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A concepção de substância de John Locke

Schio, Lurdes de Vargas Silveira
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofia.; A dissertação de mestrado, A Concepção de substância em John Locke, apresenta, a reabilitação da noção de substância no Ensaio Acerca do Entendimento Humano. Mostra como Locke se vale de certas implicações epistemológicas para promover a dissolução da noção tradicional de substância, i e., substrato ou forma substancial de modo a provocar mudanças em seu significado. A partir disso, as diferentes acepções da noção em questão: essência real, constituição interna desconhecida, etc. são revisitadas e harmonizadas. Como conseqüência, inúmeros aspectos da filosofia de Locke são devidamente esclarecidos e aprofundados sob uma nova luz, principalmente no que concerne às concepções de empirismo e realismo.Da análise das diferentes noções de substância resulta a noção de substância definida como "alguma coisa", vaga e indeterminada que se ajusta ao empirismo de Locke. Ao propor a distinção entre essência nominal e real, Locke reformula o significado dessa noção o que culmina na reformulação do realismo.

A Consideração moral não-antropocêntrica na filosofia de Arthur Schopenhauer

Espíndola, Camila Koerich
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2010; Enquanto as concepções morais especistas colocaram a essência humana em características peculiares à nossa espécie, Arthur Schopenhauer defendeu que a essência do ser humano é a Vontade. Mas esta essência, no seu entender, não se restringe à espécie humana. Ao contrário. Ela é também o núcleo essencial de todos os demais seres naturais, desde os inorgânicos até os animais. Por conseguinte, as diferenças verificadas entre os diferentes fenômenos da Vontade representam somente o modo pelo qual esta se apresenta aos olhos do sujeito cognoscente. A partir da constatação do parentesco essencial entre nós e os outros seres vivos, a presente dissertação tem como objetivo central pesquisar a consideração moral não-antropocêntrica a partir da filosofia schopenhaueriana. Apesar de todos os seres compartilharem da mesma essência, a esfera da moralidade, em Schopenhauer, abarca apenas os animais, pois somente eles são capazes de sentir dor, denominada de afecção imediata da vontade. Para alcançarmos o objetivo proposto, fez-se necessário, primeiramente...

Feuerbach e a fundação sensível da filosofia: imediatidade e mediação na relação Eu-Tu

Aquino,João Emiliano Fortaleza de
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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Este artigo se propõe a apresentar a formulação feuerbachiana do fundamento sensível do pensamento, buscando mostrar que nesse empreendimento Feuerbach: [1] toma como base uma teoria da objetivação, inseparável de uma teoria do homem como essência-gênero (Gattungswesen); [2] formula uma interpretação do desenvolvimento moderno da filosofia ao qual sua proposta filosófica seria imanente e do qual seria o resultado necessário; e [3] chega a formular as bases de uma nova posição ética, no plexo Eu-Tu. Desse modo, sua posição ontológica, ao reivindicar o sensível como o verdadeiro, não se constitui num imediatismo, pois o sensível aí apresentado é ele mesmo mediado pela existência genérica dos homens.

A beatitude na filosofia moral de Tomás de Aquino

Pichler, Nadir Antonio
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
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O propósito desta pesquisa, de caráter analítico e sintético, é investigarmos a natureza da beatitude na filosofia moral de Tomás de Aquino. Fundamentado principalmente nos tratados da Summa contra gentiles, Summa theologiae, Super Boetium de Trinitate e Compendium theologiae, analisaremos a busca da beatitude humana pela contemplação do objeto supremo, Deus, origem, razão e fim último das criaturas. De acordo com esse itinerário, defenderemos a tese de que é impossível nesta vida alcançar a beatitude perfeita pela contemplação da essência divina. Só é possível conhecer, seja por meio da razão natural seja pela revelação, os efeitos de Deus, almejando somente uma beatitude imperfeita, ficando a perfeita para a outra vida. Diante disso, estruturamos o texto em três capítulos. No primeiro, abordaremos a síntese filosófico-teológica, inserindo a busca pela beatitude no contexto da filosofia do ser, porque o ser, Deus, sustenta toda a estrutura do edifício tomista. Depois, sobre os pressupostos da filosofia moral e a natureza da alma intelectiva. No segundo, sobre os fundamentos da beatitude imperfeita, seguindo a divisão da vida humana em ativa e contemplativa. Por meio desta, pela virtude da sabedoria, o Aquinate procura elevar a alma intelectiva do sábio à verdade mais inteligível...

Para além da essência: racionalidade ética e subjetividade no pensamento de Emmanuel Levinas

Farias, André Brayner de
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
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O trabalho investiga a possibilidade de encontrar no tema da subjetividade uma nova maneira de conceber a racionalidade, a ética. Totalité et infini (1961) e Autrement qu’être (1974), as duas obras mais fundamentais do pensamento levinasiano, são as bases de desenvolvimento do trabalho – segunda e terceira partes. Na segunda parte, dedicada à obra de 1961, procuramos entender o problema de linguagem que o projeto da ética como filosofia primeira traz como conseqüência, ao sustentar a primazia da ética sem o devido aprofundamento crítico da linguagem ontológica, que a tese exige, ao mesmo tempo que não consegue se livrar de um logos referido ao ser. Percorremos os grandes temas dessa obra: a idéia de infinito, a transcendência, o visage, o desejo metafísico, a linguagem como discurso, o tempo como alteridade. A terceira parte, onde chega-se ao núcleo do trabalho, dedicamos ao estudo de Autrement qu’être ou au-delà de l’essence, a partir dos dois temas mais importantes da obra: a linguagem como dizer e a subjetividade como substituição. Autrement qu’être é o momento de maior maturidade do pensamento de Levinas no que diz respeito ao enfrentamento crítico da linguagem ontológica que, ao longo da história do pensamento ocidental...

O entardecer de uma era: técnica, poesia e pensamento em Heidegger

Lopes, Alan Marinho
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Filosofia; Metafísica
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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The thinking dialog between Heidegger s philosophy and the poetry of Hölderlin and Rilke must be dealt in language s domains. The difficulty to establish this dialog comes from the man in itself, unable to think out of the understructure of science and the modern technique. The poetic language was forgotten or ignored, turning itself obsolete in front of improvements and resources of the technique. Heidegger searches the essences to the poetry so may it be comprehended in its plenitude for the man. Technique, poetry and existence must be pronounced and investigated so the being shows itself again. To Heidegger, the man lives in a period of uncertainty due finding himself at the sunset of age. The uncertainty generates the poverty and the night of world represents the absence of god and original truth. Only with the fundamental comprehension of poetry, the man of today can project himself to the future not anymore as technique product, but with freedom to choose. The message of poetry of Hölderlin and Rilke, according to Heidegger s interpretation, transmits an alert to the contemporary man against the coming danger in his maintained relation with nature. The purpose of the following work is to build this thinking dialog, without disfigure the poetry...

A co-pertinência entre Ser e homem no pensamento de Heidegger: em busca da unidade esquecida.; The together-belongingness of Be-ing and man in the philosophy of Heidegger: in search of the hidden unity.

RAMOS, Daniel Rodrigues
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Filosofia; Ciências Humanas Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Mestrado em Filosofia; Ciências Humanas
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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The together-belongingness (Zusammengehörigkeit) of Be-ing and man is discussed in this dissertation in the style of a Phenomenological reflection the together-belongingness (Zusammengehörigkeit) of Be-ing and man. It treats of a concept which appears explicitily in the phenomenological thought of Martin Heidegger, especially, beginning in the 30s, when he questioned the meaning of Truth according to the history of Be-ing, that is, as enowning (Ereignis). The reflection, however, begins with the presupposition together-belongingness is a notion present in the thought of Heidegger from the outset of the fundamental-ontological development of the question of Be-ing, represented principally by the primary work of 1927, Sein und Zeit. For this reason, the reflection begins discussing the unity of the thought itinerary of Heidegger, showing that the reversal of the thinking (Kehre) of the 30s is responsible for the transformation which establishes the same question of Be-ing in a more originating extent than that of Sein und Zeit. Admitting from the beginning that together-belongingness translates the mutual reference between Be-ing and man, coming from the primordial unity, in dependence upon which both bring about historically their essence...

Essência

Motloch, Martin
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2014 POR
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Este artigo dá uma introdução crítica às teorias principais de essência, focalizando os modelos mais influentes na metafísica analítica contemporânea: o modelo modal de Kripke e Putnam, e os modelos não-modais de Fine e Jubien. Na primeira parte do artigo, esses modelos são apresentados e discutidos criticamente. Na segunda parte, uma nova teoria é brevemente esboçada. Ela é inspirada pela teoria de Jubien e concebe os objetos ordinários como complexos de suas essências e da matéria que instancia essas essências. As essências de objetos ordinários são constituídas por propriedades sortais e propriedades de origem, que consistem na continuidade espaciotemporal da matéria atual com a matéria original com uma determinada estrutura.; Abstract: This paper gives a critical introduction into the main theories of es sence, focusing on the most influential approaches in contemporary analytic metaphysics: the modal approach of Kripke and Putnam, and the non-modal approaches of Fine and Jubien. In the first part of the paper, these approaches are presented and critically discussed. In the second part, a new theory is briefly sketched. It is inspired by Jubien’s approach and conceives ordinary objects as complexes of their essences and the matter which instantiates these essences. The essences of ordinary objects are composed of sortal properties and origin properties that consist in space-time continuity of the actual matter with the original matter with a determinate structure.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia...

As personagens de Sócrates : máscaras, sátiras e ironias na formação da cultura ateniense

Vianna, Talita de Carvalho Lobo
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2013.; A figura de Sócrates sempre encantou e confundiu aqueles que se propuseram a escrever sobre o filósofo grego. Além da grande contribuição filosófica sobre os mais variados assuntos, ele também é apresentado de formas diversas e até convergentes por seus testemunhos. Propomos traçar a personagem de Sócrates através de duas obras específicas: O Banquete de Platão e As Nuvens de Aristófanes. Assim, procuraremos compreender e reconhecer aquilo que foi dito de Sócrates, tanto as características que se aproximam quanto as que se distanciam, através de uma de suas características mais marcantes: a feiura socrática. Baseados na aparência do filósofo, buscaremos analisar como que sua filosofia e sua vida se confundiam, e como estas eram percebidas pela polis. Da mesma forma que a ironia é expressa pelo contrário do que se pensa, Sócrates revelava-se pelo avesso de sua essência. Sua feiura, então, assume o papel de autêntica ferramenta irônica. Para auxiliar a busca da personagem socrática através de sua aparência três outras características fundamentais de sua filosofia serão analisadas: a ironia...

Ius sive potentia : individuação jurídico-política na filosofia de Spinoza

Campos, André dos Santos, 1980-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //2009 POR
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Tese de doutoramento, Filosofia (Filosofia da Política e do Direito), 2009, Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras; Pressupondo o direito em Spinoza como processo de produção da natureza em individualidade (ou como individuação que, quando humana, tem de se especificar na politica), o presente projecto intenta averiguar o estatuto do jurídico-político na sua filosofia da perspectiva de uma ontologia do direito. Começa com uma análise dos três pilares fundamentais das suas definições de direito de natureza: o individuo (capitulo I), que absorve qualquer noção de personalidade e permanece conceito aberto numa ontologia da relação, enquanto participante da continua causalidade natural; as leis (capitulo II), que em nada se relacionam com as prescrições de uma tradição de jusnaturalismo, expressando ao invés a natureza não enquanto descrições de necessidade, mas enquanto inscrições das essências individuais na natureza; e a potencia (capitulo III), designação da causalidade de e no existir, que e imanente também na singularidade (por cada essência acarretar uma necessidade de heteronomia), explanando-se na duração pela afirmatividade do conatus. Assentes estes instrumentos conceptuais, eles são aplicados a experiencia do homem...

A essência da espécie : Ludwig Feuerbach e a filosofia da encarnação de Deus em Hegel

Figueiredo, Chrysantho Sholl
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: 214 f.; application/pdf
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Orientador: Prof. Dr. Luiz Sérgio Repa; Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 29/06/2015; Inclui referências: f.211-214; Área de concentração: Filosofia; Resumo: A principal obra de Ludwig Feuerbach, A Essência do Cristianismo, apresenta uma filosofia radical e humanista que pretende interpretar criticamente a religião e a consciência cristãs. Entretanto, na base de sua formulação está também uma crítica implícita a Hegel e sua Filosofia da Religião, que confere lugar de destaque ao cristianismo e ao conceito de encarnação de Deus. Assim, este trabalho busca investigar de que modo os principais conceitos de A Essência do Cristianismo, nomeadamente os conceitos de espécie (Gattung) e principalmente essência da espécie (Gattungswesen), são as principais armas de Feuerbach não apenas na crítica aberta à religião, mas também na crítica implícita à interpretação hegeliana da encarnação de Deus nas Lições sobre a Filosofia da Religião. Palavras-chave: Feuerbach; Hegel; Encarnação de Deus; Essência da Espéce; Filosofia da Religião; Crítica da Religião.; Abstract: Ludwig Feuerbach's main work...

A descontinuidade do tempo na filosofia cartesiana

Blanchet, Louis de Freitas Richard
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: 79f.; application/pdf
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Orientador: Prof. Dr. Marco Antonio Valentim; Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 28/01/2013; Inclui referências; Área de concentração: Filosofia; Resumo: O objetivo dessa dissertação é discutir a existência ou não de uma hipótese implícita sobre a descontinuidade do tempo na filosofia cartesiana. Como esse problema não se limita a interpretação de apenas um trecho e se distribui por toda a filosofia cartesiana, serão abordados três temas que oferecem a oportunidade de discutir esse problema: o cogito, a tese da criação contínua e a rejeição da velocidade na física. A hipótese dessa dissertação é que todas as dificuldades relativas à descontinuidade do tempo tem raiz na dificuldade de compreensão da reformulação da ontologia executada por Descartes. Os interlocutores contemporâneos a ele tinham a dificuldade de compreender como Descartes dava conta da mudança sem levar em consideração as formas substancias. Os seus críticos posteriores serão orientados principalmente pelas observações de Leibniz contra a física cartesiana, que se limitou à Estática. O problema do cogito, segundo os autores que defendem a descontinuidade do tempo...

Argumento ontológico. A prova a priori da existência de Deus na filosofia primeira de Descartes

Landim Filho, Raul
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2000 POR
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A prova ontológica cartesiana tem duas partes: a primeira consiste em inferir da idéia clara e distinta da essência de Deus o conhecimento verdadeiro dessa essência, que é caracterizada como a de um ente sumamente perfeito. A segunda parte tem como premissa inicial o conhecimento da essência de Deus. A partir desse conhecimento é provada a sua existência. A principal objeção à primeira parte da prova se baseia na crítica de S. Tomás ao argumento de S. Anselmo. Ela consiste em mostrar que da idéia (ou do conceito) de Deus é legítimo inferir a idéia da existência de Deus. Assim, se Deus é pensado, então é necessariamente pensado como existente. Mas do conceito de Deus não se pode inferir a sua existência, como pretendeu demonstrar o argumento de S. Anselmo. Os principais objetores da segunda parte da prova são Gassendi, Kant e alguns filósofos analíticos. Essas críticas se apóiam na tese de que existência não é um predicado real ou não é um predicado de primeira ordem e que, portanto, não pode ser uma propriedade de objetos, embora possa ser uma propriedade de conceitos (ou funções proposicionais). Se a prova cartesiana tem alguma plausibilidade, ela deve se esquivar dessas críticas. Nesse trabalho...

The Philosophy of Spiritism. Natural Rights. The Fair Law; A filosofia espírita. O direito natural. O direito justo

Campos Neto, Antonio Augusto Machado de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Direito Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Direito
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2007 POR
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A Filosofia Espírita é a Episteme, a Ciência Metodológica, isto é, o caminho que envolve a razão e a fé em entrelaçamento de idéias claras e distintas, nos mesmos moldes de René Descartes, em que a verdade emerge na expressão legítima da sua essencialidade transparente (o chamado “manto diáfano”), sem fantasia, porém da mais pura e verdadeira realidade. A Filosofia Espírita tem, ainda, estreitas ligações com a tradição filosófica do Realismo Metafísico que parte de Parmênides, tomando o Ser, com o qual identifica o Espírito junto às suas respectivas qualidades; todavia, cada Ser ou Espírito com sua unicidade, eternidade, infinitude e imutabilidade na intimidade da própria essência criada. O Direito Natural e o Direito Justo complementam este trabalho, uma vez implícitos à essência da Filosofia e seus temas.; The Spiritism Philosophy is an Epistemology, a Methodological Science, the way that contains the reason and the faith in an intertwined of clear and distinct ideas, like thought by René Descartes, in which the truth emerges in the legitimal expression of its clear essentiality (the so-called “ethereal mantle”), without fantasy, but from the purest and truest reality. The Spiritism Philosophy has close links with the philosophical tradition...

Substância e objeto: a ontologia cartesiana

Valentim, Marco Antonio; Universidade Federal do Paraná
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2013 POR
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Pretendemos investigar o conceito cartesiano de substância, tendo em vista o seu caráter controverso testemunhado por diferentes interpretações. Lendo a Definição V das Segundas Respostas, constatamos que Descartes define substância por contraposição ao ser dos objetos nas idéias do entendimento humano. De acordo com isso, procuramos então esclarecer o estatuto ontológico dos atributos, objetivamente dados, em sua relação real de dependência à substância. Disso concluímos em favor de uma distinção real entre substância e atributo. Na seqüência, discutimos a tese, explicitamente afirmada por Descartes nos Artigos LXII e LXIII da primeira parte dos Princípios da filosofia, segundo a qual a distinção entre a substância e o seu atributo essencial é uma distinção de razão. Numa tentativa de conciliar aquela conclusão com essa tese, interpretamos uma carta de Descartes (a***, de 1645 ou 1646) na qual a teoria das distinções desenvolvida nos Princípios é submetida a uma espécie de revisão para o esclarecimento da distinção entre essência e existência como uma distinção entre modos de ser. AbstractWe intend to investigate the cartesian concept of substance, considering its controversial character attested by different interpretations. Reading the Definition V of the Second Replies...

Hilemorfismo, essência e definição: acordos e desacordos do debate medieval

Guerizoli, Rodrigo; Universidade Federal do Rio de Janeiro
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2014 POR
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Abordarei neste texto certos aspectos da relação entre hilemorfismo, essência e definição em autores-chave dos séculos XIII e XIV. Dois são os traços daquela relação aos quais fundamentalmente me aterei: explorarei as possibilidades que marcam tentativas medievais de se enxergar na estrutura composta das definições um correlato da estrutura composta dos entes materiais; em seguida, buscarei analisar a discussão em torno a certas estratégias que pretenderam fixar o modo como a complexidade das definições se refere à complexidade dos compostos hilemórficos aos quais fazem referência. Abstract:In this text I would like to address some aspects of the relation between hylomorphism, essence, and definition among key authors of the 13th and 14thcenturies. There are two aspects of this relation which I will particularly address: I will explore, first, the possibilities that mark the medieval attempts to glimpse in the compound structure of the definitions a faithful correlate of the compound structure of material entities, and, next, I will seek to analyze the discussion regarding certain strategies that intend to fix the mode in which the complexity of definitions refers to the complexity of the hylomorphic compounds to which they make reference.Recebido em 05/20103Aprovado em 06/2013

A DESIRE FOR LIGHT: CHRISTIANITY AND THE EMERGENCE OF MODERN PHILOSOPHY IN LUDWIG FEUERBACH; DESEJO DE LUZ: O CRISTIANISMO E O SURGIMENTO DA FILOSOFIA MODERNA EM LUDWIG FEUERBACH

Figueiredo, Chrysantho; Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba - PR. Programa de Pós-Graduação em Filosofia.
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 11/03/2015 POR
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This is a review of Ludwig Feuerbach’s book introduction Geshichte der Neuern Philosophie von Bacon bis Spinoza. The original text is in German, the review is in Portuguese. However, we present here, attached, the translated text, also unpublished and original. In 1841's The Essence of Christianity, Feuerbach presents in a most complete way his own version of the radical humanism which excited the young hegelians of his generation. However, it is between 1833 and 1838 that Feuerbach formulates his own philosophical point of view from the critique of the major philosophical systems of modernity. The History of Philosophy from Bacon to Spinoza, published in 1833, is the first of his historical-philosophical works which, apart from the critique of the philosophers indicated by the title, presents also a singular feuerbachian vision of history as a whole, showing how modern philosophy emerges from the inherent contradictions of the Christian religious spirit.; Este trabalho é uma resenha da introdução do livro de Ludwig Feuerbach Geshichte der Neuern Philosophie von Bacon bis Spinoza. O texto original é em alemão; a resenha, em português. Apresentamos, entretanto, em anexo, a tradução do texto, também inédita e original. Em A Essência do Cristianismo...

“Sobre a Essência da Crítica Filosófica em geral”, de G.W.F Hegel e F.W.J. Schelling: introdução e tradução

Lima, Erick Calheiros de; Universidade de Brasília - UnB
Fonte: Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea Publicador: Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/05/2015 POR
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Pretendo apresentar uma versão para o português da Introdução ao Jornal Crítico de Filosofia, texto de autoria de Hegel e Schelling. A versão traduzida é antecedida por uma introdução geral na qual procuro esclarecer, em linhas gerais, o contexto intelectual e biográfico no qual o texto surgiu (1), o significado geral da noção de Unphilosophie, a cuja crítica se dirige o esforço do Jornal (2); e, finalmente, o argumento perseguido pelo texto (3)

Sobre a possibilidade de uma filosofia da técnica correta e verdadeira

Brea, Gerson
Fonte: Filosofia e Educação Publicador: Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Ensaio Formato: application/pdf
Publicado em 06/10/2014 POR
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46.18%
Esse artigo pretende aproximar-se do fenômeno da técnica, a partir de uma discussão do texto “A questão da técnica”, de Martin Heidegger. Após uma breve introdução que apresenta diversos momentos de concepções antropológicas da técnica, a discussão analisará passagens centrais da proposta heideggeriana em que a essência da técnica é compreendida como um acontecimento da verdade. Finalmente, o artigo tecerá algumas reflexões, inspiradas em um trabalho de Alfred Nordmann, sobre os limites que o pensamento de Heidegger nos impõe quando pretendemos pensar outras possibilidades de uma filosofia da técnica.

O desejo como essência da educação

Merçon, Juliana
Fonte: Filosofia e Educação Publicador: Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; estudo de texto; criação conceitual Formato: application/pdf
Publicado em 04/11/2012 POR
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46.14%
A filosofia de Espinosa nos permite repensar a educação de várias maneiras. Minha proposta, neste artigo, é a de que a pensemos como um movimento do desejo, que pode tanto ser marcado pelo pensamento ativo como por passividades. Exploraremos, assim, em que consistiria o desejar passivo e também a ativação do desejo, construindo pontes com situações de aprendizagem e ensino. Veremos, ao final, como o desejar ou educar ativo enlaça o entendimento do desejo, o desejo de entender e o desejo de compartilhar com outros aquilo que entendemos.