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Própolis: efeito na fragilidade osmótica da membrana eritrocitária

Moreira, Leandro; Rogão, Mónica; Pereira, Ana Paula; Costa, Bruno; Pereira, Ermelinda; Morais, Margarida; Pombo, Graça; Estevinho, Leticia M.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Própolis é uma substância resinosa colhida das plantas, pelas abelhas. A composição do própolis depende da vegetação envolvente, da estação do ano, e da área da qual provém. Este produto da colmeia contém normalmente, uma grande variedade de compostos químicos, tais como polifenóis (flavonóides, ácidos fenólicos e ésters), esteróides e aminoácidos. A esferocitose hereditária (EH) é um tipo de anemia de transmissão hereditária que resulta da presença de eritrócitos microcíticos e hipercromicas, esféricos e sem palidez central. Clinicamente, os indivíduos apresentam normalmente desde condições assintomáticas até anemias hemolíticas graves. Os objectivos deste estudo foram avaliar o efeito de dois extractos de própolis, oriundos de diferentes regiões (Bornes – Trás-os-Montes; Fundão – Beira Interior), na fragilidade osmótica da membrana eritrocitária em pacientes com Esferocitose Hereditária. Para avaliar o efeito do própolis este foi extraído com DMSO (Dimetilsulfóxido), e posteriormente testado no sangue de dois indivíduos, um com esferocitose hereditária e outro sem esta patologia. O sangue utilizado foi obtido por punção venosa com EDTA sódico. No indivíduo portador da doença procedeu-se aos testes de fragilidade osmótica...

Avaliação da deformidade eritrocitária através da ectacitometria na deficiência de ferro; Evaluation of the red cell deformability through ektacytometry in iron deficiency

Patavino, Giuseppina Maria
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/09/2002 PT
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A deformabilidade é a característica que permite ao eritrócito normal de 7 a 8 micrômetros (m) circular por capilares de até 3m de diâmetro. Esse fenômeno depende da geometria celular, da viscosidade interna e das propriedades visco-elásticas da membrana eritrocitária. Dentre as várias técnicas de estudo da deformabilidade eritrocitária (DE), como: a aspiração por micropipeta, a filtração e a reoscopia, destaca-se a ectacitometria. Essa técnica utiliza um viscosímetro de fluxo laminar onde as modificações de forma dos eritrócitos são monitoradas continuamente por um feixe de raio LASER, processadas por microcomputador e inseridas em gráfico para posterior análise. A ectacitometria fornece o Índice de Deformabilidade (ID), o qual proporciona a medida da eliptocitogênese dos eritrócitos quando submetidos a uma força denominada shear stress. A anemia ferropriva é uma patologia muito freqüente na prática médica. Apresenta anormalidades morfológicas expressivas como: microcitose, hipocromia, ovalócitos, eliptócitos e hemácias em alvo. Alterações de deformabilidade eritrocitária foram descritas em diversas situações como na esferocitose hereditária, eliptocitose hereditária e anemias hemolíticas auto-imune. Na anemia ferropriva os trabalhos de deformabilidade eritrocitária são controversos. O presente estudo avalia a DE...

Aplicação da pinça optica para o estudo da deformabilidade das hemacias

Marcelo Mendes Brandão
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/05/2003 PT
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Lasers têm sido uma ferramenta cada vez mais utilizada na área da Biologia Celular e Medicina para medidas, diagnóstico e manipulação. Dentre essas utilizações destaca-se o trabalho pioneiro de A. Ashkin e colaboradores em 1986 que demonstraram o uso de uma técnica baseada na transferência de momentum dos fótons para capturar partículas dielétricas. Logo a seguir eles utilizaram essa técnica para capturar e manipular partículas biológicas com tamanhos variando de décimos a centenas de micra, demonstrando, desta forma, que este sistema funciona como uma "pinça óptica" para realizar manipulações intra e extracelulares sem causar prejuízo algum ao organismo vivo. Neste trabalho, a pinça óptica foi empregada para a análise do comportamento mecânico de hemácias normais, portadoras de hemoglobina 5 (homozigotos e heterozigotos) no estado normal e em crise falcêmica, esferocitose hereditária e anemia ferropriva. Foi ainda estudada a ação da hidroxiureia na reologia dos eritrócitos, da irradiação gama e da heterozigose para hemoglobina 5 em células estocadas em bolsas de doação de sangue. As análises foram feitas com um feixe de laser fortemente focado por uma objetiva de x100 de um microscópio, acoplado a um sistema de vídeo utilizado para gravar as imagens e posteriormente envia-Ias para análise em um computador. Pelo menos 20 células de cada participante foi pinçada pelo laser e arrastada contra plasma humano AS + com viscosidade conhecida em 6 velocidades constantes variando de 150 J.1m1s a 250J.1m1s (150...

Teste da eosina-5-maleimida (EMA), para o diagnóstico de esferocitose hereditária: experiência do Laboratório de Citometria de fluxo do Centro Hospitalar do Porto

Queirós, M.; Antas, P.; Rocha, S.; Leander, M.; Freitas, I.; Cleto, E.; Barbot, J.; Rodrigues, J.; Gonçalves, M.; Santos, M.; Santos, A.; Oliveira, L.; Fonseca, S.; Lau, C.; Teixeira, M.; Pinho, L.; Santos-Silva, A.; Lima, M.
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 29/06/2012 POR
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Esferocitose hereditária. Esplenectomia e colecistectomia. Experiência de um hospital pediátrico

Soares, S.; Bonet, B.; Sousa, F.; Rodrigues, C.; Antunes, M.; Barbot, J.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/2009 POR
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Objectivos: Avaliar as indicações para a esplenectomia e colecistectomia, os seus resultados e complicações em crianças com esferocitose hereditária. Material e Métodos: Realizou-se uma revisão retrospectiva das crianças com diagnóstico de Esferocitose Hereditária (EH) seguidas na consulta de Hematologia entre Janeiro de 1992 e Agosto de 2007. Os parâmetros avaliados foram: idade actual; sexo; grau de gravidade da EH avaliado de acordo com os critérios publicados pela British Society for Haematology em 2004; co-hereditariedade de síndrome de Gilbert; doentes submetidos a esplenectomia e colecistectomia; idade à data da cirurgia; método cirúrgico usado (laparotomia/laparoscopia; esplenectomia total/parcial); parâmetros relevantes na decisão de esplenectomia e/ou colecistectomia (anemia, reticulocitose, esplenomegalia, dependência transfusional, litíase vesicular, hematopoiese extramedular e outras) ; parâmetros analíticos pré e pós-cirúrgicos (hemograma, contagem de reticulócitos, bilirrubina total e bioquímica do ferro); atitudes profiláticas relativas a complicações de esplenectomia (vacinação prévia, antibioterapia profi lática e terapêutica) e registo de possíveis complicações (sépsis...

Caso hematológico: Esferocitose hereditária

Costa, M; Costa, E; Guerra, I; Cleto, E; Freitas, I; Barbot, J
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /12/2013 POR
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Aplastic crisis by Parvovirus B19 in a patient with hereditary spherocytosis can produce an acute severe and eventually life-threatening anemia. The authors present a clinical case of a 14-year old boy, enhancing the importance of clinical evaluation for a prompt diagnosis and therapeutic approach.

Severe hereditary spherocytosis and distal renal tubular acidosis associated with the total absence of band 3

Ribeiro, ML; Alliosio, N; Almeida, H; Gomes, C; Texier, P; Lemos, C; Mimoso, G; Morlé, L; Bey-Cabet, F; Rudigoz, RC; Delaunay, J; Tamagnini, G
Fonte: American Society of Hematology Publicador: American Society of Hematology
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2000 ENG
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Absence of band 3, associated with the mutation Coimbra (V488M) in the homozygous state, caused severe hereditary spherocytosis in a young child. Although prenatal testing was made available to the parents, it was declined. Because the fetus stopped moving near term, an emergency cesarean section was performed and a severely anemic, hydropic female baby was delivered. She was resuscitated and initially kept alive with respiratory assistance and hypertransfusion therapy. Cord blood smears revealed erythroblastosis, poikilocytosis, and red cells with stalk-like elongations. Band 3 and protein 4.2 were absent; spectrin, ankyrin, and glycophorin A were significantly reduced. Renal tubular acidosis was detected by the age of 3 months. Nephrocalcinosis appeared soon thereafter. After 3 years of follow-up the child is doing reasonably well on a regimen that includes regular blood transfusions and daily bicarbonate supplements. The long-term prognosis remains uncertain given the potential for hematologic and renal complications.

Esplenectomia laparoscópica nas doenças hematológicas

Melo-Filho,Antônio Aldo; Miranda,Márcio Lopes; Oliveira-Filho,Antônio Gonçalves de; Pinheiro,Vitória Régia; Brandalise,Nelson Ari; Bustorff-Silva,Joaquim Murray
Fonte: Colégio Brasileiro de Cirurgiões Publicador: Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 PT
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OBJETIVO: Relatar a experiência inicial do Centro Infantil Boldrini com a esplenectomia laparoscópica (EL) em crianças e adultos jovens. MÉTODO: Foram revisados os prontuários de 40 pacientes (mediana da idade de 6,6 anos; 1 a 22,8) submetidos à EL entre Julho de 2000 e Maio de 2002. As principais indicações de acordo com a doença de base foram: doença falciforme (DF) em 20 pacientes (50%), esferocitose hereditária em 10 (25 %), púrpura trombocitopência idiopática em oito (20 %), doença de Hodgkin em um e anemia hemolítica a esclarecer em um. RESULTADOS: Trinta e oito esplenectomias foram completadas por via laparoscópica (duas conversões) e em doze foi realizada adicionalmente a colecistectomia. A mediana do tempo operatório foi de 127,5 minutos (90-240 min) e sete (17,5 %) baços acessórios foram encontrados. Sangramento intra-operatório foi significativo apenas nas duas conversões, mas não houve necessidade de transfusões. A mediana do peso dos baços foi de 250 g (106-1000; n=36). Complicações pós-operatórias ocorreram em sete (17,5 %) pacientes e, nos portadores de DF, 35% desenvolveram síndrome torácica aguda. A mediana da permanência hospitalar pós-operatória foi de dois dias (2 - 14). O seguimento variou de 23 dias a dois anos (mediana de 11 meses). CONCLUSÕES: A EL pode ser realizada de modo seguro mesmo em baços de grande tamanho e é opção atrativa que pode substituir o procedimento aberto. Em pacientes com DF...

Hereditary spherocytosis -- prevalence of erythrocyte membrane protein deficiency.; Esferocitose hereditária--prevalência dos défices proteicos da membrana do eritrócito.

Granjo, Elisa; Serviço de Hematologia Clínica, Hospital de S. João, Porto.; Manata, Pedro; Torres, Noémia; Rodrigues, Lurdes; Ferreira, Fátima; Bauerle, Roswitha; Quintanilha, Alexandre
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 30/04/2003 POR
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The authors studied the relative prevalence of erythroid cytoskeletal protein defects and their relationship with the clinical course of Hereditary Spherocytosis (HS) in 39 Portuguese patients of North of Portugal (25 families). This study showed that, in the North of Portugal, HS is primarily due to anquirin deficiency (72%), followed by band 3 (20%). These findings are similar to the published data in other Caucasian populations. Anquirin primary defects have been difficult to diagnose before splenectomy, due to high reticulocytes counts.; The authors studied the relative prevalence of erythroid cytoskeletal protein defects and their relationship with the clinical course of Hereditary Spherocytosis (HS) in 39 Portuguese patients of North of Portugal (25 families). This study showed that, in the North of Portugal, HS is primarily due to anquirin deficiency (72%), followed by band 3 (20%). These findings are similar to the published data in other Caucasian populations. Anquirin primary defects have been difficult to diagnose before splenectomy, due to high reticulocytes counts.

Crise Aplásica como Forma de Apresentação de Anemia Hemolítica Hereditária

Lima, Lucínia; Gonçalves, Sara; Ferreira, Rosa Branca; Costa, Eliísio; Silva, Ermelida Santos; Araújo, Isabel; Barbot, José
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/2014 POR
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Os autores descrevem dois casos clínicos de crise aplásica como forma de apresentação de anemia hemolítica hereditária. Um dos casos correspondia a uma esferocitose hereditária e o outro a um fenótipo híbrido entre esferocitose hereditária e eliplocitose hereditária denominado de elíptocitose hereditária esferocíiica. Ambos se apresentaram com uma anemia grave, de carácter agudo, arregeneratíva, na sequência de um episódio de infecção das vias aéreas superiores. Nos dois casos, foi confirmada serologicamente a infecção aguda por parvovírus B19.Palavras-chave: Anemia hemolítica hereditária; esferocitose hereditária; eliptocítose hereditária esferocítica; crise aplásica; parvovírus B 19

Anemias Hereditárias

Ferreira, Fátima; Carvalho, Fernanda; Costa, Vítor; Farinha, Nuno; Gil-da-Costa, M.ª João; Norton, Lucília; Reis, Ilidia Lima
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2014 PT
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Os autores efectuam a revisão das anemias hereditárias da consulta de hematologia pediátrica do Hospital S. João no período compreendido entre 1982 e 1995. Dividem-nas em três grandes grupos: Hemoglobinopatias, Doenças da Membrana do glóbulo rubro e Enzimopatias. Calculam a sua frequência relativa, os parâmetros clínicos e analíticos relevantes no diagnóstico, a abordagem terapêutica e respectiva evolução.Destacam a especificidade desta consulta em que as anemias hereditárias correspondem a 47,8% dos 205 casos de anemia observados. As hemoglobinopatias são a patologia mais frequente (51,2%), com franco predomínio dos portadores heterozigotos de 3-talassemia (85%). No grupo das membranopatias, a esferocitose hereditária constitui 97,3% dos casos.Fazem algumas considerações sobre anemias hereditárias e comparam os resultados obtidos com os de publicações relativas à sua prevalência no país. Salientam a importância do diagnóstico precoce dos doentes e portadores, e do aconselhamento genético do casal de risco no sentido da diminuição da incidência e da morbilidade destas patologias.

Esferocitose Hereditária: Pensar no Diagnóstico

Macedo, Joana; Serviço Pediatria Centro Hospitalar Alto Ave; Costa, Emília; Cleto, Esmeralda; Barbot, José; Neto, Cláudia
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 24/04/2015 POR
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Os autores apresentam um caso clínico de esferocitose hereditária com manifestações desde o período neonatal. Trata-se de um recém-nascido (RN) de termo, que apresentou um quadro de hemólise no período neonatal com anemia grave, que obrigou a transfusão de concentrado de eritrócitos. A anemia hemolítica grave em contexto de incompatibilidade ABO, que persistiu no tempo, exigiu uma investigação complementar etiológica. Só no seguimento posterior em consulta, e desta vez com resultados definitivos do teste de crio hemólise, bem como o esclarecimento da história familiar positiva para a patologia EH, estabeleceu-se esta como causa primordial do quadro hematológico. Deve ser referido que a incompatibilidade ABO esteve na origem da maior gravidade do quadro, bem como na maior dificuldade do esclarecimento etiológico. Palavras- chave: Anemia hemolítica; icterícia neonatal; incompatibilidade ABO; esferocitose hereditária;

Anemia Hemolítica do Recém-Nascido: Dificuldade no Diagnóstico e Revisão de 3 Casos Clínicos

A. Pereira, Susana; L. Oliveira, Lígia; Fonseca, Fátima; Pinto, Rui
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 22/09/2014 PT
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26.56%
Factores relacionados com a imaturidade fisiológica e o desenvolvimento, podem dificultar a abordagem clínica e laboratorial da anemia hemolítica no período neonatal. Neste contexto os autores apresentam uma discussão sobre o valor dos indicadores clássicos de hemólise, no recém-nascido, e propõe um plano geral de investigação etiológica.Apresentam 3 casos de anemia hemolítica no recém-nascido com diagnósticos e prognósticos completamente distintos: um caso de Esferócitose Hereditária, outro de Sífilis Congénita e um terceiro de Anemia Hemolítica Idiopática com Corpos de Heinz. Discute-se o diagnóstico diferencial de cada um deles, a importância da determinação do mecanismo subjacente para a proposta do plano terapêutico e ainda as controvérsias sobre a terapêutica transfusional no recém-nascido.

Alterações moleculares no gene da banda 3 (AEI) na esferocitose hereditaria e a participação da isoforma renal no equilibrio acido-basico

Paulo Roberto Moura Lima
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/08/2000 PT
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A esferocitose é um tipo comum de anemia hemolítica hereditária cujo primeiro defeito molecular foi caracterizado em 1992. A proteína banda 3, codificada pelo gene AE1, foi a primeira isoforma clonada de uma famma de genes de trocadores de ânions "Anion Exchanger-AE gene family" e é a mais abundante das proteínas integrais da membrana eritrocitária. Alterações moleculares neste polipeptídeo estão associadas à formação de esferócitos. Hemácias esferocíticas são osmoticamente frágeis, estando mais sujeitas à lise e ao sequestramento pelo baço, o que encurta seu tempo de vida. A proteína banda 3 também é expressa nos rins, na membrana basolateral de células alfa intercaladas do tubo coletor cortical, onde é responsável pela reabsorção de bicarbonato, compensando a secreção de ácidos pela H+ ATPase vacuolar apical, e participando da regulação fina do equilíbrio ácido-básico. Tanto a banda 3 eritrocitária como a renal são isoformas de um mesmo gene que através de um promotor tecido específico, diferem quanto à transcrição. O mRNA da banda 3 renal não apresenta os três primeiros exons observados na forma eritróide. O presente estudo teve o objetivo de investigar as alterações moleculares e regulação do gene da banda 3 na esferocitose hereditária em 5 pacientes com deficiência de banda 3...

Detecção de mutações no gene da anquirina eritroide em pacientes portadores de esferocitose hereditaria

Roberta Campanile A. Leite
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/08/1999 PT
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47.45%
O presente estudo teve por objetivo a análise molecular de 28 pacientes não relacionados, atendidos no Hemocentro-UNICAMP, portadores de Esferocitose Hereditária (EsH) diagnosticada a partir de dados clínicos, esfregaço de sangue periférico e curva de fragilidade osmótica. Na maioria destes casos, a quantificação das proteínas de membrana das hemácias através da densitometria de gel de políacrilamida-SDS corado pelo azul de Coomassie, detectou deficiência de espectrina e/ou anquirina. O rastreamento de mutações foi feito através de SSCP e confirmadas por sequenciamento. Duas novas mutações foram encontradas em nossa população, ambas tratando-se de substituição de um nucleotídeo com alteração do aminoácido. A primeira no exon 9 (His -> Arg, CAC->CGC) e a segunda no exon 28 (lle->Thr ATC->ACC), totalizando uma frequência de 7.2% de mutações no gene da anquirina na população com Esferocitose Hereditária estudada. Foram também encontrados dois novos polimorfismos: no exon 6 (codon 197, CCG ->CCA) e no exon 29 (codon 1162, AGT -> AGC), além de outros polimorfismos já descritos, no exon 4 (codon 105, AAT->AAC), no exon 16 (codon 594, TCC -> TC A), e no exon 18 (codon 691, GGT -> GGC). Foi ainda realizada a análise da expressão de RNAm do gene da anquirina através de SSCP. Um paciente apresentou defeito na transcrição de um dos alelos...

Esplenectomia laparoscópica versus aberta no tratamento de doenças hematológicas; Laparoscopic versus open splenectomy in the management of hematologic diseases

Sapucahy, Manuela V.; Faintuch, Joel; Bresciani, Cláudio J.C.; Bertevello, Pedro L.; Habr-Gama, Angelita; Gama-Rodrigues, Joaquim José
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2003 ENG
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47.32%
A esplenectomia é o melhor tratamento disponível para formas graves de esferocitose hereditária, púrpura trombocitopênica idiopática e outras entidades hematológicas refratárias à abordagem conservadora. Ela tem sido empregada há muitas décadas com baixa mortalidade e taxas de remissão favoráveis. A alternativa de esplenectomia laparoscópica em anos recentes foi adotada rapidamente e até entusiasticamente, todavia o papel exato das intervenções abertas em contraposição às laparoscópicas para doenças hematológicas ainda é objeto de debate. Num estudo de 58 pacientes adultos, os procedimentos laparoscópicos foram comparados com as esplenectomias convencionais em indicações semelhantes. MÉTODOS: Todos os pacientes foram operados num período de 8 anos. Eles foram submetidos a operações análogas sob a supervisão da mesma escola cirúrgica e eram comparáveis no tocante a idade, sexo, índice de massa corporal e diagnóstico. Os casos abordados laparoscopicamente (Grupo I, n= 30) foram seguidos prospectivamente de acordo com protocolo escrito, ao passo que a mesma investigação foi aplicada retrospectivamente no que concerne aos doentes de esplenectomia aberta (Grupo II, n= 28). Os métodos incluíram achados gerais e demográficos...

Eletroforese de proteínas de membrana eritrocitária no diagnóstico de doença hemolítica por defeito de membrana

Favero,Paulo Roberto; Soares Leonart,Maria Suely; do Nascimento,Aguinaldo José
Fonte: Acta bioquímica clínica latinoamericana Publicador: Acta bioquímica clínica latinoamericana
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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37.45%
A membrana eritrocitária contém as proteínas do citoesqueleto, e proteínas integrais, imersas na bicamada lipídica, todas importantes para a manutenção da integridade e da forma celular. Neste trabalho, estudou-se 14 pacientes portadores de doença hemolítica, atendidos no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (HEMEPAR) em relação a grupo controle de 20 voluntários saudáveis. Amostras de sangue venoso foram coletadas em citrato-fosfato-dextrose (CPD). Após o isolamento das membranas [Dodge et al., Arch. Biochem. Biophys. 100:199, 1963] e a determinação da concentração de proteínas [Lowry et al., J. Biol. Chem. 193: 265, 1951], as proteínas foram submetidas à eletroforese vertical em SDS-Page [Laemmli, Nature 227: 680, 1970]. Os valores obtidos no grupo controle (%; n = 10), foram: espectrinas = 29,67 ± 4,14; anquirinas = 3,97 ± 1,84; banda 3 = 38,70 ± 4,96; banda 4.1 = 6,79 ± 1,60; banda 4,2 = 5,00 ± 1,43; banda 4.5 = 1,89 ± 0,96; banda 4,9 = 1,83 ± 1,22; banda 5 = 6,54 ± 3,13; banda 6,0 = 2,70 ± 1,24; banda 7,0 = 2,36 ± 1,33. Os valores médios para os portadores de esferocitose foram 24,4% para espectrina e 35,8% para banda 3 (teste t; p < 0,05). A observação de esferócitos ou eliptócitos no sangue periférico...