Página 1 dos resultados de 3383 itens digitais encontrados em 0.009 segundos

Bem-estar subjectivo e exercício físico em estudantes da Universidade de Coimbra

Teixeira, Emanuel Rebelo
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
POR
Relevância na Pesquisa
66.64%
Objectivo do estudo: O presente estudo pretende analisar as influências do género, da prática de exercício físico/prática desportiva, do número de horas de sono diárias, do padrão actual de prática de exercício e do padrão de prática moderado de actividade física no Bem-estar subjectivo, na Actividade Física Habitual e no Controlo de Vida dos estudantes da Universidade de Coimbra no ano lectivo de 2004/2005. Metodologia: A amostra do presente estudo é constituída por 234 inquiridos, dos quais 102 são indivíduos do género feminino e 132 do género masculino com idades compreendidas entre os 18 e os 43 anos, sendo a média de idades e desvio padrão para o género masculino de 22,16 ± 2,92 anos e para o género feminino de 21,46 ± 2,84 anos. Do total de indivíduos que constituem a amostra, 160 são praticantes de exercício físico/prática desportiva e 74 são não praticantes de exercício físico/prática desportiva. Na recolha de dados foi aplicada uma bateria de testes, constituída pelos seguintes instrumentos de medida: o Satisfaction With Life Scale de Pavot et al. (1998) e a Self-Anchoring Rating Scale de Cantril (1965) para a avaliação da Satisfação com a Vida no Geral e no Momento, o Baecke Questionnaire de Baecke...

Resposta taquicárdica e controle autonômico no exercício físico em modelo genético de insuficiência cardíaca; Tachycardic response and autonomic control in physical exercise in genetic model of cardiac insufficiency

Cunha, Telma F.; Saito, Thaís A.; Bueno Júnior, Carlos R.; Coelho, Marcele A.; Mattos, Katt C.; Brum, Patricia C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
76.44%
O aumento da atividade nervosa simpática e a taquicardia em repouso ou durante esforços físicos estão associados ao aumento da morbimortalidade, mesmo na ausência de sinais clínicos de doença cardíaca. Sabendo-se da importância dos receptores α2A/α2C-adrenérgicos na modulação da atividade nervosa e frequência cardíaca (FC), o presente trabalho utiliza um modelo genético de cardiomiopatia induzida por excesso de catecolaminas circulantes baseado na inativação gênica dos receptores α2A/α2C-adrenérgicos em camundongos (α2A/α2CKO) para verificar a resposta da FC ao exercício físico (EF), assim como o controle simpatovagal da FC ao EF. Testou-se a hipótese de que haveria resposta taquicárdica exacerbada durante o EF nos camundongos α2A/α2CKO mesmo quando a função cardíaca ainda estivesse preservada em repouso, sendo o receptor α2A-adrenérgico o principal responsável por essa resposta. Camundongos machos da linhagem C57Bl6J, controle (CO) e com inativação gênica para os receptores α2A (α2AKO), α2C α2CKO) e α2A/α2CKO foram submetidos a um teste de tolerância ao esforço físico. Outros dois grupos de camundongos, CO e α2A/α2CKO...

Efeitos do exercicio físico aeróbio na modulação de proteínas envolvidas com o remodelamento cardíaco em modelo de cor pulmonale

Colombo, Rafael
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
66.64%
O Cor pulmonale induzido pela administração intraperitoneal de monocrotalina é um dos modelos mais utilizados para estudar os efeitos dessa síndrome sobre o sistema cardiovascular. Essa síndrome é caracterizada por um desequilíbrio no estado redox celular e uma consequente alteração no imunoconteúdo de proteínas sinalizadoras para a hipertrofia e insuficiência cardíaca. Normalmente, o peróxido de hidrogênio caracteriza-se como a espécie reativa do oxigênio mais estável, e por isso, a molécula mais envolvida com a modulação dessa sinalização. O exercício físico aeróbio tem sido extensamente estudado devido ao fato de ser uma prática que altera o estado redox celular e, consequentemente, a sinalização nos cardiomiócitos. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi testar a hipótese de que o exercício físico poderia modular o estado redox no ventrículo direito em animais tratados com monocrotalina e, ao mesmo tempo, provocar alterações na sinalização celular, estrutura e função cardíaca. Ratos Wistar machos com aproximadamente 180 gramas de massa corporal foram treinados por quatro semanas após a injeção de monocrotalina ou solução salina. Os grupos experimentais (n=6-9 animais/grupo) foram: controle sedentário (CS) – ratos sedentários que receberam uma dose única de solução salina (i.p)...

O impacto da frequência do exercício físico sobre proteínas sinápticas e o comportamento de ratos durante a fase adulta e no envelhecimento

Costa, Marcelo Silveira da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
66.64%
O exercício físico regular e/ou maiores níveis de atividade física tem contribuído para a redução do risco de doenças degenerativas e para melhorar a qualidade de vida. Estes benefícios são mais evidentes quando o corpo humano vai se tornando mais vulnerável, seja pelo processo natural de envelhecimento ou pelo acometimento de doenças. Entretanto, a quantidade adequada de exercícios físicos para a saúde e qualidade de vida ainda é muito discutida. Desta forma, o objetivo desta tese foi verificar o efeito da frequência semanal (1, 3 e 7 dias por semana) da corrida em esteira (20 minutos por sessão, intensidade moderada) em ratos durante a fase adulta e no envelhecimento. No primeiro trabalho foi observado um comportamento ansiogênico associado ao envelhecimento. Entretanto, a frequência de 1 dia por semana foi capaz de reverter esse efeito da idade. Todas as frequências de corrida em esteira causaram um aumento na ansiedade nos ratos adultos. Não encontramos nenhuma relação da ansiedade com o imunoconteúdo hipocampal dos receptores de adenosina A1 e A2A. Entretanto, o treinamento em esteira foi capaz de reverter o aumento no imunoconteúdo do A2A mediada pelo envelhecimento, sendo o efeito da corrida realizada 7 dias/semana mais pronunciado. Este efeito sobre o receptor A2A pode estar associado aos aspectos neuroprotetores do exercício físico. No segundo trabalho...

Efeito do exercício físico moderado em esteira sobre parâmetros epigenéticos em estruturas cerebrais de ratos

Spindler, Christiano de Figueiredo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
66.65%
O exercício físico moderado e regular é considerado uma estratégia neuroprotetorapromissora.Os mecanismos pelos quais o exercício físico altera a função cerebral não foram completamente esclarecidos. Recentemente, nosso grupo demonstrou que o exercício físico alterou a atividade de enzimas relacionadas à acetilação de histonas, Histona Acetiltransferase (HAT) eHistona Desacetilase (HDAC), em hipocampo de ratos Wistar, o que pode estar relacionado às propriedades neuroprotetoraslevando ao remodelamento da cromatina. Nossa hipótese de trabalho é de que o exercício físico moderado em esteira ergométrica altera a atividade destas enzimas em diferentes estruturas cerebrais. O objetivo do estudo foi investigar o efeito do exercício agudo (sessão única) e crônico (duas semanas) sobre a atividade da HAT eda HDAC em estriado e córtex frontal de ratos. Ratos Wistar machos adultos foram distribuídos em um grupo não-exercitado (sedentário) e grupos exercitados em esteira ergométrica, utilizando diferentes protocolos: sessão única de exercício (corrida de 20 minutos) e treinamento crônico de exercício (corrida de 20 minutos, uma vez por dia, durante duas semanas). Os efeitos do exercício na atividade da HAT e HDAC foram determinados imediatamente e 1 h após a sessão única ou após a última sessão do treinamento crônico de exercício. A sessão única de exercício aumentou a atividade da HAT em córtex frontal de ratos 1 h após o exercício. O protocolo crônico de exercício reduziu a atividade da HDACno córtex frontal imediatamente e 1 h após a última sessão de treino. No estriado...

Efeito do exercício físico e estatinas na função muscular em animais com dislipidemia

Accioly, Marilita Falangola; Camargo Filho, José Carlos Silva; Padulla, Susimary Aparecida Trevizan; Lima, Ana Lúcia Zocal de; Bonfim, Mariana Rotta; Carmo, Edna Maria do; Pinhel, Marcela Augusta de Souza; Lima, Mariana Accioly; Azoubel, Reinaldo; Brand
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 198-202
POR
Relevância na Pesquisa
76.51%
As estatinas são utilizadas no tratamento das dislipidemias, com grande tolerância; no entanto, vários efeitos colaterais podem surgir, destacando-se miopatia. A prática regular do exercício físico (EF) produz modificações favoráveis no perfil lipídico; entretanto, pode gerar lesões musculares. OBJETIVO: Avaliar o efeito da associação entre exercício físico e estatinas na função muscular, pela análise histológica, em modelo experimental animal com dislipidemia. MÉTODOS: Foram utilizados 80 ratos machos Wistar, distribuídos em oito grupos, incluindo animais submetidos à dieta hipercolesterolêmica (DH), sinvastatina com (G1) e sem (G2) EF; DH e fluvastatina, com (G3) e sem EF (G4); alimentados com ração comercial (RC) na presença (G5) e ausência de (G6) EF; DH submetidos (G7) ou não (G8) a EF. A DH foi administrada por 90 dias, as estatinas e prática de EF em esteira rolante por oito semanas. Os animais foram sacrificados, e o músculo sóleo retirado para análise histológica. Aplicaram-se os testes t de Student pareado e análise multivariada, com nível significante para p < 0,05. RESULTADOS: As principais alterações histológicas encontradas foram fibras de diferentes diâmetros, atróficas, em degeneração...

Avaliação do efeito do exercício físico no metabolismo de ratas diabéticas prenhes

Volpato, Gustavo Tadeu; Damasceno, Débora Cristina; Campos, Kleber Eduardo de; Rocha, Renato; Rudge, Marilza Vieira Cunha; Calderon, Iracema de Mattos Paranhos
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 229-233
POR
Relevância na Pesquisa
76.58%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); O objetivo deste estudo foi verificar se a prática do exercício físico (natação), iniciada em diferentes momentos da prenhez de ratas diabéticas, promove alterações no metabolismo materno. Após confirmação do diabete, induzido por Streptozotocin, ratas Wistar foram acasaladas e randomizadas em três grupos (n = 13 ratas/grupo): não-praticante (G1) ou praticante de exercício desde o dia zero (G2) ou sétimo dia (G3) de prenhez. O exercício consistiu de um programa de natação com intensidade moderada. Durante a prenhez, glicemia e peso corpóreo foram avaliados semanalmente. No final da prenhez, as ratas foram anestesiadas e dessangradas para obtenção de amostras de sangue para determinação de proteínas totais, triglicérides, colesterol total e VLDL-colesterol. Fígado e músculo foram coletados para dosagem de glicogênio hepático e muscular, respectivamente. Independente do momento em que foi iniciado, o exercício não alterou os níveis glicêmicos, a evolução do peso corpóreo e as concentrações de proteínas totais e glicogênio hepático e muscular. Porém, a natação iniciada no sétimo dia de prenhez diminuiu as taxas de triglicérides (G1 = 369...

O exercício físico potencializa ou compromete o crescimento longitudinal de crianças e adolescentes? Mito ou verdade?

Silva,Carla Cristiane da; Goldberg,Tamara Beres Lederer; Teixeira,Altamir dos Santos; Marques,Inara
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 PT
Relevância na Pesquisa
76.55%
A sociedade atual tem valorizado de forma significativa a aparência alta e esbelta. Essa constituição física tem sido reforçada desde a infância e atinge a população adolescente, que deseja enquadrar-se nos estereótipos, particularmente aqueles veiculados pela mídia. Nesse sentido, profissionais de saúde são questionados rotineiramente sobre os efeitos positivos que o exercício físico exerce sobre o crescimento longitudinal de crianças e adolescentes. Procurou-se revisar a literatura especializada a respeito dos principais efeitos que o exercício físico exerceria sobre a secreção e atuação do hormônio de crescimento (GH) nos diversos tecidos corporais, durante a infância e adolescência. Através dessa revisão, foi possível verificar que o exercício físico induz a estimulação do eixo GH/IGF-1. Embora muito se especule quanto ao crescimento ósseo ser potencializado pela prática de exercícios físicos, não foram encontrados na literatura científica específica estudos bem desenvolvidos que forneçam sustentação a essa afirmação. No tocante aos efeitos adversos advindos do treinamento físico durante a infância e adolescência, aparentemente, esses foram independentes do tipo de esporte praticado...

Exercício físico e estresse oxidativo: efeitos do exercício físico intenso sobre a quimioluminescência urinária e malondialdeído plasmático

Souza Jr.,Tácito Pessoa de; Oliveira,Paulo Roberto de; Pereira,Benedito
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
Relevância na Pesquisa
76.52%
Estudos têm demonstrado que o exercício físico intenso provoca estresse oxidativo em animais e humanos, estando possivelmente relacionado, por exemplo, com fadiga e lesões teciduais. Por outro lado, poucos estudos relatam a sua ocorrência em atletas sob treinamento intenso, principalmente devido a problemas metodológicos. O presente estudo teve como objetivo, portanto, estudar em atletas a possível ocorrência de lesões oxidativas em lipídeos em decorrência do exercício físico ou do treinamento através da quantificação da quimioluminescência urinária e malondialdeído (MDA) plasmático. Os exercícios utilizados foram: a) corrida na esteira rolante (25-30min), com a quantificação de ambos os parâmetros e da capacidade antioxidante plasmática total; b) corrida de 20km realizada por maratonistas; c) treinamento intervalado intenso realizado por corredores de 400m rasos; d) jogo de futebol com 50min de duração; e e) treinamento de força/musculação com e sem suplementação com creatina. Nos quatro últimos itens, somente a quimioluminescência urinária foi avaliada. As condições em que se notou elevação significativa na quimioluminescência urinária após a realização do exercício são: a) corrida de 20km; b) jogo de futebol; e c) treinamento de força/musculação sem suplementação com creatina. A corrida na esteira promoveu aumento na concentração plasmática de MDA durante e após a sua realização; a capacidade antioxidante plasmática total modificou-se de forma inversamente proporcional ao aumento no MDA. Os exercícios praticados pelos atletas neste trabalho provocaram estresse oxidativo de maneira diferente...

Exercício físico e função cognitiva: uma revisão

Antunes,Hanna K.M.; Santos,Ruth F.; Cassilhas,Ricardo; Santos,Ronaldo V.T.; Bueno,Orlando F.A.; Mello,Marco Túlio de
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2006 PT
Relevância na Pesquisa
76.56%
O exercício e o treinamento físico são conhecidos por promover diversas alterações, incluindo benefícios cardiorrespiratórios, aumento da densidade mineral óssea e diminuição do risco de doenças crônico-degenerativas. Recentemente outro aspecto tem ganhando notoriedade: trata-se da melhoria na função cognitiva. Embora haja grande controvérsia, diversos estudos têm demonstrado que o exercício físico melhora e protege a função cerebral, sugerindo que pessoas fisicamente ativas apresentam menor risco de serem acometidas por desordens mentais em relação às sedentárias. Isso mostra que a participação em programas de exercícios físicos exercem benefícios nas esferas física e psicológica e que, provavelmente, indivíduos fisicamente ativos possuem um processamento cognitivo mais rápido. Embora os benefícios cognitivos do estilo de vida fisicamente ativo pareçam estar relacionados ao nível de atividade física regular, ou seja, exercício realizado durante toda a vida, sugerindo uma "reserva cognitiva", nunca é tarde para se iniciar um programa de exercícios físicos. Dessa forma, o uso do exercício físico como alternativa para melhorar a função cognitiva parece ser um objetivo a ser alcançado, principalmente em virtude da sua aplicabilidade...

Avaliação do efeito do exercício físico no metabolismo de ratas diabéticas prenhes

Volpato,Gustavo Tadeu; Damasceno,Débora Cristina; Campos,Kleber Eduardo de; Rocha,Renato; Rudge,Marilza Vieira Cunha; Calderon,Iracema de Mattos Paranhos
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
Relevância na Pesquisa
76.51%
O objetivo deste estudo foi verificar se a prática do exercício físico (natação), iniciada em diferentes momentos da prenhez de ratas diabéticas, promove alterações no metabolismo materno. Após confirmação do diabete, induzido por Streptozotocin, ratas Wistar foram acasaladas e randomizadas em três grupos (n = 13 ratas/grupo): não-praticante (G1) ou praticante de exercício desde o dia zero (G2) ou sétimo dia (G3) de prenhez. O exercício consistiu de um programa de natação com intensidade moderada. Durante a prenhez, glicemia e peso corpóreo foram avaliados semanalmente. No final da prenhez, as ratas foram anestesiadas e dessangradas para obtenção de amostras de sangue para determinação de proteínas totais, triglicérides, colesterol total e VLDL-colesterol. Fígado e músculo foram coletados para dosagem de glicogênio hepático e muscular, respectivamente. Independente do momento em que foi iniciado, o exercício não alterou os níveis glicêmicos, a evolução do peso corpóreo e as concentrações de proteínas totais e glicogênio hepático e muscular. Porém, a natação iniciada no sétimo dia de prenhez diminuiu as taxas de triglicérides (G1 = 369,10 ± 31,91mg/dL; G2 = 343,32 ± 162,12mg/dL; G3 = 212...

Sincronização não-fótica: o efeito do exercício físico aeróbio

Back,Flávio Augustino; Fortes,Fabiano Santos; Santos,Eduardo Henrique Rosa; Tambelli,Rodrigo; Menna-Barreto,Luiz Silveira; Louzada,Fernando Mazzilli
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
Relevância na Pesquisa
76.36%
As principais alterações, agudas e crônicas, provocadas pelo exercício físico aeróbio (EF) sobre o organismo são, de maneira geral, bem conhecidas. No entanto, existe um efeito em particular do EF que começou a ser elucidado no começo da década de 90, em humanos, que tem a capacidade de alterar a relação temporal do organismo com o meio. A modificação da expressão dos ritmos circadianos, causada pelo EF, qualifica-o como sincronizador dos osciladores biológicos. O principal sincronizador da ritmicidade biológica é o ciclo geofísico claro/escuro. A alternância do dia e da noite, através de diferenças nos níveis de luminosidade, é percebida por meio de vias fóticas pelo sistema de temporização circadiana (STC). Esses estímulos, chamados fóticos, fornecem informações temporais para o STC sincronizando os osciladores biológicos com esse ciclo ambiental. Outros estímulos também são capazes de sincronizá-los e são chamados de sincronizadores não-fóticos. Esta revisão aborda o efeito do EF sobre o sistema de temporização e, ao mesmo tempo, discute as possíveis e prováveis aplicações cronobiológicas dos conhecimentos abordados. O EF pode afetar o STC através de vias não-fóticas, podendo beneficiar a saúde de indivíduos em diversas situações...

Privação de sono e exercício físico

Antunes,Hanna Karen M.; Andersen,Monica L.; Tufik,Sergio; De Mello,Marco Tulio
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
Relevância na Pesquisa
76.58%
A privação do sono é a remoção ou supressão parcial do sono, e esta condição pode causar diversas alterações: endócrinas, metabólicas, físicas, cognitivas, neurais e modificações na arquitetura do sono, que em conjunto comprometem a saúde e a qualidade de vida do sujeito nestas condições. Já o exercício físico praticado regularmente promove benefícios como melhora do aparato cardiovascular, respiratório, endócrino, muscular e humoral, além disso, pode melhorar a qualidade do sono. Entretanto, a associação desses dois parâmetros não tem sido bem explorada, em parte pela dificuldade conseguir voluntários que se submetam a essa condição principalmente sem nenhum tipo de compensação financeira. A maioria dos estudos que investigaram o binômio exercício físico e privação de sono focou os efeitos no desempenho aeróbio. Embora ainda haja controvérsias, os estudos apontam para pequena ou nenhuma alteração desse parâmetro quando as duas situações se fazem presentes. Em relação à potência anaeróbia e força não tem sido encontrados alterações significativas, mas para eventos prolongados, parece haver uma interação entre a privação de sono e o exercício físico, o que sugere um mecanismo de proteção. Entretanto...

Resposta taquicárdica e controle autonômico no exercício físico em modelo genético de insuficiência cardíaca

Cunha,Telma F.; Saito,Thaís A.; Bueno Júnior,Carlos R.; Coelho,Marcele A.; Mattos,Katt C.; Brum,Patricia C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 PT
Relevância na Pesquisa
76.44%
O aumento da atividade nervosa simpática e a taquicardia em repouso ou durante esforços físicos estão associados ao aumento da morbimortalidade, mesmo na ausência de sinais clínicos de doença cardíaca. Sabendo-se da importância dos receptores α2A/α2C-adrenérgicos na modulação da atividade nervosa e frequência cardíaca (FC), o presente trabalho utiliza um modelo genético de cardiomiopatia induzida por excesso de catecolaminas circulantes baseado na inativação gênica dos receptores α2A/α2C-adrenérgicos em camundongos (α2A/α2CKO) para verificar a resposta da FC ao exercício físico (EF), assim como o controle simpatovagal da FC ao EF. Testou-se a hipótese de que haveria resposta taquicárdica exacerbada durante o EF nos camundongos α2A/α2CKO mesmo quando a função cardíaca ainda estivesse preservada em repouso, sendo o receptor α2A-adrenérgico o principal responsável por essa resposta. Camundongos machos da linhagem C57Bl6J, controle (CO) e com inativação gênica para os receptores α2A (α2AKO), α2C α2CKO) e α2A/α2CKO foram submetidos a um teste de tolerância ao esforço físico. Outros dois grupos de camundongos, CO e α2A/α2CKO...

Parâmetros, considerações e modulação de programas de exercício físico para pacientes oncológicos: uma revisão sistemática

Soares,Wodyson Thiago Escriboni
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
Relevância na Pesquisa
76.6%
INTRODUÇÃO: Este trabalho buscou dados que descrevessem a utilização do exercício físico, não como método preventivo, mas sim como modalidade terapêutica adjuvante no enfrentamento do câncer (CA) e seu tratamento desde o diagnóstico até a recuperação, visto que são muitos os prejuízos e efeitos colaterais vivenciados pelos pacientes que podem ser modificados através da prática de exercícios físicos. OBJETIVOS: Identificar e selecionar referências que demonstrassem parâmetros necessários para prescrição de programas de exercício físico para pacientes oncológicos. MÉTODO: Foi utilizado o modelo sistemático de pesquisa nas bases de dados Medline, Liliacs e PubMed, utilizando os descritores: cancer, physical exercise, physical activity, exercise, sendo considerados artigos publicados entre 1997 e 2008, nos idiomas português, inglês, espanhol e alemão. Foram selecionados os artigos que apresentaram dados que embasassem a utilização do exercício físico como método terapêutico, bem como sua modulação, indicação, contraindicação e sua interação com outros tratamentos. RESULTADOS: Na literatura revisada, foram encontrados subsídios que embasam a utilização do exercício físico como adjuvante no enfrentamento do CA e seu tratamento...

Efeito do exercício físico e estatinas na função muscular em animais com dislipidemia

Accioly,Marilita Falângola; Camargo Filho,José Carlos Silva; Padulla,Susimary Aparecida Trevizan; Lima,Ana Lúcia Zocal de; Bonfim,Mariana Rotta; Carmo,Edna Maria do; Pinhel,Marcela Augusta de Souza; Lima,Mariana Accioly; Azoubel,Reinaldo; Brandão,Ant
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
Relevância na Pesquisa
76.51%
As estatinas são utilizadas no tratamento das dislipidemias, com grande tolerância; no entanto, vários efeitos colaterais podem surgir, destacando-se miopatia. A prática regular do exercício físico (EF) produz modificações favoráveis no perfil lipídico; entretanto, pode gerar lesões musculares. OBJETIVO: Avaliar o efeito da associação entre exercício físico e estatinas na função muscular, pela análise histológica, em modelo experimental animal com dislipidemia. MÉTODOS: Foram utilizados 80 ratos machos Wistar, distribuídos em oito grupos, incluindo animais submetidos à dieta hipercolesterolêmica (DH), sinvastatina com (G1) e sem (G2) EF; DH e fluvastatina, com (G3) e sem EF (G4); alimentados com ração comercial (RC) na presença (G5) e ausência de (G6) EF; DH submetidos (G7) ou não (G8) a EF. A DH foi administrada por 90 dias, as estatinas e prática de EF em esteira rolante por oito semanas. Os animais foram sacrificados, e o músculo sóleo retirado para análise histológica. Aplicaram-se os testes t de Student pareado e análise multivariada, com nível significante para p < 0,05. RESULTADOS: As principais alterações histológicas encontradas foram fibras de diferentes diâmetros, atróficas, em degeneração...

Interferência da L-arginina e do exercício físico sobre a morfologia do músculo estriado esquelético em ratos jovens

Melo,Maria Patrícia Pereira; Vasconcelos,Anna Carolina de Sena e; Santos,Patrícia Clara Pereira dos; Monteiro,Heloísa Mirelle Costa; Santos,Ângela Amâncio dos; Maia,Luciana Maria Silva de Seixas; Evêncio,Liriane Baratella
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
Relevância na Pesquisa
76.58%
INTRODUÇÃO: O exercício físico pode promover alterações anatomofisiológicas no músculo estriado esquelético e a ingestão do aminoácido L-arginina pode influenciar na morfometria da fibra muscular esquelética. OBJETIVO: Analisar a influência da L-arginina associada ao exercício físico sobre a fibra muscular esquelética. MÉTODOS: Foram utilizados 24 ratos da linhagem Wistar. Aos sete dias de vida, esses animais foram divididos em dois grupos: tratados com L-arginina (grupo-Ar; 300 mg/kg/dia) e tratados com volume equivalente do veículo - água destilada (grupo-Ag; controle). A L-arginina ou a água foi administrada diariamente por gavagem. Aos 15 dias de idade, os animais dos grupos Ar e Ag foram subdivididos de acordo com a condição de exercício físico a que foram submetidos: exercitados em esteira (grupo E) e não exercitado (grupo N). O exercício foi realizado em esteira (ET 2000 Insight) cinco dias por semana com duração diária de 30 minutos. Os grupos foram assim distribuídos (n = 6): AgN, AgE, ArN e ArE. Ao atingirem a idade de 35-45 dias de vida, os animais foram pesados, sacrificados e retidado o músculo gastrocnêmio. Este foi medido, pesado e processado para análise histológica. As imagens do músculo foram capturadas na objetiva de 100x para cálculo do diâmetro médio da fibra muscular. Os dados foram expressos na forma de média ± desvio padrão...

"Estatinas, miopatia e exercício físico"

Blaj, Roberta Natasa
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
66.65%
Introdução As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade e morbilidade nos países industrializados, constituindo um grave problema de saúde pública. A hipercolesterolémia representa um importante fator causal dessas doenças. As estatinas, ou inibidores da 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A redutase, são os agentes mais efetivos no tratamento da hipercolesterolémia. A miopatia é o efeito adverso mais frequentemente associado às estatinas, podendo ocorrer elevações assintomáticas da creatina cinase e rabdomiólise com manifestações mais graves que podem pôr a vida em risco. Os mecanismos através dos quais as estatinas induzem miopatia ainda são incertos, sendo embora reconhecida a probabilidade dos efeitos miotóxicos das estatinas aquando da associação com a prática de exercício físico. Objetivos  Averiguar se a miopatia associada à toma de estatinas é agravada pelo exercício físico;  Verificar se o sexo e a idade dos indivíduos condicionam a escolha da estatina;  Objetivar se os indivíduos que tomam estatinas têm um padrão alimentar diferente;  Determinar se a escolha da estatina limita o exercício físico aeróbio regular e se este aumenta os níveis da CPK nos pacientes que tomam estatinas;  Verificar se a miopatia é um efeito adverso frequente das estatinas na região Centro de Portugal;  Objetivar a influência do exercício físico...

Exercício Físico em Adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1

Pereira, Ester; Neto, Silvia; Moleiro, Pascoal; Gama, Ester
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 26/10/2015 PT
Relevância na Pesquisa
66.65%
Introdução: A diabetes mellitus tipo 1 associa-se a risco elevado de complicações relacionadas com aterosclerose. Pretendeu--se caracterizar o exercício físico realizado por adolescentes com diabetes mellitus tipo 1 e determinar o seu impacto no controlometabólico.Métodos: Aplicação de questionário escrito sobre exercício físico e adequação da monitorização das glicemias capilares, insulinoterapiae alimentação. Avaliação na data de preenchimento do questionário de peso, estatura, pressão arterial e hemoglobinaA1c. Consulta do processo clínico para determinação de variáveis demográficas, duração da doença e perfil lipídico.Resultados: Constituíram a amostra 51 adolescentes e praticavam exercício físico regular 51%. Monitorizavam as glicemias capilaressempre / muitas vezes 51% antes, 18% durante e 47% com maior frequência, após o exercício físico. Reforçavam com hidratosde carbono sempre / muitas vezes a refeição anterior 53% e as refeições posteriores 33%. Ajustavam sempre / muitas vezes a dosede análogo de insulina de ação rápida da refeição anterior 65% e a dose de análogo de insulina de ação lenta do mesmo dia 55%.A frequência e tipo de exercício físico não se relacionaram com fatores de risco de doença cardiovascular. O pior conhecimentoteórico sobre atuação no exercício físico associou-se a hemoglobina A1c mais elevada e a maior frequência de dislipidemia.Discussão: Quase metade dos adolescentes com diabetes mellitus tipo 1 não pratica exercício físico regular. A frequência etipo de exercício físico não influenciaram o controlo metabólico. No entanto...

Physical exercise, inflammatory process and adaptive condition: an overview. DOI: 10.5007/1980-0037.2011v13n4p320; Exercício físico, processo inflamatório e adaptação: uma visão geral. DOI: 10.5007/1980-0037.2011v13n4p320

Silva, Fernando Oliveira Catanho da; Universidade Estadual de Campinas; Instituto de Biologia; Departamento de Bioquímica. Laboratório de Bioquímica do Exercício. Campinas, São Paulo, Brasil.; Macedo, Denise Vaz; Universidade Estadual de Campinas; In
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares","Artigo Solicitado"; Overview; "Avaliado por Pares", "Artigo Solicitado"; Revisão de Literatura Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 15/06/2011 ENG
Relevância na Pesquisa
76.53%
Physical exercise induces inflammation, a physiological response that is part of immune system activity and promotes tissue remodeling after exercise overload. The activation of the inflammatory process is local and systemic and is mediated by different cells and secreted compounds. The objective is to reestablish organ homeostasis after a single bout of exercise or after several exercise sessions. The acute-phase response involves the combined actions of activated leukocytes, cytokines, acute-phase proteins, hormones, and other signaling molecules that control the response to an exercise session and guide the adaptations resulting from training. This review provides an overview of the inflammatory process related to exercise and literature data regarding markers of inflammation in response to different experimental protocols. The results obtained indicate distinct inflammatory responses to acute and chronic exercise. In general, acute exercise induces a proinflammatory response characterized by transient leukocytosis (neutrophilia, monocytosis, and lymphocytosis), followed by a partial cellular immunosuppressive state. An increase in serum concentrations of creatine kinase, C-reactive protein and cell adhesion molecules is also observed...