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Poesia, retórica e educação na Ifigênia em Áulis de Eurípides.; Poetry, rhetoric and education in Iphigenia in Aulis de Euripides.

Weffort, Luis Fernando
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/03/2008 PT
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37.84%
Trata-se de pesquisa teórica, de cunho filosófico-educacional, sobre o modo como Eurípides retrata, discute e problematiza, em sua obra, o debate intelectual e político que marcou a vida cultural de Atenas na segunda metade do século V a.C., assim como os seus desdobramentos no campo moral e educacional. Em virtude da dificuldade de tomarmos, neste estudo, como objeto de análise o conjunto da obra conservada de Eurípides, damos destaque à peça Ifigênia em Áulis. Além de abordar explicitamente o tema da educação, essa obra consta entre as últimas composições do poeta, o que nos permite analisar o amadurecimento de suas reflexões poético-filosóficas. A tragédia, embora com características bastante peculiares, insere-se na Grécia como herdeira da tradição poética grega - a épica e a lírica - e da sua missão educadora. Em face das grandes transformações de caráter político, social e cultural ocorridas na Grécia com o desenvolvimento e a consolidação do modelo de pólis democrática - que tem o seu apogeu no século V a.C., um novo perfil de homem, com características bastante diferentes daquelas projetadas em torno da nobreza aristocrática palaciana, vai ser exigido. Reconfigurando as estruturas do mito e valendo-se dos meios expressivos do teatro...

Enganos, enganadores e enganados no mito e na tragédia da Eurípides; Deceptions, deceivers and deceived in Myth and Euripides tragedy

Ribeiro Junior, Wilson Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/2011 PT
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37.61%
O engano, enquanto reflexo da realidade, está representado em diversos gêneros literários e na literatura de várias épocas. Este trabalho analisa, primariamente, os antecedentes míticos, o léxico e a estrutura dramática dos enganos mencionados ou encenados em todas as tragédias conhecidas de Eurípides, completas ou fragmentárias. Precede a análise um breve estudo da teoria comportamental do engano e de sua presença na literatura antiga, notadamente a da Grécia (dos poemas homéricos até o fim do século -V), e um excurso sobre o engano na poesia pré-euripidiana e sua influência na tragédia grega. A última parte do estudo compreende uma sistematização da estrutura do engano euripidiano e de seu léxico.; Deception, as a reflex of our reality, can be found in many literary genres and literary compositions of all times. This work deals primarily with the mythical antecedents and with lexical and dramatical structure of deceits briefly described or staged in all known Euripides complete or fragmentary tragedies. A study on behavioral deception theory and its presence in ancient literature, specially in Greece from homeric poems until the fifth century B.C., with an excursus on deception in pre-euripidean poetry and its influence in Greek tragedy precedes the analysis. A systemization of lexical and structural characteristics of euripidean deception completes the study.

Electra de Eurípides: estudo e tradução; Electra by Euripides: study and translation

Sacconi, Karen Amaral
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/07/2012 PT
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O presente trabalho tem como objeto de estudo a tragédia Electra de Eurípides no que concerne à atualização que o poeta faz do episódio em sua versão dramática do mito de Orestes. Para tal, divide-se em duas partes, sendo que a primeira compreende o estudo propriamente dito e a segunda traz uma tradução integral do poema dramático seguindo os moldes de uma tradução acadêmica para fins de estudo. O estudo apresenta três capítulos que abordam a questão da atualização sob diferentes perspectivas. O primeiro trata da história do mito desde Homero até sua chegada à poesia dramática e apresenta um estudo comparativo das três versões trágicas que têm o mito por matéria, a saber, a Oresteia de Ésquilo e as Electras de Sófocles e Eurípides. A partir do segundo capítulo, o foco é dado à Electra euripidiana. Parte-se, então, de uma análise pontual de algumas das personagens e do coro com vistas a um estudo dirigido às inovações do enredo. A encenação da tragédia é, por fim, matéria de estudo do terceiro capítulo, ainda sob o ponto de vista da atualização. De uma forma geral, o estudo tem por objetivo uma reflexão sobre os modelos visados por Eurípides, sobre as adaptações que esses sofreram e...

Helena de Eurípides: estudo e tradução; Helen by Euripides: study and translation

Crepaldi, Clara Lacerda
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/11/2013 PT
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37.67%
Esta dissertação tem como objeto de estudo a tragédia Helena de Eurípides e sua reinterpretação do mito de Helena. Para tanto, está dividida em duas partes, sendo a primeira um estudo e a segunda uma tradução completa da tragédia em versos. O estudo tem dois capítulos: o primeiro aborda o problema do gênero dramático da peça e alguns aspectos de sua encenação; e o segundo discute imagens tradicionais do mito de Homero a Eurípides, enfatizando a síntese da composição euripideana.; This thesis focuses on the tragedy Helen by Euripides and its reinterpretation of the Helen myth. It is divided in two parts. The first one contains a study and the second offers a complete verse translation of the tragedy. The study presents two chapters. The first deals with the problem of Helens dramatic genre and some aspects of its staging. The second discusses traditional images of the myth from Homer to Euripides, emphasizing the synthesis of the Euripidean composition.

As Metamorfoses de Helena nas Tragédias de Eurípides (Século V a.C.); The Metamorphoses of Helen (Fifht Century BC)

SILVA, Tatielly Fernandes
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em História; Ciências Humanas Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em História; Ciências Humanas
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The present Dissertation aims to understand the many representations of the mythic character Helen, as they have been elaborated by the tragedian Euripides. Selected as sources for this research, three tragedies shall be analysed in our work: The Trojan Women (415 AD), Orestes (408 AD) , and Helen (412 AD). Whenever it may come necessary, we will use the other tragedies as supporting documents to the subject we are attending to endorse, for which we may appeal also to the works of Homer, Hesiod and the sophist Gorgias of Leontini, as well as the plays of other great tragedians from the Classical Athens, Aeschylus and Sophocles. By the utilization of the concept representation , which have been largely discussed by most historians in the last decades of 20th century, we will be intending to make an association between representation and other common concepts used by the New Social History, such as memory and mythology. This is due to the multiple understanding we can achieve over the character Helen as a mytheme as it is presented both in narrative and interpretations in the Greek mythological system as it was known in the Classical Athens. The image of Helen was reinterpreted by Euripides tragedy, mainly because Helen s Pan-Hellenic characteristics...

As representações de Héracles nas tragédias do período clássico em Atenas: uma releitura das obras de Sófocles e Eurípedes; The representations of Heracles in the tragedies of the classic period in Athenas: a rewriting of the tragedies of Sophocles and Euripides

Pinto, Poliane da Paixão Gonçalves
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Historia (FH); Faculdade de História - FH (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Historia (FH); Faculdade de História - FH (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Héracles is a very well known character of mythological narratives, its fame hasn’t been limited by the antiquity, even with all its popularity, it isn’t possible to define the mythological origin of this mythological hero. This research was limited to the understanding of how Heracles’ representation was used during the tragedies of the classic period. In order to accomplish it, the following data and pieces of work were used: Alcestis e Héracles de Euripides, e The Trachiniae e Philoctetes de Sóphocles - one of the few tragedies that were conserved along the time, using the image of this hero. This study points out the relevance of the tragic presentation activeness, its relation with the polis, as well as with the hero (representative of the political community), accomplishes, when it comes to its divine nature, the integration of social roles in a moment of war between the polis.; Héracles é um conhecido personagem das narrativas míticas, sua fama não se limitou a antiguidade, mesmo com toda sua popularidade não é possível definir a origem do mito deste herói intrigante. Esta pesquisa se limitou a entender como a representação de Héracles foi utilizada nas tragédias do período clássico. Para realizar tal intento usamos como fontes as obras trágicas: Alceste e Héracles de Eurípides...

O Divino nos Sofistas e em Eurípides

Almeida, João Paulo Barros Alves Rodrigues de
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
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37.86%
O tema do divino nos sofistas e em Eurípides confere unidade de fundo ao presente trabalho. São dificilmente recortáveis passos dramáticos das peças do tragediógrafo que constituam transposições inequívocas de posições de sofistas sobre religião, por duas ordens de razões: a escassez de ipsissima verba desses pensadores sobre o assunto e a multiplicidade e variedade de elementos religiosos na obra do dramaturgo. Para enfrentar o primeiro óbice era indispensável tratar da problemática da receção da sofística. Distinguiram-se, na 1ª parte da dissertação, dois enfoques principais da sua reabilitação: a moderna e a pós-moderna. Neste último sobressai o movimento neosofista, o qual aproxima a primeira sofística de pensadores de referência do pós-modernismo, de que destacámos Nietzsche, Heidegger, Derrida, Rorty. A retórica neosofista procede polemicamente no que respeita à relação entre sofistas e Platão. Será claro que, em tal querela, nos subtraímos à animosidade antiplatónica, dando corpo à sugestão de que conhecemos o pensamento dos sofistas graças ao filósofo e não apesar dele. Por implicação, era mister debruçarmo-nos sobre a possibilidade do conhecimento histórico. Sobre a religião grega...

Una lectura trágica y antibelicista para Ifigenia entre los Tauros, de Eurípides = [A Tragic Anti-War Interpretation of Euripides' Iphigenia Among the Taurians]

Solís de Ovando Donoso, Marina L.
Fonte: Murcia: Universidad de Murcia, Editum Publicador: Murcia: Universidad de Murcia, Editum
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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Una tierra lejana y una historia envuelta en el misterio, una acción trepidante y un redondo final feliz han llevado a la mayoría de los estudiosos a considerar firmemente que Ifigenia entre los Tauros no puede ser considerada como una tragedia real. Este artículo trata de demostrar lo contrario. Está muy extendida la opinión de que nos encontramos ante un melodrama evasivo de tipo novelesco que solo busca entretener al público en lugar de mostrar una verdad universal a través del símbolo en el mito. Creemos sin embargo que un examen en profundidad de los recursos empleados por Eurípides, así como una lectura exenta en lo posible de juicios a priori, nos mostrará rasgos propiamente trágicos en la historia, un espectáculo lleno de phóbos, éleos y cátharsis incluso en más de un nivel: y un mensaje profundo y doloroso, un grito contra la guerra del Peloponeso que entronca con la intención pacifista de otras tragedias euripideas del momento. Buscamos así una revisión de la obra euripidea, más humana y menos forzada, íntimamente relacionada con su contexto histórico y menos atada a las ideas preconcebidas y a los análisis modernos.; A far away and strange land, a story surrounded by mystery, and a great and perfect happy ending have been considered by most scholars as a proof for the following point: Iphigenia among the Taurians is not a real tragedy. This paper focuses on demonstrating the opposite. It is generally acknowledged that we are faced with an evasive melodrama...

Wole Soyinka y Eurípides: una tumultuosa celebración de la vida

Anaya Ferreira, Nair María
Fonte: Universidad Nacional Autónoma de México. Facultad de Filosofía y Letras Publicador: Universidad Nacional Autónoma de México. Facultad de Filosofía y Letras
Tipo: Articulo
ES
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37.52%
Ensayo; Este ensayo explora las preocupaciones políticas, sociales y culturales de Soyinka tomando como punto de partida su exploración del rol del mito en la cultura Yoruba y sus repercusiones en la sociedad nigeriana contemporánea. En su reescritura de la tragedia más conocida de Eurípides, Las Bacantes, Soyinka reflexiona sobre el impacto del proceso colonial y el papel de las dictaduras modernas en numerosos países tercermundistas. Llamativamente nombrada The Bachea of Euripides. A Communion Rite, la obra teatral de Soyinka lleva la intertextualidad a sus extremos, no sólo al utilizar la tragedia griega como hypotexto, sino al relacionar la critica subversiva que establece Eurípides frente al imperialismo griego, a su propia denuncia de la colonización y de la tiranía. Por su uso radical de imágenes y simbología –el hecho de que la sangre de Penteo se transformara en vino del que todos toman, por ejemplo- la obra no fue bien recibida en Londres en los setenta. Actualmente se reconoce como una de las obras maestras del autor.; Universidad Nacional Autónoma de México

Tragedia y filosofía: Eurípides y los antecedentes de la dialéctica socrático-platónica

Padilla Longoria, María Teresa
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Articulo
ES
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//// Abstract: This article proposes that: I. The dialogic content of Euripides tragedies includes a poetic reflection on the human tragic condition. Because of our human insufficiency we need communication and completion. Drama pictures a way of completion in its heroic characters. The dramatist portrays them in such a way that we can appreciate the process in which they acquire this tragic self-consciousness through well-defined conversations. The moral message of these tragic conversations is central insofar as it contains two main points: a proposal of a model of man and a communitarian model of humanity. II. In the particular case of Euripides the dialogic form is central because he illustrates with his tragedies a specific mode of verbal intercourse that has many for mal similarities to the Socratic-Platonic idea of dialectic as a philosophical method of conversation through questions and answers.

Frágil culpabilidad. El conflicto entre arrogancia moral y sabiduría trágica en Eurípides

Lenis Castaño, John Fredy
Fonte: Universidad Sergio Arboleda Publicador: Universidad Sergio Arboleda
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; Artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf; application/pdf; documentos
SPA
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En Eurípides se halla la tesis del carácter humano de la culpa y el castigo; convirtiendo la responsabilidad en un asunto inmanente a la vida de los hombres a pesar de las creencias religiosas. En este sentido; la ley; las pasiones humanas; la racionalidad y la fe entran en una tensión que no ha dejado de darse a pesar de la renovación moral de la modernidad. Este artículo se estructurará siguiendo algunos temas morales fundamentales de varias tragedias de dicho pensador desde una perspectiva principalmente genealógica y hermenéutica; haciendo un análisis intra e intertextual que permita poner en consideración la importancia de la sabiduría trágica para el aleccionamiento de una conciencia moral falible e histórica.

El monólogo de Casandra : juicio y condena de la guerra injusta (Eurípides, Troyanas 353-405)

Vela Tejada, José
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2008 SPA
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37.4%
En un pasaje altamente retorizante, Eurípides pone en boca de Casandra, que ha abandonado el éxtasis báquico, un análisis objetivo de las negativas consecuencias que la guerra tiene para los vencidos, pero también para los vencedores. El estudio de los recursos estilísticos utilizados por el autor revela los procedimientos característicos de su técnica dramática.; In a highly rhetorizing passage Euripides puts in the mouth of Cassandra, who has left Bacchic ecstasy, an argumentative analysis of the negative consequences that wars carry for the defeated, but also for the vanquishers. A study of the stylistic resources used by the author reveals the characteristic procedures of his dramatic technique.

Alusiones a la sexualidad en algunas tragedias conservadas de Eurípides; Alusiones a la sexualidad en algunas tragedias conservadas de Eurípides; Alusiones a la sexualidad en algunas tragedias conservadas de Eurípides

Férez, Juan Antonio López
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 26/10/2005 SPA
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Este artigo pretende verificar alusões à sexualidade, explícitas ou veladas, em nove tragédias de Eruípides.; Este artigo pretende verificar alusões à sexualidade, explícitas ou veladas, em nove tragédias de Eruípides.; This paper intends to verify explicit or veiled allusion tosexuality in nine works of Euripides

El mar y la tempestad: un tópico literario desde el Yambo de las mujeres de Semónides de Amorgos a la Andrómaca de Eurípides; El mar y la tempestad: un tópico literario desde el Yambo de las mujeres de Semónides de Amorgos a la Andrómaca de Eurípides;

Nápoli, Juan Tobías
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2008 SPA
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El mar y la tempestad se han convertido en tópico literario en la literatura occidental. Intentaremos mostrar, a través de un ejemplo del yambógrafo Semónides de Amorgos y de la Andrómaca de Eurípides, que, en realidad, el mismo valor simbólico que el tópico del mar y la tempestad alcanza en la lírica se replica en la tragedia: la metáfora está ya lo suficientemente cristalizada como para que se constituya en vehículo para expresar la presentación de los personajes.; The sea and the storm have become a literary commonplace in Western literature. We will try to show, through an example of Semonides of Amorgos and Andromache of Euripides, which, in fact, the same symbolic value that the topic of the sea and the storm reaches the lyric is replicated in the tragedy: the metaphor is  crystallized enough so so that becomes a vehicle for expressing the presentation of the characters. ;

Un himno no convencional en Medea de Eurípides; Un himno no convencional en Medea de Eurípides

González de Tobia, Ana María
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2008 SPA
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La integración estética del coro en la tragedia griega resulta una tarea crítica atractiva. En varias oportunidades hemos expuesto nuestra posición respecto de la funcionalidad coral dentro de la producción trágica de Eurípides. El tercer estásimo de Medea nos proporciona un corpus adecuado para demostrar que la representación ficcional de la actividad teatral, sosteniendo la mimesis cultual original, provee la poíesis mitohistórica en honor de la Atenas contemporánea a Eurípides.; Aesthetic integration of the chorus in Greek tragedy is a critical task attractive. On several occasions we have stated our position on coral functionality within the production of Euripides' tragedy. Medea’s third stasimon provides an adequate corpus to show that fictional representation of theatrical activity, holding the original cult mimesis, provides the mythohistorical poíesis in honor of the contemporary Athens of Euripides.

Eurípides aristofânico: a tragédia como artifício cômico; Eurípides aristofânico: a tragédia como artifício cômico

Pompeu, Ana Maria César
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2008 POR
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Em Acarnenses, Aristófanes se servirá do Télefo de Eurípides para se defender como poeta cômico e como protagonista; tal modelo será retomado em Tesmoforiantes, na necessidade de um novo disfarce, o feminino. Novamente quando a tragédia estava no Hades, e a cidade precisava de uma salvação, o deus Dioniso se travestirá de Héracles para resgatar Eurípides, que, embora substituído por Ésquilo, será a motivação do resgate da tragédia no mundo dos mortos, em Rãs. Aristófanes, fazendo a crítica e assimilando os artifícios da tragédia de Eurípides, o poeta das inúmeras soluções, estabelece os limites de sua própria comédia e se distingue como poeta e pensador na Atenas da segunda metade do século V.; In Acharnians Aristophanes to serve the Telephus of Euripides to defend himself as a poet and as a comic actor, such a model will be resumed in Thesmophoriazusae, the need for a new outfit, the feminine. Again when the tragedy was in Hades, and the city needed a bailout, the god Dionysus was disguised as Herakles to rescue Euripides, which, although replaced by Aeschylus, is still the motivation of the rescue of the tragedy in the world of the dead, in Frogs. Aristophanes, criticizing and assimilating the tricks of the tragedy by Euripides...

Canto e espetáculo em Ifigênia em Áulis de Eurípides: prólogo e párodo (1–302); Canto e espetáculo em Ifigênia em Áulis de Eurípides: prólogo e párodo (1–302)

Santos, Fernando Brandão dos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2008 POR
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The aim of the present paper is to present some reflexions on the prologue and the parados of Euripides’ Iphigenia at Aulis (vv. 1-302).Although we present briefly the problemns of the transmission of the text of the prologue (dialogues between Agamemon and the servant), and of the parodos with the entrance of the chorus of newly married women from Calcis, we want to highlight the contrast and dramatic tension brought by these scenes to the spectacle to be seen by the audience. So, right in this beginning of the play, it is stablished the oposition between the young Iphigeneia, Agamemnon’s virgin eldest daughter, who will be sacrificed, and the married women that arrive from Calcis to “admire the spectacle” with the presence of the heroes, “demigods” in Aulis. Thereby, Euripides creates the ideal emotional atmosphere to the spectacle that will frame the heroic sacrifice of the young Iphigeneia.; O objetivo do presente trabalho é apresentar minhas reflexões sobre o prólogo e párodo de Ifigênia em Áulis de Eurípides (1-302). Embora apresentemos brevemente os problemas de transmissão do texto do prólogo (diálogos entre Agamêmnon e o servo), e do párodo com a entrada em cena do coro de mulheres recém casadas da Cálcida...

Eurípides: Suplicantes (838-954)

Salvador, Evandro Luis; Universidade Estadual Paulista
Fonte: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais Publicador: Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/2014 POR
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37.4%
O trabalho apresentado consiste na tradução do quarto episódio da tragédia As Suplicantes, de Eurípides, que é todo ele uma oração fúnebre aos heróis argivos mortos na expedição dos sete chefes contra Tebas. Consiste, também, numa introdução que apresenta algumas reflexões sobre os ritos fúnebres em Atenas e a função que eles exercem na tragédia de Eurípides.

Troianas: do filme de Michael Cacoyannis à tragédia de Eurípides

Werner, Christian; Universidade de São Paulo
Fonte: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental Publicador: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 26/10/2011 POR
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37.4%
Busca-se apontar algumas diferenças fundamentais entre a tragédia Troianas, de Eurípides, e a versão que lhe foi dada no filme homônimo de Michael Cacoyannis. Elementos próprios da religião grega mostram que a tragédia de Eurípides não tem, em seu centro, as mensagens políticas unívocas propostas por certas adaptações modernas.

Vanosruidos de la lengua: la construcción del lenguaje poético en Eurípides

Nápoli,Juan Tobías
Fonte: Synthesis (La Plata) Publicador: Synthesis (La Plata)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 ES
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El análisis retórico tradicional del lenguaje poético delas tragedias de Eurípides ofrece frecuentemente el recuento de una variedad derecursos de estilo. Sin embargo, Eurípides propone una reflexiónmeta-discursiva acerca de la relación entre el objeto denominado y el nombrecon el que se lo denomina, reintroduciendo de esta manera una autoconciencia desu quehacer literario. La cabal comprensión de este planteo meta-discursivo deltrágico nos dará una clave que nos permitirá profundizar el sentido de sus usosretóricos. Intentaremos analizar este lenguaje poético euripideo en sus seistragedias de tema bélico -Heraclidas, Hécuba, Troyanas, Helena,Suplicantes e Ifigenia en Áulide-, como una construcciónintelectual autónoma que, en su complejidad retórica, intenta servir deherramienta y espejo (y, por tanto, de aproximación cognitiva) a la nuevacontemplación del mundo que el final del siglo V propone