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Avaliação do potencial biotecnológico da alga Asparagopsis armata e das suas bactérias epífitas: citotoxicidade e atividade antimicrobiana

Horta, André Gustavo Cavadas da
Fonte: Instituto Politécnico de Leiria Publicador: Instituto Politécnico de Leiria
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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37.59%
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Biotecnologia dos Recursos Marinhos apresentada à ESTM - Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria.; Os organismos marinhos têm-se revelado como fonte de compostos bioativos com elevado potencial. As algas têm demonstrado que produzem moléculas pelo seu metabolismo secundário com aplicação farmacológica, entre outras. Contudo, as bactérias epífitas das macroalgas podem ter um papel importante na produção das moléculas com potencial biotecnológico encontrado nas macroalgas. O estudo das bactérias associadas a macroalgas são escassos e isto é ainda mais evidente no caso das algas da costa de Portugal. Neste trabalho, foi avaliado o potencial antimicrobiano e antitumoral da alga vermelha Asparagopsis armata, bem como das suas bactérias epífitas, de modo a perceber se o potencial biotecnológico da A. armata depende das suas bactérias epífitas. A avaliação da capacidade antimicrobiana foi realizada nos microrganismos Escherichia coli, Salmonella enteritidis, Bacillus subtilis, Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus, Saccharomyces cerevisiae e Candida albicans. A avaliação da capacidade antitumoral foi realizada em células do carcinoma hepatocelular humano (HepG-2) e células provenientes do carcinoma mamário (MCF-7).

Florística e estrutura do componente epifítico vascular na mata da reserva da Cidade Universitária "Armando de Salles Oliveira", São Paulo, SP.; Floristics and structure of the vascular epiphytic component in the forest of the reserve of the Cidade Universitária "Armando de Salles Oliveira", São Paulo, SP.

Dislich, Ricardo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/06/1996 PT
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Neste trabalho são estudadas epífitas, aqui consideradas como plantas vasculares usualmente encontradas sobre outras, sem parasitá-las, durante alguma fase do ciclo de vida. O local de estudos, a reserva da Cidade Universitária "Armando de Salles Oliveira" (aproximadamente 46o43’W, 23o33’S), em São Paulo-SP, é uma ilha de mata secundária em ambiente urbano e representa uma das poucas áreas cobertas por floresta na região. O clima em São Paulo é Cwa, com temperatura média anual de 19,2oC e precipitação de 1207 mm. As famílias de epífitas representadas são Polypodiaceae (9 espécies), Bromeliaceae (8), Orchidaceae (6), Moraceae (5), Araceae (4), Cactaceae (3), Piperaceae (1), Blechnaceae (1) e Araliaceae (1), totalizando 38 espécies, 3 delas exóticas. As epífitas representam 12% do total de espécies vasculares citadas para a reserva. Esta riqueza em espécies é maior do que seria esperada, dada a pequena pluviosidade local. Estão representadas todas as principais formas de vida epifíticas conhecidas. A estrutura do componente epifítico foi estudada em uma área contígua de 2000 m2 no interior da reserva, sobre todas as árvores de perímetro do caule a 1,30 m de altura (PAP) > 40 cm. As árvores foram mapeadas e espécie...

Transplante de epífitas entre Florestas Estacionais Semideciduais para enriquecimento de florestas em processo de restauração; Enrichment of forests in process of restoration through epiphytes transplantation, in Semideciduous Seasonal Forest

Duarte, Marina Melo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/03/2013 PT
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O enriquecimento com diferentes formas de vida, como com epífitas, é fundamental para o desenvolvimento de florestas em restauração, em paisagens fragmentadas, onde a dispersão natural é limitada. Epífitas são plantas que crescem sobre outras (forófitos). Têm papel ecológico importante, realizando ciclagem de nutrientes e oferecendo microambientes e alimentos a outras formas de vida. Características de forófitos, clima e microclima influenciam populações locais de epífitas. Para aumentar o sucesso do enriquecimento em florestas em restauração, é importante determinar quais filtros podem atuar no processo. Fizemos o censo de áreas que receberam autorização para supressão vegetal e obtivemos que, a cada ano, cerca de 500 ha de Florestas Estacional Semidecidual e Ombrófila Densa, em diferentes estágios de regeneração, são desmatados, apenas no estado de São Paulo. Elas podem fornecer material que pode ser recuperado e empregado na restauração de outras florestas. Neste trabalho, damos enfoque às epífitas que podem ser disponibilizadas a partir desse desmatamento. Transferimos 360 indivíduos de seis espécies delas, entre Bromeliaceae (Aechmea bromeliifolia e Tillandsia pohliana), Orchidaceae (Catasetum fimbriatum e Rodriguezia decora) e Cactaceae (Lepismium cruciforme e Rhipsalis floccosa) para duas Florestas Estacionais Semideciduais em processo de restauração...

Ecologia e historia natural das interações entre palmeiras, epifitas e frugivoros na região do pantanal matogrossense

Jader Soares Marinho Filho
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/1992 PT
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Foram estudados os padrões de ocorrência de epífitas e hemiepifitas vasculares sobre três espécies de palmeiras na regiões do Pantanal e Chapada dos Guimarães, MT.As áreas de amostragem das populações de palmeiras no Pantanal se concentraram nos municípios de Poconé e Barão de Melgaço. Na Chapada dos Guimarães foram amostradas populações de palmeiras próximo à sede do município e na área de influência da Hidrelétrica do Rio Manso, da Eletronorte. Foram realizados censos das epifitas e hemiepífitas vasculares ocorrendo sobre os indivíduos de cada palmeira. Medidas e características das palmeiras, bem como características, localizaçao, identificação e estágio de desenvolvimento das epífitas foram registrados. Observações diretas do comportamento dos visitantes diurnos de figueiras estrangulantes, e coletas e observações de morcegos e outros visitantes noturnos também foram realizadas. As três espécies de palmeira apresentam um padrão de arquitetura semelhante. Entretanto certos atributos específicos, como coroas de bainhas reduzidas e folhas velhas pendentes sobre o estipe, parecem estar associadas à redução da probabilidade de queda de propágulos de epífitas sobre os sítios mais favoráveis à sua germinação. Troncos lisos também dificultariam a instalação das epífitas. Espinhos nas ráquis das folhas aparentemente desestimulam sua utilização como poleiros de alimentação de aves e morcegos...

Biomassa de epífitas vasculares em floresta de restinga na Mata Atlântica; Biomass of vascular epiphytes in seasonally flooded coastal forest (restinga) in the Atlantic Forest

Yvonne Vanessa Bakker
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/2015 PT
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37.86%
A Mata Atlântica é um dos principais biomas do mundo sendo considerada um dos 25 hotspots de biodiversidade. Dentre os ecossistemas associados à Mata Atlântica, a Floresta de Restinga foi quase totalmente dizimada, restando apenas 0,5% de sua área original. A Restinga se caracteriza por ocorrer nos cordões arenosos ao longo da costa onde o solo é distrófico e sujeito a inundações sazonais. Entre as comunidades que ocorrem nas florestas de restinga, destacam-se as epífitas vasculares que, por não terem contato com o solo, possuem adaptações ecológicas que garantem a aquisição de nutrientes via deposição seca e úmida. Para avaliar o papel das epífitas vasculares no funcionamento das Florestas de Restinga realizou-se o levantamento quantitativo da biomassa das epífitas vasculares em uma área de um hectare de Floresta de Restinga, no Núcleo Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM), no litoral norte paulista, município de Ubatuba. Para tanto, foi coletado todo o material epifítico presente em 23 forófitos com DAP entre 4,9 e 41,7 cm, previamente selecionados. Cada forófito foi dividido por zonas ecológicas (copa, galhos e tronco), buscando amostrar os indivíduos arbóreos com diferentes (a) arquitetura de copa (A...

Uma revisita à taxonomia de algas calcárias crostosas epífitas (Corallinophycidae, Rhodophyta)

Borges, Vanessa Poletto
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 94 p. | ils., tabs.
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas, Florianópolis, 2014.; As algas calcárias apresentam características que tornam o grupo um dos mais difíceis de realizar um estudo taxonômico dentre as algas vermelhas. Devido sua ampla plasticidade fenotípica decorrente de suas adaptações aos diferentes ambientes em que vivem, a sua morfologia externa não pode ser utilizada como caractere taxonômico. As referências sobre algas calcárias epífitas em macroalgas não calcárias são extremamente raras. Diante da escassez de estudos com essas algas, o presente estudo teve como objetivo avaliar a biodiversidade ficológica das coralíneas crostosas epifíticas em diferentes algas hospedeiras através de técnicas apropriadas e avançadas para a descrição e identificação dos taxa. As coletas foram realizadas na região entre marés e no infralitoral superior, utilizando mergulho livre. Os táxons identificados contabilizam quatro no nível de espécie, e uma unidade taxonômica pertencente ao gênero Hidrolithon (Foslie) Foslie, do qual não foi possível a determinação de táxon específico por conta da ausência das características diagnósticas. Dentre os identificados destacaram-se as espécies epífitas em Sargassum sp....

Seleção de epífitas acumuladoras de elementos químicos na Mata Atlântica

Elias,Camila; Fernandes,Elisabete A. De Nadai; De França,Elvis Joacir; Bacchi,Márcio A.
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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Epífitas são eficientes indicadores de poluição atmosférica devido à absorção de elementos químicos diretamente da atmosfera. Folhas de onze espécies de bromélias e uma espécie de orquídea foram coletadas no Parque Estadual Carlos Botelho, SP, para a determinação de dezesseis elementos químicos. A seleção foi baseada na diversidade e acumulação de elementos químicos encontrados nas folhas. Com um índice de acumulação de 0,7, a espécie Canistropsis billbergioides tem potencial para ser empregada como biomonitora de elementos químicos na Mata Atlântica.

Diversidade de bromélias epífitas na Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra do Teimoso - Jussari, BA

Reis,Joice Rodrigues de Mendonça; Fontoura,Talita
Fonte: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP Publicador: Instituto Virtual da Biodiversidade | BIOTA - FAPESP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2009 PT
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A presença de epífitas vasculares em florestas tropicais está freqüentemente associada a ambientes mésicos e de altitude média. Este trabalho objetivou investigar a diversidade e a composição de espécies de bromélias epífitas na Reserva Natural da Serra do Teimoso que é uma área de transição entre as florestas ombrófila e a semidecídua. A amostragem foi adaptada do "Protocolo para Amostragem Rápida e Representativa da Diversidade de Epífitas Vasculares e Não-Vasculares de Florestas Tropicais" utilizando-se oito indivíduos de Cariniana legalis localizados entre 285 m e 573 m de altitude. Foram registradas 19 morfoespécies e 526 grupos de bromélias. Quase um terço das espécies possui distribuição ampla e 27,3% é endêmica do sul da Bahia. O índice de Shannon foi 2,2 nats.indivíduo-1 e o número de espécies estimado foi 25 (SD = ±3,5). A maioria dos indivíduos de Jequitibá possuiu abundância e composição de bromélias semelhantes entre si com predominância de espécies de Aechmea e Hohenbergia. Três novas ocorrências para o sul da Bahia e mais um gênero ainda não coletado na área foram registrados. Os resultados estão de acordo com o padrão de menor diversidade de epífitas em florestas mais secas. Somente com técnicas específicas para acessar as grandes árvores do dossel...

Riqueza e estratificação vertical de epífitas vasculares na Estação Ecológica de Jataí: área de Cerrado no Sudeste do Brasil

Bataghin,Fernando Antonio; Muller,Adelcio; Pires,José Salatiel Rodrigues; Barros,Fábio de; Fushita,Angela Terumi; Scariot,Eliziane Carla
Fonte: Instituto de Botânica Publicador: Instituto de Botânica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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A riqueza e a estratificação vertical das epífitas vasculares foram estudadas na Estação Ecológica de Jataí (EEJ), SP, Brasil. No total, 1.574 epífitas pertencentes a 29 espécies, 20 gêneros e sete famílias foram encontradas. As Angiospermas foram representadas por 23 espécies e as Samambaias, por seis espécies. Os holoepífitos característicos formam dominantes na área (93,1%). Epífitas especialistas foram predominantes na área, cerca de 55% das espécies (17% de epífitas de fuste e 38% de epífitas de copa); as espécies generalistas contribuíram com cerca de 42% e as hemiepífitas com 3%. As zonas intermediárias apresentaram maior número de espécies e maior número de registros. Houve diferença significativa entre as espécies que compõem as zonas inferiores e as zonas superiores nos forófitos. A riqueza e a distribuição de epífitas são determinadas pelos fatores microclimáticos, sendo a umidade e a intensidade luminosa os fatores reguladores mais importantes na área de Cerrado estudada.

Briófitas epífitas e epífilas de Floresta Atlântica, Pernambuco, Brasil

Jaciane de Almeida Campelo, Maria; Cavalcanti Pôrto, Kátia (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Foi realizado um estudo florístico e ecológico das briofloras epífita e epífila ocorrentes no maior fragmento (630,42 ha) de Floresta Atlântica da RPPN Frei Caneca (8º42 41 S e 35º50 30 O), localizado no município de Jaqueira, Pernambuco. Os objetivos foram analisar a especificidade de briófitas epífitas por uma determinada espécie de forófita e avaliar a riqueza, diversidade e abundância de briófitas epífilas no sub-bosque e dossel. O trabalho de campo foi desenvolvido de 2001 a 2003. No estudo sobre epífitas foram analisadas quatro fanerógamas arbóreas: Eriotheca crenulaticalyx A. Robyns (Bombacaceae), Guapira opposita (Vell.) Reitz (Nyctaginaceae), Licania octandra (K. Hoffmanns ex Roem. & Schult.) Kuntze (Chrysobalanaceae) e Cassia apoucouita Aubl. (Leguminosae), coletando-se briófitas em 10 indivíduos de cada espécie, nos níveis de altura: I: 0-0,5m, II: 2-2,5m e III: 8-8,5m. Nestes níveis, foram colhidos dados pontuais de luminosidade, umidade e temperatura do ar e amostras do córtex para a determinação de pH, teor de umidade e nitrogênio. Para as epífilas, foram analisados quatro níveis de altura nas árvores: I = 1-4m, II = 7-10m, III = 15-18m e IV = acima de 20m, coletandose 10 amostras...

Biodiversidade e aspectos ecológicos de Macroalgas Marinhas Epífitas da Angiosperma Marinha Halodule wrightii na Baía de Suape, Pernambuco

Cristina Lima Guimarães, Nathalia; Toyota Fujii, Mutue (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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37.74%
Estudos foram realizados na Baía de Suape - PE, situada 40 km ao sul da cidade do Recife (8º15 00 , 8º30 00 S e 34º55 00 e 35º05 00 W), com o objetivo de conhecer a biodiversidade e os aspectos ecológicos das macroalgas marinhas epífitas de Halodule wrightii. As amostras foram provenientes de seis coletas realizadas entre julho/setembro de 2006 e janeiro/março de 2007, durante as baixas-mares de sizígia. Foram delimitadas três estações, e em cada uma foi demarcado um transecto perpendicular a linha de costa, com 50 metros de comprimento, onde foram coletadas aleatoriamente 20 amostras. As amostras foram transportadas ao Laboratório de Bentos do Departamento de Oceanografia onde as espécies foram identificadas e dados de biomassa obtidos. Foram identificados 28 táxons, sendo 18 pertencentes ao Filo Rhodophyta, 8 Ochrophyta e 2 Chlorophyta, além do grupo de algas vermelhas, identificado como calcárias incrustantes. A família mais representativa foi a Ceramiaceae (Rhodophyta) com 7 espécies, seguida pelas Rhodomelaceae (Rhodophyta) e Dictyotaceae (Ochrophyta) com 6 espécies cada. A biomassa de Halodule wrightii foi maior durante todo período de estudo, quando comparada com a das macroalgas epífitas...

Distribuição geografica, forofitos e especies de bromelias epifitas nas matas e plantações de cacau da região de Una, Bahia

Talita Fontoura Alves
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/02/2005 PT
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A perda de espécies é um resultado esperado quando hábitats são fragmentados ou modificados. Entretanto, epífitas seriam particularmente propensas à perda de espécies devido ao alto número de espécies com distribuição geográfica restrita. Nos hábitats modificados também são esperadas modificações na composição de espécies e diferenças na abundância de organismos. Devido à distribuição vertical das epífitas sobre suas árvores suporte (forófitos), modificações na ocupação vertical também podem ser esperadas. Este trabalho investigou a distribuição geográfica, o número de espécies, a abundância e a composição florística de bromélias epífitas na Reserva Biológica de Una e áreas vizinhas, Bahia (15° 10' S, 39°12' W) que possuem remanescentes florestais e áreas de plantios de cacau onde parte das árvores do dossel são preservadas. Os objetivos foram verificar: i - as espécies diferem em relação ao número e distribuição geográfica entre interiores de floresta, bordas de floresta e plantios de cacau? ii- qual a similaridade florística de Una com outras localidades ao longo da Floresta Atlântica? iii- há diferenças na abundância e diversidade entre estes hábitats? iv- qual a similaridade florística entre os hábitats? v - existe diferença na ocupação vertical de bromélias entre os hábitats? Além de coletas na região...

Distribuição da comunidade de epífitas vasculares em sítios sob diferentes graus de perturbação na Floresta Nacional de Ipanema, São Paulo, Brasil

Bataghin,Fernando Antonio; Barros,Fábio de; Pires,José Salatiel Rodrigues
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 PT
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37.67%
(Distribuição da comunidade de epífitas vasculares em sítios sob diferentes graus de perturbação na Floresta Nacional de Ipanema, São Paulo, Brasil). Apesar da importância de epífitas vasculares em refletir o grau de preservação local, existem poucas pesquisas sobre o tema. Esta pesquisa foi desenvolvida na Floresta Nacional de Ipanema, Iperó, SP, e teve por objetivo caracterizar e analisar a comunidade epifítica vascular em sítios sob diferentes graus de perturbação. Foram determinados três sítios: RIA - remanescente isolado/alterado, FAB - floresta avançada/borda e FAI - floresta avançada/interior e, em cada sítio, foram amostrados 90 forófitos com DAP ³ 20 cm. Foram estimamos os parâmetros de freqüência, dominância e diversidade com base na ocorrência das epífitas nos estratos e nos forófitos. No levantamento foram encontradas 21 espécies, 14 gêneros e seis famílias. O índice de diversidade Shannon (H') para toda a comunidade epifítica foi de 2,172, a equabilidade (J) = 0,713 e a riqueza de Margalef (d) = 2,467. A riqueza e a diversidade dos sítios foram de: 18 espécies, H' = 2,159, J = 0,747 e d = 2,180 para o Sítio RIA; sete espécies, H' = 1,270, J = 0,652 e d = 1,017 para o Sítio FAB; e 13 espécies...

Contribuição ao conhecimento das epífitas (exclusive bromeliaceae) de uma floresta de Araucária do primeiro planalto paranaense; Contribution to the knowledgement of the epiphytes (exclusive bromeliaceae) in an Araucarian forest of the primeiro planalto paranaense

Cervi, Armando Carlos; Universidade Federal do Paraná, Curitiba; Acra, Luiz Antonio; Universidade Federal do Paraná, Curitiba; Rodrigues, Liliana; Universidade Federal do Paraná, Curitiba; Train, Sueli; Universidade Federal do Paraná, Curitiba; Ivanch
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1988 POR
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37.29%
Foi realizado o levantamento florístico das epífitas de uma floresta de Araucária de 13,9 ha., localizada na região urbana de Curitiba - Paraná, nas coordenadas de 25º25' S e 49º17' W de Gr., a uma altitude de 900 m sobre o nível do mar. Foram coletadas e herborizadas 26 espécies pertencentes a 15 gêneros e 6 famílias. A família mais representada foi Orchidaceae com 13 espécies, seguindo-se Polypodiaceae com 6 espécies, Cactaceae com 3 espécies, Piperaceae com 2 espécies, Aspleniaceae e Gesneriaceae com uma espécie cada.; It was made a floristic survey of the epiphytes in an Araucarian Forest of 13,9 ha., located in the urban region of Curitiba - Paraná, at the coordinates of 25º25' S and 49º17' W of Greenwich, and at an altitude of 900 m above sea level. It was collected and herborized 26 species belonging to 15 genera and 6 families. The most representative family was Orchidaceae with 13 species, followed by Polypodiaceae with 6 species, Cactaceae with 3 species, Piperaceae with 2 species, Aspleniaceae and Gesneriaceae with one species.

Composição florística das Diatomáceas (Bacillariophyta) epífitas em duas espécies de Bostrychia Montagne (Rhodophyta); Floristic composition of diatoms (Bacillariophyta) epiphytic on two species Bostrychia Montagne (Rhodophyta)

Azevedo, Andrea Christina Gomes de; Universidade Federal do Maranhão, São Luís
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1999 POR
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37.29%
Foram coletadas 42 amostras de diatomáceas (Bacillariophyta) epífitas sobre as macroalgas Bostrychia radicans e Bostrychia calliptera em duas coletas, uma no período de estiagem (outubro de 1996) e outra no período chuvoso (abril de 1997), no manguezal de Parna Açu, localizado na Ilha de São Luís, Estado do Maranhão, Brasil. Foram determinados 67 táxons infragenéricos distribuídos em 16 ordens, 22 famílias, 30 gêneros, 49 espécies, 16 variedades e 2 formas. A família melhor representada foi Bacillariaceae com 11 táxons, seguida pela família Naviculaceae com 8 e Pleurosigmataceae com 6 espécies. Os gêneros com maior número de espécies foram Nitzschia com 10 táxons, Navicula com 7 táxons e Gyrosigma com 5 táxons. As espécies Amphora exigua, Cocconeis distans, Denticula subtilis, Melosira moniliformis, Navicula contenta, Nitzschia fasciculata, Terpsinoe americana e Terpsinoe musica ocorreram em mais de 75% das amostras analisadas, consideradas muito frequentes tanto no período de estiagem quanto no período chuvoso. Do total dos táxons, 36 são marinhos, 21 estuarinos e 10 de água doce. De acordo com a tolerância à salinidade, 73% dos táxons são mesohalóbios, 7% euhalóbios e 20% polihalóbios. Quanto à forma de vida...

ANGIOSPERMAS TREPADEIRAS, EPÍFITAS E PARASITAS DA MATA DO BURAQUINHO, JOÃO PESSOA, PARAÍBA

Gadelha Neto, Pedro da Costa; Barbosa, Maria Regina de V.
Fonte: Revista Nordestina de Biologia Publicador: Revista Nordestina de Biologia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/2012 POR
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Realizou-se o levantamento florístico das angiospermas epífitas, trepadeiras e parasitas presentes na Mata do Buraquinho através de coletas aleatórias percorrendo toda a mata, durante o período de janeiro de 2004 a dezembro de 2011, e de consultas à coleção do Herbário JPB. Foram encontradas 81 espécies pertencentes a 59 gêneros integrantes de 29 famílias, reforçando a importância deste componente na riqueza de espécies nos fragmentos florestais. Palavras chave: Mata Atlântica, Nordeste do Brasil, trepadeiras, epífitas, parasitas.

Estratificación vertical y preferencia de hospedero de las epífitas vasculares de un bosque nublado de Chiapas, México

Martínez-Meléndez,Nayely; Pérez-Farrera,Miguel A; Flores-Palacios,Alejandro
Fonte: Revista de Biología Tropical Publicador: Revista de Biología Tropical
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 ES
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37.89%
En escala local, la alta diversidad de epífitas vasculares en bosques montanos neotropicales ha sido explicada por que logran estratificar verticalmente al dosel y tienen relaciones específicas con sus hospederos. En un bosque de montaña estudiamos la estratificación vertical y las preferencias de hospedero de las epífitas vasculares en un cuadrante de 0.0625 ha en donde muestreamos 41 árboles ≥10 DAP, durante 12 meses en los años 2001 y 2002. Encontramos 43 especies de epífitas en 15 géneros de árboles. Probamos preferencia de estratos verticales o de hospedero con 19 táxones epífitos. Encontramos evidencia de que las epífitas se dividen el dosel; aunque, las epífitas dispersadas por animales tendieron a ser generalistas. Entre las epífitas dispersadas por el viento reconocimos una clara estratificación vertical, concentrando especies en la parte baja de los árboles. En promedio las especies de epífitas prefirieron 3.5 especies de hospederos, sugiriendo una baja preferencia. Dos especies de árboles resultaron ser malos hospederos, Ardisia y Quercus. Nuestros resultados muestran que las epífitas parten el dosel horizontalmente, se estratifican verticalmente y sugieren que la identidad de los hospederos es importante por que puede determinar la abundancia de sitios colonizables para muchas epífitas.

Variaciones en la Estructura de Asociaciones de Diatomeas Epifitas de Macroalgas en una Zona Subtropical

Hernández Almeida,Oscar Ubisha; Siqueiros Beltrones,David Alfaro
Fonte: UAM, Unidad Iztapalapa, Publicador: UAM, Unidad Iztapalapa,
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 ES
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37.59%
Se analizaron muestras de diatomeas epifitas de distintos taxa de macroalgas recolectadas en una zona subtropical, con el objetivo de determinar si conformaban una misma asociación y si ésta variaba temporalmente. Para ello se examinó su estructura en términos de abundancias relativas, valor biológico (IVB) de los taxa, diversidad, dominancia y equidad. Las macroalgas se recolectaron en un manchón de la playa El Caimancito, B. C. S. en junio y diciembre de 2001, y abril, mayo y julio del 2002. Específicamente talos de 5 especies: Laurencia pacifica, L. johnstonii, Padina mexicana, P. caulescens e Hydroclathrus clathratus. Sobre estos hospederos se identificaron 211 taxa (especies y variedades) de diatomeas; las más abundantes fueron Cocconeis disculus y C. dirupta. Sin embargo, según el IVB Navicula incerta, Nitzschia frustulum, C. disculus y N. frustulum var. perminuta, determinaron la estructura de las asociaciones. El valor máximo de diversidad (H' = 5) se registró en P. mexicana; el mínimo (H' = 1.48) en Laurencia pacifica. De acuerdo con lo anterior, se discriminaron varias asociaciones de diatomeas epifitas según el género de la macroalga hospedera. La riqueza y diversidad de especies promedio del manchón de macroalgas están entre los más altos medidos para asociaciones de diatomeas epifitas. Los cambios temporales de todo el manchón coincidieron con el cambio estacional propuesto para la bahía en otros estudios...

Cambios en la estructura de la asociación de diatomeas epifitas de Macrocystis pyrifera (L.) C. Ag.

Argumedo Hernández,Uri; Siqueiros Beltrones,David. A.
Fonte: Instituto de Ecología A.C., Centro Regional del Bajío Publicador: Instituto de Ecología A.C., Centro Regional del Bajío
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 ES
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Con el objetivo de determinar la estructura de la asociación de diatomeas que colonizan láminas apicales de Macrocystis pyrifera en las costas de la península de Baja California y detectar sus posibles cambios temporales, se recolectaron mensualmente cuatro frondas de la especie, de febrero a agosto del 2003, en un manto en El Sauzal, Baja California. Las diatomeas de cinco láminas de cada fronda fueron tratadas y montadas en preparaciones permanentes y examinadas en términos de su número y contenido florístico. La distribución de las abundancias de la asociación concordó con el patrón general descrito para asociaciones de diatomeas (pocas especies abundantes y muchas raras). El número de taxa fue alto (171), pero la riqueza por muestra fue heterogénea y en general baja (6 -51 taxa). La diversidad y la equidad fueron bajas: o = 2.1 (máx = 3.8, mín = 0.3), y o = 0.45. Las diatomeas más abundantes fueron Rhoicosphenia genuflexa (Kützing) Medlin, Gomphonemopsis pseudexigua (Simonsen) Medlin, Tabularia investiens (W. Smith) Williams y Round y Cocconeis costata var. pacifica (Grunow) Grunow...

Morfoanatomía foliar de epífitas presentes en un bosque nublado, Altos de Pipe, Estado Miranda, Venezuela

Casañas,Olga Lucía; Jáuregui,Damelis
Fonte: Fundación Instituto Botánico de Venezuela Dr. Tobías Lasser Publicador: Fundación Instituto Botánico de Venezuela Dr. Tobías Lasser
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 ES
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Se describe la anatomía foliar y algunos rasgos morfológicos de 20 especies epífitas que crecen en un bosque nublado ubicado en Altos de Pipe, estado Miranda, con el fin de discutir sus patrones de distribución con relación al hábitat. Las especies pertenecen a cinco familias: Araceae, Bromeliaceae, Gesneriaceae, Orchidaceae y Piperaceae. Las hojas fueron fijadas en FAA y se procesaron por los métodos tradicionales de microtecnia vegetal. En las epífitas evaluadas predominan hojas mesófilas con epidermis uniestratificada y células de mayor tamaño en la superficie adaxial que la abaxial, con presencia de tejidos almacenadores de agua como hipodermis, especialmente en Bromeliaceae, o parénquima acuífero en Orchidaceae, Piperaceae y Gesneriaceae, además poca diferenciación de parénquima en empalizada. El 55% de las especies tienen hojas equifaciales con mesofilo homogéneo. Maxillaria notylioglossa es la única especie anfiestomática y la densidad promedio de estomas fue 43 (±27) estomas/mm2, valor que se corresponde con el encontrado en plantas de sombra. Las especies estudiadas presentan variaciones foliares que convergen en estructuras adaptadas a la escasez de agua en el medio, a pesar de crecer en un ambiente con alta humedad relativa y bajas temperaturas. En general...