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O papel do farmacêutico em programas de educação e promoção para a saúde nas escolas

Martins, Lúcia Campina
Fonte: Repositório Científico Lusófona Publicador: Repositório Científico Lusófona
Tipo: Dissertação de Mestrado
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135.72%
Num tempo em que a obesidade já é considerada uma epidemia, e que este é um problema que atinge cada vez mais crianças, é urgente agir. Por isso a educação e promoção para a saúde surgem com o objectivo de estimular as crianças a adoptar estilos de vida saudáveis. No entanto não se pode limitar a educação e promoção para a saúde apenas às crianças, mas estende-las às suas famílias e a toda acomunidade escolar. Os estudos de avaliação custo-efectividade demonstram os custos das acções preventivas vão resultar em ganhos em saúde a posteriori. O objectivo principal desta monografia é identificar qual o papel do farmacêutico e compreender até que ponto consegue, através da aplicação de programas de educação e promoção para saúde junto das escolas, actuar na prevenção da obesidade infantil, ao nível da alimentação e exercício físico. Trata-se de um estudo observacional descritivo, no qual se realizaram inquéritos numa escola do ensino básico em Torres Vedras a 104 indivíduos dos quais apenas 80 se enquadravam nos critérios de inclusão pré-definidos: familiares, pessoal docente e não docente, de crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos de idade. No final do estudo pode-se confirmar a importância do farmacêutico no desenvolvimento de projectos no âmbito da educação e promoção para a saúde...

Educação para a saúde na escola : um direito dos alunos que urge satisfazer

Precioso, José
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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Os estudos epidemiológicos revelam que muitas das doenças transmissíveis como a SIDA e a tuberculose e não transmissíveis, como as doenças cardio e cerebrovasculares, alguns cancros (como os pulmão, da mama, do estômago, do cólon e do útero), a diabetes mellitus, a doença obstrutiva crónica do pulmão, a cárie dentária, as doenças reumáticas, a osteoporose, os problemas de visão, a se do fígado, os acidentes (domésticos, de lazer, desporto, de trabalho e de trânsito), as doenças Psiquiátricas e outras patologias e incapacidades, estão frequentemente relacionadas com o estilo de das pessoas. Os factores de risco associados a muitas destas doenças são o consumo de álcool e de tabaco, a alimentação desregrada. O excesso de peso e a obesidade a insuficiente actividade física, a má gestão do stress. O abuso das drogas, bem como a factores de natureza socioeconómica geradores de fenómenos de violência e exclusão social (Ministério da Saúde, 2003). A modificação dos estilos de vida, no qual se incluem os comportamentos de saúde, exige a compreensão da sua etiologia. Sabe-se que os comportamentos estão relacionados com factores biológicos, psicológicos, micro e macrossociais e ambientais. A etiologia dos comportamentos em geral e de saúde em particular é complexa o que faz com que a promoção de condutas saudáveis e a modificação de comportamentos perniciosos seja também um processo difícil...

Situações de risco para a saúde de jovens adolescentes

Rodrigues, Vitor; Carvalho, Amâncio; Gonçalves, Artur; Carvalho, Graça Simões de
Fonte: Escola Superior de Educação da UTAD Publicador: Escola Superior de Educação da UTAD
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /06/2007 POR
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Nascer, crescer, envelhecer e morrer são marcos fundamentais na experiência de vida de qualquer indivíduo. Mas é na adolescência que ocorrem as maiores mudanças, quer fisiológicas e anatómicas, quer psicológicas e às quais os jovens necessitam de se adaptar num mundo em constante mudança (Rodrigues, 2006; Rodrigues, Carvalho & Carvalho, 2006). Os comportamentos no decorrer da adolescência podem ser interpretados como o resultado de aprendizagens significativas, onde a escola tem um papel relevante para e na consolidação da literacia para a saúde (Carvalho, 2002; Carvalho 2006). Este é um estudo descritivo e transversal onde se pretendeu conhecer e caracterizar os hábitos de saúde dos jovens que fazem parte da nossa amostra (467 jovens), e identificar comportamentos de risco no que respeita ao consumo de tabaco, bebidas alcoólicas, drogas ilícitas e comportamento sexual. Os principais resultados são os seguintes: - cerca de dois terços dos jovens dizem não ter experimentado tabaco, assim como a maioria diz não o consumir regularmente; - a bebida mais consumida todos os dias e todas as semanas é o vinho; - a maioria dos jovens diz não consumir qualquer tipo de droga ilícita e são os rapazes que afirmam mais frequentemente já ter tido relações sexuais.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) - LIBEC/CIFPEC - unidade de investigação (16/644).

Os professores e a educação/promoção para a saúde

Rodrigues, Vitor; Carvalho, Amâncio; Gonçalves, Artur; Carvalho, Graça Simões de
Fonte: Universidade do Minho. Instituto de Estudos da Criança Publicador: Universidade do Minho. Instituto de Estudos da Criança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em 16/05/2007 POR
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Sabendo que os jovens ocupam, durante a adolescência, a maior parte do dia na Escola, e que muitos comportamentos relevantes para a saúde são iniciados nesta época da vida (Rodrigues, 2002; Rodrigues, 2004), é necessário saber como é que se posicionam os professores, quando falamos de Educação para a Saúde (ES) em contexto escolar. Trata-se de um estudo descritivo e transversal, cujos objectivos são: conhecer as concepções dos professores acerca do que é a educação para a saúde, caracterizar as suas actividades de educação para a saúde e identificar quem deveria desenvolver as actividades de educação para a saúde. Os dados foram recolhidos através de um questionário on line, desenhado para o efeito, tendo sido garantido o anonimato e a confidencialidade dos dados. Os principais resultados são os seguintes: • Todos (100%) os professores do 1º ciclo e de ciências naturais (2º ciclo) dizem realizarem ES, a grande maioria dos professores que dão apoio educativo (75,0%) e dos que leccionam educação física (71,4%) afirmam também que realizam ES, enquanto que os professores que leccionam na área das ciências exactas e tecnologias de informação não fazem de todo (0%) ES;. • 30% dos professores refere que ES é a construção de hábitos saudáveis e 27% diz que a educação para a saúde é desenvolver competências em todas as áreas da saúde; • 48% dos professores declaram terem realizado educação/promoção para a saúde; • 34% dos professores dizem que quem deve ensinar educação/promoção para a saúde são os pais...

Mais saúde, mais vida : projecto de educação e promoção para a saúde

Silva, Diana Filipe Pereira Gonçalves Neto da
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em //2011 POR
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Relatório de estágio de mestrado em Educação (área de especialização em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária); Numa sociedade em que há uma grande lacuna de formação e qualificações e em que se aposta numa política remediativa ao invés de preventiva, urge investir tanto no aumento de qualificação da população, como no campo da Educação e Promoção para a Saúde, não só para promover o aumento das qualificações e competências da população, como também instigar a adopção de estilos de vida saudáveis e promover o aumento da conscientização crítica acerca das vivências relacionais com a saúde, que tanto contribuem para a qualidade de vida de todos. Foi neste sentido que surgiu este projecto. As actividades desenvolvidas ao longo do estágio, através de um paradigma de investigação-acção participativa, em permanente diálogo com formandos e instituição de acolhimento, no caso, formandos de dois cursos EFA de uma Escola Profissional, primaram por tentar responder às necessidades identificadas inicialmente, proporcionando, por um lado experiências enriquecedoras e promotoras de um aumento de conhecimento sobre os temas abordados e, por outro, momentos de reflexão que potenciaram a interiorização dos conhecimentos adquiridos e a possível mudança de atitudes/comportamentos. Este projecto de cariz qualitativo...

(Re)construir perspectivas metodológicas na educação para a saúde e educação para o desenvolvimento sustentável : acção e competência de acção como um desafio educativo

Vilaça, Teresa
Fonte: Universidade de Évora. Centro de Investigação em Educação e Psicologia (CIEP) Publicador: Universidade de Évora. Centro de Investigação em Educação e Psicologia (CIEP)
Tipo: Parte de Livro
Publicado em /12/2008 POR
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A acção e participação dos alunos são dois conceitos centrais introduzidos em Portugal no debate político nacional e, mais especificamente, no currículo das escolas na educação para a saúde e educação para o desenvolvimento sustentável, a nível dos projectos Escola Promotora de Saúde e Eco-Escolas. Estes conceitos, associados ao conceito de competência de acção, têm vindo a ser cada vez mais enfatizados na investigação internacional neste âmbito. O objectivo deste artigo é analisar o poder e o potencial dos projectos Escola Promotora de Saúde e Eco-Escolas para desenvolver a competência de acção nos alunos. Especificamente, após uma breve revisão da evolução das linhas orientadoras internacionais para a promoção da saúde e o desenvolvimento sustentável focando as implicações na educação da inter-relação saúde humana e ambiente, serão apresentados os projectos acima referidos e examinada investigação recente que clarifica os conceitos de participação, acção e competência de acção na comunidade escolar.; Universidade do Minho. Instituto de Educação, Centro de Investigação em Educação (CIEd)

Dos modelos de educação para a saúde tradicionais aos modelos de capacitação : abordagens metodológicas da educaçãos sexual em Portugal do 7º ao 12º anos de escolaridade

Vilaça, Teresa
Fonte: ENCIGA Publicador: ENCIGA
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /11/2007 POR
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No actual debate sobre promoção da saúde, as Nações Unidas reconhecem que a posse do maior grau possível de saúde é um dos direitos fundamentais de todo o ser humano, sem nenhuma discriminação, por isso, reflecte um conceito de saúde positivo e inclusivo, como um factor determinante da qualidade de vida, que inclui o bem-estar mental e espiritual. Neste sentido, a promoção da saúde é um processo de capacitação das pessoas para exercerem um controlo maior sobre a sua saúde e os determinantes da saúde e assim melhorá-la. A Carta de Bangkok (2005) defendeu uma mudança no contexto para a promoção da saúde como consequência da situação mundial actual: desigualdades em saúde entre e dentro dos países, capacidade nacional limitada para promover a saúde em muitos países, globalização, mudança ambiental, a urbanização, mudanças demográficas, doenças novas e doenças emergentes, avanços na ciência médica e na tecnologia da informação e o papel do estado. As estratégias de promoção de saúde preconizadas pela Carta respondem a essas mudanças e preocupações, estão dirigidas para os riscos de saúde e para os vários determinantes da saúde e reforçam os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio. A globalização tem aberto novos meios para a cooperação e para o desenvolvimento social e económico dos países e as estratégias de saúde desta última Carta apoiam as evidências disponíveis: a participação e a capacitação individual e da comunidade são fundamentais para o desenvolvimento sustentável da promoção da saúde; as intervenções de educação e promoção da saúde que usam combinações de estratégias são mais eficazes; o acesso à informação e à educação para a saúde é fundamental para adquirir um alto nível de literacia em saúde...

Relações públicas e comunicação para a saúde: um projecto para o ACES: estratégia de relações públicas para o agrupamento de centros de saúde do Vale do Sousa Sul

Barros, Cidália da Conceição Loureiro de
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /09/2011 POR
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Discute-se no presente trabalho final de Mestrado a ligação entre duas áreas diferentes, quer nos seus princípios, quer nas suas práticas, mas que se complementam: Relações Públicas e Comunicação para a Saúde (não se tratando de comunicação em contextos de saúde). Assim, defende-se, ao longo deste trabalho, a posição de que as Relações Públicas podem ser consideradas uma das principais armas no que diz respeito à prevenção, promoção e educação para a saúde, que se reflecte na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, famílias e comunidades. Pretende-se, assim, desenvolver um projecto de uma estratégia de comunicação onde se demonstra a posição aqui defendida e, por outro lado, um projecto com capacidade para ser implementado no Agrupamento de Centro de Saúde do Vale do Sousa Sul.

Educação para a sexualidade:as representações sociais das educadoras de infância

Monteiro, Nádia; Pereira, Vânia; Piscalho, Isabel
Fonte: Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior de Educação Publicador: Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior de Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2010 POR
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Este artigo reporta-se a um estudo que teve como objectivo investigar quais as representações sociais dos educadores de infância sobre a educação para a sexualidade na educação pré-escolar, especificamente nas seguintes dimensões: fontes de informação, informação, crenças, atitudes e intenções comportamentais. Metodologicamente, tratou-se de um estudo quantitativo e descritivo em que foi aplicado um questionário a uma amostra significativa de 86 educadoras de infância do concelho de Santarém, pertencentes a instituições da rede pública, privada e cooperativa. Como resultados mais significativos regista-se o facto de as inquiridas afirmarem que existe pouca (in)formação sobre esta temática na educação pré-escolar. A falta de formação percepcionada pelas educadoras leva-as a sentirem-se inseguras para iniciar actividades e projectos nesta área, uma vez que consideram que os manuais de sustentação teórica dão indicações/informações pouco claras sobre o tema e as oportunidades para os profissionais da educação se especializarem sobre os assuntos relacionados com a educação para a sexualidade são escassas. Afirmam, ainda, que as crianças que frequentam o jardim-de-infância têm por hábito colocar muitas questões sobre sexualidade...

Educação Para a Saude como estrategia para a promoção do Envelhecimento saudavel

Durão, Vera
Fonte: Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /04/2014 POR
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Relatório de estágio apresentado para a obtenção do grau de mestre na especialidade de Enfermagem Comunitaria; As alterações demográficas dos últimos anos têm vindo a operar mudanças significativas na nossa sociedade, sendo relevante o aumento da população mais velha. Este fato traz novos desafios, a que a enfermagem não pode ficar indiferente. Manter os nossos idosos saudáveis, ativos e participativos nas suas comunidades deverá ser a prioridade. Um bom estado de saúde é fundamental para que as pessoas mais velhas possam continuar a ser ativas e autónomas. A promoção de estilos de vida saudáveis visa levar as pessoas à adoção de comportamentos de saúde, prevenindo doenças e melhorando a gestão de outras já existentes. A promoção de um envelhecimento saudável deverá ser um dos objetivos das estruturas existentes numa comunidade, sejam estas de saúde, politicas, sociais e da sociedade civil, sendo essencial a atuação conjunta. No decorrer do estágio académico, com o propósito de desenvolver competências específicas na área da enfermagem comunitária, a mestranda recorre a parcerias com varias instituições da comunidade com o objetivo de implementar o projeto de educação para a saúde visando a promoção do envelhecimento saudável. Esta foi a problemática estruturante da prática clínica...

Contributo do enfermeiro na promoção e educação para a saúde no serviço de urgência geral

Machado, Cláudia Maria Caetano
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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Mestrado em Ciências da Educação na especialização de Educação para a Saúde; O contributo dos enfermeiros na melhoria da saúde da população através de intervenções alicerçadas na Promoção e Educação para a Saúde é cada vez mais relevante. Este estudo pretende analisar o contributo do enfermeiro na promoção e educação para a saúde no serviço de urgência geral, considerando a percepção dos utentes e dos enfermeiros acerca desta temática. Optou-se por estruturar este trabalho tendo por base um estudo exploratório-descritivo, organizado em duas fases. Na primeira fase aplicou-se questionários auto-administrados a trinta utentes do serviço de urgência geral, após a sua alta clinica da unidade de internamento de curta duração, e na segunda fase foram realizadas entrevistas semidirigidas a cinco enfermeiros que exercem funções no serviço de urgência geral, do hospital em estudo. Os métodos de tratamento de dados utilizados foram a estatística descritiva, correspondente aos questionários, e a análise de conteúdo, referente às entrevistas. Através dos resultados que emergiram da pesquisa empírica, constata-se que as intervenções em educação para a saúde realizadas no serviço de urgência geral...

Estágio na Empresa Gebalis: Construção de um Inquérito

Branco, Sara Luísa de Carvalho
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Univesidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Univesidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /09/2011 POR
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Relatório de Estágio apresentado para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ecologia Humana e Problemas Sociais Contemporâneos; Este relatório dá conta das diferentes etapas percorridas até à construção dum Inquérito. A construção do instrumento foi o objectivo principal do Estágio, como definido pela empresa que nos acolheu, a empresa Gebalis. A construção do Inquérito obedeceu à intenção da Gebalis de implementar no Bairro Alfredo Bensaúde um projecto de Educação e Promoção para a Saúde. Como o instrumento será aplicado num Bairro específico, o Bairro Alfredo Bensaúde, todas as etapas foram pensadas no sentido de permitir uma aproximação do Inquérito à população em estudo; para tal, procedemos previamente a uma análise sociodemográfica da população que evidenciou a urgência da aplicação do mesmo, uma vez que os dados de que a empresa dispõe estavam já bastante desactualizados. Esta análise foi possibilitada pela construção prévia duma Tabela de Processos de Agregado. Procedemos também à análise de alguns dados levantados aquando da validação do instrumento, uma vez que esta foi realizada em dois Bairros distintos do Bairro Alfredo Bensaúde...

Hábitos tabágicos dos pais de alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico: Implicações para a intervenção

Campos, Hugo; Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, EPE; Precioso, José; Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho; Pereira, Maria Graça; Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho; Samorinha, Catarina; Instituto d
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/2012
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A evidência de que a exposição ao Fumo Ambiental do Tabaco (FAT) é prejudicial para a saúde, em todas as fases da vida do ser humano, particularmente na infância, é consistente, robusta e consensual. Os principais responsáveis pela exposição das crianças ao fumo ambiental do tabaco no domicílio são os pais. Os objectivos deste artigo são: 1) Caracterizar os hábitos tabágicos dos pais/mães dos alunos; 2) Determinar a prevalência de pais/mães, que fumam no domicílio; 3) Identificar alguns factores sócio-demográficos relacionados com o consumo de tabaco no domicílio; 4) Relacionar as opiniões dos pais/mães da amostra, relativamente ao tabagismo activo e passivo, com os hábitos tabágicos. O estudo realizou-se no final do ano lectivo de 2006/2007, consistindo na aplicação de um questionário anónimo de auto preenchimento a uma amostra constituída por um total de 515 pais (272 mães e 243 pais), de alunos com idades entre sete e dez anos. São elevadas as percentagens de pais fumadores que fumam em casa, pondo em risco a sua saúde e dos conviventes, especialmente a dos seus filhos. Este estudo mostra a necessidade de todos os que lidam com pais fumadores ajam, no sentido de proteger as crianças desta agressão.

Projetos PET-Saúde e Educando para a Saúde: construindo saberes e práticas

Souza,Pâmela Leites de; Pereira,Celeste dos Santos; Nogueira,Maria Laura Silveira; Pereira,Denise Bermudez; Cunha,Giolana Mascarenhas da; Möler,Fabiana de Oliveira
Fonte: Associação Brasileira de Educação Médica Publicador: Associação Brasileira de Educação Médica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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Buscando alcançar ações intersetoriais efetivas e inovadoras, o projeto Educando para a Saúde, vem envolvendo as escolas, academia e serviços de saúde locais no desafio de construir uma sólida relação entre saúde-escola. O presente relato de experiência socializa a trajetória do projeto Educando para a Saúde, uma parceria entre a Equipe de Saúde da Família (ESF) de um bairro de Pelotas - RS, a comunidade docente de duas escolas do território e acadêmicos do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET-Saúde. O objetivo é refletir o papel da ESF e dos acadêmicos do Projeto PET-Saúde na integração saúde-educação. Os temas discutidos são relacionados à educação em sexualidade, direitos sexuais e reprodutivos com ênfase nas DSTs e métodos contraceptivos, prevenção, promoção e recuperação da saúde. A participação do acadêmico nas atividades de integração saúde-educação veio a acrescentar ideias, valores e conceitos, possibilitando a (re)construção das relações interpessoais, promovendo a reciclagem do processo de trabalho. Pelos laços multiprofissionais e interdisciplinares, essa parceria consiste em aprendizado mútuo, cujos frutos refletem diretamente na melhoria da assistência prestada à comunidade.

Rumo à adultez: oportunidades e barreiras para a saúde sexual dos jovens brasileiros

Rios,Luís Felipe; Pimenta,Cristina; Brito,Ivo; Terto Jr.,Veriano; Parker,Richard
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 PT
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Neste trabalho, buscamos apresentar os resultados de recente análise dinâmica contextual sobre as oportunidades e barreiras para a saúde sexual e reprodutiva dos jovens brasileiros. Na realização da pesquisa, revimos a literatura acadêmica mais recente, identificamos as principais ações governamentais e não-governamentais sobre essa temática e entrevistamos alguns especialistas da área. No decorrer deste trabalho, apresentamos os principais temas, concepções e ações, quando o assunto é saúde sexual dos jovens, e identificamos algumas das lacunas nas pesquisas e intervenções de educação não-formal até a inserção da educação sexual nos parâmetros curriculares nacionais na segunda metade da década de 1990. Finalizando, apresentamos uma agenda de ações e estudos no sentido de fomentar estratégias mais eficazes de promoção da saúde sexual e reprodutiva dos jovens brasileiros.

Educar para a saúde: perceções dos professores de Educação Física

Botelho, Victor Manuel Teixeira
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Dissertação de Mestrado em Ensino de Educação Física, nos Ensinos Básico e Secundário; Nas últimas décadas, temos vindo a assistir ao aumento de problemas de saúde, fruto da evolução tecnológica e da alteração dos hábitos sociais, que se refletem nos estilos de vida adotados pelos indivíduos. No sentido de travar este problema, mobilizaram-se políticas educativas ao nível da escola, através de programas de promoção da educação para a saúde. O presente estudo, pretende compreender e identificar os diferentes pontos de vista sobre a educação para a saúde na escola, a partir da perspetiva dos professores de Educação Física. Nesta preservativa, pretende-se ter conhecimento das perceções dos professores de Educação Física acerca da promoção da saúde através da disciplina de Educação Física e ao mesmo tempo analisar até que ponto a promoção da saúde é uma preocupação presente na sua prática educativa. A amostra é formado por doze professores de Educação Física (7 do género masculino e 5 do género feminino) das escolas públicas, do 2º e 3º ciclo do Ensino Básico e Secundário, localizadas na ilha Terceira. A metodologia adotada para nossa pesquisa foi a qualitativa. Através de entrevistas semi-estruturadas procedemos à recolha de dados os quais foram posteriormente examinados através de uma análise de conteúdo. As conclusões apontam no sentido de que apesar de existir uma preocupação com o caminho que o estilo de vida das pessoas está a tomar...

Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária; Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária; Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária; Educação para a Saúde – Educação para a Cidadania: Relato de Duas Experiências de Extensão Comunitária

Toldy, Teresa; Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Universidade Fernando Pessoa; Jólluskin, Gloria; Centro de Estudos Culturais, da Linguagem e do Comportamento (CECLICO), Universidade Fernando Pessoa; Silva, Isabel; Centro de Estudos Culturais, da
Fonte: Fundação Fernando Pessoa/Edições Universidade Fernando Pessoa Publicador: Fundação Fernando Pessoa/Edições Universidade Fernando Pessoa
Tipo: article; article; article; article Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2012 POR
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The purpose of this study is to present two experiences of health and citizenship education developed in community outreach projects conducted in a university context – Project “More Health” and Project “Learning to Grow in Paranhos”. In this article, we reckon the challenge universities face in order to become an instrument for health promotion, within their role as institutions that promote the well-being of the communities in which they are integrated. This paper also considers the contributions of community outreach projects to a broader training of future professionals and to educate university students in order to prepare them as more actively involved and more socially responsible citizens, underlining the importance of providing students with experiences of social participation and community inclusion.; O objectivo do presente estudo é apresentar duas experiências de educação para a saúde e para a cidadania desenvolvidas no âmbito de projectos de extensão comunitária realizadas em contexto universitário – O Projecto Mais Saúde e o Projecto Aprender a Crescer em Paranhos. No presente artigo reflecte-se sobre o desafio com que as Universidades se confrontam no sentido de se tornarem, enquanto instituições com um papel de relevo na promoção do bem-estar das comunidades em que se encontram integradas...

Educação para a sexualidade: as representações sociais das educadoras de infância

Monteiro, Nádia; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém; Pereira, Vânia; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém; Piscalho, Isabel; Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de San
Fonte: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém Publicador: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2012 POR
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125.55%
Este artigo reporta-se a um estudo que teve como objectivo investigar quais as representações sociais dos educadores de infância sobre a educação para a sexualidade na educação pré-escolar, especificamente nas seguintes dimensões: fontes de informação, informação, crenças, atitudes e intenções comportamentais. Metodologicamente, tratou-se de um estudo quantitativo e descritivo em que foi aplicado um questionário a uma amostra significativa de 86 educadoras de infância do concelho de Santarém, pertencentes a instituições da rede pública, privada e cooperativa. Como resultados mais significativos regista-se o facto de as inquiridas afirmarem que existe pouca (in)formação sobre esta temática na educação pré‑escolar. A falta de formação percepcionada pelas educadoras leva-as a sentirem‑se inseguras para iniciar actividades e projectos nesta área, uma vez que consideram que os manuais de sustentação teórica dão indicações/informações pouco claras sobre o tema e as oportunidades para os profissionais da educação se especializarem sobre os assuntos relacionados com a educação para a sexualidade são escassas. Afirmam, ainda, que as crianças que frequentam o jardim-de-infância têm por hábito colocar muitas questões sobre sexualidade...

Enfermeiros e saúde pública em Belo Horizonte: combatendo doenças e educando para a saúde (1897-1933)

Nascimento Teixeira, Virgínia Mascarenhas; Enfermeiros e saúde pública em Belo Horizonte: combatendo doenças e educando para a saúde (1897-1933); Marques, Rita de Cássia; Universidade Federal de Minas Gerais
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 21/10/2014 POR
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Este artigo analisa a organização da enfermagem na cidade de Belo Horizonte entre 1897 e 1933 – período anterior à institucionalização desse campo de saber através da criação da Escola de Enfermagem Carlos Chagas. Neste período, as ações de saúde pública estiveram principalmente voltadas ao combate e controle de epidemias e endemias e para a higiene e educação sanitária da população. Entre fins do século XIX até a década de 1910, as ações de saúde tinham na doença seu eixo de orientação e os enfermeiros realizavam atividades em hospitais de isolamento, lazaretos, hospedarias e em domicílios, sob a orientação e o acompanhamento dos médicos, ou informalmente, sem qualquer supervisão, como forma de ajuda ao próximo. As décadas de 1920 e 1930 marcam uma fase de transformações na saúde pública, com ênfase para a prevenção e a educação sanitária. A partir de então, verifica-se a organização de duas frentes de atuação de enfermeiras na prevenção e promoção da saúde: as “enfermeiras visitadoras” e as “enfermeiras escolares”, cuja atividade se pautou nas orientações e práticas defendidas pelo pensamento sanitário da época. O presente estudo revela um universo em torno dos enfermeiros ainda pouco trabalhado no contexto da história da enfermagem...

Educação para a saúde

Ribeiro,José Luís Pais
Fonte: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Publicador: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Neste artigo fazemos uma apresentação da importância e da emergência da educação para a saúde, salientando os principais marcos que lhe deram origem. Fazemos referência aos aspetos da educação como a idade, contexto e objetivos que mudam de pessoa para pessoa ou de grupo para grupo. Ilustramos com a referência a programas cuja aplicação em amplos setores, está documentada na literatura científica, justificando a sua importância e utilidade.