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Felicidade e tecnologia em Fahrenheit 451

Pereira, Elisabete Cristina Figueiras Ribeiro de Jesus
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2007 POR
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Dissertação de Mestrado em Estudos Americanos apresentada à Universidade Aberta; Resumo - A tecnologia faz parte da vida do ser humano, constituindo a força motriz que impulsiona a sua evolução. Paralelamente, a busca da felicidade é uma constante que define o indivíduo, independentemente de diferenças económicas, sociais ou culturais. Todavia, a relação entre felicidade e tecnologia é ambígua, porquanto a última é frequentemente descrita como um meio de atingir a primeira, o que não raras vezes reduz o ser humano à demanda de significado na materialidade dos objectos. A problemática felicidade/tecnologia constitui uma das temáticas de Fahrenheit 451 e o presente trabalho de investigação propõe-se analisar de que modo esta dicotomia é apresentada, tratada e solucionada na referida obra, em que está subjacente a crítica ao efeito nocivo que o excesso de tecnologia pode causar no indivíduo e na sociedade. Como abordagem optou-se pela definição sumária do conceito de felicidade e busca de felicidade em várias épocas históricas, pela análise da importância da tecnologia em três momentos históricos distintos, pelo enquadramento histórico e cultural do momento em que se insere a obra, pela análise de Fahrenheit 451e pela definição do papel desempenhado pelos conceitos de conformismo e individualismo na busca da felicidade. Em Fahrenheit 451 a tecnologia é apresentada como a antítese da felicidade...

A felicidade e o coping pró-ativo: estudo exploratório em homens e mulheres

Carvalho, Vanda Susana Torais de
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O tema principal que circunscreve a presente investigação prende-se á necessidade de explorar fatores positivos do bem-estar e comportamentos de sucesso. Assim, este estudo de natureza quantitativa verifica diferenças entre géneros, relações entre as variáveis emoções (positivas e negativas), satisfação com a vida, florescer, coping pró-ativo e felicidade no último mês e identifica variáveis preditoras da felicidade. Utilizou-se uma amostra de 263 sujeitos, sendo 141 do sexo feminino e 122 do sexo masculino, a que se aplicou os seguintes questionários: Inventário de Coping Pró-ativo (PCI: Greenglass, Schwarzer, Jakubiec, Fiksenbaum & Taubert, 1999; versão portuguesa por Marques, Lemos & Greenglass, 2004), Escala de Satisfação com a Vida (SWLS: Diener, Emmons, Larsen & Griffin, 1985; versão traduzida por Baptista, 2011), Teste de Positividade (PST: Fredrickson, 2009; versão traduzida por Baptista, 2011), a Escala de Florescimento (FS: Diener, Wirtz, Tov, Kim-Prieto, Choi, Oishi & Biswas-Diener, 2009; versão traduzida por Baptista, 2011) e a Escala do Termómetro da felicidade (Baptista, 2013). Nos resultados verifica-se que não existe diferenças significativas entre os sexos, emoções (positivas e negativas)...

Economia e felicidade: um estudo empírico dos determinantes da felicidade no Brasil; Economics and Happiness: a empirical study of the deteminants of happiness in Brazil.

Lima, Sabrina Vieira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/03/2007 PT
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Este trabalho teve por objetivo analisar a influência de possíveis determinantes empíricos na felicidade dos brasileiros. Os determinantes considerados foram estado civil, idade, escolaridade, sexo, região, religião, etnia, renda, posição relativa da renda, desemprego, probabilidade de desemprego para indivíduos empregados e probabilidade de emprego para indivíduos desempregados. Estes determinantes foram utilizados no modelo de probit ordenado para a estimação da felicidade. Para isso foram utilizados os dados disponibilizados pelo World Values Survey para os anos de 1991 e 1997. Os resultados obtidos mostram a variável renda como altamente significativa para a determinação da felicidade. Ela esteve presente nos resultados de quase todas as estimações realizadas. A variável posição relativa da renda, apesar de não ter sido significativa para explicar a felicidade apresentou uma relação positiva com a felicidade (quanto maior a renda de um indivíduo perante seus semelhantes, melhor tende a ser sua posição frente a eles, o que contribui positivamente para sua felicidade). O desemprego também se mostrou quase sempre presente. Essa variável se mostrou mais significativa na determinação da felicidade do que as variáveis que relacionam desemprego com probabilidade de emprego e emprego com probabilidade de desemprego. Casamento...

A felicidade na sociedade contemporânea: contraste entre diferentes perspectivas filosóficas e a modernidade líquida; Happiness in contemporary society: contrast between philosophical perspectives and Liquid Modernity

Sewaybricker, Luciano Esposito
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/04/2012 PT
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Atualmente, mais do em outros períodos, o tema da felicidade se encontra em quase todos os lugares: nos comerciais de televisão, nas estantes de lojas, nos livros de filosofia, nos sorrisos das fotografias. Por ser um tema tão recorrente, falar da felicidade pode parecer banal. As pessoas falam que estão felizes, que são felizes e entendem que buscar a felicidade é um direito, é algo natural do ser humano. Essa importância da felicidade não é exclusividade do homem contemporâneo. Platão já escrevia: Não é verdade que nós, homens, desejamos todos ser felizes? Pascal, muito tempo depois, completava: Todos os homens procuram ser felizes; isso não tem exceção... É esse o motivo de todas as ações de todos os homens, inclusive dos que vão se enforcar.... Pode-se achar que seu significado é claro e inequívoco, entretanto, ao se contrastar diferentes períodos históricos, percebe-se que as especificidades da felicidade e a forma como se deve alcançá-la mudaram em muito. Pretende-se, então, analisar o conceito de felicidade como objeto histórico desafiado pelas mudanças da atual organização social. Por que o tema da felicidade está tão recorrente? Qual o papel que a organização social e do trabalho contemporânea exerce na felicidade? O filósofo Comte-Sponville e o historiador D. McMahon sugerem que o fato de tanto se falar sobre a felicidade seria justamente um sintoma de que o homem contemporâneo não é feliz. Tanto menos se tem a felicidade...

Diferenças e semelhanças entre os conceitos de felicidade em Epicuro e Sêneca; Differences and similitutes between the concepts of happiness in Epicurus and Seneca

David Araujo Bezerra
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/03/2012 PT
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Inicialmente o propósito do trabalho era apenas definir e comparar os conceitos de felicidade para dois autores dos período helenístico, distantes no tempo e afastados por um universo cultural: o grego Epicuro e o romano Sêneca. Mas a hipótese inaugural da tese exigiu que se fosse além, primeiro operando com um conceito encontrado no inverso ou negativo do conceito inicial, ou seja, a infelicidade, e depois lidando com as razões que fundamentam a movimentação dos autores pesquisados, isto é, os motivos pelos quais eles se dedicaram a tal tema em particular. Esse impulso secundário levou-nos a um estágio ulterior, que foi a caracterização do universo no qual existiram os pensadores, pois descobrimos ter sido ele o responsável pela pergunta acerca da felicidade tanto em um quanto em outro caso. Quer dizer, a produção filosófica tinha uma base histórico-social e em segundo plano acadêmica. Esta situação nos forçou a, por fim, determinar o que é um produto filosófico helenístico, já que a motivação dos autores se deveu tanto ao entorno no qual se viam envolvidos, que assim deveriam trazer a marca desse tempo (a preocupação com a felicidade gerou, inclusive, manuais de vida produzidos pelos homens de baixa cultura)...

Relação entre satisfação profissional, felicidade e saúde mental

Silva, Iolanda Isabel Cerqueira
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 11/03/2013 POR
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Esta investigação correlacional propôs-se estudar a relação entre a satisfação profissional, a felicidade e a saúde mental, numa amostra de 63 sujeitos ativos profissionalmente, de forma a entender melhor a relação entre as variáveis em estudo. Ao nível das hipóteses procurou-se estudar as diferenças ao nível da satisfação profissional, felicidade e saúde mental. Analisouse ainda, as diferenças entre géneros no que diz respeito à satisfação profissional, felicidade e saúde mental; as diferenças entre os diferentes tipos de funções laborais relativamente à satisfação profissional, à felicidade e à saúde mental; diferenças entre os diferentes níveis de escolaridade relativamente à satisfação profissional, felicidade e saúde mental; e por último as diferenças entre as idades no que diz respeito às variáveis em estudo. Estas hipóteses foram testadas com o auxílio do questionário sócio demográfico, da escala de satisfação no trabalho, da escala de felicidade subjetiva e do inventário de saúde mental. Os resultados da nossa investigação indicam que os sujeitos mais satisfeitos profissionalmente nem sempre são mais felizes e apresentam melhor saúde mental. Contudo, os resultados indicam que os sujeitos mais felizes apresentam melhor saúde mental. Apresentam ainda que os sujeitos mais satisfeitos profissionalmente apresentam maior distress psicológico e maior perda de controlo e que os sujeitos mais satisfeitos com os seus supervisores apresentam maior saúde mental...

Desemprego e Felicidade em Portugal

Caleiro, António
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Trabalho em Andamento
ENG
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Em termos tradicionais, a riqueza de uma economia é medida pelo seu nível de produção. Mais recentemente, tem vindo a ser sugerida uma outra medida que se baseia no grau de felicidade, o qual se associa aos níveis de satisfação ou qualidade de vida. Por alguns considerado paradoxal é o facto de aquelas duas medidas não se apresentarem perfeitamente correlacionadas. De facto, existem países menos ricos do ponto de vista da produção, os quais se caracterizam por graus superiores de felicidade. Para além deste facto, a realidade mostra que, mesmo em tempos de crise económica, o grau de felicidade pode aumentar. São estes factos que se pretende clarificar, com o presente trabalho, para tal assumindo a perspectiva da Economia da Felicidade, através da análise da relação entre a felicidade e o desemprego em Portugal.

Valores e felicidade no Século XXI: um retrato sociológico dos portugueses em comparação europeia

Silva, Rui Brites Correia da
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 POR
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Doutoramento em Sociologia; A “felicidade” e a “infelicidade” dos portugueses são um tema recorrente da comunicação social. Dois artigos publicados em 2009 pelo Público e pela Visão retratam o tipo de abordagem que é feito. O primeiro, com o título Portugueses são pobres, estão desmobilizados mas consideram-se felizes”7 refere que os portugueses são “pobres, desmobilizados, mas, apesar disso, felizes … os investigadores viram-se perante um país socialmente muito frágil, pouco capaz de se mobilizar individual e socialmente. Mas, apesar disso, com altos níveis de satisfação e felicidade”. No segundo, intitulado Afinal somos felizes8, mostra-se que “os bens materiais não são tudo e que os portugueses sentem tanta felicidade como os nórdicos ou os sul-americanos”, concluindo que 73,5% dos portugueses se consideram felizes. Será mesmo assim? Os portugueses evidenciam mesmo “altos níveis de satisfação” e “sentem tanta felicidade como os nórdicos ou os sul-americanos”? Quando se comparam os níveis de felicidade dos nórdicos com os sul-americanos compara-se o quê? Avaliar e “quantificar” o bem-estar subjectivo e relacioná-lo com um conjunto de valores, traçando um retrato sociológico dos portugueses numa comparação europeia...

A avaliação da felicidade no local de trabalho: um caso de estudo

Pereira, Catarina Morgado Fernandes Lopes
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2014 POR
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Mestrado em Gestão dos Serviços e de Tecnologia /JEL Classification: M540 – Personnel Economics: Labor Management Y40 – Dissertation; Portugal atravessa actualmente uma crise financeira, económica e social, que tem gerado alterações em vários sectores da administração do Estado, incluindo no ensino superior público. O corpo docente desempenha um papel fundamental na prossecução dos objectivos institucionais e na qualidade de ensino e da investigação da instituição. A sua felicidade no local de trabalho influencia o seu desempenho. Neste contexto, o objectivo desta investigação é avaliar a felicidade no local de trabalho dos docentes de uma instituição de ensino superior público. A metodologia adoptada foi o estudo de caso, que incide sobre o ISCTE-IUL. Tendo por base o instrumento de quantificação da felicidade dos professores universitários, proposto por Bhattacharjee e Bhattacharjee (2010), desenvolveu-se um modelo de investigação. O questionário que dele resultou foi aplicado à totalidade dos docentes do ISCTE-IUL, obtendo-se uma amostra de 84 docentes. As principais técnicas utilizadas na análise de dados foram os testes de hipóteses e a análise factorial. Os resultados obtidos permitiram concluir que a felicidade no local de trabalho dos docentes do ISCTE-IUL é positiva...

A felicidade enquanto recurso emocional socialmente desigual: para uma abordagem sociológica do sentir

Dantas, Ana Nestral de Almeida Martins Roque
Fonte: Universidade Nova de Lisboa Publicador: Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em /06/2015 POR
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Tradicionalmente, a análise de emoções e sentimentos esteve associada a experiências individuais e singulares e, por isso, afastada do olhar sociológico. Neste trabalho, defendemos que sentimentos e emoções são socialmente moldados e a sua expressão reflecte aspectos sociais. Como tal impõe-­‐se uma abordagem da Sociologia, procurando as regularidades em torno das formas de sentir, expressar e procurar felicidade. O objectivo deste trabalho é identificar as condições sociais que promovem ou limitam a percepção de felicidade, através da análise das características socioculturais diferenciadoras de práticas, representações e expressões de felicidade. Concretamente, pretende-­‐se situar a análise nas condições de vida, tal como são experimentadas pelos actores sociais, que fornecem o contexto objectivo para a percepção e criação de significados de felicidade e que permitem também compreender a orientação para a acção. Em termos metodológicos, propomos uma abordagem a diferentes níveis, articulando a análise da expressão (medida numa amostra extensa e representativa dos portugueses...

Felicidade e tecnologia em fahrenheit 451

Pereira, Elisabete Cristina Figueiras Ribeiro de Jesus
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 06/05/2008 POR
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Dissertação mest., Estudos Americanos, Universidade Aberta, 2008; A tecnologia faz parte da vida do ser humano, constituindo a força motriz que impulsiona a sua evolução. Paralelamente, a busca da felicidade é uma constante que define o indivíduo, independentemente de diferenças económicas, sociais ou culturais. Todavia, a relação entre felicidade e tecnologia é ambígua, porquanto a última é frequentemente descrita como um meio de atingir a primeira, o que não raras vezes reduz o ser humano à demanda de significado na materialidade dos objectos. A problemática felicidade/tecnologia constitui uma das temáticas de Fahrenheit 451 e o presente trabalho de investigação propõe-se analisar de que modo esta dicotomia é apresentada, tratada e solucionada na referida obra, em que está subjacente a crítica ao efeito nocivo que o excesso de tecnologia pode causar no indivíduo e na sociedade. Como abordagem optou-se pela definição sumária do conceito de felicidade e busca de felicidade em várias épocas históricas, pela análise da importância da tecnologia em três momentos históricos distintos, pelo enquadramento histórico e cultural do momento em que se insere a obra, pela análise de Fahrenheit 451e pela definição do papel desempenhado pelos conceitos de conformismo e individualismo na busca da felicidade. Em Fahrenheit 451 a tecnologia é apresentada como a antítese da felicidade...

Autopercepção de felicidade e fatores associados em adultos de uma cidade do sul do Brasil: estudo de base populacional

Scalco,Diogo Luis; Araújo,Cora Luiza; Bastos,João Luiz
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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Este estudo avaliou os níveis de autopercepção de felicidade e fatores associados em uma cidade do sul do Brasil. Foi realizado um estudo transversal, de base populacional, com 2.942 indivíduos adultos (> 20 anos). Felicidade foi definida como "o grau, segundo o qual uma pessoa avalia positivamente a qualidade global de sua vida como um todo, no presente"; aferida por meio de uma pergunta associada a uma escala de faces. A prevalência global de felicidade foi de 73,4%. Observou-se associação positiva entre a ocorrência de felicidade, escolaridade e nível econômico, bem como relação negativa de felicidade com desemprego. Ser mais jovem, entre os homens, e considerar-se mais religiosa, entre as mulheres, também se associaram a maiores prevalências de felicidade. Estar separada/divorciada ou ser viúva esteve associado a menores prevalências de felicidade entre as mulheres. Os resultados sugerem que a população investigada apresenta uma prevalência de felicidade alta e que fatores distintos estiveram associados à ocorrência deste desfecho entre homens e mulheres.

A percepção de felicidade dos professores da Escola Municipal Presidente Kennedy Caruaru PE

da Silva Souza, Catarina; Luis Simões, José (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O trabalho, A percepção de felicidade dos professores da Escola Municipal Presidente Kennedy Caruaru PE vincula-se à Linha de Pesquisa em Teoria e História da Educação do curso de mestrado em Educação da Universidade Federal de Pernambuco. O estudo sobre a felicidade humana e sua relação com a escola, buscou identificar as opiniões dos professores do Ensino Fundamental II da Escola Municipal Presidente Kennedy sobre sua concepção e percepção de felicidade e a contribuição da escola para a conquista da felicidade humana. Diante da inexistência de um conceito único e universal de felicidade procuramos nos autores e filósofos reflexões acerca das suas concepções sobre o assunto, adotando o Cristianismo como referência histórica, respeitando a evolução do pensamento presente na sociedade através das mudanças ocorridas tanto socialmente quanto espiritualmente. Através das entrevistas tornou-se possível a coleta de dados, seguindo os objetivos da pesquisa. O capítulo referente à análise das entrevistas foi dividido da seguinte forma: 1. O que é felicidade; 2. Escola e felicidade: existe relação?; 3. A Contribuição da escola para a conquista da felicidade. A redação do relatório contemplou elementos considerados relevantes para a discussão dispondo de dados suficientes para sua execução. Ao final das reflexões entendemos que a felicidade diante de parte da sua história que conseguimos abordar apresenta-se como objetivo de todas as atitudes humanas e este ponto de vista é defendido desde o período Socrático até os dias atuais...

Medidas alternativas de bem-estar : a abordagem da felicidade

Luiz do Nascimento Júnior, Valfrido; Ricardo Nogueira, José (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Desde a última década, os economistas têm desenvolvido estudos sobre o bem-estar humano sob uma nova ótica, a abordagem da felicidade. O enfoque principal tem sido entender a relação entre a felicidade e os resultados econômicos. Para isso, a satisfação de vida tem sido observada com base em uma nova abordagem da utilidade, a utilidade subjetiva, onde o axioma da preferência revelada deixa de ser o principal instrumento de mensuração de bem-estar individual e social. A ferramenta usada para auferir bem-estar, nesse contexto, é o questionamento direto aos indivíduos acerca da satisfação que eles experimentam com a vida que têm levado. A abordagem da felicidade permite observar a relação entre o bem-estar subjetivo informado e uma série de variáveis como a renda, desemprego, inflação, criminalidade, e características sociais, econômicas e institucionais do próprio indivíduo. A Economia da Felicidade, como tem sido denominada essa área de pesquisa, tem resultado em muitas implicações para políticas em várias áreas, principalmente políticas de bem-estar. Vários trabalhos têm estudado a felicidade em diferentes países e isso tem contribuído para se ter uma visão do porquê das disparidades de felicidade entre indivíduos de diferentes nações. Esse trabalho propõe ainda uma aplicação simples da abordagem da felicidade para a Região Metropolitana de Recife e para a cidade de Igarassu

Santo Agostinho: a busca da verdade e a descoberta da felicidade

Oliveira, Janduí Evangelista de; Nunes, Marcos Roberto (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Tese de Doutorado
BR
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A busca da felicidade sempre fez parte da vida humana, por isso, desde a Grécia Antiga grandes filósofos se dedicam a discutir o problema. Nesse sentido, este trabalho objetiva fazer uma investigação e uma análise da relação entre a verdade e a felicidade presente na filosofia agostiniana, em sua relação com a tradição filosófica pagã. Na filosofia greco-romana temos Platão, para quem a felicidade é a harmonia da alma, que se traduz numa vida dedicada a um conhecimento progressivo que aponta para a ideia do bem. Aristóteles entende-a como bemestar ou prosperidade, estes tomados como objetivo último da vida prática. No estoicismo, Cícero concebe a felicidade como a consequência de uma vida pautada na razão, na vontade, e Sêneca a define como viver de acordo com a natureza. Por fim, temos Plotino, para quem a felicidade é aquela vida segundo a natureza intelectual da alma humana e que permite o retorno ao Uno. Inicialmente, Agostinho adotou tais posicionamentos, porém, procurou evitar aquilo que foi, para ele, o maior engano de tais filosofias: acreditar que a felicidade seja fruto apenas do esforço pessoal, ou seja, da razão e da vontade humana. E, a partir disso, ele propõe que a verdadeira felicidade se dará somente na posse da verdade-Deus. Nesse sentido...

DESEMPREGO, MECANISMOS DE COPING E FELICIDADE: Estudo exploratório na Vila da Lousã

Penteado, Inês Rei Falcão
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/2014 POR
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A felicidade é a mais almejada emoção da raça humana. Como obter e manter a felicidade é uma questão complexa (Chemali, Chahine & Naassan, 2008). O facto de se estar desempregado está associado a uma deterioração ao nível da saúde física e mental e ao aumento da mortalidade (Thomas, Benzeval & Stansfeld, 2005) e suicídio (Milner, Page & LaMontagne, 2013). Embora a investigação tenha avançado consideravelmente na compreensão de como o desemprego pode estar relacionado com a doença (Bartley, 1994), a relação entre desemprego e felicidade (uma construção positiva) obteve menos atenção. O principal objetivo do nosso estudo foi avaliar a influência do desemprego na felicidade numa amostra de adultos residentes na Lousã, uma pequena vila no centro de Portugal. Pretendemos ainda analisar como os mecanismos de coping, características sociodemográficas e outras variáveis (sexo, estado civil, idade, ter ou não filhos, duração do desemprego, religião, exercício físico, associativismo, recreação/lazer) medeiam esta relação. Realizámos um estudo exploratório e transversal, com 42 desempregados (desempregados há pelo menos 3 meses) e 45 adultos empregados, selecionados de forma não aleatória. Os dados foram coletados através de um questionário...

Em busca da felicidade : momentos, visões e impacto : estudo de uma família

Ribeiro, Joana Veríssimo
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //2009 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Sistémica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2009; Este estudo pretende contribuir para uma maior compreensão da experiência de felicidade pessoal e social e do seu impacto, tendo como base a importância da família e da sociedade na vivência e significação da felicidade. Pretende também compreender como os participantes entendem um futuro mais feliz tanto a nível pessoal como social, explorando as perspectivas de três gerações de uma família. Com este fim foram realizadas seis entrevistas individuais semi-estruturadas com base no processo do Inquérito Apreciativo. Os resultados encontrados aproximam-se dos dados da investigação já realizada, no que se refere à importância da família e das relações sociais de suporte na experiência de felicidade, e do impacto benéfico da felicidade. Relativamente à relação entre a felicidade e prosperidade económica os dados vão também de encontro à investigação já realizada, ou seja, as condições económicas parecem ser importantes na experiência de felicidade para todas as gerações como forma de garantir as condições básicas de subsistência e de independência...

O mal-estar na civilização e a condição humana para a felicidade

Rezende, Sarah Arruda Sampaio
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
PT_BR
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O presente trabalho acadêmico tem por escopo apresentar a visão do conceito de felicidade dentro do contexto da civilização ou da sociedade, sob a ótica psicanalítica e em duas temporalidades distintas, a saber, a moderna de Sigmund Freud e a Pós- Moderna abordada por autores psicanalíticos e da contemporaneidade. Para Freud, a questão primordial acerca da felicidade seria a possibilidade de consenso entre o que desejam os sujeitos (pulsões), suas satisfações e exigências subjetivas e o desenvolvimento da civilização. Afinal, as exigências de uma civilização são responsáveis pelo mal-estar dos seus indivíduos, pois entram em conflito com os desejos deles e causam perturbações e sintomas, em virtude da repressão das pulsões. Assim, o propósito da vida do ser humano é alcançar a felicidade, o mais alto valor ético do ser humano, seja pela ausência do sofrer, seja pelo prazer. Contudo, viver em uma civilização requer a renúncia do que desejam os instintos dos sujeitos, resultando na insatisfação e, em consequência, no mal-estar. A contribuição de Freud ainda é atual para uma avaliação da felicidade na pós-modernidade: a busca pelo prazer e evitar o sofrer ainda são recorrentes nas civilizações. Na Pós-Modernidade...

O imperativo da felicidade na contemporaneidade

Sousa, Tayane Marques de
Fonte: Centro Universitário de Brasília Publicador: Centro Universitário de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
PT_BR
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O presente estudo bibliográfico propôs, através de leitura e análises de trabalhos científicos, (1) entender como funciona a dinâmica da felicidade atualmente, em que ela consiste e as possibilidades de alcançá-la. Também foi objetivo (2) investigar a patologização de estados psíquicos relacionados à infelicidade cotidiana e medicalização deste. Por fim, objetivou-se (3) investigar a relação entre a sociedade de consumo e o imperativo de felicidade e do bem-estar, analisando o impacto da sociedade de consumo sobre o sofrimento psíquico na atualidade. (1) Em breve debate sobre impactos produzidos pelo novo discurso da modernidade na subjetividade humana, é possível concluir que não é a cultura em si patológica, mas sim o tipo de estratégia empregado pelos indivíduos dessa cultura para atingir o ideal por ela prescrito. (2) Analisando a felicidade para a psicanálise e as formas de diagnóstico, é possível concluir que a contribuição freudiana acerca da importância da escuta do sujeito vem sendo descartada e reduzida aos ditos do sujeito passíveis de serem inscritos em manuais. A classificação psiquiátrica conserva sua importância, e perde-se a dimensão do sujeito e a atividade diagnóstica se encerra na rotulação universal. (3) Discutindo quanto as possíveis formas para se buscar a felicidade...

A NOÇÃO DE FELICIDADE EM HELVÉTIUS

Ferraz Milek, Camila Sant'Ana Vieira
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 23/09/2015 POR
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Por meio dos textos Le vrai sens Du Systéme de La Nature, De l’Homme e o poema Le Bonheur, delinearemos a definição de Helvétius da noção de felicidade. Julgamos tal investigação relevante, pois, a felicidade é vista por Helvétius como o fim que cada um dos homens busca atingir e consequentemente, a felicidade de seus componentes deve ser a finalidade de todas as nações. A felicidade colocada nas obras de Helvétius parte das atividades cotidianas, mas pretende atingir as concepções morais, já que a virtude é definida como o desejo da felicidade geral. Por isso, compreender o papel da análise sobre o que constitui a felicidade auxilia um dos questionamentos principais a ser colocados à obra do autor, a saber, como é possível a ligação entre o alcance da felicidade no âmbito individual sem o detrimento da felicidade no âmbito geral.