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Respostas cardiorrespiratórias, neuromuscularese e cinéticas de exercícios de hidroginástica; Cardiorespiratory, neuromuscular and kinetic responses of water aerobic exercises

Alberton, Cristine Lima
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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O objetivo do presente estudo foi analisar as respostas cardiorrespiratórias, neuromusculares e cinéticas de mulheres realizando exercícios de hidroginástica em diferentes intensidades de esforço. No estudo I, 20 mulheres jovens (24,0 ± 2,5 anos; 163,3 ± 6,7 cm; 60,0 ± 6,7 kg) realizaram quatro sessões de testes progressivos, três correspondentes aos testes aquáticos (corrida estacionária (CE), chute frontal (CF), deslize frontal (DF)) e uma correspondente ao teste em esteira terrestre (EST), com o intuito de determinar e comparar as respostas de frequência cardíaca (FC), consumo de oxigênio ( 2 VO ) e ventilação (Ve ) no primeiro limiar ventilatório (LV1), no segundo limiar ventilatório (LV2) e no máximo esforço (MAX). No estudo II, 15 participantes da amostra realizaram duas sessões, uma no meio aquático (MA) e outra no meio terrestre (MT). O protocolo de testes consistiu na execução dos três exercícios de hidroginástica nas três intensidades pré-determinadas (LV1, LV2 e MAX) com o intuito de determinar o valor de pico da força de reação do solo vertical (Fzpico) e o impulso (IMP). No estudo III, 12 participantes da amostra realizaram uma sessão correspondente ao protocolo experimental, que consistia na execução dos três exercícios de hidroginástica nas três intensidades de esforço previamente avaliadas...

Análise da força de reação vertical do solo de exercícios de hidroginástica realizados em diferentes intensidades em meio aquático e terrestre

Finatto, Paula
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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76.59%
O presente estudo avaliou o pico de força vertical de reação do solo (Fzpico) e impulso dos exercícios de hidroginástica corrida estacionária (CO), chute frontal (CH), deslize frontal (DF), deslize lateral (DL), saltito adutores (SAd) e saltito abdutores (SAb) realizados nas intensidades, cadência correspondente ao primeiro limiar ventilatório (LV1) e segundo limiar ventilatório (LV2), nos meios terrestre (MT) e aquático (MA). As cadências foram obtidas a partir de testes máximos realizados para cada um dos exercícios. Doze mulheres ambientadas à hidroginástica realizaram os seis exercícios nas diferentes intensidades em duas sessões no MA e duas no MT. Realizou-se 10 repetições dos exercícios em cada intensidade e para a análise dos dados foram consideradas as médias dos valores das 5 repetições centrais de cada teste. Utilizou-se ANOVA three-way para medidas repetidas para avaliar a Fzpico e ANOVA two-way para medidas repetidas para analisar o Impulso, com post-hoc de Bonferroni (α=0,05). Como resultado foi observado que a Fzpico e o Impulso foram significativamente menores no MA comparado ao MT para todos os exercícios e intensidades. Entre as intensidades, observou-se em MA que independente do exercício analisado LV1 foi menor que LV2. Ainda...

Respostas cardiorespiratórias e de força de reação do solo de diferentes exercícios de hidroginástica realizados por mulheres pós-menopausa

Zaffari, Paula
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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76.58%
O objetivo do presente estudo foi analisar o pico e o impulso da força de reação do solo vertical (FRS), bem como o consumo de oxigênio (VO2) e o percentual do consumo de oxigênio referente ao segundo limiar ventilatório (%VO2 LV2), durante a realização dos exercícios de hidroginástica chute frontal (CH), corrida (CO), corrida posterior (CP), deslize frontal (DF), elevação posterior (EP), e saltito anterior (SA), em diferentes cadências. A amostra foi composta por 12 mulheres pós-menopáusicas, que participaram de seis sessões de testes máximos, com intervalo de 48h entre elas, referentes a cada um dos exercícios, para a determinação do ponto em que ocorreu o segundo limiar ventilatório (LV2), em cada exercício. Após, cada sujeito participou de duas sessões de testes submáximos, nas quais eram coletados os dados de FRS e VO2 de três exercícios, sendo na primeira delas o CH, a CO e o SA, e, na segunda, a CP, o DF e a EP. Cada um dos exercícios foi randomicamente executado nas cadências de 80, 100 e 120 bpm, com 5 min de intervalo entre elas e 15 min de intervalo entre os exercícios. Os testes foram realizados em uma Plataforma de Força Subaquática da marca AMTI e utilizando-se um analisador de gases portátil VO2000 da marca Inbramed...

Respostas cardiorrespiratórias de seis exercícios de hidroginástica realizados por mulheres pós-menopáusicas

Almada, Bruna Pereira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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76.57%
A hidroginástica é uma modalidade com movimentos específicos que aproveitam a resistência da água como sobrecarga e tem aumentado sua popularidade, sendo uma alternativa viável para indivíduos com dificuldades de realizar exercícios no meio terrestre. De acordo com as características específicas dessa atividade, é importante adequá-la aos objetivos dos praticantes, estudando as suas diferentes respostas cardiorrespiratórias. Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar as respostas cardiorrespiratórias máximas e submáximas de seis exercícios de hidroginástica. A amostra desse estudo foi composta por 11 mulheres pós-menopáusicas, com média de idade de 57,27 anos (± 2,57 anos), ambientadas ao meio líquido e isentas de problemas físicos. Todas realizaram um teste máximo dos exercícios de chute frontal (CHU), corrida estacionária (CO), corrida posterior (CP), deslize frontal (DF), elevação posterior (EP) e saltito grupado (SAP) para avaliação da frequência cardíaca e do consumo de oxigênio máximos (FCmax e VO2max), correspondentes ao primeiro (FCLV1 e VO2LV1) e ao segundo limiares ventilatórios (FCLV2 e VO2LV2) e determinação do percentual do consumo de oxigênio e frequência cardíaca no primeiro (%FCLV1 e %VO2LV1) e no segundo limiares ventilatórios (%FCLV2 e %VO2LV2). Para análise estatística foi utilizado ANOVA para medidas repetidas com teste complementar de Bonferroni (α=0...

Força de reação do solo de diferentes exercícios de hidroginástica realizados por mulheres jovens

Bagatini, Natália Carvalho
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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76.6%
O presente estudo avaliou o pico da força de reação do solo vertical (FRSv) e impulso (IMP) dos exercícios de hidroginástica corrida (CO), chute (CH), deslize frontal (DF), saltito anterior (SA), corrida posterior (CP), elevação posterior (EP), elevação lateral (EL), deslize lateral (DL) e saltito lateral (SAL) realizados nas cadências de 80, 100 e 120 bpm. A amostra foi composta por 12 mulheres jovens, que participaram de três sessões de testes, com um intervalo de 48 horas entre as sessões. Cada sessão de teste era composta por três exercícios, a primeira consistiu nos exercícios de CO, CH e SA, a segunda CP, DF e EP e a terceira EL, DL e SAL. Em cada sessão, a ordem dos exercícios e das cadências era randomizada, sendo que o intervalo entre as cadências era de 5 minutos e entre os exercícios foram 15 minutos de intervalo. Os testes foram realizados em uma plataforma de força subaquática da marca AMTI e cada exercício em cada cadência era realizado durante 4 minutos, sendo que somente o último minuto era gravado. Foram utilizados os softwares Bioanalysis e Sad32 para o tratamento dos dados da FRSv e IMP. Para a análise dos dados, foram determinados os valores de pico da FRSv de 10 repetições de cada exercício em cada intensidade...

Associação entre pratica de hidroginastica durante a gestação, capacidade cardiovascular e experiencia de parto

Erica Passos Baciuk
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/08/2005 PT
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As modificações fisiológicas que ocorrem durante a gravidez podem interferir na capacidade física da mulher, que parece diminuir com o avanço da gestação, pois, além dos ajustes necessários à gravidez, existem também aqueles associados ao ganho de peso corporal. A literatura demonstra que a inter-relação entre exercícios físico e gravidez é complexa. Os resultados das pesquisas são controversos, e existem poucos ensaios clínicos controlados aleatorizados que avaliem os efeitos da atividade física na gestação e parto. Objetivo: avaliar a associação da prática de hidroginástica, a capacidade cardiovascular materna na gestação, a experiência do parto e as repercussões no recém-nascido. Método: após revisão bibliográfica e análise crítica-descritiva sobre adequação de protocolos de avaliação da capacidade cardiovascular de gestantes, desenvolveu-se um ensaio clínico aleatorizado e controlado, onde 34 gestantes foram alocadas para o grupo de hidroginástica e 37 para o grupo de controle. Ao longo do estudo foram submetidas a três avaliações por teste ergométrico sub-máximo em esteira (controle, segundo e terceiro trimestre gestacional). Avaliou-se: consumo de oxigênio (V?O IND. 2??IND. max?)...

Caracterização e Comparação Cinemática de Movimentos Básicos de Hidroginástica a Diferentes Ritmos de Execução: Análise do “Balanço lateral”

Teixeira, Genoveva Manuela Lobo Marques Coelho
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação de Mestrado em Ciências do Desporto - Actividades de Academia; A Hidroginástica é uma actividade física que, reúne características que estimulam o desenvolvimento das principais componentes da aptidão física [100]. Para Rocha [90], esta é uma actividade que por ser realizada dentro de água, pode ser praticada por indivíduos de diversas faixas etárias, pois oferece uma reduzida carga mecânica sobre o aparelho locomotor, num ambiente supostamente descontraído e agradável do ponto de vista psicológico. O objectivo geral do presente estudo consistiu em analisar a associação entre a cadência e o padrão cinemático, um movimento básico de Hidroginástica “balanço lateral” a diferentes Cadências. A amostra estudada foi constituída por 6 instrutoras de Hidroginástica, do sexo feminino, com pelo menos um ano de experiência na leccionação deste tipo de programas, sem qualquer patologia músculo-esquelética nos últimos seis meses e não grávidas. A metodologia por nós utilizada, consistiu num registo em vídeo no plano frontal, do exercício básico de Hidroginástica “Balanço Lateral”, recorrendo a um par de câmaras, proporcionando assim uma dupla projecção do desempenho acima e abaixo do nível da água...

Caracterização e Comparação Cinemática de um Movimento Básico de Hidroginástica a Diferentes Ritmos de Execução - Análise do Pontapé Lateral

Oliveira, Cristiana da Silva
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação de Mestrado em Ciências do Desporto – Actividades de Academia; O objectivo deste estudo foi analisar as relações entre a cadência musical e as características cinemáticas de um exercício básico de Hidroginástica, quando imerso ao nível do apêndice xifóide. Seis mulheres jovens com pelo menos um ano de experiência na condução de classes de Hidroginástica foram filmadas no plano frontal, com um par de câmaras (uma subaquática e uma de superfície), fornecendo uma projecção dupla superior e inferior ao nível da água, realizando cinco patamares incrementais (120 b.min-1, 135 b.min-1, 150 b.min-1, 165 b.min-1 e 180 b.min-1) do exercício básico Pontapé Lateral. O processamento dos dados e o cálculo das variáveis foram executados usando o software Ariel Performance Analysis System (APAS) e aplicação do algoritmo DLT. Os dados obtidos permitem-nos concluir que houve uma diminuição do período de ciclo ao longo do protocolo incremental. Qualquer relação entre os deslocamentos horizontais ou verticais, com a cadência musical não foi significativa. Relativamente à velocidade e aceleração nas componentes horizontal e vertical, demonstraram um aumento significativo ao longo do protocolo incremental. Assim...

A influência do exercício físico (hidroginástica ou musculação) no bem-estar subjectivo, satisfação corporal, percepção de saúde geral e depressão em mulheres pós-menopausa: um estudo longitudinal

Carvalho, Sara Daniela Alves de
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação de Mestrado em Psicologia – Especialização em Psicologia do Exercício e Saúde; No respeitante à idade adulta avançada, muito tem sido estudado nos recentes anos. Cada vez mais se torna urgente intervir e perceber esta população específica, visto o seu grande aumento em termos populacionais. O sucessivo investimento na temática do exercício físico, como promotor de um estilo de vida saudável, meio preventivo de perdas em campos biológicos, mas sobretudo como um meio para atingir qualidade de vida nos campos físicos e psicológicos, tem sido um alvo de constante investimento por parte da investigação em diversas áreas de estudo. Torna-se pertinente, à luz da literatura, estudar o papel do exercício físico nos diversos domínios psicológicos, com vista a perceber mais melhor como podemos salvaguardar e promover qualidade de vida nesta população. Desta forma, incidimos o nosso estudo sobre dimensões psicológicas que julgamos ser uma forte representação do que é saúde mental no adulto de idade avançada. As dimensões por nós estudadas foram a satisfação com a imagem corporal, percepção de saúde geral, bem-estar subjectivo, encerrando este a dimensão cognitiva (satisfação com a vida) e afectiva...

Efeitos da prática de exercício físico nas dimensões físicas e psicológicas em mulheres brasileiras: perspectivas transversais e longitudinais

Mendonça, Rosa Maria Soares Costa de
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Tese de Doutorado
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Tese de Doutoramento em Ciências do Desporto; O presente estudo teve como objetivo central, analisar os efeitos da prática de diferentes tipos de exercício físico (treino de força, dança e hidroginástica) nas dimensões físicas e psicológicas de mulheres brasileiras durante 16 semanas. Desenvolveu-se quatro estudos entre 2011 – 2013. O primeiro e único, de natureza transversal, constituiu-se de uma amostra de 66 mulheres ativas e sedentárias com idades entre 18-56 anos. A amostra dos estudos subsequentes, longitudinais - quasi-experimentais, foi constituída por 89 mulheres com idades entre 25-55 anos. Em ambas condições, as participantes foram distribuídas em quatro grupos: sedentárias, praticantes do treino de força, dança e hidroginástica, provenientes de academias particulares de musculação e hidroginástica e uma instituição pública municipal da cidade de Natal-RN-Brasil. Procedimentos estandardizados permitiram avaliar os componentes da composição corporal e os níveis de satisfação com a aparência física, percepção de saúde, percepção da imagem corporal, autoestima e depressão. Os procedimentos estatísticos univariados e multivariados foram realizados pelo programa SPSS 20. No primeiro estudo...

Comportamento da frequência cardíaca em imersão nas situações de repouso e durante exercícios de hidroginástica

Olkoski,Mabel Micheline; Lopes,Adair da Silva
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Paraná Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 PT
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76.5%
INTRODUÇÃO: A frequência cardíaca é um parâmetro de fácil utilização para prescrição e controle da intensidade do exercício. Ao realizar um exercício no meio aquático ocorrem alterações fisiológicas significativas que devem ser compreendidas para a prescrição de exercícios, ocasionando assim os efeitos adaptativos adequados. OBJETIVO: Realizar uma revisão sistemática da literatura sobre o comportamento da frequência cardíaca em imersão nas situações de repouso e durante exercícios de hidroginástica e sobre os fatores que a influenciam. RESULTADOS: Os estudos envidenciam que a frequência cardíaca pode ser influenciada pela profundidade devido ao gradiente de pressão hidrostática exercido sobre o corpo, bem como à termorregulação diferenciada. Em repouso, a frequência cardíaca pode variar de acordo com as diferentes temperaturas da água, posições corporais e profundidades. No entanto, a magnitude do efeito de cada um desses fatores sobre a frequência cardíaca ainda não é bem definido. CONCLUSÃO: Durante a realização de exercícios de hidroginástica, essa variável é proporcional à velocidade de execução do exercício, à utilização de equipamento resistivo, à área projetada e ao grupo muscular envolvido e inversamente proporcional à profundidade.

Estudo descritivo sobre a importância da avaliação funcional como procedimento prévio no controle fisiológico do treinamento físico de futebolistas realizado em pré-temporada

Teixeira,Alberto Azevedo Alves; Silva,Paulo Roberto Santos; Inarra,Luís Antonio; Vidal,José Roberto Rivelino; Lépera,Cláudio; Machado,Gilberto Silva; Rebello,Luciana Collet Winther; Prima,Luís Carlos; Zagallo,Mário Jorge Lobo; Sousa,Jorge Mendes de
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 PT
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65.92%
O principal objetivo deste estudo foi mostrar a importância da avaliação funcional como procedimento utilizado no controle fisiológico do treinamento físico de futebolistas profissionais em pré-temporada. Foram avaliados e posteriormente concentrados na cidade de Águas de Lindóia, Estado de São Paulo, por 16 dias, 23 jogadores pertencentes ao Departamento de Futebol Profissional da Associação Portuguesa de Desportos, em preparação para o Campeonato Paulista, edição 1999. Todos foram submetidos a uma bateria de testes que constou de avaliação: cardiorrespiratória e metabólica, odontológica, isocinética de membros inferiores, percentagem de gordura corpórea, da potência anaeróbia pelo teste de Wingate e testes de campo. Os seguintes resultados e os parâmetros avaliados foram: no limiar ventilatório 2 (LV2): VO2 = 49,09 ± 4,83ml.kg-1.min-1;%VO2 = 82,7 ± 5,8; velocidade de corrida = 12,8 ± 0,9km.h-1; FC = 174 ± 9bpm; no exercício máximo: V E BTPS = 137,3 ± 11,3L.min-1; velocidade de corrida = 17,6 ± 0,7km.h-1; FC = (191 ± 8bpm); VO2 pico = 59,28 ± 3,52ml.kg-1.min-1; lactato = 10,5 ± 1,5mM. Teste de Wingate: potência pico = 13,5 ± 1,1w.kg-1; potência média = 10,1 ± 0,6w.kg-1; índice de fadiga = 53...

Comparação das respostas cardiorrespiratórias de um exercício de hidroginástica com e sem deslocamento horizontal nos meios terrestre e aquático

Kanitz,Ana Carolina; Silva,Eduardo Marczwski da; Alberton,Cristine Lima; Kruel,Luiz Fernando Martins
Fonte: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo Publicador: Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 PT
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66.24%
O objetivo do estudo foi comparar as respostas cardiorrespiratórias de um exercício de hidroginástica (corrida estacionária) realizado com e sem deslocamento horizontal no meio terrestre (MT), em piscina funda (PF) e em piscina rasa (PR). Seis mulheres jovens realizaram os exercícios durante 4 min numa cadência de 80 bpm. O exercício consistia em flexão e extensão de quadril com os braços simulando um movimento de corrida. A frequência cardíaca (FC) e o consumo de oxigênio (VO2 ) foram coletados no último minuto de exercício e a percepção de esforço (PE) foi coletada ao término do exercício. Para a comparação das variáveis utilizou-se ANOVA two-way para medidas repetidas com fatores meio e forma de execução (p < 0,05). Para todas as variáveis analisadas foram encontrados valores menores no exercício em PR comparado ao exercício no MT. Porém, nenhuma diferença foi observada entre o exercício no MT e em PF, exceto para a FC, que foi menor no exercício em PF. Em relação à forma de execução, para a FC, foram encontrados valores maiores no exercício com deslocamento quando comparado ao exercício sem deslocamento somente na PF. Estes achados sugerem a possibilidade de executar o exercício analisado em PF com gasto energético (GE) similar e FC menor quando comparado ao mesmo exercício no MT. Fato de grande relevância para populações que querem obter um GE semelhante ao exercício no MT...

Comportamento de variáveis fisiológicas durante a aula de hidroginástica com mulheres

Olkoski,Mabel Micheline; Tosset,Dalila; Wentz,Marcelo Diederichs; Matheus,Silvana Corrêa
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2010 PT
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66.34%
O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento de variáveis fisiológicas e do Índice de Percepção de Esforço (IPE) durante os diferentes momentos da aula de hidroginástica. Foram estudadas 17 mulheres, universitárias (idade 23,06±2,05 anos) investigadas em duas etapas: 1) teste de esforço máximo na esteira (VO2pico e FCmáx); e 2) avaliação da composição corporal e realização da aula de hidroginástica (FC, VO2, [lac] e IPE). Utilizaram-se a estatística descritiva e ANOVA medidas repetidas, com o teste post hoc Student-Newman-Keuls (p<0,05). Os resultados mostraram que tanto a FC, quanto o VO2 apresentaram valores estatisticamente diferentes (p=0,000) nos três períodos da aula. Os valores de lactato sanguíneo apresentaram-se diferentes estatisticamente (p=0,001), somente quando foram comparados os valores obtidos no período inicial (1,55 mM) e principal (3,58 mM). O IPE médio foi de 11 e o gasto calórico total foi de 262,10 kcal. Conclui-se que as variáveis fisiológicas estudadas e o IPE apresentam uma variação significativa em função das três fases da aula de hidroginástica. Além disso, as intensidades de esforço (FC, VO2, [lac]) obtidas no período principal estão dentro dos padrões estabelecidos pela literatura para exercícios aeróbios. Dessa forma...

Respostas fisiológicas em mulheres adultas em protocolo padrão de movimentos de hidroginástica dentro e fora da água

Scarton, Alessandra Maria
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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66.51%
O envelhecimento humano é um processo inevitável que se dá ao longo da vida adulta. Embora seja um processo no qual ocorrem mudanças com momentos de desenvolvimento e declínios, é salientado como uma fase de muitas perdas. A vida adulta, precisa ser revista em todos os seus aspectos, dando ênfase à promoção e manutenção da saúde. A atividade física é considerada um fator imprescindível, que possibilita ganhos momentâneos e futuros à saúde, visando um envelhecimento bem-sucedido que corresponde à diminuição ou postergação das mudanças. Dentre as atividades físicas, a hidroginástica, vem se tornando uma excelente possibilidade de se exercitar e adquirir benefícios, sem danos, visto que é uma atividade realizada no meio líquido no qual acontecem adaptações positivas. A justificativa neste estudo se dá pela necessidade de identificação de variáveis físiológicas específicas, com protocolo próprio, que possam auxiliar a prática dos professores no que diz respeito a prescrição e planejamento proporcionando mais benefícios relacionados à saúde. O objetivo da pesquisa foi analisar os índices de freqüência cardíaca (FC), níveis de lactato sangüíneo e respostas na escala de percepção subjetiva do esforço (escala de Borg) em protocolo de exercícios de hidroginástica...

Modificações introduzidas pelos treinamentos cardiopulmonar e neuromuscular nos níveis séricos basais de fatores de crescimento insulina símile i (igf-1), cortisol, autonomia funcional e qualidade de vida de mulheres idosas

Vale, Rodrigo Gomes de Souza
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde; Ciências da Saúde
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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65.92%
Changes introduced by cardiopulmonar and neuromuscular training on basal serum insulin-like grow factor-1 (IGF-1) and cortisol levels, functional autonomy and quality of life in elderly women The aim of this study was to compare the effects of strength and aerobic training on basal serum IGF-1 and Cortisol levels, functional autonomy (FA) and quality of life (QoL) in elderly women after 12 weeks of training. The subjects were submitted the strength training (75-85% 1-RM) with weight exercises (SG; n=12; age=66.08 ± 3,37 years; BMI=26,77 ± 3,72 kg/m2), aerobic training with aquatic exercises (AG; n=13; age=68,69 ± 4,70 years; BMI=29,19 ± 2,96 kg/m2) and control group (CG; n=10; age=68,80 ± 5,41 years; BMI=29,70 ± 2,82 kg/m2). Fasting blood was analyzed to measure basal IGF-1 and cortisol levels by chemiluminescence method. The t-Student test showed increased IGF-1 in the SG (p<0.05) for intragroup comparison. The Repeated-measure ANOVA presented increased IGF-1 (p<0.05) in the SG compared to the other two groups. There were no differences in cortisol levels. All the FA tests (GDLAM autonomy protocol) presented decreased significant in the time marked in seconds to the SG. The same results were found in the AG, except in the rise from a sitting position test. The autonomy index presented significant improvements (p<0.05) in the SG related to the AG and CG and in the AG to the CG. The SG showed increased QoL (p<0.05) (by WHOQOL-Old questionnaire) in the facet 1 (sensorial functioning) and facet 5 (death and dying). Thus...

Alterações fisiológicas e biomecânicas em indivíduos praticando exercícios de hidroginástica dentro e fora d'água

Kruel, Luiz Fernando Martins
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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76.63%
O objetivo deste trabalho foi comparar alterações fisiológicas e biomecânicas durante exercícios de hidroginástica praticados fora d'água (FD) e nas profundidades de água de cicatriz umbilical (PCU) e de ombro (PO). A amostra foi composta por 23 indivíduos do sexo feminino, com idade média de 54 ± 11,16 anos, praticantes de hidroginástica, participantes do programa de extensão universitária da Escola de Educação Física da UFRGS. A amostra inicialmente foi subdividida em cinco grupos (um grupo para cada exercício de hidroginástica, sorteados entre os exercícios mais utilizados pelos professores de hidroginástica do Brasil). Os exercícios sorteados foram o Garça, Lagosta, Jacaré I e II e o Pelicano. A formação dos grupos experimentais foi feita aleatoriamente. Cada exercício foi executado por 5 minutos e o tempo de recuperação entre uma execução e outra foi determinado de forma individual. As variáveis analisadas foram: freqüência cardíaca (FC), concentração de lactato sangüíneo (Lac), consumo de oxigênio (VO2), força de reação vertical (Fz) e o impulso (Imp). Diferentes tratamentos estatísticos foram utilizados para comparar as classes de variáveis classificatórias, para a localização das diferenças...

Comparisons of cardiorrespiratory responses in a hydrogymnastics exercise with and without horizontal movement on land and in aquatic environment; Comparação das respostas cardiorrespiratórias de um exercício de hidroginástica com e sem deslocamento horizontal nos meios terrestre e aquático

Kanitz, Ana Carolina; Silva, Eduardo Marczwski da; Alberton, Cristine Lima; Kruel, Luiz Fernando Martins
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Educação Física e Esporte
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2010 POR
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66.24%
O objetivo do estudo foi comparar as respostas cardiorrespiratórias de um exercício de hidroginástica (corrida estacionária) realizado com e sem deslocamento horizontal no meio terrestre (MT), em piscina funda (PF) e em piscina rasa (PR). Seis mulheres jovens realizaram os exercícios durante 4 min numa cadência de 80 bpm. O exercício consistia em flexão e extensão de quadril com os braços simulando um movimento de corrida. A frequência cardíaca (FC) e o consumo de oxigênio (VO2 ) foram coletados no último minuto de exercício e a percepção de esforço (PE) foi coletada ao término do exercício. Para a comparação das variáveis utilizou-se ANOVA two-way para medidas repetidas com fatores meio e forma de execução (p < 0,05). Para todas as variáveis analisadas foram encontrados valores menores no exercício em PR comparado ao exercício no MT. Porém, nenhuma diferença foi observada entre o exercício no MT e em PF, exceto para a FC, que foi menor no exercício em PF. Em relação à forma de execução, para a FC, foram encontrados valores maiores no exercício com deslocamento quando comparado ao exercício sem deslocamento somente na PF. Estes achados sugerem a possibilidade de executar o exercício analisado em PF com gasto energético (GE) similar e FC menor quando comparado ao mesmo exercício no MT. Fato de grande relevância para populações que querem obter um GE semelhante ao exercício no MT...

Comportamento de variáveis fisiológicas durante a aula de hidroginástica com mulheres DOI:10.5007/1980-0037.2010v12n1p43; Behavior of physiological variables during a water gymnastics class in women DOI:10.5007/1980-0037.2010v12n1p43

Olkoski, Mabel Micheline; Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil; Tosset, Dalila; Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil; Wentz, Marcelo Diederichs; Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil;
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares",; ; Avaliado por Pares; Descritiva Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 11/12/2009 POR; ENG
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O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento de variáveis fisiológicas e do Índice de Percepção de Esforço (IPE) durante os diferentes momentos da aula de hidroginástica. Foram estudadas 17 mulheres, universitárias (idade 23,06±2,05 anos) investigadas em duas etapas: 1) teste de esforço máximo na esteira (VO2pico e FCmáx); e 2) avaliação da composição corporal e realização da aula de hidroginástica (FC, VO2, [lac] e IPE). Utilizaram-se a estatística descritiva e ANOVA medidas repetidas, com o teste post hoc Student-Newman-Keuls (p< 0,05). Os resultados mostraram que tanto a FC, quanto o VO2 apresentaram valores estatisticamente diferentes (p=0,000) nos três períodos da aula. Os valores de lactato sanguíneo apresentaram-se diferentes estatisticamente (p=0,001), somente quando foram comparados os valores obtidos no período inicial (1,55 mM) e principal (3,58 mM). O IPE médio foi de 11 e o gasto calórico total foi de 262,10 kcal. Conclui-se que as variáveis fisiológicas estudadas e o IPE apresentam uma variação significativa em função das três fases da aula de hidroginástica. Além disso, as intensidades de esforço (FC, VO2, [lac]) obtidas no período principal estão dentro dos padrões estabelecidos pela literatura para exercícios aeróbios. Dessa forma...

Respostas cardiorespiratórias em exercícios de hidroginástica executados com e sem o uso de equipamento resistivo

Pinto,Stephanie S.; Alberton,Cristine L.; Becker,Márcio E.; Olkoski,Mabel M.; Kruel,Luiz F. M.
Fonte: Faculdade de Desporto da Universidade do Porto Publicador: Faculdade de Desporto da Universidade do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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O objectivo do presente estudo foi analisar a frequência cardíaca e o consumo de oxigénio em exercícios de hidroginástica executados com e sem equipamento resistivo. A amostra foi composta por dez mulheres jovens que realizaram duas sessões de testes aquáticos, com os exercícios jumping jack e cross country sky realizados nas situações sem equipamento resistivo, com equipamento aquafins e com equipamento aqualogger, respeitando intervalos de 30 minutos. Para a coleta de dados de frequência cardíaca foi utilizado um frequencímetro S610 de oxigênio, um analisador de gases KB1-C (AEROSPORT). Utilizou-se ANOVA para medidas repetidas, post-hoc de Bonferroni e teste-t pareado (p<0.05). O cross country sky comparado ao jumping jack apresentou um comportamento mais elevado para ambas as variáveis, provavelmente, devido a uma maior amplitude de movimento e massa muscular envolvida no exercício. Ao compararmos as diferentes situações, no cross country sky foi observado um aumento estatisticamente significativo do consumo de oxigénio da situação sem equipamento para as situações com equipamento, enquanto que no jumping jack não foram observadas diferenças entre as situações. Já a frequência cardíaca apresentou diferenças estatisticamente significativas entre as três situações para ambos os exercícios. Assim...