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A educação sexual veiculada pelos manuais escolares : um contributo para a prática docente no 1º Ciclo

Diogo, Anabela Salvado
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 POR
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Tese de Doutoramento em Ciências da Educação na especialidade de Didáticas apresentada à Universidade Aberta; A Educação Sexual (ES), integrada na Educação para a Saúde, tem vindo a ocupar um lugar de destaque na Escola, revelando-se essencial a criação de condições, que incluam a formação do(a)s agentes educativo(a)s, para a ES se traduzir numa realidade em meio escolar. É basilar que a Escola opere ao nível da aquisição de conhecimentos, na área dos afectos e sentimentos e efectue um treino de competências fundamentais ao crescimento pessoal e social sadio do(a)s aluno(a)s. Considerando o manual escolar como o recurso didáctico mais utilizado em meio escolar e que, na generalidade, o(a)s docentes o encaram como um apoio essencial para a sua prática lectiva, a investigação que se apresenta pretendeu indagar que contributo oferece o manual escolar para o desenvolvimento da Educação Sexual em contexto de sala de aula? Foi efectuado um estudo exploratório que englobou a avaliação de todos os manuais de Estudo do Meio do 3º ano de escolaridade disponíveis para adopção pelas escolas, N=17, relativamente ao tema da Reprodução Humana, com base numa grelha de análise, construída e validada para tal. Posteriormente...

Educação para a sexualidade na formação docente : um instantâneo sobre a Rede Municipal de Educação de São Leopoldo/RS

Melo, Jaqueline de Almeida
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Neste trabalho, centro-me na educação para a sexualidade voltada ao corpo docente da Rede Municipal de Educação de São Leopoldo/RS, buscando problematizar se houve a inserção desta temática no currículo deste município a partir da publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1996. Tendo tais parâmetros por base, busquei analisar possíveis propostas de educação para a sexualidade em curso nos anos de 2008-2009, inspirada pelos estudos de gênero e sexualidade de inspiração pós-estruturalista. Para tanto, empreguei a metodologia de entrevista estruturada a fim de ressaltar aspectos fundamentais das dificuldades encontradas por algumas professoras deste município em inserir a temática ‘sexualidade’ em suas aulas. A análise das entrevistas deu-se sob inspiração da História da Sexualidade de Michel Foucault e de diversos estudos contemporâneos sobre gênero e sexualidade. A partir deste breve estudo é possível apontar que as dificuldades enfrentadas pelas professoras entrevistadas não se constituem como responsabilidade única dos docentes, ou das escolas, ou da Secretaria, mas de um determinado modo que instituiu como se pensa a própria educação desde que a sexualidade passou a fazer parte da educação escolar.

"A gente não pensava nisso..." : educação para a sexualidade, gênero e formação docente na região da Campanha/RS; “We never thought about it…” : education for sexuality, gender, and teaching education in the area of the southernmost plains of Rio Grande do Sul state

Hampel, Alissandra
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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A presente tese discute e analisa a importância da inclusão de temas como gênero e sexualidade na formação de professores/as da Região da Campanha na perspectiva de uma Educação para a sexualidade, que contemple um viés mais amplo, levando em conta os aspectos culturais, sociais e históricos em relação a esses temas. A pesquisa de abordagem qualitativa, com aporte teórico nos Estudos Culturais e Estudos de Gênero, a partir da perspectiva pós-estruturalista, utilizou a técnica de grupo focal com aluno/as formando/as do Curso de Pedagogia da Universidade da Região da Campanha. Ao longo de seis encontros foram propostas discussões com o intuito de refletir e expor alguns conceitos relacionados com uma Educação para a Sexualidade e as representações expressas através de artefatos culturais como músicas e obras literárias que, de alguma forma, mostravam modos de ser e de viver de homens e mulheres nesta região do Rio Grande do Sul. Também foram pesquisados os currículos dos cursos de Pedagogia, bem como os currículos dos cursos de formação docente em nível médio da região, a fim de verificar se os mesmos possuíam disciplinas voltadas para as questões de gênero, sexualidade e diversidade. Os resultados apontaram a importância de entender as escolas como espaços fundamentais de formação e que os discursos e práticas por elas veiculados afetam modos de ser e de estar no mundo...

"Depois de chupar adianta bochechar com Cepacol?" : educação para a sexualidade a partir das aulas de biologia

Castro, Andressa Caporale de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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Este trabalho tem como objetivo geral propor ações que visem uma educação para a sexualidade no âmbito escolar, a partir das teorizações de Felipe, Xavier Filha e Ribeiro (2009). Para discutir e aprofundar o conceito de gênero, recorro a Louro (1997), Scott (1995), bem como a Weeks (1999) e Furlani (2011) para problematizar o conceito de sexualidade. A revisão bibliográfica também teve como intuito de procurar informações a respeito de trabalhos já realizados neste campo temático. Em seguida, a partir das palestras por mim ministradas sobre o tema da sexualidade com três turmas do Ensino Médio de uma escola pública, tomando também por base as dúvidas pontuadas pelos/as alunos/as, trago algumas reflexões sobre a formação docente na área da biologia, buscando refletir sobre uma educação para sexualidade mais ampla, que não se limite apenas aos aspectos biológicos, mas que possa contemplar também as perspectivas históricas, sociais e culturais. Assim, questões de gênero, diversidade e orientação sexual estão presentes neste trabalho. Embora os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) tenham colocado a sexualidade como tema transversal, devendo ser ministrada conjuntamente em várias áreas, não só restrita às aulas de biologia ou ciências...

O saber fazer docente na educação para a sexualidade em Coimbra, Portugal: a realidade de 02 escolas de ensino básico

Araújo, Marília Frassetto de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 30 f.
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The research addresses the teacher know-how in relation to how it is crafted to education for sexuality in two public schools in Coimbra - Portugal, with teachers from different areas of the 3rd cycle of basic education (humanities, sciences and biological sciences), which corresponds to the Elementary School II in Brazil. It will be based on law 60/2009 of August 6, regulated by Decree 196-A of April 9, 2010 of the Ministry of Education - Portugal, which establishes the implementation of sexual education in primary and secondary schools across the country. This research is funded by FAPESP - Research Support Fund of the State of São Paulo, process number 2011/12902-3. The research was based on a qualitative approach, conducting case studies and using semistructured interviews for data collection. The performance of the topic of sexuality and gender relations at Portuguese’s classroom aims to provide young people the opportunity to exercise their sexuality in a responsible, healthy and pleasurable way. The law seeks to ensure that this work is established in the Portuguese school effectively. Therefore, the trajectory of teachers formation (initial or continuing) will also be a focus of this research, to understand how and where it is built and how they act in their daily classroom practices...

Educação para a saúde na escola : um direito dos alunos que urge satisfazer

Precioso, José
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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Os estudos epidemiológicos revelam que muitas das doenças transmissíveis como a SIDA e a tuberculose e não transmissíveis, como as doenças cardio e cerebrovasculares, alguns cancros (como os pulmão, da mama, do estômago, do cólon e do útero), a diabetes mellitus, a doença obstrutiva crónica do pulmão, a cárie dentária, as doenças reumáticas, a osteoporose, os problemas de visão, a se do fígado, os acidentes (domésticos, de lazer, desporto, de trabalho e de trânsito), as doenças Psiquiátricas e outras patologias e incapacidades, estão frequentemente relacionadas com o estilo de das pessoas. Os factores de risco associados a muitas destas doenças são o consumo de álcool e de tabaco, a alimentação desregrada. O excesso de peso e a obesidade a insuficiente actividade física, a má gestão do stress. O abuso das drogas, bem como a factores de natureza socioeconómica geradores de fenómenos de violência e exclusão social (Ministério da Saúde, 2003). A modificação dos estilos de vida, no qual se incluem os comportamentos de saúde, exige a compreensão da sua etiologia. Sabe-se que os comportamentos estão relacionados com factores biológicos, psicológicos, micro e macrossociais e ambientais. A etiologia dos comportamentos em geral e de saúde em particular é complexa o que faz com que a promoção de condutas saudáveis e a modificação de comportamentos perniciosos seja também um processo difícil...

Educar para a sexualidade no 1.º CEB : concepções de corpo e identidade sexual/género

Fernandes, Glória Céu de Castro; Anastácio, Zélia
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 02/12/2010 POR
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A educação para a sexualidade foi reforçada pela recente Lei n.º 60/2009, sendo a sua implementação obrigatória a partir do 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e tendo como finalidades, entre outras, a valorização da sexualidade e afectividade entre as pessoas no desenvolvimento individual, respeitando o pluralismo das concepções existentes na sociedade portuguesa, bem como a promoção da igualdade entre os sexos. O presente trabalho teve como objectivo principal conhecer as concepções das crianças de 1ºCEB acerca do corpo e da identidade sexual e de género. Realizou-se um estudo transversal, para o que se construiu e validou (por pilotagem) um questionário baseado na técnica de desenho-e-escrita (Brown, 1995; Hayes, 1995; Jowett, 1994). O questionário foi aplicado a uma amostra de conveniência de 177 alunos do 1º ao 4º ano de escolaridade de três escolas de meio rural. Os dados foram tratados estatisticamente no programa SPSS, tendo-se construído categorias de resposta para as questões abertas e aplicado o teste de Qui-quadrado para aferir diferenças significativas. Os resultados apontam para a existência de estereótipos bem definidos de feminilidade e masculinidade. Constatou-se que as concepções de corpo das crianças de 1º e 2º ano são essencialmente de cariz afectivo...

Dos modelos de educação para a saúde tradicionais aos modelos de capacitação : abordagens metodológicas da educaçãos sexual em Portugal do 7º ao 12º anos de escolaridade

Vilaça, Teresa
Fonte: ENCIGA Publicador: ENCIGA
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /11/2007 POR
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No actual debate sobre promoção da saúde, as Nações Unidas reconhecem que a posse do maior grau possível de saúde é um dos direitos fundamentais de todo o ser humano, sem nenhuma discriminação, por isso, reflecte um conceito de saúde positivo e inclusivo, como um factor determinante da qualidade de vida, que inclui o bem-estar mental e espiritual. Neste sentido, a promoção da saúde é um processo de capacitação das pessoas para exercerem um controlo maior sobre a sua saúde e os determinantes da saúde e assim melhorá-la. A Carta de Bangkok (2005) defendeu uma mudança no contexto para a promoção da saúde como consequência da situação mundial actual: desigualdades em saúde entre e dentro dos países, capacidade nacional limitada para promover a saúde em muitos países, globalização, mudança ambiental, a urbanização, mudanças demográficas, doenças novas e doenças emergentes, avanços na ciência médica e na tecnologia da informação e o papel do estado. As estratégias de promoção de saúde preconizadas pela Carta respondem a essas mudanças e preocupações, estão dirigidas para os riscos de saúde e para os vários determinantes da saúde e reforçam os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio. A globalização tem aberto novos meios para a cooperação e para o desenvolvimento social e económico dos países e as estratégias de saúde desta última Carta apoiam as evidências disponíveis: a participação e a capacitação individual e da comunidade são fundamentais para o desenvolvimento sustentável da promoção da saúde; as intervenções de educação e promoção da saúde que usam combinações de estratégias são mais eficazes; o acesso à informação e à educação para a saúde é fundamental para adquirir um alto nível de literacia em saúde...

Eficácia do paradigma democrático de educação para a saúde no desenvolvimento da acção e competência de acção dos adolescentes em educação sexual

Vilaça, Teresa
Fonte: Universidade da Coruña Publicador: Universidade da Coruña
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2007 POR
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Publicado em "Libro de actas do IX Congreso Internacional Galego-Portugués de Psicopedagoxía", Número extraordinário da Revista Galego-Portuguesa de Psicoloxía e Educación, ISSN 1138-1663; Nos paradigmas de educação para a saúde moralista e democrático existem diferenças cruciais nos conceitos de saúde, na abordagem pedagógica e em relação ao currículo oculto, à abordagem nos contextos, avaliação e colaboração com a comunidade. Em Portugal, no actual quadro legislativo para a Educação Sexual (ES) (Lei nº 259/ 2000) o modelo curricular dominante preconizado é, embora não explicitamente, o paradigma democrático, pois reforça o papel dos alunos como actores genuínos e participantes activos na selecção e resolução dos problemas individuais/colectivos de saúde sexual. O presente estudo, realizado no âmbito de uma investigação-acção-participativa mais abrangente, teve como principal objectivo analisar como evoluíram os projectos de ES baseados no paradigma democrático para aumentar a participação dos alunos e a sua competência de acção. A amostra integrou um grupo de alunos (N=350) e professores (N=43) de seis escolas dos 7º ao 12º anos de escolaridade. As técnicas de investigação (observação participante...

A educação para a saúde com alunos do 3.º CEB e a mediação entre pais e filhos numa Escola Secundária; The health education with students of the 3rd Cycle of Basic Education and the mediation between parents and children in a Secondary School

Rodrigues, Cíntia Marisa Soares
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2014 POR
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Relatório de estágio de mestrado em Educação (área de especialização em Mediação Educacional e Supervisão na Formação); O estágio realizou-se numa escola secundária do concelho de Braga e a minha atuação no contexto dividiu-se pelos dois âmbitos do Mestrado: a Mediação Educacional e a Supervisão na Formação. Tendo em conta as potencialidades da mediação na melhoria e transformação das situações e das relações entre os envolvidos, o Gabinete de Apoio ao Aluno (GAA) que a escola possuía sinalizou três alunas que evidenciaram ter alguns conflitos familiares, os quais já estavam a causar alguma instabilidade emocional nas alunas e repercussões no seu rendimento escolar. Assim, estas alunas participaram em sessões de mediação com os objetivos de melhorar a relação entre elas e os seus progenitores e de adquirir competências para resolver futuros conflitos de uma forma positiva. Apenas um destes casos foi concluído com sucesso, resultando numa melhoria da comunicação e da relação entre a aluna e a sua mãe. Relativamente à supervisão na formação, esta foi feita com cinco turmas de 3.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), durante uma formação em Educação para a Saúde e Sexualidade...

Educação para a sexualidade: paradigmas em escolas portuguesas

Santos, Adriana Maria Moreira Teixeira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Com esta investigação pretende-se: seguir a(s) trajectória(s) da educação sexual em Portugal, particularmente em contexto escolar e especialmente em escolas do 1.º CEB e entre 1984 e 2009; e analisar os paradigmas e modelos subjacentes à educação sexual nas escolas portuguesas. Será a perspectiva da saúde pública e reprodutiva a mais pertinente para a idade dos 12 aos 18 anos e a educação para a sexualidade na formação pessoal e social de cada aluno a mais pertinente para a idade até aos 12 anos? Ou haverá uma confusão entre ambas as perspectivas sem referência privilegiada a cada uma das idades referidas?; This investigation is intended to follow the trajectories of sexual education in Portugal, particularly concerning the 1st cycle of basic education and between 1984 and 2009; and analyze the paradigms and models underlying the sexual education in Portuguese schools. Is the perspective of public and reproductive health most relevant to the age of 12 to 18 years old and the sexuality education in personal and social education of each student the most relevant for the age up to 12 years old? Or is there confusion between both perspectives without privileged reference to each of these ages?; Mestrado em Ciências da Educação - Formação Pessoal e Social

Educação para a sexualidade:as representações sociais das educadoras de infância

Monteiro, Nádia; Pereira, Vânia; Piscalho, Isabel
Fonte: Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior de Educação Publicador: Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior de Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 POR
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Este artigo reporta-se a um estudo que teve como objectivo investigar quais as representações sociais dos educadores de infância sobre a educação para a sexualidade na educação pré-escolar, especificamente nas seguintes dimensões: fontes de informação, informação, crenças, atitudes e intenções comportamentais. Metodologicamente, tratou-se de um estudo quantitativo e descritivo em que foi aplicado um questionário a uma amostra significativa de 86 educadoras de infância do concelho de Santarém, pertencentes a instituições da rede pública, privada e cooperativa. Como resultados mais significativos regista-se o facto de as inquiridas afirmarem que existe pouca (in)formação sobre esta temática na educação pré-escolar. A falta de formação percepcionada pelas educadoras leva-as a sentirem-se inseguras para iniciar actividades e projectos nesta área, uma vez que consideram que os manuais de sustentação teórica dão indicações/informações pouco claras sobre o tema e as oportunidades para os profissionais da educação se especializarem sobre os assuntos relacionados com a educação para a sexualidade são escassas. Afirmam, ainda, que as crianças que frequentam o jardim-de-infância têm por hábito colocar muitas questões sobre sexualidade...

Educação para a sexualidade no primeiro ciclo do ensino básico

Carvalho, Eva Parashqevi Ndrio de
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 05/04/2011 POR
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Mestrado em Família e Sociedade; As questões relacionadas com a educação para a sexualidade são hoje preocupações presentes na sociedade portuguesa e nas políticas públicas de educação e de saúde. A construção do conceito de sexualidade alargado e amplo, que abrange todas as suas dimensões, assim como a mobilização e colaboração de diferentes actores, torna-se uma tarefa indispensável no processo de ensino da sexualidade. Esta investigação revela que, apesar da sua importância, a educação para a sexualidade ainda não é abordada significativamente nos estabelecimentos de ensino estudados, e a falta da formação dos professores e encarregados de educação nesta área causa dificuldades na forma de lidar com esta temática. Foi aplicado um estudo qualitativo através da realização de entrevistas individuais semi-directivas com pais de crianças entre 6 e 10 anos de idade e professores que leccionam no primeiro ciclo do Ensino Basico utilizando o método de Análise de Conteúdo com recurso ao programa informático Atlas.ti. Este trabalho fornece inputs importantes no que diz respeito à concepção dos pais e professores acerca desta temática, numa fase em que este domínio curricular ainda não se encontra em plena implementação e pretende contribuir para o entendimento da educação para a sexualidade enquanto processo que ajuda e apoia as crianças e os jovens ao longo do seu desenvolvimento físico...

Saúde comunitária e educação para a sexualidade na escola: Um contributo

Calado, Carla Sofia Esteves
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2007 POR
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Dissertação de mestrado em Psicologia Comunitária; O presente trabalho pretende contribuir para uma reflexão consistente sobre a lógica das leis sexuais dominantes na sociedade contemporânea, em particular na sociedade ocidental. Estas leis encontram-se reflectidas na breve resenha histórica apresentada, baseando-se em preconceitos e estereótipos cultural e socialmente determinados sobre o sexo e o papel dos diferentes géneros na Sexualidade. Pretendemos ainda reflectir sobre a influência dessas mesmas leis na Educação Sexual dos mais jovens (seja ela formal ou informal) às quais se tem dado grande importância no contexto actual. Neste relatório apresentamos uma análise sobre o que tem vindo a ser feito em matéria de Educação Sexual e Promoção da Saúde Sexual e Reprodutiva em Portugal nos últimos anos, de forma a enquadrar o estudo exploratório que efectuámos numa comunidade de uma escola profissional de Lisboa. Seguidamente, apresentamos os resultados do referido estudo, cujo objectivo é o de fazer uma análise exploratória no que diz respeito à pertinência e viabilidade da implementação de um projecto de Educação para a Sexualidade no contexto escolar, testando a premissa de que este deve obedecer a uma lógica participativa. Apresentamos a discussão e conclusões deste estudo exploratório...

Relatório de estágio

Antunes, Anabela Teixeira
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 28/11/2013 POR
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A Enfermagem Comunitária desenvolve uma prática global centrada na Comunidade, apoiada por um perfil de competências específicas. Este relatório, elaborado para defesa do título de Mestre em Enfermagem Comunitária, visa descrever de forma resumida, clara e reflexiva o percurso desenvolvido em 3 módulos de estágio, bem como as competências desenvolvidas segundo o Regulamento de Competências do Enfermeiro Especialista em Enfermagem Comunitária, nomeadamente o planeamento em saúde, a gestão de programas e projetos, a capacitação de grupos e comunidades e a vigilância epidemiológica, no âmbito da Saúde Escolar. Pretende-se com o mesmo mostrar o meu desenvolvimento pessoal e profissional, o cumprimento de legislação e a aquisição e aumento de conhecimentos de grupos/comunidade. A elaboração do Diagnóstico de Situação, no módulo I, que permitiu conhecer a perceção de docentes de um Agrupamento de Escolas, relativamente aos acidentes não intencionais dos alunos nesse agrupamento; a elaboração do Diagnóstico de Situação, no módulo II, que permitiu conhecer as necessidades dos Diretores de Turma e Encarregados de Educação dos alunos do 7º ano de outra Escola, no âmbito da Educação para a Sexualidade em Meio Escolar e sua legislação...

Escola e sexualidade: uma nova orientação educativa.

Assunção, Maria de La Salett Gonçalves de Oliveira Coelho e
Fonte: Universidade Portucalense Publicador: Universidade Portucalense
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 POR
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Introdução: A Educação para a Sexualidade, contribuindo para a formação pessoal e social dos cidadãos e para a promoção da saúde sexual e reprodutiva, tem merecido, nos últimos anos, por parte do Estado Português, especial destaque em matéria legislativa. O primeiro documento legal publicado nesta área, foi a Lei 3/84, ao qual se seguiram diversos documentos orientadores e normativos, que a legitimam como componente da Educação. Apesar da relevância evidenciada, a aplicação da Educação para a Sexualidade, em contexto escolar, tem revelado múltiplas dificuldades e sucessivos adiamentos, fazendo com que, decorrido um quarto de século desde o primeiro documento legal publicado, em termos práticos, pouco tivesse sido concretizado. Com este estudo, e procurando situar a Educação para a Sexualidade humanizada no espaço contemporâneo da ciência e da vida, reconhecendo-a como factor basilar de promoção de saúde na Escola, que se pretende, viva e actual, plural, democrática e inclusiva, pretendemos, como educadores, contribuir para a aplicação efectiva da mais recente lei publicada neste âmbito (Lei nº 60 de 6 de Agosto de 2009). Objectivo Geral: - Conhecer necessidades educativas com que se confronta em Portugal a escola contemporânea na área da Educação para a Sexualidade...

Educação para a sexualidade: as representações sociais das educadoras de infância

Monteiro, Nádia; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém; Pereira, Vânia; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém; Piscalho, Isabel; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de San
Fonte: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2012 POR
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Este artigo reporta-se a um estudo que teve como objectivo investigar quais as representações sociais dos educadores de infância sobre a educação para a sexualidade na educação pré-escolar, especificamente nas seguintes dimensões: fontes de informação, informação, crenças, atitudes e intenções comportamentais. Metodologicamente, tratou-se de um estudo quantitativo e descritivo em que foi aplicado um questionário a uma amostra significativa de 86 educadoras de infância do concelho de Santarém, pertencentes a instituições da rede pública, privada e cooperativa. Como resultados mais significativos regista-se o facto de as inquiridas afirmarem que existe pouca (in)formação sobre esta temática na educação pré‑escolar. A falta de formação percepcionada pelas educadoras leva-as a sentirem‑se inseguras para iniciar actividades e projectos nesta área, uma vez que consideram que os manuais de sustentação teórica dão indicações/informações pouco claras sobre o tema e as oportunidades para os profissionais da educação se especializarem sobre os assuntos relacionados com a educação para a sexualidade são escassas. Afirmam, ainda, que as crianças que frequentam o jardim-de-infância têm por hábito colocar muitas questões sobre sexualidade...

Percepção de professores de 15 países sobre educação para a saúde e para a sexualidade

Carvalho, Graça Simões de; Tracana, Rosa Branca; Araújo, Elaine Sandra Nicolini Nabuco de; Caldeira, Ana Maria de Andrade; Berger, Dominique
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /12/2010 POR
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A Educação para a saúde em meio escolar tem vindo a ser implementada através de uma diversidade de estratégias, dependendo do conceito de saúde e de educação para a saúde. Neste estudo analisamos e comparamos as concepções dos professores e futuros professores de 15 países sobre a saúde, a educação para a saúde, a sexualidade e a educação para a sexualidade. Os países envolvidos neste estudo diferem geográfica e socio-culturalmente, sendo 3 do norte da Europa (Finlândia, Estónia e Hungria), 5 do Sul (Portugal, França, Itália, Roménia e Chipre), 3 do Norte de África (Marrocos, Argélia e Tunísia), 2 de África Subsariana (Senegal e Burkina-Faso), 1 do Próximo Oriente (Líbano) e um da América do Sul (Brasil). Em cada país aplicou-se o questionário do projecto BIOHEAD-CITIZEN a 6 amostras (professores em exercício e futuros professores do Ensino Primário, de Biologia e de Língua Nacional) num total de 6001 respondentes. Para a análise do questionário, procedemos inicialmente à análise de componentes principais que permitem criar uma topografia das respostas e as associações entre as variáveis. Seguidamente realizámos análises discriminantes para sublinhar a importância da formação académica e do nível de ensino (ensino básico ou secundário)...

Implementação de um programa de promoção e educação para a saúde numa escola

Alves, Maria João de Carvalho Franco Roque
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O objectivo geral do presente estudo foi desenvolver e implementar um programa de promoção e educação para a saúde numa escola secundária c/ 3°ciclo urbana, envolvendo as turmas do Ensino Básico. Esse programa foi constituido por diversas actividades gerais, abrangendo várias temáticas, realizadas espaçadamente ao longo do ano, e para as quais foram construidos diversos materiais. No final do ano decorreu uma semana de apresentação pública do trabalho desenvolvido, bem como actividades diversas relacionadas com as várias temáticas da saúde, De modo a avaliar o desenvolvimento destas actividades, os alunos responderam a um questionário, donde se realçam aspectos positivos, tais como, o interesse dos assuntos tratados e os conteúdos novos aprendidos. Para observar alterações de conhecimento, opinião e atitude, foi aplicado um inquérito, sobre sexualidade, ás turmas de 9' ano (no inicio e no final do ano) e respectivos encarregados de educação (apenas no inicio do ano). 0s resultados mostraram que ap6s o trabalho desenvolvido, diferenciado, ocorreram algumas alteraçdes, em domínios como o dos conhecimentos e opiniões. Neste estudo também são descritas actividades para pequenos grupos, desenvolvidas com uma das turmas do 9O ano...

Atitudes face à sexualidade nos adolescentes num programa de educação sexual

Ribeiro,J.M.; Pontes,A.; Santos,L.R.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Publicador: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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A educação sexual é fundamental na promoção da saúde sexual dos adolescentes, e a escola é, de acordo com a legislação portuguesa, a responsável pela sua abordagem formal. É objetivo deste estudo avaliar o impacto de um programa de educação sexual na turma (PEST) nas atitudes face à sexualidade de adolescentes. A amostra é constituída por 99 adolescentes, com idades entre os 12 e os 14 anos, que foram divididos em 2 grupos: o experimental, que participou no PEST, e o grupo de controle. O instrumento utilizado foi Escala de Atitudes Sexuais - versão Adolescente e foi aplicado, nos dois grupos em simultâneo, antes e depois da implementação do PEST. A conceção e implementação do PEST está em consonância com as exigências da legislação vigente. Constatou-se que a participação no PEST alterou efetivamente as atitudes dos adolescentes, sendo essa alteração significativa nas raparigas, nos adolescentes com maior sucesso escolar, e nos adolescentes com melhor estatuto económico. Parece assim reforçada a importância da escola na educação para a saúde dos adolescentes, bem como a necessidade de ajustar estes programas às características específicas da sua população-alvo.