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Licenciamento ambiental no Brasil sob a perspectiva da modernização ecológica.; Environmental Licensing in Brazil: the Ecological Modernization perspective

Souza, Alexandre do Nascimento
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/04/2009 PT
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66.52%
O Licenciamento ambiental é um dos instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente, estabelecida pela lei 6.938 de 1981. Nos últimos 30 anos, o país passou por inúmeras transformações econômicas, políticas e sociais. No cenário de grande potencial hidrelétrico do país, demanda crescente por energia, fortalecimento e consolidação da legislação e do sistema de gestão ambiental, participação de novos atores econômicos interessados em prover a expansão do parque de geração de energia, maior participação dos movimentos sociais na esfera pública e uma memória não muito distante de graves problemas socioambientais ocasionados pela construção de hidrelétricas; é que se dão os conflitos que perpassam todo o processo de licenciamento ambiental de hidrelétricas e do qual se ocupa essa dissertação. Entre os anos de 2004 e 2008, muitos atores econômicos e sociais envolvidos com a temática do licenciamento ambiental no país se posicionaram publicamente, sobretudo a respeito dos conflitos relacionados à concessão das licenças ambientais para empreendimentos hidrelétricos. A reflexão sociológica a qual se propôs este projeto de pesquisa utiliza a Teoria da Modernização Ecológica como instrumental teórico e busca entender o estado da arte do licenciamento ambiental de hidrelétricas no Brasil.; The Environmental license is one of the tools of the National Environmental Policy...

O deslocamento do discurso sobre a Zona Franca de Manaus: do progresso à modernização ecológica; The shift in the discourse about about Manaus Free Trade Zone: from progress to ecological modernization

Ng, Thaís Brianezi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/04/2013 PT
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A Zona Franca de Manaus (ZFM), criada em 1967 pela ditadura militar, termina em 2023, mas ha uma proposta de modificacao da Constituicao Federal do Brasil para que ela dure ate 2073. A partir da compreensao do discurso enquanto pratica social (Focault, 1987, 2002, 2005; Hajer, 1995, 2005, 2006) e da categorizacao dos discursos ambientais (Dryzek, 2005), foram analisados 265 pronunciamentos dos parlamentares do Amazonas, 19 edicoes de uma revista institucional e 626 materias do mais importante jornal local, tudo publicado entre 2007 e 2010. Eles revelam um deslocamento do discurso de legitimacao da ZFM do ideario do progresso ao do desenvolvimento sustentavel, guiado pela modernizacao ecologica. As industrias passaram a ser apresentadas como responsaveis pela conservacao das florestas, gracas a geracao de empregos urbanos: afirma-se que se os incentivos fiscais acabarem, havera desemprego e desmatamento. Esse roteiro fatalista, autoritario, nao reconhece o papel dos povos e comunidades tradicionais na conservacao da floresta nem esta aberto ao debate publico sobre outros modelos de desenvolvimento para a regiao amazonica.; The Manaus Free Trade Zone (ZFM) will end in 2023, but there is a proposal to amend the Brazilian Federal Constitution so that it lasts until 2073. From the understanding of discourse as a social practice (Foucault...

Empresas e gestão da água: uma abordagem a partir do uso do indicador pegada hídrica; Corporation and Water Management: an approach based on the use of Water Footprint

Martins, Renata de Souza Leão
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/09/2014 PT
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Nos últimos anos, as questões relacionadas à problemática ambiental multiplicaram sua presença na agenda do setor empresarial. Mais recentemente, observa-se o aumento do interesse das empresas pela água, recurso natural indispensável para a manutenção do equilíbrio dos ecossistemas e das atividades socioeconômicas humanas. Diante da ampliação da pressão sobre seu uso, resultado do crescimento populacional e incremento dos padrões atuais de produção e consumo, diferentes ferramentas têm sido desenvolvidas para contribuir para que o uso da água se torne mais racional e sustentável. Uma delas é a Pegada Hídrica (PH), um indicador de consumo direto e indireto da água utilizada durante a produção de bens ou serviços. A PH está relacionada com a pressão causada aos recursos hídricos pelas atividades humanas e classifica a água usada nesses processos e atividades de acordo com sua origem e impacto. Sua utilização pelo setor empresarial tem sido cada vez mais frequente. Tendo como base este contexto, este trabalho busca compreender quais são os principais motivos que tem levado as empresas a utilizarem a PH. Esta Tese, de caráter interdisciplinar, utiliza como referenciais teóricos a Teoria da Modernização Ecológica (TME)...

Do paradigma global de modernização ecológica às apropriações locais : o mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) no Brasil

Blanco, Gabriela Dias
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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O presente estudo procura responder ao seguinte questionamento: De que forma, e a partir de quais racionalidades, o paradigma global de Modernização Ecológica é apropriado – e uma noção de desenvolvimento sustentável é constituída - pelos atores econômicos brasileiros formuladores de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo para o mercado de créditos de carbono? O primeiro pressuposto adotado neste estudo é que a difusão global da Modernização Ecológica como um paradigma para o campo das Políticas Públicas Ambientais reflete o fortalecimento da noção de desenvolvimento sustentável construída no âmbito dos acordos e negociações internacionais sobre mudança climática. O segundo pressuposto é o de que o paradigma de Modernização Ecológica, no contexto de emergência global de uma Sociedade do Risco (BECK, 1995), pode ser compreendido como uma tentativa de “modernização política”, a partir da qual há a defesa da emergência de uma racionalidade ecológica, que institucionalizaria uma dimensão eminentemente ecológica nas práticas de produção e consumo. Como hipótese central tem-se que a centralidade conferida, historicamente, a estruturas econômicas degradadoras de apropriação/produção de recursos naturais no país...

As trajetórias da certificação florestal dos standards do Conselho de Manejo Florestal - FSC

Mattiello, Rafael
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 357 p.| il., tabs., grafs.
POR
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26.52%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política.; O objetivo geral desta tese é contribuir ao crescente corpo teórico da sociologia ambiental. A teoria da modernização ecológica trata da necessidade de readequação ambiental oriunda dos principais atores envolvidos nos processos de crescimento e desenvolvimento industrial do capitalismo contemporâneo. Argumentamos que a modernização ecológica está relacionada à emergência de práticas responsáveis por intermédio da construção de standards por autoridades privadas especializadas. Analisamos as transformações sociais que permitiram a introdução de mecanismos privados de manejo florestal responsável e suas implicações político-sociológicas através de um estudo de caso dos processos e conflitos em torno dos standards do Conselho de Manejo Florestal - FSC. Defendemos que a (alta)modernidade sob uma condição de globalização se caracteriza por riscos e incertezas, demandas e expectativas, necessidades e oportunidades intrínsecas à própria dinâmica de reflexividade deste fenômeno, o que gera novas possibilidades e reanálises em todos os âmbitos. As empresas standards foram criadas...

A teoria da modernização ecológica : uma avaliação crítica dos fundamentos teóricos

Olivieri, Alejandro Gabriel
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
PT_BR
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia, 2009.; Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise teórica crítica dos fundamentos conceituais da Teoria da Modernização Ecológica. Ao se fazer isso, se pretende também aprofundar em algumas noções teóricas relativas às continuidades e transformações institucionais da modernidade tardia, quando defrontadas com os desafios ambientais em curso, tal como são analisados pela Sociologia Ambiental atual. Analisam-se, primeiramente, os diferentes posicionamentos conceituais das principais tradições teóricas que formam parte da Sociologia Ambiental em relação a essas temáticas. A seguir, se realiza um diagnóstico dos conceitos-chave que sustentam o arcabouço teórico da Teoria da Modernização Ecológica, sublinhando-se, especialmente, as suas abordagens originais e diferenciadas, se comparadas com as perspectivas das tradições teóricas clássicas da Sociologia Ambiental. Por último, destaca-se a relevância do debate teórico em curso, entre a Teoria da Modernização Reflexiva, a Teoria da Sociedade do Risco e a Teoria da Modernização Ecológica, tanto para a Teoria Sociológica Contemporânea como para própria Sociologia Ambiental. O que a Teoria da Modernização Ecológica considera significativo no debate conceitual com ambas as teorias é o reconhecimento explícito de que os problemas e desafios ambientais formam parte do núcleo central das mudanças estruturais em direção à modernidade tardia. O trabalho permite concluir que as formulações atuais da Teoria da Modernização Ecológica se desenvolveram gradualmente desde meados da década de 1980...

Government and Innovation in Environmental Transformations in Europe and North America

Ashford, Nicholas
Fonte: MIT - Massachusetts Institute of Technology Publicador: MIT - Massachusetts Institute of Technology
Formato: 175060 bytes; application/pdf
EN_US
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46.33%
ABSTRACT This article challenges certain tenets of the theories of reflexive law and ecological modernization. While far-sighted prevention-oriented and structural changes are needed, some proponents of these theories argue that the very industries and firms that create environmental problems can, through continuous institutional learning; the application of life cycle analysis; dialogue and networks with stakeholders; and implementation of "environmental management systems," be transformed into sustainable industries and firms. While useful, these reforms are insufficient. It is not marginal or incremental changes that are needed for sustainability, but rather major product, process, and system transformations ? often beyond the capacity of the dominant industries and firms. This article also questions the alleged failure of regulation to stimulate needed technological changes, and identifies the conditions under which innovation for sustainability can occur. Finally, it discusses differences in needed policies for industrialized and developing countries

Government and Environmental Innovation in Europe and North America

Ashford, Nicholas
Fonte: MIT - Massachusetts Institute of Technology Publicador: MIT - Massachusetts Institute of Technology
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.33%
This article challenges certain tenets of the theories of reflexive law and ecological modernization. While far-sighted prevention-oriented and structural changes are needed, some proponents of these theories argue that the very industries and firms that create environmental problems can, through continuous institutional learning; the application of life cycle analysis; dialogue and networks with stakeholders; and implementation of "environmental management systems," be transformed into sustainable industries and firms. While useful, these reforms are insufficient. It is not marginal or incremental changes that are needed for sustainability, but rather major product, process, and system transformations – often beyond the capacity of the dominant industries and firms. This article also questions the alleged failure of regulation to stimulate needed technological changes, and identifies the conditions under which innovation for sustainability can occur. Finally, it discusses differences in needed policies for industrialized and developing countries.

Os caminhos da transição agroecológica: uma análise das experiências da agricultura familiar camponesa no território dos Vales do Curu e aracatiaçu-CE

Sampaio, Ana Cristina de Sousa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Serviço Social; Serviço Social, Formação Profissional, Trabalho e Proteção Social; Serviço Social, Cultura e Relaçõe Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Serviço Social; Serviço Social, Formação Profissional, Trabalho e Proteção Social; Serviço Social, Cultura e Relaçõe
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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26.33%
This study examines peasant family farming from an agroecological perspective. It intends to analyze the changes resulting from the transition from conventional to agro-ecological agriculture in the daily practices of farmers articulated associated with the Network of Agroecological and Solidarity Farmers of the Curu and Aracatiaçu Valleys Territory, the locus of this empirical research, and a space which has highlighted the social dynamics of agroecological innovation, as well as articulating environmental exchanges and knowledge development. As a way to further that goal, we seek to identify the forms of social organization previously present in the daily lives of these subjects, in addition to grasping the determinants that lead or led them to adopt agroecology, noting the need to verify the forms of resistance, and the strategies adopted by farmers and how they articulate collectively. Through the historical and dialectical methods, we seek to take the implications of technical modernization of agriculture under the conditions of production and reproduction of peasants and thus situate the emergence of agroecology, a focus that is born as a counterpoint to conventional patterns of agricultural development based on the paradigm of the Green Revolution. We structured this study around the trajectory of agroecological farmers that developed and internalized agroecological practices...

Designs for environmental discourse revisited: a greener administrative state?

Dryzek, John
Fonte: Universidade Nacional da Austrália Publicador: Universidade Nacional da Austrália
Tipo: Working/Technical Paper Formato: 208876 bytes; 376 bytes; application/pdf; application/octet-stream
EN_AU
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36.2%
In this chapter I will try to navigate a path through these thickets. I will begin by setting out the administrative state and a discursive democratic alternative in ideal-type terms, and examine their strengths and weaknesses in a way that is comparative but static. This comparison will come down in favor of discursive democracy as being intrinsically more likely to promote ecological values. However, diagnosis of the faults of the administrative state can be instructive, not just by pointing to the qualities that any institutional alternatives should seek, but also in identifying traps into which these alternatives might themselves fall. I then move to a more nuanced and analysis of the relationship between the administrative state and democracy, showing that green democratization of the administrative state is a worthwhile project but exactly how and when it can take place depends crucially on the political-economic context.; no

Advancing and Resolving the Great Sustainability Debates and Discourses

Smith, Michael Harrison
Fonte: Universidade Nacional da Austrália Publicador: Universidade Nacional da Austrália
Tipo: Thesis (PhD); Doctor of Philosophy (PhD)
EN
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36.25%
The focus of this thesis is on whether or not it is possible to decouple economic growth from the physical growth of the economy and its associated negative environmental pressures and pollution. The thesis demonstrates that it is possible to achieve significant levels of decoupling of economic growth from a range of environmental pressures such as greenhouse gas emissions, biodiversity loss and natural resource degradation, freshwater extraction, air pollution, waste and hazardous waste. By clearly differentiating between economic and physical growth and focusing on how to achieve significant decoupling this thesis advances the traditional debates and discourses about “growth”. This thesis shows that in theory and practice it is possible to achieve significant levels of decoupling, and thus environmental sustainability, whilst maintaining economic growth. This thesis examines the relative costs of inaction versus action on decoupling, concluding that the costs of inaction significantly outweigh the costs of action. It also examines whether a transition to environmental sustainabilty will lead to net job losses or gains, showing that, with effective policy, it can result in net employment gains. As such, this thesis provides a new integration to show that it is possible to reconcile the need to simultaneously achieve environmental sustainability...

RE-CONSTRUCTING CLIMATE CHANGE: DISCOURSES OF THE EMERGING MOVEMENT FOR CLIMATE JUSTICE

KELLER, EMILY MARGARET
Fonte: Quens University Publicador: Quens University
Tipo: Tese de Doutorado
EN; EN
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26.41%
This thesis examines the discourses surrounding the subject of climate change, with particular emphasis on the discourse(s) of the emerging social movement for climate justice. Positioned within the social constructivist and critical research paradigms, the methodology involves a Foucauldian-inspired discourse analysis in which discourse is defined as a historically-situated, materially-embodied, and power-imbued set of statements and rules that comprise a unique and coherent representation of the world. A review of the climate change-related literature reveals four primary discourses on the phenomenon of rising greenhouse gas emissions: early scientific, climate modernization, climate change denial, and climate justice. The statements and rules of these four discourses, as well as the theoretical trends and sociopolitical, economic, and ecological factors affecting their historical development are described. A deeper analysis using 26 primary documents representing every major climate justice organization reveals that rather than a single coherent discourse, the climate justice movement encompasses four individual sub-discourses: global, peasant-oriented, Indigenous, and civil rights. Focussed on climate-related inequities in developing countries of the Southern Hemisphere...

Megaprojetos no litoral norte paulista : o papel dos grandes empreendimentos de infraestrutura na transformação regional; Megaprojects in the northern coast of São Paulo state : the role of the major infrastructural ventures in the regional transformation

Leonardo Ribeiro Teixeira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2013 PT
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26.46%
Como a instalação acumulada de Megaprojetos se relaciona com a transformação social e ambiental no Litoral Norte Paulista? Para responder a essa questão foram analisados 13 estudos de impacto ambiental de grandes projetos de infraestrutura em licenciamento ambiental na região. Através da construção de uma matriz de impacto integrada foram avaliados 7 atributos-chave (ambientais, sociais e econômicos) para a identificação e análise dos efeitos integrados dos Megaprojetos. As relações instituídas entre os empreendedores, o governo e a comunidade foram analisados à luz da Teoria da Modernização Ecológica, buscando verificar até que ponto a presença dos Megaprojetos poderia revelar o desenvolvimento de um novo modelo de crescimento econômico sem desequilíbrio ambiental, ou se a instalação e operação destes projetos apenas agravaria os atuais problemas da região. Os resultados indicam que a avaliação ambiental de projetos, conduzida de maneira segregada, compromete a identificação, bem como a devida mitigação dos impactos, gerando prejuízos ambientais e sociais. Além disso, indicam também uma possível mudança na vocação regional, atualmente de conservação e turismo para uma economia com participação cada vez mais relevante das atividades industriais...

Social inequalities and environmental conflict

Pellow,David N.
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - IFCH-UFRGS Publicador: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - IFCH-UFRGS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 EN
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46.44%
This paper is organized around two points. The first concerns the literature on environmental justice (EJ) studies and its lack of incorporation of social scientific theories and concepts concerning racism. This is surprising, given EJ studies' strong interest in challenging a form of racism - environmental racism. This, in turn, allows for a critique of theories of racism for their lack of attention to the ways in which society-environment relations structure racist practices and discourses, and a critique of scholars who have understated the continuing impact of racism on communities of color. The second point concerns the degree to which modernization has led to an improvement in the environmental impacts associated with market economies and their production systems. Drawing on ecological modernization, risk society, and the treadmill of production theories, I argue that, as with popular and scholarly views on racism, many scholars have overstated the level of progress society has made on this front. I also argue that this is largely because - via practices such as environmental racism and globalization - many of the worst dimensions of the market economy's externalities are out of sight and out of mind (due largely to spatial and residential segregation and international hazardous waste exports)...

Modernización ecológica y sociedad del riesgo : hacia un análisis de las relaciones entre ciencia, medio ambiente y sociedad

Oltra, Christian
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Article; info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2005 SPA
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46.52%
En este artículo se pretende avanzar en la comprensión de la relación entre sociedad y medio ambiente y en el papel de la ciencia en la crisis medioambiental. A partir de la confrontación de dos perspectivas teóricas de la sociología —la modernización ecológica y la teoría de la sociedad del riesgo—, se desarrolla una visión sobre el papel que la ciencia y la tecnología desempeñan en el modo como las sociedades avanzadas hacen frente a los problemas medioambientales. La perspectiva de la modernización ecológica y la teoría de la sociedad del riesgo ofrecen una visión enfrentada sobre los procesos de cambio social derivados de la crisis. La comparación de ambas perspectivas intenta aportar elementos teóricos útiles para el desarrollo de la sociología medioambiental y para la comprensión del proceso de reforma medioambiental de la sociedad.; In this article we try to advance in the understanding of the relation between society and the environment and in the role of science in the environmental crisis. Through the confrontation of two theoretical perspectives from sociology —the ecological modernization theory and the theory of risk society—, we develop a vision of the role of science and technology in the way advanced societies face environmental problems. The perspective of the ecological modernization and the theory of the risk society offer a faced vision on the process of social change derived from the crisis. The comparison of both perspectives tries to contribute to the theoretical development of the environmental sociology and to the understanding of the process of environmental reform in society.

Reinterpreting change in traditional ecological knowledge

Gómez Baggethun, Erik; Reyes García, Victoria
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2013 ENG
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36.2%
Much of the previous research on Traditional Ecological Knowledge (herefater TEK) has centred in 1) documenting fading knowledge (eg. Ferguson and Messier 1997; Pieroni et al. 2004), 2) understanding the parallel decrease of biological and cultural diversity (Maffi 2005; Harmon and Loh 2010), and 3) assessing the processes and drivers of change that lead to the loss of TEK (Benz et al. 2000; Kingsbury 2001; Godoy et al. 2005; Gray et al. 2008; Turner and Turner 2008). The general argumentative line in those works revolves around lamenting the loss of TEK as indigenous peoples and rural communities modernize and adopt western lifestyles. For example, in the last decade a growing number of studies have reported changes and losses in the medicinal (Begossi et al. 2002; Case et al. 2005; Lozada et al. 2006; Monteiro et al. 2006), nutritional (Turner and Turner 2008), and agricultural (Benz et al. 2007; Stone 2007; Gómez-Baggethun et al. 2010) knowledge of small-scale societies as they become more integrated in national societies and the market economy. The idea that TEK systems are capable of adapting both to external changes and internal frictions has been a mainstay of human ecology for some time (e.g. Berkes et al. 2000). Yet, by analyzing change primarily in terms of lost knowledge...

A QUEIMA DA PALHA DA CANA E OS RISCOS DA MODERNIZAÇÃO ECOLÓGICA: TENTATIVAS DE REGULAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO, PERÍODO DE 1980 A 2011; The burning of the straw and the risks of ecological modernization, attempts at regulation in the State of São Paulo

Aroni, Rafael
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2013 POR
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66.59%
Em 2012, no contexto do embate na revisão do Código Florestal (LeiNº. 4.771/1965), buscou-se analisar a situação da queima da palha da cana em Decretos e Leis promulgados no Estado de São Paulo, na tentativa de regulação dessa prática, ao longo do período de 1980 a 2011. No presente trabalho são apresentados resultados da análise do conteúdo deste material selecionado. O estudo buscou a reconstrução histórica jurídica da questão ambiental da regulação da queima da palha da cana, ao identificar seus possíveis impactos para o  contexto atual; a partir das contribuições da corrente sociológica da sociedade de risco e da perspectiva da sustentabilidade. A queima da palha da cana enquanto técnica para a desfolhagem e como facilitador do corte manual é quincentenária no Brasil. Nos últimos 20 anos, observa-se o crescente processo de preocupação ambiental com os riscos para saúde humana. Desde a década 1960, através do dispositivo do parágrafo único do artigo 27, da lei supracitada, foi estabelecido o mecanismo de controle no emprego desta técnica. Ao longo das últimas décadas, é possível observar transformações nas jurisprudências deste dispositivo, corroborados com a emergência de estudos ambientalistas e da vertente sociológica dos riscos da modernização...

Political Strategies of American Environmentalism: Inclusion and Beyond

Schlosberg, David; Dryzek, John
Fonte: Taylor & Francis Group Publicador: Taylor & Francis Group
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.41%
This article examines and evaluates the strategy of inclusion used by the environmental movement in the United States in light of the imperatives of state action. We try to explain why it is that the United States was the pioneer of environmental policy in the 1970s, but has since become the international laggard. Given the changed position of the state, we try to sort out when particular strategies on the part of the environmental movement make sense in terms of promoting a more ecological society. In addition to inclusion in state processes as an interest group, we examine environmental action in an oppositional civil society, dual strategies, and the possibility of a move toward ecological modernization by both the movement and the state.

Modernização ecológica no Brasil: limites e perspectivas; Ecological modernization in Brazil: limits and perspectives

Milanez, Bruno; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 21/12/2009 POR
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46.33%
 A Modernização Ecológica (ME) é um conceito que busca superar os problemas ambientais a partir de quatro pressupostos: inovação tecnológica, prevenção, participação pública na tomada de decisão, e soluções ambientais e econômicas simultâneas. Esse conceito é apresentado normalmente a partir de quatro perspectivas: mudanças sociais (consumo verde), políticas públicas (fortalecimento dos órgãos ambientais e adoção de instrumentos flexíveis de política pública), inovação ambiental (desenvolvimento de novas tecnologias preventivas) e tendências macro-ambientais (descolamento do crescimento econômico e dos respectivos impactos ambientais). Ao longo do texto busca-se descrever cada uma dessas perspectivas e avaliar seu grau de aderência à realidade do Brasil. Apesar de não se recomendar que o país adote a ME como paradigma, devido a diferentes limitações do conceito, propõe-se que o Brasil adapte alguns pressupostos e instrumentos da ME na construção de seu próprio modelo de desenvolvimento. ;  The concept of Ecological Modernisation aims to overcome environmental problems based on four main assumptions: technological innovation...

Social inequalities and environmental conflict

Pellow,David N.
Fonte: Horizontes Antropológicos Publicador: Horizontes Antropológicos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 EN
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46.44%
This paper is organized around two points. The first concerns the literature on environmental justice (EJ) studies and its lack of incorporation of social scientific theories and concepts concerning racism. This is surprising, given EJ studies' strong interest in challenging a form of racism - environmental racism. This, in turn, allows for a critique of theories of racism for their lack of attention to the ways in which society-environment relations structure racist practices and discourses, and a critique of scholars who have understated the continuing impact of racism on communities of color. The second point concerns the degree to which modernization has led to an improvement in the environmental impacts associated with market economies and their production systems. Drawing on ecological modernization, risk society, and the treadmill of production theories, I argue that, as with popular and scholarly views on racism, many scholars have overstated the level of progress society has made on this front. I also argue that this is largely because - via practices such as environmental racism and globalization - many of the worst dimensions of the market economy's externalities are out of sight and out of mind (due largely to spatial and residential segregation and international hazardous waste exports)...