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Sobre a idade das crises: as inter-relações sujeito-identidade-feminismo na pós-modernidade

Rossi, Aparecido Donizete
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 135-160
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This essay intends to think critically and theoretically on the interrelations among subject, identity, and Feminism in the context of Postmodernity, a context which will be herein denominated ―Age of Crises. These three aspects will be approached under a Historical perspective and put into question in a philosophical sight guided by Post-structuralistic theories, especially Derridian Deconstruction. In general, the main objective is to reach into a discussion about the undecidable inter-relation between Feminist thinking and Postmodernity, which is one of the configurations of the many contemporary crises. In order to do so, it will be necessary a previous discussion on the postmodern subject and its identity. This discussion will open up the possibility of contextualizing and discussing Feminism inside the intended objective. This discussion will be structured around the word ―crises which, in a compositional relation to the word ―age, will be taken as a synonym for ―Postmodernity and ―contemporary. ―Age of Crises, ―Postmodernity, ―contemporary, and ―Feminism will be words haunted by the phármakon phenomenon, a key aspect for Derridian Deconstruction, which will be the gravitational force that approximates and separates...

Chega de Fiu Fiu: o papel do ciberfeminismo na construção do feminismo na era da Web 2.0

Souza, Vanessa Cristine Zaccharias de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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Esta monografia tem como objetivo abordar o ciberfeminismo, um fenômeno social e político recente, na construção do feminismo na era da Web 2.0 a partir de conteúdos produzidos por mulheres, para mulheres e sobre mulheres e veiculados na internet por meio de blogs e redes sociais. Para isso, será feito um estudo de caso do think tank Olga e seus desdobramentos em blog, redes sociais e campanhas contra o assédio sexual batizadas de Chega de Fiu Fiu. Para analisar esse material, o pensamento pós-estruturalista foi o escolhido, junto ao saber situado, por suas afinidades com a perspectiva feminista

Bioética e feminismo : um diálogo em construção; Bioethics and feminism : a dialogue under construction; Bioética y feminismo : un diálogo en construcción

Bandeira, Lourdes Maria; Almeida, Tânia Mara Campos de
Fonte: Conselho Federal de Medicina Publicador: Conselho Federal de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A interface entre bioética e feminismo é o mote deste artigo de revisão, o qual a recupera por uma perspectiva histórica, crítica e brasileira. Evidencia, ainda, a importância da colaboração da academia na consolidação desse movimento de aproximação entre essas duas áreas de conhecimento e atuação na sociedade, bem como o papel político e social relevante de uma bioética de perspectiva feminista na elaboração de uma visão abrangente e profunda sobre as questões éticas relacionadas às assimetrias de gênero e aos conflitos morais no campo da saúde. ______________________________________________________________________________________ ABSTRACT; The interface between bioethics and feminism is the main subject of this review article, which examines it from an historical, critical view and a Brazilian perspective. The article also highlights the importance of academic world collaboration towards the consolidation of the movement that is bringing these two areas of knowledge closer together, the involvement of society, as well as the relevant political and social role of bioethics characterized by a feminist perspective in the elaboration of a far-reaching and profound vision of ethical issues relating to gender asymmetries and moral conflicts in the field of health. ____________________________________________________________________________________ RESUMEN; La interfaz entre bioética y feminismo es el asunto de este artículo de revisión...

Gênero e feminismo no Brasil : uma análise da Revista Estudos Feministas; Gender and feminist studies in Brazil : an analysis of Revista Estudos Feministas

Diniz, Debora; Foltran, Paula
Fonte: Revista Estudos Feministas Publicador: Revista Estudos Feministas
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A Revista Estudos Feministas (REF) é uma das mais importantes publicações sobre gênero e feminismo no Brasil. Este artigo descreve o perfil das autoras e dos temas dos artigos publicados na REF de 1992 até 2002. Foram analisados os títulos, os resumos e as palavras-chaves dos artigos avulsos e os temas dos dossiês, em um total de 20 editoriais, 105 artigos avulsos e 20 dossiês. A classificação e indexação temática do material seguiram o vocabulário controlado do “Tesauro para Estudos de Gênero e sobre Mulheres”, da Fundação Carlos Chagas. Os resultados da análise mostram que 95% das autoras são mulheres e que 54% são oriundos das Ciências Sociais. Há artigos em todas as áreas temáticas previstas no Tesauro, exceto em “Ciência e Tecnologia” e “Educação”, havendo uma concentração de publicações nas áreas temáticas “Ciências Sociais e Cultura” (26%), “Linguagem, Literatura, Religião e Filosofia” (17%) e “História e Mudança Social” (17%). Os assuntos mais discutidos foram nesta ordem: divisão sexual do trabalho, análise literária, reprodução e teoria feminista. A análise mostra ainda que o trabalho de pesquisa em gênero e feminismo é solitário, havendo poucos artigos em co-autoria (12%) e a metodologia de pesquisa preferencial é a qualitativa...

Arte e feminismo em Portugal no contexto pós-Revolução

Oliveira, Márcia Cristina Almeida
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em 21/10/2013 POR
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Tese de doutoramento em Ciências da Literatura (área de especialização em Literatura Comparada); Arte e Feminismo em Portugal no período pós-Revolução constitui-se como um estudo diacrónico da produção artística no feminino em Portugal nas décadas de 1960 e 1970, centrando-se no trabalho de artistas com actividade desenvolvida no período delimitado por duas datas: 1956, ano de criação da Fundação Calouste Gulbenkian, e 1977, ano em que ocorreram as exposições Alternativa Zero: Tendências Polémicas na Arte Portuguesa (Galeria Nacional de Arte Moderna, Lisboa) e Artistas Portuguesas (SNBA, Lisboa). Tratando-se esta de uma época de extraordinárias revoluções em termos de paradigmas artísticos a nível global, o facto é que esta se tratou também de uma altura marcante no que concerne à participação das artistas portuguesas na cena artística nacional, sendo que estas protagonizaram uma notável movimentação das margens para o centro da mesma. Esta investigação pretende pôr em contacto todas estas “revoluções”, ancorando-se numa discussão informada por pressupostos teóricos dos estudos feministas e da estética, procurando encontrar através de diversos cruzamentos entre prática e teoria uma linhagem de efeitos feministas na arte portuguesa da neo-vanguarda. Depois de esboçada uma contextualização da arte feminista circa 1970...

O feminismo brasileiro desde os anos 1970: revisitando uma trajetória

Sarti,Cynthia Andersen
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 PT
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37.23%
Com base na experiência brasileira das últimas décadas, o texto aborda o feminismo como um fenômeno que, embora enuncie genérica e abstratamente a emancipação feminina, se concretiza no âmbito de contextos sociais, culturais, políticos e históricos específicos. O artigo mostra, inicialmente, o feminismo no Brasil, nos anos 1970, como um movimento de mulheres que se configura em oposição à ditadura militar e que foi se desenvolvendo, nas décadas seguintes, dentro das possibilidades e limites que se explicitaram no processo de abertura política. Argumenta-se, entretanto, que as dificuldades enfrentadas pelo feminismo brasileiro não dizem respeito apenas aos constrangimentos da conjuntura em que se manifestou, mas a impasses de ordem estrutural do feminismo, uma vez que as mulheres não são uma categoria universal, exceto pela projeção de nossas próprias referências culturais. Sua existência social e cultural implica a diversidade, instituindo fronteiras que recortam o mundo culturalmente identificado como feminino. A análise do feminismo, assim, requer a referência ao contexto de sua enunciação, que lhe dá o significado. Da mesma maneira, a análise das relações de gênero implica considerar a noção de pessoa...

A semiótica de um enterro prematuro: o feminismo em uma era pós-feminista

Hawkesworth,Mary
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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37.36%
Neste artigo, exploro as representações da morte do feminismo para compreender os significados maiores que cercam as declarações do fim simbólico do feminismo. Começarei investigando dois mecanismos pelos quais a morte do feminismo é produzida para expor os valores implícitos dos tanatófilos do feminismo. Depois considerarei versões rivais dos "signos da morte", de forma a explorar como as suposições peculiares sobre a ontologia do feminismo estão presas a formas específicas de morte metafórica. Dado o tipo particular de distorção implicada no enterro prematuro de um feminismo global florescente, a seção final do artigo situa o contemporâneo dobrar dos sinos pela morte do feminismo no contexto de uma história gendrada de práticas de enterro em vida. Através da escavação e da interpretação de tais práticas arcaicas, relacionarei o enterro retórico do feminismo contemporâneo a um esforço contínuo para minar as lutas feministas por justiça social.

Pós-feminismo

Macedo,Ana Gabriela
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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37.28%
Partindo do verbete sobre pós-feminismo do Dicionário da Crítica Feminista (organizado por Ana Gabriela Macedo e Ana Luísa Amaral), proponho a discussão do conceito de pós-feminismo não isoladamente, mas antes por aposição a outros termos e conceitos que de algum modo clarificam a natureza complexa do debate em torno deste termo: contra-feminismo, pós-feminismo, contra-dicção, diferença, imagem, ginocrítica, corpo, ciberfeminismo. Defendo que vivemos no contexto de uma variedade de feminismos plurais, e que o seu discurso oposicional e de resistência é ainda, no mundo de hoje, de total pertinência.

Feminismo de estado em Portugal : mecanismos, estratégias, políticas e metamorfoses

Monteiro, Rosa Filomena Brás Lopes
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
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Nestes quase quarenta anos de democracia, Portugal eliminou da legislação a discriminação em razão do sexo, assumiu o compromisso internacional com a agenda da igualdade e com as políticas de acção positiva e de “mainstreaming de género”, e criou dois mecanismos oficiais permanentes para a igualdade de mulheres e homens. Temos o que tem sido considerado como uma boa legislação que parece demonstrar a vontade e acção do Estado português na promoção da igualdade entre os sexos. Porém, a constatação de inefectividades múltiplas na implementação das políticas foi uma das inquietações na origem deste trabalho, que cruza os campos da sociologia do Estado e da ciência política, da sociologia dos movimentos sociais e das relações sociais de sexo. O Estado Português tem vindo a assumir políticas de promoção da igualdade de mulheres e homens desde 1970, concretamente com a criação do principal mecanismo oficial para a igualdade (CCF/CIDM), actualmente a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG). Esta Comissão corporiza, no nosso país, o que tem sido considerado como uma forma de feminismo institucional, fenómeno estudado internacionalmente pela abordagem do feminismo de Estado. Por isso...

Relações de poder no feminismo paulista - 1975 a 1981; Power relations in feminism in São Paulo

Ribeiro, Maria Rosa Dória
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/08/2011 PT
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A segunda onda do Movimento Feminista no Brasil emergiu em um contexto de combate à Ditadura. E surgiu em São Paulo como possibilidade de reforçar mais uma frente de luta contra o governo militar. Mas o feminismo ainda era uma novidade pouco conhecida até por aquelas que se declaravam como feministas. Era rechaçado pelos segmentos mais conservadores da sociedade, mas também pelos militantes da Esquerda revolucionária. Estes o consideravam fora de tempo e lugar. Ao impulsionar o movimento social, o feminismo no Brasil reapareceu em meados da década de 70 enfrentando a questão do poder externamente, na sociedade e no Estado, e internamente, no próprio Movimento de Mulheres. Os vários grupos que compunham o campo em que se afirmava o feminismo disputavam o controle do Movimento de acordo com os referenciais tradicionais de poder. E, ao mesmo tempo, buscavam alternativas de gestão do movimento que fugissem daqueles modelos. Ora porque assim as circunstâncias impunham, ora porque assumiam as críticas elaboradas pelo feminismo à natureza patriarcal e autoritária do poder tradicional. As contradições que o Movimento de Mulheres abrigou punham em jogo as posições de todas as suas ativistas, inclusive das próprias feministas. Fazia com que reexaminassem os seus papéis sociais e constatassem as suas condições de oprimidas. Construir as identidades feministas significava romper com os cânones estabelecidos para o ser mulher que haviam aprendido. Assim como implicava assumir-se como sujeito de suas lutas.; The second wave of the Feminist Movement in Brazil emerged in the context of fighting the Dictatorship. And it arose in São Paulo as a possibility to further enhance a battle front against the military government. Yet feminism was still a little known novelty even by those who declared themselves as feminists. It was rejected by the more conservative segments of the society...

De los márgenes al centro : una aplicación del feminismo postcolonial a los derechos humanos

Rodríguez Prieto, Rafael
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2015 SPA
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37.18%
En las últimas décadas, el feminismo postcolonial ha tenido enormes consecuencias para las posibilidades de reconceptualización de la política o los derechos. A la luz de esto, el ensayo explora las relaciones entre feminismo postcolonial, derechos humanos y democracia. Este artículo sigue el trabajo teórico de bell hooks. En primer lugar el trabajo revisa la emergencia del feminismo postcolonial y analiza puntos claves del debate generado por estas aproximaciones dentro de los estudios de mujeres. En segundo lugar, el artículo examina alguno de los dilemas y críticas provocadas por las aproximación es al concepto de derechos humanos. El ensayo concluye estudiando las formas en las que las aproximaciones del feminismo postcolonial podrían realizar avances significados en la manera de repensar la ciudadanía.; In the last decades, postcolonial feminism has had enormous consequences for the reconceptualization of politics or rights. In light of this, the present paper explores the crossroads among postcolonial feminism, human rights and citizenship. The paper follows bell hook’s theoretical work. It does so by first, the paper reviews the emergence of postcolonial feminism and analyzes the key topics of debate generated by these approaches within Women Studies. Secondly...

Las relaciones entre la Psicología y el Feminismo en “tiempos de igualdad”

García-Dauder, Silvia
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2010 SPA
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37.18%
En el artículo analizo las articulaciones entre la Psicología, como disciplina y conocimiento científico, y el Feminismo como teoría crítica y movimiento social. Mi propósito es evaluar hasta qué punto podemos hablar de "tiempos de igualdad" en la Psicología, teniendo en cuenta su pasado histórico y la situación actual. Para ello, analizo la situación de las mujeres en la psicología -como sujetos y como objetos de conocimiento-, la cuestión de la psicología en el feminismo (hasta qué punto los conocimientos psicológicos han contribuido a la opresión o liberalización de las mujeres y a fines políticos feministas) y la cuestión del feminismo en la psicología (hasta qué punto los discursos y prácticas feministas han contribuido a la consecución de una "mejor" psicología, más objetiva y justa socialmente). Vamos a desplazarnos, así, de la psicología construye 'lo femenino' y 'la mujer', al feminismo reconstruye a la psicología, para terminar planteándonos las posibilidades de una psicología feminista; In this article I analyse the articulations between Psychology, as discipline and scientific knowledge, and Feminism, as critical theory and social movement. My aim is to evaluate to what extent we can speak about "times of equality" in Psychology...

The Semiotics of Pemature Burial: Feminism in a Postfeminist Age; A semiótica de um enterro prematuro: o feminismo em uma era pós-feminista

Hawkesworth, Mary; Rutgers University
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2006 POR
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37.36%
In this article, I will explore how the death of feminism is represented in order to plumb the larger meanings embedded in proclamations of feminism’s symbolic death. I will begin by investigating two mechanisms by which feminism’s death has been produced to unearth the tacit values of feminism’s morticians. I will then consider competing accounts of the “signs of death” in order to explore how particular assumptions about the ontology of feminism are tied to specific forms of metaphorical death. Given the particular kind of distortion involved in the premature burial of a thriving global feminism, the final section of the article situates contemporary feminism’s death knell in the context of a gendered history of live burial practices. By excavating and interpreting such archaic practices, I will link the rhetorical burial of contemporary feminism to an ongoing effort to undermine feminist struggles for social justice.; http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2006000300010Neste artigo, exploro as representações da morte do feminismo para compreender os significados maiores que cercam as declarações do fim simbólico do feminismo. Começarei investigando dois mecanismos pelos quais a morte do feminismo é produzida para expor os valores implícitos dos tanatófilos do feminismo. Depois considerarei versões rivais dos “signos da morte”...

Pós-feminismo; Postfeminism

Macedo, Ana Gabriela; Universidade do Minho
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2006 POR
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http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2006000300013Partindo do verbete sobre pós-feminismo do Dicionário da Crítica Feminista (organizado por Ana Gabriela Macedo e Ana Luísa Amaral), proponho a discussão do conceito de pósfeminismo não isoladamente, mas antes por aposição a outros termos e conceitos que de algum modo clarificam a natureza complexa do debate em torno deste termo: contra-feminismo, pósfeminismo, contra-dicção, diferença, imagem, ginocrítica, corpo, ciberfeminismo. Defendo que vivemos no contexto de uma variedade de feminismos plurais, e que o seu discurso oposicional e de resistência é ainda, no mundo de hoje, de total pertinência.; Departing from the entry on Postfeminism in the Dicionário da Crítica Feminista (edited by Ana Gabriela Macedo and Ana Luísa Amaral), I discuss the meaning of the concept not in isolation, but in affiliation with other concepts which somehow help to understand the complexity of this debate, e.g., Counter-feminism, Postmodernism, Counter-diction, Difference; Body; Image; Gynocritics, Cyberfeminism. I defend that despite all odds, Feminism still stands as a fundamental “counter-diction,” a much needed oppositional discourse in our day and age.

O feminismo brasileiro desde os anos 1970: revisitando uma trajetória; Brazilian Feminism Since the Seventies: Revisiting a Trajectory

Sarti, Cynthia Andersen; Universidade Federal de São Paulo
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2004 POR
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http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2004000200003Com base na experiência brasileira das últimas décadas, o texto aborda o feminismo como um fenômeno que, embora enuncie genérica e abstratamente a emancipação feminina, se concretiza no âmbito de contextos sociais, culturais, políticos e históricos específicos. O artigo mostra, inicialmente, o feminismo no Brasil, nos anos 1970, como um movimento de mulheres que se configura em oposição à ditadura militar e que foi se desenvolvendo, nas décadas seguintes, dentro das possibilidades e limites que se explicitaram no processo de abertura política. Argumenta-se, entretanto, que as dificuldades enfrentadas pelo feminismo brasileiro não dizem respeito apenas aos constrangimentos da conjuntura em que se manifestou, mas a impasses de ordem estrutural do feminismo, uma vez que as mulheres não são uma categoria universal, exceto pela projeção de nossas próprias referências culturais. Sua existência social e cultural implica a diversidade, instituindo fronteiras que recortam o mundo culturalmente identificado como feminino. A análise do feminismo, assim, requer a referência ao contexto de sua enunciação, que lhe dá o significado. Da mesma maneira, a análise das relações de gênero implica considerar a noção de pessoa...

UNA SONDA EN EL POST-PATRIARCADO: EL DEBATE SOBRE EMANCIPACIÓN Y LIBERTÁ FEMMINILE EN EL FEMINISMO ITALO-ESPAÑOL

Morondo Taramundi, Dolores
Fonte: Revista Gênero & Direito Publicador: Revista Gênero & Direito
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 28/07/2015 POR
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Este texto intenta indagar algunas cuestiones relativas a la percepción generalizada en España y en Italia de que el feminismo sea anacrónico o necesite una profunda transformación para adaptarse a los nuevos tiempos que, en dichas opiniones, corresponderían a una época post-patriarcal. Una de las ideas que más se ha puesto en discusión es un término clásico del vocabulario de las reivindicaciones feministas, a saber, la emancipación. El texto trata de contextualizar históricamente la crítica de la emancipación a través del análisis de un debate que, en el feminismo español e italiano, ha estado muy polarizado y ha tenido gran repercusión política, es el debate entre emancipación y libertad femenina (libertà femminile, en italiano) que corresponde a una forma particular en estos contextos del más amplio debate en el feminismo sobre la igualdad y la diferencia. El capítulo recorre las etapas del debate y analiza ambos términos de la discusión. Finalmente, se proponen algunas consideraciones críticas sobre lo que este debate ha aportado a nuestra actual comprensión sobre el post-patriarcado y el post-feminismo. A través de la noción de autonomía, se analizan algunas características del patriarcado y la forma en las que los discursos sobre la emancipación y la libertad femenina han encarado dichas características con la finalidad de superar el patriarcado.

Del feminismo liberal al deconstructivismo de género: la narrativa de Angélica Gorodischer en los '80 y los '90

López Rodriguez,Rosana
Fonte: Cuadernos del CILHA Publicador: Cuadernos del CILHA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 ES
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37.18%
Angélica Gorodischer ha sido vinculada a Virginia Woolf: el espíritu andrógino aparece como el ideal político de ambas escritoras. Esa androginia, hija del feminismo liberal de la igualdad, entiende que mujeres y varones son capaces de los mismos valores y los mismos desarrollos, en tanto se den las mismas condiciones para ambos géneros. No obstante, como Gorodischer ha llegado al feminismo liberal bastante tiempo después que su par inglesa y, además, en otro lugar del mundo, no la ha "heredado" directamente. Aun cuando a partir del examen del estilo y de las características de su discurso, la antiesencialista Gorodischer se exprese en sus obras con una escritura "distinta", femenina, al estilo Cixous o Irigaray, del contenido de su obra se desprende una política de liberalismo deconstructivo en términos de género. Vale decir, su obra es más bien una respuesta al feminismo cultural de la diferencia, por eso apuesta a la deconstrucción del género por la vía de la androginia como forma de oposición crítica a esa corriente que cae en la trampa del patriarcado al esencializar el género (biológica o culturalmente). La escritora argentina es entonces, más que una versión local de Woolf, una expresión de las limitaciones y las contradicciones de las últimas versiones del feminismo burgués...

Del feminismo liberal al deconstructivismo de género: la narrativa de Angélica Gorodischer en los '80 y los '90

López Rodriguez,Rosana
Fonte: Cuadernos del CILHA Publicador: Cuadernos del CILHA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 ES
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Angélica Gorodischer ha sido vinculada a Virginia Woolf: el espíritu andrógino aparece como el ideal político de ambas escritoras. Esa androginia, hija del feminismo liberal de la igualdad, entiende que mujeres y varones son capaces de los mismos valores y los mismos desarrollos, en tanto se den las mismas condiciones para ambos géneros. No obstante, como Gorodischer ha llegado al feminismo liberal bastante tiempo después que su par inglesa y, además, en otro lugar del mundo, no la ha "heredado" directamente. Aun cuando a partir del examen del estilo y de las características de su discurso, la antiesencialista Gorodischer se exprese en sus obras con una escritura "distinta", femenina, al estilo Cixous o Irigaray, del contenido de su obra se desprende una política de liberalismo deconstructivo en términos de género. Vale decir, su obra es más bien una respuesta al feminismo cultural de la diferencia, por eso apuesta a la deconstrucción del género por la vía de la androginia como forma de oposición crítica a esa corriente que cae en la trampa del patriarcado al esencializar el género (biológica o culturalmente). La escritora argentina es entonces, más que una versión local de Woolf, una expresión de las limitaciones y las contradicciones de las últimas versiones del feminismo burgués...

A propósito de un feminismo propiamente nuestroamericano

Gargallo Celentani,Francesca
Fonte: Estudios de filosofía práctica e historia de las ideas Publicador: Estudios de filosofía práctica e historia de las ideas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2009 ES
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En el siglo XIX, el feminismo fue un intento de entender qué es la falta de igualdad y de defender el derecho a la misma, desde la perspectiva del individuo inserto en la sociedad. Aunque el feminismo contemporáneo ya no se centra en una reivindicación emancipatoria de igualdad con un "modelo" de ciudadano, la idea de que las mujeres como individuos nos tenemos que liberar sigue siendo el telón de fondo de toda la acción feminista. No cabe, pues, cuestionar que la liberación de las mujeres como mujeres es una tarea de todas. Sin embargo, cabe poner en duda que esta liberación sólo tiene una vertiente individual y que la perspectiva de la liberación del individuo sea universal. Esto supone una explicitación del punto de partida y el interés por trabajar desde el feminismo una concepción del mundo que ha sido cuestionada desde otros ámbitos de la reflexión política y epistemológica.

Feminismo Latinoamericano

Gargallo,Francesca
Fonte: Universidad Central de Venezuela. Centro de Estudios de la Mujer Publicador: Universidad Central de Venezuela. Centro de Estudios de la Mujer
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 ES
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Urge situar las aportaciones del feminismo latinoamericano, como teoría política y como filosofía práctica, al feminismo mundial, y encontrar los móviles colectivos por los que las mujeres latinoamericanas decidieron renovar su imaginario del ser mujer. Sistema de géneros y guerra, sistema de géneros y colonialismo se acompañan y refuerzan uno a otro, porque tienen un mecanismo de jerarquización común en su base. Las mujeres se reconocen en su historia, pero el mayor conflicto en la construcción del relato de América Latina es que en este continente no se elabora la muerte del noventa por ciento de la población originaria al inicio de la occidentalización de su historia. La teoría feminista latinoamericana no arranca de los saberes indígenas y muy pocas mestizas se reconocen en su historia, prefiriéndose occidentales que indias, blancas que morenas, genéricamente oprimidas que miembros de una cultura de la resistencia. El camino de descolonización de la propia teoría emprendido por grupos feministas autónomos, es particularmente importante para el pensamiento feminista latinoamericano porque apunta al cruce, no sólo discursivo, de elementos muy diversos de la economía, la corporeidad, la política, la liberación y la diferencia. Así...