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Relatos dos professores de ciências sobre a natureza da ciência e sua relação com a história e a filosofia da ciência; Report of Teachers of Science on the nature of science and its relationship with the History and Philosophy of Science.

Santana, Edson Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/12/2009 PT
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A abordagem da natureza da ciência e sua relação com a história e a filosofia da ciência, têm sido reconhecida tanto no âmbito nacional, como é possível encontra-la nos PCNs ( Parâmetros Currriculares Nacionais ), e também no contexto internacional como apresenta o Projeto 2061 produzido pela AAAS ( Associação Americana para o Progresso da Ciência ). Além destas, o tema é constante em diversas pesquisas, demonstrando assim sua relevância. Esta pesquisa procurou compreender como os professores interpretariam esta temática. O resultado demonstrou problemas com esta compreensão, ou seja, os professores não teriam estas questões bem compreendidas e, portanto as mesmas poderiam ser abordadas de formas inadequadas ou simplesmente não seriam abordadas. Há também um outro fator, pois diferentemente de outras questões relacionadas ao Ensino de Ciência como Sexualidade e Meio Ambiente, cujas mesmas são relatadas pelos professores. A temática sobre a natureza da ciência e sua conexão com a história e a filosofia da ciência, além de mal compreendidas, não haveria ainda uma clara consciência sobre a importância do assunto. Assim caberia aos cursos de formação de professores tratar a questão em duas frentes...

O divino e o sagrado da natureza : a filosofia vedica e o biocentrismo na relação sociedade-ambiente : o movimento Hare Krishna no mundo contemporâneo

Valentina Moya Retamales
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/11/2000 PT
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Este trabalho tem o objetivo de descrever e explicar alguns aspectos relevantes sobre a relação sociedade-natureza tal como ela é compreendida desde a perspectiva da filosofia védica e da concepção biocêntrica. Este estudo também pretende dar a conhecer uma organização com características religiosas auto-identificada como seguidora dos princípios védicos: a "Sociedade Internacional da Consciência de Kríshna" (ISKCON). Foram estabelecidos também alguns vínculos oportunos entre a visão védica das relações sociedade-natureza, e algumas concepções ecologistas vigentes em nossos dias. Encontramos aqui importantes convergências, especialmente no que toca ao conceito de valor intrínseco de todo ser vivo. Uns dos métodos utilizados para a realização da pesquisa é a leitura de alguns livros essenciais da filosofia védica, dando ênfase ao aspecto ético e aos princípios filosófico-religiosos. A literatura clássica ocidental sobre este tema foi empregada como informação secundaria, dando maior importância aos textos que tivessem uma visão mais próxima ao biocentrismo e uma posição crítica sobre a sociedade contemporânea. Neste trabalho é realizada ainda uma aproximação empírica do Movimento Hare Kríshna (MHK) destacando alguns aspectos de sua prática cotidiana...

A Natureza das Coisas e as Coisas da Natureza. Um estudo da Crítica da Razão Pura

Borges-Duarte, Irene
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Livro
POR
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A questão kantiana da Natureza enquadra-se no marco da filosofia crítica: a determinação das condições de possibilidade de todo o conhecimento objectivo e, em geral, de toda a relação – seja cognoscitiva, prática ou estética – entre o sujeito racional e as suas representações. Neste sentido, o termo “natureza” aparece sempre como correlato de uma instância da racionalidade, tanto ao nível meramente lógico (Ich denke), como ao nível práxico (vontade racional livre), no que se pre-figura como uma delimitação fenomenológica avant la lettre. É “natureza” tudo aquilo que, no seu conjunto, é conhecido e entendido pelo eu penso, e é “na natureza” que há-de efectuar-se a acção da Razão pura prática. Entre estes dois pólos estende-se o campo teórico em que o conceito se define, desde a sua formulação mais estrita na Crítica da Razão Pura, enquanto Natur überhaupt, até à concepção ampla e dinâmica da Crítica do Juízo, aparentemente inconciliável com a primeira, na qual o necessitarismo causal é superado por um organicismo global, laço de união entre os mundos do determinismo e da liberdade e, por conseguinte, entre a filosofia teórica e prática, constituindo assim uma chave da própria unidade do sistema da filosofia transcendental kantiana e a sua culminação superadora do Iluminismo. Circularmente...

Natureza criadora: o projecto bio-filosófico de Henri Bergson

Costa Carvalho, Magda
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Livro
Publicado em //2012 POR
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Prefácio de Maria do Céu Patrão Neves.; Este estudo consiste na revisão de parte da nossa dissertação de doutoramento acerca da ideia de natureza no pensamento de Henri Bergson (1859-1941), apresentada em 2009 à Universidade dos Açores. O corpus bergsoniano nunca se propôs como uma filosofia da natureza tout court, tendo sido, sobretudo, um centro de problematização aberto aos vários domínios filosóficos e até a outros campos do saber, como se de ventos de diferentes quadrantes se tratassem, acolhidos pelo autor enquanto impulsos necessários ao movimento da grande roda da verdade. Por este motivo, a filosofia da natureza que eventualmente possamos reconstruir a partir das suas reflexões dialoga permanentemente com temáticas que extrapolam os limites mais estreitos que se possam atribuir a esta área, estendendo-se a questões como a interioridade psíquica do sujeito ou a concepção de temporalidade.

A alma humana enquanto ponto central enigmático entre natureza e espírito

Schmied-Kowarzik,Wolfdietrich
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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Tomando como ponto de partida o diálogo "Clara", escrito por Schelling, o autor faz da conexão da Natureza com o Espírito o fio condutor da trajetória do pensamento schellinguiano. É, antes de tudo, na disputa com as filosofias de Fichte e Hegel, que se revela a convergência entre a concepção transcendental do Espírito e a filosofia da Natureza, dando-se assim a entender a importância de um conceito especulativo da Natureza como acesso ao mundo real.

O ensino de história da química: contribuindo para a compreensão da natureza da ciência

Oki,Maria da Conceição Marinho; Moradillo,Edílson Fortuna de
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências, campus de Bauru. Publicador: Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Faculdade de Ciências, campus de Bauru.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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Relata-se um estudo de caso que teve como objetivo explorar as potencialidades de aproximação entre História e Filosofia da Ciência da educação científica mediante utilização do ensino de História da Química. Visou-se auxiliar os alunos na compreensão da natureza da ciência e no aprendizado de conceitos químicos. O estudo envolveu a intervenção de uma professora/investigadora numa disciplina de História da Química e teve caráter exploratório, com abordagem de pesquisa qualitativa. A análise dos resultados utilizou o modelo misto, com categorias analíticas definidas a priori, que nortearam as dimensões epistemológicas de análise e a identificação de categorias emergentes, construídas a partir das respostas dos alunos a questionários abertos. Os resultados obtidos confirmaram a importância do espaço dessa disciplina para os alunos conhecerem a natureza da ciência, adquirindo concepções menos simplistas e mais contextualizadas sobre a ciência, apesar de alguma dificuldade na superação de concepções realistas ingênuas fortemente enraizadas em suas visões epistemológicas.

A gravitação universal na filosofia da natureza de Isaac Newton

Garcia, Valdinei Gomes
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Teses e Dissertações Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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Resumo: Esta pesquisa apresenta um estudo sobre o conceito de força gravitacional na filosofia da natureza de Isaac Newton. O presente texto foi elaborado a partir dos argumentos desenvolvidos por Newton para defender esse conceito em sua obra mais importante, o Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (1687). Será visto que, em tais argumentos, Newton restringe o conceito de força gravitacional a partir de um tratamento matemático, que ele próprio elaborou em sua obra. Por outro lado, Newton argumentava, como físico, sobre a necessidade de fornecer uma explicação adequada das leis e conceitos relacionados à experiência. Assim, o programa de Newton deve conter uma explicação de como os princípios matemáticos, dos dois primeiros livros, poderiam ser aplicados ao mundo dos fenômenos, tarefa a qual ele se edicou no Livro III do Principia Mathematica. Por último, é necessário dizer que o conceito de força gravitacional na filosofia da natureza de Newton só pode nos oferecer um resultado significativo quando analisado de um duplo ponto de vista, a saber, o da mecânica racional, isto é, sua “ciência do movimento”, e o da filosofia da natureza, isto é, do “sistema de mundo”.

A natureza da química em fontes históricas do Brasil colonial (1748-1855) : contribuições da história da exploração mineral para o ensino de química; The nature of chemistry through primary historical sources from colonial Brazil (1748-1855) : contributions from the history of mineral exploitation to the chemistry teaching

Haira Emanuela Gandolfi
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/2015 PT
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Em virtude do desafio atual de tornar o Ensino de Ciências interessante, abrangente e formador de cidadãos críticos, a presente investigação busca realizar uma reflexão a respeito da inserção da História e da Filosofia da Ciência (HFC) em atividades de Ensino de Química. Pretende-se discutir, a partir do ponto de vista do ensino da Natureza da Ciência (NOS), as potencialidades do estudo da História e da Filosofia da Ciência para o Ensino de Química, essencialmente relevantes para a elucidação de como se dá a gênese e o desenvolvimento dos conhecimentos e das práticas químicas. Com o objetivo de divulgar as possibilidades do trabalho, em sala de aula, com aspectos da Natureza da Química, essa investigação explorou, a partir de uma Pesquisa Histórica, e analisou, dentro do referencial do Ensino de Ciências e da HFC, diferentes fontes históricas primárias, produzidas no contexto da exploração mineral no período colonial brasileiro. Buscou-se apresentar e estimular a leitura, interpretação e análise de textos histórico-científicos, sob a luz da HFC e da NOS, visando um maior contato de professores e estudantes com aspectos e características do mundo científico e das práticas e conhecimentos químicos em um contexto brasileiro...

Do contrato ambio-social a uma antropologia da esperança : cidadania e sustentabilidade na era da crise ambiental

Rego, Bruno Paulo Castendo
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2015 POR
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Tese de doutoramento, Filosofia (Filosofia da Natureza e do Ambiente), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, Universidade Nova de Lisboa, 2015; Esta Dissertação insere-se nas áreas de Filosofia da Natureza e do Ambiente e Filosofia Política e pretende pensar a cidadania e a sustentabilidade do ponto de vista da complexidade da crise ambiental contemporânea. Num primeiro momento, pretende-se argumentar que, no que concerne à complexidade das questões envolvidas na crise ambiental global, a noção de cidadania ecológica desenvolvida recentemente por alguns autores revela-se extremamente redutora face à perspectiva redutora dos seus argumentos.Num segundo momento, partindo da crise global do ambiente como eixo axial de uma profunda crise civilizacional contemporânea, pretende-se construir uma noção mais ampla de cidadania ambiental do que as noções formuladas até este momento.Trata-se de, em face da complexidade da crise ambiental contemporânea, tomar o conceito de ambiente como categoria ontológica fundamental para a nossa sobrevivência no planeta e também para a sobrevivência das formas de vida não humanas, e repensar as bases do contratualismo moderno através da possibilidade de ampliação do contrato social a um Contrato Ambio-Social que contemple as condições do mundo e dos recursos naturais...

O medo da morte e os temores infundados: uma investigação acerca da natureza da alma em Lucrécio.

Freire, Antônio Júlio Garcia
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Lucrèce, penseur latin du siècle I, avant J.C., écrire que le peur de la mort imputé par la religion et la superstition, nourrit le souhait à la richesse, l'ambition du pouvoir et les actes insensés, dont les conséquences se reflètent dans les maladies de l'âme. La terreur qui s'installe chez l'homme, à l'être confronté au décès, est aussi un obstacle à la liberté et à la vie équilibrée. Les craintes sans fondement seulement seraient surmonter, avec la compréhension de la nature et du mouvement de l'âme, en percevant leur génération, corporéité et finitude. Pour cela, la compréhension des atomes et du vide, les éléments primordiaux de la nature se basent tout la connaissance de l'âme. L'objectif de ce travail est enquêter la nature de l'âme dans Lucrèce, en présentant une réflexion sur les craintes sans fondement et la peur de la mort, comme une manière de percevoir le mouvement de la vie elle-même, et de que manière sa philosophie affronte à la crainte de la mort.; Para Lucrécio, pensador latino do séc. I. a.C., o temor da morte imputado pela religião e as vãs superstições, alimenta o amor à riqueza, a ambição do poder e os atos insensatos...

Matematica e filosofia da natureza no seculo XIV : Thomas Bradwardine

Marcio Augusto Damin Custodio
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/03/2004 PT
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Investigo o conceito de movimento em Thomas Bradwardine (cerca de 1290/1300-1349) com o objetivo de compreender em que medida o uso da matemática no cálculo da velocidade, especialmente no Tractatus de proportionibus (1328), é um ponto de passagem entre a filosofia da natureza aristotélica e a física copemicano-galileana. Bradwardine teve seu procedimento de cálculo adotado por um grupo de autores em Oxford, no século XIV, que ficou conhecido como "Calculadores de Merton". Estabeleceu um projeto que carregava, em seus fundamentos, elementos contraditórios: de um lado a ciência do movimento exposta na Física, a qual Bradwardine considerava uma ciência completa no que diz respeito ao estudo das causas; de outro lado elementos de tradições matemáticas que possibilitaram a aplicação da linguagem das proporções à natureza. Mesmo que estes elementos matemáticos fossem integrantes de um projeto de ciência que não se constituiu como fonte direta para os autores do século XVII, o projeto de Bradwardine não deixa de ser uma antecipação da modemidade. Mais significativo que isso, sua Qbra pennite caracterizar seu período em Oxford como um momento de investigação da ciência para além do aristotelismo vigente.; I research the concept of motion according to Thomas Bradwardine (circa 1290/1300-1349) with the purpose to understand in which way the usage ofmathematics to ca1culate velocity...

Antero de Quental: a última palavra da natureza é 'ética'

Costa Carvalho, Magda
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2013 POR
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Antero de Quental (1842-1891) is best known for his poetic work. Nevertheless, alongside this literary work, and in close correlation with it, he produced a corpus of philosophical texts of great depth and relevance. Nature composes a unifying thematic core for his work, and is implicit throughout the author’s entire work. In this paper, we seek to establish the main tendencies of his Evolutionism, both from the positive and metaphysical points of view. On his last work (Tendências gerais da filosofia na segunda metade do século XIX), the author talks about "good" as the fundamental principle of all human actions and of nature itself: the last word of nature is written by the human consciousness whenever a good action is performed. This opens the door to a spiritual Evolutionism and explains the moral world view that we can find in Antero de Quental's thought.

Alfred Döblin, Naturphilosoph; Alfred Döblin, Naturphilosoph

Cornelsen, Élcio
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 05/11/2007 DEU
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76.05%
Ziel dieses Beitrags ist, anhand der Interpretation der Schrift Das Ich über der Natur (1927) ein kleines Bild des Naturphilosophen Alfred Döblin zu skizzieren. Es geht um eine Facette des berühmten Autors des Romans Berlin Alexanderplatz, die auch in Deutschland bis jetzt sehr wenig Aufmerksam keit erfuhr und daher immer von seinen fiktionalen Werken überschattet blieb. Nach dem Ersten Weltkrieg begann die Phase von Döblins intensivem Philosophieren über die Na tur. Bestimmte Fragen, wie etwa die Frage nach der Rolle des Menschen in der Natur und die Frage nach einem gerechten Handeln stehen im Zentrum seiner naturphilosophisc hen Abhandlungen der zwanziger Jahre. Die Schrift Das Ich über der Natur, die 1927 im Fischer-Verlag veröffentlicht wurde, ist eben die erste ausgearbeitete Abhandlung der Döblinschen naturphilosophischen Spekulationen. Darin versucht Döblin einige Begriffe wie „Ur-Ich“ und „Ur-Sinn“ als höchste Naturinstanz zu erörtern.; O objetivo do presente artigo é esboçar, a partir da interpretação do escrito Das Ich über der Natur (1927), uma breve imagem de Alfred Döblin enquanto filósofo da natureza. Trata-se de uma faceta do famoso autor do romance Berlin Alexanderplatz, que, até o presente momento...

Filosofia da natureza e pensamento estético em Goethe

Maas, Wilma Patrícia
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2013 POR
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No ensaio de 1794 “Der Versuch als Vermittler von Objekt und Subjekt”, Goethe expõe os passos de sua trajetória com base em um método exclusivamente empírico em direção ao reconhecimento dos limites traçados por esse mesmo método, em sintonia com a leitura que fazia então da Crítica da razão pura e da Crítica da faculdade de julgar. Esse passo ocorre em conjunção com o pensamento estético de Goethe e pode ser reconhecido principalmente na demanda por uma expressão simbólica, isto é, mediatizada e ideal.

A Fundamentação do Problema da Liberdade sobre os Princípios da Natureza de Schelling

Gonçalves, Márcia C. F.; Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2013 POR
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O tratado de Schelling publicado em 1809 com o título Philosophischen Untersuchungen über das Wesen der menschlichen Freiheit (Investigações filosóficas sobre a essência da liberdade humana) constitui apenas aparentemente um sistema de filosofia prática diferente de seus sistemas anteriores de filosofia da natureza e da identidade. Este artigo visa demonstrar a proximidade entre estes sistemas, a partir do reconhecimento de três teses de filosofia da natureza que fundamentam a filosofia da liberdade de Schelling: 1º) sobre a unidade originária de espírito e natureza; 2º) sobre a dualidade de princípios no interior da natureza; 3º) sobre a possibilidade da liberdade na natureza. Abstract:Schelling's treatise published in 1809 under the title of Philosophischen Untersuchungen über das Wesen der menschlichen Freiheit (Philosophical Investigations concerning the Essence of Human Freedom) is only apparently a system of practical philosophy that differs from his earlier systems of philosophy of nature and of identity. This article aims to demonstrate the proximity between these systems, based on the recognition of three theses of philosophy of nature that based Schelling's philosophy of freedom: 1) on the originally unity of mind and nature; 2) on the dual principles within nature; 3) on the possibility of freedom in nature.

CONSTRUÇÃO, CRIAÇÃO E PRODUÇÃO NA FILOSOFIA DA NATUREZA DE SCHELLING

Ferreira Gonçalves, Márcia Cristina; UERJ
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2015 POR
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Este artigo apresenta três teses fundamentais desenvolvidas por Friedrich Schelling (1775-1854) em seu sistema de Filosofia da Natureza (entre 1797 e 1803): (1) A primeira responde à questão levantada por Kant sobre a possibilidade da construção na filosofia; (2) a segunda baseia-se na interpretação do jovem Schelling sobre a teoria platônica sobre a criação da natureza; (3) a terceira afirma a produtividade da natureza, com inspiração no conceito spinosana de natura naturans.

Fichte e Schelling em confronto – filosofia da reflexão ou não?

Gaspar, Francisco Prata; Universidade de São Paulo (USP), São Paulo, SP
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2015 POR
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O objetivo do artigo é apresentar a discussão entre Fichte e Schelling em torno do conflito entre o idealismo transcendental da doutrina-da-ciência e a filosofia-da-natureza do Identitätssystem (sistema-da-identidade). Buscamos compreender, de um ponto de vista fichteano, se e em que medida é possível afirmar que a doutrina-da-ciência é uma filosofia da reflexão, tal como entendida por Schelling. Para tanto, em um primeiro momento, serão expostas as críticas de Schelling a Fichte, como ele progressivamente se afasta em relação à filosofia transcendental e busca consolidar a filosofia-da-natureza. Em um segundo momento, daremos a palavra a Fichte e a seus apontamentos críticos em relação ao projeto filosófico de uma filosofia-da-natureza. Nossa análise limitar-se-á à correspondência entre os dois filósofos e aos textos escritos em torno do período de ruptura entre eles. No caso de Fichte, indo até 1804.The aim of this paper is to present the discussion between Fichte and Schelling around the conflict between the transcendental idealism of the doctrine of science and the philosophy of nature of the Identitätssystem. We seek to understand, under a Fichtean point of view, if and how far it is possible to state that the doctrine of science consists in a philosophy of reflection...

A reflexão sobre a natureza e o problema da aplicação: entre realismo racional e filosofia transcendental (1799-1801)

Ferraguto, Federico; Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Curitiba, Brasil / Università di Roma “Tor Vergata”, Roma, Itália
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2015 POR
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 O artigo trata da relação entre pensamento transcendental, aplicação e natureza nas reflexões de G. Bardili, K. L. Reinhold e J. G. Fichte, entre 1799 e 1801. Após uma primeira discussão das críticas à filosofia transcendental formuladas por Reinhold e Bardili (§ 2), são analisados os pressupostos da filosofia da natureza apresentada no Grundriss bardiliano (§ 3) e avaliada a expansão que aí opera a fenomenologia concebida por Reinhold (§ 4) no IV tomo dos Beyträge zur leichtern Übersicht des Zustandes der Philosophie beym Anfänge des 19. Jahrhunderts. Por fim (§ 5), se discute a posição que Fichte assume com respeito a estas tentativas nos apontamentos preparatórios à revisão do Grundriss bardiliano e nas Teses explicativas da essência dos animais (1800-1801), comparando-as aos desenvolvimentos sucessivos da sua reflexão sobre a natureza.

Da Metafísica da natureza a gênese da geografia física moderna

Antonio Carlos Vitte; Universidade Estadual de Campinas
Fonte: Universidade Federal Fluminense Publicador: Universidade Federal Fluminense
Tipo: ; Formato: application/pdf
Publicado em 04/02/2010 PT
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O objetivo deste artigo é demonstrar que a gênese da geografia física moderna está associada ao desenvolvimento da filosofia kantiana, particularmente a partir da Critica do Juizo. 6 a partir da relação entre estktica e teleologia da natureza que Imannuel Kant (1724-1 804) desenvolverá o juizo reflexionante teleológico, onde a forma permitirá a razão organizar a natureza, com forte impacto na Filosofia-da-Natureza de Schelling e no método morfológico de Goethe. Reflexões que tanto influenciarão Alexander von Humboldt e a sua concepção de espacialidade dos fenômenos na crosta terrestre, bem como o georelevo, ou seja, a morfologia da Terra como produto de conexões espaço-temporais entre os elementos da natureza.AbstractThe aim of this article is to demonstrate that the genesis of the modern Physical Geography is associated with the developement ofkantian Philosophy, particularly from Judgement Criticism. It is from the relation between aesthetics and nature's teleology,tha t Immanuel Kant (1724-1 804) wiII develop the teleological reflexive judgement, where the form will allow to reason to organize the nature, with strong impact in Nature Philosophy of Schelling and in Goethe's morphological method. These reflections will strongly influence Alexander von Humboldt and his conception of phenomena spaciality in the terrestrial cmst...

POR UMA ÉTICA AMBIENTAL DE INSPIRAÇÃO VITALISTA

Farias, André Brayner
Fonte: Universidade Federal da Paraíba -UFPB Publicador: Universidade Federal da Paraíba -UFPB
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 21/12/2015 POR
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O artigo propõe uma problematização da ética ambiental a partir da filosofia da natureza. Toda ética ambiental está fundamentada em uma determinada visão de natureza, em geral romântica e piedosa. Trata-se de reconhecer que a consideração moral não pode ser uma exclusividade do ser humano, ou seja, devemos reconhecer a dignidade moral dos outros animais e da natureza, entendida como conjunto dos elementos ainda não transformados pela cultura, conforme a clássica dicotomia natureza-cultura. A ética ambiental deve fazer a crítica do antropocentrismo, mas não necessita sacralizar a natureza. Tomamos a filosofia de Henri Bergson, sobretudo a obra Evolução criadora (1907) como referência para uma problematização da natureza. O que pretendemos é uma visão de natureza orgânica, dinâmica, não romântica e não idealizada. A consequência dessa visão, que podemos chamar de vitalista, é que o ser humano e a cultura deixam de ser considerados elementos antagônicos da natureza. A ecologia e a ética ambiental podem agora ser pensadas como processos ou engajamentos culturais a favor de uma nova relação com a natureza, para além de uma visão meramente conservacionista e sacralizadora.[doi:HTTP://dx.doi.org/10.7443/problemata.v6i3.17189]