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Metodologia e perfil sociodemográfico, cognitivo e de fragilidade de idosos comunitários de sete cidades brasileiras: Estudo FIBRA; Methodology and social, demographic, cognitive, and frailty profiles of community-dwelling elderly from seven Brazilian cities: the FIBRA Study; Metodología y perfil sociodemográfico, cognitivo y de fragilidad de ancianos en comunidades desfavorecidas de siete ciudades brasileñas: Estudio FIBRA

Neri, Anita Liberalesso; Yassuda, Monica Sanches; Araújo, Ludgleydson Fernandes de; Eulálio, Maria do Carmo; Cabral, Benedita Edina; Siqueira, Maria Eliane Catunda de; Santos, Geraldine Alves dos; Moura, José Guilherme de Arruda
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz; Rio de Janeiro Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz; Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica
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75.84%
A study was designed to identify conditions of frailty in relation to social, demographic, health, cognitive, functional, and psychosocial variables in community-dwelling elderly. The article presents the methodology and preliminary data. A total of 3,478 elderly (65 years and older) were selected from probabilistic samples of seven Brazilian cities chosen by convenience and participated in a data collection session in a community setting. The following characteristics predominated: women (67.7%), married (48%) or widowed (36.4%), living with a son or daughter and family (52.6%), head of family (64.5%), and 1-4 years of schooling (49%); 28.8% were illiterate and 24.8% presented a cognitive deficit; 9.1% were frail, 51.8% pre-frail, and 39.1% non-frail. There were more frail individuals among women, those 80 years or older, the widowed, the illiterate, those who had never attended school, and those with cognitive deficit. In general, the social and demographic data corroborate Brazilian epidemiological studies, while those on frailty, cognitive status, and schooling corroborate the international literature.; Um estudo foi planejado para identificar condições de fragilidade em relação a variáveis sociodemográficas, de saúde, cognição...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo

Castro, Shamyr Sulyvan; Pelicioni, Americo Focesi; Cesar, Chester Luiz Galvão; Carandina, Luana; Barros, Marilisa Berti de Azevedo; Alves, Maria Cecilia Goi Porto; Goldbaum, Moisés
Fonte: Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo (USP), Faculdade de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 601-610
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75.84%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

Comparação das estimativas de prevalência de indicadores de saúde no Município de Campinas, São Paulo, Brasil, nos anos de 2001/2002 (ISA-SP) e 2008/2009 (ISA-Camp)

Francisco, Priscila Maria Stolses Bergamo; Barros, Marilisa Berti de Azevedo; Segri, Neuber José; Alves, Maria Cecília Goi Porto; César, Chester Luis Galvão; Carandina, Luana; Goldbaun, Moisés
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 1149-1160
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66.1%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); O objetivo do estudo foi comparar estimativas da prevalência de indicadores de saúde para adultos residentes em Campinas, São Paulo, Brasil, utilizando dados de inquéritos domiciliares realizados em diferentes períodos de tempo (ISA-SP 2001/2002 e ISA-Camp 2008/2009), com amostras de 941 e 2.637 indivíduos de 18 anos e mais, respectivamente. Variáveis sociodemográficas caracterizaram a população estudada. Foram estimadas prevalências e seus respectivos intervalos de 95% de confiança e as comparações foram realizadas pelas razões de prevalência ajustadas por sexo, idade e escolaridade, obtidas pela regressão de Poisson com variância robusta. Diferenças estatisticamente significantes foram observadas para as prevalências de: morbidade referida, uso de medicamentos, percentual dos que nunca fumaram, realização dos exames de Papanicolaou e de mamografia, alguma vez na vida. O acompanhamento de indicadores de saúde por inquéritos repetidos em uma mesma população pode facilitar o monitoramento de objetivos e metas fornecendo subsídios ao planejamento de ações em saúde.; El objetivo del estudio fue comparar las estimaciones de prevalencia en los indicadores de salud para los adultos que viven en Campinas...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo

CASTRO, Shamyr Sulyvan; PELICIONI, Americo Focesi; CESAR, Chester Luiz Galvão; CARANDINA, Luana; BARROS, Marilisa Berti de Azevedo; ALVES, Maria Cecilia Goi Porto; GOLDBAUM, Moisés
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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85.84%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

La prevención de riesgos y promoción de comportamientos saludables desde una perspectiva socioeducativa: un estudio centrado en la comunidad

Vera Rosales, María Carmen
Fonte: Universidade de Alcalá Publicador: Universidade de Alcalá
Tipo: info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
SPA
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65.84%
Esta investigación aborda el proceso de la alimentación como una realidad en una doble dimensión: percepción y representación. Se centra en tres ejes principales: los modelos médicos, la pedagogía social, con énfasis en la comunicación, y la investigación acción. La unidad de análisis fueron las enfermedades de diabetes, obesidad e hipertensión, fenómeno conocido como Síndrome metabólico (SM) y cómo inciden los procesos de alimentación en su tratamiento y prevención. Los objetivos principales de esta investigación fueron: - Comprender la construcción sociocultural de los padecimientos y la forma de alimentarse durante ellos, analizando la manera en que la relación enfermedad-alimentación es interpretada, elaborada y clasificada por las personas de la comunidad. -Generar conocimiento sobre las estrategias de una respuesta social ante la intervención educativa que propicie prácticas alimentarias de curación, prevención y cuidado a través de programas de investigación-acción-transformación. La acción comunitaria que se llevó a cabo en este proyecto tiene una doble finalidad. En primer lugar, la educación sobre habilidades y destrezas para la salud representan una guía para que las personas analicen críticamente y reflexionen sobre lo que significa la salud...

Morbilidad anest??sica en un hospital regional

Torres L??pez, Antonio
Fonte: Granada: Universidad de Granada Publicador: Granada: Universidad de Granada
Tipo: Tese de Doutorado
ES
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56.32%
Se han realizado 5162 encuestas anest??sicas en el periodo de 1 a??o, con los objetivos de realizar una encuesta prospectiva, determinaci??n de las cifras de morbimortalidad anest??sica en nuestro medio, identificaci??n de los factores de riesgo anest??sico, comparaci??n con otros estudios y establecer las medidas preventivas a tomar. Tras la discusi??n de los resultados se llega a las siguientes conclusiones: 1) hemos obtenido unas cifras de morbimortalidad similares a las de los pa??ses de nuestro entorno y que suponen una mortalidad parcialmente ligada a la anestesia de 1:2581 y una morbilidad del 0,77% para incidentes graves y del 14'1% para los leves. 2) del estudio de los casos graves se desprende que un porcentaje elevado son debido a error humano y por lo tanto son evitables. 3) en algunos de los casos graves los niveles de monitorizaci??n han sido inadecuados con arreglo a las posibilidades disponibles 4) hemos identificado los siguientes factores de riesgo: Edades extremas de la vida, sexo masculino, mal estado preoperatorio, urgencia de la intervenci??n, tipo de cirug??a (tor??cica, cardiovascular, craneal). 5) los incidentes anest??sicos pueden prolongar la estancia hospitalaria con el consiguiente aumento del coste socioecon??mico. 6) es necesario tomar medidas preventivas a este respecto...

Uso de medicamentos por pessoas com deficiências em áreas do estado de São Paulo; Uso de medicamentos por personas con deficiencias en áreas del Estado de Sao Paulo, Sureste de Brasil; Use of medicines by persons with disabilities in São Paulo state areas, Southeastern Brazil

Castro, Shamyr Sulyvan; Pelicioni, Americo Focesi; Cesar, Chester Luiz Galvão; Carandina, Luana; Barros, Marilisa Berti de Azevedo; Alves, Maria Cecilia Goi Porto; Goldbaum, Moisés
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/08/2010 POR; ENG
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75.84%
OBJETIVO: Analisar o consumo de medicamentos e os principais grupos terapêuticos consumidos por pessoas com deficiências físicas, auditivas ou visuais. MÉTODOS: Estudo transversal em que foram analisados dados do Inquérito Multicêntrico de Saúde no Estado de São Paulo (ISA-SP) em 2002 e do Inquérito de Saúde no Município de São Paulo (ISA-Capital), realizado em 2003. Os entrevistados que referiram deficiências foram estudados segundo as variáveis que compõem o banco de dados: área, sexo, renda, faixa etária, raça, consumo de medicamentos e tipos de medicamentos consumidos. RESULTADOS: A percentagem de consumo entre as pessoas com deficiência foi de: 62,8% entre os visuais; 60,2% entre os auditivos e 70,1% entre os físicos. As pessoas com deficiência física consumiram 20% mais medicamentos que os não-deficientes. Entre as pessoas com deficiência visual, os medicamentos mais consumidos foram os diuréticos, agentes do sistema renina-angiotensina e analgésicos. Pessoas com deficiência auditiva utilizaram mais analgésicos e agentes do sistema renina-angiotensina. Entre indivíduos com deficiência física, analgésicos, antitrombóticos e agentes do sistema renina-angiotensina foram os medicamentos mais consumidos. CONCLUSÕES: Houve maior consumo de medicamentos entre as pessoas com deficiências quando comparados com os não-deficientes...

Auto-reporte de problemas de salud relacionados con nutrición en Costa Rica

Chinnock,Anne; León Solís,Miriam
Fonte: Revista Costarricense de Salud Pública Publicador: Revista Costarricense de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 ES
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65.98%
Objetivo: Analizar la prevalencia de problemas de salud relacionados con nutrición auto reportados en diferentes comunidades de Costa Rica entre 1994 y 2012. Métodos: se analiza datos recolectados entre 1994 y 2012 por estudiantes de la Escuela de Nutrición, Universidad de Costa Rica. Las familias encuestadas fueron seleccionadas por muestra probabilística de tipo aleatorio simple y por medio de entrevistas a las madres u otro adulto de la familia, se recolectó datos sobre 12 problemas de salud relacionados con nutrición. En caso de obtener una respuesta afirmativa, se preguntó por el tipo de diagnóstico y si la persona seguía algún tipo de control o tratamiento. Se calculó la frecuencia del reporte de cada problema por comunidad en total y de cada grupo de edad. Resultados: En todas las comunidades encuestadas a partir de 2006, más de 90% de las familias reportan tener en uno o más de sus miembros, por lo menos uno de los problemas de salud y a partir de 1997, de las 22 comunidades con datos disponibles, en 17 más del 50% de las personas pertenecientes a las familias encuestadas, reportan uno o más de los 12 problemas de salud. Los problemas de salud reportado por más de 10 % de la población encuestada en la mayoría de las comunidades fueron: gastritis...

Implementación del Programa Nacional para la Prevención y Control de las Enfermedades Cerebrovasculares en la Provincia Cienfuegos

Bembibre Taboada,Rubén; Buergo Zuaznábar,Miguel Ángel; Castellón González,Carlos
Fonte: Revista Cubana de Medicina Publicador: Revista Cubana de Medicina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 ES
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55.99%
Las enfermedades cerebrovasculares (ECV) constituyen la tercera causa de muerte y primera de discapacidad en Cuba. Se encuentran dentro de las tareas priorizadas por el MINSAP, que implementa en todo el país el Programa Nacional de Prevención y Control de las ECV. Se caracterizó la implementación de este programa en la provincia de Cienfuegos. Fue de tipo prospectivo, descriptivo, de serie de casos. Se aplicaron formularios a los pacientes ingresados (N-2 716) en un período de 4 años y se analizó el total de fallecidos en la provincia, según los reportes mensuales de la Comisión de ECV en el territorio. Las encuestas fueron transferidas a una base de datos en sistema Excel para ulterior análisis por paquete SPSS versión 1.0. Se determinó el cumplimiento de los objetivos del programa. Se constató una tasa media de morbilidad de 192,26 por 100 000 hab. Las tasas de mortalidad decrecieron en un 9,15 (de 82,51 a 73,36 por 100 000 hab). La letalidad global disminuyó en un 9,66 (de 26,61 a 16,95 por 10 000 hab) desglosada, para infarto de 24,27 a 12,73 y para hemorragia subaracnoidea (HSA) de 39,21 a 25,71. Se constató un incremento de la evolución favorable para infarto cerebral en 11,75 (de 19,48 a 31,23) y una disminución de los fallecidos en 7...

Morbilidad y consumo de fármacos: comparación de resultados entre la Encuesta Nacional de Salud y los registros electrónicos

Aguilar-Palacio,Isabel; Carrera-Lasfuentes,Patricia; Poblador-Plou,Beatriz; Prados-Torres,Alexandra; Rabanaque-Hernández,M. José
Fonte: Gaceta Sanitaria Publicador: Gaceta Sanitaria
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2014 SPA
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56.06%
Objetivo: Comparar la prevalencia de enfermedad y consumo de fármacos obtenida en la Encuesta Nacional de Salud (ENS) con los resultados de los registros de la historia clínica electrónica de atención primaria (HCE) y del Sistema de Información de Consumo Farmacéutico de Aragón (Farmasalud), en población adulta de la provincia de Zaragoza. Métodos: Estudio transversal para comparar la prevalencia de enfermedad obtenida en la ENS-2006 y en la HCE, y de consumo de fármacos en la ENS-2006 y Farmasalud. Se obtuvieron los intervalos de confianza del 95% (IC95%) estratificados por sexo y grupos de edad. Se comprobó la comparabilidad entre ambas poblaciones de referencia. Resultados: El 81,8% de los adultos de Zaragoza visitaron a algún médico durante 2006 según la ENS, y el 61,4% a su médico de atención primaria según la HCE. La hipertensión fue la enfermedad más prevalente en ambas fuentes de información (ENS: 21,5%, IC95%: 19,4-23,9; HCE: 21,6%, IC95%: 21,3-21,8). Las mayores diferencias entre la ENS y la HCE se observaron en la prevalencia de depresión, ansiedad u otros trastornos mentales (ENS: 10,9%; HCE: 26,6%). Los analgésicos fueron los más consumidos. La prevalencia de consumo varió según la fuente, con las mayores diferencias en los analgésicos (ENS: 23...

Morbilidad psíquica, existencia de diagnóstico y consumo de psicofármacos: Diferencias por comunidades autónomas según la encuesta nacional de salud de 2006

Ricci-Cabello,Ignacio; Ruiz-Pérez,Isabel; Plazaola-Castaño,Juncal; Montero-Piñar,Isabel
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2010 SPA
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66.21%
Fundamentos: En España no existe ningún estudio en el que se hayan tomado muestras representativas por Comunidades Autónomas (CCAA) para estudiar la morbilidad psíquica. Los objetivos de este trabajo son describir su prevalencia, la presencia de diagnóstico, el consumo de psicofármacos, el apoyo social y la salud autopercibida y la relación entre la morbilidad psíquica y el resto de variables, tanto a nivel nacional como de CCAA. Método: Estudio transversal. Fuente de información: Encuesta Nacional de Salud 2006, muestra 29.478 personas. Variables estudiadas: sociodemográficas, morbilidad psíquica (GHQ-12), estado de salud autopercibido, diagnóstico de trastorno mental, apoyo social funcional (Duke) y consumo y prescripción de psicofármacos. Para determinar la frecuencia se utilizó el porcentaje y los intervalos de confianza al 95%. Para estudiar la relación entre morbilidad psíquica y el resto de variables se utilizó la prueba de Chi cuadrado, considerando la significación estadística con un valor de p<0,05. Resultados: La prevalencia de morbilidad psíquica fue del 20,1%, siendo la CA más alta la de las Islas Canarias (28,2%) y La Rioja la más baja (12,2%). El 62,4% de las personas con morbilidad psíquica nunca había recibido un diagnóstico y el 71...

MORTALIDAD ATRIBUIBLE AL CONSUMO DE TABACO EN LOS AÑOS 1987 Y 1997 EN CASTILLA-LA MANCHA, ESPAÑA

Criado-Álvarez,Juan José; Morant Ginestar,Consuelo; Lucas Veguillas,Antonio de
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2002 SPA
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65.84%
Fundamento: El consumo de tabaco constituye un importante problema de salud pública, siendo una de las principales causas de morbilidad y mortalidad evitable y prematura. El objetivo de este trabajo es describir la mortalidad atribuible al consumo de tabaco en Castilla-La Mancha en los años 1987 y 1997. Método: Las defunciones por edad, sexo y causa se obtuvieron del Registro de Mortalidad de Castilla-La Mancha. A partir de las Encuestas Nacionales de Salud de 1987 y 1997 se tomaron los porcentajes de nunca fumadores, fumadores y exfumadores de la población por edad y sexo. Los riesgos relativos de muerte se obtuvieron del Cancer Prevention Study II, llevado a cabo en los Estados Unidos de América. Se calculó la proporción de muertes atribuibles al tabaco para cada año, sexo y grupo de edad a partir de la fracción etiológica poblacional. Asimismo, se calcularon los años potenciales de vida perdidos y la media de años potenciales de vida perdidos. Resultados: Durante los periodos estudiados se pueden atribuir al consumo de tabaco el 18% de todas las muertes en Castilla La Mancha. La mortalidad es más elevada en hombres que en mujeres, y las categorías diagnósticas que más contribuyeron fueron el cáncer tráqueobroncopulmonar (24...

Evolución de las coberturas vacunales antigripales entre 1993-2001 en España: Análisis por Comunidades Autónomas

Mayo Montero,Elga; Hernández Barrera,Valentín; Sierra Moros,Mª José; Pachón del Amo,Isabel; Carrasco Garrido,Pilar; Gil de Miguel,Ángel; Jiménez García,Rodrigo
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/08/2004 SPA
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65.98%
Fundamento: La gripe es una enfermedad con una elevada morbilidad y que ocasiona un alto coste sanitario, para la que además se dispone de una vacuna eficaz. El objetivo de este trabajo es evaluar la evolución de las coberturas vacunales antigripales en España por Comunidades Autónomas entre 1993 y 2001. Métodos: Se han analizado un total de 42.123 registros de la Encuesta Nacional de Salud (ENS) de los años 1993 (n=21.051) y 2001(n=21.072). Todos ellos corresponden a adultos españoles mayores de 15 años no institucionalizados. Ambas encuestas son representativas a nivel de Comunidad Autónoma. Resultados: Para el total de la muestra se estima una cobertura vacunal en 1993 de 17,94% (IC 95% 17,42-18,46) y de 19,30% (18,77-19,83) en 2001. En el modelo de regresión logística, ajustado por edad, género y enfermedad crónica asociada, se observan mejoras significativas en las coberturas del grupo de mayores de 64 años (OR= 1,28 IC 95% 1,10-1,50) para el total de España y para cinco de las 17 Comunidades Autónomas entre 1993 y 2001. Sin embargo, no encontramos cambios significativos en las coberturas para el grupo de menores de 65 años con enfermedad crónica asociada que supone una indicación para la vacunación. Conclusiones: Tanto en España como en la mayoría de las Comunidades Autónomas entre 1993 y 2001 se observa una ligera pero insuficiente mejoría en las coberturas de vacunación en los grupos de riesgo estudiados. Las Comunidades Autónomas muestran coberturas dispares entre sí. Los sujetos menores de 65 años con enfermedades crónicas asociadas que incrementan el riesgo de sufrir las complicaciones de la gripe no han mejorado las coberturas de esta vacuna durante el periodo de estudio. La dificultad para mejorar las coberturas en este tipo de pacientes podría hacernos considerar la opción y el beneficio potencial de rebajar la edad limite de las actuales recomendaciones de indicación de vacuna antigripal en España.

Incidencia y prevalencia de cardiopatía isquémica y enfermedad cerebrovascular en España: revisión sistemática de la literatura

Medrano Albero,Mª José; Boix Martínez,Raquel; Cerrato Crespán,Elena; Ramírez Santa-Pau,Margarita
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/01/2006 SPA
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56.06%
La morbilidad de las enfermedades cardiovasculares no es bien conocida en España. Esta carencia de información se debe a que no existe una fuente de datos que sea estable, exhaustiva y fiable. El objetivo de este trabajo es describir la frecuencia poblacional de cardiopatía isquémica y enfermedad cerebrovascular en España. Se identificaron como fuentes de información los estudios científicos publicados en revistas médicas españolas o por autores españoles con fecha posterior al año 1990, mediante estrategias de búsqueda bibliográfica en cuatro bases de datos distintas. Se seleccionaron los estudios derivados de registros poblacionales, encuestas de prevalencia y estudios de cohortes de los que fue posible extraer tasas de incidencia y/o prevalencia ajustadas por edad. Se identificaron 19 trabajos publicados entre 1993 y 2005, con información válida sobre incidencia o prevalencia de cardiopatía isquémica o enfermedad cerebrovascular en España a nivel poblacional. Morbilidad por cardiopatía isquémica: Las tasas de incidencia de infarto agudo de miocardio oscilaron entre 135-210 nuevos casos anuales por cada 100.000 varones y entre 29-61 por cada 100.000 mujeres entre 25 y 74 años. No existen datos de prevalencia de cardiopatía isquémica...

Morbilidad psíquica, existencia de diagnóstico y consumo de psicofármacos: diferencias por comunidades autónomas según la Encuesta Nacional de Salud de 2006

Ricci-Cabello,Ignacio; Ruiz-Pérez,Isabel; Plazaola-Castaño,Juncal; Montero-Piñar,Isabel
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2010 ES
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66.21%
Fundamentos: En España no existe ningún estudio en el que se hayan tomado muestras representativas por Comunidades Autónomas (CCAA) para estudiar la morbilidad psíquica. Los objetivos de este trabajo son describir su prevalencia, la presencia de diagnóstico, el consumo de psicofármacos, el apoyo social y la salud autopercibida y la relación entre la morbilidad psíquica y el resto de variables, tanto a nivel nacional como de CCAA. Método: Estudio transversal. Fuente de información: Encuesta Nacional de Salud 2006, muestra 29.478 personas. Variables estudiadas: sociodemográficas, morbilidad psíquica (GHQ-12), estado de salud autopercibido, diagnóstico de trastorno mental, apoyo social funcional (Duke) y consumo y prescripción de psicofármacos. Para determinar la frecuencia se utilizó el porcentaje y los intervalos de confianza al 95%. Para estudiar la relación entre morbilidad psíquica y el resto de variables se utilizó la prueba de Chi cuadrado, considerando la significación estadística con un valor de p<0,05. Resultados: La prevalencia de morbilidad psíquica fue del 20,1%, siendo la CA más alta la de las Islas Canarias (28,2%) y La Rioja la más baja (12,2%). El 62,4% de las personas con morbilidad psíquica nunca había recibido un diagnóstico y el 71...

Mortalidad atribuible al consumo de tabaco en los años 1987 y 1997 en castilla-la mancha, españa

Criado-Álvarez,Juan José; Morant Ginestar,Consuelo; Lucas Veguillas,Antonio de
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2002 ES
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65.84%
Fundamento: El consumo de tabaco constituye un importante problema de salud pública, siendo una de las principales causas de morbilidad y mortalidad evitable y prematura. El objetivo de este trabajo es describir la mortalidad atribuible al consumo de tabaco en Castilla-La Mancha en los años 1987 y 1997. Método: Las defunciones por edad, sexo y causa se obtuvieron del Registro de Mortalidad de Castilla-La Mancha. A partir de las Encuestas Nacionales de Salud de 1987 y 1997 se tomaron los porcentajes de nunca fumadores, fumadores y exfumadores de la población por edad y sexo. Los riesgos relativos de muerte se obtuvieron del Cancer Prevention Study II, llevado a cabo en los Estados Unidos de América. Se calculó la proporción de muertes atribuibles al tabaco para cada año, sexo y grupo de edad a partir de la fracción etiológica poblacional. Asimismo, se calcularon los años potenciales de vida perdidos y la media de años potenciales de vida perdidos. Resultados: Durante los periodos estudiados se pueden atribuir al consumo de tabaco el 18% de todas las muertes en Castilla La Mancha. La mortalidad es más elevada en hombres que en mujeres, y las categorías diagnósticas que más contribuyeron fueron el cáncer tráqueobroncopulmonar (24...

Evolución de las coberturas vacunales antigripales entre 1993-2001 en España: Análisis por Comunidades Autónomas

Mayo Montero,Elga; Hernández Barrera,Valentín; Sierra Moros,Mª José; Pachón del Amo,Isabel; Carrasco Garrido,Pilar; Gil de Miguel,Ángel; Jiménez García,Rodrigo
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 ES
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Fundamento: La gripe es una enfermedad con una elevada morbilidad y que ocasiona un alto coste sanitario, para la que además se dispone de una vacuna eficaz. El objetivo de este trabajo es evaluar la evolución de las coberturas vacunales antigripales en España por Comunidades Autónomas entre 1993 y 2001. Métodos: Se han analizado un total de 42.123 registros de la Encuesta Nacional de Salud (ENS) de los años 1993 (n=21.051) y 2001(n=21.072). Todos ellos corresponden a adultos españoles mayores de 15 años no institucionalizados. Ambas encuestas son representativas a nivel de Comunidad Autónoma. Resultados: Para el total de la muestra se estima una cobertura vacunal en 1993 de 17,94% (IC 95% 17,42-18,46) y de 19,30% (18,77-19,83) en 2001. En el modelo de regresión logística, ajustado por edad, género y enfermedad crónica asociada, se observan mejoras significativas en las coberturas del grupo de mayores de 64 años (OR= 1,28 IC 95% 1,10-1,50) para el total de España y para cinco de las 17 Comunidades Autónomas entre 1993 y 2001. Sin embargo, no encontramos cambios significativos en las coberturas para el grupo de menores de 65 años con enfermedad crónica asociada que supone una indicación para la vacunación. Conclusiones: Tanto en España como en la mayoría de las Comunidades Autónomas entre 1993 y 2001 se observa una ligera pero insuficiente mejoría en las coberturas de vacunación en los grupos de riesgo estudiados. Las Comunidades Autónomas muestran coberturas dispares entre sí. Los sujetos menores de 65 años con enfermedades crónicas asociadas que incrementan el riesgo de sufrir las complicaciones de la gripe no han mejorado las coberturas de esta vacuna durante el periodo de estudio. La dificultad para mejorar las coberturas en este tipo de pacientes podría hacernos considerar la opción y el beneficio potencial de rebajar la edad limite de las actuales recomendaciones de indicación de vacuna antigripal en España.

Morbilidad y consumo de fármacos: comparación de resultados entre la Encuesta Nacional de Salud y los registros electrónicos

Aguilar-Palacio,Isabel; Carrera-Lasfuentes,Patricia; Poblador-Plou,Beatriz; Prados-Torres,Alexandra; Rabanaque-Hernández,M. José
Fonte: Ediciones Doyma, S.L. Publicador: Ediciones Doyma, S.L.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2014 ES
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Objetivo: Comparar la prevalencia de enfermedad y consumo de fármacos obtenida en la Encuesta Nacional de Salud (ENS) con los resultados de los registros de la historia clínica electrónica de atención primaria (HCE) y del Sistema de Información de Consumo Farmacéutico de Aragón (Farmasalud), en población adulta de la provincia de Zaragoza. Métodos: Estudio transversal para comparar la prevalencia de enfermedad obtenida en la ENS-2006 y en la HCE, y de consumo de fármacos en la ENS-2006 y Farmasalud. Se obtuvieron los intervalos de confianza del 95% (IC95%) estratificados por sexo y grupos de edad. Se comprobó la comparabilidad entre ambas poblaciones de referencia. Resultados: El 81,8% de los adultos de Zaragoza visitaron a algún médico durante 2006 según la ENS, y el 61,4% a su médico de atención primaria según la HCE. La hipertensión fue la enfermedad más prevalente en ambas fuentes de información (ENS: 21,5%, IC95%: 19,4-23,9; HCE: 21,6%, IC95%: 21,3-21,8). Las mayores diferencias entre la ENS y la HCE se observaron en la prevalencia de depresión, ansiedad u otros trastornos mentales (ENS: 10,9%; HCE: 26,6%). Los analgésicos fueron los más consumidos. La prevalencia de consumo varió según la fuente, con las mayores diferencias en los analgésicos (ENS: 23...

Incidencia y prevalencia de cardiopatía isquémica y enfermedad cerebrovascular en España: revisión sistemática de la literatura

Medrano Albero,Mª José; Boix Martínez,Raquel; Cerrato Crespán,Elena; Ramírez Santa-Pau,Margarita
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 ES
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La morbilidad de las enfermedades cardiovasculares no es bien conocida en España. Esta carencia de información se debe a que no existe una fuente de datos que sea estable, exhaustiva y fiable. El objetivo de este trabajo es describir la frecuencia poblacional de cardiopatía isquémica y enfermedad cerebrovascular en España. Se identificaron como fuentes de información los estudios científicos publicados en revistas médicas españolas o por autores españoles con fecha posterior al año 1990, mediante estrategias de búsqueda bibliográfica en cuatro bases de datos distintas. Se seleccionaron los estudios derivados de registros poblacionales, encuestas de prevalencia y estudios de cohortes de los que fue posible extraer tasas de incidencia y/o prevalencia ajustadas por edad. Se identificaron 19 trabajos publicados entre 1993 y 2005, con información válida sobre incidencia o prevalencia de cardiopatía isquémica o enfermedad cerebrovascular en España a nivel poblacional. Morbilidad por cardiopatía isquémica: Las tasas de incidencia de infarto agudo de miocardio oscilaron entre 135-210 nuevos casos anuales por cada 100.000 varones y entre 29-61 por cada 100.000 mujeres entre 25 y 74 años. No existen datos de prevalencia de cardiopatía isquémica...

Percepción del estado de salud en la región central colombiana: Encuesta Nacional de Salud, 2007

Agudelo-Londoño,Sandra M; Giraldo-Villa,Adriana; Romero-Nieto,Víctor I
Fonte: Instituto de Salud Publica, Faculdad de Medicina -Universidad Nacional de Colombia Publicador: Instituto de Salud Publica, Faculdad de Medicina -Universidad Nacional de Colombia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 ES
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Objetivo Determinar los perfiles del estado de salud de las personas de 6 a 69 años de la región central Colombiana, participantes de la Encuesta Nacional de Salud, 2007. Métodos En la Encuesta participaron 18 683 personas entre 6 y 69 años de la región central Colombiana. Se calcularon estadísticas descriptivas y se realizó un análisis de correspondencias múltiples por subregión. Las variables significativas (t-test ≤0.05) para la construcción de los ejes factoriales en el plano cartesiano fueron: sexo, edad, escolaridad, área de residencia, grupo étnico, reporte de eventos mórbidos y auto-percepción de salud. Resultados Se identificaron tres tipologías del estado salud: auto percepción de salud en correspondencia con características sociodemográficas, reporte o no de eventos mórbidos y subregión de análisis. Las personas en actividades laborales o académicas reportaron mejores percepciones de salud. Para indígenas residentes en zonas rurales se encontró mayor reporte de lesiones por accidente o violencia, envenenamiento e intoxicaciones que para personas blancas de zonas urbanas; las mujeres sin educación tuvieron valoraciones más negativas del estado de salud. Se encontró, además, correspondencia entre un perfil específico de salud para cada subregión en estudio. Conclusiones Las diferencias encontradas pudieran deberse al auto-cuidado...