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Epidemia midiática: produção de sentidos e configuração social da febre amarela na cobertura jornalística, 2007-2008; Media epidemics: sense production and social configuration of yellow fever in the journalistic coverage, 2007-2008

Malinverni, Claudia; Cuenca, Angela Maria Belloni; Brigagão, Jacqueline Isaac Machado
Fonte: IMS-UERJ; Rio de Janeiro Publicador: IMS-UERJ; Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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106.08%
O objetivo deste artigo, situado no campo da comunicação em saúde, é analisar os sentidos atribuídos discursivamente à febre amarela silvestre durante a cobertura jornalística da epizootia da doença, ocorrida no Brasil no verão 2007-2008. Utilizando o referencial teórico das práticas discursivas e da produção de sentidos no cotidiano e as hipóteses de agendamento (agenda-setting) e enquadramento (framing) da notícia, foram analisadas todas as matérias sobre febre amarela veiculadas pelo jornal Folha de S. Paulo, no período de 21 de dezembro de 2007 a 29 de fevereiro de 2008, e todos os documentos oficiais sobre a epizootia emitidos pela autoridade brasileira de saúde pública entre 3 de janeiro e 28 de fevereiro de 2008. Os achados indicam que as estratégias discursivas da cobertura jornalística relativizaram o discurso da autoridade de saúde pública; priorizaram a divulgação do número de casos; enfatizaram a vacinação como o limite entre a vida e a morte, omitindo riscos do uso indiscriminado do imunobiológico; e propagaram a iminência de uma epidemia de febre amarela de grandes proporções. Essas estratégias deram novos sentidos à doença, deslocando o evento de sua forma silvestre, espacialmente restrita e de gravidade limitada...

Cinematografo brasileiro em Dresden

Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Vídeo
PT_BR
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Com imagens de época e entrevistas com pesquisadores de história da saúde e do cinema, o documentário resgata dois filmes exibidos em 1911 no pavilhão brasileiro da Exposição Internacional de Higiene em Dresden, Alemanha. Tematizando o combate à febre amarela no Rio de Janeiro e a recém descoberta doença de Chagas em Lassance, Minas Gerais, são os primeiros filmes científicos brasileiros conhecidos, marcando o pioneirismo do Brasil e do Instituto Oswaldo Cruz na utilização de imagens em movimento na comunicação e informação em saúde.

Doctrine microbienne de la fièvre jaune et ses inoculations préventives : rapport des études expérimentales sur cette maladie présenté au Gouvernement Impérial du Brésil

Freire, Domingos, 1843-1899.
Fonte: Rio de Janeiro : Imprimerie Nationale, 1885. Publicador: Rio de Janeiro : Imprimerie Nationale, 1885.
Tipo: Livro
PT_BR
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76.05%
No verão de 1879-1880, um catedrático da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Domingos José Freire, anunciou a descoberta de uma alga que julgava ser a causadora da febre amarela. Desenvolveu uma vacina contra a doença que gerou uma das maiores polêmicas científicas e sociais da época. Em 1883, Domingos Freire vacinou cerca de 12.000 mil habitantes do Rio de Janeiro e de outras cidades brasileiras. Também envolvido na questão, o governo norte-americano, por meio do Report on the etiology and prevention of yellow fever, da American Public Health Association - documento aceito pela comunidade científica internacional - acabou provando ser ineficaz a vacina e fracassada a tentativa dos sul-americanos em isolar o micróbio. Descobriu-se, em 1899, que a transmissão da doença se dava pelo mosquito Aedes aegypti e, posteriormente, em 1929, que o verdadeiro agente da febre amarela era um vírus. A vacina contra a febre amarela é fruto do trabalho do médico sul-africano Max Theiler que, em 1937, desenvolveu a vacina nos laboratórios da Fundação Rockefeller. A presente obra, que reflete ainda a crença de José Freire em seus estudos, representa um dos momentos importantes da história da bacteriologia no Brasil e de um de seus precursores.

Epidemia de febre clássica de dengue causada pelo sorotipo 2 em Araguaiana, Tocantins, Brasil

Vasconcelos,Pedro Fernando da Costa; Travassos da Rosa,Elizabeth Salbé; Travassos da Rosa,Jorge Fernando Soares; Freitas,Ronaldo Barros de; Dégallier,Nicolas; Rodrigues,Sueli Guerreiro; Travassos da Rosa,Amélia Paes de Andrade
Fonte: Instituto de Medicina Tropical Publicador: Instituto de Medicina Tropical
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1993 PT
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65.82%
Registramos a ocorrência de epidemia de dengue causada pelo sorotipo 2 (DEN 2) na cidade de Araguaina, estado do Tocantins (TO) situado no Brasil central. Quatrocentos indíviduos de 74 famílias, residentes nos bairros S. João, Araguaina Sul e Neblina foram entrevistados e sangrados, independentemente de terem adoecido ou não. Os soros tanto de adultos quanto de crianças de ambos os sexos foram usados para pesquisa de anticorpos inibidores da hemaglutinação (IH) e IgM através de ensaio imunoenzimático (MAC ELISA). Nas casas onde haviam doentes no momento do inquérito, sangue total também foi colhido para tentativa de isolamento de vírus. O quadro clínico apresentado pelos pacientes foi caracterizado por febre, cefaléia, mialgias, artralgias e exantema do tipo máculo-papular não pruriginoso. A infecção foi mais frequente em mulheres (33.9%) do que nos homens (23.8%), ocorrendo em todas as faixas etárias, inclusive em crianças com menos de um ano de idade, bem como em maiores de 70 anos. Um total de 1105 mosquitos (56 fêmeas e 45 machos de Culex quinquefasciatus e 567 fêmeas e 437 machos de Aedes aegypti) foram obtidos a partir de larvas coletadas em Araguaina. As fêmeas de Ae. aegypti obtidas das larvas fizeram repasto sangüíneo em 8 pacientes febris. O diagnóstico laboratorial foi feito por isolamento de vírus (cultura de células de Aedes albopictus...

Estudo comparativo entre larvitrampas e ovitrampas para avaliação da presença de Aedes aegypti (Diptera: Culicidae) em Campo Grande, Estado do Rio de Janeiro

Silva,Vanderlei Campos; Serra-Freire,Nicolau Maués; Silva,Júlia dos Santos; Scherer,Paulo Oldemar; Rodrigues,Iram; Cunha,Sergio Pereira; Alencar,Jeronimo
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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115.79%
Objetivando-se avaliar a eficiência de armadilhas no monitoramento de vetores de dengue e febre amarela no Rio de Janeiro, foram utilizadas simultaneamente, 12 larvitrampas e 12 ovitrampas ao longo de 13 semanas. Resultados mostraram que as larvitrampas apresentam maior capacidade de positivar, destacando-se como importante ferramenta no monitoramento de vigilância vetorial.

Mosquitos no Parque Nacional da Serra dos Orgãos, Estado do Rio de Janeiro, Brasil: III. Preferência horária para hematofagia

Guimarães,Anthony Érico; Victório,Vânia M. N.
Fonte: Instituto Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde Publicador: Instituto Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1986 PT
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65.79%
Dando continuidade às nossas observações sobre a ecologia dos culicíneos que vimos realizando no Parque Nacional da Serra dos Orgãos (PNSO), Estado do Rio de Janeiro, concentramos nossa atenção nesta oportunidade ao estudo das preferências horárias das fêmeas para a realização da hematofagia. Visando tal objetivo, realizamos capturas semanais, concomitantemente em iscas humanas localizadas a nível do solo e próximo à cobertura vegetal, em diferentes horários e por 24 horas consecutivas de março de 1981 a fevereiro de 1982. Para análise das diferentes tendências específicas na realização da hematofagia em determinados horários, levamos em consideração algumas variáveis abióticas como: luminosidade, temperatura e umidade. Algumas espécies apresentaram nítida preferência por realizar o repasto sangüíneo durante as horas mais iluminadas do dia. Dentre estas podemos destacar o Haemagogus leucocelaenus e Ha. capricornii, que são importantes transmissores da Febre Amarela Silvestre nas regiões Norte e Centro-oeste brasileiras, e a maioria dos sabetíneos. Outras foram capturadas em maior número no crepúsculo vespertino e primeiras horas da noite: Anopheles cruzii, principal transmissor das malárias humanas e simiana no sul do Brasil...

A cidade e a morte: a febre amarela e seu impacto sobre os costumes fúnebres no Rio de Janeiro (1849-50)

Rodrigues,Cláudia
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1999 PT
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106.01%
O objetivo deste artigo é analisar o impacto da epidemia de febre amarela ocorrida no verão de 1849-50, na cidade do Rio de Janeiro, sobre os costumes fúnebres. Procura-se estudar em que sentido o alto índice de mortalidade, causado pelo surto, tornou-se o elemento catalisador de transformações nas atitudes da população em relação à morte e aos mortos. A hipótese central é a de que a epidemia teria representado o argumento final de que os médicos precisavam para convencer o governo imperial e a população da necessidade da implementação de seu projeto medicalizador da morte, cujo objetivo era normatizar os costumes fúnebres.

Antiescravismo e epidemia: "O tráfico dos negros considerado como a causa da febre amarela", de Mathieu François Maxime Audouard, e o Rio de Janeiro em 1850

Kodama,Kaori
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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106.07%
O artigo "O tráfico dos negros considerado como a causa da febre amarela", de Mathieu François Maxime Audouard (1776-1856), foi publicado em 1850 no jornal O Philantropo, periódico de propaganda contra o tráfico que circulou no Rio de Janeiro entre 1849 e 1852, e contava com diversos médicos entre seus membros. O texto, traduzido do original do médico francês e publicado no contexto da epidemia de febre amarela na cidade, oferece elementos para refletir sobre a atuação dos médicos brasileiros na questão da escravidão, no momento em que era promulgada a cessação do tráfico no país.

Entre o Carlo R. e o Orleannais: a saúde pública e a profilaxia marítima no relato de dois casos de navios de imigrantes no porto do Rio de Janeiro, 1893-1907

Rebelo,Fernanda
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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75.82%
Aborda as mudanças ocorridas nas práticas da profilaxia marítima brasileira. Por meio de dois casos de navios de imigrantes, que chegaram ao porto do Rio de Janeiro com epidemias a bordo, são analisados a compreensão sobre a etiologia, a forma de prevenção e o combate às três doenças com regulamentação portuária internacional: febre amarela, peste bubônica e cólera. Até o final do século XIX, uma das principais práticas de profilaxia era a quarentena. No início do XX, identificamos a emergência do ideário da microbiologia e dos vetores no serviço sanitário dos portos. A quarentena, que já vinha sendo criticada como antiquada e ineficaz, é limitada a alguns casos, e novos métodos e tecnologias da higiene passam a ser aplicados na defesa sanitária dos portos.

Cidade-laboratório: Campinas e a febre amarela na aurora republicana

Martins,Valter
Fonte: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Casa de Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2015 PT
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95.99%
No final do século XIX ocorreram epidemias de febre amarela em Campinas. Considerada doença litorânea, a febre assustou leigos e médicos. O debate científico sobre a etiologia da doença deixou revistas e correspondências médicas para orientar ações políticas e sanitárias. Visando combater a enfermidade, a cidade ganhou contornos de laboratório e vivenciou sua "era do saneamento e das demolições", com vitórias sobre o achaque e transtornos à população. A Comissão Sanitária Estadual comandada por Emílio Ribas, ciente da teoria culicidiana de Finlay, ensaiou em Campinas o que ocorreria no Rio de Janeiro de Oswaldo Cruz e Pereira Passos. A novidade do combate aos mosquitos conviveu com antigas práticas caras à teoria miasmática, como as desinfecções.

A instituição da microbiologia e a história da saúde pública no Brasil

Benchimol,Jaime Larry
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
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86.02%
Este artigo analisa a instituição da microbiologia e suas conseqüências para a saúde pública brasileira durante o último quarto do século XIX e o começo do atual. O autor examina o trabalho realizado pela Escola Tropicalista Baiana, a trajetória de outra geração de médicos que, no Rio de Janeiro e em São Paulo, investigaram a febre amarela e outras doenças à luz da teoria dos germes, procurando descobrir tanto o seu micróbio específico como imunobiológicos e tratamentos eficazes. O artigo examina também a transição da problemática etiológica para a do meio de transmissão da febre amarela e da malária, correlacionando-as com o amadurecimento do pasteurianismo e da Medicina Tropical. A adoção da teoria de Finlay no Brasil e as campanhas sanitárias bem-sucedidas que Oswaldo Cruz empreendeu no Rio de Janeiro, enquanto a cidade era remodelada de acordo com o molde "haussmaniano", inauguram um nova era em que o Instituto Oswaldo Cruz e outras instituições biomédicas logram desenvolver dinâmicos programas de pesquisa em estreita sintonia com a bacteriologia e medicina tropical européia e norte-americana.

ANÁLISE ESPACIAL DA INFECÇÃO PELO VÍRUS DO DENGUE NO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA.; Spatial analysis of infection by the virus of dengue in city of Goiania

MACIEL, Ivan José
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Medicina Tropical; Medicina Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Medicina Tropical; Medicina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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65.95%
Dengue is nowadays considered a growing public health problem worldwide. Several outbreaks of dengue have occurred in Brazil in the last two decades, and the country is now considered an endemic area where risk areas for sylvatic yellow fever also coexist. The current manuscript reviews the main epidemiological features of dengue in the world focusing in the peculiarities of the infection/disease progression in Brazil and, specifically, in Central-West Brazil. Some issues related to the challenge of control in the Central-West region and the opportunities for research are also discussed. In Brazil, the re-introduction of the vector (Aedes aegypti) dates 1976-77. The city of Rio de Janeiro (Southeast Brazil) was considered the starting point of viral dispersion to coastal and inland areas, since the first epidemic (DENV-1) in 1986. Brazil reports approximately 70% of the dengue cases in the Americas with the co-circulation of 3 dengue subtypes (DENV-1; DENV-2 and DENV-3). The disease affects mainly the adult population and the surveillance system has detected an increasing trend to hospitalization, disease severity and incidence in children and adolescents. Approximately 500,000 of dengue cases and 158 deaths were reported in 2007 compared to approximately 300...

Limites das convicções científicas : as epidemias no Rio de Janeiro e em Socorro e o desencadeamento da crise nos estudos da febre amarela (1927-1948); Limits of scientific convictions : epidemics in Rio de Janeiro and Socorro, and the appearance of the crisis in studies on yellow fever (1927-1948)

Aleidys Hernandez Tasco
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2013 PT
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136.33%
Em 1927 a luta contra a febre amarela parecia finalizada no continente americano. A Fundação Rockefeller, instituição filantrópica estadunidense que tinha como principal objetivo o combate da febre amarela na primeira metade do século XX, assegurava que a doença estava quase erradicada. No entanto, a ocorrência das epidemias de febre amarela no Rio de Janeiro em 1928 (Brasil) e em Socorro em 1929 (Colômbia), colocou em dúvida as medidas profiláticas recomendadas e aplicadas tanto pelos órgãos nacionais de Saúde Pública como os da Fundação Rockefeller que participou da luta contra essa doença em ambos os países. Ao mesmo tempo em que ocorriam as epidemias, uma controvérsia instalou-se em torno à descoberta de Stokes, Bauer e Hudson na África, em 1927, que demonstrou que a febre amarela era facilmente inoculável no Macacus Rhesus. Tal descoberta acabou por rejeitar a concepção etiológica estabelecida em 1919 por Noguchi. A nova descoberta dos pesquisadores, as epidemias e a rejeição da teoria de Noguchi geraram uma enorme desconfiança na época, dando a sensação de que nada era seguro em assuntos relacionados à febre amarela, despertando uma crise nos estudos da doença. Esta pesquisa assume a responsabilidade de fazer um estudo comparativo a partir da ciência...

Carta enviada por J. J. Revy para o conselheiro João Alfredo Correia de Oliveira

Revy, J. J.
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Correspondencia Formato: 1 p.
PORTUGUêS
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156.06%
Informa que o primeiro diagrama feito de uma grande epidemia de Febre Amarela no Rio de Janeiro está pronto, pede para apresentá-lo.

Reatogenicidade de vacinas contra febre amarela em estudo randomizado, controlado com placebo; Reactogenicity of yellow fever vaccines in a randomized, placebo-controlled trial

Camacho, Luiz Antonio Bastos; Aguiar, Savitri Gomes de; Freire, Marcos da Silva; Leal, Maria da Luz Fernandes; Nascimento, Jussara Pereira do; Iguchi, Takumi; Lozana, José Azevedo; Farias, Roberto Henrique Guedes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2005 ENG
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106.08%
OBJETIVO: Comparar a reatogenicidade de três vacinas contra a febre amarela (FA) das sub-cepas WHO-17D e 17DD (diferentes lotes-semente), e placebo. MÉTODOS: Foram recrutados 1.087 adultos elegíveis para vacinação contra FA no Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Vacinas produzidas por Bio-Manguinhos, Fiocruz (Rio de Janeiro, RJ) foram administradas ("dia zero") seguindo procedimentos adaptados para alocação randômica em blocos e "cega" para o tipo de vacina. Eventos adversos pós-vacinação foram registrados em questionários e diários preenchidos pelos participantes. Enzimas hepáticas foram medidas nos dias 0, 4-20 e 30 do estudo. A viremia foi medida nos dias 4-20. A resposta imune foi verificada em testes sorológicos nos dias 0 e 30. RESULTADOS: Os participantes eram predominantemente homens jovens. A taxa de soroconversão foi superior a 98% no grupo soronegativo antes da vacinação. Comparado ao placebo, a diferença de risco de eventos adversos locais variou de 0,9% a 2,5%, e de 3,5% a 7,4% para eventos adversos sistêmicos nos grupos vacinados. A diferença de risco desses eventos com assistência médica e/ou falta ao trabalho variou de 2,0% a 4,5%. Viremia foi detectada em 3% a 6% dos vacinados até 10 dias após a vacinação. As variações nos níveis de enzimas hepáticas pós-vacinação foram semelhantes nos grupos vacinados e placebo. CONCLUSÕES: Foi demonstrada pela primeira vez a semelhança do perfil de reatogenicidade das vacinas contra FA das cepas 17D e 17DD...

Imunogenicidade das vacinas contra febre amarela WHO-17D e 17DD: ensaio randomizado; Immunogenicity of WHO-17D and Brazilian 17DD yellow fever vaccines: a randomized trial

Camacho, Luiz Antonio Bastos; Freire, Marcos da Silva; Leal, Maria da Luz Fernandes; Aguiar, Savitri Gomes de; Nascimento, Jussara Pereira do; Iguchi, Takumi; Lozana, José de Azevedo; Farias, Roberto Henrique Guedes
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/2004 ENG
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106.17%
OBJETIVO: Comparar a imunogenicidade de três vacinas contra febre amarela ) das subcepas WHO-17D e 17DD brasileira (diferentes lotes-semente). MÉTODOS: Trata-se de ensaio de equivalência envolvendo 1.087 adultos no Rio de Janeiro, RJ. As vacinas foram produzidas em Bio-Manguinhos, Fiocruz (Rio de Janeiro, Brasil) e foram administradas seguindo procedimentos adaptados para randomização em blocos, com tipos de vacinas codificados ("duplo-cego"). Anticorpos neutralizantes contra febre amarela foram dosados antes e depois da vacinação. Definiu-se equivalência como diferença nas taxas de soroconversão não superior a cinco pontos percentuais, e razão de títulos médios geométricos superior (TMG) a 0,67. RESULTADOS: As taxas de soroconversão foram iguais ou maiores do que 98% nos participantes previamente soronegativos. Na coorte completa (incluindo os previamente soropositivos) a soroconversão foi igual ou superior a 90%. As diferenças na soroconversão variaram de -0,05% a -3,02% entre os grupos de comparação. A intensidade da resposta imune também foi semelhante nos grupos: 14,5 UI/mL a 18,6 UI/mL. As razões de TMG variaram de 0,78 a 0,93. Considerando o grupo placebo, as vacinas explicaram 93% da soroconversão. Viremia foi detectada entre os dias três e sete em 2...

Epidemia de febre clássica de dengue causada pelo sorotipo 2 em Araguaiana, Tocantins, Brasil; Dengue epidemic, serotype 2, in Araguaina, Tocantins, Brazil

Vasconcelos, Pedro Fernando da Costa; Travassos da Rosa, Elizabeth Salbé; Travassos da Rosa, Jorge Fernando Soares; Freitas, Ronaldo Barros de; Dégallier, Nicolas; Rodrigues, Sueli Guerreiro; Travassos da Rosa, Amélia Paes de Andrade
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/1993 POR
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65.9%
Registramos a ocorrência de epidemia de dengue causada pelo sorotipo 2 (DEN 2) na cidade de Araguaina, estado do Tocantins (TO) situado no Brasil central. Quatrocentos indíviduos de 74 famílias, residentes nos bairros S. João, Araguaina Sul e Neblina foram entrevistados e sangrados, independentemente de terem adoecido ou não. Os soros tanto de adultos quanto de crianças de ambos os sexos foram usados para pesquisa de anticorpos inibidores da hemaglutinação (IH) e IgM através de ensaio imunoenzimático (MAC ELISA). Nas casas onde haviam doentes no momento do inquérito, sangue total também foi colhido para tentativa de isolamento de vírus. O quadro clínico apresentado pelos pacientes foi caracterizado por febre, cefaléia, mialgias, artralgias e exantema do tipo máculo-papular não pruriginoso. A infecção foi mais frequente em mulheres (33.9%) do que nos homens (23.8%), ocorrendo em todas as faixas etárias, inclusive em crianças com menos de um ano de idade, bem como em maiores de 70 anos. Um total de 1105 mosquitos (56 fêmeas e 45 machos de Culex quinquefasciatus e 567 fêmeas e 437 machos de Aedes aegypti) foram obtidos a partir de larvas coletadas em Araguaina. As fêmeas de Ae. aegypti obtidas das larvas fizeram repasto sangüíneo em 8 pacientes febris. O diagnóstico laboratorial foi feito por isolamento de vírus (cultura de células de Aedes albopictus...

“The Forest is his Pharmacy” – the Research of Brazilian Plants to Combat Tropical Diseases in the Nineteenth Century; “A Mata é sua Farmácia” – A Pesquisa de Plantas Brasileiras para o Combate de Doenças Tropicais no Século XIX

Nadja P. dos Santos; Universidade Federal do Rio de Janeiro; Angelo C. Pinto; Universidade Federal do Rio de Janeiro
Fonte: Revista Virtual de Química Publicador: Revista Virtual de Química
Tipo: ; Formato: binary/octet-stream
Publicado em 19/05/2012 PT
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95.85%
The isolation of the first pure substances from the plant kingdom began in the nineteenth century. During this century the majority of the work involved extraction especially organic acids and bases which later received the designation of alkaloids. Some plant species have been studied in Brazil since the nineteenth century for the treatment of diseases that were later classified as tropical diseases, including malaria and yellow fever.This paper aims to present the studies carried out by Bernardino Antonio Gomes (1768-1823), José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838) and Ezequiel Corrêa dos Santos (1801-1864) with Brazilian plants (cinchona of Rio de Janeiro and pau-pereira) for the treatment of intermittent fevers and malaria. DOI: 10.5935/1984-6835.20120013; O isolamento das primeiras substâncias puras do reino vegetal começa a acontecer no século XIX. Este século caracteriza-se pelos trabalhos de extração, principalmente de ácidos orgânicos e de bases orgânicas, as quais mais tarde receberam a denominação de alcaloides. Algumas espécies vegetais brasileiras foram estudadas desde o século XIX para o tratamento de doenças que mais tarde seriam classificadas como doenças tropicais, entre as quais a malária e a febre amarela.Este trabalho tem como objetivo apresentar os estudos realizados por Bernardino Antônio Gomes (1768-1823)...

Arquitetura para saúde no acervo do arquivo da Casa de Oswaldo Cruz

Sanglard, Gisele; Casa de Oswaldo Cruz/Departamento de Patrimônio Histórico.; Costa, Renato Gama-Rosa; Casa de Oswaldo Cruz/Departamento de Patrimônio Histórico.
Fonte: Fórum Patrimônio: Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável Publicador: Fórum Patrimônio: Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; Artigo Avaliado pelos Pares; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2013 POR
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65.9%
Este artigo visa apresentar as coleções referentes aos trabalhos de arquitetos depositadas no Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz/FIOCRUZ, bem como as possibilidades de pesquisa a partir destes acervos. Estes podem ser resumidos em três conjuntos, constituídos basicamente por plantas e fotografias. O primeiro deles se refere ao acervo do arquiteto português Luiz Moraes Jr. (1868-1955) que realizou os projetos para as edificações que compõem o atual Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz. Este conjunto de plantas abarca os trabalhos realizados por Moraes nas gestões de Oswaldo Cruz (1902-1917) e Carlos Chagas (1917-1934), e é composto por plantas gerais, cortes, fachadas e detalhes construtivos para os edifícios e os laboratórios do instituto. Este arquiteto acabaria por se especializar em arquitetura hospitalar, atuando na gestão do prefeito Pedro Ernesto (1931-1934), como construtor de hospitais gerais e dispensários. O segundo compõe o Fundo Porto d’Ave (1890-1952), cujo acervo se apresenta sob a forma de fotografias, doadas pelos seus descendentes. Este abarca praticamente toda a produção do engenheiro-geógrafo Adelstano Soares de Mattos Porto d´Ave...

A instituição da microbiologia e a história da saúde pública no Brasil

Benchimol,Jaime Larry
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
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86.02%
Este artigo analisa a instituição da microbiologia e suas conseqüências para a saúde pública brasileira durante o último quarto do século XIX e o começo do atual. O autor examina o trabalho realizado pela Escola Tropicalista Baiana, a trajetória de outra geração de médicos que, no Rio de Janeiro e em São Paulo, investigaram a febre amarela e outras doenças à luz da teoria dos germes, procurando descobrir tanto o seu micróbio específico como imunobiológicos e tratamentos eficazes. O artigo examina também a transição da problemática etiológica para a do meio de transmissão da febre amarela e da malária, correlacionando-as com o amadurecimento do pasteurianismo e da Medicina Tropical. A adoção da teoria de Finlay no Brasil e as campanhas sanitárias bem-sucedidas que Oswaldo Cruz empreendeu no Rio de Janeiro, enquanto a cidade era remodelada de acordo com o molde "haussmaniano", inauguram um nova era em que o Instituto Oswaldo Cruz e outras instituições biomédicas logram desenvolver dinâmicos programas de pesquisa em estreita sintonia com a bacteriologia e medicina tropical européia e norte-americana.