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Comportamento ingestivo e consumo de forragem por cordeiras em pastagem de milheto recebendo ou não suplemento; Feeding behavior and forage intake of ewe lambs on pearl millet pasture with or without supplementation

JOCHIMS, Felipe; PIRES, Cleber Cassol; GRIEBLER, Letieri; BOLZAN, Anderson Michel Soares; DIAS, Felipe Dotto; GALVANI, Diego Barcelos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica
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96.31%
Avaliaram-se o comportamento ingestivo e o consumo de matéria seca de cordeiras recebendo diferentes tipos de suplemento em pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke). Foram utilizadas 24 cordeiras com peso inicial de 30,2 ± 2,6 kg, distribuídas em três estratégias alimentares: pastagem de milheto exclusivamente; pastagem de milheto e suplementação com farinha de mandioca; e pastagem de milheto e suplementação com glúten de milho. Os suplementos foram fornecidos na quantidade de 1% do PV. Foram avaliados, em três datas, os tempos diários (min/dia) de pastejo, ruminação e ócio e a taxa de bocados (boc/min) das cordeiras. O consumo de matéria seca (CMS) foi estimado pela relação entre a produção fecal e a indigestibilidade da matéria seca e a digestibilidade da MS, pelo método in vitro. A estimativa da excreção fecal foi realizada utilizando-se óxido de cromo como marcador externo. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com três estratégias alimentares, duas repetições de área e quatro animais-teste por repetição. O fornecimento de suplementos diminuiu o tempo de pastejo diário, a taxa de bocados e a massa de bocado. A ingestão de pasto foi menor entre as cordeiras que receberam glúten de milho que entre aquelas mantidas exclusivamente a pasto...

Caracterização do resíduo da fabricação de farinha de mandioca e seu aproveitamento no desenvolvimento de alimento em barra

Costa, Leila Aparecida da
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 69 f.| grafs., tabs.
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106.3%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos.; O Brasil é o segundo produtor mundial de mandioca com uma produção de 22,5 milhões de toneladas no ano de 2003. Somente o estado de Santa Catarina contribuiu com uma produção anual de 600 mil toneladas. O seu consumo, na forma de farinha, é bastante representativo, considerando que, 60% das raízes colhidas são empregadas para esse fim. Esta dissertação de mestrado teve como tema principal, estudar o resíduo final do processamento da farinha de mandioca, denominado bagacinho, popularmente conhecido no sul do Brasil como carolo. Assim, na primeira parte, foram avaliadas suas características físicas, químicas, microscópicas e microbiológicas, a fim de investigar o seu potencial de utilização na indústria alimentícia. O bagacinho apresentou, em base seca, 78,7 g/100g de carboidratos, 6,51 g/100g de fibra alimentar insolúvel, 2,41 g/100g de fibra alimentar solúvel, 1,75 g/100g de proteínas, 0,3 g/100g de lipídios, 1,14 g/100g de cinzas, 9,27 % de umidade e 2,1 % de acidez. Microscopicamente é caracterizado por fibras e amido não gelatinizado. Na segunda parte deste trabalho...

Caracterização física, físico química e potencial tecnológico de novas cultivares de mandioca

Maieves, Helayne Aparecida
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 113 p.| il., grafs., tabs.
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106.21%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos, Florianópolis, 2010; O presente trabalho teve por objetivo geral a caracterização física e físico química de dez cultivares de mandioca selecionadas pela EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural), visando a indicação de uso em diferentes setores industriais de produção de derivados da mandioca. Foi observado que cultivares susceptíveis à fitopatologias deverão ser desconsideradas para fins comerciais. Raízes com menores tempos de cozimento podem ser indicadas para processos industriais envolvendo tratamento térmico, tal como a produção de álcool de mandioca. A Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), colabora na definição das causas das diferenças do tempo de cozimento e dureza das raízes em estudo. Cultivares contendo maior envolvimento com tecido parenquimatoso, pectina e material celulósico, tendem a ser menos macias, tanto cruas quanto cozidas. Observa-se elevada correlação entre o teor de matéria seca e o teor de amido. As cultivares mais ricas em amido apresentaram a menor geração de resíduos e consumo de água. As raízes se apresentaram ricas em minerais e em fibras comparativamente a outros estudos...

Qualidade da farinha de mandioca do grupo seca

Chisté,Renan Campos; Cohen,Kelly de Oliveira; Mathias,Erla de Assunção; Ramoa Júnior,Afonso Guilherme Araújo
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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86.45%
Na Região Norte, a farinha de mandioca é produzida em pequenos estabelecimentos denominados de "Casas de Farinha", que apresentam problemas de adequação às exigências da legislação devido ao seu processamento e às precárias condições higiênico-sanitárias. Este trabalho teve como objetivo avaliar o padrão de qualidade da farinha de mandioca do grupo seca, subgrupo fina, tipo 1. Foram coletadas dez amostras de farinha de mandioca nos principais supermercados e feiras da cidade de Belém, PA, tendo sido realizadas análises físico-químicas, microbiológicas e pesquisa de sujidades. De acordo com a Portaria Nº 554 de 30.08.1995 da Secretaria da Agricultura, do Abastecimento e Reforma Agrária, das dez amostras de farinha de mandioca analisadas, em todas foram encontrados valores acima do padrão permitido para a acidez total, cujo valor máximo é de 3 meq. NaOH/100 g, e cinco amostras apresentaram-se abaixo da tolerância mínima exigida para o amido, que é de 75%. De acordo com a Resolução RDC nº 12 de 02.01.2001 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, todas as amostras de farinha de mandioca apresentaram-se dentro dos padrões aceitáveis de contaminantes microbiológicos. De acordo com a Resolução RDC nº 175 de 08.07.2003...

Avaliação sensorial e da atividade de água em farinhas de mandioca temperadas

Ferreira Neto,Cândido José; Figueirêdo,Rossana Maria Feitosa de; Queiroz,Alexandre José de Melo
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2005 PT
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96.05%
Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar sensorialmente quatro amostras de farinhas de mandioca temperadas e verificar o comportamento da atividade de água ao longo de um período de cento e oitenta dias de armazenamento. As farinhas consistiram de cinco amostras, sendo uma de farinha de mandioca seca embalada em sacos plásticos de polietileno de baixa densidade, capacidade 1.000 g e quatro de farinhas de mandioca temperadas, obtidas a partir da primeira, embaladas em sacos plásticos de polipropileno pigmentado, capacidade 500 g, tendo sido utilizada como embalagem secundária sacos de polietileno de baixa densidade, capacidade 10.000 g. A análise quanto a atividade de água foi realizada logo após o processamento e durante todo o período de armazenamento, com intervalos de trinta dias. Com relação à análise sensorial as amostras obtiveram aceitação acima de 5,5 pontos, superando o valor intermediário da escala hedônica. A atividade de água aumentou com a temperatura e com o tempo de armazenamento, porém, com valores inferiores a 0,6.

Valor nutricional de farinha de trigo combinada com concentrado protéico de folha de mandioca

Heinemann,Ricardo Bryan; Costa,Neuza Maria Brunoro; Cruz,Renato; Pirozi,Mônica Ribeiro
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1998 PT
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76.35%
Alimentos não convencionais, como a folha de mandioca, contendo cerca de 20% de proteína em base seca, vêm sendo empregados freqüentemente na alimentação humana como alternativa alimentar. O uso da proteína da folha de mandioca na forma de concentrado possibilita eliminar parte do material residual da folha, facilitando sua incorporação a diversos alimentos habituais como cereais, aumentando seu valor protéico. Esta pesquisa visou avaliar a qualidade protéica de misturas feitas à base de farinha de trigo e concentrado protéico de folha de mandioca (CPFM), nos níveis de 5 e 10 % em relação ao peso da farinha. O CPFM foi obtido através da trituração das folhas frescas com hidróxido de sódio 0,1 N, seguido de filtragem, precipitação da proteína do "suco" através de fermentação natural, homogeneização do precipitado e desidratação em spray dryer. Determinou-se a composição centesimal do CPFM (proteína 36,36%, fibras 3,79%, lipídios 12,26%, cinzas 8,59% e carboidratos 39,0%). O CPFM apresentou um bom perfil de aminoácidos, exceto metionina que se apresentou como limitante. Apesar da farinha de trigo ter aumentado seu escore químico com a adição de CPFM, a deficiência de lisina ainda prevaleceu. Ensaio biológico foi conduzido para determinar a qualidade protéica das misturas de farinha de trigo com CPFM. Não houve diferença significativa no ganho de peso dos ratos alimentados com dietas de farinha de trigo com ou sem adição de CPFM...

Digestibilidade aparente de dietas contendo milho ou casca de mandioca como fonte energética e farelo de algodão ou levedura como fonte protéica em novilhas

Martins,Adriana de Souza; Prado,Ivanor Nunes do; Zeoula,Lúcia Maria; Branco,Antônio Ferriani; Nascimento,Willian Gonçalves do
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2000 PT
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86.16%
RESUMO - Vinte e oito novilhas, com 303 kg PV médio, foram usadas para determinar a digestibilidade aparente da matéria seca (MS), proteína bruta (PB), matéria orgânica (MO), energia bruta (EB), fibra em detergente ácido (FDA), fibra em detergente neutro (FDN) e amido, em dietas contendo grão de milho ou casca de mandioca e levedura ou farelo de algodão mais farinha de carne e ossos, durante sete dias. O efeito da adição de sal ou sal mineral às dietas também foi avaliado. A cinza insolúvel em ácido foi usada como indicador interno. As digestibilidades da MS, MO e EB foram maiores para as dietas contendo levedura em relação àquelas com farelo de algodão + farinha de carne e ossos. O mesmo ocorreu com a digestibilidade da PB, FDA e FDN, porém somente para as dietas contendo milho como fonte energética. Não houve influência das fontes protéicas sobre a digestibilidade do amido. A casca de mandioca apresentou maior digestibilidade dos nutrientes em comparação ao milho. O sal mineral promoveu maior digestibilidade da MS, PB, MO, FDN e amido em comparação às dietas à base de milho e sal.

Efeito das fontes de amido e nitrogênio de diferentes degradabilidades ruminais.1. Digestibilidades parcial e total

Fregadolli,Fábio Luiz; Zeoula,Lúcia Maria; Prado,Ivanor Nunes do; Branco,Antônio Ferriani; Caldas Neto,Saul Ferreira; Kassies,Marcos Paulo; Dalponte,Augusto Ortega
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2001 PT
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66.33%
Avaliaram-se as digestibilidades parcial e total de rações combinando fontes de amido (AM) de alta (casca de mandioca desidratada) e baixa (milho) degradabilidade ruminal, com fontes de nitrogênio (N) de alta (levedura) e baixa (farelo de algodão + farinha de carne e ossos) degradabilidade ruminal, em arranjo fatorial 2x2. Foram utilizados quatro novilhos da raça Holandesa (334 kg), portadores de cânula ruminal e duodenal, distribuídos em delineamento quadrado latino 4x4. O óxido crômico foi utilizado como indicador de fluxo de matéria seca. Houve interação das fontes de AM e N sobre o coeficiente de digestibilidade aparente (CDA) da proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN). As rações com milho e levedura e as com casca de mandioca e farelo de algodão + farinha de carne e ossos apresentaram maior CDA para PB do que as rações com milho e farelo de algodão + farinha de carne e osso e com as casca de mandioca e levedura. A ração com amido e N de alta degradabilidade ruminal (casca de mandioca e levedura) propiciou menor valor sobre o CDA da FDN do que as demais rações, que não diferiram entre si. A digestão ruminal da FDN foi maior quando a fonte de AM foi o milho, comparada àquela contendo casca de mandioca. A maior digestão do AM foi para as rações com casca de mandioca...

Substituição do Milho pela Farinha de Mandioca de Varredura em Dietas de Cabras em Lactação: Produção e Composição do Leite e Digestibilidade dos Nutrientes

Mouro,Gisele Fernanda; Branco,Antonio Ferriani; Macedo,Francisco Assis Fonseca de; Rigolon,Luiz Paulo; Maia,Fábio José; Guimarães,Kátia Cylene; Damasceno,Júlio Cesar; Santos,Geraldo Tadeu dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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96.33%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da substituição do milho pela farinha de mandioca de varredura, em dietas de cabras Saanen em lactação, sobre o desempenho, a composição do leite (sólidos totais e proteína bruta), a digestibilidade da matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), fibra insolúvel em detergente neutro (FDN), e amido e a concentração dos nutrientes digestíveis totais (NDT) das dietas. Foram utilizadas quatro cabras há 100 dias em lactação. O delineamento utilizado foi o quadrado latino 4 x 4, em que os tratamentos consistiram em níveis de 0, 33, 67 e 100% de substituição do milho pela farinha de varredura. Os tratamentos não influenciaram a ingestão, excreção fecal, digestão total e a digestibilidade total da MS, MO, PB, FDN e carboidratos não-fibrosos (CNF). Houve diminuição linear na excreção fecal e aumento na digestibilidade do amido, com a inclusão da farinha de mandioca de varredura. O NDT não diferiu entre as dietas estudadas, com média de 71,59%. Houve correlação positiva entre a digestibilidade da matéria orgânica (DIGMO) e o NDT (r = 0,9472), permitindo estimativas do NDT a partir da equação NDT (%) = 0,8897DIGMO (%) + 10...

Substituição do milho pela farinha de varredura de mandioca (Manihot esculenta Crantz) em rações de ovinos: consumo, digestibilidade, balanços de nitrogênio e energia e parâmetros ruminais

Zeoula,Lúcia Maria; Caldas Neto,Saul Ferreira; Geron,Luiz Juliano Valério; Maeda,Emilyn Midore; Prado,Ivanor Nunes do; Dian,Paulo Henrique Moura; Jorge,João Ricardo Vieira; Marques,Jair de Araújo
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2003 PT
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86.18%
Avaliaram-se os efeitos dos níveis de substituição do milho (MI) pela farinha de varredura de mandioca (FV) (25, 50, 75 e 100%) em rações para ovinos, sobre consumo voluntário, digestibilidade total dos nutrientes, balanços de nitrogênio (BN) e de energia (BE), pH e concentração de nitrogênio amoniacal (N-NH3) do líquido ruminal. Foram utilizados quatro carneiros machos, castrados, sem raça definida, com peso médio de 41,4 kg de peso vivo em um ensaio de digestibilidade utilizando o método de coleta total de fezes e urina. Os animais foram mantidos em gaiolas metabólicas, distribuídos em delineamento experimental quadrado latino 4x4. O líquido ruminal foi obtido por meio de sonda esofágica, nos tempos de zero, 2, 4, 6 e 8 horas após à alimentação da manhã. Não houve efeito dos níveis de substituição para os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), energia e nitrogênio (N), para os coeficientes de digestibilidade da MS, MO, PB, FDN, amido e energia bruta (EB), e para o BN e os teores de NDT. O consumo de amido e EB apresentaram efeito quadrático crescente até o nível de 75% de FV na ração. A concentração de N amoniacal e o pH do líquido ruminal não diferiram em função do nível de substituição do MI pela FV. Concluindo-se que a FV pode substituir totalmente o MI nas rações de ovinos.

Comportamento ingestivo e consumo de forragem por cordeiras em pastagem de milheto recebendo ou não suplemento

Jochims,Felipe; Pires,Cleber Cassol; Griebler,Letieri; Bolzan,Anderson Michel Soares; Dias,Felipe Dotto; Galvani,Diego Barcelos
Fonte: Sociedade Brasileira de Zootecnia Publicador: Sociedade Brasileira de Zootecnia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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86.31%
Avaliaram-se o comportamento ingestivo e o consumo de matéria seca de cordeiras recebendo diferentes tipos de suplemento em pastagem de milheto (Pennisetum americanum (L.) Leeke). Foram utilizadas 24 cordeiras com peso inicial de 30,2 ± 2,6 kg, distribuídas em três estratégias alimentares: pastagem de milheto exclusivamente; pastagem de milheto e suplementação com farinha de mandioca; e pastagem de milheto e suplementação com glúten de milho. Os suplementos foram fornecidos na quantidade de 1% do PV. Foram avaliados, em três datas, os tempos diários (min/dia) de pastejo, ruminação e ócio e a taxa de bocados (boc/min) das cordeiras. O consumo de matéria seca (CMS) foi estimado pela relação entre a produção fecal e a indigestibilidade da matéria seca e a digestibilidade da MS, pelo método in vitro. A estimativa da excreção fecal foi realizada utilizando-se óxido de cromo como marcador externo. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com três estratégias alimentares, duas repetições de área e quatro animais-teste por repetição. O fornecimento de suplementos diminuiu o tempo de pastejo diário, a taxa de bocados e a massa de bocado. A ingestão de pasto foi menor entre as cordeiras que receberam glúten de milho que entre aquelas mantidas exclusivamente a pasto...

Raspa de mandioca como alternativa para melhorar a qualidade de vida dos pequenos produtores de mandioca da região semi-árida do Nordeste: o caso da comunidade de Amalhador.

ARAUJO, J. L. P.; CAVALCANTI, J.; CORREIA, R. C.; RAMALHO, P.J.P.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 40., 2002, Passo Fundo. Equidade e eficiência na agricultura brasileira: anais. Passo Fundo: SOBER/UPF, 2002. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 40., 2002, Passo Fundo. Equidade e eficiência na agricultura brasileira: anais. Passo Fundo: SOBER/UPF, 2002.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
PT_BR
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76.14%
A mandioca é a exploração agrícola que mais se adapta ao semi-árido brasileiro, visto que, trata-se de uma cultura tolerante a seca e a solos de baixa fertilidade, que é o quadro geo-ambiental mais tfpico dessa zona. Entretanto, na última década tem ocorrido no Nordeste, que maioritariamente está assentado na região semi-árida, uma significativa redução de área plantada com essa cultura. Tal fenômeno está relacionado principalmente com o aviltamento dos preços e a redução de mercado da farinha de mesa, visto que, no Nordeste a produção de mandioca é praticamente toda direcionada para a fabricação deste produto. Esta situação atinge drasticamente a qualidade de vida de muitas comunidades rurais do Nordeste que vivem principalmente da exploração da mandioca, por ser praticamente a única cultura com capacidade de produzir satisfatoriamente em zonas onde as precipitações pluviométricas são reduzidas e distribufdas de forma irregulares. O objetivo geral desse estudo foi contribuir para melhorar a qualidade de vida dos produtores de mandioca da região semi- árida por meio da adoção de opções tecnológicas melhoradas e formas organizacionais apropriadas para o processamento e comercialização da mandioca. Especificamente se pretendeu estabelecer um projeto-piloto de processamento e comercialização de raspa de mandioca administrado de forma coletiva visando encontrar uma forma alternativa de mercado para a utilização da mandioca...

Qualidade da farinha de mandioca do grupo seca.

CHISTE, R. C.; COHEN, K. de O.; MATHIAS, E. de A.; RAMOA JUNIOR, A. G. A.
Fonte: Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 26, n. 4, p. 861-864, out./dez. 2006. Publicador: Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 26, n. 4, p. 861-864, out./dez. 2006.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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96.45%
Na Região Norte, a farinha de mandioca é produzida em pequenos estabelecimentos denominados de ?Casas de Farinha?, que apresentam problemas de adequação às exigências da legislação devido ao seu processamento e às precárias condições higiênico-sanitárias. Este trabalho teve como objetivo avaliar o padrão de qualidade da farinha de mandioca do grupo seca, subgrupo fina, tipo 1. Foram coletadas dez amostras de farinha de mandioca nos principais supermercados e feiras da cidade de Belém, PA, tendo sido realizadas análises físico-químicas, microbiológicas e pesquisa de sujidades. De acordo com a Portaria Nº 554 de 30.08.1995 da Secretaria da Agricultura, do Abastecimento e Reforma Agrária, das dez amostras de farinha de mandioca analisadas, em todas foram encontrados valores acima do padrão permitido para a acidez total, cujo valor máximo é de 3 meq. NaOH/100 g, e cinco amostras apresentaram-se abaixo da tolerância mínima exigida para o amido, que é de 75%. De acordo com a Resolução RDC nº 12 de 02.01.2001 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, todas as amostras de farinha de mandioca apresentaram-se dentro dos padrões aceitáveis de contaminantes microbiológicos. De acordo com a Resolução RDC nº 175 de 08.07.2003...

Carotenoides em produtos de mandioca.

OLIVEIRA, L. A. de
Fonte: In: REUNIÃO DE BIOFORTIFICAÇÃO NO BRASIL, 4., 2011. Teresina. Palestras e resumos... Rio de Janeiro: Embrapa Agroindústria de Alimentos; Teresina: Embrapa Meio-Norte, 2011. 1 CD-ROM. Coordenadores: Marília Regini Nutti, Maurisrael de Moura Rocha. Publicador: In: REUNIÃO DE BIOFORTIFICAÇÃO NO BRASIL, 4., 2011. Teresina. Palestras e resumos... Rio de Janeiro: Embrapa Agroindústria de Alimentos; Teresina: Embrapa Meio-Norte, 2011. 1 CD-ROM. Coordenadores: Marília Regini Nutti, Maurisrael de Moura Rocha.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 p.
PT_BR
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A estrutura altamente insaturada dos carotenoides, responsável pelas suas propriedades, torna-os susceptíveis à degradação durante o processamento. Em alimentos processados o teor dos carotenoides depende do tipo e das condições do processamento e da estocagem. A retenção de carotenoides totais ou do ?-caroteno em raízes de mandioca tem sido relatada para diferentes produtos. Em um dos estudos, a farinha de raspa seca ao forno e seca a sombra e a mandioca cozida apresentaram os maiores níveis de retenção (71,9; 59,2 e 55,7%, respectivamente) e o gari o menor (em torno de 34,1%). Elevada retenção também foi observada quando as raízes secas foram mantidas como lascas em vez de ser triturada como farinha. Avaliando a retenção dos produtos com o armazenamento, as perdas foram maiores durante as duas primeiras semanas e menores durante as duas semanas subsequentes. Em outro estudo a retenção do carotenoide total foi avaliada para quatro diferentes variedades, sendo observada maior retenção em mandioca cozida a 100 oC por 30 minutos (72 a 96%), para a mandioca chips e a farinha de mandioca a retenção foi menor (26 a 43% e 50 a 59%, respectivamente), provavelmente devido a alta temperatura utilizada.; 2011

Avaliação de clones de mandioca no Município de Vilhena-RO.

CARVALHO, J. O. M. de; SANTOS, V. da S.; RANGEL, M. A. S.; GODINHO, V. de P. C.; RIBEIRO, I. A.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD ROM.
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86.09%
A mandioca (Manihot esculenta Crantz) é cultivada em todas as regiões tropicais e é considerada uma das culturas mais eficientes na produção de carboidratos entre as plantas superiores (Howeler, 1981). Estima-se que cerca de 400 milhões de pessoas dependem diretamente desta planta como alimento básico (CIAT,1988). A razão de sua ampla difusão se deve a grande capacidade de adaptação a diferentes condições de clima e solo (Conceição, 1986). Sua importância se dá principalmente pelo fato de ser um dos alimentos mais baratos utilizados pelo homem na forma fresca e/ou na forma seca como farinha.; 2011; Melhoramento genético. Resumo n. 192.

Avaliação de clones de mandioca no Município de Vilhena-RO.

CARVALHO, J. O. M. de; SANTOS, V. da S.; RANGEL, M. A. S.; GODINHO, V. de P. C.; RIBEIRO, I. A.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD ROM.
PT_BR
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A mandioca (Manihot esculenta Crantz) é cultivada em todas as regiões tropicais e é considerada uma das culturas mais eficientes na produção de carboidratos entre as plantas superiores (Howeler, 1981). Estima-se que cerca de 400 milhões de pessoas dependem diretamente desta planta como alimento básico (CIAT,1988). A razão de sua ampla difusão se deve a grande capacidade de adaptação a diferentes condições de clima e solo (Conceição, 1986). Sua importância se dá principalmente pelo fato de ser um dos alimentos mais baratos utilizados pelo homem na forma fresca e/ou na forma seca como farinha. A mandioca é o principal produto agrícola de Rondônia, em importância econômica e social (IBGE, 2011). A cultura da mandioca representa papel fundamental para geração de renda e na segurança alimentar de diversos produtores rurais, familiares, no estado. Ademais, a cultura apresenta um grande potencial de expansão de produção, visto que grande parte da farinha e fécula consumidas atualmente em Rondônia é originária de outros estados como Acre e Paraná. Em Rondônia, a produção de raízes de mandioca, na safra 2010/2011, é estimada em 517.275 toneladas, plantada em uma área de 30.232 ha, proporcionando um rendimento médio esperado de 17.110 kg/ha...

Classificação física de farinhas oriundas do Estado do Acre/Brasil.

SOUZA, J. M. L. de; LEITE, F. M. N.; MACIEL, V. T.; SILVA, R. F. da; FELISBERTO, F. A. V.; SOUZA, E. L. de
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 13.; WORKSHOP SOBRE TECNOLOGIAS EM AGROINDÚSTRIAS DE TUBEROSAS TROPICAIS, 7., 2009, Botucatu. Inovações e desafios. Botucatu: CERAT: Unesp, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 13.; WORKSHOP SOBRE TECNOLOGIAS EM AGROINDÚSTRIAS DE TUBEROSAS TROPICAIS, 7., 2009, Botucatu. Inovações e desafios. Botucatu: CERAT: Unesp, 2009.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD ROM.
PT_BR
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O objetivo deste trabalho foi caracterizar farinhas de mandioca produzidas na regional do Juruá/Acre, esperando com isso fornecer informações sobre composição nutricional e características do produto. Foram analisadas 18 amostras de farinhas comerciais de mandioca com diferentes procedências, quanto à granulometria e colorimetria. As farinhas de mandioca analisadas pertencem ao grupo seca, subgrupos, bijusada e grossa, classe, amarela e tipo 1 e por apresentaram valores de reflectância do croma b* tendendo ao amarelo, com elevado valor médio de luminosidade L* na ordem de 80 reflectância, pertencem à classe de farinha de cor amarela.; 2009

Avaliação sensorial e da atividade de água em farinhas de mandioca temperadas

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
PT
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Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar sensorialmente quatro amostras de farinhas de mandioca temperadas e verificar o comportamento da atividade de água ao longo de um período de cento e oitenta dias de armazenamento. As farinhas consistiram de cinco amostras, sendo uma de farinha de mandioca seca embalada em sacos plásticos de polietileno de baixa densidade, capacidade 1.000 g e quatro de farinhas de mandioca temperadas, obtidas a partir da primeira, embaladas em sacos plásticos de polipropileno pigmentado, capacidade 500 g, tendo sido utilizada como embalagem secundária sacos de polietileno de baixa densidade, capacidade 10.000 g. A análise quanto a atividade de água foi realizada logo após o processamento e durante todo o período de armazenamento, com intervalos de trinta dias. Com relação à análise sensorial as amostras obtiveram aceitação acima de 5,5 pontos, superando o valor intermediário da escala hedônica. A atividade de água aumentou com a temperatura e com o tempo de armazenamento, porém, com valores inferiores a 0,6.

Quantificação de cianeto total nas etapas de processamento das farinhas de mandioca dos grupos seca e d'água

Chisté,Renan Campos; Cohen,Kelly de Oliveira; Mathias,Erla de Assunção; Oliveira,Suzy Sarzi
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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O objetivo deste trabalho foi quantificar a concentração de cianeto total durante as etapas de produção da farinha de mandioca dos grupos seca e d'água. Em relação à farinha seca, a concentração de cianeto total na raiz de mandioca diminuiu de 160±11,8 mg HCN/kg para 149±12,3 mg HCN/kg após a trituração, 68±2,5 mg HCN/kg após a prensagem e chegando a 5±0,2 mg HCN/kg no produto final, após o processo de torração. Na produção da farinha d'água, a raiz de mandioca apresentava teor de cianeto total de 321±21,6 mg HCN/kg e durante o processo de fermentação da raiz, o teor de cianeto total nas primeiras 24 horas de fermentação era de 297±2,7 mg HCN/kg chegando a 64±2,3 mg HCN/kg após 96 horas em repouso no tanque. Após trituração e prensagem da massa fermentada, os valores diminuíram para 50±0,6 e 36±0,4 mg HCN/kg, respectivamente, obtendo-se no produto final a concentração de 9±0,1 mg HCN/kg, sendo evidenciado a eficiência do processo de destoxificação em ambos os processamentos.

Quantifica??o de cianeto total nas etapas de processamento das farinhas de mandioca dos grupos seca e d'?gua

CHIST?, Renan Campos; COHEN, Kelly de Oliveira; MATHIAS, Erla de Assun??o; OLIVEIRA, Suzy Sarzi
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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O objetivo deste trabalho foi quantificar a concentra??o de cianeto total durante as etapas de produ??o da farinha de mandioca dos grupos seca e d'?gua. Em rela??o ? farinha seca, a concentra??o de cianeto total na raiz de mandioca diminuiu de 160?11,8 mg HCN/kg para 149?12,3 mg HCN/kg ap?s a tritura??o, 68?2,5 mg HCN/kg ap?s a prensagem e chegando a 5?0,2 mg HCN/kg no produto final, ap?s o processo de torra??o. Na produ??o da farinha d'?gua, a raiz de mandioca apresentava teor de cianeto total de 321?21,6 mg HCN/kg e durante o processo de fermenta??o da raiz, o teor de cianeto total nas primeiras 24 horas de fermenta??o era de 297?2,7 mg HCN/kg chegando a 64?2,3 mg HCN/kg ap?s 96 horas em repouso no tanque. Ap?s tritura??o e prensagem da massa fermentada, os valores diminu?ram para 50?0,6 e 36?0,4 mg HCN/kg, respectivamente, obtendo-se no produto final a concentra??o de 9?0,1 mg HCN/kg, sendo evidenciado a efici?ncia do processo de destoxifica??o em ambos os processamentos.; ABSTRACT: The aim of this work was to quantify the total cyanide concentration during the production stages of cassava flour from dry and water groups. In relation to dry flour, the total cyanide concentration in the cassava root reduced from 160?11.8 mg HCN/kg to 149?12.3 mg HCN/kg after grinding...