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Tempo de espera no acesso a consultas médicas : influência do gradiente socioeconómico

Henriques, Tânia Gonçalves Portugal
Fonte: FEUC Publicador: FEUC
Tipo: Dissertação de Mestrado
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66.28%
As políticas de saúde devem promover o acesso aos cuidados de forma independente da condição socioeconómica dos indivíduos, garantindo igual utilização dos serviços de saúde públicos para iguais necessidades clínicas, de acordo com os princípios da equidade e com o preconizado na legislação. Em Portugal, o sistema de saúde é essencialmente público, com um custo monetário relativamente baixo para acesso aos cuidados. O tempo de espera é uma das formas mais equitativas de moderação deste acesso porque não depende das condições socioeconómicas dos indivíduos. Contudo, alguns estudos revelam que estas condições podem ter influência no tempo de espera. Foi objetivo deste trabalho testar empiricamente a influência destas condições no tempo de espera para consultas médicas, de forma a verificar se existe equidade no acesso a cuidados de saúde públicos eletivos, em Portugal. Face aos objetivos apresentados e à natureza dos dados disponíveis, foi inicialmente utilizado um método estatístico descritivo para uma breve análise exploratória. De seguida, para verificar o efeito do gradiente socioeconómico nos tempos de espera para acesso a consultas, foi especificado e estimado um modelo de contagem (binomial negativo). Foram utilizados os dados do quarto inquérito nacional de saúde...

Acesso à esterilização cirúrgica pelo Sistema Único de Saúde, Ribeirão Preto, SP; Access to surgical sterilization through the National Health System, Ribeirão Preto, Southeastern Brazil; Acceso a la esterilización quirúrgica por el Sistema Único de Salud, Ribeirão Preto, Sureste de Brasil

VIEIRA, Elisabeth Meloni; SOUZA, Luiz de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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66.02%
OBJETIVO: Caracterizar o perfil de indivíduos que não obtiveram o procedimento de contracepção cirúrgica e fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal realizado em Ribeirão Preto (SP), em 2004, com 230 indivíduos que não obtiveram cirurgia de esterilização no período de 1999 a 2004 pelo Sistema Único de Saúde. Foi aplicado um questionário com informações sociodemográficas, uso de métodos anticoncepcionais e aspectos da esterilização e desejo de esterilizar-se no futuro. Foram comparadas as variáveis sexo, idade, religião, renda per capita, estado marital e escolaridade do total dos que não obtiveram o procedimento com 297 indivíduos esterilizados. RESULTADOS: Dos 230 entrevistados 21,3% eram homens e 78,7% mulheres. A maioria era casada, branca, católica e tinha pelo menos quatro anos de estudo. A renda per capita mediana mensal foi R$ 140,00. Dos entrevistados, 23 (10%) tinham expectativa de fazer a cirurgia. Os restantes 207 foram classificados em dois grupos: 71% decidiram adiar cirurgia e 29% encontraram obstáculos no acesso à esterilização. O segundo grupo foi associado a ser mulher, jovem e negra. Após regressão logística, ser negro foi o único fator que se manteve associado à não-obtenção da esterilização. Ao comparar com o grupo dos que obtiveram o procedimento...

Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre idosos do município de São Paulo; Inequalities in access to health care services and utilization for the elderly in São Paulo, Brazil; Desigualdades en el uso y acceso a los servicios de salud entre ancianos del municipio de São Paulo

LOUVISON, Marília Cristina Prado; LEBRÃO, Maria Lúcia; DUARTE, Yeda Aparecida Oliveira; SANTOS, Jair Lício Ferreira; MALIK, Ana Maria; ALMEIDA, Eurivaldo Sampaio de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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66%
OBJETIVO: Analisar os fatores relacionados à determinação e às desigualdades no acesso e uso dos serviços de saúde por idosos. MÉTODOS: Estudo integrante do Projeto Saúde, Bem-estar e Envelhecimento (SABE), no qual foram entrevistados 2.143 indivíduos com 60 anos ou mais no município de São Paulo, SP, em 2000. A amostra foi obtida em dois estágios, utilizando-se setores censitários com reposição, probabilidade proporcional à população e complementação da amostra de pessoas de 75 anos. Foi mensurado o uso de serviços hospitalares e ambulatoriais nos quatro meses anteriores à entrevista, relacionando-os com fatores de capacidade, necessidade e predisposição (renda total, escolaridade, seguro saúde, morbidade referida, auto-percepção, sexo e idade). O método estatístico utilizado foi regressão logística multivariada. RESULTADOS: Dos entrevistados, 4,7% referiram ter utilizado a internação hospitalar e 64,4% o atendimento ambulatorial. Dos atendimentos ambulatoriais em serviço público, 24,7% ocorreram em hospital e 24,1% em serviço ambulatorial; dentre os que ocorreram em serviços privados, 14,5% foram em hospital e 33,7% em clínicas. Pela análise multivariada, observou-se associação entre a utilização de serviços e sexo...

O setor público não-estatal: as organizações sociais como possibilidades e limites na gestão pública da saúde.; The non-governamental public sector: the social organizations as possibilities and limites in the public management of health.

Carneiro Junior, Nivaldo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/08/2002 PT
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66.17%
Como alternativa para superar mais uma crise do capitalismo, no final do século XX configurou-se uma nova organização geopolítica e econômica mundial de cunho neoliberal. Ela atribui ao Estado de Bem-Estar Social a responsabilidade pela crise e pela ineficiência em responder às demandas sociais do mundo em transformação. Em resposta às críticas, nasce o movimento de reforma do Estado, que vem assumindo posições nas duas últimas décadas. Nos anos 80 predominou a concepção do Estado mínimo, que encarregou o mercado da responsabilidade pelo crescimento econômico e pelo atendimento às necessidades da sociedade. Na década seguinte questionou-se esse modelo. O ideário do Estado forte regulador e coordenador de políticas sociais respondeu aquele questionamento, deixando para o mercado e o terceiro setor a produção de bens e serviços. Influenciado pela nova administração pública, esse Estado é concebido como gerenciador do desenvolvimento social, incorporando mecanismos do setor privado para aperfeiçoar resultados, como retenção de gastos e controle de custos. Essa é a orientação do plano diretor de reforma do aparelho estatal implantado pelo Governo brasileiro a partir de 1995. Uma de suas principais estratégicas foi a criação das organizações sociais – estatuto legal que permite às instituições sem fins lucrativos desenvolverem funções sociais delegadas pelo Estado. A partir de 1998...

Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre a população idosa do município de São Paulo ; Inequalities in use and access to health care services among the elderly population in São Paulo.

Louvison, Marilia Cristina Prado
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/08/2006 PT
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66.01%
Objetivos: Este estudo é parte do Projeto Saúde, Bem-estar e Envelhecimento (SABE), com o objetivo de identificar as desigualdades no acesso e uso de serviços de saúde entre idosos no município de São Paulo, Brasil. Métodos: Em 2000, foram entrevistados, 2143 indivíduos com 60 anos ou mais, utilizando-se o questionário padronizado do SABE. A amostra foi obtida em dois estágios, utilizando-se setores censitários com reposição, probabilidade proporcional à população e complementação da amostra de pessoas de 75 anos. Os dados finais foram ponderados, de forma a serem expandidos. Foi mensurado o uso de serviços hospitalares (internações) e ambulatoriais (consultas médicas) nos últimos quatro meses e o não uso de serviços de saúde (mesmo precisando), relacionando-os com fatores de capacidade, necessidade e predisposição (renda total, escolaridade, seguro saúde, morbidade referida, auto-percepção, sexo e idade). Resultados: A proporção dos entrevistados que referiu ter utilizado algum serviço de saúde, nos últimos quatro meses, foi de 4,7 por cento com relação à internação hospitalar e 64, 4 por cento com referência ao atendimento ambulatorial. Dos atendimentos ambulatoriais, 24,7 por cento ocorreu em hospital público e 24...

Estratégias para garantia da equidade no acesso aos serviços de saúde em unidades de saúde da família : uma revisão de literatura

Fortes, Caroline Vieira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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96.38%
A utilização dos serviços corresponde ao centro do funcionamento dos sistemas de saúde, sendo o acesso do usuário parte essencial da organização. As necessidades modificam-se nos usuários, gerando a necessidade de uma organização do acesso que respeite essas diferenças. Tal garantia de respeito às necessidades dos usuários é expressa no princípio da equidade. A estratégia saúde da família representou uma mudança no modelo de atenção. Contudo, identifica-se dificuldade em conciliar a organização do trabalho com as necessidades dos usuários, buscando a garantia da equidade no acesso. O presente trabalho consiste em uma revisão de literatura que buscou responder como garantir a equidade no acesso em equipes de saúde da família. Identificou-se como determinantes do acesso, a organização dos serviços, a demanda e oferta, a localização, o modelo de atenção e as necessidades da população. A desmotivação dos profissionais com a ausência de uma definição de proposta assistencial e falta de clareza do papel das unidades de saúde foram citadas como situações geradoras de iniquidades. O atendimento a demanda e a desproporção entre a oferta potencial, as condições de vida e as disparidades sociais também apareceram como geradores de iniqüidades. A compensação das diferenças sociais através de utilização de estratégias inclusivas foi apontada como forma de garantir a equidade. A identificação de diferentes portas de entradas para os usuários...

Melhoria da equidade no acesso aos medicamentos no Brasil: os desafios impostos pela din??mica de competi????o extra-pre??o

Santos, Silvio Cesar Machado dos
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Dissertação
PT_BR
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66.15%
Traz ?? tona o problema da iniquidade no acesso aos medicamentos no Brasil, discutindo-o ?? luz de uma abordagem econ??mica. Evidencia que, por um lado, a melhoria deste acesso est?? associada ?? melhoria das condi????es s??cio-econ??micas, da capacidade de financimento, do uso racional desses produtos e da efici??ncia na gest??o dos recursos dispon??veis. Por outro lado, est?? associada tamb??m ?? regula????o deste mercado, com efetiva melhoria do n??vel de pre??os praticados para os medicamentos. O pre??o ?? formado por um processo hist??rico e dependente da din??mica do mercado e da intera????o entre a ind??stria, o Estado e a sociedade. Demonstra que o funcionamento deste mercado apresenta falhas, tanto em n??vel mundial quanto no Brasil, acarretando uma competi????o imperfeita e por mecanismos "extrapre??o", como a diferencia????o e produtos e o marketing e a promo????o de vendas. N??o bastasse a grande concentra????o de renda no pa??s, essa via competitiva agrava ainda mais o contexto e traz implica????es negativas para o padr??o de acesso aos medicamentos que, conforme demonstra a an??lise tamb??m ?? uma quest??o de renda e pre??o. Assim, a partir da caracteriza????o dessa contraposi????o latente entre a din??mica de competi????o "extrapre??o" predominante no mercado farmac??utico e a meta de melhoria da equidade no acesso aos medicamentos...

O Trilema da Saúde: dificuldades e soluções

Silva, E.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /06/2008 POR
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66.16%
Nas sociedades modernas a Saúde é considerada um bem de mérito e a equidade no acesso e na prestação de cuidados de saúde é um valor social que adquiriu grande relevância na 2ª metade do século XX, especialmente na Europa, sendo a sua aceitação consensual por quase todas as ideologias políticas (excepção feita ao liberalismo radical). Os médicos buscam incessantemente aumentar a eficácia e a qualidade dos cuidados de saúde, numa luta infindável contra a morte e o sofrimento, e o vertiginoso avanço científico e tecnológico alcançado pela Medicina é a expressão vitoriosa deste esforço, complementado pelo de inúmeras outras áreas do conhecimento humano. Mas estes inegáveis avanços (filosóficos e científicos) comportam custos económicos, e não só. Sendo a Saúde um bem cada vez mais caro, e cada vez mais reclamado como um direito social de todos, questiona-se a adequada gestão dos recursos que lhe são destinados, tanto mais que os mesmos não são ilimitados e há outras necessidades a suprir. Neste contexto ganha terreno a busca da eficiência procurada por economistas e gestores. Actualmente sempre que as sociedades procuram aumentar a equidade e os médicos tentam aumentar a eficácia e a qualidade...

Controle público e eqüidade no acesso a hospitais sob gestão pública não estatal

Carneiro Junior,Nivaldo; Elias,Paulo Eduardo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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96.39%
OBJETIVO: Analisar as organizações sociais de saúde à luz do controle público e da garantia da eqüidade no acesso aos serviços de saúde. MÉTODOS: Utilizou-se a técnica de estudo de caso e foram selecionadas duas organizações sociais de saúde na região metropolitana de São Paulo. As categorias analíticas foram eqüidade no acesso e controle público, baseando-se em entrevistas com informantes-chave e relatórios técnico-administrativos. RESULTADOS: Observou-se que financiamento global e o controle administrativo das organizações sociais de saúde são atribuições do gestor estadual. A presença do gestor local é importante para a garantia da eqüidade no acesso, sendo que o controle público se expressa por ações fiscalizadoras mediante procedimentos contábil-financeiros. CONCLUSÕES: A eqüidade no acesso e o controle público não são contemplados na gestão dessas organizações. A questão central encontra-se na capacidade do poder público se fazer presente na implementação dessa modalidade no âmbito local, garantido a eqüidade no acesso e contemplando o controle público.

Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre idosos do município de São Paulo

Louvison,Marília Cristina Prado; Lebrão,Maria Lúcia; Duarte,Yeda Aparecida Oliveira; Santos,Jair Lício Ferreira; Malik,Ana Maria; Almeida,Eurivaldo Sampaio de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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66%
OBJETIVO: Analisar os fatores relacionados à determinação e às desigualdades no acesso e uso dos serviços de saúde por idosos. MÉTODOS: Estudo integrante do Projeto Saúde, Bem-estar e Envelhecimento (SABE), no qual foram entrevistados 2.143 indivíduos com 60 anos ou mais no município de São Paulo, SP, em 2000. A amostra foi obtida em dois estágios, utilizando-se setores censitários com reposição, probabilidade proporcional à população e complementação da amostra de pessoas de 75 anos. Foi mensurado o uso de serviços hospitalares e ambulatoriais nos quatro meses anteriores à entrevista, relacionando-os com fatores de capacidade, necessidade e predisposição (renda total, escolaridade, seguro saúde, morbidade referida, auto-percepção, sexo e idade). O método estatístico utilizado foi regressão logística multivariada. RESULTADOS: Dos entrevistados, 4,7% referiram ter utilizado a internação hospitalar e 64,4% o atendimento ambulatorial. Dos atendimentos ambulatoriais em serviço público, 24,7% ocorreram em hospital e 24,1% em serviço ambulatorial; dentre os que ocorreram em serviços privados, 14,5% foram em hospital e 33,7% em clínicas. Pela análise multivariada, observou-se associação entre a utilização de serviços e sexo...

Acesso à esterilização cirúrgica pelo Sistema Único de Saúde, Ribeirão Preto, SP

Vieira,Elisabeth Meloni; Souza,Luiz de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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66%
OBJETIVO: Caracterizar o perfil de indivíduos que não obtiveram o procedimento de contracepção cirúrgica e fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal realizado em Ribeirão Preto (SP), em 2004, com 230 indivíduos que não obtiveram cirurgia de esterilização no período de 1999 a 2004 pelo Sistema Único de Saúde. Foi aplicado um questionário com informações sociodemográficas, uso de métodos anticoncepcionais e aspectos da esterilização e desejo de esterilizar-se no futuro. Foram comparadas as variáveis sexo, idade, religião, renda per capita, estado marital e escolaridade do total dos que não obtiveram o procedimento com 297 indivíduos esterilizados. RESULTADOS: Dos 230 entrevistados 21,3% eram homens e 78,7% mulheres. A maioria era casada, branca, católica e tinha pelo menos quatro anos de estudo. A renda per capita mediana mensal foi R$ 140,00. Dos entrevistados, 23 (10%) tinham expectativa de fazer a cirurgia. Os restantes 207 foram classificados em dois grupos: 71% decidiram adiar cirurgia e 29% encontraram obstáculos no acesso à esterilização. O segundo grupo foi associado a ser mulher, jovem e negra. Após regressão logística, ser negro foi o único fator que se manteve associado à não-obtenção da esterilização. Ao comparar com o grupo dos que obtiveram o procedimento...

Desigualdade socioeconômica no acesso aos serviços de saúde no Brasil: um estudo comparativo entre as regiões brasileiras em 1998 e 2008

Andrade,Mônica Viegas; Noronha,Kenya Valéria Micaela de Souza; Menezes,Renata de Miranda; Souza,Michelle Nepomuceno; Reis,Carla de Barros; Martins,Diego Resende; Gomes,Lucas
Fonte: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 PT
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76.12%
Este artigo mensura a desigualdade socioeconômica no acesso aos serviços de saúde no Brasil e regiões, em 1998 e 2008. A análise controla por fatores predisponentes, capacitantes e de necessidade. Os resultados mostram um aumento das taxas de utilização e redução das desigualdades no cuidado primário, especialmente entre indivíduos sem plano sugerindo melhora nos serviços públicos. A exceção é a utilização de serviços odontológicos, que ainda apresenta desigualdade elevada e maior utilização entre indivíduos com plano. Para o indicador de problema de acesso, observa-se ainda desigualdade favorável aos ricos. Ao controlar para plano de saúde, essa desigualdade se reduz consideravelmente.

Equidade no acesso às ações de vigilância sanitária no município de Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Luiza de Melo Coelho da Costa, Maria; Carlos Gomes do Espírito Santo, Antônio (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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66.2%
Estudos sobre equidade têm se concentrado na desigualdade das condições de saúde ou do acesso aos serviços assistenciais entre diferentes estratos sociais. A literatura mostra-se escassa quando se trata dos serviços de Vigilância Sanitária. Além de contribuir para a redução de iniqüidades, estudos com este enfoque também se mostram relevantes, pela necessidade de fortalecimento do instrumental teórico-prático voltado para a gestão desse campo de práticas, como também ampliar o acervo de estratégias metodológicas referentes a este objeto. O presente estudo teve como objetivos avaliar a equidade do acesso às ações da Vigilância Sanitária por parte dos moradores dos diferentes bairros de um município da Região Metropolitana do Recife e identificar a correlação entre o perfil distributivo destas ações no território referido e os fatores selecionados como seus possíveis determinantes. Foi adotada como proxy da presença da vigilância sanitária nos bairros as visitas realizadas para inspeção dos estabelecimentos que comercializam alimentos, por estarem relacionadas com um bem consumido cotidianamente por todos os segmentos da população. Optou-se por um estudo ecológico, de natureza quantitativa e de corte transversal. Como indicadores das variáveis dependentes foram criados o Coeficiente de visitas por 10.000 habitantes e o Coeficiente de visitas por 100 estabelecimentos. Como variáveis independentes utilizaram-se o Indicador de Carência Social construído por Rodrigues (2007)...

Equidad en el acceso a los servicios de Atención Primaria de Salud en sistemas de salud descentralizados: el caso de la provincia de Buenos Aires, Argentina; Equity of access for Primary Health Care in decentralized health systems: the case of the province of Buenos Aires, Argentina; Equidade no acesso a serviços de Atenção Primária à Saúde em sistemas de saúde descentralizados: caso da província de Buenos Aires, Argentina

Lago, Fernando Pablo; Elorza, Maria Eugenia; Moscoso, Nebel Silvana; Ripari, Nadia Vanina
Fonte: Pontificia Universidad Javeriana Publicador: Pontificia Universidad Javeriana
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:ar-repo/semantics/artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
SPA
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66.13%
El trabajo estudia el grado de equidad en el acceso a los servicios de Atención Primaria de la Salud (APS) entre los habitantes de los municipios de la Provincia de Buenos Aires (Argentina). Es un estudio cuantitativo y retrospectivo que utiliza como indicador de acceso a los servicios de APS, la cantidad de habitantes por centro de atención primaria de la salud (CAPS) en cada municipio. Los resultados indican la existencia de fuertes desigualdades en el acceso entre municipios, las cuales no pueden justificarse por diferentes necesidades de servicios de APS. Las necesidades fueron definidas a partir de la tasa de mortalidad infantil y el porcentaje de familias con necesidades básicas insatisfechas. A su vez, se observa que los municipios con mayores niveles de riqueza y mayores niveles de gasto público finalidad salud municipal per cápita presentan mejores indicadores de acceso a los servicios de APS.; The paper studies the degree of equity in access to services for Primary Health Care (PHC) among the inhabitants of the municipalities of the Province of Buenos Aires (Argentina). It is a retrospective quantitative study which used as an indicator of access to phc services the number of persons per primary health center (PHCS) in each municipality. The results indicate the existence of strong inequalities in access among municipalities...

Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre idosos do município de São Paulo; Desigualdades en el uso y acceso a los servicios de salud entre ancianos del municipio de São Paulo; Inequalities in access to health care services and utilization for the elderly in São Paulo, Brazil

Louvison, Marília Cristina Prado; Lebrão, Maria Lúcia; Duarte, Yeda Aparecida Oliveira; Santos, Jair Lício Ferreira; Malik, Ana Maria; Almeida, Eurivaldo Sampaio de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2008 POR
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66%
OBJETIVO: Analisar os fatores relacionados à determinação e às desigualdades no acesso e uso dos serviços de saúde por idosos. MÉTODOS: Estudo integrante do Projeto Saúde, Bem-estar e Envelhecimento (SABE), no qual foram entrevistados 2.143 indivíduos com 60 anos ou mais no município de São Paulo, SP, em 2000. A amostra foi obtida em dois estágios, utilizando-se setores censitários com reposição, probabilidade proporcional à população e complementação da amostra de pessoas de 75 anos. Foi mensurado o uso de serviços hospitalares e ambulatoriais nos quatro meses anteriores à entrevista, relacionando-os com fatores de capacidade, necessidade e predisposição (renda total, escolaridade, seguro saúde, morbidade referida, auto-percepção, sexo e idade). O método estatístico utilizado foi regressão logística multivariada. RESULTADOS: Dos entrevistados, 4,7% referiram ter utilizado a internação hospitalar e 64,4% o atendimento ambulatorial. Dos atendimentos ambulatoriais em serviço público, 24,7% ocorreram em hospital e 24,1% em serviço ambulatorial; dentre os que ocorreram em serviços privados, 14,5% foram em hospital e 33,7% em clínicas. Pela análise multivariada, observou-se associação entre a utilização de serviços e sexo...

Acesso à esterilização cirúrgica pelo Sistema Único de Saúde, Ribeirão Preto, SP; Acceso a la esterilización quirúrgica por el Sistema Único de Salud, Ribeirão Preto, Sureste de Brasil; Access to surgical sterilization through the National Health System, Ribeirão Preto, Southeastern Brazil

Vieira, Elisabeth Meloni; Souza, Luiz de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/06/2009 POR; ENG
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66.02%
OBJETIVO: Caracterizar o perfil de indivíduos que não obtiveram o procedimento de contracepção cirúrgica e fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal realizado em Ribeirão Preto (SP), em 2004, com 230 indivíduos que não obtiveram cirurgia de esterilização no período de 1999 a 2004 pelo Sistema Único de Saúde. Foi aplicado um questionário com informações sociodemográficas, uso de métodos anticoncepcionais e aspectos da esterilização e desejo de esterilizar-se no futuro. Foram comparadas as variáveis sexo, idade, religião, renda per capita, estado marital e escolaridade do total dos que não obtiveram o procedimento com 297 indivíduos esterilizados. RESULTADOS: Dos 230 entrevistados 21,3% eram homens e 78,7% mulheres. A maioria era casada, branca, católica e tinha pelo menos quatro anos de estudo. A renda per capita mediana mensal foi R$ 140,00. Dos entrevistados, 23 (10%) tinham expectativa de fazer a cirurgia. Os restantes 207 foram classificados em dois grupos: 71% decidiram adiar cirurgia e 29% encontraram obstáculos no acesso à esterilização. O segundo grupo foi associado a ser mulher, jovem e negra. Após regressão logística, ser negro foi o único fator que se manteve associado à não-obtenção da esterilização. Ao comparar com o grupo dos que obtiveram o procedimento...

Controle público e eqüidade no acesso a hospitais sob gestão pública não estatal; Public control and equity of access to hospitals under non-State public administration

Carneiro Junior, Nivaldo; Elias, Paulo Eduardo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/10/2006 POR; ENG
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96.39%
OBJETIVO: Analisar as organizações sociais de saúde à luz do controle público e da garantia da eqüidade no acesso aos serviços de saúde. MÉTODOS: Utilizou-se a técnica de estudo de caso e foram selecionadas duas organizações sociais de saúde na região metropolitana de São Paulo. As categorias analíticas foram eqüidade no acesso e controle público, baseando-se em entrevistas com informantes-chave e relatórios técnico-administrativos. RESULTADOS: Observou-se que financiamento global e o controle administrativo das organizações sociais de saúde são atribuições do gestor estadual. A presença do gestor local é importante para a garantia da eqüidade no acesso, sendo que o controle público se expressa por ações fiscalizadoras mediante procedimentos contábil-financeiros. CONCLUSÕES: A eqüidade no acesso e o controle público não são contemplados na gestão dessas organizações. A questão central encontra-se na capacidade do poder público se fazer presente na implementação dessa modalidade no âmbito local, garantido a eqüidade no acesso e contemplando o controle público.; OBJECTIVE: To analyze social health organizations in the light of public control and the guarantee of equity of access to health services. METHODS: Utilizing the case study technique...

Controle público e eqüidade no acesso a hospitais sob gestão pública não estatal

Carneiro Junior,Nivaldo; Elias,Paulo Eduardo
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 PT
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96.39%
OBJETIVO: Analisar as organizações sociais de saúde à luz do controle público e da garantia da eqüidade no acesso aos serviços de saúde. MÉTODOS: Utilizou-se a técnica de estudo de caso e foram selecionadas duas organizações sociais de saúde na região metropolitana de São Paulo. As categorias analíticas foram eqüidade no acesso e controle público, baseando-se em entrevistas com informantes-chave e relatórios técnico-administrativos. RESULTADOS: Observou-se que financiamento global e o controle administrativo das organizações sociais de saúde são atribuições do gestor estadual. A presença do gestor local é importante para a garantia da eqüidade no acesso, sendo que o controle público se expressa por ações fiscalizadoras mediante procedimentos contábil-financeiros. CONCLUSÕES: A eqüidade no acesso e o controle público não são contemplados na gestão dessas organizações. A questão central encontra-se na capacidade do poder público se fazer presente na implementação dessa modalidade no âmbito local, garantido a eqüidade no acesso e contemplando o controle público.

Acesso à esterilização cirúrgica pelo Sistema Único de Saúde, Ribeirão Preto, SP

Vieira,Elisabeth Meloni; Souza,Luiz de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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66%
OBJETIVO: Caracterizar o perfil de indivíduos que não obtiveram o procedimento de contracepção cirúrgica e fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal realizado em Ribeirão Preto (SP), em 2004, com 230 indivíduos que não obtiveram cirurgia de esterilização no período de 1999 a 2004 pelo Sistema Único de Saúde. Foi aplicado um questionário com informações sociodemográficas, uso de métodos anticoncepcionais e aspectos da esterilização e desejo de esterilizar-se no futuro. Foram comparadas as variáveis sexo, idade, religião, renda per capita, estado marital e escolaridade do total dos que não obtiveram o procedimento com 297 indivíduos esterilizados. RESULTADOS: Dos 230 entrevistados 21,3% eram homens e 78,7% mulheres. A maioria era casada, branca, católica e tinha pelo menos quatro anos de estudo. A renda per capita mediana mensal foi R$ 140,00. Dos entrevistados, 23 (10%) tinham expectativa de fazer a cirurgia. Os restantes 207 foram classificados em dois grupos: 71% decidiram adiar cirurgia e 29% encontraram obstáculos no acesso à esterilização. O segundo grupo foi associado a ser mulher, jovem e negra. Após regressão logística, ser negro foi o único fator que se manteve associado à não-obtenção da esterilização. Ao comparar com o grupo dos que obtiveram o procedimento...

Desigualdades no uso e acesso aos serviços de saúde entre idosos do município de São Paulo

Louvison,Marília Cristina Prado; Lebrão,Maria Lúcia; Duarte,Yeda Aparecida Oliveira; Santos,Jair Lício Ferreira; Malik,Ana Maria; Almeida,Eurivaldo Sampaio de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
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66%
OBJETIVO: Analisar os fatores relacionados à determinação e às desigualdades no acesso e uso dos serviços de saúde por idosos. MÉTODOS: Estudo integrante do Projeto Saúde, Bem-estar e Envelhecimento (SABE), no qual foram entrevistados 2.143 indivíduos com 60 anos ou mais no município de São Paulo, SP, em 2000. A amostra foi obtida em dois estágios, utilizando-se setores censitários com reposição, probabilidade proporcional à população e complementação da amostra de pessoas de 75 anos. Foi mensurado o uso de serviços hospitalares e ambulatoriais nos quatro meses anteriores à entrevista, relacionando-os com fatores de capacidade, necessidade e predisposição (renda total, escolaridade, seguro saúde, morbidade referida, auto-percepção, sexo e idade). O método estatístico utilizado foi regressão logística multivariada. RESULTADOS: Dos entrevistados, 4,7% referiram ter utilizado a internação hospitalar e 64,4% o atendimento ambulatorial. Dos atendimentos ambulatoriais em serviço público, 24,7% ocorreram em hospital e 24,1% em serviço ambulatorial; dentre os que ocorreram em serviços privados, 14,5% foram em hospital e 33,7% em clínicas. Pela análise multivariada, observou-se associação entre a utilização de serviços e sexo...