Página 1 dos resultados de 32 itens digitais encontrados em 0.054 segundos

Hemoptise/s e síndrome de angústia respiratória do adulto como causas de morte na leptospirose: mudanças de padrões clínicos e anatomopatológicos

Gonçalves,Adrelírio José Rios; Carvalho,Jorge Eduardo Manhães de; Silva,João Baptista Guedes e; Rozembaum,Ronaldo; Vieira,Alba Regina Machado
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1992 PT
Relevância na Pesquisa
36.01%
A leptospirose humana, uma das principais endemias/epidemias dos centros urbanos no Brasil, vem crescendo de forma dramática nas três últimas décadas, com prevalência após enchentes causadas pelas chuvas de verão. São descritas as recentes modificações de seus padrões clínicos em nossa região, constituídas pelo surgimento de hemoptise/s maciça/s e da síndrome de angústia respiratória do adulto, ou de ambas associadamente. Essas evidentes mudanças situadas nas estruturas respiratórias despontaram como séria ameaça à vida e como mecanismos de morte, passando a representar entre nós, por sua grande freqüência, a principal causa de óbito na leptospirose. A nova face da doença impõe revisão dos conceitos sobre sua gravidade e especulação sobre a patogenia dessas alterações. A evolução fatal dos seis pacientes descritos, dois deles sem icterícia e sem insuficiência renal, mostra a grandeza do desafio.

Reflexões sobre a qualidade do diagnóstico da leishmaniose visceral canina em inquéritos epidemiológicos: o caso da epidemia de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1993-1997

Alves,Waneska Alexandre; Bevilacqua,Paula Dias
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
Relevância na Pesquisa
36.01%
No Brasil, a leishmaniose visceral (LV) apresenta quadros graves de endemias e epidemias havendo, nos últimos anos, uma propagação da doença por vários estados que antes não possuíam casos de pessoas e animais. O Ministério da Saúde recomenda, para os inquéritos caninos, o uso da reação de imunofluorescência indireta (RIFI), apresentando sensibilidade de 90-100% e especificidade de 80% para amostras de soro. A utilização da RIFI pode comprometer a efetividade do Programa de Controle do Calazar por estar deixando de detectar e sacrificar animais infectados (falsos negativos). Por outro lado, o programa estaria identificando e recomendando o sacrifício de animais não infectados (falsos positivos). Essas incertezas já geraram atitudes como a não indicação do sacrifício de animais positivos e a recomendação de tratamento desses animais por parte de clínicos veterinários. Este trabalho tem como objetivo refletir sobre a qualidade do diagnóstico de inquéritos epidemiológicos caninos, tendo como pano de fundo a epidemia de LV que ocorre no Município de Belo Horizonte, Minas Gerais, desde 1993.

Endemias e epidemias na Amazônia: malária e doenças emergentes em áreas ribeirinhas do Rio Madeira. Um caso de escola

Katsuragawa,Tony Hiroshi; Gil,Luiz Herman Soares; Tada,Mauro Shugiro; Silva,Luiz Hildebrando Pereira da
Fonte: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo Publicador: Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
Relevância na Pesquisa
56.32%
Após fazer uma análise da evolução da malária na Amazônia brasileira, detalhando em particular a situação em Rondônia e no município de Porto Velho, onde ocorreram episódios dramáticos de epidemias de malária no passado, os autores apresentam o quadro atual da prevalência de malária nas áreas do Vale do Rio Madeira, que sofrerão impactos com a construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, e alertam sobre a situação particular da malária em áreas ribeirinhas. Nessas áreas, observam-se alta incidência de malária vivax e falciparum, a presença de grande número de portadores assintomáticos de parasitas e altas densidades do vetor Anopheles darlingi o ano todo. Esses elementos, associados à provável chegada de migrantes oriundos de áreas não-endêmicas de Rondônia e de outros Estados do país, atraídos pela possibilidade de trabalho nessas hidrelétricas e oportunidades de comércio, lazer, educação e atividades domésticas, criam condições favoráveis à ocorrência de epidemias de malária e de outras doenças tropicais se não forem realizadas intervenções adequadas de controle, em particular no domínio do saneamento.

Enfermeiros e saúde pública em Belo Horizonte: combatendo doenças e educando para a saúde (1897-1933)

Teixeira,Virgínia Mascarenhas Nascimento; Marques,Rita de Cássia
Fonte: Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná Publicador: Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
Relevância na Pesquisa
36.02%
Este artigo analisa a organização da enfermagem na cidade de Belo Horizonte entre 1897 e 1933 - período anterior à institucionalização desse campo de saber através da criação da Escola de Enfermagem Carlos Chagas. Neste período, as ações de saúde pública estiveram principalmente voltadas ao combate e controle de epidemias e endemias e para a higiene e educação sanitária da população. Entre fins do século XIX até a década de 1910, as ações de saúde tinham na doença seu eixo de orientação e os enfermeiros realizavam atividades em hospitais de isolamento, lazaretos, hospedarias e em domicílios, sob a orientação e o acompanhamento dos médicos, ou informalmente, sem qualquer supervisão, como forma de ajuda ao próximo. As décadas de 1920 e 1930 marcam uma fase de transformações na saúde pública, com ênfase para a prevenção e a educação sanitária. A partir de então, verifica-se a organização de duas frentes de atuação de enfermeiras na prevenção e promoção da saúde: as "enfermeiras visitadoras" e as "enfermeiras escolares", cuja atividade se pautou nas orientações e práticas defendidas pelo pensamento sanitário da época. O presente estudo revela um universo em torno dos enfermeiros ainda pouco trabalhado no contexto da história da enfermagem...

Cem anos de endemias e epidemias

Barata,Rita Barradas
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
Relevância na Pesquisa
96.65%
Este ensaio traça, resumidamente, um panorama das principais epidemias e endemias que acometeram a população do estado de São Paulo, no século XX. Os fatos são apresentados agrupados em cinco períodos, definidos a partir de fatos marcantes da vida nacional. Situa a ocorrência dos problemas de saúde no contexto econômico social e político de cada período. As informações baseiam-se em revisão, não exaustiva, de alguns periódicos científicos da área de saúde pública e medicina. Os períodos considerados são: do início do século ao final da República Velha, o período getulista, a redemocratização de 1945 a 1964, a ditadura militar e o período atual após a queda da ditadura. Para cada período descreve-se a situação epidemiológica das principais endemias e epidemias e para as quais havia dados ou informações disponíveis. Dada a extensão limitada de um artigo, não foi possível aprofundar os aspectos relacionados ao surgimento de cada um dos problemas, nem os detalhes de seu controle. Optou-se pela construção de um painel que possibilitasse aos leitores uma visão de conjunto do século XX. A lista de referências bibliográficas poderá ser útil àqueles que desejarem se aprofundar nos diferentes temas tratados.

Endemias e epidemias brasileiras, desafios e perspectivas de investigação científica: hanseníase

Martelli,Celina Maria Turchi; Stefani,Mariane Martins de Araújo; Penna,Gerson Oliveira; Andrade,Ana Lúcia S. S. de
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
Relevância na Pesquisa
46.02%
A endemia hansênica apresenta-se, na virada do milênio, no limiar da sua eliminação como problema global de saúde pública. O Brasil é o único país da América Latina onde a doença não foi eliminada, tendo sido a meta de eliminação postergada para 2005. Neste artigo discute-se o declínio da prevalência após a introdução da poliquimioterapia (PQT) para o tratamento da hanseníase, não acompanhada pela redução da incidência no mesmo período. Os progressos na área de imunologia, biologia molecular e seqüenciamento genômico do M. leprae são apresentados enquanto perspectivas de pesquisa e de aplicação potencial para diagnóstico, prognóstico e vigilância na hanseníase. Apesar do êxito das atuais estratégias de controle tem-se observado com preocupação a redução do interesse e do apoio financeiro em pesquisa na hanseníase e na desestruturação dos serviços de saúde frente ao atual cenário de eliminação. A exclusão da hanseníase da lista de doenças prioritárias é prematura, representando um perigo concreto de não se eliminar a doença, mas a pesquisa em hanseníase. Fica evidente a necessidade de investir na produção de conhecimentos de áreas básica e aplicada que viabilizem uma maior compreensão dos mecanismos de transmissão da infecção...

Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família - 2014

Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Núcleo de Educação em Saúde Coletiva
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
46.26%
O Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família é oferecido pela Universidade Federal de Minas Gerais por meio do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon – Programa Ágora). Confere ao formando o título de Especialista Estratégia Saúde da Família. Abrange uma carga horária de 360 horas, 180 horas em disciplinas obrigatórias e mínimo de 180 horas em disciplinas optativas. Sua temática desenvolve-se por meio de 3 unidades didáticas : Unidade didática I - (disciplinas obrigatórias): Iniciação à metodologia: textos científicos (30h); Modelo de Atenção à Saúde (30h); Processo de trabalho em saúde(30h); Planejamento e avaliação em saúde (60h); Práticas educativas e tecnologias em saúde(30h). Unidade didática II- (disciplinas optativas): Família como foco da atenção à saúde(30h); Atenção à saúde bucal do adulto (60h); Atenção à saúde bucal do idoso (30h); Atenção à saúde da criança: aspectos básicos(60h); Atenção à saúde da criança: agravos nutricionais (30h); Atenção à saúde da criança: doenças respiratórias (30h); Atenção à saúde do adolescente(30h); Projeto social: saúde e cidadania; Protocolo de cuidados à saúde(30h); Rede de atenção: saúde da mulher(60h); Rede de atenção: saúde do adulto(60h); Rede de atenção: saúde do idoso(60h); Rede de atenção: saúde mental (60h); Rede de atenção: urgências (60h); Vigilância à saúde ambiental (30h); Vigilância à saúde do trabalhador (30h); Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase (30h); Vigilância à saúde: epidemias: dengue...

Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase

Andrade, Ana Regina Coelho de; Ramos, Andréa Machado Coelho; Araújo, Marcelo Grossi; Miranda, Silvana Spíndola de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
76.6%
Este material contempla a disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina busca incentivar a equipe multidisciplinar das equipes de Saúde da Família a se organizar para o controle da tuberculose e hanseníase. O conteúdo está distribuído em quatro seções: Seção 1: Fatores determinantes e condicionantes das epidemias e endemias. Seção 2: Abordagem específica de doenças endêmicas e epidêmicas. Seção 3: Situação da tuberculose e da hanseníase. Seção 4: Casos clínicos: tuberculose e hanseníase

Endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase

Andrade, Ana Regina Coelho de; Ramos, Andréa Machado Colelho; Araújo, Marcelo Grossi; Miranda, Silvana Spíndola de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
76.6%
Este módulo integra a disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina busca incentivar a equipe multidisciplinar das equipes de Saúde da Família a se organizar para o controle da tuberculose e hanseníase. O conteúdo está distribuído em quatro seções: Seção 1: Fatores determinantes e condicionantes das epidemias e endemias. Seção 2: Abordagem específica de doenças endêmicas e epidêmicas. Seção 3: Situação da tuberculose e da hanseníase. Seção 4: Casos clínicos: tuberculose e hanseníase

Endemias e epidemias B: dengue, leishmaniose tegumentar e visceral, leptospirose, influenza e febre maculosa

Moura, Alexandre Sampaio; Rocha, Regina Lunardi
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
Relevância na Pesquisa
76.69%
Este módulo integra a disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: dengue, leishmaniose, influenza e febre maculosa" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Tem como objetivo instrumentalizar os profissionais de saúde, em especial os das equipes de Saúde da Família, para contribuírem no controle das epidemias e endemias mais frequentes no país e em Minas Gerais.Este módulo está dividido em 2 seções : Seção 1 - Fatores determinantes das epidemias e endemias; Seção 2 - Abordagem específica de doenças endêmicas e epidêmicas mais comuns

O enfrentamento de epidemias : as estrategias e perspectivas do controle do dengue

Maria Rita de Camargo Donalisio
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/1995 PT
Relevância na Pesquisa
46.36%
As epidemias podem ser examinadas sob. diferentes perspectivas, que exigem universos explicativos e metodológicos distintos, com diversos raios de visão e instrumentos de análise. Dentro de cada uma destas perspectivas, foram avaliadas as possibilidades de controle da epidemia de Dengue. Na sua dimensão biológica-ecológica (Mundo da Materialidade), as epidemias carregam particularidades do micro universo orgânico e clínico, da medida do tempo e do espaço biológico da relação do parasita, do hospedeiro e do "meio ambiente". Esta dimensão tem um horizonte de visibilidade próprio, onde está à disposição um arsenal tecnológico de grande utilidade para o enfrentamento da transmissão. Neste trabalho foram recuperadas experiências epidêmicas de outros países que deixam lições sobre o comportamento biológico e epidemiológico da doença. Diante de uma epidemia, a sociedade mostra como vê e simboliza a sua ocorrência (Mundo" da Subjetividade). Desastroso é o programa de controle e prevenção de um surto que não leva em consideração as questões subjetivas do que significa previnir-se, adoecer, ou ser um individuo transmissor. As epidemias têm uma historicidade e são determinadas pela estrutura social, (organização do espaço...

Endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase

Andrade, Ana Regina Coelho de; Ramos, Andréa Machado Colelho; Araújo, Marcelo Grossi; Miranda, Silvana Spíndola de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Texto Formato: 87p. ; il.
PT_BR
Relevância na Pesquisa
76.6%
Este módulo integra a disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina busca incentivar a equipe multidisciplinar das equipes de Saúde da Família a se organizar para o controle da tuberculose e hanseníase. O conteúdo está distribuído em quatro seções: Seção 1: Fatores determinantes e condicionantes das epidemias e endemias. Seção 2: Abordagem específica de doenças endêmicas e epidêmicas. Seção 3: Situação da tuberculose e da hanseníase. Seção 4: Casos clínicos: tuberculose e hanseníase; Ministério da Saúde

Endemias e epidemias B: dengue, leishmaniose tegumentar e visceral, leptospirose, influenza e febre maculosa

Moura, Alexandre Sampaio; Rocha, Regina Lunardi
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Texto Formato: 81p. ; il.
PT_BR
Relevância na Pesquisa
76.69%
Este módulo integra a disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: dengue, leishmaniose, influenza e febre maculosa" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Tem como objetivo instrumentalizar os profissionais de saúde, em especial os das equipes de Saúde da Família, para contribuírem no controle das epidemias e endemias mais frequentes no país e em Minas Gerais.Este módulo está dividido em 2 seções : Seção 1 - Fatores determinantes das epidemias e endemias; Seção 2 - Abordagem específica de doenças endêmicas e epidêmicas mais comuns; 2. ed.; Ministério da Saúde

Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase

Andrade, Ana Regina Coelho de; Ramos, Andréa Machado Coelho; Araújo, Marcelo Grossi; Miranda, Silvana Spíndola de
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Tipo: Backup de Moodle Formato: Backup moodle da disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase " do curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014), contendo materiais em formato PDF e na linguagem html, além de áudio e s
PT_BR
Relevância na Pesquisa
76.6%
Este material contempla a disciplina optativa " Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina busca incentivar a equipe multidisciplinar das equipes de Saúde da Família a se organizar para o controle da tuberculose e hanseníase. O conteúdo está distribuído em quatro seções: Seção 1: Fatores determinantes e condicionantes das epidemias e endemias. Seção 2: Abordagem específica de doenças endêmicas e epidêmicas. Seção 3: Situação da tuberculose e da hanseníase. Seção 4: Casos clínicos: tuberculose e hanseníase; Ministério da Saúde

Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família - 2014

Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Núcleo de Educação em Saúde Coletiva
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Curso composto de 3 unidades didáticas distribuídas em 5 disciplinas obrigatórias, 19 optativas e 1 unidade de trabalho de conclusão de curso (TCC).
PT_BR
Relevância na Pesquisa
46.27%
O Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família é oferecido pela Universidade Federal de Minas Gerais por meio do Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (Nescon – Programa Ágora). Confere ao formando o título de Especialista Estratégia Saúde da Família. Abrange uma carga horária de 360 horas, 180 horas em disciplinas obrigatórias e mínimo de 180 horas em disciplinas optativas. Sua temática desenvolve-se por meio de 3 unidades didáticas : Unidade didática I - (disciplinas obrigatórias): Iniciação à metodologia: textos científicos (30h); Modelo de Atenção à Saúde (30h); Processo de trabalho em saúde(30h); Planejamento e avaliação em saúde (60h); Práticas educativas e tecnologias em saúde(30h). Unidade didática II- (disciplinas optativas): Família como foco da atenção à saúde(30h); Atenção à saúde bucal do adulto (60h); Atenção à saúde bucal do idoso (30h); Atenção à saúde da criança: aspectos básicos(60h); Atenção à saúde da criança: agravos nutricionais (30h); Atenção à saúde da criança: doenças respiratórias (30h); Atenção à saúde do adolescente(30h); Projeto social: saúde e cidadania; Protocolo de cuidados à saúde(30h); Rede de atenção: saúde da mulher(60h); Rede de atenção: saúde do adulto(60h); Rede de atenção: saúde do idoso(60h); Rede de atenção: saúde mental (60h); Rede de atenção: urgências (60h); Vigilância à saúde ambiental (30h); Vigilância à saúde do trabalhador (30h); Vigilância à saúde: endemias e epidemias: tuberculose e hanseníase (30h); Vigilância à saúde: epidemias: dengue...

Endemias e epidemias na Amazônia: malária e doenças emergentes em áreas ribeirinhas do Rio Madeira. Um caso de escola; Endemic and epidemic diseases in Amazonia: malaria and other emerging diseases in riverine areas of the Madeira river. A school case

Katsuragawa, Tony Hiroshi; Gil, Luiz Herman Soares; Tada, Mauro Shugiro; Silva, Luiz Hildebrando Pereira da
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Avançados Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Avançados
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/12/2008 POR; ENG
Relevância na Pesquisa
56.32%
Após fazer uma análise da evolução da malária na Amazônia brasileira, detalhando em particular a situação em Rondônia e no município de Porto Velho, onde ocorreram episódios dramáticos de epidemias de malária no passado, os autores apresentam o quadro atual da prevalência de malária nas áreas do Vale do Rio Madeira, que sofrerão impactos com a construção das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, e alertam sobre a situação particular da malária em áreas ribeirinhas. Nessas áreas, observam-se alta incidência de malária vivax e falciparum, a presença de grande número de portadores assintomáticos de parasitas e altas densidades do vetor Anopheles darlingi o ano todo. Esses elementos, associados à provável chegada de migrantes oriundos de áreas não-endêmicas de Rondônia e de outros Estados do país, atraídos pela possibilidade de trabalho nessas hidrelétricas e oportunidades de comércio, lazer, educação e atividades domésticas, criam condições favoráveis à ocorrência de epidemias de malária e de outras doenças tropicais se não forem realizadas intervenções adequadas de controle, em particular no domínio do saneamento.; The authors present a short review on the evolution of malaria incidence in the Brazilian Amazon...

Enfermeiros e saúde pública em Belo Horizonte: combatendo doenças e educando para a saúde (1897-1933)

Nascimento Teixeira, Virgínia Mascarenhas; Enfermeiros e saúde pública em Belo Horizonte: combatendo doenças e educando para a saúde (1897-1933); Marques, Rita de Cássia; Universidade Federal de Minas Gerais
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 21/10/2014 POR
Relevância na Pesquisa
46.02%
Este artigo analisa a organização da enfermagem na cidade de Belo Horizonte entre 1897 e 1933 – período anterior à institucionalização desse campo de saber através da criação da Escola de Enfermagem Carlos Chagas. Neste período, as ações de saúde pública estiveram principalmente voltadas ao combate e controle de epidemias e endemias e para a higiene e educação sanitária da população. Entre fins do século XIX até a década de 1910, as ações de saúde tinham na doença seu eixo de orientação e os enfermeiros realizavam atividades em hospitais de isolamento, lazaretos, hospedarias e em domicílios, sob a orientação e o acompanhamento dos médicos, ou informalmente, sem qualquer supervisão, como forma de ajuda ao próximo. As décadas de 1920 e 1930 marcam uma fase de transformações na saúde pública, com ênfase para a prevenção e a educação sanitária. A partir de então, verifica-se a organização de duas frentes de atuação de enfermeiras na prevenção e promoção da saúde: as “enfermeiras visitadoras” e as “enfermeiras escolares”, cuja atividade se pautou nas orientações e práticas defendidas pelo pensamento sanitário da época. O presente estudo revela um universo em torno dos enfermeiros ainda pouco trabalhado no contexto da história da enfermagem...

Cem anos de endemias e epidemias

Barata,Rita Barradas
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 PT
Relevância na Pesquisa
96.65%
Este ensaio traça, resumidamente, um panorama das principais epidemias e endemias que acometeram a população do estado de São Paulo, no século XX. Os fatos são apresentados agrupados em cinco períodos, definidos a partir de fatos marcantes da vida nacional. Situa a ocorrência dos problemas de saúde no contexto econômico social e político de cada período. As informações baseiam-se em revisão, não exaustiva, de alguns periódicos científicos da área de saúde pública e medicina. Os períodos considerados são: do início do século ao final da República Velha, o período getulista, a redemocratização de 1945 a 1964, a ditadura militar e o período atual após a queda da ditadura. Para cada período descreve-se a situação epidemiológica das principais endemias e epidemias e para as quais havia dados ou informações disponíveis. Dada a extensão limitada de um artigo, não foi possível aprofundar os aspectos relacionados ao surgimento de cada um dos problemas, nem os detalhes de seu controle. Optou-se pela construção de um painel que possibilitasse aos leitores uma visão de conjunto do século XX. A lista de referências bibliográficas poderá ser útil àqueles que desejarem se aprofundar nos diferentes temas tratados.

Endemias e epidemias brasileiras, desafios e perspectivas de investigação científica: hanseníase

Martelli,Celina Maria Turchi; Stefani,Mariane Martins de Araújo; Penna,Gerson Oliveira; Andrade,Ana Lúcia S. S. de
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
Relevância na Pesquisa
46.02%
A endemia hansênica apresenta-se, na virada do milênio, no limiar da sua eliminação como problema global de saúde pública. O Brasil é o único país da América Latina onde a doença não foi eliminada, tendo sido a meta de eliminação postergada para 2005. Neste artigo discute-se o declínio da prevalência após a introdução da poliquimioterapia (PQT) para o tratamento da hanseníase, não acompanhada pela redução da incidência no mesmo período. Os progressos na área de imunologia, biologia molecular e seqüenciamento genômico do M. leprae são apresentados enquanto perspectivas de pesquisa e de aplicação potencial para diagnóstico, prognóstico e vigilância na hanseníase. Apesar do êxito das atuais estratégias de controle tem-se observado com preocupação a redução do interesse e do apoio financeiro em pesquisa na hanseníase e na desestruturação dos serviços de saúde frente ao atual cenário de eliminação. A exclusão da hanseníase da lista de doenças prioritárias é prematura, representando um perigo concreto de não se eliminar a doença, mas a pesquisa em hanseníase. Fica evidente a necessidade de investir na produção de conhecimentos de áreas básica e aplicada que viabilizem uma maior compreensão dos mecanismos de transmissão da infecção...

Reflexões sobre a qualidade do diagnóstico da leishmaniose visceral canina em inquéritos epidemiológicos: o caso da epidemia de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1993-1997

Alves,Waneska Alexandre; Bevilacqua,Paula Dias
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
Relevância na Pesquisa
36.01%
No Brasil, a leishmaniose visceral (LV) apresenta quadros graves de endemias e epidemias havendo, nos últimos anos, uma propagação da doença por vários estados que antes não possuíam casos de pessoas e animais. O Ministério da Saúde recomenda, para os inquéritos caninos, o uso da reação de imunofluorescência indireta (RIFI), apresentando sensibilidade de 90-100% e especificidade de 80% para amostras de soro. A utilização da RIFI pode comprometer a efetividade do Programa de Controle do Calazar por estar deixando de detectar e sacrificar animais infectados (falsos negativos). Por outro lado, o programa estaria identificando e recomendando o sacrifício de animais não infectados (falsos positivos). Essas incertezas já geraram atitudes como a não indicação do sacrifício de animais positivos e a recomendação de tratamento desses animais por parte de clínicos veterinários. Este trabalho tem como objetivo refletir sobre a qualidade do diagnóstico de inquéritos epidemiológicos caninos, tendo como pano de fundo a epidemia de LV que ocorre no Município de Belo Horizonte, Minas Gerais, desde 1993.