem poucos estudos relacionando topografia, composição e distribuição de vegetação com o padrão de ocupação da área por primatas. Pela escassez dessas pesquisas, essas relações foram analisadas em duas áreas dentro da área de vida de um grupo de Sapajus nigritus numa área de Floresta Ombrófila Densa, localizada no Parque Estadual Carlos Botelho (PECB), Estado de São Paulo. Com o objetivo de descobrir se há ou não relação entre distribuição da vegetação arbórea com o padrão de uso da área (relacionadas com as rotas realizadas em 2007) pelo grupo deSapajus nigritus. Com o auxílio de uma imagem do IBGE de 1:50.000 da área do PECB, cedido pelo Instituto Florestal, em São Paulo, foi feito um recorte da área de vida do grupo no software ArcView 9.3 para seleção duas áreas; a primeira conhecida como área central (ou área núcleo) onde o grupo utiliza com mais frequência, foi denominada de área A, e a segunda área, uma pequena porção mais periférica da área de vida com inclinação mais acentuada, denominada de área B. Em cada uma dessas áreas foram instaladas três unidades amostrais; uma em área de topo de morro...

Aspectos estruturais e ecológicos de uma comunidade arbórea do Parque estadual da Serra do Mar (Ubatuba, SP)

Kamimura, Vitor de Andrade
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 45 f.
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56.01%
O presente estudo investigou aspectos estruturais (florística e fitossociologia) e ecológicos (síndromes de dispersão e classes sucessionais) de um hectare de Floresta Ombrófila Densa Submontana, localizada no Núcleo Picinguaba, município de Ubatuba, São Paulo, com objetivo de analisar a similaridade da área com outros levantamentos sob mesma fisionomia e avaliar o estágio sucessional da mata para o trecho considerado. A área estudada (Parcela C) compõe uma das parcelas amostrais do Projeto Temático “Composição florística, estrutura e funcionamento da Floresta Ombrófila Densa dos Núcleos Picinguaba e Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar” do Programa BIOTA-FAPESP. O levantamento compreendeu todos os indivíduos arbóreos com DAP ≥ 4,8 totalizando 1.246 indivíduos. Foram encontradas 131 espécies distribuídas em 38 famílias. O índice de diversidade de Shannon foi de H’= 3, 981 nat.ind.-1 e o índice de equitabilidade de Pielou foi de J’ = 0,815. A família Myrtaceae se destacou com a maior riqueza de espécies (36), seguida de Fabaceae (12) e Rubiaceae (11) que registrou, ainda, a maior quantidade de indivíduos, com 225 plantas. O maior valor de importância foi anotado para Euterpe edulis (6...

Analise fitogeografica da Mata Atlantica - Brasil

Veridiana Vizoni Scudeller
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/06/2002 PT
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66.33%
Este trabalho visa conhecer a distribuição geográfica das espécies arbóreas da Mata Atlântica em toda sua amplitude geográfica de forma a investigar quantitativamente a similaridade florístico-estrutural e diferenças entre amostras vindas de diferentes localidades. Para tal, foram usados 112 trabalhos de florística e fitossociologia, que trazem 268 listas de espécies. Cada referência foi cadastrada no FITOGEO, um sistema de banco de dados desenvolvido especialmente para gerenciar as informações utilizadas no presente estudo, mas que pode ser ampliado para estudos fitogeográficos de uma forma geral. Após análises de agrupamento e ordenação obtivemos os seguintes resultados: 1. a Mata Atlântica é bastante heterogênea floristicamente, com substituições de espécies, sendo que mais de 50% das espécies ocorrem em menos de 20% das amostras. Esta predominância de espécies arbóreas com distribuição restrita e a grande variação espacial de abundância pode aparentemente indicar nichos restritos; 2. nenhum táxon mostrou distribuição disjunta, e a maioria das espécies mostraram padrão de distribuição restrito à região sudeste do país; 3. analisando a ocorrência de táxons da Floresta Ombrófila Densa Atlântica em formações arbóreas vizinhas (cerrado...

Estrutura do componente epífito vascular em trecho de Floresta Atlântica na região serrana do Espírito Santo

Freitas,Joelcio; Assis,André Moreira de
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2013 PT
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46.07%
Este estudo teve como objetivo avaliar a comunidade epifítica de um fragmento de Floresta Atlântica da região centro serrana do estado do Espírito Santo, visando observar a distribuição dessa forma de vida sobre forófitos. O local de estudo é formado por uma encosta com floresta preservada que foi analisada no topo do morro (Área 1 - altitude de 890 m) e na meia encosta (Área 2 - 720 m de altitude). Foi adotado o método de quadrantes centrados, selecionando 15 pontos em cada área num total de 120 forófitos com DAP ≥ 10 cm. Para a análise da distribuição das epífitas, os forófitos foram divididos nos estratos: fuste baixo, médio, alto, copa interna e externa. Para cada epífita foram atribuídas notas de frequência, que resultaram nos parâmetros fitossociológicos: valor de importância epifítico (VIe), dominâncias e frequências (absolutas e relativas). Foram registradas 29 espécies de epífitas e hemiepífitas, sendo Bromeliaceae (7 espécies) e Orchidaceae (6 espécies) as famílias mais representativas. Houve baixa similaridade entre as duas áreas (IS= 0,3) com apenas cinco espécies em comum. As espécies com maior valor epifítico foram duas hemiepífitas: Heteropsis rigidifolia na Área 1 (VIe= 29...

Fitossociologia e diversidade de espécies arbóreas em cabruca (mata atlântica raleada sobre plantação de cacau) na Região Sul da Bahia, Brasil

Sambuichi,Regina Helena Rosa
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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56.28%
Na região sul da Bahia a maior parte das lavouras de cacau foi implantada sob a mata nativa raleada, em um sistema conhecido como cabruca. Em uma área de 2,6 ha de cabruca, foi realizado o levantamento fitossociológico das árvores com DAP 5 > ou = cm utilizadas no sombreamento do cacau, objetivando caracterizar a diversidade de espécies, composição e estrutura dessa comunidade. Foram encontrados nessa área 138 indivíduos, pertencentes a 41 espécies e 25 famílias, com 20,0 m² de área basal e 471,5 m³ de volume cilíndrico. As espécies que apresentaram maiores porcentagens de Importância de Wisconsin foram: Spondias lutea L. (9,7%), Pithecelobium polycephalum Benth. (9,4%), Inga affinis Benth. (7,0%) e Cedrela odorata L. (7,0%). O índice de diversidade de Shannon foi 3,35 e o de Brillouin 2,96. O diâmetro à altura do peito (DAP) variou de 5,0 cm a 126,8 cm. A altura variou de 4,5 m a 39,4 m, com média de 15,9 m. Foram encontradas convivendo na área espécies nativas (pioneiras, de florestas secundárias e de florestas primárias) e exóticas. Comparações feitas com outros trabalhos em áreas de cabruca mostram que estas apresentam uma alta diversidade de espécies arbóreas e são heterogêneas em estrutura, o que é influenciado pelo histórico de implantação e manejo das áreas.

Estrutura e composição florística do estrato arbóreo em duas zonas altitudinais na Mata Atlântica de encosta da região do Imbé, RJ

Moreno,Marcel R.; Nascimento,Marcelo T.; Kurtz,Bruno C.
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2003 PT
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66.27%
O objetivo deste estudo foi avaliar a composição florística e estrutural do estrato arbóreo de um remanescente de mata atlântica submontana na Região do Imbé, RJ, testando a hipótese de que diferenças em altitude (zona 1 localizada a 50m.s.m. e zona 2 localizada a 250m.s.m.) acarretam alterações na comunidade. O total de dez parcelas de 30×40m foram alocadas em duas zonas altitudinais, cinco no sítio 1 e outras cinco no sítio 2. Todas as árvores com DAP > 10cm foram marcadas e medidas. Dentre os 940 indivíduos amostrados, um total de 210 espécies foram identificadas, distribuídas em 158 gêneros e 43 famílias. As duas zonas estudadas apresentaram valores semelhantes de densidade total, área basal total e diversidade de espécies. Os valores de diversidade de espécies estão entre os mais altos encontrados em Mata Atlântica. A família Euphorbiaceae apresentou os maiores valores de VC em ambas as zonas altitudinais. A família mais rica em número de espécies foi Leguminosae (26 espécies). Das 210 espécies amostradas, apenas 57 foram comuns às duas zonas amostradas. Na zona 1, as espécies com os maiores VC foram Hyeronima alchorneoides Allemão (14,3), Actimostemon verticilatus (Kl.) Baill. (11,4) e Rustia formosa (Cham. & Schltal.) Klotzch (10...

Composição e estrutura arbórea em floresta estacional semidecidual no Espinhaço Meridional (Serra do Cipó, MG)

Santos,Matheus Fortes; Serafim,Herbert; Sano,Paulo Takeo
Fonte: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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66.2%
Estudos florísticos e fitossociológicos têm sido feitos em áreas de Mata Atlântica, sendo parte desses em remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual. Entretanto, no cômputo geral, as florestas na Serra do Espinhaço têm sido pouco estudadas. Este trabalho objetiva descrever e analisar a composição e estrutura de espécies arbóreas de uma área de Floresta Estacional Semidecidual na face leste da Serra do Cipó, porção meridional da Serra do Espinhaço (MG). O método de ponto-quadrante foi utilizado para estudo fitossociológico, sendo o levantamento florístico total incrementado por coletas não-sistematizadas. Foram calculados: área basal total, densidade, frequência e dominância relativas, além do índice de valor de importância. O levantamento florístico total registrou 280 espécies, número que destaca a riqueza da área, cuja maior afinidade florística é com outras áreas florestais localizadas nas bacias dos Rios Doce e Paraíba do Sul. Os parâmetros fitossociológicos destacam a predominância de espécies pioneiras e secundárias iniciais, o que, assim como os valores estruturais, caracteriza um estádio secundário inicial a intermediário de regeneração. Os dados deste trabalho realçam a importância da preservação das florestas estacionais da Mata Atlântica e...

Estrutura e diversidade do componente arbóreo de Floresta Atlântica no parque nacional da serra do Itajaí, Santa Catarina.

CAGLIONI, E.; CURCIO, G. R.; UHLMANN, A.; BONNET, A.
Fonte: Floresta, Curitiba, v. 45, n. 2, p. 289-302, abr./jun. 2015. Publicador: Floresta, Curitiba, v. 45, n. 2, p. 289-302, abr./jun. 2015.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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56.02%
Este estudo objetivou caracterizar um segmento arbóreo/arbustivo de Floresta Ombrófila Densa Submontana em paisagem de encosta, a partir da margem de um ribeirão em Blumenau/SC, em solos não hidromórficos, bem como analisar sua estrutura associando-se as características geopedológicas. Realizou-se contextualização pedossequencial da encosta, ao longo da qual foram instaladas 33 parcelas de 100 m2 cada, amostrando-se todos os indivíduos com PAP ? 15 cm. Foram calculados parâmetros fitossociológicos e índice de diversidade, assim como elaboraram-se gráficos de altura das espécies por terço da encosta e confeccionou-se a curva de rarefação de espécies, para comparar com outros levantamentos fitossociológicos da Bacia Hidrográfica do Itajaí. Foram identificados, nos terços inferior, médio e superior da encosta, Neossolo Flúvico, Neossolo Regolítico e Cambissolo Háplico, respectivamente. Foram amostradas 114 espécies, representadas principalmente por Myrtaceae, Lauraceae e Rubiaceae. O índice de diversidade de Shannon (H?) foi elevado (4,13 nats/ind). A altura das espécies diminuiu do terço inferior para o superior da encosta. A curva de rarefação formou dois grupos de similaridade. Conclui-se que a área pesquisada possui elevada riqueza e que a heterogeneidade física da encosta influenciou a altura e a inclinação da vegetação ao longo da mesma...

Florística e fitossociologia em parcelas permanentes da Mata Atlântica do sudeste do Brasil ao longo de um gradiente altitudinal; Floristic and phytosociology in permanent plots of the Atlantic Rainforest along an altitudinal gradient in southeastern BrazilFloristic and phytosociology in permanent plots of the Atlantic Rainforest along an altitudinal gradient in southeastern Brazil

Joly, Carlos Alfredo; Assis, Marco Antonio; Bernacci, Luis Carlos; Tamashiro, Jorge Yoshio; Campos, Mariana Cruz Rodrigues de; Comes, Jose Ataliba Mantelli Aboin; Lacerda, Maryland Sanchez; Santos, Flavio Antonio Maes dos; Pedroni, Fernando; Pereira, Lari
Fonte: REVISTA BIOTA NEOTROPICA; CAMPINAS Publicador: REVISTA BIOTA NEOTROPICA; CAMPINAS
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.6%
Este trabalho resume os dados de florística e fitossociologia de 11, das 14 parcelas de 1 ha, alocadas ao longo do gradiente altitudinal da Serra do Mar, São Paulo, Brasil. As parcelas começam na cota 10 m (Floresta de Restinga da Praia da Fazenda, município de Ubatuba) e estão distribuídas até a cota 1100 m (Floresta Ombrófila Densa Montana da Trilha do rio Itamambuca, município de São Luis do Paraitinga) abrangendo os Núcleos Picinguaba e Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar. Na Restinga o solo é Neossolo Quartzarênico francamente arenoso, enquanto que na encosta o solo é um Cambisolo Háplico Distrófico argilo-arenoso, sendo que todas as parcelas apresentaram solo ácido (pH 3 – 4) com alta diluição de nutrientes e alta saturação de alumínio. Na Restinga e no sopé da encosta o clima é Tropical/Subtropical Úmido (Af/Cfa), sem estação seca, com precipitação média anual superior a 2.200 mm e temperatura média anual de 22 °C. Subindo a encosta mantêm-se a média de precipitação, mas há um gradativo resfriamento, de forma que a 1.100 m o clima é Subtropical Úmido (Cfa/Cfb), sem estação seca, com temperatura média anual de 17 °C. Destaca-se ainda que, quase diariamente...

Estrutura e composição florística do estrato arbóreo de um remanescente de Mata Atlântica submontana no município de Rio Bonito, RJ, Brasil (Mata Rio Vermelho)

Carvalho,Fabrício Alvim; Nascimento,Marcelo Trindade; Braga,João Marcelo Alvarenga
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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56.22%
Neste trabalho, descreveram-se a composição florística e a estrutura do estrato arbóreo de um remanescente de Floresta Ombrófila Densa Submontana (Mata Rio Vermelho) na região Centro-Norte fluminense, comparando-a com outras florestas da região. Foram alocadas oito parcelas de 5 m x 100 m, e todos os indivíduos vivos e mortos com DAP > 5 cm foram amostrados. Ao todo, foram registradas 106 espécies pertencentes a 77 gêneros e 32 famílias. As famílias com maior riqueza de espécies foram Leguminosae (13 espécies) e Lauraceae (8), e as mais abundantes foram Monimiaceae (13% dos indivíduos) e Leguminosae (11%). As espécies mais importantes quanto ao valor de cobertura (VC) foram Siparuna guianensis, Apuleia leiocarpa, Cupania oblongifolia e Machaerium brasiliensis, todas características de áreas secundárias. O índice de diversidade de espécies (H' = 3,91 nats.ind-1) foi próximo ao encontrado em outras florestas secundárias. Os resultados (elevado número de árvores mortas, com lianas, perfilhadas e secundárias iniciais; baixo número de árvores de grande porte e área basal) indicaram que a mata em foco se encontrava perturbada e em fase de regeneração intermediária. Ainda assim, permanecia detentora de considerável riqueza e diversidade florística...

Fitossociologia do estrato arbóreo em uma toposeqüência alternada de mata atlântica, no munícipio de Silva Jardim-RJ,Brasil

Borém,Rosângela Alves Tristão; Oliveira-Filho,Ary Teixeira de
Fonte: Sociedade de Investigações Florestais Publicador: Sociedade de Investigações Florestais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2002 PT
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46.22%
Este estudo foi realizado em um fragmento de Floresta Atlântica pertencente à fazenda Biovert, no município de Silva Jardim, Rio de Janeiro. Teve como objetivos a caracterização da vegetação e a análise da estrutura da comunidade arbórea que ocorre ao longo de uma toposseqüência de um trecho de Floresta Atlântica bastante alterado antropicamente, de forma a estabelecer critérios adequados para seu manejo e sua recuperação. Para o estudo foi empregado o método de amostragem por parcelas de área fixa, distribuídas de forma sistemática, na toposseqüência. Os dados foram coletados de parcelas amostrais de 600 m², alocadas nos terços inferior, médio e superior de uma toposseqüência. Foram registrados, por espécie, os nomes vulgares e científicos e a circunferência do tronco a 1,30 m (CAP). No levantamento da composição florística foram constatadas 43 famílias, 95 gêneros e 129 espécies, obtendo-se um índice de diversidade de Shannon (H') de 4,137 nats/indivíduo. As espécies mais importantes (VI) foram Euterpe edulis, Cecropia glaziovii, Astrocaryum aculeatissimum e Piptadenia gonoacantha.

Fitossociologia e dinâmica da vegetação arbórea no Parque Nacional do Iguaçu

Souza, Ronan Felipe de
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 135 f. : il., tabs.; application/pdf
PORTUGUêS
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46.21%
Orientador : Prof. Dr. Sebastião do Amaral Machado; Co-orientadores : Prof. Dr. Franklin Galvão, Prof. Dr. Afonso Figueiredo Filho; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais. Defesa: Curitiba, 30/01/2015; Inclui referências; Área de concentração : Manejo florestal; Resumo: A fragmentação atual da Mata Atlântica é resultado da ocupação desordenada que ocorreu nas décadas passadas. Neste Bioma, como forma de prevenir a completa deterioração da vegetação, foram criadas leis ambientais rigorosas e várias Unidades de Conservação (UC), as quais, além de garantir a manutenção da fauna e flora, são propicias ao desenvolvimento de pesquisas ecológicas que possam embasar a elaboração de planos de manejo. Neste contexto, está inserido o Parque Nacional do Iguaçu (PNI), que, apesar de sua reconhecida importância para a preservação dos recursos naturais, até o presente momento não havia recebido a devida atenção dos pesquisadores florestais. Este fator, somado ao reduzido volume de trabalhos encontrados para as florestas estacionais do Sul do Brasil, foram os elementos motivadores para o desenvolvimento deste trabalho. Assim...

Variações florística e estrutural e relações fitogeográficas de um fragmento de floresta decídua no Rio Grande do Norte, Brasil

Cestaro,Luiz Antonio; Soares,João Juares
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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46.11%
O trabalho foi realizado num fragmento de floresta decídua com cerca de 270ha centrado em 5°53'S e 35°23'W e que se estende por dois ambientes edáficos distintos (Moda 1 e Moda 2). Os objetivos do trabalho foram caracterizar florística e estruturalmente o componente arbóreo nos dois ambientes, compará-los entre si e avaliar suas relações fitogeográficas. Todos os indivíduos vivos e mortos em pé com perímetro à altura do peito >10cm foram considerados como árvore e amostrados pelo método dos quadrantes. Para Moda 1 e Moda 2 foram estimados, respectivamente: densidade total de 1.587 e de 1.924 indivíduos.ha-1, área basal total de 15,88 e de 15,86m².ha-¹, freqüências modais das alturas entre 5 e 5,9m e entre 6 e 6,9m e dos diâmetros de caule entre 5,0 e 9,9cm e entre 3,2 e 4,9cm, índice de diversidade de Shannon de 3,19 e de 3,26 e índice de eqüabilidade de Pielou de 0,79 e de 0,86. Os estratos arbóreos nos dois ambientes foram considerados estruturalmente semelhantes. Foram observadas no total 66 espécies de árvores, sendo 56 em Moda 1 e 45 em Moda 2. Piptadenia moniliformis Benth. é a espécie com maior valor de importância nas duas áreas, seguidas por Tabebuia impetiginosa (Mart. ex DC.) Standl. em Moda 1 e por Chamaecrista ensiformis (Vell.) H.S. Irwin & Barneby em Moda 2. As áreas apresentam grande similaridade florística (S S = 0...

Florística e estrutura do componente arbóreo de remanescentes de Mata Atlântica do médio rio Doce, Minas Gerais, Brasil

França,Glauco Santos; Stehmann,João Renato
Fonte: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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56.11%
A Mata Atlântica do médio rio Doce é considerada uma das formações vegetais mais ameaçadas de Minas Gerais, devido à intensa destruição ocorrida no passado. As florestas encontradas representam a única fonte de informação sobre a vegetação da região. O objetivo deste estudo foi caracterizar algumas comunidades arbóreas do Parque Estadual do Rio Doce e de fragmentos do entorno quanto à estrutura, composição, similaridade florística e distribuição das espécies. Foram estudadas seis áreas usando o método de ponto quadrante. Em cada área foram amostrados 70 pontos tomando-se as medidas de circunferência (> 15 cm) e altura das árvores. No total foram identificadas 61 famílias, 195 gêneros e 373 espécies. O número de famílias variou de 30 a 36 por área de estudo e o de espécies de 80 a 101. A similaridade florística (Jaccard) entre as áreas variou de 6,3 a 24,1 %, mostrando serem as florestas bastante distintas. Houve correlação significativa (CCA) entre a distribuição de espécies e as variáveis de solo. Os índices de diversidade de Shannon (H') variaram de 3,66 a 4,10. O valor mediano dos diâmetros variou de 8,0 a 10,9 cm e o das alturas de 7,0 a 10,0 m. A heterogeneidade florística encontrada no Parque Estadual do Rio Doce e nos fragmentos do entorno refletiu o histórico de perturbações e a influência dos fatores edáficos na distribuição das espécies arbóreas no médio rio Doce.

Composição e estrutura de epífitos vasculares em floresta brejosa, Balneário Arroio do Silva, sul de Santa Catarina

Oliveira, Lislaine Cardoso de
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
PT_BR
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56.11%
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Biológicas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.; As epífitas vasculares representam componente significativo de todas as espécies existentes, contribuindo para a biodiversidade de florestas tropicais, atuando de forma indispensável na estrutura e dinâmica do bioma Mata Atlântica. Este estudo objetivou realizar levantamento florístico, estrutural e analisar a distribuição espacial do componente epifítico vascular em fragmento de floresta brejosa, no município de Balneário Arroio do Silva, Santa Catarina. A área de estudo compreende um trecho de floresta paludosa, com características transicionais entre Restinga e Floresta Ombrófila Densa formação das Terras Baixas (29°02'S, 49°31’W, altitude 4m). O clima regional é subtropical úmido (Cfa), segundo a classificação de Köppen-Geiger. Para o levantamento estrutural foram estabelecidos cinco transectos, separados 20m entre si. Para cada transecto foram determinados três pontos quadrantes, separados por 10m, totalizando 60 árvores como unidades amostrais, todas com diâmetros à altura do peito (DAP) ≥ 10 cm. Para a inclusão de espécies não amostradas na fitossociologia...

Abstract Structure and diversity of the arboreal synusia on a hillside forest, on Serra do Itajai National Park, Santa Catarina State, Southern Brazil.; ESTRUTURA E DIVERSIDADE DO COMPONENTE ARBÓREO DE FLORESTA ATLÂNTICA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO ITAJAÍ, SANTA CATARINA

Caglioni, Eder; Universidade Federal do Paraná; Curcio, Gustavo Ribas; Embrapa Florestas; Uhlmann, Alexandre; Embrapa Florestas; Bonnet, Annete; Embrapa Pesca e Aquicultura
Fonte: FUPEF DO PARANÁ Publicador: FUPEF DO PARANÁ
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2014 POR
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Este estudo objetivou caracterizar um segmento arbóreo/arbustivo de Floresta Ombrófila Densa Submontana em paisagem de encosta, a partir da margem de um ribeirão em Blumenau/SC, em solos não hidromórficos, bem como analisar sua estrutura associando-se as características geopedológicas. Realizou-se contextualização pedossequencial da encosta, ao longo da qual foram instaladas 33 parcelas de 100 m2 cada, amostrando-se todos os indivíduos com PAP ≥ 15 cm. Foram calculados parâmetros fitossociológicos e índice de diversidade, assim como elaboraram-se gráficos de altura das espécies por terço da encosta e confeccionou-se a curva de rarefação de espécies, para comparar com outros levantamentos fitossociológicos da Bacia Hidrográfica do Itajaí. Foram identificados, nos terços inferior, médio e superior da encosta, Neossolo Flúvico, Neossolo Regolítico e Cambissolo Háplico, respectivamente. Foram amostradas 114 espécies, representadas principalmente por Myrtaceae, Lauraceae e Rubiaceae. O índice de diversidade de Shannon (H’) foi elevado (4,13 nats/ind). A altura das espécies diminuiu do terço inferior para o superior da encosta. A curva de rarefação formou dois grupos de similaridade. Conclui-se que a área pesquisada possui elevada riqueza e que a heterogeneidade física da encosta influenciou a altura e a inclinação da vegetação ao longo da mesma...

Floristic and struct/ural characterization of an Upper Montane Atlantic Forest in the Capivari mountain range, Campina Grande do Sul, Parana; CARACTERIZAÇÃO FLORÍSTICA E ESTRUTURAL DE UMA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA ALTOMONTANA NA SERRA DO CAPIVARI, CAMPINA GRANDE DO SUL, PARANÁ

Vieira, Renann de Silos; Universidade Federal do Paraná; Blum, Christopher Thomas; Universidade Federal do Paraná; Roderjan, Carlos Vellozo; Universidade Federal do Paraná
Fonte: FUPEF DO PARANÁ Publicador: FUPEF DO PARANÁ
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2014 POR
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56.23%
AbstractFound only in the highest portions of the Serra do Mar mountain range, the Upper Montane Atlantic Forest is conditioned to unique environmental situations that result in exclusive physiognomy. This research aimed to characterize floristic and structural composition of this forest type in the Capivari mountain range, Campina Grande do Sul. 20 plots of 50m2 were implemented to analyze all individuals with perimeter at breast height ≥10 cm. It was registered 574 individuals of 24 species and 15 families. The richest family was Myrtaceae (5 species), followed by Melastomataceae and Lauraceae. The forest presented low diversity (H'= 2.58 nats.ind-1) and high density (5,740 ind.ha-1), mainly composed of thin trees and forming an upper stratum of approximately five meters. Ilex microdonta Reissek, registered in all plots, is the most important species in this community, with density of 1,160 ind.ha-1 and dominance of 10.54 m2.ha-1. It was possible to confirm the feature of low species diversity in the Upper Montane forest, composed by families of universal dispersion and high individuals density, but with structure dominated by few species. The low height and the absence of emergent trees endorse a physiognomic-structural standard of this forest that is result of restrictive environmental conditions.Keywords: Montane cloud forest; Serra do Mar mountain range; Atlantic forest; phytosociology.; Encontrada somente no alto das montanhas da Serra do Mar...

Fitossociologia e modelo de distribuição de espécie em área de mata atlântica degradada por mineração em Joinville; Phytosociology and species distribution model in an atlantic rain forest degraded by mining in Joinville, SC, Brazil

Carvalho, Adriana Rosa; Universidade Estadual de Goiás, Anápolis
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2000 POR
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Este estudo foi realizado para obter dados fitossociológicos que orientassem a recuperação da vegetação em uma área de mata atlântica sobre o Morro do Timbé (Joinville, SC), degradada por mineração de seixo e argila durante 20 anos. O método utilizado foi o ponto quadrante, num total de 90 unidades amostrais com intervalo de 10 m entre si. Foram obtidos dados de freqüência, densidade e dominância (absoluta e relativa), valor de importância, valor de cobertura e índice de diversidade de Shannon & Wiener. As famílias consideradas mais importantes foram: Myrtaceae, Euphorbiaceae, Lauraceae, Moraceae, Bignoniaceae e Melastomataceae. As espécies mais expressivas e indicadas para a recuperação da área foram Alchornea triplinervia (Sprengel) Müll. Arg., Calyptranthes luGida Martius ex De., Casearia oblíqua Sprengel, Cecropia pachystachya Tréc., Marlíerea eugeniopsoides (Legrand & Kausel) Legrand, Miconia Ginnamomifolia (De.) Naudin, Ocotea acutifolía (Nees) Mez, Ocotea odorífera (Vellozo) Rohwer, Sloanea sp.l, Tabebuia cassinoides (Lam.) DC. e Tapirira guianensis Aublet. O índice de diversidade de Shannon & Wiener foi de H' = 3,72. A estimativa da riqueza de espécies foi calculada pelo método "Jackknife"...