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Abundância relativa, fenologia e visita ás flores pelos apoidea do cerrado da Estação Ecológica de Jataí - Luiz Antônio - SP; Relative abundance, fenology, flowers visit in the cerradso vegetation for aqpoidea in the Estação Ecológica de Jataí - Luiz Antônio - SP

Mateus, Sidnei
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/04/1998 PT
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RESUMO O trabalho foi desenvolvido em uma área de cerrado de 1 ha., localizada na Estação Ecológica de Jataí, no município de Luiz Antônio - SP. A fauna de abelhas e suas fontes de alimento foram amostradas quinzenalmente, durante dois anos de coletas (setembro de 1991 a agosto de 1993), foi estudada a sua composição, riqueza, abundância relativa, fenologia e visita às flores através de levantamentos padronizados. Foram coletados 3659 indivíduos, pertencentes a 142 espécies e a 57 gêneros de 6 famílias de Apoidea, sendo que Apidae foi a melhor representada em número de indivíduos e Anthophoridae em número de espécies. Com relação à fenologia, as espécies foram mais abundantes no período de menor precipitação (maio a novembro de 1992). As abelhas visitaram 72 espécies de plantas para a coleta de néctar, pólen e óleo. As famílias Asteraceae, Leguminosae e Bignoniaceae foram as melhores representadas em número de espécies. Didymopanax vinosum (Araliaceae) e Pyrostegia venusta (Bignoniaceae) foram as espéceis vegetais mais visitadas. Quanto à fenologia do florescimento, a maior diversidade de espécies de plantas floridas foi verificada no verão e outono; já no inverno, houve uma queda acentuada de espécies floridas. Estabeleceu-se como espécies dominantes de abelhas...

Clima e fenologia de cultivares de pessegueiro (Prunus persica) na região do Alto e Médio Vale do Uruguaí, RS; Climate and phenology of peach (Prunus persica) in the region of the high and middle valley of Uruguai

Lazzari, Marcondes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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O consumo de pêssego se expandiu no Brasil durante a última década. A Região do Alto e Médio Vale do Uruguai, RS, apresenta características potencialmente favoráveis ao cultivo do pessegueiro. Ao avaliar a adaptação de uma cultivar de pessegueiro a uma região, é necessário conhecer o clima e a fenologia das plantas, relacionando-a com horas de frio (HF) para saída da endodormência e com graus-dia (GD) para o seu desenvolvimento. O entendimento das relações entre fenologia e meteorologia contribui para melhorar o manejo da cultura. O objetivo deste trabalho foi caracterizar o clima regional e determinar o comportamento do pessegueiro nas condições meteorológicas locais. Para a caracterização climática, sistematizaram-se dados de Iraí, RS e, a partir de uma imagem de altitudes e equações derivadas, produziram-se imagens usando o programa IDRISI. Foram observadas fenologia, fenometria e qualidade de fruto nos anos de 2000 a 2003 e 2005 a 2007, de 18 cultivares. Determinaram-se início e fim de brotação, floração, crescimento e maturação; diâmetro de fruto, firmeza de polpa, sólidos solúveis e acidez titulável. Os dados meteorológicos de precipitação pluvial (PP) foram medidos no local do experimento e os de temperatura do ar...

Influência da abertura de trilhas antrópicas e clareiras naturais na fenologia reprodutiva de Gymnanthes concolor (Spreng.) Müll. Arg. (Euphorbiaceae)

Alberti, Luis Fernando; Morellato, L. Patrícia C.
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 53-59
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Investigamos se no interior de uma floresta estacional semidecidual em Santa Maria, RS, uma trilha clara diferiu de um caminho escuro (trilha escura) quanto à luz incidente e à fenologia reprodutiva de G. concolor e se a abertura de clareiras em 2002 afetou a luz incidente e a fenologia dessa espécie em 2003. Procuramos responder: (a) As trilhas clara e escura diferem quanto à luz incidente na copa das árvores e ao número de inflorescências masculinas, flores femininas, frutos e tamanho de frutos (variáveis fenológicas)? (b) Houve relação entre a luz incidente na copa das árvores e as variáveis fenológicas? (c) em cada trilha, indivíduos vizinhos e não vizinhos às clareiras diferem quanto à variação interanual da luz incidente e das variáveis fenológicas devido à abertura de clareiras? em 2002, a luz incidente foi significativamente maior sobre as copas dos indivíduos da trilha clara, mas as trilhas não diferiram significativamente quanto às variáveis fenológicas. em 2003, os indivíduos na trilha clara não diferiram significativamente daqueles na trilha escura quanto à luz incidente e às variáveis fenológicas. Portanto...

Fenologia reprodutiva e produção de sementes em Araucaria angustifolia (Bert.) O. Kuntze

Mantovani, Adelar; Morellato, L. Patrícia C.; Reis, Maurício S. dos
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 787-796
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); O estudo da fenologia reprodutiva de A. angustifolia tem aplicação na coleta de sementes destinadas à conservação de germoplasma, à obtenção de sementes para fins comerciais e ao entendimento da dinâmica de regeneração das populações naturais. Este trabalho teve como objetivo investigar a fenologia reprodutiva em uma população natural de A. angustifolia localizada no Parque Estadual Campos do Jordão, SP, procurando entender: (i) Qual é o seu ciclo reprodutivo e o comportamento fenológico? (ii) Como varia e qual o potencial de produção de sementes desta espécie? Para o acompanhamento da fenologia reprodutiva foram marcados 60 indivíduos (30 masculinos e 30 femininos), observados de novembro de1999 a agosto de 2002. A produção de sementes foi estimada com base na contagem do número de plantas femininas, número de estróbilos por planta, número de sementes por estróbilo e peso de sementes. O ciclo reprodutivo da A. angustifolia foi de 20 a 24 meses, do aparecimento dos estróbilos até a queda das sementes. A polinização ocorreu entre setembro e outubro e a maturação e queda das sementes de março a junho. A produção de sementes mostrou diferença significativa entre os anos (117 kg.ha-1 em 2001 e 160 kg.ha-1 em 2002) e a duração da oferta foi distinta entre anos. As variações na quantidade e duração da oferta de sementes sugerem que observações do comportamento reprodutivo são indispensáveis para a conservação e manejo adequado deste recurso.; The knowledge about the reproductive phenology of Araucaria angustifolia has applications to the seed harvest for ex situ conservation...

Variação intra-específica na fenologia de espécies de sub-bosque de floresta Atlântica e sua relação com variáveis microambientais

Soares, Natalia Costa
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 66 f. : il., tabs.
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) - IBRC; Variação intra-específica na fenologia de espécies de sub-bosque de Floresta Atlântica e sua relação com variáveis microambientais - Fatores abióticos, como a umidade relativa, temperatura e luz, influenciam o estabelecimento, desenvolvimento e reprodução das espécies vegetais florestais. Entretanto é necessária a coleta de parâmetros estruturais, microclimáticos e microambientais para a caracterização dos ambientes nos quais as plantas se desenvolvem. Neste contexto, o presente trabalho objetivou avaliar a influência de fatores do microambiente na resposta fenológica de espécies vegetais componentes do sub-bosque de floresta Atlântica, em Ubatuba, SP. Procuramos responder as seguintes perguntas: i) As plantas de sub-bosque podem ser agrupadas em relação aos ambientes de luz: borda natural, clareira e interior sombreado da floresta?; ii) Existem variações intra-específicas na fenologia das espécies de sub-bosque de Floresta Atlântica de acordo com o ambiente de luz em que foram agrupadas?; iii) A intensidade das respostas fenológicas (número de estruturas reprodutivas produzidas) está relacionada aos locais de luz?; iv) Outras condições microclimáticas...

Influência de variáveis meteorológicas sobre a fenologia de espécies arbóreas em áreas urbanas

Eigenheer, Milene Amâncio Alves
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 95 f. : gráfs., il., mapas, tabs.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Processo FAPESP: 11/05032-2; Processo FAPESP: 12/06135-2; Pós-graduação em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) - IBRC; Urban heat island is the name of the phenomenon describing that certain areas of a city become warmer than the surroundings due to physical changes on the urban environment. The study of urban phenology is an excellent indicator of the effects of urban heat islands and allow to access the potential impacts of climate change on plants. However, studies on urban phenology related to heat island effects are rare for tropical cities. The present thesis aims to study the occurrence of urban heat islands affecting the phenology of tropical trees in urban tropical environments seeking to explain: (i) what is the effect of urban heat islands on the phenology of three tree species in a tropical city comparing to a temperate city, (ii) develop and test a new methodology for analyzing the tropical urban landscape and (iii) verify if the study region has undergone changes in the time series of temperature and humidity, and understand if this change is related to a global or local factors. In chapter 1 we verified that Tipuana tipu is an excellent indicator of climate alterations in tropical urban areas...

Fenologia e dendrocronologia de duas espécies de Fabaceae em uma área de cerrado no sudeste do Brasil

Vogado, Nara Oliveira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 75 f. : il., tabs.
ENG
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Processo FAPESP: 2010/51307-0; Processo FAPESP: 2007/59779-6; Processo FAPESP: 2012/11245-1; Processo FAPESP: 2013/21689-7; Pós-graduação em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) - IBRC; Phenology studies the occurrence of repetitive biological events and their relationship especially with climate, and also with biotic factors such as pollinators and seed dispersers. Dendrochronology studies the growth rings of trees, and the response of trees to climate change, allowing also estimating the age of the tree and revealing information about its ecology. Furthermore, dendrochronology allows the reconstruction of the climate through the analysis of the anatomy of the stem, since plants record, in the form of growth rings, signals of temperature changes and precipitation that affect their growth and dormancy. Within the growth rings it is possible to find the pattern of carbon and oxygen isotopes, which can reveal important ecological information such as the influence of seasonality on plant growth and phenology, as well as the source of water use, seasonality and climate changes. In this sense, the cyclic rings and isotopes of carbon and oxygen are anatomical and physiological responses that...

Estrutura demográfica e fenologia reprodutiva de Cereus Hildmannianus K. Schum. (Cactaceae), em uma restinga arbustiva do município de Jaguaruna, Santa Catarina

Pereira, Jader Lima
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 61 f.| il., grafs., tabs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-graduação em Biologia Vegetal, Florianópolis, 2009; (Estrutura demográfica e fenologia reprodutiva de Cereus hildmannianus K. Schum. (cactaceae), em uma restinga arbustiva do municipio de Jaguaruna, Santa Catarina). A família Cactaceae caracteriza-se por apresentar gêneros endêmicos do continente americano, distribuindo-se, principalmente, em ambientes áridos e semi-áridos. Porém, não se restringem apenas a estes ambientes, podendo ser encontradas habitando diferentes ecossistemas desde o nível do mar até mais de 5000 metros de altitude, do Canadá até a Argentina. A espécie de estudo, Cereus hildmannianus K. Schum., caracteriza-se por apresentar ampla distribuição, estendendo-se desde o sudeste do Brasil até o Rio Grande do Sul, ocupando os mais diferentes habitats, desde o litoral, onde ocupa ambientes como a restinga, até os planaltos. Além disso, a espécie pode ser encontrada difundida em florestas semi-úmidas e úmidas, subtropicais e tropicais do planalto leste do Chaco no sudeste da América do Sul. O presente trabalho tem como objetivo principal avaliar a distribuição espacial e a fenologia reprodutiva de Cereus hildmannianus em uma restinga arbustiva. Para tanto...

Fogo, fenologia foliar e a fauna de lagartas em Byrsonima coccolobifolia kunth (malpighiaceae)

Higgins, Barbara Fernandes
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal, 2007.; Apesar da alta riqueza de espécies de Lepidoptera, o conhecimento a respeito da biologia e da interação destas espécies com suas plantas hospedeiras, bem como sobre o efeito de queimas sobre comunidades de lagartas no Cerrado se restringe a poucos estudos. Sendo assim, este trabalho teve como objetivos avaliar o efeito do fogo sobre a fenologia foliar de Byrsonima coccolobifolia Kunth (Malpighiaceae) na freqüência, riqueza e composição de espécies de lagartas de Lepidoptera em duas áreas de Cerrado com queimadas prescritas e comparar esses parâmetros a uma área preservada do fogo. Durante os meses de dezembro de 2005 a agosto de 2006 foram vistoriados 900 indivíduos de B. coccolobifolia não-marcados em cada uma das três áreas de cerrado sensu stricto submetidas a diferentes regimes de fogo na Reserva Ecológica do IBGE (RECOR): uma área protegida há mais de 20 anos (P) e duas com queimas bienais (QI e QII). Para cada área foram anotadas a proporção de folhas novas e o número de lagartas, quando presentes. Todas as lagartas encontradas foram transportadas e criadas no laboratório de ecologia da Universidade de Brasília para posterior identificação dos adultos. A fenologia foliar de B. coccolobifolia diferiu significativamente entre as três áreas...

Estudos sobre fenologia da videira

Araújo, João Antero
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Tese de Doutorado
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"Sem resumo feito pelo autor" - A videira é uma espécie bem adaptada às condições mediterrânicas e os seus ritmos de desenvolvimento se exprimem numa regular alternância de períodos com e sem crescimento. Durante o período de vegetação activa, que no Hemisfério Norte tem início geralmente entre Março e Abril, a planta realiza novos crescimentos e manifesta a sua fertilidade pelo aperfeiçoamento dos órgãos de reprodução, a fim de confirmar a perpectuação da espécie. A fase dos crescimentos anuais, que em poucos meses se concretizam, significa acima de tudo a formação de estruturas permanentes que possibilitam à planta renovação periódica. São constituídos novos órgãos que crescem, ao mesmo tempo que se armazenam os princípios elaborados que servirão de reservas para consumir no futuro abrolhamento e garantir o atempamento. Após o completo atempamento das varas do ano e a constituição de escamas protectoras dos gomos a planta entra em dormência, podendo então dizer-se que se completou o ciclo anual. Esta alternância de períodos com ou sem crescimento, mais nítido numas plantas que noutras, é própria das espécies perenes e pode considerar-se uma adaptação hereditária às condições do meio...

Fenologia reprodutiva e produção de sementes em Araucaria angustifolia (Bert.) O. Kuntze

Mantovani,Adelar; Morellato,L. Patrícia C.; Reis,Maurício S. dos
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 PT
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O estudo da fenologia reprodutiva de A. angustifolia tem aplicação na coleta de sementes destinadas à conservação de germoplasma, à obtenção de sementes para fins comerciais e ao entendimento da dinâmica de regeneração das populações naturais. Este trabalho teve como objetivo investigar a fenologia reprodutiva em uma população natural de A. angustifolia localizada no Parque Estadual Campos do Jordão, SP, procurando entender: (i) Qual é o seu ciclo reprodutivo e o comportamento fenológico? (ii) Como varia e qual o potencial de produção de sementes desta espécie? Para o acompanhamento da fenologia reprodutiva foram marcados 60 indivíduos (30 masculinos e 30 femininos), observados de novembro de1999 a agosto de 2002. A produção de sementes foi estimada com base na contagem do número de plantas femininas, número de estróbilos por planta, número de sementes por estróbilo e peso de sementes. O ciclo reprodutivo da A. angustifolia foi de 20 a 24 meses, do aparecimento dos estróbilos até a queda das sementes. A polinização ocorreu entre setembro e outubro e a maturação e queda das sementes de março a junho. A produção de sementes mostrou diferença significativa entre os anos (117 kg.ha-1 em 2001 e 160 kg.ha-1 em 2002) e a duração da oferta foi distinta entre anos. As variações na quantidade e duração da oferta de sementes sugerem que observações do comportamento reprodutivo são indispensáveis para a conservação e manejo adequado deste recurso.

Influência da abertura de trilhas antrópicas e clareiras naturais na fenologia reprodutiva de Gymnanthes concolor (Spreng.) Müll. Arg. (Euphorbiaceae)

Alberti,Luis Fernando; Morellato,L. Patrícia C.
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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Investigamos se no interior de uma floresta estacional semidecidual em Santa Maria, RS, uma trilha clara diferiu de um caminho escuro (trilha escura) quanto à luz incidente e à fenologia reprodutiva de G. concolor e se a abertura de clareiras em 2002 afetou a luz incidente e a fenologia dessa espécie em 2003. Procuramos responder: (a) As trilhas clara e escura diferem quanto à luz incidente na copa das árvores e ao número de inflorescências masculinas, flores femininas, frutos e tamanho de frutos (variáveis fenológicas)? (b) Houve relação entre a luz incidente na copa das árvores e as variáveis fenológicas? (c) Em cada trilha, indivíduos vizinhos e não vizinhos às clareiras diferem quanto à variação interanual da luz incidente e das variáveis fenológicas devido à abertura de clareiras? Em 2002, a luz incidente foi significativamente maior sobre as copas dos indivíduos da trilha clara, mas as trilhas não diferiram significativamente quanto às variáveis fenológicas. Em 2003, os indivíduos na trilha clara não diferiram significativamente daqueles na trilha escura quanto à luz incidente e às variáveis fenológicas. Portanto, a luz incidente na trilha clara não promoveu uma mudança fenológica significativa...

Fenologia, biologia da polinização e da reprodução de Pilosocereus byles & rowley (Cactaceae) no nordeste do Brasil

Antonio Rocma Melo de Lucena, Emerson; Cristina Sobreira Machado, Isabel (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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As flores de Cactaceae apresentam um variado conjunto de características, como: cor, forma, tamanho, odor, horário de antese e disposição dos órgãos reprodutivos, refletido num amplo espectro de biótipos florais: melitofilia, ornitofilia, esfingofilia e quiropterofilia, sendo a família inteiramente zoófila. No que diz respeito às suas espécies quiropterófilas, o gênero Pilosocereus é um dos mais representativos e importantes na Caatinga. Entretanto, poucos são os estudos de biologia floral e fenologia para espécies de Cactaceae que ocorrem em áreas de Caatinga, apesar deste ser o único bioma exclusivamente brasileiro. O presente trabalho traz informações sobre a biologia floral e reprodutiva de cinco espécies de Pilosocereus, todas endêmicas de Caatinga, com exceção de P. catingicola ssp. salvadorensis, incluindo uma revisão bibliográfica sobre a fenologia, a polinização e sistema reprodutivo de outras 70 espécies de Cactaceae em diversos países. Além disso, esta tese analisa a fenologia reprodutiva de oito espécies de Cactaceae com flores de antese noturna em duas áreas de Caatinga. As cinco espécies de Pilosocereus analisadas apresentaram padrão de floração contínuo, com picos entre dezembro e maio (estação chuvosa)...

Fenologia e comportamento de parasitoidismo de Spalangia endius Walker, 1839 (Hymenoptera, Pteromalidae) em condi????es de laborat??rio; Phenology and parasitoidism behavior of Spalangia endius Walker, 1839 (Hymenoptera, Pteromalidae) under laboratory conditions

Ara??jo, Dani Furtado de
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Biologia; Programa de P??s-gradua????o em Parasitologia; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Biologia; Programa de P??s-gradua????o em Parasitologia; UFPel; BR
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Synantropic flies frequently reach the status of plague in urban and rural areas, assuming an important role regarding its vectorial ability and nuisance to men and animals. Therefore, it is necessary to know their natural enemies in order to achieve a satisfactory control of these dipterans. The success of the biological control as an alternative to the Integrated Pest Management depends on the evaluation of enemies as potential control agents through the development of breeding techniques and laboratory evaluations. Considering that, this study had as objective to understand the phenology of Spalangia endius as well as the parasitoidism of this species using M. domestica, Muscina stabulans and Chrysomya megacephala as hosts, being the last two potential alternative hosts. Colonies of S. endius, M. domestica, M. stabulans e C. megacephala were kept in climatized chamber, at 26??C ?? 2, relative air humidity ???70% and 12 hours photophase. In order to know the phenology of S. endius, 360 pupae of Musca domestica with ages ranging from 24 to 48 hours were exposed to 15 couples of S. endius for a period of 48 hours at 26??C ?? 2. These pupae were kept in B.O.D chambers at the same conditions of the climatized chamber, where 15 specimens were dissecated to observe the stage and the development time of the hymenopteran. The phenology allows concluding that S. endius presents a development cycle (egg-adult) of 19 to 31 days...

Autoecologia de Baccharis platypoda DC. (Asteraceae): distribuição espacial, fenologia e herbivoria

Fonseca, Darliana da Costa
Fonte: UFVJM Publicador: UFVJM
Tipo: Dissertação de Mestrado
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ABSTRACT This study has as its main goal the understanding of some parameters on the natural history of the Baccharis platypoda species, a unisexual bush belonging to the Asteraceae subdivision, in which both male and female single organisms present sexual dimorphism inhabiting in rupestrian field areas, fields and woodland ciliary edges. In order to have a better understanding on some issues of its auto ecology, spatial, phenology, and ecological interactions between the species, endophage insects have been analyszed. This study took place in three areas belonging to UFVJM - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, situated at the JK Campus, by the Soberbo Stream. The area is composed of a miscellany vegetation with the prevalence of protruding rocks and wet fields. Ten B. platypoda organisms were selected from each one of these areas, five from each gender. During one year from september, 2010 to september, 2011 biweekly inspections for the watch of phenological stages were made. During this period of time, biweekly chapters for the production of endophage insects were gathered in cotton sealed containers preserved in alcohol after emergence. The chapters were dissected for the analysis of possible floral composition damages. For the spatial distribution study all the organisms were found through the use of X and Y reference point of each plant with height of 30 cm or over...

Associação condicional entre o homoptero Guayaquila xiphias (membracidae) e suas formigas atendentes : o efeito da fenologia da planta hospedeira no resultado da interação

Tiago Bosisio Quental
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/2002 PT
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37.22%
Estudei o efeito da fenologia da planta hospedeira (Didymopanax vinosum) na interação entre o homóptero Guayaquila xiphias e suas formigas atendentes. Os resultados mostraram que o floema de plantas com inflorescência apresenta uma concentração mais elevada de açúcar do que o floema de plantas sem inflorescência. Já o exsudato produzido pelos homópteros que se alimentam de plantas com inflorescência possui a mesma concentração de açúcar e é produzido na mesma quantidade do que o exsudato de homópteros que se alimentam em plantas sem inflorescência. Os dados também mostram que as agregações situadas em plantas com e sem inflorescência foram atendidas pelo mesmo número relativo de formigas. Os experimentos de campo mostraram que a presença de formigas aumentou a sobrevivência dos homópteros e reduziu abundância de seus inimigos naturais, porém a fenologia da planta hospedeira não mudou o resultado desta interação. Alem disso, a fenologia da planta hospedeira afetou a abundância dos inimigos naturais. Plantas com inflorescência acumularam mais inimigos naturais do que plantas sem inflorescência. Este é o primeiro estudo a examinar todos mecanismos envolvidos na mediação da planta hospedeira na interação entre formigas e homópteros...

Fenologia da comunidade de Asteraceae, variação temporal e determinantes locais de riqueza de insetos endofagos de capitulos

Umberto Kubota
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/2003 PT
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Este estudo foi realizado no cerrado da Reserva Biológica de Moji Guaçu (Mogi Guaçu. SP) entre agosto de 200 I a agosto de 2002. Neste período. foi acompanhada a fenologia floral da comunidade de Asteraceae e a variação temporal da comunidade de insetos endófagos de capítulos (inflorescências). para investigar as relações causais entre fatores climáticos e a fenologia reprodutiva das plantas. bem como as respostas de insetos fitófàgos a ambos. Esta dissertação está dividida em dois capítulos. O primeiro teve como objetivo verificar as relações da fenologia floral da comunidade de Asteraceae e da variação temporal da comunidade de insetos endófagos de capítulos com fatores climáticos (fotoperíodo. precipitação. temperatura média e radiação solar). A comunidade de Asteraceae teve um pico de fiO!'ação no mês de abril. no início da estação seca.. A comunidade de endófagos de capítulos esteve representada por três ordens de insetos: Diptera (Tephritidae. Cecidomyiidae e Agromyzidae). Coleoptera (Apionidae) e Lepidoptera (Tortricidae, Pterophoridae. Pyralidae. Gelechiidae). A ordem Diptera foi a mais representativa. com 62% das espécies e 72% dos indivíduos amostrados. E acompanharam a floração de suas hospedeiras. A associação da fenologia floral com o início da estação seca levou a comunidade de Asteraceae a apresentar uma defasagem de quatro a seis meses do número de espécies em flor e da disponibilidade de capítulos em relação aos fatores climáticos avaliados. Por meio de uma técnica baseada em correlações parciais (análise de rota)...

Modelagem aplicada à fenologia de macieiras 'Royal Gala' e 'Fugi Suprema' em função do clima, na região de Vacaria, RS; Modeling the phenology of ‘royal gala’ and ‘fuji suprema’ apple trees in function of the climate, in the Vacaria region, Brazil

Cardoso, Loana Silveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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A produção de maçãs no sul do Brasil é limitada por condições climáticas. Temperaturas baixas e contínuas no inverno são indispensáveis para que as plantas iniciem um novo ciclo vegetativo, com brotação e floração adequadas. Além das temperaturas de inverno, as condições térmicas de primavera e verão também influem no desenvolvimento das plantas. Portanto, a fenologia de macieiras depende de condições climáticas. O objetivo principal deste trabalho foi ajustar modelos para estimar a ocorrência de estádios fenológicos de macieiras ‘Royal Gala’ e ‘Fuji Suprema’ em função do clima, na região produtora de Vacaria. Dados meteorológicos de 1983 a 2009, do município de Vacaria, foram cedidos pela Embrapa Uva e Vinho. As médias deste período foram comparadas às normais 1931-1960 e 1961-1990, e analisada a existência de tendência temporal. Dados fenológicos das cultivares foram obtidos em seis pomares, nos ciclos de 2003/2004 a 2009/2010. Caracterizou-se a fenologia média quanto ao número de dias e graus-dias acumulados. Foram ajustados modelos para estimar o número de dias entre o tratamento de quebra de dormência e eventos fenológicos posteriores, em função de horas de frio e temperatura do ar de cada período. A precipitação pluvial diferiu das normais e demonstrou tendência de aumento na primavera. Há tendência temporal de aumento da temperatura mínima do ar e redução do número de horas de frio. A disponibilidade de frio varia entre os anos...

Caracterizacion de la fenología de la vegetación a escala global mediante series temporales SPOT VEGETATION

Verger Ten, Aleixandre; Filella Cubells, Iolanda; Baret, Frédéric; Peñuelas, Josep
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2015 SPA
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Altres ajuts: Programes Copernicus, le Pôle Thématique Surfaces Continentales THEIA, GIOBIO (32-566) i LONGLOVE (32-594).; La fenología de la vegetación a escala global se caracterizó a partir de series temporales del índice de área foliar (LAI) SPOT VEGETATION a 1-km de resolución espacial en el periodo 1999-2010. Los patrones espaciales de la fenología estimada a partir de datos de satélite muestran una gran consistencia con la distribución de biomas y factores climáticos. La comparación de la fenología SPOT VEGETATION con medidas in-situ para las fenofases del abedul común (Betula pendula) en Europa muestra un gran acuerdo en el gradiente latitudinal de temperatura con un descenso en la duración de la estación de crecimiento de 5 días por grado de latitud; We characterized the phenology of the vegetation at the global scale from the mean seasonal leaf area index (LAI) estimated from 1-km SPOT VEGETATION time series for 1999-2010. The satellite-derived phenology was spatially consistent with the global distributions of climatic drivers and biome land cover. The rate of change of phenological leaf development from VEGETATION data and in-situ observations for the date of phenophases of European birch forests agreed very well with latitudinal temperature with a decrease in the length of season of approximately five days per degree of latitude.

Correlaciones entre la fenología reproductiva de la vegetación y variables climáticas en los altos Llanos Centrales Venezolanos

Ramírez,Nelson
Fonte: Fundación Instituto Botánico de Venezuela Dr. Tobías Lasser Publicador: Fundación Instituto Botánico de Venezuela Dr. Tobías Lasser
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 ES
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La floración, producción de frutos inmaduros y de frutos maduros fueron evaluadas para 171 especies pertenecientes a 57 familias de angiospermas presentes en la vegetación de la Estación Biológica de los Llanos. El objetivo de este estudio fue establecer la correlación entre la fenología reproductiva y seis variables climáticas de acuerdo a la forma de vida, hábitat y a nivel comunitario. Los valores mensuales de precipitación y humedad relativa están positivamente correlacionados, y los valores mensuales de evaporación y temperatura están negativamente correlacionados con el número de lianas, hierbas perennes y hierbas anuales con flores, mientras que lo contrario fue encontrado para el número de árboles con flores. El número de especies con flores está negativamente correlacionado con la temperatura y la evaporación, y positivamente correlacionado con la humedad relativa y la precipitación para las áreas de transición bosque-sabana, sabana, área perturbada y para la comunidad. Los valores de insolación están negativamente correlacionados con la floración en el bosque y en la transición bosque-sabana. Sólo la precipitación está positivamente correlacionada con el número de especies con flores en el bosque. El número de especies con frutos inmaduros tiene correlación positiva con la humedad relativa para arbustos...