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Relações interpessoais, estilos de vinculação e esquizotípia

Raínho, Daniela Filipa Ramos dos Santos
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O presente artigo enquadra-se na linha de trabalhos sobre a vinculação e esquizotipia. Tem como objectivo avaliar as dimensões da vinculação na esquizotipia, bem como as variáveis associadas a este construto, os acontecimentos stressantes de vida e as relações interpessoais durante a infância. Numa primeira fase são averiguadas as associações entre as experiências interpessoais precoces, os estilos de vinculação, românticos e não românticos e as características esquizotípicas num grupo de jovens adultos estudantes universitários (N=357). Os resultados evidenciaram que os acontecimentos stressantes de vida e a sobreprotecção parental aparecem estatisticamente associados ao estilo de vinculação ansioso e evitante. Foram verificadas associações, com significância estatística, entre o estilo de vinculação adulto e todas as escalas da esquizotipia. Numa segunda fase, elaborou-se um modelo preditivo da relação entre as variáveis do estudo. Os resultados mostram que os acontecimentos stressantes de vida predizem directamente a esquizotipia, assim como o suporte afectivo dos pares. Já o estilo de vinculação ansioso surge como variável mediadora entre os acontecimentos stressantes de vida, a sobreprotecção maternal...

Processo de separação-individuação e estilos de vinculação

Antunes, Juliana Machado
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Reconhecendo que a vinculação pode operar como um fator de risco ou como um fator protetor do desenvolvimento, pretendemos na presente investigação estudar a problemática separação-individuação, concebida como uma tarefa fundamental da adolescência, e as variáveis que a poderão influenciar, nomeadamente variáveis sociodemográficas e padrões de vinculação. Neste sentido, foram definidos, essencialmente, dois objetivos: 1) compreender a relação entre o processo de separação-individuação na adolescência e os estilos de vinculação e 2) compreender como este processo varia em função da idade e do sexo. Para isso, utilizou-se uma ficha de recolha de informação, referente aos dados sociodemográficos, a escala de separação-individuação para adolescente (S.I.T.A.) e o inventário sobre a vinculação na infância e na adolescência (I.V.I.A.), tendo-se observado que os padrões de vinculação influenciam o processo de separação-individuação na adolescência e a existência de diferenças neste processo em função do sexo e da idade; Separation – Individuation Process and Attachment Styles *** ABSTRACT: Acknowledging, that attachment can work as a risk factor or as a protective factor in the development stage...

Estilos de vinculação e aliança terapêutica na psicoterapia infantil

Gonçalves, Andrea Pinto
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitivo-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 2008; Este estudo tem como objectivo estudar os estilos de vinculação e a sua influência na aliança terapêutica em psicoterapia com crianças. Dois questionários foram utilizados para avaliar estas variáveis – a Escala de Aliança Terapêutica para Crianças e o Inventário de Vinculação para a Infância e Adolescência. A amostra clínica foi constituída por vinte e duas crianças, entre os 7 e os 12 anos, os seus progenitores e psicólogos. Elaborou-se um estudo descritivo e correlacional. A hipótese de que existiria uma correlação moderada entre as perspectivas das díades criança-terapeuta e paisterapeuta foi corroborada pelos resultados (r= 0,44 e 0,43; p≤0,05) e a hipótese duma correlação entre a avaliação de criança e dos pais sobre a vinculação foi refutada. Encontraram-se resultados significativos entre os diferentes estilos de vinculação e a qualidade da aliança terapêutica. Os resultados deste estudo contribuem para a investigação nesta área, que ainda é insuficiente...

Estilo de vinculação e relações extra-diádicas : satisfação relacional e atitudes como mediadores

Afonso, Cátia de Melo e Castro Godinho
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitiva-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2011; O estilo de vinculação, enquanto parte essencial nas dinâmicas relacionais, tem sido largamente estudado e a sua influência nas relações românticas é inegável. No presente estudo, interessou-nos explorar o papel que o estilo de vinculação desempenha nas relações extradiádicas. Partindo de uma abordagem dimensional da vinculação adulta, colocou-se a hipótese de que o efeito dos estilos de vinculação evitante ou preocupado na ocorrência de comportamentos extra-diádicos será mediado pela satisfação relacional e pelas atitudes relativamente a comportamentos extra-relacionais. Especificamente para este estudo e de forma a avaliar o papel mediador das atitudes, tornou-se necessário construir uma escala de atitudes quanto à infidelidade, o que não tinha sido feito até ao momento. Era esperado que os indivíduos evitantes tivessem atitudes mais positivas em relação a comportamentos extra-relacionais, o que, aliado a uma inerente insatisfação relacional, levaria a uma maior probabilidade de adoptar comportamentos extra-relacionais. Nos indivíduos preocupados...

Mães de crianças em idade escolar : stress parental e estilos de vinculação da mãe e da criança

Santos, Andreia Filipa Vieira
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2011; O presente estudo foca três dimensões – stress parental, estilo de vinculação materno e estilo de vinculação da criança (percepção materna) - numa amostra não-clínica de mães. Pretende-se: (1) averiguar se as mães com estilos de vinculação seguro e inseguro se distinguem no stress parental; (2) analisar se há variações no estilo de vinculação da criança (seguro, ansioso/ambivalente e evitante) em função do estilo de vinculação da mãe; (3) determinar se o estilo de vinculação da criança é um preditor do stress parental; (4) explorar a relação do stress parental e dos estilos de vinculação da mãe e da criança com variáveis sócio-demográficas (mãe/criança). Participaram no estudo 73 mães de crianças com idades entre os 7 e os 12 anos. Utilizaram-se três instrumentos, o Índice de Stress Parental, o Questionário de Estilo Relacional, e o Inventário sobre a Vinculação na Infância e Adolescência, para avaliar, respectivamente, o stress parental, o estilo de vinculação da mãe e a percepção materna da vinculação da criança. Foi ainda construída uma Ficha de Recolha de Informação para a obtenção de dados sócio-demográficos (mãe...

Quem é inseguro : eu ou nós? : os estilos de vinculação, global e específico, e a sua relação com o mal-estar emocional

Mesquita, Helena Isabel Rodrigues
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicoterapia Cognitiva-Comportamental e Integrativa), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2011; Este estudo teve como principal objectivo compreender a variação das dimensões do estilo de vinculação (Evitação e Preocupação), tendo em conta a globalidade dos modelos internos de trabalho do indivíduo e a especificidade das suas relações. Foi, ainda, analisada a relação entre os estilos de vinculação, global e específico, e o mal-estar emocional. Estas variáveis foram avaliadas através de questionários aplicados em dois momentos: o questionário Attachment Network Questionnaire (ANQ), o Questionário de Experiências em Relações Próximas (QERP), global e específico para as relações, e o Clinical Outcomes in Routine Evaluation-Outcome Measure (CORE-OM). A amostra era composta por 125 participantes, com uma média de idades de 31 anos. Os resultados obtidos, através de modelos hierárquicos lineares (programa HLM), indicaram do que a dimensão Evitação varia mais entre as relações que entre os indivíduos, o que é coerente com a asserção teórica de que esta dimensão está mais relacionada com as representações que fazemos dos parceiros relacionais. O contrário acontece para a dimensão Preocupação...

Iguais na diferença : comparação entre famílias adotivas e biológicas relativamente à perceção das capacidades e dificuldades dos filhos e estilos de vinculação

Vitorino, Melissa Miriam Pereira Santos
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Sistémica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2013; A presente dissertação teve como principal objetivo avaliar se pais/mães biológicos (as) e pais/mães adotivos (as) diferem relativamente à perceção que têm sobre as forças e dificuldades dos filhos e no grau de identificação com os estilos de vinculação. A amostra incluiu 49 pais biológicos e 49 pais adotivos, com idades compreendidas entre os 28 e os 55 anos. Os participantes responderam a um Questionário Sociodemográfico, ao Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ-Por) (Goodman, 1997) e ao Questionário de Estilo Relacional (Bartholomew & Horowitz, 1991). Os resultados para a amostra mostraram que pais adotivos percecionam mais dificuldades nos seus filhos que os pais biológicos, no entanto, percecionam de igual modo as capacidades dos filhos. Entre pais e mães não se verificaram diferenças significativas sobre a perceção das dificuldades e capacidades dos filhos. Não foram encontradas diferenças significativas dos estilos de vinculação entre famílias adotivas e famílias biológicas e entre pais e mães. Relativamente ao efeito de interação do sexo dos pais e da tipologia familiar verificou-se uma diferença significativa no estilo de vinculação Preocupado...

Influência dos estilos de vinculação a nível de resiliência na manifestação de sintomas de luto prolongado

Félix, Carolina Inês Vieira
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde, Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2014; Esta dissertação visa estudar a relação que os estilos de vinculação, definidos por Bawtholomew (1991), e o nível de resiliência têm na manifestação de sintomas de luto, mais concretamente, com os sintomas definidos para o diagnóstico da Perturbação de Luto Prolongado (Prigerson, Vanderwerker, & Maciejewski, 2007). Também é analisada a relação que o apoio social e a perceção da adaptação à viuvez têm com estas variáveis. A uma amostra de 48 viúvas, do sexo feminino e com mais de 60 anos, foram aplicados três instrumentos. Para a avaliação da vinculação foi aplicado o Questionário de Estilo Relacional (Moreira, 2000), utilizou-se a Escala de Resiliência de Connor-Davidson (Faria-Anjos & Ribeiro, 2011) para a avaliação do nível de resiliência e para o estudo dos sintomas de luto foi aplicado o teste Prolonged Grief-Disorder-13 (Delalibera, 2010). Também foi utilizado um questionário sociodemográfico para a recolha de informações desta natureza. Não se encontraram relações significativas entre os estilos de vinculação e o nível de resiliência...

Estudo da relação entre estilos de vinculação e a capacidade de adaptação em adolescentes institucionalizados

Noronha, Filipa Maria Gervásio de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde, Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2014; A teoria da resiliência é um campo de estudo multifacetado que se baseia nas potencialidades do indivíduo e dos seus sistemas, em detrimento do enfoque na patologia, como força motriz que lhes permite adaptar de forma positiva, para além da adversidade. De entre os inúmeros fatores protetores e potenciadores da capacidade de resiliência, o presente estudo debruça-se sobre a importância das representações de vinculação com as figuras cuidadoras, nomeadamente na influência que estas exercem sobre a forma como adolescentes desenvolvem aquele atributo e se adaptam às circunstâncias de vida em contexto institucional. Para medir os constructos, recorreu-se ao Questionário de Vinculação ao Pai e à Mãe (Matos & Costa, 2001, 2004) e à Versão Portuguesa da Escala de Resiliência de Wagnild e Young (Felgueiras, Festas & Vieira, 2011). Analisaram-se os resultados de adolescentes do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, relativamente às representações de vinculação face às figuras parentais e aos níveis de resiliência. Tendo por base a literatura...

“Experiências em Relações Próximas”, um questionário de avaliação das dimensões básicas dos estilos de vinculação nos adultos: Tradução e validação para a população Portuguesa

Moreira, João M.; Lind, Wolfgang; Santos, Maria João; Moreira, Ana R.; Gomes, Mário Jorge; Justo, João Manuel; Oliveira, Ana Paula; Filipe, Luís André; Faustino, Mário
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2006 POR
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Este artigo apresenta o desenvolvimento do questionário “Experiências em Relações Próximas”, versão Portuguesa do “Experiences in Close Relationships” (Brennan, Clark, & Shaver, 1998), bem como dados relativos à sua precisão e validade. Este questionário pretende avaliar as duas dimensões básicas das diferenças individuais no estilo de vinculação dos adultos, a evitação e a preocupação, as quais emergiram da análise factorial de um conjunto abrangente de itens em uso corrente na avaliação da vinculação nos adultos. Os dados relativos à versão Portuguesa mostram que, embora se verifiquem alguns problemas no ajustamento dos dados ao modelo de medida pressuposto, os resultados revelam elevados níveis de precisão por consistência interna e relações significativas com outras variáveis, tal como seria de prever a partir da teoria da vinculação. Estas variáveis incluem não só medidas de auto-relato, como também variáveis de outros tipos, mostrando que as correlações encontradas não correspondem apenas a factores de método.

O modelo touchpoint: O nascimento da relação, em conjunto com os pais: A utilização do modelo e a sua relação com as representações maternas da parentalidade, estilos de vinculação maternos e interacção: Diferenças ou semelhanças?

Duarte, Sílvia Isabel Prazeres
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2007 POR
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Dissertação de mestrado em Psicopatologia e Psicologia Clínica; O presente estudo tem como objectivo a compreensão e aprofundamento de questões subjacentes ao modelo Touchpoint (Brazelton, anos 70), em sujeitos que frequentam consultas pediátricas. Pretende-se: 1) Analisar o estilo de vinculação parental e a sua relação com o estilo de interacção com a criança; 2) Analisar as expectativas e a percepção parental do que é ser pai, com e sem modelo TP; e 3) Estudar se existem diferenças entre o estilo de interacção estabelecido com e sem modelo TP. Os Touchpoints são um modelo do desenvolvimento infantil perspectivado em torno de momentos chave que enfatiza a prevenção através dos cuidados antecipatórios e da construção de relações de aliança entre os pais e os profissionais. É um meio de integração no sistema de cuidados em torno da criança, em conjunto com os pais. Desta forma, pretende-se compreender de que forma o conhecimento veiculado é assimilado pelos pais. Ou seja, se estes terão um melhor conhecimento dos seus filhos, nomeadamente no que se refere ao desenvolvimento. Pretende-se averiguar, ainda, as relações existentes entre as várias variáveis. Na tentativa de compreender o impacto do modelo Touchpoint na interacção entre pais e filhos...

Diferenças de género na recordação das memórias autobiográficas : A influência dos esquemas precoces desadaptativos e dos estilos de vinculação

Alarcão, Maria Madalena
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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106.33%
A área das Memórias Autobiográficas é bastante recente no que diz respeito à literatura cientifica, sobretudo no que concerne à rua relação com os esquemas precoces desadaptativos e estilos de vinculação. Aliado a este factor, encontra-se também, a fraca fundamentação teórica e cientifica relativa às diferenças de género neste tema. Assim, o objectivo desta investigação, passou por relacionar estas três variáveis acima descritas percebendo se existe ou não uma diferença entre homens e mulheres na recordação de Memórias Autobiográficas. A amostra foi constituída por 60 participantes, maiores de 18 anos, sendo que a maioria eram estudantes, 29 do género masculino, e 31 do género feminino. Para a obtenção de dados, os participantes preencheram um leque de questionários composto por: um Questionário de Caracterização da Amostra, o Inventário de Depressão de Beck, o Inventário de Sintomas Psicopatológicos, o Inventário de Estado Ansiedade Traço e o Questionário de Esquemas de Young. Para além destes questionários, realizaram também a Tarefa da Memória Autobiográfica. Não foram encontradas quaisquer diferenças entre homens e mulheres no que diz respeito à valência e ao tipo da memória recordada...

Relação entre aspectos de vinculação, mecanismos de defesa e traços disfuncionais de personalidade: um estudo com uma amostra de estudantes universitários

Fragoso, Tiago Manuel Caeiro
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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96.22%
Este estudo analisou a correlação entre estilos de vinculação, mecanismos de defesa e padrões disfuncionais de personalidade. Uma amostra de estudantes universitários constituída por 145 indivíduos preencheu o Millon Clinical Mutiaxial Inventory-II (MCMI-II; Millon, 1987), o Defense Mechanisms Inventory (DMI; Ihilevich & Gleser, 1986) e o Protocolo de Avaliação de Marcadores do Desenvolvimento na Psicopatologia (PAMaDeP; Soares, Rangel-Henriques, Neves e Pinho, 1999). Calcularam-se as correlações de Pearson e realizaram-se regressões lineares e robustas para estudar a relação das 13 escalas de personalidade do MCMI-II com as escalas do PAMaDeP e do DMI. Os resultados são discutidos de um ponto de vista desenvolvimental e psicodinâmico, tendo por base a teoria da vinculação e encarando a personalidade patológica num contínuo com a personalidade “normal”; ABSTRACT: This study has analyzed the correlation between styles of attachment, defense mechanisms and dysfunctional patterns of personality. A sample of college students of 145 individuals completed the Millon Clinical Mutiaxial Inventory-II (MCMI-II; Millon, 1987), the Defense Mechanisms Inventory (DMI; Ihilevich & Gleser, 1986) and the Protocolo de Avaliação de Marcadores do Desenvolvimento na Psicopatologia (PAMaDeP; Soares...

Percursos (in)adaptativos: padrões de consumo de álcool na adolescência e sua relação com os estilos de vinculação e a autorregulação emocional

Caleiro, Miquelina de Fátima Lopes
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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116.32%
O consumo de álcool intensificou-se entre os adolescentes constituindo uma ameaça à saúde física e psicossocial. Os estilos de vinculação e a autorregulação emocional têm sido referidos como fatores de risco/proteção no consumo de substâncias. O objetivo deste estudo consiste em examinar as relações entre os padrões de consumo de álcool, a vinculação e as dificuldades de autorregulação emocional, num grupo de 112 adolescentes, alunos de uma Escola Pública de Évora, com idades compreendidas entre 14 e 17 anos. Os resultados indicam que a frequência de consumo de álcool e a frequência de consumo de seis ou mais bebidas na mesma ocasião estão positivamente associadas com o estilo de vinculação seguro. A frequência de consumo de álcool e a quantidade de bebidas com álcool habitualmente consumidas estão positivamente correlacionadas com dificuldades de autorregulação emocional ao nível dos Impulsos. São necessários novos estudos que verifiquem e aprofundem a natureza destas relações; ABSTRACT:Alcohol use has intensified among teenagers constituting a threat in physical and psychosocial health. Attachment styles have been reported as risk factors/protective in substance use. The aim of this study is to examine the relationship between patterns of alcohol consumption...

Padrões de consumo e estilos de vinculação em adolescentes

Correia, Miriam Mourinho Lima
Fonte: Universidade de Évora Publicador: Universidade de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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86.34%
Por vários motivos, a adolescência constitui uma fase de grande exposição ao consumo de substâncias psicoativas. Por outro lado, a existência de carências parentais precoces, bem como a inexistência de uma “fonte de segurança interiorizada” parecem ser caraterísticas num consumidor de substâncias psicoativas. O objetivo deste trabalho centra-se no estudo dos padrões de consumo de substâncias psicoativas entre adolescentes (consumo experimental, ocasional, regular e dependente) e a sua relação com os estilos de vinculação (vinculação segura, insegura-ambivalente e insegura-evitante). Utilizou-se assim uma amostra escolar, aplicando, na recolha de dados, o Inventário sobre a Vinculação na Infância e Adolescência e um Questionário sobre o Consumo de Substâncias Psicoativas. Os resultados não vieram totalmente de encontro à hipótese delineada, não encontrando relação entre os padrões de consumo de substâncias e os estilos de vinculação. No entanto, encontraram-se outras correlações estatisticamente significativas entre várias outras dimensões avaliadas; ABSTRACT: For several reasons, adolescence is a time of great exposure to substance use. On the other hand, the existence of early parental deprivation...

Estilos de vinculação e mecanismos de defesa : um estudo com jovens adultos

Carvalho, João Baginha Boavida de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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96.56%
Tese de mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde - Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2014; O presente trabalho foca-se no estudo da relação entre os estilos de vinculação, mecanismos de defesa e estilos defensivos, em jovens adultos com mais de 18 anos. Tem como objetivos: Analisar as diferenças nos estilos defensivos em função do tipo de vinculação – Segura ou Insegura (1); Analisar a relação entre estilos de vinculação e estilos defensivos (2); Analisar as relações entre as dimensões da vinculação e estilos defensivos (3); Analisar Diferenças dos vários mecanismos de defesa em função do estilo de vinculação (4); Analisar a relação entre Dimensões da Vinculação e Defesas (5). Foram utilizados 3 instrumentos: Um questionário Sociodemográfico; O questionário Experiência em Relações Próximas – Experience in Close Relations – traduzido e adaptado em Portugal por Moreira e colegas (2006); e finalmente o Questionário de Estilo Defensivo – Defensive Style Questionnaire-40 (Andrews, Singh, & Bond, 1993). Participaram neste estudo 110 indivíduos, masculinos e femininos, com idades superiores a 18 anos. Os resultados permitiram verificar que: (1) Existem correlações significativas entre estilos de vinculação e estilos defensivos; (2) Existem correlações significativas entre dimensões da vinculação e estilos defensivos; (3) Existem diferenças significativas nos estilos de defensivos em função do tipo de vinculação; (4) Existem diferenças significativas em vários mecanismos de defesa em função do estilo de vinculação; Existem correlações significativas entre dimensões da vinculação e vários mecanismos de defesa. Os resultados são discutidos com base na literatura existente. São referidas as limitações do estudo e propostas para investigações futuras.; The present research focuses on the study of the relation between attachment styles...

"As representações maternas acerca das relações pais-filho na infância e as representações de vinculação na geração seguinte."

Atanassova, Bela Atanassova
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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96.19%
Tese de Mestrado, Psicologia (Secção de Psicologia Clínica e da Saúde, Núcleo de Psicologia Clínica Dinâmica), 2014; O presente trabalho centra-se na Teoria da Vinculação de Bowlby, que assume que experiências precoces podem ser determinantes para a construção da personalidade do indivíduo e suas relações futuras (Bowlby, 1969). Tem como objectivo principal mostrar que as recordações dos cuidados recebidos na infância por parte dos cuidadores têm impacto sobre as representações de vinculação de crianças em idade pré-escolar. No estudo participaram 34 mães e os seus respectivos filhos com idade compreendida entre os 3 e os 6 anos, de ambos os sexos. Os instrumentos utilizados nesta investigação foram: um Questionário Sociodemográfico e Clínico, elaborado para determinar o papel de variáveis sociodemográficas; o Parental Bonding Instrument (PBI) (Parker, Tupling& Brown, 1979, adaptação Portuguesa de Geada, 2003); a Attachment Story Completion Task (ASCT) (Bretherton e colaboradores, 1990, versão Portuguesa de Benavente, 2005). Primeiro foi aplicado às mães o Questionário Sociodemográfico, seguido do PBI, com o propósito de avaliar os cuidados recebidos na infância por parte dos cuidadores. A ASCT foi aplicada às crianças para avaliar as representações de vinculação. A hipótese geral que norteia este estudo antevê que as recordações dos cuidados recebidos na infância por parte dos cuidadores conseguem explicar a variância estatística das representações de vinculação em crianças com idade pré-escolar. Verifica-se que os resultados não corroboram esta hipótese e conclui-se que as representações de vinculação das crianças em idade pré-escolar não são influenciadas pelas recordações da infância das suas mães...

Vinculação, experiências depressivas e personalidade

Miranda, Rui Carlos Bailão
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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86.36%
Neste trabalho, partimos das concepções de John Bowlby acerca da teoria da vinculação, e dos principais estilos de vinculação definidos por Mary Ainsworth (seguros, evitantes, preocupados) e tentamos depois relacionar estes conceitos com os trabalhos de Sidney Blatt, começando neste caso por explorar a sua investigação acerca da dialéctica do desenvolvimento da personalidade, seguindo depois para as suas implicações naquilo que o autor denomina por experiências depressivas. Estas experiências depressivas podem ser introjectivas ou anaclíticas. Com base numa amostra de estudantes universitários (N=88), e utilizando a Escala de Vinculação do Adulto (EVA), o Questionário de experiências depressivas (QED), o Inventário de problemas interpessoais (IIP-64) e o teste dos cinco factores da personalidade (NeoFFI), procuramos perceber se existem diferenças ao nível das experiências depressivas, dos aspectos da personalidade e da relação com os outros nos diferentes estilos de vinculação. Em dois momentos de análise distintos, os resultados apresentaram algumas diferenças que, embora não sendo conclusivas, reflectem o interesse e pertinência destes temas, demonstrando-se como um pequeno contributo para a progressiva exploração destes conceitos e das relações entre os mesmos.; ABSTRACT: In this paper...

Influência dos estilos de vinculação e dos esquemas precoces não-adaptativos nas relações interpessoais

Pinheiro, Sofia
Fonte: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida Publicador: Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 POR
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106.39%
Dissertação de Mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário; As relações interpessoais são as interacções que ocorrem com os outros, determinando aquilo que somos e como nos comportamos. Estas relações interpessoais são influenciadas pelas características pessoais do sujeito, como os esquemas precoces mal-adaptativos que apresenta e o estilo de vinculação que possui. Assim, este estudo tem como primeiro objectivo compreender de que forma os estilos de vinculação e os esquemas precoces mal-adaptativos influenciam o estilo relacional do indivíduo e as suas relações interpessoais. Além disso, é também nosso objectivo perceber estas influências na dinâmica do casal. A amostra foi constituída por 100 casais heterossexuais com uma média de idades de 39 anos. Os instrumentos utilizados foram: o Questionário de Caracterização da Amostra, o Inventário de Sintomas Psicopatológicos (BSI), a Nova Escala Multidimensional de Depressão (Versão 2) - (NMDAS), o Inventário de Ansiedade Estado e Traço – Forma Y (STAI-Y), o Inventário de Depressão de Beck (BDI),a Escala de Vinculação do Adulto (EVA), o Questionário de Esquemas de Young (YSQ) e o Inventário de Problemas Interpessoais (IIP-64). Nos resultados foram encontradas relações entre os estilos de vinculação...

Estilos de vinculação, orientação para o trabalho e relações profissionais

Fonseca,Marisa; Soares,Isabel; Martins,Carla
Fonte: Associação Portuguesa de Psicologia (APP); Edições Colibri Publicador: Associação Portuguesa de Psicologia (APP); Edições Colibri
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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96.23%
O presente estudo procura analisar as relações entre os estilos de vincula­ção e a qualidade das relações profissionais e com o trabalho. A maioria dos parti­cipantes do estudo - quinhentos e noventa e oito indivíduos - identifica­‑se com um estilo de vinculação segura e com uma orientação para o trabalho segura, tendo sido encontrada uma associação significativa entre estas duas variáveis. Verificou­‑se, ainda, que os indivíduos com um estilo seguro, quer ao nível da vin­culação, quer ao nível da orientação para o trabalho, manifestam maior satisfação profissional e melhor adaptação ao trabalho.