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Bakhtin e o grupo: incongruências de uma linguística ortodoxa; Bakthin and the BMV group: incongruences of an orthodox Linguistics

MARCONDES FILHO, Ciro
Fonte: São Paulo Publicador: São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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For these Russian authors, a sign has to be faithful to reality but what is, in fact, «to be faithful», what is «reality»? They suggest that thought structures itself only by means of signs – as Peirce, who denies the reality of dreams saying that the act to feel hunger is an ideological expression and the shouts of a new-born are already appreciative manifestations of this new human being. The authors had inspired the structuralism, saying that a «semiodiscourse» structures men. Although this instance, word remains neutral, assertion strange to their Hegelian and Marxist roots; their paradigm in contrast, can be Heideggerian, according to which, only the «marked» being exists: looking at one determined thing, I place it, I fit it in its context. To place something is to attribute sense and that is more Stoic than, in fact, Marxist.; Para os autores russos, um signo tem que ser fiel à realidade, mas o que é, de fato, «ser fiel», o que é «realidade»? Eles sugerem que o pensamento só se estrutura por signos - como Peirce, que nega a realidade dos sonhos - exagerando na afirmação que o ato de sentir fome é expressão ideológica e os gritos de um recém-nascido já são manifestações apreciativas desse novo ser. Tais autores inspiraram o estruturalismo...

Narração e doutrina na Constante Florinda: exempla estóicos para a vida cristã; Narration and doctrine in Constante Florinda: exempla stoics for christian life

Lachat, Marcelo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2008 PT
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Os Infortúnios trágicos da constante Florinda, de Gaspar Pires de Rebelo, foram publicados em 1625. Devido ao sucesso alcançado pelo texto, veio a público, em 1633, uma continuação intitulada Segunda parte da Constante Florinda, em que se trata dos infortúnios que teve Arnaldo buscando-a pelo mundo. A Constante Florinda (esse é o título pelo qual as duas partes da obra, em conjunto, ficaram conhecidas), muito lida nos séculos XVII e XVIII, foi praticamente esquecida nos séculos seguintes. Este nosso trabalho tem como objetivo analisar a referida obra, evidenciando os procedimentos retóricos e poéticos e os ensinamentos estóico-cristãos que constituem a narração e a doutrina da Constante Florinda. Tendo em vista tal propósito, o estudo, num primeiro momento, volta-se para os preceitos retóricos e poéticos que permitem pensar-se numa ars narrandi, ou seja, uma técnica de narrar que o narrador, como persona gnara, conhece e sabe empregar ao relatar os infortúnios trágicos de Florinda e Arnaldo. Se um dos ofícios dessa narração é ensinar algo para os leitores, já que estes devem ser movidos não apenas pelo deleite, mas também pelo proveito, nosso trabalho, num segundo momento, discute as lições das histórias narradas. Assim...

Uma abordagem não normativa dos fatos da língua latina; A non-prescriptive approach of the facts of the Latin language

Murachco, France Yvonne
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/02/2010 PT
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Os primeiros questionamentos a respeito da linguagem vêm dos filósofos gregos. Interessavam-se em saber como as palavras se organizavam para formar mensagem inteligível. Depois dos estoicos, os pesquisadores da Biblioteca de Alexandria, diante da necessidade de estabelecer os textos dos quais recebiam lições diferentes, catalogaram os fatos de língua, e começaram um estudo da língua baseado sobre normas e regras. Mas a língua não se enquadra em normas rígidas e elas são frequentemente desmentidas pelo uso original que cada falante, a fortiori cada autor, faz dela, o que gera exceções. Uma aprendizagem baseada sobre regras e exceções se apresenta como pouco satisfatória para o intelecto. Quanto ao latim, ele apresenta tanto uma flexão verbal quanto uma flexão nominal; é por meio dessa última que são reveladas as relações estabelecidas entre as palavras pelo falante para comunicar-se com outra pessoa. Neste trabalho procura-se abordar o enunciado a partir de dois pontos: primeiro, sublinhando os significados que permeiam as relações expressas pelos casos para os nomes, pelos modos e tempos para os verbos, segundo, mostrando como as formas, parte física da palavra, se estabeleceram na diacronia, e se modificaram na oralidade sob o efeito da economia linguística. A língua originária...

Lógica como órganon no aristotelismo antigo: o conceito filosófico de disciplina instrumental no período entre Aristóteles e Alexandre de Afrodísia; Logic as organon in the ancient aristotelianism: meaning and relations of the philosophical concept of instrumental discipline between Aristotle and Alexander of Aphrodisias

Tiburtino, Hugo Bezerra
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2015 PT
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Investigar as relações filosóficas da lógica como instrumento segundo os antigos aristotélicos, até a época de Alexandre de Afrodísia, é o objeto principal de nosso trabalho. Ora, após avaliarmos criticamente algumas interpretações recentes, é ainda mais claro que uma lógica-instrumento não se encontra em Aristóteles. Como não pôde ter sido Aristóteles o primeiro a defender essa doutrina, nossa investigação se concentrou, então, num dos contextos mais significativos em que ela aparece, a saber, em uma polêmica com os estoicos; em contraste com os que defendiam que ela não era parte mas instrumento, estoicos argumentavam que a lógica é parte da filosofia, os quais argumentos nós analisamos aqui. É verdade, porém, que essas duas teses não são completamente contraditórias entre si, na medida em que, no período entre Aristóteles e Alexandre, há sinais de uma tese compatibilista, ou seja, de que a lógica seria considerada tanto parte quanto instrumento. Seja como for, nos debruçamos sobre as críticas dos aristotélicos contra uma lógica-parte, bem como sobre eventuais argumentos positivos dos peripatéticos, deixando claro o significado de uma determinada disciplina ser instrumento, órganon em grego. No aristotelismo antigo...

O problema da felicidade em Seneca e Marco Aurelio

David Araujo Bezerra
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //2001 PT
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"O problema da felicidade em Sêneca e Marco Aurélio" tem como propósito definir o conceito de felicidade para os autores estóicos do segundo período, chamado Estoicismo imperial, a partir dos filósofos Sêneca( 4 a . C.- 65) e Marco Aurélio( 121-180). O texto procura estabelecer também o universo em tomo da questão felicidade, isto é, busca estabelecer os conceitos de dor, destino e paixão e de que forma eles se relacionam, segundo à razão estóica, à possibilidade ou impossibilidade do alcance da felicidade; "The problem of happiness in Seneca and Marcus Aurelius" intent to definy the concept ofhappiness to the stoics authors ofthe second period, called Imperial Stoicism, trough out the philosophers Seneca(4 b. C.- 65 a . d.) and Marcus Aurelius(121- 180). The dissertation whishes establishes, too, the universe around the matter happiness, i. e., it wants to put the concepts of pain, destiny and passion and by which way they match, in accord to stoic reason, to the possibility or impossibility of reach ofhappiness

O nome do fogo : relações entre a Ekpyrosis, astrologia e milenarismo no mundo helenístico romano

Silva, Rodrigo Carvalho
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de História, 2009.; Esta dissertação trata da relação entre o tema da ekpyrosis ou “conflagração final” com a astrologia helenística. Ambos os temas eram caros aos estóicos que são reconhecidamente aperfeiçoadores dessas idéias. Assim, o tema da ekpyrosis passa, de elemento astrológico e de cunho moral em Berossos para tornar-se apenas fenômeno natural 9ainda que entendido astrologicamente) em Sêneca e nos estóicos. O tema sugere uma origem comum à do fogo sagrado. ________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; This dissertation deals with the links between ekpyrosis, or final conflagration, and Hellenistic astrology. Both themes were dear to Stoic philosophers, who admittedly took them far beyond these origins. Thus, ekpyrosis turns, from astrological-moral theme to a mere natural phenomenon (albeit understood in astrological terms) in Seneca and the Stoics. The theme suggests a link to that of the sacred fire.

O sábio estóico que possui o discernimento aristotélico?; Does the stoic sage possess aristotelian discernment?

Hamelin, Guy
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
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A virtude intelectual do discernimento (frovnhsi") ocupa uma posição privilegiada na ética de Aristóteles, já que intervém para julgar e escolher a melhor opção com relação a nossas ações voluntárias. Quanto aos estóicos, as virtudes são saberes e reduzem-se a uma só. Aqueleque possui essa virtude única é chamado de ‘sábio’ (sovfov") e pode escolher, por si mesmo, a ação adequada para alcançar a felicidade. Assim, queremos descobrir se o sábio estóico seaproxima do prudente (frovnhsi") aristotélico, ao examinar alguns temas chave da ética dessas escolas filosóficas. Concluímos que as teses semelhantes ultrapassam as que se opõem, apesarde encontrar um vocabulário bastante distinto que engana à primeira vista. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT; The intelectual virtue of discernment (frovnhsi) occupies a privileged position in Aristotle’s ethics, since it intervenes in judging and choosing the best option regarding our voluntary actions. As for the Stoics, the virtues are cognitions and can be reduced to only one. The person who possesses that unique virtue is called a ‘sage’ (sovfov) and is able to choose, for himself, the right action to reach happiness. Thus...

Machado de Assis e a tradição dos comediantes estoicos

Portela,Daniela Soares
Fonte: Fundação Casa de Rui Barbosa Publicador: Fundação Casa de Rui Barbosa
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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Hugh Kenner (2011) considera que Flaubert seria a matriz dos escritores considerados como "comediantes estoicos", seguido por Joyce e Beckett. Esse termo definiria aqueles escritores que percebem a literatura como um sistema fechado de signos, em que as 26 letras do alfabeto e suas possibilidades comutativas, assim como os lugares adequados dos diversos atos de falas a situações específicas de comunicação, são os recursos que permitem ao escritor a criação de uma técnica que diferencia as possibilidades da comunicação escrita das práticas de oitiva. Ao seguir essa tradição, Machado de Assis desqualifica toda uma herança literária, rompe com a ilusão do projeto de totalidade da estética realista queirosiana e denuncia o aspecto arbitrário do signo linguístico e toda a matéria empírica representada por ele.

El atajo filos??fico de los c??nicos antiguos hacia la felicidad

Fuentes Gonz??lez, Pedro Pablo
Fonte: Universidad Complutense de Madrid Publicador: Universidad Complutense de Madrid
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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http://revistas.ucm.es/index.php/CFCG/article/view/CFCG0202110203A/31252; Se analizan las claves para la consecuci??n de la felicidad desde la perspectiva de la filosof??a c??nica. Al respecto, resulta fundamental y significativa la imagen del ?? atajo hacia la virtud (felicidad) ?? que ya los antiguos aplicaron a los c??nicos, probablemente por contraposici??n a los estoicos, en la idea de que los primeros ofrec??an un camino m??s directo, al ser contrarios a todo pre??mbulo de formaci??n te??rica (a diferencia de sus descendientes estoicos) y centrar su atenci??n exclusivamente en la ??tica.; This article attempts to decipher the keys for achieving happiness from the viewpoint of Cynic philosophy. Fundamental and highly significant in this regard is the image of the ??short-cut to virtue (happiness)??, which the Ancients already applied to the Cynics, probably as opposed to the Stoics, meaning by this that the former offered a more direct path towards the happiness appropriate to a philosopher, since, unlike their Stoic descendants, they were against all preliminary theoretical training, concentrating their attention exclusively upon ethics.

Myrtilus de Thessalie

Fuentes Gonz??lez, Pedro Pablo
Fonte: Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) Publicador: Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS)
Tipo: Outros
FRA
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Recorrido cr??tico por la figura de Mirtilo, pedagogo y gram??tico griego originario de Tesalia, probablemente ficticio, que aparece como uno de los interlocutores del banquete descrito en los Deipnosofistas (Banquete de los eruditos) de Ateneo (s. II-III d.C.). Se discute la cuesti??n de su historicidad y de su personalidad filos??fica. Independientemente de su historicidad, se defiende que, a trav??s de este personaje, Ateneo expresa el debate candente en su ??poca entre literatura y filosof??a. Mirtilo constata en la filosof??a contempor??nea sobre todo a los falsos fil??sofos, y desde este punto de vista ataca sobre todo a los c??nicos (o al menos a los representantes de los aspectos m??s rudos y groseros de esta filosof??a) y a los estoicos. En cuanto a estos ??ltimos, censura sobre todo sus pr??cticas peder??sticas, as?? como su hipocres??a. Interviene en el debate el c??nico Teodoro-Cinulco, que defiende la pederastia, oponi??ndola a la frecuentaci??n de las cortesanas practicada por Mirtilo, quien hace el elogio del amor de las cortesanas y, en general, del amor de la mujer, aun reconociendo cierto papel positivo a la pederastia desde un punto de vista social. Ataca, por lo dem??s, la insensibilidad y el descontrol de los estoicos. Por su parte...

Sobre a doutrina das paixões no estoicismo; On the stoic doctrine of passions

Ronildo Alves dos Santos
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/02/2008 PT
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A luta contra as paixões aparece como o ponto alto da adesão estóica à ordem universal. A paixão é contrária à natureza racional do homem e ruína sua harmonia interior. É nela que reside o mal. Entretanto, esse mal não tem uma causa externa. Sendo a afetividade uma disposição da razão, a paixão aparece como uma busca ou rejeição voluntária de algo erroneamente considerado como um bem ou um mal. Tendo em vista o ideal de perfeição humana e cósmica elaborado pelos estóicos e exemplificado na sua figura do sábio, a preocupação com as paixões teve um lugar de destaque em sua filosofia. Sua descrição apresenta as contribuições de tradição tanto pneumática quanto nãopneumática, é assim que podemos entender um fenômeno interpretado ao mesmo tempo com juízo errôneo, impulso excessivo ou conduta irracional e contrária à natureza; The struggle against passion appears as the high point in the stoic adherence to the universal order. Passion is contrary to the human beings' rational nature and ruins their interior harmony. Evil resides in it. However, this evil has no external cause. Since affection is a disposition of reason, passion appears as a search or a voluntary rejection for something wrongly considered as good or evil. Considering the ideal of human and cosmic perfection systematized by stoics and exemplified by their sage figure...

De mater a monstrum: o abismo dos affectus estóicos na Medea de Séneca

Duarte, Ricardo
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //2008 POR
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Tese de mestrado em Estudos Clássicos apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008; O estoicismo moldou, de uma forma estruturante, a natureza do teatro de Séneca. Preceitos estóicos relativos ao mal e ao conflito entre a razão e as paixões subjazem às suas peças, reflectindo-se em aspectos variados, tais como as intervenções do coro, a descrição das personagens, o tom introspectivo e a própria linguagem, e conduzindo a uma nova concepção do género trágico. Apoiado na tradição grega, o teatro de Séneca possui, no entanto, uma orientação própria, derivada essencialmente da fusão entre a retórica e o estoicismo e conducente a um fim didáctico. O estoicismo contribuiu para fazer do teatro senequiano um teatro de personagem, repleto de emoções fortes, violência e arrebatados discursos e solilóquios: um marco no despontar do drama psicológico. A Medea é, a nosso ver, um dos melhores exemplos deste teatro caracteristicamente senequiano. Assim sendo, demonstraremos, ao longo deste trabalho, os principais aspectos da influência do estoicismo sobre esta peça, a saber, a visão inequivocamente estóica das emoções, ou paixões, enquanto movimentos contra naturam; o princípio de que são falsos os juízos que estão na base das paixões e de que estas são perniciosas; a doutrina estóica das paixões ilustrada pelo comportamento de Medeia e a sua personalidade em desagregação...

Los estoicos y el problema de la libertad; Los estoicos y el problema de la libertad

Moreira, Vivianne Castilho
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 POR
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Solução de Silogismos estoicos

Moreira, Valter Duarte; Mestrado em Filosofia. linha Linguagem e Conhecimento pela Universidade Federal de Sergipe; Dinucci, Aldo; UFS
Fonte: Laboratório OUSIA Publicador: Laboratório OUSIA
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 22/11/2015 POR
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o presente artigo tem como objetivo apresentar o métodos de avaliação estoica de argumentos e quais são os critérios utilizados para fazer essa avaliação, bem como utilizá-lo em argumentos estoicos padrão retirados das principais fontes nessa área.

Algumas considerações sobre determinismo e responsabilidade moral na filosofia Estóica

Alves de Souza, Victor Galdino; Victor Galdino Alves de Souza Mestrado do PPGLM/UFRJ Bolsista da CAPES
Fonte: Programa de Pós-graduação em Filosofia Publicador: Programa de Pós-graduação em Filosofia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 12/10/2011 POR
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Resumo: O presente trabalho focará nas relações entre o determinismo causal defendido pelos filósofos estóicos e a noção de responsabilidade moral. Em um primeiro momento, os argumentos em defesa do destino e do determinismo estóicos contra o ataque de outros pensadores do período helenístico terão privilégio na análise; na segunda parte do texto, o foco será desviado para as questões de caráter moral.Palavras-chave: Determinismo; Estoicismo; Responsabilidade moral.Abstract: The present work will focus on the relations between the causal determinism defended by Stoic philosophers and the notion of moral responsibility. In the first part of the text, the analysis will be centered on the arguments made for the existence of fate and determinism against attacks by other Hellenistic thinkers; part two will have its focus on questions of moral character.Keywords: Determinism; Moral Responsibility; Stoicism.

PLOTINO E O PROBLEMA DA MISTURA

Groisard, Jocelyn; Universidade Sophia, Tóquio
Fonte: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental Publicador: Archai: Journal on the origins of Western thought; Archai: Revista de estudos sobre as origens do pensamento ocidental
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 08/12/2010 POR
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A mistura era um tema bastante debatido na filosofia grega antiga e Plotino, provavelmente sob a influência de Alexandre de Afrodísias, não permaneceu indiferente a esse problema. Ele chegou a dedicar-lhe um tratado inteiro, Enéadas II 7, no qual compara as teorias dos Peripatéticos e dos Estóicos acerca da mistura e, sem escolher entre elas, tenta fornecer uma nova solução para o problema transferindo-o do domínio da física para o da metafísica: não importa como os ingredientes se relacionam no corpo misturado porque qualquer corpo ultimamente deriva sua forma de princípio superior incorpóreo, e não de seus constituintes físicos. Plotino também recorreu à mistura em uma demonstração da natureza incorpórea da alma: se nós supusermos que a alma é corpórea, então ela deveria necessariamente estar misturada ao corpo, mas, se nenhum esquema de mistura é capaz de dar conta da união entre os dois, então nós deveríamos revisar nossa hipótese e concluir que a alma não é corpórea. Paradoxalmente, esse argumento negativo, ao dizer que a alma não pode estar misturada se ela é um corpo, sugere que, uma vez que de fato ela não é um corpo, ela pode estar misturada ao corpo de um modo bastante especial, que é perpassando-o completamente...

Causa sinéctica y actividad neumática en los estoicos

Boeri,Marcelo D
Fonte: Revista latinoamericana de filosofía Publicador: Revista latinoamericana de filosofía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2009 ES
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Según los estoicos, la causación (aítion) debe considerarse como un proceso triádico: A (un cuerpo) se vuelve causa de B (otro cuerpo) de un efecto incorpóreo (i.e. un predicado). Este artículo se propone explicar el modo en que este modelo causal se aplica a la causación cósmica que tiene lugar entre el pneûma (lo activo) que se difunde por todas las cosas (una de cuyas funciones es mantener junto, i.e. se trata de un 'poder cohesivo', el todo) y lo pasivo (la materia incualificada). Además, se argumenta (contra Bobzien) a favor de la distinción entre 'causa' (aítion) y 'explicación causal' (aitía) como genuina doctrina estoica.

Lo justo lo es por naturaleza, no por convención: Los argumentos estoicos en contra de la esclavitud y la doctrina de la οἰκείωσις

Boeri,Marcelo D.
Fonte: Circe de clásicos y modernos Publicador: Circe de clásicos y modernos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 ES
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En este ensayo se argumenta que la tesis estoica de la igualdad natural entre los seres humanos presupone una reconsideración radical de la noción de naturaleza, probablemente inspirada en el sofista Antifonte. Aunque los estoicos parecen considerar el naturalismo antifonteo, centrado en las facultades corpóreas, y reconocen la distinción clásica ‘convencional-natural’ aplicada a la diferencia entre griegos y bárbaros, desarrollan la tesis de la igualdad de naturaleza en dirección de una teoría de la justicia y la ley natural que supera la identidad de naturaleza entendida como necesidad corpórea. El autor sostiene que ese desarrollo se funda en la tesis estoica de la familiaridad.

Necesidad y lo que depende de nosotros: Sobre la interpretación de Marcelo Boeri del compatibilismo estoico

Salles,Ricardo
Fonte: Instituto de Investigaciones Filosóficas, UNAM Publicador: Instituto de Investigaciones Filosóficas, UNAM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 ES
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Este trabajo discute la interpretación de Marcelo Boeri sobre el compatibilismo estoico; esto es, la tesis de que es compatible con el determinismo que rige al mundo natural el que podamos ser genuinamente responsables de nuestras acciones. Según Boeri, los estoicos intentaron conciliar las dos cosas abriendo un margen de indeterminación gracias al cual nuestras acciones no están sujetas a la necesidad que domina los demás fenómenos naturales. La discusión que se ofrece aquí se basa en un análisis del concepto antiguo de lo que depende de nosotros y de los conceptos estoicos de determinismo y modalidad.

Elocuencia estoica y persuasión ciceroniana: discurso veraz vs discurso inverosímil

González,Catalina
Fonte: INSTITUTO DE FILOSOFIA UCV Publicador: INSTITUTO DE FILOSOFIA UCV
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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En De Oratore y otros escritos, Cicerón critica la retórica de los estoicos. Afirma que su elocuencia es “confusa, oscura, árida y cortada” (De Oratore, II,159 y III, 65-66) y que sus tratados de retórica sirven más “para aprender a callar” (De Finibus, IV, 7) que para aprender a hablar persuasivamente. ¿Qué decían los estoicos de la retórica para que Cicerón tenga sus preceptos en tan baja estima? En este trabajo exploro el problema, con miras a entender los fundamentos psicológicos y epistemológicos de la concepción estoica de la retórica y contrastarlos con los de la retórica ciceroniana. En mi opinión, la disputa reza, más que sobre cuestiones de estilo, sobre la validez de la convicción que se produce por vías alternas a la argumentación racional o lógica (i.e., el movimiento de las pasiones). Dicha convicción es indeseable para los estoicos; para Cicerón, necesaria y conveniente.