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Vozes compartilhadas : a poética intertextual de Enrique Vila-Matas

Klein, Kelvin dos Santos Falcão
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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87.04%
Este trabalho analisa as relações intertextuais na obra ficcional do escritor Enrique Vila-Matas, com especial atenção ao romance O mal de Montano. Trata-se de desdobrar em interpretação um tipo de ficção híbrida que ganha contornos expressivos na literatura da contemporaneidade, uma escritura que investe na mescla de gêneros e do discurso crítico com o discurso ficcional. O objetivo principal é estabelecer um estudo sistemático das relações entre a crítica cultural e a ficção de Enrique Vila-Matas, observando até que ponto esse contato interfere no discurso tanto de uma esfera quanto de outra. Enrique Vila-Matas inseriu, em seu trabalho ficcional, considerações sobre dois períodos específicos da história cultural recente, em que grupos de artistas e intelectuais propunham mudanças críticas e estéticas. Seu livro Historia abreviada de la literatura portátil, de 1985, abrange a vanguarda européia dos anos 1920. París no se acaba nunca, de 2003, retoma a vanguarda francesa de 1970. Além de abordar e re-contextualizar as idéias principais desses movimentos de vanguarda, Vila-Matas constrói um híbrido de ficção, ensaio e historiografia, jogando com o paradoxo de transformar figuras históricas em personagens e criações ficcionais em verbetes enciclopédicos. Este trabalho analisa o método utilizado para a representação desses momentos de renovação cultural...

A literatura rumo a si mesma : Roberto Bolaño e Enrique Vila-Matas

Xerxenesky, Antônio Carlos Silveira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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86.71%
Este trabalho estuda, seguindo as diretrizes da literatura comparada, as obras Bartleby y compañía, do escritor catalão Enrique Vila-Matas (1948), e La literatura nazi en América, do autor chileno Roberto Bolaño (1953 – 2003). Trata-se de romances contemporâneos de língua espanhola que utilizam recursos metaliterários para compor um catálogo de escritores – falsos e fictícios – à margem do cânone oficial. Partindo deste ponto de contato, é feito um estudo comparativo que busca ressaltar as propostas estéticas e políticas sugeridas pelos narradores, usando como principais referências teóricas as obras de Jacques Rancière, Peter Sloterdijk, Theodor Adorno e Fredric Jameson. A partir daí, elabora-se uma reflexão acerca do fazer literário na contemporaneidade e da importância e significado de uma literatura “rumo a si mesma”, que procura, dentro da ficção (e a partir dela), construir um pensamento sobre a própria ficção, isto é, sobre os limites e funções da literatura.; Este estudio, bajo las directrices de la literatura comparada, busca poner en diálogo las obras Bartleby y compañía, del catalán Enrique Vila-Matas (1948), y La literatura nazi en América, del chileno Roberto Bolaño (1953 – 2003). Se tratan de novelas contemporáneas de lengua española que utilizan recursos metaliterarios para componer un catálogo de escritores – falsos y ficcionales – que están ubicados al borde del canon oficial. Desde este punto de contacto...

Autobiografia, crítica e ficção : o personagem-escritor em Roberto Bolaño e Enrique Vila-Matas; Autobiography, criticism and fiction : the figure of the writer in Roberto Bolaño and Enrique Vila-Matas

Ana Paula dos Santos de Sá
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/03/2015 PT
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66.77%
Esta Dissertação tem por objetivo analisar o perfil e o papel do personagem-escritor em dois romances do escritor chileno Roberto Bolaño (Estrella Distante, de 1996, e Los Detectives Salvajes, de 1998) e em dois do espanhol Enrique Vila-Matas (El mal de Montano, de 2002, e Doctor Pasavento, de 2005). Busca-se explorar os contornos da figura do escritor que marca essas narrativas, com base em uma leitura atenta tanto aos eventuais traços autobiográficos emprestados pelos autores a seus personagens-escritores quanto ao tom ensaístico e ao retrato do campo literário esboçado a partir desse veemente destaque dado ao ofício de escritor. O objetivo principal desta Dissertação é observar quais são as posturas literárias desses personagens, o que eles pensam e/ou têm a declarar sobre a literatura, e de que modo eles encaram e exercem a atividade de escrita e de leitura. Vale mencionar, por fim, que se dá também atenção ao longo deste trabalho à atual e recorrente associação das poéticas de Bolaño e de Vila-Matas à denominada «autoficção», tendo em vista que classificar um texto como autoficcional significa atribuir, muitas vezes, um papel de destaque à função e ao lugar ocupado pelo personagem-escritor no que tange à presença da autobiografia do autor dentro da ficção.; This thesis aims to analyze the role played by the figure of the author in two novels of the Chilean writer Roberto Bolaño (Estrella Distante...

Modos de ler, formas de escrever a literatura enquanto objeto da ficção de Enrique Vila-Matas

Santos, Nadier Pereira dos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem; Linguística Aplicada; Literatura Comparada Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem; Linguística Aplicada; Literatura Comparada
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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96.92%
Este trabajo busca analizar cómo algunos aspectos presentes en la obra de ficción del escritor catalán Enrique Vila-Matas permiten pensar las prácticas de la escritura literaria contemporánea. A partir de una forma híbrida que reconsidera las relaciones tanto entre los géneros como entre los discursos crítico y de ficción, la obra del autor se propone reflexionar sobre sus propias posibilidades en el contexto sociocultural contemporáneo. De este modo, a través de una ficción que muchas veces adquiere los atributos del ensayo, Vila-Matas trae al centro de sus enredos la discusión de cuestiones relacionadas con los impases de una escritura que vuelve su atención para el destino de una tradición literaria desvinculada de los preceptos meramente mercadológicos contemporáneos. Su manera crítica de abordar la literatura y la experimentación en busca de nuevas posibilidades permite asociarlo tanto a Laurence Sterne como al proyecto literario de Jorge Luis Borges. Estos autores tienen propuestas que tratan de superar los límites del texto, ya que ahí está el deseo de acogerse a la ficción para demostrar la inestabilidad de los elementos de una cultura, apropiándose y desestabilizando los discursos y las claras distinciones entre los saberes. En este sentido...

Ficción Extrema: Deslizamientos en la Realidad a Través de la Relación Entre Arte y Literatura (Max Aub, Leonora Carrington y Enrique Vila-Matas)

Herrera, Adriana
Fonte: FIU Digital Commons Publicador: FIU Digital Commons
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
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66.53%
Si el siglo XX creó una extendida conciencia sobre las variantes de la intertextualidad en la ficción literaria, hoy enfrentamos transformaciones en la naturaleza de la ficción y sus relaciones con otras formas discursivas y/o creativas como el arte, y con la misma realidad, que es posible designar con el concepto de ficción extrema. Desde “Don Quijote” o “Las meninas” hay incursiones en la metaficción y/o autorrefecividad. Pero a partir de las vanguardias modernistas y de modo creciente en los estertores de la postmodernidad nos abocamos a un singular tipo de hipertextualidad que desbordando lo literario se apropia de prácticas artísticas (o lo contrario) como recurso para la transposición de sus ficciones, no sólo de uno a otro campo, sino para su inserción en la realidad: la ficción extrema. Max Aub (España 1903-México 1973), Leonora Carrington (Inglaterra 1917-México 2011) y Enrique Vila-Matas (España 1958), radicalizaron este tránsito o filtración de los imaginarios artísticos y literarios subvirtiendo las delimitaciones entre —pintor catalán Jusep Torres Campalans, junto con sus obras pictóricas, creadas como sombra o doble de Picasso. Así insertó su existencia en ciertos dominios del cubismo como un modo de meta-crítica artística. Carrington asumió un doble animal que transitó entre cuentos y cuadros y se inscribió en la memoria del surrealismo. Vila-Matas narró su “Historia abreviada de la literatura portátil” como un doble del espectro Marcel Duchamp —a su vez asaltado por otros— que reescribe la memoria del dadaísmo de tal modo que ha llegado a ser confundida con un ensayo. La revisión de las estrategias de la ficción extrema en estos autores junto con las de otros contemplados en el epilogo —Mario Bellatín...

Ficcion extrema: Deslizamientos en la realidad a traves de la relacion entre arte y literatura (Max Aub, Leonora Carrington y Enrique Vila-Matas)

Herrera, Adriana
Fonte: FIU Digital Commons Publicador: FIU Digital Commons
Tipo: Artigo de Revista Científica
SP
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66.53%
Si el siglo XX creó una extendida conciencia sobre las variantes de la intertextualidad en la ficción literaria, hoy enfrentamos transformaciones en la naturaleza de la ficción y sus relaciones con otras formas discursivas y/o creativas como el arte, y con la misma realidad, que es posible designar con el concepto de ficción extrema. Desde "Don Quijote" o "Las meninas" hay incursiones en la metaficción y/o autorrefecividad. Pero a partir de las vanguardias modernistas y de modo creciente en los estertores de la postmodernidad nos abocamos a un singular tipo de hipertextualidad que desbordando lo literario se apropia de prácticas artísticas (o lo contrario) como recurso para la transposición de sus ficciones, no sólo de uno a otro campo, sino para su inserción en la realidad: la ficción extrema. ^ Max Aub (España 1903-México 1973), Leonora Carrington (Inglaterra 1917-México 2011) y Enrique Vila-Matas (España 1958), radicalizaron este tránsito o filtración de los imaginarios artísticos y literarios subvirtiendo las delimitaciones entre —pintor catalán Jusep Torres Campalans, junto con sus obras pictóricas, creadas como sombra o doble de Picasso. Así insertó su existencia en ciertos dominios del cubismo como un modo de meta-crítica artística. Carrington asumió un doble animal que transitó entre cuentos y cuadros y se inscribió en la memoria del surrealismo. Vila-Matas narró su "Historia abreviada de la literatura portátil" como un doble del espectro Marcel Duchamp —a su vez asaltado por otros— que reescribe la memoria del dadaísmo de tal modo que ha llegado a ser confundida con un ensayo. La revisión de las estrategias de la ficción extrema en estos autores junto con las de otros contemplados en el epilogo —Mario Bellatín...

Historia e historias en la novela Hijos sin hijos de Enrique Vila-Matas.

Simion, Sorina Dora
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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66.39%
Nos proponemos analizar e interpretar una de las novelas de Enrique Vila-Matas, Hijos sin hijos, utilizando el análisis retórico-general, presupuestado por García Berrio, en los niveles inventivo, dispositivo y elocutivo del discurso narrativo. Hemos destacado las macroestructuras dispositivas en espiral, las relaciones entre macrohistoria y microhistoria, las figuras retóricas significativas.

El cuento español a finales del siglo XX: Antonio Muñoz Molina y Enrique Vila-Matas.

Díaz Navarro, Epicteto
Fonte: Universidade de Múrcia Publicador: Universidade de Múrcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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66.39%
En este artículo se estudian aspectos fundamentales de la narrativa breve de dos autores de notable interés en la literatura española actual. Antonio Muñoz Molina utiliza modelos de reconocida eficacia, como el policiaco, para reflejar las diferentes formas de vida, la otredad, y para expresar su crítica social. Enrique Vila-Matas muestra la relación paradójica que muchas veces se establece entre arte y realidad, entre verdad y ficción, y la imposibilidad de ir más allá de una forma subjetiva de representación.

Al final de la escapada : sobre Suicidios ejemplares de Enrique Vila-Matas

Pache Carballo, Laura; Valls, Fernando
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Publicado em //2011 SPA
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86.71%
Este trabajo de investigación pretende ser una guía de lectura e interpretación del volumen de cuentos Suicidios ejemplares (1991), de Enrique Vila-Matas, delimitando en su contexto histórico y literario la trayectoria del género, para extraer la calidad y significación de la obra y del autor. El análisis se enlaza a la producción total de sus escritos, dotados de una visión lúdica de la vida y la literatura, que acaban confluyendo en un mismo plano. Algunos de los conceptos vertebradores son las vanguardias, el posmodernismo, el absurdo o la ironía. Y sobre todo la ficción como elemento liberador por excelencia; Aquest treball de recerca pretén ser una guia de lectura i interpretació del volum de contes Suicidios ejemplares (1991), de Enrique Vila-Matas, delimitant en el seu context històric i literari la trajectòria del gènere, per així extreure'n la qualitat i la significació de l'obra de l'autor. L'anàlisi s'enllaça a la producció total dels seus escrits, dotats d'una visió lúdica de la vida i la literatura, elements que acaben confluint en un mateix plànol. Alguns dels conceptes vertebradors són les vanguàrdies, el postmodernisme, l'absurd i la ironia. I sobretot, la ficció com a element alliberador per excel·lència

La red literaria de París no se acaba nunca de Enrique Vila-Matas : un acto de lectura e interpretación

Juste Mompel, Felicidad; Casas, Ana
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Publicado em //2010 SPA
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86.81%
Este trabajo pretende realizar un acto de lectura e interpretación del texto de Enrique Vila-Matas París no se acaba nunca (2003). La lectura se sitúa desde la perspectiva concreta y delimitada de la red literaria que se teje en el novela. La metáfora de la red, atendiendo a sus tres acepciones: red como tejido, red como ardid y red como conexión, da las directrices del trabajo que intenta responder a estas cuestiones: a) qué hilos forman su tejido narrativo, b) cómo se configura la red, c) qué posibles mecanismos establecen la red como conexión. La lectura se inscribe en el doble marco de la intertextualidad y de la ironía. A través de las citas, alusiones y referencias literarias se destacan algunos procedimientos e intencionalidades en la configuración de la novelística de Enrique Vila-Matas, en su Manifiesto estético; Aquest treball pretén realitzar un acte de lectura i interpretació del text d'Enrique Vila-Matas París no se acaba nunca (2003). La lectura se situa des de la perspectiva concreta i delimitada de la xarxa literària que es teixeix en la novel·la. La metàfora de la xarxa, atenent a les seves tres accepcions: xarxa com a teixit, xarxa com a ardit i xarxa com a connexió, dóna les directrius del treball que intenta respondre a aquestes qüestions: a) quins fils formen el seu teixit narratiu...

La autoficción en París no se acaba nunca de Enrique Vila-Matas

Pozo, Alba del
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
Publicado em //2009 SPA
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86.9%
Este trabajo pretende explorar los recursos autoficcionales del texto de Enrique Vila-Matas París no se acaba nunca (2003). Bajo la forma de una revisión irónica de los años de juventud en París, Vila- Matas pone en juego varias herramientas destinadas a romper con la mímesis de lo real. De este modo, el texto se sitúa tanto en la línea de la autoficción como en la de otros textos del mismo autor en los que realidad y literatura son totalmente interdependientes.; This work seeks to explore the autofictional elements of Enrique Vila-Matas novel París no se acaba nunca (2003). In the form of an ironic review of his youth in Paris, the author makes use of several devices destined to fracture the mimesis of reality. Thus, the text is both in the line of autofiction as well as in the line of other texts from the same author in which reality and literature are completely interdependent.; Aquest treball pretén explorar els recursos autoficcionals del text d’Enrique Vila-Matas París no se acaba nunca (2003). Sota la forma d’una revisió irónica dels anys de joventut en París, Vila-Matas posa en joc diverses ferramentes destinades a trencar amb la mimesi del que és real. D’aquesta manera, el text es situa tant en la línea de l’autoficció com en la d’altres textos del mateix autor en els que la realitat i la literatura són totalment independents.; Lan honek Enrique Vila-Matasen París no se acaba nunca (2003) testuaren errekurtso autofikzionalak aztetzea du helburu. Parisen pasatako gazte garaiko urteen berrikuste ironiko baten formapean...

Enrique Vila-Matas, Dublinesca; Enrique Vila-Matas, Dublinesca; Enrique Vila-Matas, Dublinesca

Alves-Bezerra, Wilson
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 07/12/2011 SPA
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66.71%
Resenha de Dublinesca, Enrique Vila-Matas. Barcelona: Seix Barral, 2010, 65 p

El simulacro de la desidentidad: las figuras autoriales en el espacio autoficcional de Aira y Vila-Matas

Decock, Pablo
Fonte: Universidad de Alcalá, Área de Literatura Española Publicador: Universidad de Alcalá, Área de Literatura Española
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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86.53%
Ciertamente, una serie de los textos que se inscriben en el campo autoficcional contemporáneo se distingue por la recreación, salpicada de una fuerte dosis de auto-ironía, de una figura de autor desacralizada o banalizada que parece jugar con el aura benjaminiana del autor. Escritores como el argentino César Aira (°1949) y el catalán Enrique Vila-Matas (°1948) son dos de los más destacados exponentes hispanos de esta modalidad autoficcional. En este trabajo se mostrará que, a pesar de una semantización sui generis de la figura de autor, ambos escritores ponen en escena yoes autoficcionales melancólicos que son articulados por una dialéctica de revelación y ocultamiento y que trastornan el horizonte hermenéutico del lector.

THE DIARY ON THE LITERARY MAP: RESONANCES OF BARTHES AND BLANCHOT IN ENRIQUE VILA-MATAS; O DIÁRIO NO MAPA LITERÁRIO: RESSONÂNCIAS DE BARTHES E BLANCHOT EM ENRIQUE VILA-MATAS

Toso, Francielli Noya
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/2015 POR
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The novels of the catalan Enrique Vila-Matas, as well as of other contemporary writers, dialogue critically and creatively with the current fever of experiential narratives, questioning the first person formation mechanisms. One of these novels, Montano’s Malady (2005), incorporates the form of diary, through an autodiegetic narrator, renewing the possibilities of this genre, always testing the lector’s ability of (un)belief. This novel will be analyzed taking into account the displacement of its narrator-protagonist, who has an obsessively literary connection with space. This obsession with literature is in constant correlation with the reflections of Roland Barthes and Maurice Blanchot about topics such as authorship, writing, space and death. Thus, the reading proposed here considers the intertextual and metafictional mechanisms performed to discuss the fictional construction of the diary, which many times is put into play through self-referential performatic procedures.; Os romances do catalão Enrique Vila-Matas, assim como de outros escritores contemporâneos, dialogam crítica e criativamente com a atual febre de narrativas vivenciais, colocando em questão os mecanismos de constituição da primeira pessoa. Um desses romances...

SOBREVIVÊNCIAS PESSOANAS: ENRIQUE VILA-MATAS LENDO O BARÃO DE TEIVE; SOBREVIVÊNCIAS PESSOANAS: ENRIQUE VILA-MATAS LENDO O BARÃO DE TEIVE

Klein, Kelvin dos Santos Falcão
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 10/12/2009 POR
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66.76%
Onde encontrar Fernando Pessoa na literatura contemporânea? Há lugar para ele? Este  ensaio  rastreia  possíveis  respostas  na  ficção  do  escritor  espanhol  Enrique  Vila-Matas, especificamente no  resgate  que  faz de um  semi-heterônimo  de  Pessoa:  o  Barão  de  Teive. Bartleby  &  companhia,  romance  composto  de  comentários  fragmentados  sobre  a  obra  de escritores que abandonaram a literatura (os "artistas do Não"), incorpora o jogo heteronímico de Pessoa  e  atualiza  questões  como  a  vacuidade  do Eu  no  discurso  e  o  embate  entre silêncio e linguagem que toma lugar no cerne da literatura. A hipótese é a de que Pessoa, representado por seu  semi-heterônimo,  sobrevive  em  chave  anacrônica  na  leitura  de  Vila-Matas,  conferindo sentido retrospectivo  a  certas  lacunas  da  história  literária, sobretudo  no  que  diz respeito  às vanguardas do início do século XX.; Where to find Fernando Pessoa in the contemporary literature? Is there a place for him? This essay tracks answers on Spanish writer Enrique Vila-Matas’ fiction, specifically in the rescue that he does of a semi-heteronym of Pessoa: Baron of Teive. Bartleby & companhia...

Enrique Vila-Matas e a portabilidade da desconstrução

Saldanha, Rafael Mófreita; Rafael Mófreita Saldanha Graduação Filosofia UFRJ
Fonte: Programa de Pós-graduação em Filosofia Publicador: Programa de Pós-graduação em Filosofia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 08/01/2012 POR
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66.81%
Resumo: A comunicação busca pensar como a literatura do espanhol Enrique Vila-Matas, com especial ênfase em História abreviada da literatura portátil, se aproxima no campo da literatura da estratégia de desconstrução Derridiana em relação à filosofia. Para isso, tentará mostrar a partir de características recalcadas da literatura, como a portatibilidade, a coletividade, o próprio não-escrever como Vila-Matas faz aceder novos nomes à história da literatura e subterraneamente deixa aparecer críticas à arbitrariedade do cânone.Palavras-chave: Derrida; Vila-Matas; Desconstrução; Portabilidade.Abstract: The present communication seeks to think how the literature of Enrique Vila-Matas, with special emphasis on The abbreviated history of portable literature, approaches, in the field of literature Derrida’s strategy of the deconstruction of philosophy. In order to do this it will try to show how through certain repressed features of literature, like portability, collectivity and even non-writing, Vila-Matas opens up the literary field to new and forgotten names and how we can also spot a subtle criticism towards the arbitrariness of the canon.Keywords: Derrida; Vila-Matas; Deconstruction; Portability

El microrrelato como fragmento de un amplio conjunto narrativo en Bartleby y compañía de Enrique Vila-matas

Wentzlaff-Eggebert,Christian
Fonte: Olivar Publicador: Olivar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2007 ES
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En Bartleby y compañía Enrique Vila-Matas reúne un gran número de relatos breves y brevísimos de escritores que en cierto momento de su vida dejaron de escribir. La autonomía de estos 'microrrelatos' es parecida a la de los relatos orales que los autores/editores de los siglos XV y XVI reunían en antologías y colecciones de cuentos o libros de caballería y de pastores. Mientras que la invención de la imprenta facilita el desarrollo de texturas más enredadas y un sutil sistema de subordinaciones que confieren una creciente coherencia a amplios conjuntos narrativos, Enrique Vila-Matas opta por una estructura esencialmente paratáctica. Mediante un juego de alusiones a una multitud de hipotextos, esta estructura sugiere un estado de fragmentación y una libertad de asociación que ilustra la temática central del libro, el rechazo de una 'literatura alimenticia' a favor de la literatura del No.

La transgresión genérica, emblema de la obra de Javier Marías, Enrique Vila-Matas e Ignacio Padilla

Fuertes Trigal,Siridia
Fonte: Olivar Publicador: Olivar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 ES
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En la época actual, los límites en la literatura han desaparecido, lo que se traduce en la ruptura de las fronteras genéricas y en la composición de obras híbridas que participan de todos los géneros. Tanto la obra de Vila-Matas como la de Javier Marías se nos presentan como una continua y trabada reflexión acerca del papel del autor en la creación literaria o, lo que en parte viene a ser lo mismo, acerca de las relaciones entre vida y literatura, entre autobiografía, ensayo y ficción. El mexicano Ignacio Padilla, miembro del autodenominado grupo del Crack mexicano, ha tomado como maestros del hibridismo genérico a estos dos autores españoles, y muestra de ello es la presencia en novelas como Amphitryon o Espiral de artillería de rasgos inspirados en las novelas policíacas, ensayísticas, históricas e incluso sociales. En este trabajo analizaré los rasgos que identifican de forma clara la obra de Padilla con Javier Marías y el prolífico Enrique Vila-Matas en un continuo diálogo entre las dos orillas.

El cuento en la frontera de lo insólito: Enrique Vila-Matas

Quintana Tejera,Luis María
Fonte: Universidad Autónoma de Baja California, Instituto de Investigaciones Culturales-Museo Publicador: Universidad Autónoma de Baja California, Instituto de Investigaciones Culturales-Museo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 ES
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66.53%
Enrique Vila-Matas (Barcelona, 1948) es un escritor catalán que destaca por la precisión de su estilo y por propuestas novedosas en el ámbito de los estudios literarios. Hemos escogido para llevar a cabo este análisis, el libro titulado Chet Baker piensa en su arte. Relatos selectos (2011), en el cual el autor ofrece conceptos novedosos en lo que se refiere al arte de la novela y a la recreación del cuento desde una nueva perspectiva. Fundamentalmente a través del relato extenso "Chet Baker piensa en su arte", el catalán, basado en numerosos aportes intertextuales -Joyce y Simenon, entre otros-, ofrece un panorama renovador en el contexto de la literatura que sirve como guía a las nuevas generaciones para entender mejor el proceso creador. Seleccionamos para este artículo los cuentos "Una casa para siempre" y "El arte de desaparecer". Analizaremos en ellos: temas, alcances semánticos, narradores, voces del relato, propuestas y búsquedas de ese narrador inquieto que genera Vila-Matas. El ensayo presenta una introducción, la razón del título, el análisis pormenorizado de cada uno de los relatos ya mencionados, las conclusiones y la bibliografía.

Todo lo cercano se aleja: Roberto Bolaño e Enrique Vila-Matas, da autoficção ao ‘espaço biográfico’

Sá,Ana Paula dos Santos de
Fonte: Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho Publicador: Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 PT
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Este artigo aborda a questão das poéticas de Bolaño e de Vila-Matas no que tange à denominada ‘autoficção’. A partir de um questionamento da associação de determinados títulos dos autores a tal artifício literário, desenvolve-se uma reflexão acerca da relação da obra com seu exterior na contemporaneidade, destacando assim algumas das implicações da relação estabelecida pelo chileno e pelo catalão com o universo midiático. Para além de um olhar aos contornos da escrita híbrida desenvolvida por ambos os autores, ressaltam-se suas inscrições no que Leonor Arfuch (2010) entende por "espaço biográfico", a fim de elucidar a possível origem da crescente assimilação, por parte da crítica, de seus personagens-escritores às suas próprias figuras / biografias.